ENGANO DOS INFERNOS - TMI, ou Teologia da Missão Integral

1). O que é a TMI, ou Teologia da Missão Integral?
2). Como ela surgiu?
3). Quem foram seus primeiros idealizadores?
4). A TMI tem algo a ver com o Marxismo? Ela fala com ele?
5). A TMI pode ser considerada uma heresia?
6). Quem são os principais pregadores da TMI?
7). Quais são os Seminários que incluiram em seus currículos o ensino da TMI?
8). Eles tem alguma ligação com a esquerda?
9). As igrejas evangélicas devem se envolver com a TMI?
10). Como e o que fazer para que esta ideologia Marxista não avance mais? Pelo contrário, ela recue totalmente.

 
TEOLOGIA DA MISSÃO INTEGRAL(TMI)

Obs: Este é um estudo simples da TMI.

Existem muito mais envolvimentos com a ideologia Marxista que não foram incluídos ainda. Mas já dá para se ter uma idéia da terrível heresia que é.
1). O que é?
1.0). Ouça a entrevista do Rev. Alberto Thieme e Fabio Blanco, gravada pela rádio http://www.radiovox.org no link: https://soundcloud.com/rvox_org/boletim-...27-02-2014 
COPIA: https://soundcloud.com/rvox_org/boletim-...um=twitter
1.1). Definição segundo a Wikipédia: Veja o engano, preste bem atenção nos textos grifados em amarelo: “A teologia da missão integral é uma vertente teológica evangélica, desenvolvida na América Latina. Para a teologia da missão integral, a dignidade humana, o cuidado com o meio ambiente e a luta contra toda a forma de opressão e injustiça são aspectos indissociáveis da mensagem do Evangelho(a).
(a).O Evangelho nunca falou em luta contra toda forma de opressão e injustiça. Como então pode estar associado a isto?

Segundo a teologia da missão integral(b), Deus criou o mundo como expressão do seu amor, sendo o ser humano feito à imagem e semelhança de Deus e incumbido por Deus para cuidar da sua criação. O pecado é a atitude deliberada da humanidade de resistir a este propósito. E Jesus, portanto, veio reconciliar o ser humano com Deus e, assim, restabelecer o propósito de Deus para a humanidade e toda a sua criação, por meio daqueles que seguem a Jesus.
(b).Não é segundo a TMI que Deus criou o mundo....etc, mas sim segundo a Bíblia. Estão querendo substituir a Bíblia pela TMI?

DIZ LÁ: Evangélicos ligados a diferentes igrejas© tem aderido à teologia da missão integral, pois não trata das questões do batismo no Espírito Santo e da contemporaneidade dos dons espirituais, que divide os evangélicos no Brasil em pentecostais e não-pentecostais (d). Todavia, contrapõe-se à teologia dos missionários protestantes anglo-saxões do século XIX na América Latina, que se alicerça na salvação do indivíduo, e à teologia da prosperidade(e), que enfatiza a fidelidade à Deus como forma do indivíduo obter benefícios de Deus, como o enriquecimento ou a cura de enfermidades, em retribuição(f).
© . poucos:
(d) . A maioria dos palestrantes da TMI não creem nos dons espirituais e outros são cessacionistas.
(e) . Isto não tem fundamento bíblico. Teologia da Prosperidade não pressupõe enriquecimento, pois riqueza é dom de Deus, diz a Bíblia. Ser próspero nunca foi sinônimo de ser rico. Existem, sim, desvios praticados por alguns pregadores televisivos e de pouquissimas igrejas neo-pentecostais.
Falta entendimento nestes teólogos que combatem a Teologia da Prosperidade achando que todo favor divino não se pode ser pedido, quando a Bíblia ensina claramente que devemos sim, pedir a Deus as bençãos materiais e bem como orar por enfernos(Tiago 5).

(f). Este é o pensamento distorcido dos tradicionais cessacionistas. “Isto não é verdade, pois a maioria dos pentecostais e neo-pentecostais não aceitam a Teologia da Prosperidade como exposto, porém, é bíblico que Deus abençoa com bens materiais mesmo, áqueles que o serve. O progresso material das famílias que servem a Deus é verdadeiro e visível. Veja o exemplo de Abrahão, Ló que obtiveram o favor de Deus por serem fiéis a Ele. Veja o caso de Caleb que Deus, usando Moisés no deserto lhe prometeu por herança, o Monte Hebrom. Se esqueceram das promessas feitas em mateus 6:33 pelo próprio Senhor Jesus: “Buscai em primeiro lugar o reino de Deus e a sua justiça e as demais cousas (o que seria demais cousas na cabeça deste que escreveu o texto acima na Wikipédia?) vos serão acrescentadas.

A teologia da missão integral, portanto, não se restringe à relação entre Deus e o indivíduo, mas contempla também a transformação das relações humanas e das relações dos seres humanos com o meio ambiente, que é parte da criação de Deus,(g). Os cabeças dominantes do poder passa a atender os da Elite Marxista que se enriquecem rápidamente pois os benefícios que deveriam ir para os pobres acabam indo para os bolsos dos que pertencem a Elite Marxista e os pobres nunca foram o foco da ajuda material real(redenção da pobreza e da miséria) que continua existindo nos paises com governos comunistas. Esta suposta ajuda aos pobres existe apenas na ideologia Marxista e que destrói a liberdade individual, familiar, e os filhos tornam-se propriedade do Estado, e o povo todo perde sua liberdade individual, torna-se massa de manobra dos Marxistas, e vivem em miséria extrema).
(g).infelizmente, fazendo uso das ideologias de Karl Marx e dos ambientalistas e consequentemente sendo a favor do uso da força para rebaixar a classe rica para supostamente ajudar os pobres (que é exatamente o que Karl Marx pregou sobre a luta de classes). 
Entre os principais expoentes da teologia da missão integral da América Latina, estão René Padilha, Samuel Escobar e Orlando Costas.

Com um linguajar cativador, seus preletores usam jargões Marxistas que acabam por confundir os evangélicos, dando a impressão de que seus bem abastados palestrantes estão apresentando algo bíblico, porém, ao analisar seus discursos se torna fácil notar a influência da ideologia Marxista. Veja na monografia deste pastor, de seu curso de pós-graduação na Universidade Metodista: no link: "http://ibict.metodista.br/tedeSimplificado/tde_busca/arquivo.php?codArquivo=2159 , onde encontramos as seguintes frases: "Em 1976, a Aliança Bíblica Universitária convocou o Congresso Missionário, em Curitiba, e sete anos depois houve o Congresso Brasileiro de Evangelização (1983), em Belo Horizonte. Com quase dez anos de atraso, esse congresso renovou o sonho de incendiar os evangélicos brasileiros com o Pacto de Lausanne. As Fraternidades Teológicas Latino-Americanas já promoviam congressos continentais. Parecia ter chegado a vez dos evangélicos brasileiros desencadearem outros eventos com a mesma convocatória: articular uma teologia holística que “alcançasse a pessoa toda com todo o Evangelho em todo o seu contexto social e cultural”. Acontece então o Congresso Nordestino de Evangelização, em Recife, em 1988

Segundo o próprio Ariovaldo Ramos, discipulo de Caio Fábio, a TMI é “a versão prostestante da Teologia da Libertação(Marxista)”.
O Congresso de Lauzane/74 foi idealizado por Billy Graham, mas ele se sentiu mal ao ver militantes da América Latina tentarem sequestrar o evento para a Teologia da Missão Integral. Esses militantes queriam que o Congresso de Lauzane, fosse uma plataforma para a Teologia da Missão Integral. Porém, foram muito combatidos por C.Peter Wagner e o próprio Pr. Billy Graham que foi se distanciando do projeto Lauzane. Hoje Lauzane é citado elogiosamente apenas por radicais da TMI, como Ricardo Gondim, Caio Fábio, René Ed Kivitz, Revista Ultimato e era por Robson Cavalcanti e outros poucos.
Além disso, Kivitz faz referência ao Congresso Mundial de Evangelização de Lausanne, em 1974: Segundo ele, graças à “contribuição significativa de teólogos latino-americanos como Orlando Costas, Samuel Escobar e René Padilla… desde então, o movimento evangelical está associado ao chamado ‘espírito de Lausanne’”.
No entanto, Kivitz não deixa de mencionar que o resultado final dessa contribuição, o Pacto de Lausanne, sofreu resistência de evangélicos “fundamentalistas” como Peter Wagner. Segundo ele, Wagner via — para alegria do MEP, de Kivitz e Cia. — esse pacto como progressista e Peter estava certo.
Gondim também se queixa repetidamente de que a Teologia da Missão Integral teve seu avanço detido por conservadores no Congresso Lausanne de Evangelização Mundial (Manila, 1989). Ed Rene Kivitz, companheiro teológico de Gondim, já havia apontado Peter Wagner como líder da oposição conservadora. A atuação de Wagner, hoje líder do movimento apostólico mundial, exemplifica o potencial neopentecostal para deter o avanço esquerdista nas igrejas. Na dissertação de Gondim (p. 53), o erro de Wagner era “propor guerra espiritual como solução para os problemas sociais” — uma solução tipicamente neopentecostal, em contraste com a solução esquerdista de revoluções políticas.
Ele também evoca em seu artigo sobre Teologia da Missão Integral o seguinte: "O evangelho todo, para o homem todo, para todos os homens. [do Pacto de Lausanne] . O paradigma da missão integral O movimento da missão integral, ou teologia da missão integral, popularizado após o Congresso Internacional de Evangelização Mundial realizado em Lausanne, Suiça, em 1974, ganhou as ruas no Brasil somente depois que o Pacto de Lausanne foi publicado em português, dez anos após sua elaboração". Confira no link:http://edrenekivitz.com/blog/tag/missao-integral/.
Lógico que Ed René Kivitz é um dos propulsores dos latino-americanos que assaltaram o Pacto de Lauzane querendo impor a TMI como o ponto de partida para falar em Missões ou Evangelização do mundo sendo contestado veementemente pelo Pr. Billy Graham e seu Ministério que nunca mais deram apoio aos demais eventos do mesmo tipo.

Se peso internacional desse importancia a uma ideologia, o catolicismo seria uma ótima referencia.
Conceito de missão integral
Segundo Gondim: "Tendo compreendido alguns aspectos de onde e como o contexto evangelical foi forjado, podemos dar um passo adiante no sentido de melhor entender o termo “Missão Integral”. Não há registros, nas referências pesquisadas sobre instituições e eventos evangelicais antes do Pacto de Lausane (e nem mesmo nas que dizem respeito a este) que
PADILLA, C. René. “Missão Integral ensaios sobre a Igreja e o Reino”. FTL-B TEMÁTICA, Novembro, 1992, p. 8.
BORGES, Ricardo Weslley. “Pacto de Lausane” .ABU e VISÃO MUNDIAL, 2aed, 2003, p. 13.
conceito de “Missão Integral” tenha sido algo dado, fruto de um pensar teológico. O primeiro texto evangélico que encontramos trazendo esta elaboração de maneira mais intensa foi escrito em 1978 por René Padilla, com o título de “Missão Integral”. Trata-se de um ensaio que circulou na IV Conferência Internacional de Estudos Missionários, realizada em Nova Yorque, em Agosto daquele ano. Tal conceito surge como resposta à necessidade de esclarecer que não existe divisão entre pregação do evangelho e ação social e que, ambos, pertencem à mesma agenda da igreja. Esta compreensão foi definitivamente afirmada pelo meio
evangelical, em Lausane". O problema é que Gondim se esqueceu que a Bíblia é uma biblioteca completa e não precisa de ajuda de nenhuma ideologia humana, no caso a TMI + Marxismo.
Conforme a tese de mestrado escrito por Harley Abrantes Moreira, da UFRN – aluno do Mestrado em História, documentado no link: http://www.ftl.org.br/index.php?option=c...Itemid=75, a Teologia da Missão Integral começou no início do século XX, mas inicialmente não se tinha um nome definido. Com o passar do tempo foi se delineando entre os teólogos de esquerda o conceito de "TEOLOGIA DA MISSÃO INTEGRAL"


Leia mais: http://forum.antinovaordemmundial.com/Topico-teologia-da-miss%C3%A3o-integral-tmi-mais-uma-artimanha-evang%C3%A9lica#ixzz3XuNEoPNC

Universidade Mackenzie critica Teologia da Missão Integral?


Enfim, a Universidade Presbiteriana Mackenzie, através de seu programa “Academia em Debate” da TV Mackenzie, se pronunciou em público sobre a Teologia da Missão Integral (TMI).
O problema da TMI é antigo, especialmente nos meios calvinistas do Brasil. Então, por que só agora um pronunciamento público vindo da mais elevada instituição calvinista do Brasil?
Diante da avalanche de indagações do público, líderes mais perto do foco da Teologia da Missão Integral estão sob a pressão, de seu próprio público religioso, de dar respostas. Não muito tempo atrás, sob a mesma pressão, Renato Vargens, pastor calvinista de Niterói, também teve de emitir o que ele chamou de uma “pequena nota” sobre a TMI.
O problema não é novo. A novidade é que depois de décadas de silêncio desses mesmos líderes, seu próprio público começou a fazer questionamentos depois de ter acesso a várias denúncias contra a TMI. As fontes dessas denúncias foram meu próprio blog, o jornalista Edson Camargo, o site Mídia Sem Máscara, o Rev. Alberto Thieme, o Dr. Fábio Blanco e algumas outras poucas vozes solitárias. Há também um e-book de minha autoria, intitulado“Teologia da Libertação X Teologia da Prosperidade,” que aborda exclusivamente a questão da TMI. O e-book foi publicado em maio de 2013 e traz muitos esclarecimentos sobre esse antigo problema.
No “Academia em Debate,” o apresentador, o Rev. Augustus Nicodemus Lopes, trata da TMI com dois professores do Mackenzie, Rev. Jonas Moreira Madureira e Rev. Filipe Costa Fontes. O alvo do programa, conforme o apresentador, foi trazer “algum esclarecimento.”
De acordo com Madureira, a TMI nasceu em solo latino-americano, lá pelo final da década de 1960, com destaque para seus expoentes: Samuel Escobar e René Padilla. Mas, embora seja doutor em filosofia, Madureira se absteve de dar um esclarecimento sobre a presença da TMI na Igreja Presbiteriana do Brasil (IPB) nas décadas de 1950 e 1960, deixando para a imaginação do telespectador a imagem vaga de uma TMI presente em algum lugar da América Latina.

Richard Shaull, precursor da TMI na IPB na década de 1950

“Teologia da Libertação X Teologia da Prosperidade” aponta que na década de 1950 o Rev. Richard Shaull, missionário calvinista americano adepto do marxismo, era professor do Seminário Presbiteriano do Sul, a mais respeitada instituição teológica da IPB na época. Por quase uma década (de 1952 a 1959), ele influenciou uma geração de alunos que, mais tarde, se tornariam pastores e teólogos da IPB.
A influência de Shaull teve impacto decisivo em seu mais famoso discípulo, Rubem Alves, que havia se tornado pastor da IPB. Podem dizer que o bebê da TMI nasceu em algum lugar longínquo da América Latina, isentando de certa forma o Brasil, mas não há dúvida de que já estava sendo gestado no contexto da IPB e outras igrejas históricas do Brasil.

Lausanne e a TMI

Ao ser perguntado por Nicodemus sobre Lausanne e a TMI que estava florescendo na América Latina, Madureira se perde, não conseguindo focar causa e problema. Ele poderia apontar que a presença de René Padilla e sua turma, inclusive brasileiros com o tipo de educação teológica que Shaull dava, buscou com ímpeto fazer o Congresso Lausanne de Evangelização Mundial pender para uma direção teológica de Missão Integral ou mesmo Teologia da Libertação.
Madureira também omitiu, por desconhecimento ou contrariedade, o fato de que a oposição conservadora em Lausanne estava sob a direção de C. Peter Wagner, que prosseguiu ali o mesmo embate que já mantinha com Padilla e outros contra os esforços deles para esquerdizar a missão da igreja para os pobres.
Nessa questão, “Teologia da Libertação X Teologia da Prosperidade” cita texto de Ricardo Gondim sobre a TMI: “Gondim também se queixa repetidamente de que a Teologia da Missão Integral teve seu avanço detido por conservadores no Congresso Lausanne de Evangelização Mundial (Manila, 1989). Ed Rene Kivitz, companheiro teológico de Gondim, já havia apontado Peter Wagner como líder da oposição conservadora. A atuação de Wagner, hoje líder do movimento apostólico mundial, exemplifica o potencial neopentecostal para deter o avanço esquerdista nas igrejas. Na dissertação de Gondim (p. 53), o erro de Wagner era ‘propor guerra espiritual como solução para os problemas sociais’ — uma solução tipicamente neopentecostal, em contraste com a solução esquerdista de revoluções políticas. Ecoando queixa do Rev. Luiz Longuini, da IPB, Gondim afirma que Peter Wagner já vinha frustrando os progressistas há anos. Em1969, ao participar do CLADE (Congresso Latino-Americano de Evangelização), Wagner distribuiu seu livro que afirmava que a missão da igreja é priorizar a salvação pessoal e destacava a teologia esquerdista como perniciosa.”
Meu e-book “Teologia da Libertação X Teologia da Prosperidade” tem o prefácio e recomendação de Peter Wagner, esse campeão contra a TMI desde a década de 1960.

A TMI está ligada ao marxismo? Professor do Mackenzie diz que não.

Voltando-se então para o Rev. Filipe Costa Fontes, Nicodemus pergunta: “O que a gente ouve de crítica às vezes da Teologia de Missão Integral é que de alguma forma está associada ao marxismo. Essa crítica procede?”
A resposta enfática do professor do Mackenzie é que a TMI, ao ser acusada de ser uma espécie de marxismo disfarçado, é vítima de uma crítica “excessiva” e “indevida,” mas ele entra em parafuso de confusões e distorções ao afirmar que existem “inúmeras aproximações e semelhanças” entre a TMI e o marxismo. Ao mesmo tempo que nega, afirma.
Um de seus parafusos foi dizer que “os proponentes da TMI têm relacionado a TMI com determinados movimentos e organizações, que são geradores da Teologia da Libertação, que têm declaradamente um fundo marxista, como a Fraternidade Teológica Latino Americana.” Se ele não entrou em parafuso, ele quer que eu e outros entrem em parafuso. René Padilla, considerado por eles como um “pai” da TMI, sempre teve enorme influência na Fraternidade Teológica Latino Americana. Mesmo assim, de forma absurda Fontes, ao mesmo tempo em que reconhece que a Teologia da Libertação e a Fraternidade Teológica Latino Americana têm um fundo marxista radical, tenta distanciar a TMI desse fundo.
O atual presidente da Fraternidade Teológica Latino Americana é o Rev. Jorge Henrique Barro, pastor da IPB. Em agosto de 2014 ele realizará o Congresso Internacional de Missão Integral, com a presença de Padilla. Ora, se a Fraternidade Teológica Latino Americana tem fundo marxista e se seu presidente presbiteriano fará um congresso internacional de TMI no Brasil, por que esse esforço de tentar distanciar a TMI de seu fundo marxista?

Encobrindo as ligações da TMI na IPB?

Indo mais longe, por que não esclarecer a presença antiga de presbiterianos no movimento de TMI, desde o Rev. Richard Shaull até Jorge Henrique Barro hoje?
Por que não esclarecer a presença de Ricardo Bitun, que defende igualmente a TMI e a Teologia da Libertação, como professor nas aulas de teologia do Mackenzie?
Por que o apresentador do “Academia em Debate,” quando era chanceler do Mackenzie, permitia não só Bitun ali, como também Ariovaldo Ramos, que é um dos “apóstolos” da TMI no Brasil?

Amigo falecido de Nicodemus já dizia que TMI é a versão evangélica da Teologia da Libertação

Mais do que ninguém, o Rev. Augustus Nicodemus Lopes sabe que seu falecido amigo, o Bispo Robinson Cavalcanti, já havia declarado que a Teologia da Missão Integral é a versão evangélica da Teologia da Libertação. Se Nicodemus achava essa declaração exagerada, por que nunca veio a público dar esclarecimento, sabendo da forte presença da TMI em igrejas e seminários da IPB?
O próprio Ariovaldo Ramos também já declarou que a “Teologia da Missão Integral é uma variante protestante da Teologia da Libertação,” e nem por isso Nicodemus nunca lhe fechou as portas do Mackenzie para palestrar e dar aulas especiais de teologia.
Em destaque também no “Academia em Debate” estava a forma como a TMI foi “criticada” — da forma mais amistosa possível. Em contraste, quando teólogos calvinistas criticam o neopentecostalismo, não poupam adjetivos como “heresia” e outros termos semelhantes. No entanto, em nenhum momento da entrevista de Nicodemus com seus colegas teólogos do Mackenzie, a palavra heresia foi mencionada. Pelo contrário, apesar de se apontar várias ligações da TMI com o marxismo, houve uma tentativa sutil de distanciá-la de heresia, especialmente heresia marxista.

Igrejas tradicionais não sabem alcançar os pobres, diz professor do Mackenzie

Aos 16 minutos da entrevista, o Rev. Filipe Costa Fontes menciona que os defensores da TMI criticam os protestantes que só pensam em coisas espirituais e esquecem o lado material e físico. Nicodemus então pergunta se a crítica procede. Fontes diz que sim, especialmente no caso de igrejas tradicionais. Não é preciso ter a assistência de um gênio de lâmpada mágica para saber que o avanço da TMI, desde o inicio, tem sido nas igrejas tradicionais. A IPB de Nicodemus e do Mackenzie tem farta evidência disso, se quiser revelar.
Em vez de fazerem como os neopentecostais e preencherem seu limbo espiritual com coisas do Espírito, preenchem com uma teologia marxista que os pobres não precisam.

Os pobres e o neopentecostalismo

Nesse ponto, Jonas Madureira fez uma intervenção oportuna, recordando comentário que Luiz Felipe Pondé, filósofo judeu secular, fez, de que “as teologias latino-americanas, especialmente a Teologia da Libertação, escolheram os pobres, mas os pobres escolheram os pentecostais.” A recordação está mais ou menos correta. Em seu livro “Contra um Mundo Melhor” (Editora Leya), Pondé escreveu: “A igreja católica de esquerda fez a opção pelos pobres, mas os pobres fizeram a opção pelo neopentecostalismo.”
A Teologia da Missão Integral, predominante durante décadas em igrejas protestantes tradicionais, também fez a opção pelos pobres, mas seu público-alvo fez a opção neopentecostal pelo sucesso material. Ao invés de se juntar à esquerda messiânica e lutar por “outro mundo possível,” os pobres preferem a busca individual da prosperidade. Certos ou errados em sua busca da prosperidade, o fato é que os neopentecostais arruinaram os planos dos eruditos, teólogos e filósofos evangélicos e católicos que defendem eloquentemente a Teologia da Missão Integral e a Teologia da Libertação. Essa é a principal razão do ódio mal disfarçado que os teólogos de ambas as ideologias têm do neopentecostalismo.
Não por acaso, no Fórum Social Mundial de 2012, Gilberto Carvalho fez declarações reveladoras sobre o ódio do PT aos neopentecostais. Gilberto convocou os camaradas para uma guerra ideológica contra as igrejas neopentecostais que contrariam a agenda petista ao propagar “valores conservadores” através dos seus meios de comunicação.
Quando não havia nenhum movimento neopentecostal no Brasil, já havia TMI na IPB e outras igrejas protestantes tradicionais. Mas não havia nenhum ódio a TMI. Agora que os pobres recorrem às igrejas neopentecostais, PT e outros partidos de esquerda as atacam com ódio. E o ataque vem ajudado por teólogos tradicionais que, tal como as esquerdas, detestam que os pobres abracem o neopentecostalismo, atacando-o como heresia.

Como não tratar uma heresia como heresia

Mas por que nunca tratam a TMI como heresia? Medo de ofender a multidão de colegas denominacionais que abraçaram essa heresia?
A grande liderança católica brasileira, representada pelo poderio descomunal da CNBB, também não trata a Teologia da Libertação com a seriedade que merece.
No caso de Nicodemus e outros teólogos da IPB, a omissão de tratar a heresia como heresia não se justifica. São mais de 60 anos de contato com a Teologia da Missão Integral dentro da Igreja Presbiteriana do Brasil, desde Richard Schaull e depois Rubem Alves e mais tarde o mais astuto de todos: Caio Fábio.
São mais de 60 anos de omissão e negligência, e agora querem tapar o sol com a peneira de uma crítica branda e amistosa?
Se a meta da TV Mackenzie foi “criticar” a TMI sem comprometer o envolvimento histórico da IPB e seus teólogos nessa heresia, a iniciativa foi um sucesso. Qual é o movimento herético que não sonha em ser “criticado” com tamanha brandura?

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

ILLUMINATIS , QUEM SERIA O LIDER DELES NO BRASIL ?

ENTENDA MAIS SOBRE LO-DEBAR “Lo-Debar, nunca mais” (II Samuel 9: 1-13) nos links

COMO FAZER UM ESBOÇO PARA PREGAÇÃO - Aprendendo a fazer um esboço de pregação.