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sexta-feira, 8 de abril de 2011
Na Nigéria, no Sudão ou na Indonésia, não se queimam exemplares da Bíblia, queimam-se pessoas!
Colunista da revista Veja publica texto sobre perseguição aos cristãos.
Azevedo afirma: “Atenção! Há, sim, uma religião perseguida no mundo hoje. É o cristianismo!”. Ele explica que a quase totalidade de mortes em razão de perseguição religiosa se dá contra cristãos na Nigéria, no Sudão, na Indonésia e em quase todos os países árabes, sejam eles aliados do Ocidente ou não.
No texto, o autor relata que na Arábia Saudita há quase dois milhões de filipinos católicos fazendo o trabalho que os nativos se negam a fazer e eles são proibidos de cultuar sua religião. A transgressão é considerada um crime grave. Indignado, Azevedo conta que na Nigéria, no Sudão ou na Indonésia, não se queimam exemplares da Bíblia, queimam-se pessoas!
Acesse o blog da veja e leia mais sobre este texto tão coerente e tão atual dentro do nosso contexto.
Louvamos a Deus porque a mídia está cada vez mais relatando a verdade sobre a intolerância religiosa às minorias e, principalmente, aos cristãos.
Fuente | VEJA
ATIRADOR DO RIO DE JANEIRO SERIA RADICAL ISLÂMICO , MORTES FORAM DERECIONADAS PARA AS MENINAS
Laryssa, de 13 anos, já teria deixado sala atacada em escola em Realengo. 'Pretendia pedir ela em namoro', afirma estudante de 14 anos.
O estudante Wanderson Salgueiro, de 14 anos, diz que uma das vítimas do massacre na escola Tasso da Silveira, em Realengo, Laryssa Silva Martins, morreu porque voltou para a sala de aula para tentar buscar a mochila.
"Vi a Laryssa sair correndo da sala de aula dela, onde o atirador estava. As meninas chamaram ela, mas quando ela chegou na porta da sala voltou. Foi quando o garoto deu um tiro na cabeça dela", desabafou o menino, chorando. Ele estuda no primeiro andar, no mesmo em que Laryssa foi morta, mas na sala ao lado da vítima. "Ela morreu porque quis buscar o material".
"Vi a Laryssa sair correndo da sala de aula dela, onde o atirador estava. As meninas chamaram ela, mas quando ela chegou na porta da sala voltou. Foi quando o garoto deu um tiro na cabeça dela", desabafou o menino, chorando. Ele estuda no primeiro andar, no mesmo em que Laryssa foi morta, mas na sala ao lado da vítima. "Ela morreu porque quis buscar o material".
Um ex-aluno da escola, Wellington Menezes de Oliveira, invadiu salas de aula cheias de alunos atirando na manhã de quinta-feira (7), matando 12 jovens.
"Eu vi o garoto entrando armado, ele ainda sorriu para mim. Percebi o volume da arma nas costas, mas mesmo assim subi para a sala de aula, no primeiro andar, porque o professor estava chamando. Foi quando começaram os tiros", disse Salgueiro.
O estudante se diz muito triste porque na véspera da tragédia, quarta-feira (6), ele havia "discutido" com Laryssa. "Brigamos feio, mas eu gostava dela. Pretendia pedir ela em namoro ontem (quinta-feira, dia do tiroteio). Ela iria aceitar, porque também gostava de mim", afirmou Salgueiro.
Nesta sexta-feira (8), dezenas de pais e amigos das vítimas voltaram à escola para tentar pegar pertences de alunos, que foram esquecidos durante a correria da fuga. Outros tentavam obter informações sobre feridos e o enterro das vítimas.
O diretor da escola fixou na frente do prédio um cartaz informando o horário e o local em que as crianças serão enterradas nesta sexta-feira, e a empresa Transportes Barra colocou à disposição dos moradores da região três ônibus para levar integrantes da comunidade aos cemitérios.
Fuente | Guiame
Marco Feliciano apresenta projeto de Lei para o Dia Nacional de Ação de Graças
A lei foi instituída em 1949, mas não era obrigatória, se aprovada todos os credos poderão comemorar.
Durante essa terça-feira, 5, o deputado federal e pastor Marco Feliciano apresentou um Projeto de Lei que visa a instauração do Dia Nacional de Ação de Graças e da Oração, que será comemorado toda última quinta-feira do mês de novembro.
O projeto tem como objetivo incentivar, da melhor forma possível, a união e fraternidade entre todos os povos e entre todos os credos, promovendo assim ações simbólicas em diversos credos.
Em um comunicado à imprensa o pastor diz: “É importante ressaltar que a sociedade que segue os preceitos bíblicos são mais prósperas e também gozam de uma fraternidade mais verdadeira, onde a paz, a compaixão, o amor ao próximo, se tornam grandes aliados para levar uma vida mais tranqüila e feliz.”
É importante lembrar que essa lei já existe, datada em 17 de agosto de 1949, a lei de nº 781 não ordena como dia obrigatório e poucas pessoas têm conhecimento da mesma. A ideia do deputado federal é fazer com que esse dia seja “tirado para orações, agradecimentos a Deus, prestando assim como a própria lei já diz agradecimentos a graça vinda de Deus para nossas vidas.”

Fonte: Gospel Prime
Durante essa terça-feira, 5, o deputado federal e pastor Marco Feliciano apresentou um Projeto de Lei que visa a instauração do Dia Nacional de Ação de Graças e da Oração, que será comemorado toda última quinta-feira do mês de novembro.
O projeto tem como objetivo incentivar, da melhor forma possível, a união e fraternidade entre todos os povos e entre todos os credos, promovendo assim ações simbólicas em diversos credos.
Em um comunicado à imprensa o pastor diz: “É importante ressaltar que a sociedade que segue os preceitos bíblicos são mais prósperas e também gozam de uma fraternidade mais verdadeira, onde a paz, a compaixão, o amor ao próximo, se tornam grandes aliados para levar uma vida mais tranqüila e feliz.”
É importante lembrar que essa lei já existe, datada em 17 de agosto de 1949, a lei de nº 781 não ordena como dia obrigatório e poucas pessoas têm conhecimento da mesma. A ideia do deputado federal é fazer com que esse dia seja “tirado para orações, agradecimentos a Deus, prestando assim como a própria lei já diz agradecimentos a graça vinda de Deus para nossas vidas.”
Fonte: Gospel Prime
Bispos discutem risco de desaparecimento do cristianismo no Oriente Médio
Comissão dos bispos da Comunidade Europeia mostrou-se preocupada com a situação dos cristãos do Oriente Médio.
A preocupação dos bispos europeus pela “situação de opressão” na qual vivem os cristãos do Oriente Médio e pelo “perigo de desaparecer o Cristianismo nos lugares onde nasceu e existiu por dois mil anos” foi a tônica da sessão plenária de primavera da Comissão dos bispos da Comunidade Europeia – COMECE, que teve como tema “A Igreja cristã no Magreb e no Mashriq”, revelou o bispo de Rotterdam e Presidente desse organismo episcopal Dom Adrianus van Luyn .
Ainda estamos chocados, disse o Presidente Van Luyn, com os atentados sanguinários contra a Igreja no Egito e no Iraque”, referindo-se às revoluções que nestes últimos meses se desenvolveram nos países do Norte da Àfrica, em nome da liberdade e da democracia. “Apesar das evoluções das últimas semanas, a situação das minorias cristãs continua precária. É necessário protegê-las ", disse ainda o presidente da COMECE.
Em seu discurso sobre a catástrofe que atingiu o Japão, Dom Van Lyn pediu uma reflexão sobre a utilização da energia nuclear e sobretudo no tocante ao estilo de vida que requer uso desproporcional de energia.
O Cardeal Antonios Naguib, patriarca copta católico de Alexandria, trouxe ao plenário, a corrupção difundida, a pobreza, a crise social, a sufocante atmosfera política que provocaram as manifestações do dia 25 de janeiro no Egito e que deram vida “ao movimento pela renovação” dos jovens na Praça Tahrir que agora ‘correm o risco de serem esquecidas”.
O cardeal advertiu para o risco de que “os Irmãos muçulmanos possam tirar das mãos dos jovens egípcios esta renovação. Ao contrário dos Irmãos Muçulmanos, o movimento juvenil não tem líderes reconhecidos e nem estrutura para enfrentar as próximas eleições. Precisam de tempo!”
Outro fator de risco para a transição democrática no Egito, segundo o Cardeal Naguib, é o artigo 2 da Constituição, que prvê a lei islâmica como fonte principal do direito. “Como Igreja decidimos não levantar a questão para não prejudicar a coesão nacional, deixando-a para quando a mudança da Constituição for tratada.
Somos propensos à democracia e por isso nos preocupa este artigo ser mantido na implantação da futura Constituição” afirmou o purpurado recordando que “ no País a igualdade não é aplicada a todos igualmente”, apesar de termos artigos que prevejam isso.
“No movimento de 25 de janeiro não existem motivações religiosas – concluiu Naguib – o início rosa corre o risco de ser esquecido, mas continuamos a esperar nestes jovens”.
De sua parte, o arcebispo maronita de Chipre, Dom Yousseif, revelou que “os cristãos, como também disse o Sínodo para o Oriente Médio, são portadores de cultura e de esperança, de paz e de reconciliação e por esse motivo representam uma necessidade seja para os muçulmanos seja para os não crentes”.
Fonte: Rádio Vaticano
A preocupação dos bispos europeus pela “situação de opressão” na qual vivem os cristãos do Oriente Médio e pelo “perigo de desaparecer o Cristianismo nos lugares onde nasceu e existiu por dois mil anos” foi a tônica da sessão plenária de primavera da Comissão dos bispos da Comunidade Europeia – COMECE, que teve como tema “A Igreja cristã no Magreb e no Mashriq”, revelou o bispo de Rotterdam e Presidente desse organismo episcopal Dom Adrianus van Luyn .
Ainda estamos chocados, disse o Presidente Van Luyn, com os atentados sanguinários contra a Igreja no Egito e no Iraque”, referindo-se às revoluções que nestes últimos meses se desenvolveram nos países do Norte da Àfrica, em nome da liberdade e da democracia. “Apesar das evoluções das últimas semanas, a situação das minorias cristãs continua precária. É necessário protegê-las ", disse ainda o presidente da COMECE.
Em seu discurso sobre a catástrofe que atingiu o Japão, Dom Van Lyn pediu uma reflexão sobre a utilização da energia nuclear e sobretudo no tocante ao estilo de vida que requer uso desproporcional de energia.
O Cardeal Antonios Naguib, patriarca copta católico de Alexandria, trouxe ao plenário, a corrupção difundida, a pobreza, a crise social, a sufocante atmosfera política que provocaram as manifestações do dia 25 de janeiro no Egito e que deram vida “ao movimento pela renovação” dos jovens na Praça Tahrir que agora ‘correm o risco de serem esquecidas”.
O cardeal advertiu para o risco de que “os Irmãos muçulmanos possam tirar das mãos dos jovens egípcios esta renovação. Ao contrário dos Irmãos Muçulmanos, o movimento juvenil não tem líderes reconhecidos e nem estrutura para enfrentar as próximas eleições. Precisam de tempo!”
Outro fator de risco para a transição democrática no Egito, segundo o Cardeal Naguib, é o artigo 2 da Constituição, que prvê a lei islâmica como fonte principal do direito. “Como Igreja decidimos não levantar a questão para não prejudicar a coesão nacional, deixando-a para quando a mudança da Constituição for tratada.
Somos propensos à democracia e por isso nos preocupa este artigo ser mantido na implantação da futura Constituição” afirmou o purpurado recordando que “ no País a igualdade não é aplicada a todos igualmente”, apesar de termos artigos que prevejam isso.
“No movimento de 25 de janeiro não existem motivações religiosas – concluiu Naguib – o início rosa corre o risco de ser esquecido, mas continuamos a esperar nestes jovens”.
De sua parte, o arcebispo maronita de Chipre, Dom Yousseif, revelou que “os cristãos, como também disse o Sínodo para o Oriente Médio, são portadores de cultura e de esperança, de paz e de reconciliação e por esse motivo representam uma necessidade seja para os muçulmanos seja para os não crentes”.
Fonte: Rádio Vaticano
Senadores vão ganhar carro zero e iPhones
Depois de vários recuos provocados pelo temor da reprovação pública, o Senado decidiu mesmo trocar a frota de 86 veículos utilizados pelos parlamentares. Os senadores também receberão de graça novos aparelhos iPhone no lugar dos atuais celulares. A decisão foi tomada na reunião da Mesa Diretora da última quinta-feira (7).
O primeiro-secretário, senador Cícero Lucena (PSDB-PB), afirma que estão sendo examinadas duas alternativas: adquirir novos veículos em substituição aos Fiat Marea, com média de oito anos de uso, ou optar por um contrato de locação.
O Senado tem ao todo 188 veículos, entre os quais estão os 86 utilizados pelos 81 senadores, além de ônibus e microônibus que fazem o transporte de funcionários e convidados, vans para o transporte de integração até os estacionamentos do Congresso, caminhões para transporte do mobiliário, ambulâncias e veículos leves e médios.
Apesar da decisão, Lucena afirma que o alvo é reduzir o custo da Casa na área de transportes, atualmente de R$ 17 milhões ao ano, incluindo a despesa de pessoal e as demais. A troca dos celulares por iPhones, no entender do primeiro-secretário, também tem por objetivo reduzir custos ao substituir parte das ligações por mensagens de texto.
- Muitos assuntos podem ser tratados por mensagem, o que é mais barato do que uma ligação celular.
Lucena, no entanto, desconsidera que vários modelos mais simples de celular também enviam e recebem mensagens. Segundo o senador, os aparelhos serão cedidos gratuitamente pela operadora escolhida pela Casa.
- Todo o mercado acompanha e vê que as operadoras estão oferecendo equipamentos mais modernos e custos mais baratos em termos de conta.
A Casa não impõe limites para gastos com telefones celulares, o que funciona como um estímulo a mais para as operadoras cederem os aparelhos. Já a cota mensal de gastos com telefones fixos disponibilizados nos apartamentos funcionais é de R$ 500 para os senadores e de R$ 1 mil para os líderes dos partidos.
R7
O primeiro-secretário, senador Cícero Lucena (PSDB-PB), afirma que estão sendo examinadas duas alternativas: adquirir novos veículos em substituição aos Fiat Marea, com média de oito anos de uso, ou optar por um contrato de locação.
O Senado tem ao todo 188 veículos, entre os quais estão os 86 utilizados pelos 81 senadores, além de ônibus e microônibus que fazem o transporte de funcionários e convidados, vans para o transporte de integração até os estacionamentos do Congresso, caminhões para transporte do mobiliário, ambulâncias e veículos leves e médios.
Apesar da decisão, Lucena afirma que o alvo é reduzir o custo da Casa na área de transportes, atualmente de R$ 17 milhões ao ano, incluindo a despesa de pessoal e as demais. A troca dos celulares por iPhones, no entender do primeiro-secretário, também tem por objetivo reduzir custos ao substituir parte das ligações por mensagens de texto.
- Muitos assuntos podem ser tratados por mensagem, o que é mais barato do que uma ligação celular.
Lucena, no entanto, desconsidera que vários modelos mais simples de celular também enviam e recebem mensagens. Segundo o senador, os aparelhos serão cedidos gratuitamente pela operadora escolhida pela Casa.
- Todo o mercado acompanha e vê que as operadoras estão oferecendo equipamentos mais modernos e custos mais baratos em termos de conta.
A Casa não impõe limites para gastos com telefones celulares, o que funciona como um estímulo a mais para as operadoras cederem os aparelhos. Já a cota mensal de gastos com telefones fixos disponibilizados nos apartamentos funcionais é de R$ 500 para os senadores e de R$ 1 mil para os líderes dos partidos.
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MASSACRE EM REALENGO - OS RADICAIS MUÇULMANOS JÁ ESTÃO NO BRASIL Á TEMPO , MAS A JUSTIÇA TÁ CADA VEZ MAIS CEGA .
Na ocasião, Wellington Menezes de Oliveira, 23, invadiu a escola municipal Tasso da Silveira e atirou em diversos estudantes. Ao todo, morreram dez meninas e dois meninos. Oliveira cometeu suicídio após os crimes.
Naquele momento, todos entraram em pânico. A professora deixou a sala para ver o que acontecia e não deu para entender mais nada.
Só ouvíamos o barulho dos tiros cada vez mais alto. Foi uma correria. Todos gritavam e tentavam se esconder embaixo das mesas.
Logo em seguida, um rapaz de camisa verde e calça preta com um revólver em cada mão entrou na sala. Não tive muita reação. A única coisa que fiz foi levantar da minha cadeira, que fica na primeira fileira da sala.
Ele ficou menos de meio metro de distância da minha mesa e começou a atirar. Foi uma covardia. Ele chegava perto dos meus amigos que estavam no chão, demorava um pouco e dava tiro na cabeça, no tórax.
Vi pelo menos uns sete amigos morrerem. Não sei como não morri. Fiquei o tempo inteiro em pé e orando. Cada vez que ele parava de atirar para recarregar as armas, ele gritava que não ia me matar. O rapaz berrava: "Fica tranquilo, gordinho. Já disse que não vou te matar". Ele falava isso, carregava o revólver e ia pra cima dos outros.
Teve uma hora que ele deixou a sala e continuou atirando do lado de fora.
Minutos depois, o barulho acabou. Vi vários colegas feridos, outros mortos, muito sangue nas paredes da sala. Não sabia o que fazer nem como estava vivo. Foi Deus que me ajudou.
Logo em seguida, um policial deu um grito. Ele berrava para os alunos que estivessem vivos deixarem a escola.
Saí correndo. Só fui parar lá em casa. Deixei até o material para trás. Chorei o dia inteiro, mas estou calmo agora.
Não vou ter mais coragem de estudar nessa escola. As lembranças são muito fortes.
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