No último domingo (6) o presidente nigeriano, Goodluck Jonathan, esteve participando de uma missa em Abuja onde pode falar a respeito dos ataques que tem acontecido em seu país e aproveitou para pedir ajuda aos líderes religiosos.
“A Nigéria se encontra diante de muitos desafios e que todos, Igreja e autoridades políticas, têm a responsabilidade de educar o povo e conduzi-lo para o caminho certo”, disse ele.
O presidente se referia aos ataques que estão acontecendo principalmente no Norte do país onde grupos extremistas, principalmente o Boko Haram, estariam matando cristãos tentando criar um Estado baseado na lei sharia.
O problema da Nigéria começou a se intensificar quando, em algumas regiões do país, os cristãos passaram a revidar os ataques, dividindo o país entre cristãos e muçulmanos.
“O homicídio é contrário aos verdadeiros preceitos religiosos, pois as grandes religiões do mundo não incentivam a violência e o ódio, mas promovem a fraternidade, amor e coexistência pacífica”.
O arcebispo de Abuja, Cardeal John Olorunfemi Onaiyekan, também falou sobre estes casos de violência dizendo que ela não combina com o pensamento cristão. “Aqueles que matam as pessoas não conhecem Deus. Aqueles que usam a religião para dividir a povo ou matam a própria religião não podem ser fiéis a Deus, pois se religião significa excluir o outro e olhá-lo com arrogância, então se desvia do caminho que conduz a Deus”, disse o religioso. Com informações de Canção Nova e National Catholic Repórter.
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