sexta-feira, 6 de abril de 2012

Pastores Maçons – A maçonaria na Igreja

maconaria-juramentoInfelizmente a maçonaria está se tornando algo cada vez mais comum dentro das igrejas. Como podem pastores que deveriam instruir o povo no caminho de Cristo fazerem parte de uma organização totalmente anti-cristã e idólatra? O que devemos fazer em relação a isso?
“Antes digo que as coisas que os gentios sacrificam, as sacrificam aos demônios, e não a Deus. E não quero que sejais participantes com os demônios. Não podeis beber o cálice do Senhor e o cálice dos demônios; não podeis ser participantes da mesa do Senhor e da mesa dos demônios. Ou irritaremos o Senhor? Somos nós mais fortes do que ele?” (1Co 10.20-22).
“Não vos prendais a um jugo desigual com os infiéis. Pois que sociedade tem a justiça com a injustiça? E que comunhão tem a luz com as trevas? E que consenso há entre Cristo e Belial? Ou que parte tem o fiel com o infiel? E que consenso tem o templo de Deus com os ídolos? Pois vós sois o santuário do Deus vivente, como Deus disse: Neles habitarei, e entre eles andarei; e eu serei o seu Deus e eles serão o meu povo. Pelo que saí do meio deles, e apartai-vos, diz o Senhor. Não toqueis nada imundo, e eu vos receberei” (2Co 6.14-17).
Por Marcelo Barros - Revista Cristianismo Hoje
A Maçonaria costuma causar nos crentes um misto de espanto e rejeição. Pudera – com origens que se perdem nos séculos e um conjunto de ritos que misturam elementos ocultos, boa dose de mistério e uma espécie de panaceia religiosa que faz da figura de Deus um mero arquiteto do universo, ela é normalmente repudiada pelos evangélicos. Contudo, é impossível negar que a história maçônica caminha de mãos dadas com a do protestantismo. Os redatores do primeiro estatuto da entidade foram o pastor presbiteriano James Anderson, em Londres, na Inglaterra, em 1723, e Jean Desaguliers, um cristão francês. Devido às suas crenças, eles naturalmente introduziram princípios religiosos na nova organização, principalmente devido ao fim a que ela se destinava: a filantropia. O movimento rapidamente encontrou espaço para crescer em nações de tradição protestante, como o Reino Unido e a Alemanha, e mais tarde nos Estados Unidos, com a colonização britânica. Essa relação, contudo, jamais foi escancarada. Muito pelo contrário – para a maior parte dos evangélicos, a maçonaria é vista como uma entidade esotérica, idólatra e carregada de simbologias pagãs.
Isso tem mudado nos últimos tempos. Devido a um movimento de abertura que atinge a maçonaria em todo o mundo, a instituição tem se tornado mais conhecida e perde, pouco a pouco, seu aspecto enigmático. Não-iniciados podem participar de suas reuniões e cada vez mais membros da irmandade assumem a filiação, deixando para trás antigos temores – nunca suficientemente comprovados, diga-se – que garantiam que os desertores pagavam a ousadia com a vida. A abertura traz à tona a uma antiga discussão: afinal, pode um crente ser maçom?

Na intenção de manter fidelidade à irmandade que abraçaram, missionários, diáconos e até pastores ligados à maçonaria normalmente optam pelo silêncio. Só que crentes maçons estão fazendo questão de dar as caras, o que tem provocado rebuliço. A Primeira Igreja Batista de Niterói, uma das mais antigas do Estado do Rio de Janeiro, vive uma crise interna por conta da presença de maçons em sua liderança. A congregação já estuda até uma mudança em seus estatutos, proibindo que membros da sociedade ocupem qualquer cargo eclesiástico.
Procurada pela reportagem, a Direção da congregação preferiu não comentar o assunto, alegando questões internas. Contudo, vários dos oficiais da igreja são maçons há décadas: “Sou diácono desta igreja há 28 anos e maçom há mais de trinta. Não vejo nenhuma contradição nisso”, diz o policial rodoviário aposentado Adilair Lopes da Silveira, de 58 anos, mestre da Loja Maçônica Silva Jardim, no município de mesmo nome, a 180 quilômetros da capital fluminense. Adilair afirma que há maçons nas igrejas evangélicas de todo Brasil, dezenas deles entre os membros de sua própria congregação e dezesseis entre os 54 membros da loja que frequenta: “Por tradição, a maioria deles é ligada às igrejas Batista ou Presbiteriana. Essas são as duas denominações em que há mais a presença histórica maçônica”, informa.
Um dos poucos crentes maçons que se dispuseram a ser identificados entre os 17 procurados pela reportagem, o ex-policial acredita que a sociedade em geral, e os religiosos em particular, nada têm a perder se deixarem “imagens distorcidas” acerca da instituição de lado. “Há preconceito por que há desconhecimento. Alguns maçons, que queriam criar uma aura de ocultismo sobre eles no passado, acabaram forjando essa coisa de mistério”, avalia. “Já ouvi até histórias de que lidamos com bodes ou imagens de animais. Isso não acontece”, garante. Segundo Adilair, o único mistério que existe de fato diz respeito a determinados toques de mão, palavras e sinais com os quais os maçons se identificam entre si – mas, segundo ele, tudo não passa de zelo pelas ricas tradições do movimento, que, segundo determinadas correntes maçônicas, remontam aos tempos do rei hebreu, Salomão. E, também, para relembrar tempos difíceis. “São práticas que remontam ao passado, já que nós, maçons, fomos muito perseguidos ao longo da história”.
Adilair adianta que não aceitaria uma mudança nos estatutos da igreja para banir maçons da sua liderança. Tanto, que ele e seus colegas de diaconato que pertencem ao grupo preparam-se para, se for o caso, ingressar na Justiça, o que poderia desencadear uma disputa que tende a expor as duas partes em demanda. Eles decidiram encaminhar uma cópia da proposta do regimento ao presidente do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, desembargador Luiz Zveiter. “Haverá uma enxurrada de ações na Justiça se isso for adiante, não tenho dúvidas”, afirma o diácono. A polêmica em torno da adesão de evangélicos à maçonaria já provocou até racha numa das maiores denominações do país, a Igreja Presbiteriana do Brasil (IPB), no início do século passado (ver abaixo).
O pastor presbiteriano Wilson Ferreira de Souza Neto, de 43 anos, revela que já fez várias entrevistas com o intuito de ser aceito numa loja maçônica do município de Santo André, região metropolitana de São Paulo. O processo está em andamento e ele apenas aguarda reunir recursos para custear a taxa de adesão, importância que é usada na manutenção da loja e nas obras de filantropia: “Ainda não pude disponibilizar uma verba para a cerimônia de iniciação, que pode variar de R$ 1 mil a cinco mil reais e para a mensalidade. No meu caso, o que ainda impede o ingresso na maçonaria é uma questão financeira, e não ideológica” diz Wilson, que é mestre em ciências da religião pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e estuda o tema há mais de uma década.
“Pessoas próximas sabem que sou maçom e isso inclui vários membros de minha igreja”, continua o religioso. “Alguns já me questionaram sobre isso, mas após várias conversas nas quais eu os esclareci, tudo foi resolvido”. Na mesma linha vai outro colega de ministério que prefere não revelar o nome e que está na maçonaria há sete anos. “Tenho 26 anos de igreja, seis de pastorado e posso garantir que não há nenhuma incompatibilidade de ser maçom e professar a fé salvadora em Cristo Jesus nosso Senhor e Salvador”, afirma. Ele ocupa o posto de mestre em processo dos graus filosóficos e diz que foi indicado por um pastor amigo. “Só se pode entrar na maçonaria por indicação e, não raro, os pastores se indicam”. Para o pastor, boa parte da intolerância dos crentes em relação à maçonaria provém de informações equivocadas transmitidas por quem não conhece suficientemente o grupo.
“Sem caça às bruxas”
Procurados com insistência pela reportagem, os pastores Roberto Brasileiro e Ludgero Bonilha, respectivamente presidente e secretário-geral do Supremo Concílio da IPB, não retornaram os pedidos de entrevista para falar do envolvimento de pastores da denominação com a maçonaria. Mas o pastor e jornalista André Mello, atualmente à frente da Igreja Presbiteriana de Copacabana, no Rio, concordou em atender CRISTIANISMO HOJE em seu próprio nome. Segundo ele, o assunto é recorrente no seio da denominação. “O último Supremo Concílio decidiu que os maçons devem ser orientados, através do Espírito Santo, sem uso de coerção ou força, para que deixem a maçonaria”, conta Mello, referindo-se ao Documento CIV SC-IPB-2006, que trata do assunto. O texto, em determinado trecho, considera a maçonaria como uma religião de fato e diz que a divindade venerada ali, o Grande Arquiteto do Universo, é uma entidade “vaga”, sem identificação com o Deus soberano, triúno e único dos cristãos.
O pastor, que exerce ainda o cargo de secretário de Mocidade do Presbitério do Rio, lembra que, assim como as diferentes confissões evangélicas têm liturgias variadas e suas áreas de conflito, as lojas maçônicas não podem ser vistas em bloco – e, por isso mesmo, defende moderação no trato da questão. “Vejo algum exagero na perseguição aos maçons, pois estamos tratando de um problema de cem anos atrás, deixando de lado outros problemas reais da atualidade, como a maneira correta de lidar com o homossexualismo”. O pastor diz que há mais presbíteros do que pastores maçons – caso de seu pai, que era diácono e também ligado à associação. “Eu nunca fui maçom, mas descobri coisas curiosas, como por exemplo, o fato de haver líderes maçons de várias igrejas, inclusive daquelas que atacam mais violentamente a maçonaria. “Não acredito que promover caça às bruxas faça bem a nenhum grupo religioso”, encerra o ministro. “Melhor do que aprovar uma declaração contra alguém é procurá-lo, orar por ele, conversar, até ganhar um irmão.”
O presidente do Centro Apologética Cristão de Pesquisa (CACP), pastor João Flávio Martinez, por sua vez, não deixa de fazer sérios questionamentos à presença de evangélicos entre os maçons. “O fato é que, quando falamos em maçonaria, estamos falando de outra religião, que é totalmente diferente do cristianismo. Portanto, é um absurdo sequer admitir que as duas correntes possam andar juntas”. Lembrando que as origens do movimento estão ligadas às crenças misteriosas do passado, Martinez lembra o princípio bíblico de que não se pode seguir a dois senhores. “Estou convencido de que essa entidade contraria elementos básicos do cristianismo. Ela se faz uma religião à medida que adota ritos, símbolos e dogmas, emprestados, muitos deles, do judaísmo e do paganismo”, concorda o pastor batista Irland Pereira de Azevedo.
Aos 76 anos de idade e um dos nomes mais respeitados de denominação no país, Irland estuda o assunto há mais de três décadas e admite que vários pastores de sua geração têm ou já tiveram ligação com a maçonaria. Mas não tem dúvidas acerca de seu caráter espiritual: “Essa instituição contraria os mandamentos divinos ao denominar Deus como grande arquiteto, e não como Criador, conforme as Escrituras”. Embora considere a maçonaria uma entidade séria e com excelentes serviços prestados ao ser humano ao longo da história, ele a desqualifica do ponto de vista teológico e bíblico. “No meu ponto de vista, ela não deve merecer a lealdade de um verdadeiro cristão evangélico. Entendo que em Jesus Cristo e em sua Igreja tenho tudo de que preciso como pessoa: uma doutrina sólida, uma família solidária e razão para viver e servir. Não sou maçom porque minha lealdade a Jesus Cristo e sua igreja é indivisível, exclusiva e inegociável.”
Ligações perigosas
Crentes reunidos à porta de templo da IPI nos anos 1930: denominação surgiu por dissidência em relação à maçonaria.
As relações entre algumas denominações históricas e a maçonaria no Brasil são antigas. Os primeiros missionários americanos que chegaram ao país se estabeleceram em Santa Bárbara (SP), em 1871. Três anos depois, parte desses pioneiros, entre eles o pastor Robert Porter Thomas, fundou também a Loja Maçônica George Washington naquela cidade. O espaço abrigou, em 1880, a reunião de avaliação para aprovação ao ministério de Antônio Teixeira de Albuquerque, o primeiro pastor batista brasileiro. Tanto ele quanto o pastor que o consagrou eram maçons.
Quando o missionário americano Ashbel Green Simonton (1833-1867) chegou ao Brasil, em 12 de agosto de 1859, encontrou, na então província de São Paulo, cerca de 700 alemães protestantes. Sem ter onde reuni-los, Simonton – que mais tarde lançaria as bases da Igreja Presbiteriana do Brasil (IPB) – aceitou a oferta de maçons locais que insistiram para que ele usasse sua loja, gratuitamente, para os trabalhos religiosos. A denominação, que abrigava diversos maçons, sofreu uma cisão em 31 de julho de 1903. Um grupo de sete pastores e 11 presbíteros entrou em conflito com o Sínodo da IPB porque a denominação não se opunha a que seus membros e ministros fossem maçons. Foi então fundada a Igreja Presbiteriana Independente do Brasil (IPI).
Ultimamente, a IPB vem reiteradamente confirmando a decisão de impedir que maçons exerçam não só o pastorado, como também cargos eclesiásticos como presbíteros e diáconos. As últimas resoluções do Supremo Concílio sobre o assunto mostram o quanto a maçonaria incomoda a denominação. Na última reunião, ficou estabelecida a incompatibilidade entre algumas doutrinas maçons e a fé cristã. Ficou proibida a aceitação como membros à comunhão da igreja de pessoas oriundas da maçonaria “sem que antes renunciem à confraria” e a eleição, ao oficialato, de candidatos ainda ligados àquela entidade.

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INF. CRISTIANISMO HOJE.

SENADOR MAGNO , NÃO TEM COISA MAIS IMPORTANTE PARA FAZER NÃO ? Senador Magno Malta é contra projeto de lei que quer proibir transmissão de lutas de MMA na televisão

 



Um projeto de lei, elaborado pelo deputado José Mentor (PT-SP), pretende proibir a transmissão dos eventos ligados ao MMA (artes marciais mistas, em inglês) pela televisão.
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O senador Magno Malta (PR-ES) criticou abertamente o projeto do deputado petista, e manifestou apoio ao esporte e às transmissões de eventos da modalidade por emissoras de TV aberta e fechada.
Segundo Malta, o MMA “é um esporte que está se popularizando” e seria incoerente barrar o crescimento da modalidade: “Temos o maior lutador de todos os tempos, Anderson Silva”.
O envolvimento de Magno Malta com a modalidade é estreito, pois em uma organização de recuperação de dependentes químicos que dirige, é oferecido aos internos a prática de esportes, incluindo o MMA.
Dirigindo-se diretamente ao autor do projeto, Malta fez sugestões de iniciativas que, na opinião dele, seriam interessantes: “Mentor, o senhor vai fazer um projeto para proibir o Big Brother Brasil na televisão? O deputado deveria fazer um projeto para proibir homem público de beber”.
Malta afirmou ainda que existem diversos programas na TV que ofendem os valores familiares e os bons costumes, porém nenhum parlamentar tem coragem de apresentar projetos de proibição a esses programas. O senador lembrou ainda que já assistiu mortes ao vivo em transmissões de corridas automobilísticas e até fraturas expostas em jogos de futebol.
Finalizando sua argumentação, o senador lembrou que os atletas que disputam competições de MMA “não tomam nem refrigerantes” e são preparados, cumprimentam-se antes das lutas, ressaltando que a competição é esportiva e que tem inspirado jovens a saírem das ruas e abandonarem as drogas, através da modalidade.

É isso mesmo será que ele esta falando do mesmo MMa que conhecemos?
Isso é o MMa Senador:








Isso é MMA você não tem mais o que fazer um que Biblia você Lê em?
















Vai ai vossa esselencia eleve mesmo o nivel do povo gospel para o nivel da igreja Renacer

 
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INF. OS DOZE DA ÚLTIMA HORA

Rapaz cristão é condenado a três anos de prisão no Egito por insultar o Islã


Rapaz cristão é condenado a três anos de prisão no Egito por insultar o IslãUm tribunal egípcio condenou nesta quarta-feira um rapaz cristão de 17 anos a três anos de prisão por publicar charges na sua página do Facebook, que zombavam o Islã e o profeta Maomé.
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De acordo com o Charisma News, Gamal Abdou Massoud também foi acusado de distribuir alguns de seus desenhos para seus amigos de escola em uma vila no sul da cidade de Assiut, que abriga uma grande população cristã e cidade natal do falecido papa copta ortodoxo Shenouda.
As charges, publicadas por Gamal em dezembro, levou alguns muçulmanos a atacar cristãos. Várias casas de cristãos foram queimadas e diversos cristãos foram feridos na violência.
Os cristãos que compõem cerca de 10% da população do país com cerca de 80 milhões de pessoas, sempre tiveram uma relação difícil com a maioria esmagadoramente muçulmana do Egito.
A tensão entre muçulmanos e cristãos tem surgido durante anos, mas piorou desde a revolta que derrubou Hosni Mubarak, no Egito. Os cristãos estão cada vez mais preocupados com uma onda de ataques a igrejas, que culpam os islâmicos radicais no país.

A Páscoa verdadeira



Introdução


Dificilmente, nesses últimos dias, alguém pode dizer que não tomou contato com a comemoração da Páscoa ou com algum assunto ou fato relacionado com essa celebração.

Do chamado feriadão da Páscoa aos populares ovos de chocolate encontrados em cada esquina ou porta de comércio, dos presentes, que o comércio procura incentivar as trocas e das celebrações litúrgicas da Paixão e Ressurreição de Cristo, tudo nessa época parece estar ligado à Páscoa.

Porém, quase ninguém sabe o verdadeiro significado e origem desta celebração; se a festa é genuinamente cristã ou apenas recepcionada pela cristandade, havendo quem não faça sequer referência religiosa a esta tão célebre festividade.


Origens e Significado Originais da Páscoa


A celebração da Páscoa tem sua origem no povo judeu antigo, quando para marcar um dos acontecimentos mais significativos de sua existência, instituiu-se um ritual cuja finalidade era trazer à memória deste povo este importante evento de sua história, há aproximadamente 1230 anos a.C.

Originalmente, a festa da Páscoa era tratada como uma celebração individual, porém, com o passar do tempo passou a ser observada em combinação com a Festa dos Pães Asmos, dada a coincidência das datas de comemoração e significados, ambos relacionados a partida do povo judeu para do Egito.

Deixando, portanto, de lado os ovos de chocolate, os presentes, o comércio e tantas outras tradições estranhas à verdadeira Páscoa, busquemos na Bíblia aspectos fundamentais que nos forneçam informações seguras sobre a origem, a prática, o sentido e as implicações desta celebração para a cristandade.


1) A Concepção da Páscoa

Tanto a Páscoa quanto a Festa dos Pães Asmos segundo a narrativa bíblica, foram concebidos por Deus. Em Êxodo 12, vemos que não houve qualquer participação humana na instituição do rito.

A Páscoa é, portanto, projeto de Deus.


2) Sentido Original

Segundo Êx. 12 e 13 e Deut. 13 e 16, vemos claramente, que a Páscoa está ligada aos atos libertadores de Deus em relação ao povo de Israel então em cativeiro no Egito. Três idéias podem ser destacadas sobre o sentido verdadeiro e original da Páscoa:

  • Libertação do povo de Deus (Israel) do cativeiro de 430 anos em terras do Egito (Ex. 12:40-42; 23:15 e Deut. 116:1).
  • Libertação do povo da aflição sofrida no Egito (Deut. 16:1-3).
  • Libertação do povo de Deus da ação do Anjo Destruidor que matou a todos os primogênitos do Egito (Ex. 12:27).


3) Praticantes/Observantes Originais

Todos os israelitas estavam obrigados a participação dos rituais da Páscoa e dos Pães Asmos sob pena de morte, excluídos da prática os estrangeiros e assalariados não circuncidados. A prática deveria ser observada anualmente.


4) Período ou Duração da Páscoa

Combinada com celebração dos Pães Asmos, o ritual era realizado anualmente no 1º mês – (Abibe/Nisan) a partir do dia 14, que coincidia com a primeira lua cheia da primavera e durava até o dia 21 do mesmo mês.

Cronologia da Páscoa

  • Dia 10 – Compra/separação do Cordeiro Pascal.
  • Dia 14 – À tarde – imolação do Cordeiro.
  • Dia 15 – Nas primeiras horas, início do banquete familiar quando era servido o Cordeiro, os pães asmos e as ervas amargas. (Era a Reunião religiosa inicial).
  • Dias 15/21 – Festa dos Pães Asmos, marcada pela abstinência de fermento, consumo de Pães Asmos e sacrifícios em todos os dias.
  • Dia 21 – Reunião religiosa final.


5) Os Ingredientes da Páscoa

O Cordeiro (bode ou cabrito)

  • macho/de um ano/sem defeito.
  • separado 4 dias antes.
  • devia ser servido assado – não cru ou cozido – nenhum osso poderia ser quebrado.
  • o sangue do cordeiro deveria ser usado para marcar vergas e umbrais das portas de cada casa.
  • a porção servida deveria ser de um cordeiro para cada família ou grupo de família (10 a 20 pessoas).
  • o cordeiro deveria ser totalmente comido até a manhã seguinte. Eventual sobra deveria ser queimada no fogo, não podendo ser levada para fora da casa. Não se podia sair de casa a noite.

As ervas amargas.

  • simbolizavam os sofrimentos e dificuldade do povo no cativeiro.

Os pães asmos ou ázimos

  • pão sem fermento, chamado de “pão da miséria e da aflição”
  • não podia ser consumido nem possuído fermento nas casas, do dia 14 até o dia 21, sob pena de morte.
  • lembrava que na noite da saída do Egito não houve tempo para levedar as massas para os pães, pois o povo saiu “às pressas”.


6) A Páscoa e o Cristianismo

A Páscoa, como vimos, instituída por Deus para fazer memória dos seus atos salvíficos na história do povo de Israel, mo início foi uma festa familiar, presidida pelo pai de família, porém com o passar do tempo tornou-se uma celebração litúrgica oficial realizada exclusivamente no templo em Jerusalém e afinal, com o advento do cristianismo foi incorporada pela cristandade como uma celebração que aponta e memoriza a ação libertadora de Cristo para o seu Novo Israel, a Igreja de Cristo – ação libertadora da morte e do pecado, assumindo cada ingrediente tradicional do rito um sentido próprio e atualizado.

  • Os pães asmos e as ervas amargas – lembra-nos que éramos escravos do mundo e do senhor do mundo – éramos alienados e estrangeiros, mas Deus liberta definitivamente de nossas aflições e sofrimento.
  • O Cordeiro Pascal – Jesus Cristo é identificado como o cordeiro pascal, cujo sangue derramado livra-nos da morte e abre-nos caminho, para a saída definitiva, da terra da servidão para a liberdade (Jo. 1:29; I Cor. 5:7 e I Pedro 1:19)


Conclusão

A Páscoa antiga marcou a libertação do povo de Deus do Velho Testamento, de sua aflição e escravidão no Egito, da mesma forma que a celebração atual marca as ações libertadoras de Deus – através de Seu Filho, Jesus, com sua Paixão, Morte e Ressurreição – livrando-nos do sofrimento, da escravidão e da morte.


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Rev. Luiz Pereira de Souza

Yousef Nadarkhani recebe visita de seus filhos na prisão

Yousef Nadarkhani recebe visita de seus filhos na prisão
De acordo com novas informações do Centro Americano de Lei e Justiça (ACLJ) no dia 2 de abril o pastor Yousef Nadarkhani pode receber a visita de um de seus filhos que estava fazendo aniversário. A instituição diz que isso não só prova que o pastor iraniano está vivo como também que ele está recebendo “um tratamento especial”.
Um funcionário da ACLJ comentou que ainda este mês Nadarkhani estará completando 35 anos e que a visita de seu filho mostra como ele é um pai dedicado. “Isso não só significa que o pastor Yousef ainda está vivo, mas é uma preciosa lembrança de que na luta para libertação de um pai amoroso, um marido dedicado, um pastor cuidadoso e dedicado a Cristo”.
Há dois anos e meio Yousef Nadarkhani foi preso acusado de apostasia por se converter ao cristianismo e testemunhar sua nova fé fazendo com que muitos muçulmanos abandonassem o Islã para seguir a Cristo.
Ele chegou a ser condenado à morte por enforcamento, mas continua preso aguardando a sentença final da autoridade máxima do Irã. Ele ainda corre risco de ser enforcado por não aceitar negar a Cristo, mas a pressão internacional tem mantido o pastor iraniano vivo.
Diante das informações divulgadas pelo Centro Americano muitos países já se posicionaram pedindo a libertação de Nadarkhani entre eles os Estados Unidos, Holanda, Alemanha, México, França, Inglaterra e até mesmo o Brasil que tem uma boa relação diplomática com o Irã.
Os dois filhos do pastor Yousef, Daniel de nove anos e Yoel de sete esperam pela libertação do seu pai juntamente com a sua mãe, Fatema Pasindedih.


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Traduzido e adaptado de Christian Post

Ex-baladeira, levantadora da seleção se divide nas 'carreiras' de jogadora e pastora de igreja

Open in new windowNas entrevistas que concede, Fabíola costuma sempre citar Deus. A religião e a fé são duas coisas bastante presentes na vida da levantadora da seleção brasileira e do Sollys/Nestlé.

A explicação para isso vem de sua "segunda profissão". Além de jogadora, ela também é pastora da Igreja Batista Palavra Profética, na cidade de Matozinhos, a 40 quilômetros de Belo Horizonte (MG).

A ligação com a religião, porém, não a acompanha desde sua juventude. Até os 22 anos, quando se converteu, Fabíola era "baladeira". Independente da cidade que morava, costumava sair a noite e ingerir bebida alcoolica. "Eu aproveitei muito minha juventude. Saí, bebi, curti. Teve uma fase aqui em São Paulo que só Deus pra me salvar mesmo.. (risos)", brincou a levantadora, em entrevista ao UOL Esporte. "Vim de família simples, comecei a ganhar meu salário. Então aproveitei mesmo, queria tudo de marca. Mas graças a Deus nunca me envolvi com droga", completou.

A vida de Fabíola como jogadora, por si só, já é corrida, já que durante cinco meses disputa a Superliga feminina e depois se apresenta à seleção brasileira. Desde o ano passado, no entanto, ela tem se dedicado a vida de pastora, pregando para os fieis e seguidores de sua religião.

Fácil ela garante que não é. "Eu tenho que me dedicar ao vôlei, e nas folgas que tenho vou para lá, participo dos cultos, distribuo a palavra de Deus. Dou uma força para o meu marido (Alexandre), que é pastor e fica mais tempo na igreja", disse a atleta, de 29 anos, que mora sozinha em um apartamento em Osasco - o marido e a filha moram em Minas.

Para Fabíola, que lidera as estatísticas como melhor da posição na Superliga feminina, a conversão a fez tornar-se uma jogadora profissional, já que se tivesse seguido na vida boêmia, de noitadas e baladas, o corpo não teria aguentado tanto esforço. "Eu já teria parado de jogar com certeza. Eu atribuo essa mudança a Deus, que me fez ver o voleibol de outra forma, de valorizar o esporte. Se não fosse Ele, não teria chegado até onde cheguei, não teria disputado a final de um Mundial, de Superliga..".

Na competição nacional, a levantadora disputará sua primeira decisão da carreira como titular. Recentemente, o Sollys/Nestlé classificou-se para a 11ª final consecutiva, e aguarda o adversário da partida única, que acontecerá no dia 14 de abril. Unilever e Vôlei Futuro estão empatados em 1 a 1 e decidem o segundo finalista na sexta-feira.

Fonte: UOL

Aumento da influência de grupos radicais islâmicos na Síria traz preocupações aos cristãos



Aumento da influência de grupos radicais islâmicos na Síria traz preocupações aos cristãos
A revolta na Síria está tomando um caráter cada vez mais religioso já que a Al-Qaeda está se infiltrando no país. Grupos rebeldes islâmicos declararam “jihad” (guerra santa islâmica) e a Irmandade Muçulmana ganha força política no país

A oposição ao presidente Assad está unindo diferentes grupos no país, assim como aconteceu na Tunísia, no Egito e na Líbia, os fundamentalistas e extremistas islâmicos estão agora se tornando cada vez mais proeminentes na Síria.

Sua influência vem de dentro e de fora do país e, enquanto alguns grupos, como a Irmandade Muçulmana, estão buscando espaço político, outros, incluído a Al Qaeda, estão usando e preparando táticas terroristas.

As autoridades norte-americanas alertaram que a Al Qaeda do Iraque está conseguindo se infiltrar na Síria; atentados suicidas em Damasco e Aleppo trouxeram as marcas registradas do grupo. É preocupante isso, pois bairros cristãos tem sido alvo de uma série de explosões.

Os adeptos da Al Qaeda são em sua grande maioria muçulmanos extremistas do ramo sunita, e a maioria dos sírios são sunitas também, o que os aproxima ainda mais da população. O governo sírio é dominado pelos Alauítas*, uma minoria xiita, aliada aos xiitas do Irã.

Alguns grupos rebeldes estão usando o termo “jihad” para incitar outros a se juntar a eles nessa “guerra santa”. Uma porta-voz disse na internet: “Aos nossos companheiros revolucionários, não tenham medo de declarar a Jihad. Estamos buscando a vitória do Deus único. Em vez de lutar por uma facção, lute por sua nação e, em vez de lutar pela sua nação, lute por Deus”.

Influentes líderes religiosos muçulmanos foram chamados para derrubar o presidente Bashar al Assad. Um líder muçulmano sírio, Adnan al-Aroor, tem feito discursos provocativos que são transmitidos nos canais de televisão do país, dizendo que o governo de Assad é “infiel”.

Enquanto isso, a Irmandade Muçulmana, que emergiu na revolução egípcia como o maior vencedor político, ganha força dentro da Síria. Sua posição é dominante no Conselho Nacional Sírio, órgão que está estabelecendo uma liderança política de oposição. O presidente Assad e seu pai tinham o controlaram por décadas todas das atividades da Irmandade Muçulmana, muitos membros do grupo foram e ainda são punidos com a morte.

A crescente influência de partidos e grupos islâmicos na Síria é extremamente preocupante para a minoria cristã do país que, antes da revolução, tinham uma considerável liberdade e paz. Isso é percebido com alguns dos partidários do governo, que vem sofrendo graves abusos nas mãos da oposição.

A comunidade cristã de Homs é a mais afetada. Os cristãos tem sido sujeitados a sequestros, assassinatos brutais e ataques contra suas propriedades. Na semana passada, forças antigoverno ocuparam uma escola cristã e um asilo cristão.

Um líder cristão em Aleppo expressou o seu temor de que, cada vez mais, o terrorismo se voltado contra as comunidades não partidárias, indefesas e contra os cristãos.

*Os Alauítas são um grupo étnico-religioso do Médio Oriente, proeminente na Síria, onde constituem cerca de 10% da população e onde dominam as estruturas políticas.


Fonte: Portas Abertas

Ativista ateu se converte a Jesus após crentes lhe mostrarem compaixão



Ativista ateu se converte a Jesus após crentes lhe mostrarem compaixão
No final de 2011, Greene se juntou a um grupo de ativistas que lutavam contra um presépio que tinha sido colocado em frente ao tribunal na cidade de Athens, Texas (EUA). Ainda ateu, Greene chegou a ameaçar entrar com uma ação judicial contra o mesmo. Pouco depois, no entanto, ele descobriu um problema em sua visão, que foi se deteriorando rapidamente. O prognóstico médico era de que logo ele estaria completamente cego. Após o diagnóstico sombrio, o então ateu, para cuidar de sua saúde, deixou de lado suas ameaças ao símbolo cristão.

Neste momento a irmã Jessica Crye, de Athens, perguntou ao seu pastor, Erick Graham da Igreja Batista Sand Springs, se eles poderiam ajudar Greene com o tratamento médico. Como resultado da sua bondade, milhares de dólares em doações foram entregues para ajudar o ateu, que como resultado passou a reconsiderar sua visão a respeito de Deus.

"Por toda minha vida havia um pensamento persistente em minha cabeça, um pensamento (sobre a existência de um Criador e um propósito) que eu nunca fui capaz de abandonar, que é a grande diferença entre todos os animais e nós", Greene disse esta semana em uma entrevista e começou a explicar sua recente transformação de ateu para cristão.

Greene conta que a teoria da evolução não respondia às suas perguntas, então ele apenas deixou essas questões de lado e não pensou mais sobre elas. Mas quando viu cristãos de toda uma cidade, que tinham motivos para estarem zangados com ele, mostrar-lhe um imenso gesto de amor, ele começou a reconsiderar suas crenças completamente. Ele finalmente começou a perceber que a evolução nunca teria a resposta para suas perguntas, foi nesse momento que ele começou a acreditar em Deus, ele testemunha.

"Eu percebi que as perguntas que eu [estava] fazendo só tinham reposta na fé sem duvidar de cada ponto e cada vírgula", disse ele. Mais tarde, ele começou a estudar a Bíblia, tanto o Antigo como Novo Testamento, e assim descobriu a sua crença de que Jesus é o Filho de Deus.


Fonte: Christian Post / Redação CPAD News

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