domingo, 16 de setembro de 2012

SATANISMO - SACRIFICIO HUMANO .

Santa Morte.
Oito membros de uma família foram presos no México por sacrificarem parentes em oferenda a Santa Morte. O ritual de sangue pedia proteção, saúde e dinheiro para a entidade.
Os crimes ocorreram em Nacozari, localizada no estado mexicano de Sonora. A polícia local só conseguiu chegar aos autores do crime quando na última semana uma criança de apenas 10 anos foi morta sem ter ligações alguma com a criminalidade da cidade.
O pequeno Jesús Octavio era neto de Silvia Meraz, 44 anos, apontada como a autora intelectual dos crimes. Além do garoto outras duas pessoas foram mortas pelo grupo.
A polícia prendeu os quatro filhos de Silvia: Francisca Magdalena, Georgina Guadalupe e Silvia Yahaira, de 21, 20 e 15 anos, e Ramão Omar Palacios Meraz, de 28. Também estão detidos Eduardo Sánchez Urieta e sua esposa, Zoyla Hada Santacruz Irqui que ofereceram seu enteado, Martín Ríos como oferenda.
No México os cultos a Santa Morte são difundidos entre os criminosos do país, juntando elementos pré-hispânicos com elementos cristãos, mas muitas igrejas cristãs consideram esse ritual como satânico.
A guardiã dessa liturgia é a Igreja Santa Católica Apostólica Tradicional que não é reconhecida oficialmente no país, mas tem suas atividades religiosas toleradas podendo ser praticadas publicamente.
Com informações Protestante Digital


OS FRUTOS DA CORRUPÇÃO


As duas palavras estão intimamente ligadas. O crime é a porta aberta para a corrupção, sendo esta um dos crimes. A ligação fica mais próxima quando se trata do agente público que o comete. O principal é que se tenha em mente que o crime não é só uma disfunção social. É produto e resultado da má execução de políticas públicas. Estas são as inúmeras formas de o Estado interagir com a sociedade, levando às comunidades, indistintamente, bem-estar, lazer, cultura, saúde e educação. O Estado é o grande responsável pela situação caótica em que se encontra o país e suas maiores cidades.

Irresponsabilidade, perda do conteúdo familiar, insensibilidade do governante, ausência de paradigmas, falta de religiosidade e, o último e o mais importante, a frustração do amor. É o filho que não sente o amor dos pais, abandonado por estes e vivendo vida marginal. É a escola que não substitui as atenções dos pais e se encontra em seus piores momentos de deterioração.

Não há, como se vê, uma causa. É a ausência de um complexo de ações que recebe o nome de políticas públicas. A sentida ausência do Estado e o desamparo familiar conduzem o jovem a perder os valores sociais. Outrora os paradigmas eram pessoas do mais alto coturno, cheias de responsabilidade pessoal e pública. Hoje, as referências são o PCC, os políticos mal-intencionados que assaltam os cofres públicos, as traições sem fim, o destempero verbal, os padres pedófilos, as autoridades envolvidas em todo tipo de crime etc. Tudo leva à perda do exemplo. As palavras dos pais responsáveis e dos professores dedicados caem ao vento. A violência se agiganta e a perseguição a marginalizados chega às raias do absurdo.

Prostitutas são agredidas, mulheres são violentadas, gays e homossexuais são discriminados. É a sociedade em franco descontrole. Os desvios de comportamento passam a ser constantes. Quase obrigatórios, a ponto de se entrever a famosa frase de Rui Barbosa, de que se chega a ter vergonha de ser honesto. A retidão de caráter é vista como defeito. O comportamento sério constitui-se em obstrução a que todos se aproximem da libertinagem. O que vale é o mundo dos espertos.

O jovem que se vê desamparado pelo Estado se aproxima do crime, que lhe fornece melhores meios de vida, em que, pelo menos, pode levar à sua mãe um pouco de conforto. A sedução pela vida mais fácil, ainda que perigosa, é o que arrebata o jovem sem expectativas.

Daí a perda de valores que deveriam imperar. Pátria e família passam a ser artigos de luxo. Justiça nem sonhar. É mais fácil e rápida a solução do "tresoitão". Para que perder tempo com futilidade, se ele pode resolver tudo de forma rápida e eficiente? Por quanto tempo se pode aguardar soluções do Estado? Ainda mais deste Estado corrupto e que protege os mais iguais, à imagem de George Orwell ("A Revolução dos Bichos").

A vida certa não compensa. A senda criminosa oferece mais conforto, melhor situação perante os iguais, uma vez que dá respeito. Se não tem o respeito do Estado como cidadão, irá ter o dos outros, seus asseclas. A conseqüência da perda de valores se equipara ao bandido oficial que desvia recursos públicos.

Quem é mais culpado? Ambos agridem a sociedade. Um, pela perda do paradigma; outro, por desvio de comportamento. Um é pobre e foi violentado pela sociedade; o outro é rico e desconhece limites.

Ambos são criminosos. O periférico agride a sociedade em que vive porque não é por ela respeitado. O central impede que o outro possa ter recursos para dignificar sua vida. Um tira a chance do outro. Ambos são culpados. Um leva o perdão da cruz. O outro deve ser crucificado.
 
VIA GRITOS DE ALERTA

Suplente de Marta Suplicy diz que seu mandato será pautado pela igreja

Suplente de Marta Suplicy diz que seu mandato será pautado pela igreja
O vereador Antônio Carlos Rodrigues (PR-SP) será o suplente de Marta Suplicy (PT-SP) no Senado, já que ela está assumindo o Ministério da Cultura. Ao contrário da petista que militava em favor do movimento gay e da liberação do aborto, Rodrigues já informou que seu mandato como senador será pautado pela Igreja.
O novo senador é católico praticante e condena o aborto, a eutanásia e o casamento civil entre pessoas do mesmo sexo. “Sou contra. Homem é homem. Mulher é mulher. Posso perder voto dos gays. Mas sou transparente”, disse ele que é ligado a 22 paróquias da zona Sul de São Paulo.
“Vou acompanhar a Igreja Católica Apostólica Romana”, adianta ele que já avisou que vai votar segundo suas convicções religiosas. “Vocês vão ouvir falar muito de mim, podem esperar. Já estou pleiteando uma vaga na Comissão de Constituição e Justiça para a minha bancada.”
Marta Suplicy militava no Congresso pela aprovação do Projeto de Lei da Câmara (PLC) 122/2006 que tenta incluir a discriminação sexual na lei de crime de racismo, o que faria com que toda a opinião contrária ao homossexualismo se tornasse crime. A proposta gera grande polêmica entre os parlamentares, tanto a Bancada Evangélica como a Católica militam contra essa aprovação.
A relatoria do novo texto da PL 122 será assumida pela senadora para a senadora Lídice da Mata (PSB-BA).

Lei proíbe propaganda política em templos religiosos e em seus arredores

Lei proíbe propaganda política em templos religiosos e em seus arredores
Apesar de muitas igrejas evangélicas ignorarem as leis eleitorais, há diversas proibições que devem ser respeitadas durante esse período de campanha política, como por exemplo, o uso do púlpito para a propaganda de candidatos.
No artigo 24 da Lei 9.504/97 está escrito que é “vedado, a partido e candidato, receber direta ou indiretamente doação em dinheiro ou estimável em dinheiro, inclusive por meio de publicidade de qualquer espécie” de entidades beneficentes e religiosas, como limita o inciso VIII.
Apesar dessa proibição, o jornal Folha de São Paulo apurou na segunda parcial da prestação de contas divulgada pelo Tribunal Superior Eleitoral que cinco igrejas aparecem na lista de doadores em quatro Estados. Os candidatos que receberam essas doações podem ter suas contas rejeitadas e ainda terem seus diplomas de políticos cassados, caso sejam eleitos.
Essa não é a única proibição em Lei que impede que as entidades religiosas participem das campanhas. A propaganda com placas e faixas também é proibida, assim como pintar inscrições de candidatos e distribuir panfletos.
A Lei eleitoral proíbe não só essas ações dentro da igreja como ao arredor dos templos, ou seja, os candidatos e partidos só podem fazer propaganda eleitoral fora dos arredores das igrejas. O mesmo vale para carros com alto-falantes que não podem fazer anúncios nas proximidades de templos religiosos.
Sobre a doação de recursos para candidatos políticos, apenas a pessoa física, no caso um membro da denominação, pode fazer a doação, a instituição (com seu CNPJ) está proibida de investir dinheiro direta ou indiretamente nas campanhas.

Judeus comemoram hoje o ano novo de 5773

Judeus comemoram hoje o ano novo de 5773 
A celebração do Ano Novo Judaico, o Rosh Ha Shaná (“Cabeça do Ano”, em Hebraico), tem início ao pôr do sol deste domingo, 16 de setembro. Comemorada em todo o mundo, a celebração dura dez dias, e culmina com o dia do Perdão, o Yom Kippur, quando os judeus praticantes fazem jejum de 25 horas, acompanhado de orações nas sinagogas.
Enquanto o mundo segue o calendário cristão e está 2012 depois de Cristo, ao surgir a lua no céu desta noite os judeus comemoram o início do ano 5773 do seu calendário. Segundo a tradição, ele teria se iniciado no dia da criação do homem e do mundo.
Leonardo Alanati, rabino da Congregação Israelita Mineira, ensina que o Ano Novo Judaico difere do tradicional reveillon dos brasileiros. “Na noite do Rosh HaShaná, os judeus vão à sinagoga orar e ouvir o toque do shofar, uma espécie de berrante feita com chifre de carneiro. Depois das orações, as famílias se reúnem para jantar, trocam presente, flores e consomem alimentos simbólicos. Apesar de o significado ser totalmente diferente, o espírito se assemelharia mais ao do Natal em outras culturas”, explica.
O rabino Leonardo enfatiza: “O Ano Novo Judaico passa uma dupla mensagem. De um lado, felicidade, paz e saúde. De outro, representa uma reavaliação de cada um e uma oportunidade para pedir perdão e iniciar um novo ciclo”.
O Shaná Tová, saudação que significa “um bom ano” marca esse período do ano especial para os judeus, orações são mais longas e são feitos 100 toques do shofar. Os dez dias entre “RoshHaShaná” e o “Yom Kipur”, são chamados de “Iamim Noraim” (dias temíveis). Nesse período, os israelitas continuam a fazer o balanço dos atos passados e comprometem-se com a mudança e o arrependimento, explica Marcus Strozberg, presidente da Sociedade Israelita do Estado do Ceará.
Marcus enfatiza que o calendário judaico é lunar, por isso a data é comemorada em dias diferentes todos os anos, mas sempre na mesma época. Segundo a tradição judaica, Adão e Eva foram criados no primeiro dia do mês de “Tishrei”, que foi o sexto dia da Criação.
No calendário judaico existem doze meses no ano, e há doze Tribos em Israel. Cada mês do ano judaico tem sua tribo representativa. O mês de Tishrei é o mês da Tribo de Dã. Isto tem um significado simbólico, pois quando Dã nasceu, sua mãe Lea disse: “Deus julgou-me e também atendeu à minha voz.” Dan e Din (Yom HaDin, Dia do Julgamento) são ambos derivados da mesma raiz, simbolizando que Tishrei é a época do Julgamento Divino e do perdão.
Assista reportagem:

Com informações Diário do Nordeste e EM