sexta-feira, 15 de agosto de 2014

Homem finge que Bíblia é arma e acaba preso


Homem finge que Bíblia é arma e acaba preso
Com uma Bíblia na cintura para fingir estar armado, Carlos Henrique da Silva Viana, de 19 anos, tentou assaltar uma pessoa, na manhã desta sexta-feira, nas proximidades da 78ª DP, no Fonseca, em Niterói, Região Metropolitana do Rio de Janeiro. Ele abordou uma pessoa, deu um soco no rosto dela e tentou roubar sua mochila. Para intimidar a vítima, ele mostrou o volume na cintura. Os policiais da delegacia, porém, viram a cena e conseguiram capturar o rapaz.
Segundo o delegado José William de Medeiros, titular da 78ª DP, Carlos Henrique será será indiciado por tentativa de roubo:
"Ele parece estar sob efeito de drogas. Algumas pessoas estão chegando à delegacia relatando tentativas de assalto semelhantes."
Mais cedo, nas proximidades de outra delegacia, em São Gonçalo, também na Região Metropolitana, dois homens numa moto furtaram o celular de uma professora. Ela, que preferiu não se identificar, ficou indignada com a ação perto da 73ª DP (Neves).
"Estou chocada com isso. O pior é que o aparelho era novinho. Nem paguei a primeira prestação ainda", disse a vítima, de 33 anos.

CPAD

Pastor é preso no Irã e condenado à pena de morte


Pastor é preso no Irã e condenado à pena de morte
A perseguição contra pastores no Irã continua a todo vapor, na esteira dos casos de extremismo de muçulmanos que vem sendo registrados nos demais países da região.
O pastor Matthias Haghnejad foi preso recentemente depois que forças de segurança do país invadiram a sua casa e confiscaram livros e outros materiais de conteúdo cristão. A entidade Christian Solidarity Worldwide (CSW) noticiou que as forças policiais o acusaram de ter cometido “moharabeh”, que pode ser traduzido como “crimes contra Deus”.
Matthias agora enfrenta um processo que pode resultar na pena de morte, apesar da legislação vigente no país não permitir a execução nestes casos. “Estas acusações constituem em um preocupante aumento da campanha do Irã contra os cristãos, acrescentando um novo esquema sinistro do regime de violações a liberdade religiosa”, comentou Mervyn Thomas, presidente executivo da CSW.
Para Thomas, é possível que o pastor Matthias Haghnejad seja mais uma vítima das irregularidades cometidas pelas autoridades iranianas: “O fato de que o Irã continua cometendo graves violações dos direitos humanos, incluindo as execuções sem o devido processo e acusações vagas, buscando ao mesmo tempo melhorar suas relações com outras nações, é um assunto de máxima preocupação”, lamentou.
Para o representante da CSW, os demais países deveriam interferir no que vem acontecendo naquele país: “A comunidade internacional deve insistir em melhorias visíveis e consistentes em matéria de direitos humanos, e em defesa dos direitos previstos nas convenções internacionais das quais o Irã é signatário, como pontos de referência para melhorar as relações bilaterais e multilaterais”.
De acordo com informações da CSW, o código penal Islâmico que passou a vigorar em 2013 proíbe a pena de morte nos casos de crimes classificados como “contra Deus”. Porém, somente em 2014, oito detentos acusados de “moharabeh” foram executados, incluindo os ativistas iranianos em questões culturais Hashem Shaabani e Hadi Rashedi.

MP vai apurar possível violação à honra e dignidade de grupos religiosos


Ministério Público de Mato Grosso do Sul quer apurar violação à honra e dignidade de grupos religiososn após instituição da Quinta Gospel.

O Ministério Público do Estado de Mato Grosso do Sul, por meio da 67ª Promotora de Justiça dos Direitos Humanos da Comarca de Campo Grande, com o objetivo de apurar possível violação à honra e dignidade de grupos religiosos decorrente da aplicação de Lei Municipal nº 5.092/2012 que instituiu a Quinta Gospel, instaurou Procedimento Preparatório nº 23/2014, tendo como requerentes Eduardo Romero, Federação dos Cultos Afro Brasileiros e Ameríndios de Mato Grosso do Sul e Ministério Público Estadual e como requeridos a Fundação Municipal de Cultura e Município de Campo Grande.

Além disso, a Promotora de Justiça Jaceguara Dantas da Silva Passos, titular da 67ª Promotora de Justiça da Comarca de Campo Grande, que instaurou esse Procedimento Preparatório, recomendou à Prefeitura Municipal de Campo Grande, por meio da Fundação Municipal de Cultura/FUNDAC, a fim de que se abstenha de interpretar a Lei Municipal nº 5.092/2012, no sentido de obstar sua aplicação a demais manifestações religiosas e restringir tão somente à religião evangélica, a fim de que não haja ofensa ao princípio da igualdade, ao direito fundamental à liberdade de religião e culto religioso, ao artigo 19, inciso I, da Constituição Federal que prevê o Estado Laico e Confessional, bem como, à honra e dignidade de todos os grupos religiosos existente na comunidade campo-grandense.

Para fazer a Recomendação, a Promotora de Justiça considerou que a Convenção Americana de Direitos Humanos dispõe em seu artigo 12 que toda pessoa tem direito à liberdade de consciência e de religião. Esse direito implica a liberdade de conservar sua religião ou suas crenças, ou de mudar de religião ou de crenças, bem como a liberdade de professar e divulgar sua religião ou suas crenças, individual ou coletivamente, tanto em público como em privado.

Também considerou que o Pacto Internacional de Direitos Civis e Políticos em vigor no Brasil a partir de 1992 mediante o Decreto nº 592, de 6 de julho de 1992, dispõe em seu artigo 18, item 1 que toda pessoa terá direito a liberdade de pensamento, de consciência e de religião. Esse direito implicará a liberdade de ter ou adotar uma religião ou uma crença de sua escolha e a liberdade de professar sua religião ou crença, individual ou coletivamente, tanto pública como privadamente, por meio do culto, da celebração de ritos, de práticas e do ensino.

Considerou ainda que os Estados Partes do citado Pacto Internacional comprometem-se a respeitar e garantir a todos os indivíduos que se achem em seu território e que estejam sujeitos a sua jurisdição os direitos reconhecidos no presente Pacto, sem discriminação alguma por motivo de raça, cor, sexo. língua, religião, opinião política ou de outra natureza, origem nacional ou social, situação econômica, nascimento ou qualquer condição.

Para a Promotora de Justiça, a Lei Municipal nº 5.016, de 6 de dezembro de 2011 reconhece como manifestações culturais a música e os eventos gospeis no Município de Campo Grande-MS e em seu artigo 2º prevê que o Poder Público Municipal poderá apoiar eventos ligados ao universo gospel, inclusive autorizando o uso de espaços públicos para o mesmo e atividades correlatas. A Lei Municipal nº 5.092, de 20 de julho de 2012 instituiu na Praça do Rádio Clube, nesta Capital, a Quinta Gospel, a ser realizada na quinta-feira que antecede a noite da seresta utilizando da mesma estrutura, prevendo em seu artigo 3º que deverá ser realizado com artistas nacionais e regionais (DIOGRANDE nº 3.566, de 23.07.2012).

Por todo o exposto, segundo as considerações da Promotora de Justiça, a liberdade de crença é um direito público subjetivo, sendo vedado qualquer tipo de discriminação ou tratamento diverso, tendo como fundamento apenas a convicção religiosa, não podendo o Estado realizar qualquer ingerência ou retaliação já que é laico e deve ser manter neutro. Além disso, o Estado não pode discriminar esta ou aquela religião, quer para beneficiar quer para prejudicar, sob pena de ofensa à dignidade da pessoa humana, ao princípio da igualdade, ao direito fundamental à liberdade de religião e culto e à honra de todos os grupos religiosos.

A Constituição Federal, em seu artigo 19, inciso I, veda que a União, Estados, Distrito Federal e Municípios, estabeleçam cultos religiosos ou igrejas, subvencione-os, embarace seu funcionamento ou mantenha com eles ou seus representantes relações de dependência ou aliança, ressalvada, na forma da lei, a colaboração de interesse público.

Fonte: Ministério Público do Estado de Mato Grosso do Sul

Volta da Bíblia no ensino ajudaria a resgatar valores, analisa pesquisador


Um especialista em educação argumentou que a educação nos EUA pode se beneficiar ao usar a Bíblia para aulas de literatura e oração.

Experiente pesquisador acadêmico, William Jeynes defendeu o papel da Bíblia nas escolas públicas, em um evento do Conselho de Pesquisa da Família dos EUA.

A conferência debateu o retorno da Bíblia nos programas de ensino, levantando as desvantagens de quando o ensino pela Bíblia foi retirado das aulas no país, desde a década de 1960.

Em 1963, a Suprema Corte dos EUA decidiu que era inconstitucional manter as aulas bíblicas sectárias dentro das escolas públicas.

A decisão na época, conhecida como o caso Abingdon v. Schempp, determinou que o ensaio da Bíblia podia ser feito desde que fosse de maneira neutra e objetiva.

Dentro das circunstâncias, Jeynes acredita que a retirada da Bíblia teve um reflexo significativamente nocivo, o que leva trazer a discussão à tona.

O pesquisador acredita que é possível resgatar bons valores, com esforços para lançar a Bíblia em aulas de literatura de todo o país.

Além do poder de desenvolvimento moral, ele ressalta a capacidade que a Bíblia tem como instrumento de ensino, ao ajudar os alunos com uma melhor compreensão da literatura ocidental.

Quanto à presença de livros de outras religiões, Jeynes explica que não teria o mesmo peso, pela influência que a Bíblia possui na história dos Estados Unidos.

"Goste ou não, é verdade. Ela (a Bíblia) tem um lugar especial em nossa sociedade. Ela deve ter um lugar especial em nosso currículo", pondera.

Jeynes espera levar o movimento adiante, com o apoio de cerca de 440 distritos escolares pelo país, que querem implementar cursos sobre a Bíblia.

Antes, a inclusão do livro sagrado terá que encarar o fogo cruzado de grupos de vigilância da igreja e do estado. Muitos deles acreditam que a Bíblia no ensino público dos EUA promoveria a doutrinação cristã involuntariamente nas escolas.

Fonte: The Christian Post

CANTORA GOSPEL GAY ??? - Cantora gospel assume homossexualidade

Cantora gospel inglesa assume homossexualidadeEm entrevista ao jornal “The Independent”, a cantora gospel inglesa Vicky Beeching, 35 anos, assumiu que é homossexual e que sente atração por mulheres desde que tinha 12 anos de idade.
Por conta de sua crença religiosa, Beeching, que nasceu e cresceu em uma Igreja Anglicana, nunca teve relações com outras mulheres e até tentou se relacionar com homens, mas não foi feliz nesses relacionamentos.
Na entrevista ela relata que sempre foi ensinada que a homossexualidade é pecado e “coisa do demônio”. Vicky Beeching cresceu vivendo um dilema, aos 13 anos ela já orava pedindo que Deus tirasse sua vida ou que ela não sentisse mais atração por mulheres.
Aos 16 anos, durante uma colônia de férias, ela chegou a passar por uma sessão de exorcismo onde os pastores gritavam: “Nós ordenamos que Satanás saia! Saia fora, corja de demônios! Nós falamos a vocês, demônios da homossexualidade: deixem a menina em paz!”.
“Lembro de muitas pessoas colocando as mãos nos meus ombros, orando muito alto”, disse a cantora na reportagem traduzida pelo O Globo. Por conta disso, ela se tornou uma pessoa introspectiva e passou a encontrar soluções por conta própria.
Uma dessas soluções foi focar nos estudos, ela foi para a universidade de Teologia em Oxford onde se formou. Depois se mudou para os Estados Unidos para viver em Nashville, no Tennessee, se envolvendo com a música.
Mesmo fazendo sucesso como compositora e cantora evangélica, a comunidade religiosa era bastante conservadora, e para tentar encontrar um ambiente mais liberal, Vicky Beeching se mudou para a Califórnia que naquele ano aprovaria uma lei proibindo o casamento gay.
No começo deste ano a cantora descobriu que estava com uma doença rara na pele, algo que poderia levá-la à morte. O tratamento da doença seria através de quimioterapia e ao passar pelo procedimento achou que era hora de se assumir e tentar se relacionar com mulheres.
“Olhei para o meu braço com a agulha da quimioterapia, olhei para a minha vida, e pensei: ‘tenho que entrar em acordo com quem eu sou’. Trinta e cinco é metade de uma vida, e eu não posso perder a outra metade. Perdi tanta vida como uma sombra de uma pessoa”, disse ela durante a entrevista.
Ao revelar para sua família, Vicky Beeching recebeu apoio e seus pais lhe pediram perdão pelos constrangimentos que a fizeram passar. Agora a cantora quer que a Igreja Anglicana acolha os homossexuais. Vale lembrar que a denominação aceita ordenação de homossexuais, desde que eles mantenham o celibato.

GP .  VIA  GRITOS  DE  ALERTA

Jornalista da Globo inventa fatos para envolver pastor à CPI da Petrobras

Jornalista da Globo inventa fatos para envolver pastor à CPI da PetrobrasO jornalista da Revista Época, da Rede Globo, publicou na última segunda-feira (11) uma matéria tendenciosa contra o pastor Rubens Teixeira, diretor financeiro da Transpetro. Diego Escosteguy acusa o diretor de ter forjado contratos e dirigido licitações que beneficiariam pessoas próximas.
Famoso por usar artifícios e subterfúgios mentirosos em suas matérias, Diego Escosteguy trata o diretor como líder evangélico e chega a informar que Rubens dá cultos na igreja Ministério Óleo e Vida, quando na verdade Teixeira frequenta a igreja Assembleia de Deus Ministério de Madureira em Marechal Hermes, Rio de Janeiro, e não exerce cargo de liderança eclesiástica.
Diretor da sucursal de Brasília da Revista Época, Escosteguya faz sérias acusações contra Teixeira baseado em erros factuais, além de demonstrar um evidente preconceito contra os evangélicos ao repetir por diversas vezes que o diretor financeiro da estatal é um pastor.
Construída em torno de fatos distorcidos, a matéria publicada por Diego chega a informar que Teixeira não teria perfil técnico para assumir o cargo, sem levar em consideração as qualificações de Rubens Teixeira, que é formado oficial de carreira da arma de infantaria na Academia Militar das Agulhas Negras (Aman), cursou engenharia no Instituto Militar de Engenharia (IME) e foi aprovado em concurso para o cargo de analista do Banco Central. É Mestre em Engenharia Nuclear, Doutor em Economia e Pós-graduado em Auditoria e Perícia Contábil.
Teixeira foi autor de trabalho premiado pelo Tesouro Nacional sob o título “A Importância da Credibilidade para o Equilíbrio Fiscal: uma avaliação para o caso brasileiro”. Este trabalho, baseado em sua tese de doutorado em Economia, foi realizado em parceria com Helder Ferreira Mendonça, que acabou por influenciar o governo Dilma na política de redução dos juros vigente atualmente. Na dissertação, o doutorando, fez uma equação diferencial na qual mostrou a importância da queda dos juros para o crescimento econômico da nação.
O Gospel Prime entrou em contato com a assessoria da empresa e conversou com alguns funcionários, que negam que Teixeira use a nomenclatura eclesiástica em ambiente de trabalho.
Além de afirmar que o pastor foi apadrinhado para ocupar o cargo, Diego Escosteguy afirma que Teixeira contratou uma empresa, chamada Gênesis Consultoria, sem licitação. Sendo que a contratação foi feita por um gerente por conta da experiência e especialização da dona, Izabel Cristina Machado. O contrato teria sido feito por gerentes da Gerência Geral de Serviços Administrativos, depois de receber do diretor a missão de otimizar contratos e reduzir custos.
O jornalista afirma que a empresa de Izabel Cristina Machado não tinha experiência, mas somente havia prestado serviços para a Transpetro, sendo que Izabel acumulou cerca de 30 anos de experiência de logística e segurança do Banco Central. Foi chefe da Divisão de Logística do Departamento do Meio Circulante do Banco Central do Brasil, que também cuidava da segurança, do armazenamento e de transporte de bilhões de reais que circulam em todo o território nacional. Um ano após ela deixar a chefia da Divisão o Banco Central sofreu o maior assalto do país.
Na reportagem o jornalista afirma que o diretor usou carro oficial durante as férias e finais de semana, sendo que Teixeira interrompeu várias vezes as suas férias para atender compromissos da empresa. Portanto, no momento que passou a trabalhar, não estava mais de férias. Além disso, os carros são terceirizados, não são propriamente da empresa, e são usados pelos diretores em qualquer dia em que haja a necessidade de representação da empresa, sendo que jamais os veículos foram usados em atividades de lazer ou compromissos pessoais.
Não existe restrição quanto ao uso dos veículos oficiais, desde que os diretores estejam cumprindo compromissos ou representando a empresa.
Diego Escosteguy acusa o pastor de dirigir licitações convocando oito 8 empresas para concorrer a um contrato de aluguel de carros, sendo que 5 não eram do ramo, quando na verdade Rubens Teixeira precisava convocar apenas 3 empresas. Além disso, Teixeira não foi o responsável direto pelas convocações, mas os gerentes da diretoria, seguindo uma escala de hierarquia.
O diretor afastou diversos coordenadores e gerentes após verificar fragilidades ao longo das modificações que teve de implementar. Seis pessoas teriam sido afastadas da companhia por serem parentes de pessoas com funções de confiança e novos procedimentos contratuais foram feitos sob a supervisão de Teixeira.
Rubens Teixeira não é o primeiro pastor alvo de acusações por um jornalista ligado a Rede Globo. Ano passado o Pastor Marco Feliciano, deputado federal pelo Partido Social Cristão de São Paulo, foi duramente criticado por jornalistas e pessoas com vinculo com a emissora durante a sua passagem pela Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) da Câmara dos Deputados.
A Globo tem sido criticada por líderes evangélicos, como o pastor Silas Malafaia, presidente da igreja Assembleia de Deus Vitória em Cristo (ADVEC), por promover questões de degradação moral e usar suas novelas para fazer ativismo pró-gay.

Jornalista mentiu sobre Joaquim Barbosa

O ministro Joaquim Barbosa, ex-presidente do Supremo Tribunal Federal, foi um dos alvos do jornalista Diego Esosteguy, que cometeu erros graves de apuração e falhas éticas em uma matéria sobre Barbosa.
Escosteguy chegou a mentir sobre o encontro entre os dois, que de acordo com o ministro, havia pedido apenas para cumprimenta-lo e para se apresentar, e transformou o encontro em entrevista, atribuindo aspas ao ministro, sem o seu consentimento.
Na matéria Ecosteguy chegou a acusar o ministro de ter manipulado uma votação, impedindo deliberadamente que um ministro do STF se manifestasse. Em uma carta enviada a revista Época, Joaquim Barbosa fez duras criticas a postura do jornalista.


GOSPEL  PRIME . VIA  GRITOS  DE  ALERTA

ALERTA - DRONE DA MARINHA DO BRASIL PODE TER DERRUBADO AVIÃO DO EDUARDO CAMPOS



(Foto: Estadão Conteúdo)(Foto: Estadão Conteúdo)
O Comando da Aeronáutica divulgou nota confirmando que emitiu um aviso informando que havia uma área reservada para voo de Veículo Aéreo Não Tripulado (VANT), entre os dias 11 e 31 de agosto, conforme noticiou o Estadão.com.br. A Aeronáutica confirmou ainda que a área permitida para voo dos vants ficava, conforme o aviso, "a cerca de 20 quilômetros de separação da pista de pouso do aeródromo de Santos". 

A nota da FAB ressalva, no entanto, ser esta área "bem distante da possível trajetória realizada pelo PR-AFA no dia 13 de agosto", que caiu após arremeter da tentativa de pouso na base aérea de Santos, matando o ex-governador Eduardo Campos e mais seis pessoas.
O aviso, segundo a FAB, "não afirma que haveria um VANT voando no momento" do acidente. A Força Aérea não descartou, porém, a possibilidade de existir algum vant operando no momento do acidente, assim como não descarta qualquer possibilidade que possa ter levado à queda do avião Cessna, que matou Eduardo Campos. "Todas as hipóteses são analisadas. Não descartamos nada", observou um oficial. 

De acordo com a Aeronáutica, a equipe do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (CENIPA) prossegue na apuração, analisando todas as informações recebidas e todas as possibilidades. A investigação feita pela FAB é para descobrir as causas que levaram ao acidente e emitir normas para tentar evitar que estas falhas possam se repetir e levar a novos desastres aéreos.

Os Comandos da Marinha e do Exército também foram consultados pelo Estado sobre a possibilidade de terem vants voando na área. O Exército informou que a 1ª Brigada de Infantaria Antiaérea, localizada no Guarujá, possui vant. Mas assegurou que "ele não estava sendo empregado ontem (quarta-feira) para treinamento", quando houve o acidente com o avião que transportava o ex-governador Eduardo Campos e sua equipe. Ainda de acordo com o Exército, "quando há emprego deste tipo de equipamento, o espaço aéreo é fechado".

A Marinha, por sua vez, declarou que não tem nenhum navio da sua esquadra operando na região de Santos, em São Paulo. Portanto, prossegue a Marinha, "não há nenhum drone da Marinha na área de Santos", informou o Centro de Imprensa da Força Naval, atendendo a pedido do Estado.


VIA   GRITOS  DE  ALERTA -  INFORMAÇÕES https://br.noticias.yahoo.com/campos-fab-diz-rota-era-distante-rea-dos-225200261.html

ALERTA - ONDE FOI PARAR AS GRAVAÇÕES DA CAIXA PRETA DO AVIÃO DO EDUARDO CAMPOS ????

FAB informa que caixa de voz analisada não contém gravação do voo de Eduardo Campos
A análise da caixa de gravador de voz do Cessna que vitimou o presidenciável Eduardo Campos (PSB) não registrou qualquer conversa ou contato do voo realizado no último dia 13, data da queda da aeronave em Santos (SP). Quatro técnicos do Laboratório de Leitura e Análise de Dados dos Gravadores de Voo, do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), constataram que as duas horas de áudio, capacidade máxima de gravação do equipamento, não correspondem ao voo que resultou na tragédia. A FAB, porém, não informou a data da gravação que consta no aparelho, e também não detalhou como se dá o funcionamento: se automático ou manual.
O comandante da Aeronáutica, Juniti Saito, esteve nesta sexta-feira no Palácio da Alvorada, residência da presidente Dilma Rousseff. O carro do comandante entrou no Alvorada por volta de 13h30 e saiu às 14h35. Na saída, apesar do apelo dos jornalistas para que o comandante descesse do carro e falasse com a imprensa, Saito não desceu e foi embora.
"Não é possível, até o momento, determinar a data dos diálogos registrados no CVR (Cockpit Voice Recorder, o gravador de voz) tendo em vista que esse tipo de equipamento não registra essa informação. As razões pelas quais o áudio obtido não corresponde ao voo serão apuradas durante o processo de investigação", informa o Comando da Aeronáutica.
A Aeronáutica explicou que o funcionamento de uma caixa-preta varia de acordo com o modelo e o fabricante. Há casos em que a caixa de voz está atrelada ao sistema de anticolisão do avião e, assim, o piloto, antes de ligar a aeronave, precisa acionar esse sistema. Dependendo também do tipo de caixa, é possível desligá-la ou não durante o voo. Se o gravador de voz tem a capacidade de registrar apenas as duas últimas horas de um voo a cada período desses o trecho anterior é apagado e substituído pelas novas conversas.


Depois dizem que Teoria da Conspiração... acabaram de descobrir que os ÁUDIOS EXTRAÍDOS DO AVIÃO DE CAMPOS, não são os do acidente !!! o que está acontecendo ?
Será que a família de Eduardo Campos terá que contratar um laboratório alemão, inglês, para saber o que realmente aconteceu ?
Esse angu já virou um maracujá de tanto caroço !

CUIDADO - MAIS UM ENGANO PEGA CRENTE LANÇADO PELO PT E DILMA.

O  mundo politico brasileiro sofreu um  grande  golpe com  a  morte  prematura do Eduardo Campos , um  jovem politico que tinha muitos projetos para  colocar  em  prática .
Eu pessoalmente não gostava  e  nunca  vou  gostar da forma  de governo comunistas e nem socialista ,  e  por  isso  não  votaria  nele .
Mas algo  esta sendo  tramado  agora ,  sem  sequer terem  feito o  sepultamento do Eduardo e dos  outros 6  mortos.

Os petralhas , sabedor que nós  evangélicos é que vamos decidir com nossos votos  essas eleições ,  eles  estão jogando  nas  mídias sociais , nas tvs e  jornais a  seguinte tramoia .

AGORA É  MARINA  SILVA ,PRESIDENTE DO BRASIL .

PORQUE  ISSO ????


Pois  eles  sabem  que temos um  pastor candidato  e  se  lançarem  agora  uma  evangélica vão  rachar  nossos  votos .

Não  podemos  cair  nessa tramoia  enganosa dessa  mídia  suja que  apenas  almeja destruir nossas  bases ,  a  mando dess  grupo  politico  que  esta  a  anos  acharcando o Brasil.

Não  podemos nos  calar .

VEJAS  AS  MATÉRIAS.

http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/marina-silva-o-melhor-cabo-eleitoral-do-pt/

http://coturnonoturno.blogspot.com.br/2014/06/marina-silva-apoia-decreto-bolivariano.html


http://oglobo.globo.com/brasil/pt-pressiona-para-rachar-psb-de-eduardo-campos-13611247



VOCÊ QUE QUER  UMA MUDANÇA  VERDADEIRA PARA  O  BRASIL  , DEVE  POR  OBRIGAÇÃO NÃO  VOTAR BRANCO E  NEM NULO,NÃO  VOTAR  DE  FORMA  NENHUMA  NO  PT E EM NENHUM  OUTRO  CANDIDATO SOCIALISTA  E  NEM  COMUNISTA .

NÃO  VOTE  EM  QUEM  QUER APENAS  TE  ENGANAR. 


EU  VOTO 20 . PASTOR EVERALDO .
A  MUDANÇA QUE VAI FAZER BEM  AO BRASIL.


BISPO ROBERTO TORRECILHAS 
ESCRITOR - BLOGUEIRO - BISPO EVANGÉLICO -CASADO-PAI-MICRO EMPRESÁRIO.

O Fardo e a Cruz

Para nascer de novo, antes o homem precisa ter um encontro com a sua própria cruz. É necessário ao homem morrer para depois viver! É por isso que Jesus disse que não veio trazer paz, mas espada. Jesus não veio estabelecer um acordo com a natureza herdada de Adão (paz), antes veio desfazer o corpo do pecado (morte) "Não cuideis que vim trazer a paz à terra; não vim trazer paz, mas espada" ( Mt 10:34 ).
A figura abaixo foi utilizada em uma lição para novos convertidos para ilustrar como o perdão do pecado ocorre:

 (Fig. 01)
Nela o pecado é representado como sendo um fardo, uma carga que o homem deve depositar ao pé da cruz (A), para livrar-se do pecado (B).
Comparando o que a figura apresenta com a bíblia, temos duas questões a discordar:
  • O pecado não é um fardo, e;
  • Para obter o perdão dos pecados o homem que sobe até a cruz não desce de lá.

A diferença entre jugo e fardo
“Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração; e encontrareis descanso para as vossas almas. Porque o meu jugo é suave e o meu fardo é leve” ( Mt 11:29 )
O jugo fala de sujeição e o fardo diz do encargo que decorre dessa sujeição.
A bíblia apresenta dois tipos de jugos:
  • O jugo da justiça, e;
  • O jugo do pecado.
Tanto a sujeição ao pecado quanto a sujeição à justiça vincula-se à natureza do homem, sendo que a sujeição à justiça decorre do novo nascimento e a sujeição ao pecado decorre do nascimento natural ( Rm 6:18 ).
Ao nascerem segundo a carne de Adão os homens se apresentam por servos do pecado, e ao nascer de novo, segundo a semente incorruptível, o novo homem gerado em Cristo se apresenta à justiça como servo "Não sabeis vós que a quem vos apresentardes por servos para lhe obedecer, sois servos daquele a quem obedeceis, ou do pecado para a morte, ou da obediência para a justiça?" ( Rm 6:16 ).
Deste modo, temos que, ou o homem é servo da justiça ou é servo do pecado. Enquanto o fardo da justiça é leve, o fardo do pecado, por sua vez, é pesado.
Para ser servo da justiça basta crer n’Aquele que Deus enviou, e para servir a justiça basta oferecer os membros por instrumento "Porque este é o amor de Deus: que guardemos os seus mandamentos; e os seus mandamentos não são pesados" ( 1Jo 5:3 ).
Qual o mandamento do Senhor?
  • Que creiamos no nome do seu Filho, e;
  • Que amemos uns aos outros ( 1Jo 3:23 ).
Ao crer o homem torna-se servo da justiça e, ao amar uns aos outros, o homem oferece os seus membros por instrumento da justiça ( Rm 6:19 ).

Qual o fardo da humanidade sem Deus?
"Pois atam fardos pesados e difíceis de suportar, e os põem aos ombros dos homens; eles, porém, nem com o dedo querem movê-los" ( Mt 23:4 )
Por natureza a humanidade é classificada como cansada e oprimida. A humanidade é classificada como cansada e oprimida por não ter por herança o descanso prometido por Deus, visto que ela foi arrojada da presença do Senhor por causa da desobediência do primeiro pai da humanidade ( Lm 5:5 ; Is 23:12 ).
Além dos homens serem cansados e oprimidos por estarem alienados de Deus, e, por conseguinte, do Seu descanso, temos um elemento complicador: a religiosidade. Os religiosos, a exemplo dos escribas, fariseus e saduceus são os responsáveis por atar aos ombros dos homens fardos pesados e difíceis de suportar.
Deste modo, temos que os ‘fardos’ que os homens carregam aos ombros não é o pecado, antes diz da regras e mandamentos que os religiosos impõem aos homens na tentativa de agradar a Deus. Tal esforço por parte dos homens explorados é vão, pois o fardo que carregam aos ombros resume-se em mandamentos de homens ( Mc 7:7 ).
O fardo que os homens carregam não é o pecado, antes diz das tradições e mandamentos de homens, como se lê: "Porque, deixando o mandamento de Deus, retendes a tradição dos homens; como o lavar dos jarros e dos copos; e fazeis muitas outras coisas semelhantes a estas" ( Mc 7:8 ).
Portanto, a figura que representa corretamente o que o homem carrega sobre os seus ombros segue-se abaixo:
(Fig. 02)
Mas, se o fardo que o homem carrega não é o pecado, onde fica o pecado?

A Natureza pecaminosa
A bíblia demonstra que o homem é gerado todo (pleno) em pecado. O pecado não se resume a um fardo que o homem carrega as costas, antes o pecado é o próprio ‘ser’ do homem gerado de Adão. Tanto corpo, alma e espírito, ou seja, a própria natureza do homem fundiu-se ao pecado em decorrência da desobediência de Adão.                               
Quando o homem foi destituído da glória de Deus, não foi destituído somente o corpo, ou apenas a alma, ou apenas o espírito. O homem foi destituído por completo.
O homem é concebido em pecado e o nascimento natural é a porta larga por onde todos os homens entram ao nascer ( Mt 7:13 ). Ao nascer, ou seja, ao entrar pela porta larga, o homem trilha um caminho largo que o conduz à perdição. Este homem faz parte de um povo que vive na região das sombras ( Is 9:2 ), e pertence ao mundo que jaz no maligno "... e que todo o mundo está no maligno" ( 1Jo 5:19 b  ).
Como ilustrar a condição do homem alienado de Deus?
  • Habita na região das trevas;
  • O caminho que trilha conduz à perdição, e;
  • Ao entrar pela porta larga foi gerado todo em pecado.      
Portanto, para livrar-se por completo da natureza pecaminosa é necessário um novo nascimento, e não somente ‘depositar’ um fardo aos pés da cruz.
Mas, para nascer de novo, antes o homem precisa ter um encontro com a sua própria cruz. É necessário ao homem morrer para depois viver! É por isso que Jesus disse que não veio trazer paz, mas espada. Jesus não veio estabelecer um acordo com a natureza herdada de Adão (paz), antes veio desfazer o corpo do pecado (morte) "Não cuideis que vim trazer a paz à terra; não vim trazer paz, mas espada" ( Mt 10:34 ).
A determinação de Deus é clara: a alma que pecar, está morrerá ( Ez 18:4 ). Neste diapasão temos que todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus, e, que, portanto, devem morrer para serem justificados do pecado ( Rm 6:7 ). Neste caso, Jesus alerta que, qualquer que não toma a sua própria cruz e não O segue, jamais terá parte com Ele "E quem não toma a sua cruz, e não segue após mim, não é digno de mim" ( Mt 10:38 ).
Ou seja, para nascer de novo, antes é necessário ao homem tomar a sua própria cruz, seguir após o Mestre, ser crucificado e sepultado à semelhança da sua morte "Porque, se fomos plantados juntamente com ele na semelhança da sua morte, também o seremos na da sua ressurreição" ( Rm 6:5 ).
Observe a ilustração abaixo:
(Fig. 03)
O homem proveniente da carne de Adão é gerado todo em pecado, está ‘morto’ para Deus, porém ‘vive’ em trevas, ‘vive’ no pecado e para o pecado ( Mt 7:13 ). Este homem gerado segundo o sangue, a vontade da carne e a vontade do varão também denominado de filho da ira, filho da desobediência, velha natureza, natureza carnal e velho homem, precisa morrer para que um novo homem ressurja dentre os mortos ( Cl 2:12 ; Jo 1:13 ).
Para livrar-se da condição de pecado o homem gerado segundo o primeiro pai da humanidade (Adão) necessita tomar a sua própria cruz e seguir após o Cordeiro de Deus. Ou seja, o homem que vive para o pecado deve ser crucificado, morto, sepultado, e, então, um novo homem é criado por Deus, ressurgindo dentre os mortos conforme o último Adão ( Cl 2:12 ; Rm 6:5 ).
É por isso que o apóstolo Paulo diz: "Porque o amor de Cristo nos constrange, julgando nós assim: que, se um morreu por todos, logo todos morreram" ( 2Co 5:14 ), ou seja, Cristo morreu por todos para que todos que creiam n’Ele tenham acesso a Deus por intermédio do corpo de Cristo, pois sendo participante da sua morte o homem torna-se participante da sua ressurreição "Pelo novo e vivo caminho que ele nos consagrou, pelo véu, isto é, pela sua carne" ( Hb 10:20 ).
O pecado não é um fardo a ser depositado aos pés da cruz, antes o homem em pecado deve ser perdurado no madeiro à semelhança de Cristo e sepultado para que possa ressurgir um novo homem, criado segundo Deus em verdadeira justiça e santidade ( Ef 4:24 ; Cl 2:12 ).
No novo nascimento, quando ocorre a nova criação, Deus concede um novo coração e um novo espírito ( Sl 51:10 ; Is 57:15 ; Ez 18:21 ; Ez 36:26 ), que substitui a velha natureza herdada de Adão que tinha um coração de pedra ( Ez 36:26 ).

BIBLIA COMENTADA
Via Gritos de Alerta
Bispo Roberto Torrecilhas

“O Vaticano contra Israel”: Crítica do novo livro de Meotti


Janet Levy
Comentário de Julio Severo: Embora meu blog frequentemente denuncie as posturas anti-Israel da Igreja Presbiteriana e outras grandes denominações protestantes, o artigo de hoje é sobre semelhante postura da Igreja Católica. A autora conservadora Janet Levy é uma líder pró-família judia americana com quem tenho contato. Ela não tolera nem a Igreja Ortodoxa Russa pelos pogroms contra os judeus nem a Igreja Católica pelas Inquisição que também atingiu cruelmente os judeus. Apesar de suas opiniões duras, vale a pena conhecer o que ela diz. Muito pior do que a dureza dela é a opinião de alguns que mesmo hoje insistem em defender a Inquisição. Eis seu artigo:
Em seu novo livro, “O Vaticano Contra Israel: Eu acuso”, Giulio Meotti explora o fundamento teológico de 1.700 anos de inimizade católica em relação aos judeus e como isso acontece contra Israel desde o início do sionismo moderno.
Papa João Paulo 2 com terrorista palestino Yasser Arafat
Com a eleição do Papa Francisco em março de 2013 como o Papa de número 266 (Ducentésimo Sexagésimo Sexto) da Igreja Católica, havia muita esperança de que uma reviravolta tão necessária nas relações judaico-católicas finalmente acabaria com séculos de antissemitismo católico e suas campanhas determinadas para sabotar o Estado judaico.
Essas esperanças tomaram forma quando ele, atuando como cardeal da Argentina, manteve laços estreitos com a comunidade judaica local, assistiu aos cultos de Rosh Hashaná (ano-novo judaico), co-organizou a cerimônia do memorial de Kristallnacht (noite dos cristais quebrados, onde sinagogas e lojas de judeus foram destruídas e saqueadas em 9 de novembro de 1938 na Alemanha), e foi a primeira figura pública a condenar o ataque a bomba, na cidade de Buenos Aires, ao Centro Comunitário Judaico de Buenos Aires, praticado em 1994 pelo grupo terrorista islâmico Hezbollah.
Mas o júri ainda está indeciso sobre como o relacionamento vai avançar com o novo papado, especialmente à luz de uma recente reunião do Papa Francisco realizada com um político da Malásia, Anwar Ibrahim, um proeminente agente da Irmandade Muçulmana (Muslim Brotherhood) e fundador da organização de fachada da Irmandade Muçulmana, o Instituto Internacional do Pensamento islâmico. Ibrahim manteve vivas as acusações de islamofobia no Ocidente e tem laços estreitos com o imam bósnio Mustafa Ceric, outro membro da Irmandade Muçulmana, que está vinculado ao controverso teólogo islâmico egípcio, Youssef Qaradawi, que foi proibido de entrar em uma série de países ocidentais por causa de numerosas declarações anti-Israel e anti-EUA.
O Papa Francisco pode, de fato, estar lutando contra o peso do passado. A Igreja Católica tem uma extensa história de antissemitismo que começa com a crença de que a destruição da Judéia pelos romanos, a queda de Jerusalém e a destruição do Templo Sagrado, no primeiro século, significavam que Deus estava rejeitando e punindo os judeus.
A queda de Jerusalém, ou a “Cidade do Deicídio” (cidade do assassinato de Jesus, Filho de Deus), está consagrada na liturgia cristã e ensina aos cristãos que eles têm sido os substitutos dos “ramos quebrados” dos judeus e “enxertados no tronco da Aliança.”
Aparentemente uma religião de “amor e bondade”, o Catolicismo tem abrigado animosidade e ódio intenso para com os judeus e foram cúmplices, direta e indiretamente, em muitos crimes e atrocidades contra eles.
Em seu novo livro, “O Vaticano contra Israel: Eu acuso”, Giulio Meotti usa o famoso título que o jornalista Emil Zola cunhou por sua revelação pública do antissemitismo francês que destruiu a vida de Alfred Dreyfus no final do século XIX.
Meotti explora o fundamento teológico de 1.700 anos de inimizade católica em relação aos judeus que levaram a múltiplas ações persecutórias e atrocidades através dos séculos e como ele continua a ocorrer na política da Igreja Católica para com o Estado judeu de hoje.
O Sr. Meotti explica como a Igreja Católica continua a minar os judeus através de sua política, declarações e relação de desprezo com o Estado de Israel. Desde a fundação de Israel em 1948, o Vaticano tem sempre trabalhado contra os melhores interesses do Estado judeu e ajudou e incentivou seus inimigos.
Essa extensa inimizade histórica da Igreja Católica para com os judeus e as atrocidades que a acompanharam, levou a uma aliança chocante de hoje com o islamismo e, mais surpreendentemente ainda, tem impedido a Igreja Católica de ajudar os cristãos perseguidos em todo o mundo muçulmano. Por repudiar suas raízes judaicas e forjar uma aliança estratégica entre muçulmanos e cristãos, a Igreja Católica iniciou um caminho precário para o futuro da Cristandade.
Além disso, o fato de que a Igreja Católica adota a versão muçulmana acerca da Palestina impede que se reconheça um problema muito real que vem colocando em risco a vida de milhares de cristãos em nações de maioria islâmicas.
A Igreja Católica firmemente ignora a realidade por trás da canção muçulmana, “Primeiro as pessoas do sábado, então o povo domingo”, que pela Bíblia une judeus e cristãos como “os infiéis”, isto é, o “Povo do Livro”, fazendo de ambos alvos de violência e repressão. No entanto, para a liderança da Igreja Católica admitir sua vulnerabilidade a esse respeito seria como obrigá-los a conferir legitimidade ao povo judeu em sua terra ancestral de Israel, abandonar a ideia de punição pelo deicídio, e tolerar o insulto final dos judeus, ou seja, o pecado de não seguirem o evangelho de Jesus Cristo.

A Igreja Católica e a Morte de Jesus

Em seu livro, o Sr. Meotti explica que os sentimentos antissemitas foram fundados nos pronunciamentos da Igreja Católica de que os judeus são responsáveis pela morte de Jesus. Ele mostra como, até muito recentemente, a Igreja Católica ensinava que a história judaica terminou quando apareceu o Cristianismo e que os judeus eram um povo amaldiçoado que matou Jesus, rejeitou o evangelho de Cristo e foi destinado a vagar pela terra por toda a eternidade.
Líderes religiosos católicos tomaram a posição de que a Igreja Católica constitui o “novo Israel” e os judeus foram para sempre abandonados por Deus. É essa doutrina teológica arraigada, diz ele, que provocou a expulsão dos judeus em toda a Europa, a criação dos guetos e a marginalização da comunidade judaica, a cobrança de multas pesadas sobre os judeus, as conversões forçadas, os sequestros de crianças judias para serem criadas como cristãos, o confisco de propriedade judaica (incluindo sinagogas transformadas em igrejas) e a tortura e assassinato de judeus.
Ações antissemitas em massa incluíram as Cruzadas, a Inquisição, os pogroms russos (massacre e perseguição dos judeus pelo Império Russo) e, finalmente, o Holocausto, que aniquilaram um terço dos judeus do mundo.
O livro de Meotti revela que não apenas essas ações, mas o genocídio que foi o Holocausto, foram possíveis pelo ambiente fértil de antissemitismo criado ao longo dos séculos pela Igreja Católica.

A Igreja e a Segunda Guerra Mundial

Em “O Vaticano contra Israel”, o autor examina como a Igreja Católica continuou a ser uma parceira disposta e ansiosa na destruição do povo judeu na era moderna.
A Igreja Católica ajudou a promulgar o embuste antissemita de um plano judeu para a dominação global, conforme estabelecido nos Protocolos dos Sábios de Sião. A primeira tradução dessa calúnia sanguinária foi traduzida por cristãos árabes e publicada por um jornal da comunidade católica em Jerusalém, em 1926.
Quando Adolf Hitler chegou ao poder na Alemanha, o Vaticano foi o primeiro Estado a reconhecer formalmente a legitimidade do Terceiro Reich e manteve relações diplomáticas com o governo nazista até o final da guerra.
O Sr. Meotti relata que, durante o Holocausto, o enviado britânico à Santa Sé proveu relatórios diários sobre as atrocidades nazistas. Meotti revela que o Papa Pio XII optou por permanecer em silêncio e resistiu a muitos pedidos de ajuda do povo judeu. Enquanto os judeus eram mortos em câmaras de gás em toda a Europa, a maioria das igrejas cristãs foi negligente ao não agir. Alguns até colaboraram com os nazistas.
Surpreendentemente, em 1943, no auge do genocídio dos judeus, Pio XII reafirmou em sua encíclica, Mystici Corporis Christi(Corpo Místico de Cristo), a superação do Cristianismo sobre o judaísmo e a substituição da Bíblia judaica, que tinha sido abolida, pela Bíblia cristã.
No final da II Guerra Mundial, no mais vil desrespeito à memória de milhões de pessoas que morreram durante o genocídio nazista, o Vaticano protegeu do Ministério Público uma série de nazistas, com efeito, concedendo uma aprovação tácita para as ações desses carniceiros nazistas. Os criminosos de guerra, incluindo Adolph Eichmann, Dr. Joseph Mengele, Klaus Barbie, Franz Stangl, e outros fugiram através da Itália com o apoio da rede católica.
O Sr. Meotti relata que o apoio do Vaticano e a admiração para com os nazistas não terminou aí. Em 1994, o Papa João Paulo II conferiu o título de cavaleiro papal ao comprovado criminoso nazista de guerra Kurt Waldheim, que depois da Segunda Guerra Mundial tornou-se Secretário-Geral das Nações Unidas. A honra papal, dada apesar de uma bem-conhecida “controvérsia 1985” sobre o passado nazista de Waldheim, foi na prática como cuspir na memória das vítimas do Holocausto, os sobreviventes e os seus descendentes.
Para conferir ainda mais vergonha às suas ações, o Vaticano reconheceu “os esforços de paz” de Waldheim, demonizando Israel por se defender contra o terrorismo árabe-palestino ocorrido durante o mandato de Waldheim como Secretário-Geral. Ao acolher Waldheim no Vaticano como um visitante de honra, o Vaticano estava simbolicamente limpando-o da mancha de seus crimes do Holocausto e glorificando o seu trabalho em nome da ONU para destruir o Estado judeu.

A Igreja Católica e a criação do Estado judeu

Em “O Vaticano contra Israel”, o autor revela como a Igreja Católica inicialmente lutou contra o mandato britânico para a Palestina, que estabeleceu Israel e, depois de sua fundação, demonizou e deslegitimou a existência de Israel. Até mesmo quando os judeus estavam sendo mortos em câmaras de gás durante o Holocausto, a Igreja Católica estava obcecada com o objetivo de deter a criação de Israel e o retorno dos judeus à sua terra ancestral, porque isso vai contra a teologia da Igreja Católica de que os judeus foram condenados a ficar eternamente sem pátria pelo seu crime de deicídio há quase 2000 anos.
A Igreja Católica estridentemente manteve a posição de que o sionismo era anti-cristão e anti-católico e que o único caminho para a salvação era através da conversão. A fundação definitiva do Estado judeu foi problemática para a Igreja Católica porque invalidava sua teologia da substituição e sua doutrina sobre o povo judeu — que todos os judeus das gerações vindouras deveriam ser amaldiçoados e punidos por deicídio. Em 1904, o Papa Pio X disse para Theodore Herzl, fundador do sionismo, que ele nunca aprovaria o movimento sionista assim como “os judeus não reconheceram nosso Senhor.”
Em 1965, 1.700 anos depois que a Igreja Católica havia condenado os judeus por toda a eternidade, o Vaticano emitiu a declaração papal “Nostra Aetate”, liberando os judeus de hoje da responsabilidade pela morte de Cristo. No entanto, o documento não pede desculpas pelo seu passado de antissemitismo cristão e não validou o judaísmo ou reconheceu o Estado judeu, que até então já existia há 17 anos.

A Igreja Católica e os árabes muçulmanos

Quanto à participação política na guerra árabe-muçulmana contra Israel, Meotti descreve como o Vaticano construiu uma causa comum com os árabes-palestinos, apoiando suas reivindicações apócrifas ao território e até mesmo perdoando atos de terrorismo.
O Papa João Paulo II foi mais longe ao publicamente promover a ideia de um holocausto iniciado pelos israelenses, com base, na verdade, em relatos falsificados sobre a opressão dos israelenses aos palestinos.
O Papa João Paulo II concedeu várias audiências a Yasser Arafat, o pai do terrorismo moderno e o chefe da Organização de Libertação da Palestina (OLP), que tinha ordenado e executado ataques contra civis judeus e estava buscando publicidade e legitimidade no cenário mundial. Enquanto proclamavam abertamente ódio aos judeus e planos de aniquilar Israel, Arafat e ao seus capangas ganhavam respeitabilidade da Igreja Católica.
Líder católico com terrorista palestino Yasser Arafat
Em 1974, o Vaticano reconheceu formalmente a Organização de Libertação da Palestina. Em 1993, quase 20 anos depois, a Igreja Católica reconheceu o Estado de Israel.
Quando o presidente da OLP, Yasser Arafat, morreu em 2004, o Papa elogiou o terrorista como um grande líder neste “momento de profundo pesar” e falou com carinho de sua proximidade com a família Arafat.
Enquanto isso, a aceitação de Israel pela Igreja Católica tem sido morna, na melhor das hipóteses. Faz-se todo tipo de campanha para demonizar e deslegitimar o Estado judeu e apoiar a versão árabe-palestina, mesmo após dezenas de atentados suicidas e dezenas de milhares de ataques de foguetes contra território israelense. A Igreja Católica promove a ideia de que a violência palestina é uma reação justificável à “opressão e humilhação” feita pelos israelenses.
Nunca são mencionados os objetivos abertamente declarados do Hamas e do Hezbollah de destruir o Estado judeu. Nenhuma condenação do Vaticano foi feita pelos mais de 11 mil ataques de foguetes que mataram e mutilaram centenas de civis israelenses. Tentativas de Israel de se defender foram caracterizadas como atos de agressão.
Em 2002, no auge da Intifada, a Igreja Católica tolerou e legitimou o terrorismo palestino denominando os ataques contra Israel como um “grito de justiça.” Em um desfile de protesto pró-palestinos em Roma, em 2002, o arcebispo Capucci, que usou sua imunidade do Vaticano no passado para contrabandear armas e explosivos aos terroristas do Fatah, defendeu os terroristas suicidas e afirmou: “Saudações para os filhos da Intifada e aos mártires que irão e lutarão como se estivessem indo para uma festa… Queremos a nossa terra, ou vamos morrer com dignidade… Intifada até a vitória”. Nenhuma crítica ou repercussão veio do Vaticano.
Além do exposto acima, Meotti lista uma infinidade de ONGs católicas, como Trocaire, Pax Christi, Cordaid e Caritas que legitimam as atividades terroristas e demonizam Israel através de campanhas de boicote, desinvestimento e sanções (BDS). As ONGs também comparam o sionismo ao nazismo e organizam eventos em que as barreiras de segurança de Israel, que salvaram vidas judaicas, são rotuladas como “muros de apartheid”.
Ainda hoje, muitos dos mapas do Vaticano de peregrinação dos cristãos e passeios turísticos deixam de mencionar Israel. Em vez disso, a área é chamada de “Terra Santa” ou “Palestina”. A propaganda anti-Israel da Igreja Católica é intensificada pelas excursões que são propositadamente concebidas para projetar no Estado judeu um foco negativo. Guias palestinos focam exclusivamente em visitas controladas para os territórios palestinos e em incutir o ódio a Israel ao distorcer os fatos e garantir que os turistas voltem para seus países em permanente estado de ignorância da verdadeira natureza do Estado judaico, a única democracia na região.
Meotti, nesse excelente relato da história do Vaticano, profetiza que as ações da Igreja Católica para com os judeus e Israel irá resultar em consequências trágicas para judeus e cristãos. Ao atacar Israel e resistir em fazer laços significativos com os judeus e com o Estado judeu em favor de uma aliança mortal entre cristãos e muçulmanos, a Igreja Católica está plantando as sementes de sua própria destruição. O futuro para os cristãos é revelado de forma claríssima pelo que acontece com as populações que diminuíram drasticamente em Belém, Ramallah, Gaza, e na “Cisjordânia”, onde os cristãos são usados como escudos humanos e os lares cristãos servem como locais de lançamento de foguetes.
Em todos os países muçulmanos do Oriente Médio, os cristãos estão sendo massacrados e expulsos da terra. Os ataques a bomba às lojas cristãs, escolas e igrejas, e a tortura e o assassinato de pastores tornaram-se um acontecimento quase diário, ele mostra.
Esse é o futuro que aguarda a Igreja Católica e seus seguidores cristãos se persistirem no alinhamento com os muçulmanos e não conseguirem superar seus atos antissemitas históricos e atuais.
Traduzido por Dionei Vieira do artigo do jornal israelense Arutz Sheva: “The Vatican Against Israel”: Review of New Meotti Book
Fonte: www.juliosevero.com   Via   Gritos  de  Alerta .

ALERTA - CRIANÇAS SÃO RECRUTADAS PELOS TERRORISTAS ISLÂMICOS .


Crianças participam do exército do Estado Islâmico
O Estado Islâmico, grupo terrorista que domina parte da Síria e do Iraque tem ocupado muitas manchetes da mídia nos últimos meses. Eles decretaram a volta do califado e defendem a jihad (guerra santa), que inclui crucificar e decapitar todos os infiéis não muçulmanos.
Seu relativo sucesso atraiu centenas de muçulmanos de várias partes do mundo, incluindo americanos, europeus e africanos. Um dos combatentes ocidentais mais conhecidos é Khaled Sharrouf, um australiano que mudou-se para o Estado Islâmico (EI) e gosta de postar fotos das matanças que participa na internet.
Na semana passada ele colocou no Twitter uma foto do filho, que tem apenas sete anos, segurando a cabeça decapitada de um dos soldados sírios mortos pelo EI. Orgulhoso, Sharrouf escreveu “Este é o meu garoto!”. O radical australiano também postou fotos suas segurando cabeças de outros soldados e segurando armas.  Após a grande repercussão, o Twitter deletou o perfil de Khaled na rede.
Peter Leahy, ex-chefe do Exército australiano, comentou as imagens, defendendo que a guerra contra o terrorismo islâmico poderia continuar por mais 100 anos. “Você vê algo assim e você pensa “pobre garoto … O garoto é a próxima geração e quantas crianças estão sendo expostas a isso?… Nós realmente precisamos nos preocupar com o islamismo radical, que sujeita crianças ao redor do mundo a esta barbárie e, em seguida, colocam essas imagens [online] para expor seus próprios filhos a esse tipo de pensamento”, disse ele ao Daily Mail.
O analista político do Mail, Graham Richardson foi enfático: “Quando você tem crianças de 7, 8 anos segurando as cabeças dos inimigos de seu pai e mostrando tanto orgulho, precisa perceber o quanto o mundo mudou. É um mundo diferente do que já enfrentamos “.
A revista online Vice foi uma dos poucos meios de comunicação que conseguiu gravar imagens das festividades promovidas pelo Estado Islâmico. Em um minidocumentário disponível online, é possível ver centenas de crianças empunhando rifles e repetindo o discurso de ódio, afirmando que são voluntários para morrerem ser for preciso em nome do EI e do califado.
O site The Blaze publicou trechos do vídeo este final de semana, enfatizando a maneira como os radicais islâmicos recrutam crianças para sua guerra. “Nós acreditamos que esta geração de crianças é a geração do Califado”, diz um membro do IE. “Se Deus quiser, esta geração vai lutar contra infiéis e apóstatas, se Deus quiser. A doutrina foi implantada direito nessas crianças. Todas elas gostam de lutar em prol da construção do Estado islâmico e por amor a Deus”.
Em seguida, meninos de 9 anos dizendo aos entrevistadores que em breve irão para um campo de treinamento para aprender como usar um rifle e que desejam participar da guerra. Um soldado conhecido como Abdullah al-Belgian, de nacionalidade belga aparece entrevistando seu filho de 8 anos. O menino afirma que deseja matar todos os infiéis da Europa.
As imagens dessas crianças envolvidas na guerra na Síria foram reproduzidas e amplamente comentadas por órgãos da imprensa em língua inglesa. O motivo de tanto espanto é por se tratar de meninos brancos, mas revela um aspecto bastante claro da chacina que ocorre na região. O uso de “crianças-soldados” não é novidade.
No passado, já foi amplamente divulgado a existência de centros de treinamentos para a jihad, onde filhos de muçulmanos aprendem o Alcorão, a usar armas e a odiar cristãos e judeus.
No documentário apresentado na TV israelense, é possível ver um dos professores no acampamento, dizendo “A única alternativa para implementarmos o ‘direito de retorno’ é sangue por sangue, olho por olho. Da mesma forma que eles nos expulsaram, vamos expulsá-los.” As crianças gritam diante das câmeras: “Nossas armas vão acelerar nosso direito de regresso”. Uma menina diz: “Eu vou derrotar os judeus… Eles e os cristãos são um bando de infiéis. Eles não gostam de Deus e não adoram à Deus. E eles nos odeiam.”. No fim, aparecem cantando uma música que diz “Quando morrermos como mártires vamos para o céu… na Palestina não existe infância.”


VIA  GRITOS  DE  ALERTA / INF. CPAD