sábado, 18 de fevereiro de 2017

Líderes cristãos continuam desaparecidos em Mianmar

Líderes cristãos continuam desaparecidos em Mianmar
Em Mianmar, o exército confirmou oficialmente o desaparecimento de quatro líderes cristãos de Kachin, estado que fica ao norte do país. Dois deles já foram encontrados e os outros dois continuam desaparecidos. Os dois que foram encontrados tiveram um encontro com Aung San Suu Kyi, conselheira de Estado e secretária-geral da Liga Nacional pela Democracia, no dia 15 de janeiro e depois sumiram. A reunião teve como tema a situação das minorias étnicas em Shan, outro estado birmanês.
Eles foram encontrados no dia 19 de janeiro. Langjaw Gam Seng e Dumdaw Nawng Lat estavam presos, de acordo com informações do HRW (Human Rights Watch – Observatório de Direitos Humanos). A libertação deles foi solicitada, mas ainda não há novas informações sobre o caso. Os outros dois estão desaparecidos desde o dia 24 de dezembro, depois de colaborarem com jornalistas e relatarem sobre um ataque do exército birmanês contra uma igreja. No caso desses, ninguém soube do paradeiro até agora.
"Infelizmente, o exército tem feito pouco para gerar confiança no país. Pelo contrário, a prisão dos dois líderes cristãos em Kachin aponta para uma tendência contínua de desconfiança. A liderança da igreja em Mianmar tem sido uma voz bem-vinda para os milhares de civis birmaneses, muitos deles cristãos, que foram deslocados pelos ataques contínuos, e agora, vivem em circunstâncias difíceis. Cerca de 4 mil pessoas já tentaram fugir pela fronteira na tentativa de chegar até a China, mas foram barrados pelas autoridades chinesas", conta um dos colaboradores da Portas Abertas. Ore pela igreja em Mianmar.

Estudo revela que evangélicos estão se divorciando no mesmo ritmo que a população geral

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Evangélicos americanos estão se divorciando na mesma proporção que a população em geral, segundo um novo estudo publicado pelo grupo Barna.

Enquanto a maioria dos evangélicos são casados ??(67%) em comparação com pessoas que seguem outras linhas do cristianismo (59%) e com o público em geral (52%), o número de divorciados é o mesmo nas três categorias (25%).

Outro dado revela que uma parte significativa de cristãos de diferentes doutrinas estão de acordo com a coabitação. Cerca de 41% afirmam que "é uma boa ideia morar com o parceiro antes do casamento", enquanto 88% das pessoas sem religião disseram o mesmo. Entre os evangélicos, apenas 6% concordam com a afirmação.

Entre os que discordaram da ideia, os "motivos religiosos" foram a principal razão para não apoiar a coabitação (34%). O estudo também descobriu que os evangélicos são o grupo menos propenso a procurar parceiros em grupos online — 75% dizem que nunca experimentariam esse tipo de encontro.

Roxanne Stone, editora-chefe do Grupo Barna, enfatizou que a tendência está longe dos hábitos tradicionais de casamento. "Embora já tenha sido visto como o desfecho dos relacionamentos românticos, o casamento parece estar em debate. Os ‘ensaios’ e ‘erros’ agora podem ser testados antes do casamento”, ela observa.

Diante do cenário, Stone incentiva os líderes evangélicos a levarem em conta essas mudanças. "Você fala sobre os benefícios e riscos do namoro virtual? Você está tendo conversas francas sobre sexo? Você consegue oferecer uma razão plausível para as pessoas não morarem juntas antes do casamento?”, ela questiona.

"As igrejas, muitas vezes, têm medo de abordar estas questões fora do grupo de jovens — mas, cada vez mais, os jovens adultos precisam deste tipo de orientação. Eles são céticos em enxergar a Igreja como algo relevante para suas vidas", disse Stone

Fonte: Guia-me

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