segunda-feira, 25 de julho de 2016

Cantora gospel morre em grave acidente de carro


A cantora gospel Letícia Nunes faleceu na madrugada do último sábado (23), vítima de um grave acidente de trânsito que resultou em um traumatismo craniano. Os fãs da artista expressaram a tristeza por meio das redes sociais, após receber a notícia da morte.

O acidente aconteceu no dia 2 desse mês, na cidade de Americana, São Paulo. Além de Letícia, estavam com ela, no veículo, o pastor Gunna Ferrari juntamente com sua esposa, a cantora Amanda Ferrari (Saiba mais).


foto-publicada-nos-perfis-oficiais-da-cantora-nas-redes-sociais_771301Um dos veículos envolvidos no acidente bateu no muro de concreto, que divide a rodovia. Logo depois dois veículos que vinham, bateram com força contra esse carro. Amanda, que teve de adiar a gravação de seu DVD, e seu esposo tiveram ferimentos mais leves e, após passarem por exames, ficaram de alta. Apesar disso, Letícia precisou continuar internada por ter sofrido traumatismo craniano. Ela teve de ficar na UTI, até que morreu no último sábado.
O comunidado feito no Facebook pela família da cantora chocou todos os amigos e também os fãs, na manhã do último domingo. Muito abalada com a notícia, Patrícia Nunes, irmã da cantora, disse que a “Terra acaba de perder uma pessoa de enorme talento”. Nas redes sociais foram muitas as mensagens publicadas, lamentando o falecimento de Letícia.
A irmã da cantora ainda escreveu que o “coro celeste ganhou mais um integrante”, que era uma pessoa que havia dedicado toda sua vida à obra de Deus e que sempre procurou repassar às pessoas a mensagem do Senhor. “Mulher guerreira,ativa, sempre disposta”, postou.
Letícia Nunes morava no interior do estado do Pará, na cidade de Marabá e, desde bem nova, já cantava. Seu primeiro disco foi lançado em 2012 e fez grande sucesso. Em 2015 ela lançou o segundo álbum e sua agenda estava repleta de shows. Os fãs torcem para que a família tenha força para superar este momento tão difícil.
(Guiame)

A Hora da Verdade Sobre o Islã

Dave Hunt

O Que é Ser Fanático?

Pode-se chamar o líder espiritual de uma nação de “fanático”? É razoável descrever assim a um homem que é reconhecido mundialmente como o representante de sua religião? Quem conhece melhor sua religião do que o próprio líder espiritual? O aiatolá Khomeini do Irã demonstrou isso quando declarou: “A alegria maior no islã é matar e ser morto por Alá”.[1] Isso é fanatismo?
Pode-se chamar o fundador de uma das maiores religiões do mundo de fanático? Maomé, que juntamente com seus seguidores massacrou milhares de pessoas para estabelecer e espalhar o islã, disse aos muçulmanos: “Matem a quem não aceitar nossa fé...”[2] “Recebi a ordem de Alá para lutar com as pessoas até que elas testifiquem que não há outro deus além de Alá e que Maomé é o seu profeta”.[3]
Maomé era um fanático? São fanáticos aqueles que lhe obedecem hoje em dia, impondo a pena de morte aos muçulmanos que se convertem a outra religião (como ocorre no Afeganistão, nos Emirados Árabes, no Paquistão, na Arábia Saudita e no Sudão)? Precisamos de uma nova definição de “fanático”?

Terrorista e Prêmio Nobel da Paz

Existe uma certa hipocrisia no modo irado com que os Estados Unidos e o mundo agora estão vendo o terrorismo. O terrorista mais maligno, sanguinário e bem-sucedido da História, Yasser Arafat, recebeu o prêmio Nobel da Paz e foi aclamado como um líder de Estado. Para seus possíveis imitadores ele é a prova cabal de que o terrorismo vale a pena. As Nações Unidas, a União Européia e incontáveis líderes políticos e religiosos aliaram-se a ele em seu terrorismo contra Israel. Arafat e sua OLP são detentores de alguns recordes: o maior seqüestro (quatro aeronaves de uma só vez) – igualado com os atentados de 11 de setembro de 2001 – o maior número de reféns de uma só vez (300), o maior número de pessoas assassinadas em um aeroporto, o maior resgate já recebido (US$ 5 milhões, pagos pela Lufthansa), a maior variedade de alvos (um avião com 40 passageiros civis, cinco navios de passageiros, 30 embaixadas ou missões diplomáticas, além de incontáveis depósitos de combustível e fábricas), etc.[4] Ao invés de ser julgado por um tribunal internacional, como os líderes nazistas e sérvios, os atos sangrentos de Arafat lhe garantiram aceitação e fizeram dele um “líder pela paz”!

Recompensas no Paraíso

Seria ingenuidade extrema imaginar que os terroristas que estão dispostos a se tornar homens-bomba em Israel ou a explodir um avião, o que custará sua própria vida e a de muitas outras pessoas, estão fazendo algo por uma causa humanitária. Sua coragem vem de uma doutrina específica do islã. Abu-Bakr, o primeiro califa a suceder Maomé (e um dos poucos a quem Maomé prometeu o paraíso sem a necessidade de martírio), declarou que, mesmo que estivesse com um pé dentro do paraíso, não poderia confiar que Alá o deixaria entrar. No islã, a única maneira de alguém chegar com certeza ao paraíso é sacrificar sua própria vida na jihad. Para o muçulmano, é proibido o suicídio como ato contra a própria vida, mas quando ele sacrifica a vida para matar infiéis, isso lhe traz a maior das recompensas.
Qual é a recompensa, no paraíso, para o mártir da jihad? A promessa é que ele receberá um palácio feito de pérolas que possui 70 mansões; dentro de cada mansão existem 70 casas. Em cada casa há uma cama com 70 lençóis e, em cada lençol, uma bela virgem. Ele recebe a garantia de que terá o apetite e a força de 100 homens para a comida e para o sexo. Esse é um sonho fantástico, alimentado pelos meninos muçulmanos desde sua tenra infância. Apenas essa motivação já é suficiente para lhes dar a coragem e a determinação inabaláveis para treinar e executar atos terroristas em que sacrificarão suas vidas, trazendo morte e destruição para “os inimigos de Alá”.

Uma Religião Fundamentada na Violência

É verdade que a imensa maioria dos muçulmanos é amante da paz e afirma que se opõe ao terrorismo. Naturalmente eles têm nossa simpatia, mas deveriam estar se questionando por que seguem uma religião fundada através da violência, que desde o início tem sido imposta pela espada. Sob a liderança de Maomé no século VII, milhares de árabes (e muitos judeus e cristãos) da Península Arábica foram mortos pelos ferozes “guerreiros santos” do islã, que impunham a aceitação daquela religião no mundo árabe. Com a morte de Maomé, a maioria dos árabes abandonou o islã, imaginando que finalmente ficariam livres. Rapidamente, dezenas de milhares foram massacrados nas Guerras da Apostasia, que forçaram a Arábia a voltar ao domínio de Alá. A partir daquela base, o islã foi propagado por todo o mundo através da espada.
Na verdade, os terroristas agem em obediência direta a Maomé, ao Corão, a Alá e ao islamismo.
Após a inesquecível terça-feira negra de setembro de 2001, os americanos ouviram repetidas vezes autoridades bem-intencionadas dizendo que devemos ser cuidadosos para não culpar o islã por aquilo que uns poucos fanáticos fizeram. Na verdade, os terroristas agem em obediência direta a Maomé, ao Corão, a Alá e ao islamismo. Enquanto muçulmanos nominais rejeitam essa idéia, os eruditos islâmicos concordam que é uma obrigação religiosa de cada muçulmano usar a violência sempre que possível para espalhar o islã, até que este domine o mundo. Precisamos encarar algumas questões simples: não é a tentativa de forçá-los a se submeterem ao islã o que causa a escravidão cruel, a tortura e o massacre de milhões no sul do Sudão, por exemplo? Não é o islã a força por trás dos ataques assassinos e destrutivos contra cristãos que ocorrem na Nigéria, na Indonésia, no Paquistão e em outros lugares? Não era a imposição da lei islâmica que fazia o Talibã negar todos os direitos civis às pessoas que estavam sob seu controle no Afeganistão? O que além do islã une o sempre conflituoso mundo árabe em um ódio implacável e irracional contra Israel? Nenhum mapa árabe do mundo admite a existência de Israel. É somente a declaração do islã de que Ismael, e não Isaque, era o filho da promessa e que a Terra Santa pertence a ele que une os árabes numa “fanática” determinação de destruírem os judeus.

Preconceito Religioso?

Há uma relutância natural em aceitar qualquer declaração que pareça ser preconceituosa contra uma religião mundial. O medo de tal preconceito impede o mundo de encarar a verdade. Seria preconceito expor esses simples fatos? Não é – mas é difícil encarar a verdade de que o islã é uma religião de violência e que seus praticantes não são extremistas e fanáticos, no sentido estrito dessas palavras, mas seguidores sinceros de Maomé.
O mundo todo tem se juntado ao islã em sua falsa exigência em relação à terra de Israel, que hoje é erroneamente chamada de Palestina. Essa Terra Prometida, dada a Israel pelo Deus da Bíblia, tem sido continuamente ocupada pelos judeus durante os últimos 3.000 anos, e eles são as únicas pessoas que deveriam fazê-lo. Em reconhecimento desse inegável fato histórico, toda a “Palestina” deveria ter sido entregue aos judeus para ser seu território segundo uma decisão da Liga das Nações em 1917. Mas os judeus foram traídos pela administração inglesa na execução dessa determinação (e o declínio do Império Britânico pode ser datado a partir dessa traição). A terra foi dividida entre a Jordânia, a Síria, o Líbano, etc. Israel agora é acusado de “ocupar” a terra que, na verdade, tem sido sua por 3.000 anos. Esses “palestinos” de última hora são sustentados por uma mentira propagada pelo mundo inteiro, que diz que eles são os proprietários originais daquela terra. Como resultado, o terrorismo é perpetrado não apenas contra Israel, mas agora também contra os Estados Unidos, com o objetivo de fazer pressão para que o povo de Israel seja expulso da terra que é sua por direito e para que o islã se espalhe por todo o mundo.

E Agora, o Que Deve Ser Feito?

Chegamos a um momento definitivo, quando a verdade poderia triunfar se o mundo reconhecesse que os terroristas islâmicos não são “fanáticos”, mas fundamentalistas muçulmanos devotos que estão seguindo sua religião com fidelidade. Esse reconhecimento poderia trazer uma preocupação renovada com os muçulmanos de todas as nacionalidades, que estão cruelmente aprisionados por esse sistema religioso. A exposição da verdade poderia constranger as nações muçulmanas a abrirem a “Cortina Islâmica” e a dar liberdade para que se entre em suas fronteiras. Essa poderia ser uma nova chance de evangelização do mundo, onde não a força, mas o amor e a razão permitiriam que cada pessoa determinasse a fé que desejaria seguir de todo o coração. Oremos para que isso aconteça.

Notas:

  1. David Lamb, The Arabs: Journey Beyond a Mirage (Vintage Books, 1988), p. 287; David Reed, “The Holy War Between Iran and Iraq” (Reader’s Digest, agosto de 1984), p. 389.
  2. Citado na autoridade de Ibn ’Abbas em Sahih of al-Bukhari (Parte 9), p. 19. Atestado por vários eruditos islâmicos.
  3. Ibid (Parte 1), p. 13.
  4. John Laffin, The PLO Connections (Transworld, 1982), p. 18.
Dave Hunt (1926-2013) — Devido a suas profundas pesquisas e sua experiência em áreas como profecias, misticismo oriental, fenômenos psíquicos, seitas e ocultismo, realizou muitas conferências nos EUA e em outros países. Também foi entrevistado freqüentemente no rádio e na televisão. Começou a escrever em tempo integral após trabalhar por 20 anos como consultor em Administração e na direção de várias empresas. Dave Hunt escreveu mais de 20 livros, que foram traduzidos para dezenas de idiomas, com impressão total acima dos 4.000.000 de exemplares.
As opiniões expressas nos artigos assinados são de responsabilidade dos seus autores.

Menina cristã é sequestrada, estuprada e obrigada a se casar com muçulmano

Menina cristã é sequestrada, estuprada e obrigada a se casar com muçulmano
Uma menina de 14 anos foi sequestrada, estuprada e forçada a se casar com um muçulmano no Paquistão. Seu pai foi morto a tiros quando ele vendeu sua casa em uma tentativa de comprar sua liberdade.
Mehwish Masih, que deixou a escola muito nova porque sua família não podia mais arcar com os custos, foi contratada como zeladora de tempo parcial em uma casa em Faisalabad. As informações são daAssociação Cristã Britânico Paquistanês (BPCA).
Ela foi convidada para ficar até mais tarde ajudando em uma festa no mês de março, e não retornou no dia seguinte. Logo depois, seus pais receberam uma cópia de sua certidão de casamento islâmico.
Seu pai Tanveer Masih, um motorista, vendeu sua casa na favela de Faisalabad slum (Khalid Colony) para pagar um advogado que conseguiu com que o sequestro fosse registrado como crime. Ele foi alertado pelos parentes do novo marido de sua filha, para deixar o caso. Tanveer foi assassinado por dois pistoleiros desconhecidos.
Najma Bibi é a mãe de Mehwish. Ela disse que "a polícia não fez nada de substancial para ajudar a minha filha, que agora não têm dinheiro para defender os nossos direitos e sem o meu marido, não temos nenhuma voz. Vivemos em uma situação desesperadora, precisamos de ajuda. Eu oro para que a minha filha continue a colocar a sua esperança em Jesus Cristo".
Kanwal Amar da BPCA, está tentando aumentar a conscientização sobre Mehwish, além de mencionar outros que compartilham do mesmo destino. Ele está tentando levantar fundos para encontrar uma nova casa para a família. "A família está com medo do futuro, mas estão optando buscar pela justiça custe o que custar. Eles estão esperando que os cristãos do Ocidente possam ajudar a apoiar sua causa. Eles estão com medo da tortura e do estupro que sua jovem filha está passando”, comenta.
“Nagma, a mãe de Mehwish, também expressou o desejo de ter mais segurança para sua família. O incidente causou grande ansiedade e trauma e eles precisam de um lugar para reavaliar o seu futuro, enquanto eles se recuperam", ressaltou.
Wilson Chowdhry, presidente da BPCA, disse que há uma estimativa de 700 jovens cristãs por ano que são sequestradas, estupradas e obrigadas a se casar no Paquistão.
"Esse número é apresentado por ONGs cristãs e continuamos a afirmar que muitos casos não são declarados. As pessoas no Oeste estão expressando grande consternação pelo fato de ser feito pouco caso na busca por justiça para as filhas sequestradas. Bem, aqui vemos o resultado de uma ação contra os autores. Um pai foi assassinado”, disse.
"Assim, muitos fatores devem ser levados em conta durante esses incidentes e eu recomendo que as famílias possam lutar por justiça, mas também entendo por que tantos escolhem não fazer nada e suportar a dor para salvar o que resta de suas famílias”, finalizou.

Cristãos nigerianos podem enfrentar tempos ainda mais difíceis


Um novo projeto de lei que está tramitando no Parlamento Federal Nigeriano tem preocupado muito os cristãos que vivem no país. Trata-se do direito a novas pastagens dado aos pastores fulani (fazendeiros nômades muçulmanos). O governo pretende oferecer a eles novas rotas por terras nigerianas, alegando que é necessário encontrar uma solução para o esgotamento de recursos das terras por onde eles peregrinam atualmente. Antes, suas pastagens eram exclusivas, evitando dessa forma os conflitos com os agricultores cristãos.
De acordo com a declaração oficial da CAN (Associação Cristã da Nigéria), emitida em 25 de maio de 2016, a nova proposta prevê aos fulani o direito de passar por terras de todos os estados da Nigéria. Simultaneamente, existem outros projetos de lei reforçando a competência dos tribunais que utilizam a sharia (lei islâmica) em processos penais. Tendo seus territórios expandidos, os pastores muçulmanos também serão beneficiados com base jurídica para um possível domínio da região Sul do país, que até o momento está sob o domínio de agricultores pertencentes a grupos étnicos e religiosos minoritários.
Lembrando que, os muçulmanos já dominam o Norte do país, no Sul estão os cristãos, em sua maioria, e o Cinturão Médio, área central da Nigéria, é onde há o maior número de conflitos violentos entre muçulmanos e cristãos. Até o momento, não há nenhum projeto de lei que atenda aos interesses das minorias religiosas. Na verdade, de acordo com a CAN, o projeto que favorece os fulani é um claro sinal de que os planos de islamização da Nigéria estão sendo patrocinados pelos atuais governantes. Ore pela igreja na Nigéria.

NIGÉRIA FECHA 70 IGREJAS POR SEREM MUITO BARULHENTAS


Cerca de 70 igrejas foram fechadas no final de junho por serem consideradas muito “barulhentas” na cidade mais populosa da África — Lagos, na Nigéria.
A ação controversa começou em 2007, de acordo com o jornal nigeriano Vanguard. A cidade fechou 10 igrejas até 2009 e, em 2014, fechou 24 congregações.
Bola Shabi, um funcionário da Agência de Proteção Ambiental de Lagos, disse que é parte de uma meta tornar a cidade "sem ruídos" até 2020.
"Nós estivemos tão estritos que não iremos permitir igrejas improvisadas no estado por mais tempo", disse Shabi ao Vanguard. "O que quero dizer com improvisadas são igrejas que usam tendas e prédios inacabados".
O governo investiga incidentes quando são registradas queixas de vizinhos, relatou a agência Associated Press.
A cidade também foi fechou alguns hotéis, mesquitas e clubes noturnos, embora as igrejas sejam as maiores afetadas.
"Não é certo que mesquitas e igrejas perturbem outras pessoas com o ruído de suas atividades, simplesmente porque elas estão adorando a Deus", disse Tunji Bellow, comissário da cidade para o Meio Ambiente, em 2014. "A adoração a Deus não deve acontecer com tanto desconforto para os outros.”

"A perseguição irá aumentar, mas estamos prontos para enfrentá-la", diz pastor em Bangladesh

Mesmo que a perseguição contra os cristãos em Bangladesh esteja em ascensão, o número de muçulmanos que se converte ao cristianismo também cresce cada vez mais na nação do sul da Ásia.

Assim como em outros países onde a população é dominada por um governo de maioria muçulmana, os cristãos de Bangladesh estão correndo risco de serem mortos ou perseguidos por causa da sua fé em Jesus Cristo.
Imagem redimensionadaMas enquanto cerca de 90% da população de Bangladesh - um total de de 165 milhões de habitantes - é formada por muçulmanos, o cristianismo está ganhando força no país.

De acordo com a organização de direitos humanos 'Christian Freedom International' (CFI), estima-se que mais de 91.000 muçulmanos, em toda Bangladesh, se converteram ao cristianismo nos últimos seis anos, apesar da apostasia ser um ato punível com a morte no islamismo, em muitos países.

O pastor Faruk al-Ahmed - que também é um ex-muçulmano que se converteu ao evangelho - vem compartilhando a mensagem de Cristo desde que se converteu, em meados da década de 90. Ele pessoalmente atestou a ascensão do cristianismo em sua própria comunidade, no norte de Bangladesh, durante uma entrevista ao site britânico de notícias, 'Express'.

"Quando comecei meu ministério em Kurigram, havia apenas uma família de tradição cristã e outra culturalmente muçulmana", explicou o pastor. "Agora, quase 1.500 cristãos que vieram do islamismo estão glorificando a Deus nesta área".

"A perseguição virá ainda mais forte, mas nós estamos prontos para enfrentá-la", acrescentou al-Ahmed.

Estima-se que o número de cristãos em Bangladesh seja de 1,6 milhão, que compreende cerca de 1% da população total do país.

Apesar de relatos de que o Cristianismo está crescendo no país, a CFI enfatiza que os cristãos são obrigados a manter suas atividades de adoração na clandestinidade para evitar "retaliações" por sua fé.

"Igrejas - especialmente as igrejas domésticas onde os crentes se encontram - preferem não exibir quaisquer símbolos cristãos em suas entradas ou em seu interior, para evitar que sejam reconhecidas como tal", diz um relatório da Missão Internacional Portas Abertas do Reino Unido. "Às vezes, até mesmo igrejas históricas enfrentam oposição e restrições para colocarem uma cruz ou outros símbolos religiosos em seus templos".

Contexto

A Portas Abertas classifica Bangladesh como o 35º pior país no mundo, quando se trata de perseguição ao cristismo e relata que nove igrejas foram obrigadas a fechar em 2015, devido a preocupações com relação à segurança.

Embora muitos cristãos de Bangladesh tenham sido mortos, espancados, estuprados e torturados por causa da sua fé, a perseguição contra os crentes acontece de muitas formas sociais diferentes, de acordo com a Portas Abertas.

"A conversão não é proibida por lei, mas a pressão para renunciar a fé cristã é muitas vezes exercida por familiares, amigos e vizinhos. Houve vários relatos de comerciantes cristãos que tiveram que fechar de suas lojas ou empresas, devido à pressão exercida pela maioria muçulmana", acrescenta o relatório Portas abertas.

"Muitos dos que se convertem, acabam ficando isoladas de suas famílias e também há relatos de que os filhos desses novos cristãos acabam sendo automaticamente registrados como muçulmanos".

Os radicais muçulmanos, muitas vezes têm um nível de impunidade, porque a polícia em Bangladesh tende a fechar os olhos para a perseguição de minorias religiosas, de acordo com a 'Christian Freedom International'.

Enquanto o Estado islâmico e outros grupos extremistas têm se espalhado pelo país e matado um número de cristãos e minorias religiosas no último ano, cerca de 2.000 cristãos se reuniram na Arquidiocese de Dhaka e na diocese de Khulna, em junho para orar simultaneamente para que a humanidade volte seus olhos para a violência promovida pelo terrorismo no país.

"Oremos para que esse venha a se tornar um país de unidade, paz e harmonia", disse o arcebispo de Dhaka Patrick D'Roazario durante as orações.

"Oremos para que a humanidade adormecida tome consciência da violência, dos assassinatos cometidos em segredo e da perseguição", continuou ele. "Que o nosso Deus Todo-Poderoso toque o coração [dos terroristas] para que eles mudem de ideia".

Fonte: Guia-me

5 razões pelas quais um divórcio é justificado perante Deus




Meu desejo maior é que os casais que estão enfrentando problemas em sua relação resolvam suas diferenças e sejam muito felizes juntos. Mas, infelizmente, nem todos os casos são facilmente solucionáveis.
  • Volta e meia, recebo mensagens de leitores que estão enfrentando problemas conjugais graves. Minha atitude é sempre ajudá-los a identificar o problema, sugerir meios de tratar as "feridas" e resgatar o amor. Há situações, porém, que exigem ações emergenciais. Muitos precisam tomar coragem para sair o mais rápido possível da relação tóxica em que estão.
    Ainda que haja homens vítimas em um relacionamento abusivo, as maiores vítimas ainda são as mulheres, que, muitas vezes, não têm coragem de pedir o divórcio, geralmente por medo da solidão, de ficarem financeiramente desamparadas, de verem o sofrimento dos filhos, ou até mesmo de serem mortas pelos maridos - uma leitora me confidenciou que temia por sua vida, porque o marido já havia feito ameaças caso ela voltasse a tocar no assunto.
    Como grande parte de nossos leitores são cristãos, achei necessário abordar o tema divórcio de uma perspectiva cristã. Quando escrevo sobre o tema, sempre surgem comentários de cristãos defendendo que a única justificativa aceitável para o divórcio é o adultério.
    Minha intenção, ao escrever este artigo, é fazer com que muitos deles entendam que o adultério não é a única razão justa. Há um leque de razões para uma mulher ou marido pedir o divórcio sem que isso seja uma violação dos votos sagrados feitos perante Deus. Abaixo estão as cinco que considero principais:
  • 1. Violências física, moral, psicológica, sexual e patrimonial

    Qualquer forma de violência doméstica é considerada crime no Brasil, segundo Lei Maria da Penha. Deus condena-as da mesma forma. Ele disse: "Aquele que não ama não conhece a Deus; porque Deus é amor." ( 1 João 4:8) e "Assim devem os maridos amar as suas próprias mulheres, como a seus próprios corpos. Quem ama a sua mulher, ama-se a si mesmo." (Efésios 5:28) "E a mulher deve amar ao marido" (Efésios 5:33).
    Um homem só amará sua esposa (e vice-versa) segundo estes mandamentos, se abstiver-se de qualquer ato violento. Pois se não o fizer, estará infringindo esta lei divina, e, consequentemente, não é digno do cônjuge com o qual se casou.

  • 2. Ociosidade

    O Senhor disse a Adão: "No suor do teu rosto comerás o teu pão" (Gênesis 3:19). E Paulo censurou alguns membros da Igreja em Tessalônica: "Porquanto ouvimos que alguns entre vós andam desordenadamente, não trabalhando, antes fazendo coisas vãs. A esses tais, porém, mandamos, e exortamos por nosso Senhor Jesus Cristo, que, trabalhando com sossego, comam o seu próprio pão." (2 Tessalonicenses 3:11-12)
    Se o próprio Senhor ordenou que o homem trabalhasse, e inspirou seu Apóstolo a dar a mesma instrução, então não há desculpas para o marido não trabalhar para prover o sustento de sua família. Se ele não o fizer, estará sendo negligente e colocando o bem-estar de sua família em risco.
    Lembrando que a família de um homem é sua mordomia, isto é, sua responsabilidade. Veja o que acontece com quem não honra sua responsabilidade: "Lançai, pois, o servo inútil nas trevas exteriores; ali haverá pranto e ranger de dentes." (Mateus 25:30) Obviamente, o Senhor não exigiria de uma mulher que permanecesse em um casamento em que, devido à negligência do seu provedor principal, ela e seus filhos passam necessidade.
  • 3. Criminalidade

    O Senhor também não exige que uma pessoa permaneça em um casamento em que o cônjuge está envolvido em crimes como roubo, tráfico de drogas, extorsão, homicídio, entre outros. Nenhum cristão honesto irá querer ser conivente com qualquer crime, coisa que o Senhor condena. Entretanto, se houver arrependimento sincero, o que inclui o completo abandono do pecado, e a devida confissão e reparação, fica a critério do marido ou da mulher permanecer ou não no casamento.
  • 4. Vícios

    Um cônjuge viciado em drogas, álcool, pornografia, jogatina, sexo ou qualquer outro vício que gera prejuízo a si próprio e à sua família - e que não esteja disposto a lutar para se livrar de tal hábito - não pode pensar que seu cônjuge e filhos tenham obrigação de aturar tal situação.
    Lemos em Tiago 2:12: "renunciando à impiedade e às concupiscências mundanas, vivamos neste presente século sóbria, e justa, e piamente". E Pedro disse: "Sede sóbrios; vigiai; porque o diabo, vosso adversário, anda em derredor, bramando como leão, buscando a quem possa tragar" (1 Pedro 5:8). O Senhor jamais ordenaria a uma pessoa que se mantivesse casada com um cônjuge que lhe trouxesse prejuízos emocionais, financeiros e físicos por conta de seus vícios, deixando-se, dessa forma, tragar pelo adversário.

  • 5. Adultério

    O Senhor foi enfático: "Não adulterarás" (Êxodo 20:14). O adultério é tão grave aos olhos de Deus, que era um dos poucos motivos pelos quais uma pessoa era condenada à morte no Velho Testamento. Foi escrito aos hebreus: "Venerado seja entre todos o matrimônio e o leito sem mácula; porém, aos que se dão à prostituição, e aos adúlteros, Deus os julgará." (Hebreus 13:4), e aos efésios, "Porque... nenhum devasso, ou impuro... tem herança no reino de Cristo e de Deus." (Efésios 5:5).
    Que pessoa conseguirá conviver com um cônjuge devasso, traidor? Que bom cristão terá prazer em viver ao lado de alguém que está trocando o amor de sua família, sua salvação por prazeres mundanos? Para zelar pelo bem-estar de Seus filhos, Deus permitiu que tudo que fosse desligado na terra, fosse também desligado nos céus (Mateus 16:19). Isto é, um casamento celebrado por quem tem autoridade para casar na terra, pode ser cancelado pelo mesmo poder. Tal cancelamento é aceito por Deus.
    Na maioria dos casos citados, um sincero e completo arrependimento, o que inclui o total abandono da prática, pode impedir que um divórcio aconteça. Tudo depende do comprometimento do cônjuge abusivo em mudar, da profundidade das "lesões" sofridas pela vítima da relação e da sua capacidade para superar os traumas e continuar casada.
  • Casos extemos

    É imperativo jamais perder de vista que Deus odeia o divórcio (Malaquias 2:16), e que o que Deus uniu, o homem não deve separar (Marcos 10:9). Mas devido ao comportamento abusivo de alguns, ressalvas são necessárias. Ainda assim, deve-se pensar em divórcio somente em casos extremos, sendo o principal deles a falta de vontade de mudar.
    Em minha opinião, em vez de procurar na Bíblia versículos que falam diretamente sobre divórcio, é muito mais produtivo tentar entender o que Deus pensa sobre esses comportamentos abusivos, que fazem cônjuges e filhos chorarem de medo, vergonha e tristeza.
    Infelizmente, nem todos permanecem à altura de sua condição de filho de Deus, mas fazem do lar e da vida familiar um inferno, em vez de um pedacinho do céu. E quem neste mundo se casa esperando passar por isso, não é? Graças à bondade e misericórdia de Deus não temos obrigação de ficar para sempre ao lado de quem quer o nosso mal.


https://familia.com.br/10633/casamento/5-razoes-pelas-quais-um-divorcio-e-justificado-perante-deus

Mais de 1.300 crianças foram vítimas de abusos sexuais na Austrália

Pedofilia A Comissão Real para Respostas Institucionais ao Abuso Sexual Infantil, na Austrália, lançou, esta quinta-feira, um relatório ...