domingo, 7 de abril de 2013

MENSALEIROS CONDENADOS FAZEM PARTE DA MAIS IMPORTANTE COMISSÃO DA CÂMARA , A CCJ , E OS CARAS VEM ME FALAR DO PASTOR FELICIANO ?

As vezes me pergunto...  Por que a novela Feliciano é tão enaltecida pela mídia???   O cara é um lixo humano e não merece o cargo que exerce, mas a acusação de estelionato dele é de 13 mil reais....?!?!?!?!?!    Será que estes outros aqui que (que roubaram milões) não estão sendo ocultados e poupados???? Não deixe a mídia te manipular!!

Maldita mídia manipuladora! Sempre desviando o foco do que realmente interessa!  Vale lembrar que as condenações do MENSALÃO eram para ter saído no dia PRIMEIRO DE ABRIL e foram adiadas...

alguém fala disso na TV????

► Att. @[390558357638960:274:ACORDA BRASIL !]
 

Feliciano receberá o dobro de votos em 2014, prevê Silas Malafaia

O pastor Silas Malafaia aposta: "Se o [Marco] Feliciano tiver menos de 400 mil votos na próxima eleição, eu estou mudando de nome".
Em 2010, quando se elegeu deputado federal pela primeira vez, o presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara obteve 212 mil votos.
Sob o rótulo de racista e homofóbico, ele é alvo de protestos na internet e no Congresso. "Quero agradecer ao movimento gay. Quanto mais tempo perderem com o Feliciano, maior será a bancada evangélica em 2014", diz Malafaia, líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo.
"Essa coisa vai despertar o sentimento do evangélico de ter representantes na Câmara dos Deputados, nas Assembleias Legislativas e nas Câmaras Municipais. Vai nos ajudar", diz o presidente do PSC da Bahia, Eliel Santana.
Fundador da Catedral do Avivamento, Feliciano tem frequentado telejornais, talk shows e humorísticos da TV.
"Ele vai arrebentar [nas próximas eleições]", diz o deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ). O militar da reserva puxa a fila de políticos do "baixo clero" que ganharam projeção em meio a controvérsias e converteram a fama em mais votos, embora sob aparente rejeição geral.
Bolsonaro reconhece que ficou conhecido graças a declarações consideradas homofóbicas e de apoio à ditadura. Saltou de 100 mil votos, em 2006, para 121 mil, em 2010, e emplacou os filhos na Câmara e na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro.
O deputado Sérgio Moraes (PTB-RS) foi outro que colheu notoriedade após uma declaração polêmica. Em 2009, ficou conhecido ao dizer que se "lixava para a opinião pública", em referência ao trabalho como relator do caso de Edmar Moreira, o "deputado do castelo", no Conselho de Ética da Câmara.
Segundo o diretor do Datafolha, Mauro Paulino, o discurso de Feliciano atinge preocupações de parte da população. "Entre os brasileiros, 14% se posicionam na extrema direita. As aparições na imprensa dão esse efeito de conferir notoriedade a ele."
Para o cientista político Marco Aurélio Nogueira, da Unesp (Universidade Estadual Paulista), "isso do 'não me representa' [slogan anti-Feliciano] não existe. Alguém se sente representado pelo Feliciano, pelo Bolsonaro e por quem quer que seja".

FOLHA DE SÃO PAULO

M12 diz SIM para Marco Feliciano

 

              

Desde que o Partido Social Cristão indicou o Deputado Federal Marco Feliciano para presidir a Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara, CDHM, protestos de todos os níveis se levantaram contra o parlamentar, que é Pastor pela Assembleia de Deus.
Há muito, porém, os protestos deixaram de ser atos legítimos para expor a discordância e se tornaram perseguição não apenas contra o Pastor, mas contra a família, os valores cristãos, a ética e a moral. Nesse ponto, entra a figura da Igreja, como Corpo de Cristo, que precisa, cada vez mais, levantar sua voz profética e não se omitir diante de tais situações.
Nesta semana, o Apóstolo Renê Terra Nova usou as redes sociais para declarar seu posicionamento. Mobilizando a campanha #M12dizSimParaMarcoFeliciano, o Apóstolo Renê disse: “Desde os dias de Nero e os dias de Tito que cristãos eram comidos por felinos, dessa vez estamos preparados para os déspotas! Deixo claro que estão indo contra o Pastor e não o Parlamentar, é muita perseguição aberta! Não mudaremos nossa teologia, não negociaremos nossa convicção, nem corromperemos nosso pensamento, para silenciarmos nessa ditadura gay.”
Convocando os líderes M12 para um posicionamento também, o Apóstolo Renê alertou: “Quem quiser um líder perfeito para governar, seja o primeiro. Até o momento, nem Yeshua conseguiu unanimidade! Oramos anos pelo Governo do Justo, mas quando o esboço começa, ignoramos nosso papel!”.
É tempo de posicionamento, Igreja! Se você é líder na Visão Celular no Modelo dos 12, manifeste-se também, e declare: #M12dizSimParaMarcoFeliciano!
 
RENÊ TERRA NOVA

Papa pede 'ação decisiva' contra abusos sexuais na Igreja

Em seu primeiro comentário público sobre os escândalos de abuso sexual de menores por parte de sacerdotes católicos nos últimos anos, o papa Francisco pediu uma "ação decisiva" do Vaticano para enfrentar o problema.

Em comunicado divulgado pelo Vaticano, ele instruiu o bispo Gerhard Müller, chefe da Congregação para a Doutrina da Fé - o órgão doutrinário da Santa Sé - a lidar com casos de abusos e a proteger crianças.

Francisco disse que combater a crise, que se alastrou por EUA, Europa e Oceania, é importante para a credibilidade da Igreja.

O texto afirma que o papa instou o bispo Mueller a "agir de forma decisiva no que diz respeito a casos de abusos sexuais, promovendo, acima de tudo, medidas para proteger menores, ajudar as vítimas dessa violência no passado (e tomar) os procedimentos necessários contra os culpados".

Escândalos


O antecessor de Francisco, Bento 16, havia prometido livrar a Igreja da "sujeira" do abuso clerical, mas críticos o acusam de ter sido leniente e de ter fracassado em proteger crianças de sacerdotes pedófilos.

Vítimas de abusos sexuais pediram uma resposta mais enérgica do novo pontífice.

Casos de abusos atribuídos a clérigos passaram a ganhar repercussão na última década, com uma série de escândalos registrados em países como EUA, Irlanda, Austrália e Alemanha.

Segundo a agência AFP, o Vaticano diz continuar recebendo cerca de 600 denúncias anuais de abusos de padres, em casos que muitas vezes são acobertados por seus superiores - geralmente transferindo os suspeitos de abusos a outras paróquias.

Em 2011, a Congregação para a Doutrina da Fé instou as conferências episcopais ao redor do mundo a oferecer orientações às vítimas, a proteger as crianças, a selecionar e treinar padres e religiosos, a enfrentar casos de denúncias e a colaborar com autoridades nas investigações.

Cerca de 75% das 112 conferências de bispos criaram essas orientações; as que ainda não o fizeram são, em sua maioria, congregações da África, segundo o Vaticano.

Em resposta ao comunicado de Francisco nesta sexta-feira, a Rede de Sobreviventes de Abusos de Sacerdotes (SNAP, na sigla em inglês) pediu por ações concretas.

"Não podemos confundir palavras com ações", disse Barbara Dorris, diretora da organização. "Ao fazer isso, causamos danos às crianças. Temos que insistir em novas ações tangíveis que ajudem crianças vulneráveis a proteger seus corpos, e não em velhas promessas vagas que ajudem uma instituição desacreditada a proteger sua reputação."

Fonte: BBC Brasil

Choques entre cristãos e muçulmanos no Egito deixam pelo menos oito mortos

Pelo menos oito pessoas morreram neste sábado em enfrentamentos entre muçulmanos e cristãos junto a uma igreja na província de Al Qaliubiya, ao norte do Cairo.

A agência oficial egípcia "Mena" tinha comunicado previamente a morte de quatro pessoas, embora as fontes policiais explcaram à Efe que o número de vítimas aumentou pelo falecimento de alguns dos feridos.

O ativista copta Mina Zabet confirmou à Efe a morte de oito pessoas, sete delas cristãs e um muçulmano.

Os choques, que começaram ontem à noite e se prolongaram até a manhã de hoje, aconteceram na zona de Al Jusus, indicaram as fontes, que agregaram que os feridos foram transferidos para vários hospitais próximos.

Até o momento, as versões acerca da explosão de violência são contraditórias, como costuma acontecer frequentemente nos episódios de violência religiosa que são registrados no Egito.

As fontes policiais afirmaram que os choques começaram por conta de uma discussão entre um taxista muçulmano e uma passageira cristã, que derivou em enfrentamentos, nos quais foi atacada a igreja de Mar Girgis.

Zabet explicou que a origem da briga não teve uma motivação sectária, mas que, após a morte de um jovem muçulmano, ocorreram choques a grande escala que foram instigadados por clérigos radicais islâmicos, que chamaram os muçulmanos para atacar aos cristãos.

No entanto, segundo a edição do jornal ""Al-Ahram"", os choques explodiram depois que menores grafitaram nos muros de um instituto dependente da instituição islâmica de Al-Azhar, o que acabou em uma luta com armas brancas.

Uma fonte de segurança de Al Qaliubiya citada por este periódico assegurou que a polícia conseguiu controlar a situação e que a tranquilidade voltou, embora o ativista copta Zabet tenha alertado da possibilidade que os choques possam ser reativados a qualquer momento.

Os cristãos coptas denunciam que, após a eleição do islamita Mohammed Mursi como presidente, os enfrentamentos sectários no Egito aumentaram e acusam as forças de segurança de não proteger seus fiéis e nem seus interesses.

Fonte: EFE