segunda-feira, 14 de março de 2016

China força líderes a especificar religião no documento de identidade

O governo chinês está tentando forçar os líderes religiosos a especificar sua religião nos documentos de identidade emitidos pelo Estado, de acordo com informações do site Mission Network News.

"Obviamente isso é novo, por isso, não sei como vai ser implementado. Mas no Oriente Médio, se o seu documento de identificação diz que você é um muçulmano, você não pode reemitir outro se você decidir mudar a sua religião (se você se tornar um cristão)", relata Todd Nettleton, porta-voz da organização Voice of the Martyrs.

Neste momento, o decreto visa monges budistas na China. Aparentemente, o governo chinês quer ter mais controle sobre o Tibete e sua identidade nacional. No entanto, Nettleton adverte que esta ação não vai parar por aí.

"Já existe um movimento em andamento para estender isso além dos monges budistas, mas também para padres católicos e, finalmente, a todos os membros das minorias religiosas na China", afirma Nettleton.

O governo da China contraria essa ideia afirmando que o país não é anti-religião, mas sim, anti-terrorismo. No entanto, essa repressão é resultante de uma aparente ameaça política.

"Eles veem que há mais cristãos membros de igrejas não registradas do que membros do Partido Comunista. Sua base de poder é o Partido Comunista, e ela está agora em número bem menor por causa dos cristãos. Então é, certamente, uma preocupação para eles", explica Nettleton.

Enquanto a Constituição da China garante a liberdade religiosa, ela protege somente o que são consideradas atividades religiosas "normais". "Temos visto ataques contra os edifícios das igrejas e pastores serem presos — até mesmo pastores de igrejas registradas", disse Nettleton.

De acordo com a UCA News, funcionários do governo estão também aplicando uma nova política que exige que as autoridades católicas romanas tenham cartões de identificação que comprovem a sua filiação religiosa, ou correrão o risco de perder o direito de pregar.

A campanha do governo levou à demolição de igrejas na província de Zhejiang, considerada a região com o maior número de cristãos da China. Desde 2013, mais de 1.700 cruzes foram retiradas e cerca de 400 igrejas foram demolidas.


Fonte: Guia-me

VERGONHA EM PRESBITERIANOS - Igreja Presbiteriana Unida defende Lula e ataca Moro

A Igreja Presbiteriana Unida do Brasil (IPU) emitiu uma nota onde condena os desdobramentos da Lava Jato. “A IPU condena, veementemente, o caráter midiático e teatral que os coordenadores da chamada força tarefa da Lava Jato têm dado antes, durante e após o cumprimento de cada fase da Lava Jato”, diz o comunicado.
Como lhe é peculiar, emitiu um parecer onde o princípio norteador não é a Bíblia, mas a ideologia simpática ao socialismo que permeia seus ensinos. Para os membros do Conselho da denominação, “caso não haja cautela da parte daqueles que conduzem tais investigações e da elite política deste país, poderá se degenerar e transformar nossas ruas em palcos de banhos de sangue”.

Aparentemente, a IPU abraçou definitivamente a linha de pensamento do CONIC (Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil), do qual é membro e está a serviço do Partido dos Trabalhadores. Dois aspectos contribuem para essa conclusão.

Primeiramente, o fato de essa nota ter sido divulgada através dos sites Diário do Centro do Mundo e Vermelho, ambos reconhecidamente de linha abertamente comunista e pró-PT. A falta de coerência é tanta que o site usou o logotipo de outra denominação (A Igreja Presbiteriana do Brasil), para ilustrar a nota. O site oficial da IPU está “em reforma” e não traz a nota na íntegra.

O outro aspecto determinante é o fato de membros do CONIC terem se manifestado abertamente contra o impeachment da presidente Dilma. No início deste ano, aceitaram fazer parte do “Conselhão”, manobra midiática do governo atual, que não tem poder real, mas vende a ilusão de um governo que ouve a todos os segmentos da sociedade.

Outro aspecto que mostra como o documento de 10 pontos segue uma pauta pré-agendada pelo governo é o ponto 7.

“A IPU alerta que os delatores da Operação Lava Jato são os mesmos que, na surdina e nos arranjos inescrupulosos deste e de governos de épocas anteriores, se locupletaram às custas do país e não tiveram escrúpulos e, mais uma vez, como os ratos que abandonam o navio prestes a submergir, buscam salvar a sua própria pele”.

Em suma, a Igreja condena os delatores, mas ignora que a maioria dos políticos presos são do PT e de partidos aliados (PP, PMDB). Convenientemente, em nenhum momento cita Dilma ou Lula.

Contudo, fica clara sua posição pró-ex-presidente no ponto 9: “não há nenhuma diferença entre levar qualquer investigado preso, mediante condução coercitiva, sem a devida intimação judicial prévia, quanto linchar um pobre jovem negro transgressor e amarrá-lo em um poste, em praça pública, buscando fazer “justiça com as próprias mãos”.

No caso, além de defender Lula, ataca o juiz Sérgio Moro com os mesmos argumentos dos sites pagos pelo PT para disseminar a contrainformação na internet.

Leia a íntegra da nota abaixo:

Da Igreja Presbiteriana:

O Conselho Coordenador da Igreja Presbiteriana Unida do Brasil – CC-IPU, tendo em vista o agravamento da crise política do país cujo ápice se deu com as recentes ações realizadas pela Operação Lava Jato, responsável pela investigação de políticos e empresários supostamente envolvidos em prática de crimes de corrupção, dirige-se aos presbitérios e igrejas a ela jurisdicionados e à sociedade brasileira em geral, em especial à classe política e aos operadores da justiça (Judiciário, Polícia Federal, OAB e Ministério Público) e faz o seguinte

PRONUNCIAMENTO:

1 – A IPU, igreja herdeira da Reforma Protestante, sempre pautará sua conduta pelos padrões de ética e justiça bíblicos e defende que a sociedade brasileira – sejam cristãos, seguidores de tradições religiosas não cristãs e os sem religião – tenha direito a viver em um país sob o império do estado de Direito, da justiça e da ética, sem distinção de classes, credos, raças ou qualquer outro padrão social convencionado;

2 – A IPU, igreja fundada em 1978, período obscuro da recente história brasileira, oriunda de um presbiterianismo que, de um lado, se aliou à ditadura militar e abraçou o estado autoritário, para dele também tirar proveito, negando o Pronunciamento Social da Igreja Presbiteriana de 1962, mas que, de outro lado, ofereceu mártires em defesa da causa dos pobres e das liberdades políticas, sempre será fiel às suas raízes e fará ecoar a voz profética da Justiça que deve correr como os ribeiros (Amós 5.24);

3 – A IPU defende o aprofundamento das investigações da Operação Lava Jato, que elas sejam simétricas, sem privilegiar ou discriminar quaisquer partidos políticos, buscando-se o alcance da justiça, aplicando-a a quem quer que seja (doa a quem doer), leve o tempo que levar, sempre sob os auspícios do estado de Direito, da lei e da serenidade que devem pautar os agentes públicos, em especial os operadores da justiça;

4 – A IPU condena, veementemente, o caráter midiático e teatral que os coordenadores da chamada Força Tarefa da Lava Jato têm dado antes, durante e após o cumprimento de cada fase da Lava Jato. Essa espetacularização de atividades meramente investigativas tem criado um caldo de cultura pernicioso, permeado pelo ódio ao que pensa diferente e que, caso não haja cautela da parte daqueles que conduzem tais investigações e da elite política deste país, poderá se degenerar e transformar nossas ruas em palcos de banhos de sangue;

5 – A IPU condena o vazamento seletivo de trechos de depoimentos, sejam de acusados, investigados ou delatores, sempre dirigidos, previamente, a alguns órgãos de comunicação que entregam um produto de conteúdo nem sempre imparcial e justo;

6 – A IPU coloca sob suspeição e alerta os membros de suas igrejas a verem com espirito crítico e com ceticismo conteúdos de delações premiadas que passam a ser tomados como sentenças condenatórias de agentes públicos, sem que tenha havido o devido processo penal, a produção de provas e o direito ao contraditório dos acusados;

7 – A IPU alerta que os delatores da Operação Lava Jato são os mesmos que, na surdina e nos arranjos inescrupulosos deste e de governos de épocas anteriores, se locupletaram às custas do país e não tiveram escrúpulos e, mais uma vez, como os ratos que abandonam o navio prestes a submergir, buscam salvar a sua própria pele;

8 – A IPU, com base no Pronunciamento das Igrejas Históricas contra a corrupção, por ela e por outras igrejas assinado e publicado em setembro de 2014, reitera que a corrupção que grassa em nosso pais vem de longa data e é filha de um sistema político mal articulado que sempre se pautou pela busca de financiamento privado de campanhas, transformando o Congresso Nacional em verdadeiro representante do poder econômico e não do povo, sendo que cerca de 70% de seus membros são representantes diretos de grandes grupos econômicos e financeiros, nacionais e estrangeiros, sediados no país;

9 – A IPU reitera que a verdadeira Justiça provém de Deus e que toda justiça humana é incompleta e imperfeita, mas deve ser permanentemente buscada, no entanto, não deve ser almejada a qualquer preço. Justiça a qualquer preço é justiçamento e, como tal, não há nenhuma diferença entre levar qualquer investigado preso, mediante condução coercitiva, sem a devida intimação judicial prévia, quanto linchar um pobre jovem negro transgressor e amarrá-lo em um poste, em praça pública, buscando fazer “justiça com as próprias mãos”;

10 – Como bem supremo, a justiça deve ser buscada, mas a IPU alerta o povo de Deus que nela se reúne: fuja da justiça dos hipócritas escribas e fariseus dos dias atuais (Mateus 5.20). Muitos desses são políticos que respondem a processos criminais e igualmente estão sob suspeição por práticas delituosas. Para buscar a justiça, desconfiem daqueles que, em nome dela, defendem a pena de morte, a redução da maioridade penal, a volta da ditadura militar e desrespeitam o direito das minorias, em especial negros, índios, homossexuais e adeptos de religiões não cristãs ou sem religião;

A IPU conclama o povo de Deus que nela se reúne para se colocar, permanentemente, em oração pela nossa pátria. Que ela seja, verdadeiramente, pátria de todos e de todas, onde o direito e a justiça corram como rio perene.


Fonte: Gospel Prime e Diário do Centro do Mundo

ISLAMISMO MONSTRUOSO - Al-Shabaab mata mais cristãos no Quênia


Al-Shabaab mata mais cristãos no Quênia
De acordo com notícias do Morning Star, mais uma vez o grupo extremista islâmico Al-Shabaab atacou cristãos de uma pequena vila costeira, deixando pelo menos quatro mortos e vários feridos. “Só no ano passado, esse grupo extremista matou pelo menos 147 estudantes da Universidade de Garissa. Os cristãos que vivem em regiões costeiras e no norte do Quênia estão enfrentando ataques cada vez mais brutais. O governo queniano não está conseguindo proteger os cidadãos e a situação piora a cada dia”, comenta um dos analistas de perseguição.
 
Como o 16º país da Classificação da Perseguição Religiosa de 2016, o Quênia tem apresentado um cenário devastador, mesmo tendo 80% da sua população cristã. “O problema é que a minoria muçulmana está no poder, então eles querem fazer uma limpeza étnica no país. A corrupção chegou a um nível alarmante e o governo tem alianças com grupos terroristas, como o caso do Al-Shabaab. O futuro da igreja no país é preocupante e os cristãos temem pelo que ainda virá”, diz o analista.
 
Por outro lado, a fé desses cristãos permanece firme e é digna de ser exemplo para muitos cristãos que sequer imaginam o que é ser perseguido por amor a Cristo. Em uma carta, uma cristã queniana escreve palavras de perdão para o Al-Shabaab, mostrando que sua fé está acima de sua dor: “Eu digo para todos vocês, militantes do Al-Shabaab, que mataram meus irmãos e irmãs cristãos: eu perdoo vocês. Sim, é isso mesmo. Da mesma forma que vocês encheram seus corações de ódio (assim como aquela multidão enfurecida fez há dois mil anos), eu vou encher meu coração com amor – como Jesus fez – porque vocês realmente não sabem o que fazem...eu não os odeio. Eu amo vocês.”

OLHA MAIS UM GOLPE DE RENAR CALHEIROS ORQUESTRADO CONTRA O BRASIL .

Pautas de JulgamentoImprimir
PROCESSO
MANDADO DE SEGURANÇA 22972
ORIGEM:   DF
RELATOR(A):   MIN. TEORI ZAVASCKI
REDATOR(A) PARA ACORDAO:  
IMPTE.(S):   JAQUES WAGNER
ADV.(A/S):   ALBERTO MOREIRA RODRIGUES
IMPDO.(A/S):   PRESIDENTE DA CÂMARA DOS DEPUTADOS
IMPDO.(A/S):   PRESIDENTE DA COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA E DE REDAÇÃO
IMPDO.(A/S):   PRESIDENTE DA COMISSÃO ESPECIAL
ADV.(A/S):   ADVOGADO GERAL DA UNIÃO
PAUTA TEMÁTICA
PAUTA:   P.20   SEPARAÇÃO DE PODERES E FEDERAÇÃO
TEMA:   PROCESSO LEGISLATIVO  
SUB-TEMA:   EMENDA CONSTITUCIONAL
OUTRAS INFORMAÇÕES
Data agendada:  16/03/2016  

TEMA DO PROCESSO
  1. Tema
    1. Trata-se de Mandado de Segurança, com pedido de medida cautelar, impetrado por Deputados Federais "contra atos da mesa da Câmara dos Deputados, da Comissão de Constituição e Justiça e de Redação e da Comissão Especial destinada a analisar e proferir parecer na Proposta de Emenda à Constituição nº 20-A, de 1995, que institui o 'parlamentarismo no país' (art. 202 do Regimento Interno da Câmara dos Deputados), representados esses órgãos por seus respectivos presidentes".

    2. Os impetrantes alegam que "os legisladores constituintes originários, ao estabelecerem que a forma e o sistema de governo seriam decididos através de plebiscito, na realidade excluíram do poder de reforma constitucional a decisão a respeito do tema, outorgando-a diretamente ao eleitorado, ou seja, ao povo". E que "a revisão constitucional (emenda constitucional ora vergastada) encontra-se vinculada à vontade popular manifestada no plebiscito realizado em 1993", no qual "a opção popular deu-se pela república e pelo presidencialismo". Alegam, ainda, ofensa ao princípio da separação dos poderes, visto que foi "admitida como constitucional a proposta de emenda tendente a abolir a forma republicana e o sistema presidencialista".

    3. O presidente da Câmara dos Deputados se manifestou pela denegação da segurança.

    4. O presidente da Comissão de Constituição e Justiça e de Redação informou que foi aprovado o parecer do relator pela admissibilidade da Proposta de Emenda Constitucional nº 20-A/95.

    5. O presidente da Comissão Especial informou que "os pressupostos constitucionais de admissibilidade da matéria vieram aprovados e autorizados por decisão da Comissão de Constituição e Justiça e de Redação". Informou, ainda, que "o estudo preliminar do substitutivo do relator [...] propõe a adoção de um sistema 'presidencialismo participativo'".

    6. Em 18/12/1997, o ministro relator indeferiu o pedido de medida cautelar.
  2. Tese
    PROCESSO LEGISLATIVO. PROPOSTA DE EMENDA CONSTITUCIONAL QUE ESTABELECE O PARLAMENTARISMO COMO SISTEMA DE GOVERNO. ALEGAÇÃO DE OFENSA À SOBERANIA POPULAR E AO PRINCÍPIO DA SEPARAÇÃO DE PODERES. PROPOSTA DE EMENDA CONSTITUCIONAL Nº 20-A, DE 1995. ADCT, ART. 2º. CF/88, ARTS. 1º, PARÁGRAFO ÚNICO, 14, E 60, § 4º.

    Saber se é possível a deliberação sobre Proposta de Emenda Constitucional que institua o parlamentarismo como sistema de governo.

  3. Parecer da PGR
    Pela concessão do Mandado de Segurança.
  4. Informações
    Processo incluído em pauta de julgamento publicada no DJE em 14/08/2015.
    o ministro relator indeferiu o pedido de medida cautelar.
    Impedido o Exmo. Sr. Ministro Dias Toffoli.
http://www.stf.jus.br/portal/pauta/verTema.asp?id=95860