sexta-feira, 25 de julho de 2014

EU TENHO ALERTADO A ANOS - Exclusivo: documentos da CIA, FBI e PF mostram como age a rede do terror islâmico no Brasil

Eu tenho  alertado  a  anos  sobre  esse tema , pois  os  islâmicos  estão trabalhando como  formigas  por  debaixo  da  terra ,  e  quando menos  esperarem  eles  vão  aparecer  aos montões. 

Eu (BISPO ROBERTO TORRECILHAS) tenho  alertado a  anos  .


A Polícia Federal tem provas de que a Al Qaeda e outras quatro organizações extremistas usam o país para divulgar propaganda, planejar atentados, financiar operações e aliciar militantes

O terrorista Osama bin Laden, líder da Al Qaeda
O terrorista Osama bin Laden, líder da Al Qaeda (Divulgação/AFP)
Khaled Hussein Ali nasceu em 1970, no leste do Líbano. Seguidor da corrente sunita do islamismo, prestou serviço militar. Depois, sumiu. No início dos anos 90, reapareceu em São Paulo. Casou-se e teve uma filha. Graças a ela, obteve, em 1998, o direito de viver no Brasil. Mora em Itaquera, na Zona Leste paulistana, e sustenta sua família com os lucros de uma lan house. Ali leva uma vida dupla. É um dos chefes do braço propagandístico da Al Qaeda, a organização terrorista comandada pelo saudita Osama bin Laden. De São Paulo, o libanês coordena extremistas em dezessete países. Os textos ou vídeos dos discípulos de Bin Laden só são divulgados mediante sua aprovação. Mais: cabe ao libanês dar suporte logístico às operações da Al Qaeda. Ele faz parte de uma rede de terroristas que estende seus tentáculos no Brasil.
Tratado como “Príncipe” por seus comparsas, Ali foi seguido por quatro meses pela Polícia Federal, até ser preso, em março de 2009. Além das provas de terrorismo na internet, a Polícia Federal encontrou no computador de Ali spams enviados aos Estados Unidos para incitar o ódio a judeus e negros. Abordado por VEJA, Ali negou sua identidade. Esse material, no entanto, permitiu que a Polícia Federal o indiciasse por racismo, incitação ao crime e formação de quadrilha. Salvou-se da acusação de terrorismo porque o Código Penal Brasileiro não prevê esse delito. O libanês permaneceu 21 dias preso. Foi liberado porque o Ministério Público Federal não o denunciou à Justiça. Casos como o de Ali alimentam as divergências do governo americano com o Brasil.
Há dois meses, VEJA teve acesso a relatórios da PF sobre a rede do terror no Brasil. Além de Ali, vinte militantes da Al Qaeda, Hezbollah, Hamas e outros dois grupos usam ou usaram o Brasil como esconderijo, centro de logística, fonte de captação de dinheiro e planejamento de atentados. A reportagem da revista também obteve os relatórios enviados ao Brasil pelo governo dos EUA. Esses documentos permitiram que VEJA localizasse Ali e outros quatro extremistas. Eles vivem no Brasil como se fossem cidadãos comuns. Embora seja autora das investigações, a PF assume um comportamento ambíguo ao comentar as descobertas de seu pessoal. A instituição esquiva-se, afirmando que “não rotula pessoas ou grupos que, de alguma forma, possam agir com inspiração terrorista”. Esse discurso dúbio e incoerente não apenas facilita o enraizamento das organizações extremistas no Brasil como cria grandes riscos para o futuro imediato.

Leia a reportagem completa na edição de VEJA desta semana, que já está nas bancas

É ISSO QUE O PT APOIA -- Centenas de milhares de iranianos marcham em protesto contra Israel


Centenas de milhares de iranianos marcham em protesto contra Israel
Centenas de milhares de iranianos tomaram nesta sexta-feira (25) as ruas em Teerã e outras cidades do país para comemorar o Dia de Al Quds (Jerusalém) em uma mostra de apoio ao povo palestino e de condenação do que consideram um "massacre" realizado por Israel na Faixa de Gaza.
"Morte a Israel!" e "Morte à América!", foram alguns dos gritos mais escutados em uma manifestação pacífica que começou no começo da manhã nas ruas de Engelab e Keshabars, e que se dirigiu para a Universidade de Teerã, onde terminou com a realização do principal sermão do meio-dia da sexta-feira.
Os manifestantes levavam cartazes com slogans como "Palestina é uma parte inseparável do mundo islâmico", "Deixem de matar as crianças de Gaza", "Deus maldiga o povo dos impiedosos', ou "66 anos de Genocídio", em referência à idade do Estado de Israel.
Vários manifestantes também levavam bonecos caricaturizando o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, com aspecto maligno e sangue caindo de sua boca.
Algumas mulheres, vestidas com o conservador chador preto que cobre seu corpo totalmente, levavam bonecos de bebês manchados com pintura vermelha e enrolados em uma kufiya (lenço árabe símbolo da causa palestina), para protestar pela morte de centenas de crianças na última ofensiva israelense.
Nos últimos 18 dias, os ataques israelenses causaram a morte de mais de 800 palestinos e ferimentos em mais de 5 mil, a maioria deles civis e muitos menores, na operação militar Limite Protetor contra a Faixa.
Também morreram um tailandês e 36 israelenses, 34 deles militares, durante a operação ou devido aos foguetes lançados pelas milícias palestinas contra território israelense.
"Isto é o mínimo que podemos fazer, o povo de Gaza e Palestina estão muito oprimidos perante a arrogância e nós estamos aqui hoje para expressar que os defendemos", disse à Agência Efe Fateme Nayeb Zadeh, uma manifestante de cerca de 50 anos.
O clérigo e professor universitário Mehdi Mohebzadeh assinalou que foi à manifestação para "apoiar a luta com o regime usurpador sionista e o falso regime racista israelense" e para "defender o povo oprimido da Palestina e o grande objetivo que é a libertação da nobre Al Quds".
"São uns desumanos", diz outra iraniana que afirma que veio "para defender os palestinos oprimidos, seguindo a palavra do líder supremo (aiatolá Ali Khamenei)" e se declara estar "muito preocupada" com os ataques diários e a incursão militar israelense terrestre na região.
As manifestações de hoje foram realizadas em mais de 770 povoados e cidades iranianas, e nelas participaram milhões de pessoas, segundo a agência estatal Irna.
Este ano, o presidente iraniano, Hassan Rohani, assim como outros líderes políticos e religiosos tinham pedido ao povo para participar maciçamente nos atos do Dia de Al Quds, para mostrar sua condenação ao sangrento ataque contra Gaza e denunciar a falta de ação da comunidade internacional para pôr fim à violência.
Rohani pediu a Israel que ponha fim à ofensiva - que qualificou de desumana e genocídio - e que retire o bloqueio a Gaza, assinalando que as armas "não podem ajudar por mais tempo o regime sionista a continuar a ocupação de terras palestinas", informou a Irna.
"A grande paticipação nas manifestações do Dia de Al Quds é uma promessa da inevitável vitória da nação palestina", avaliou Marzie Afjam, porta-voz do Ministério das Relações Exteriores.
Os palestinos, acrescentou, não têm outra escolha mais que resistir às forças de ocupação até que chegue "a libertação de Jerusalém" e a consecução de seus direitos.
Tanto muçulmanos como não muçulmanos devem apoiar sua causa e mostrar sua solidariedade contra o regime sionista, opinou.
O Dia de Al Quds é comemorado no Irã desde 1979, quando o líder da revolução islâmica, o aiatolá Ruhollah Khomeini, após assumir o poder, declarou que este dia seja celebrado a cada ano coincidindo com a última sexta-feira do mês do Ramadã.

Comunidade judaica faz ato em SP pelo direito de Israel se defender

Ato da comunidade judaica a favor da paz e pelo direito de Israel se defender reuniu ao menos 600 pessoas, segundo estimativa da Polícia Militar, na noite desta quinta-feira (24), na região central de São Paulo.

Durante todo o ato, o advogado Pérsio Bider, integrante da JJO, insistia em deixar claro que não se tratava de um ato político, mas a favor da paz. “Nossos atos não são nada políticos, nada religiosos. E este ato já havia sido marcado previamente, mas acabou coincidindo”, ressaltou Bider, referindo-se ao imbróglio diplomático envolvendo as chancelarias de Brasil e Israel.
Convocado pela Juventude Judaica Organizada (JJO) e pela Federação Israelita do Estado de São Paulo, o evento foi realizado na Praça Cinquentenário de Israel, em Higienópolis. As vias no entorno da pequena praça foram bloqueadas para o trânsito pela Polícia Militar e por agentes da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET).
Depois do ato, os organizadores deixaram claro que o governo brasileiro errou ao não dispensar o mesmo tratamento aos dois lados do conflito: israelenses e os terroristas do Hamas. No entender de Persio Bider, o governo, inclusive, estaria “importando o conflito” para o Brasil.
“É uma situação que preocupa bastante, pincipalmente porque, infelizmente, o Planalto não quer ter o conhecimento necessário dos dois lados do conflito. Foi uma situação totalmente unilateral, que condena Israel, mas não condena o Hamas. Então, para a gente é muito triste, pelo fato de que o Brasil está importando o conflito para cá. E a gente não precisa que importe conflito. Nós vivemos em paz aqui, judeus e árabes”, justificou.
O advogado considera que é o Brasil que age de maneira desproporcional ao tratar Israel de forma distinta com que lida com o Hamas. A diplomacia brasileira condenou o uso desproporcional da força por Israel em Gaza.

“Eu vejo como desproporcional como o Brasil trata o conflito entre Israel e a Palestina. Na verdade, não é entre Israel e Palestina, isso que tem de ficar muito claro. É entre Israel e Hamas, um grupo terrorista que prega a destruição dos judeus. Infelizmente, o governo brasileiro errou muito e nós somos muito críticos em relação a isso, porque eu sou brasileiro, não sou israelense. Errou por quê? Porque tem de ouvir as duas partes. Desproporcional é como eles estão tratando esse tema”, concluiu.
Persio Bider, da Juventude Judaica Organizada (Foto: Marcelo Mora/G1)Persio Bider, da Juventude Judaica Organizada
(Foto: Marcelo Mora/G1)
Henry Gherson, assessor executivo da federação israelita de São Paulo, também cobrou maior equidade por parte do Brasil ao tratar com os dois lados do conflito.
“Se posicionando contra Israel e contra as ações israelenses, o Brasil ignorou completamente o grupo terrorista Hamas, ignorou as suas ações, ignorou toda a sua tática de guerra, que é colocar civis na linha de fogo, para morrerem e mostrar na mídia depois. Que as críticas feitas a Israel também sejam feitas ao Hamas. A gente sabe que toda guerra tem lados errados dos dois lados, mas é muito estranho que um país ignore um grupo terrorista, que em seu estatuto diz que quer destruir o estado judaico, e o Brasil ignora isso”, afirmou.

Segundo ele, Israel busca principalmente uma resolução pacífica do conflito. “Israel quer a paz, o povo judeu quer a paz e a nossa manifestação e de todas as comunidades judaicas no Brasil é para isso. Israel aceitou três cessar-fogo; o Hamas, não”, completou.

Confederação Israelita do Brasil
Por meio de nota, a Confederação Israelita do Brasil (Conib) manifestou nesta quinta-feira sua indignação com a posição do Ministério das Relações Exteriores, “na qual se evidencia a abordagem unilateral do conflito na Faixa de Gaza, ao criticar Israel e ignorar as ações do grupo terrorista Hamas”.

Segundo a Conib, “fatos inquestionáveis demonstram os inúmeros crimes cometidos pelo Hamas, como utilização de escolas da ONU para armazenar foguetes, colocação de base de lançamentos de foguetes em áreas densamente povoadas e ao lado de hospitais e mesquitas”.

No comunicado, a confederação exortou”o governo brasileiro a pressionar o Hamas para que se desarme e permita a normalização do cenário político palestino” e lamentou “o silêncio do Itamaraty em relação à política do Hamas de construir túneis clandestinos, em vez de canalizar recursos para investir em educação, saúde e bem-estar da população na Faixa de Gaza”.
Para a Conib,  a nota do Ministério das relações exteriores desta quarta-feira “só faz aumentar a desconfiança com que importantes setores da sociedade israelense, de diversos campos políticos e ideológicos, enxergam a política externa brasileira”.

'7a 1 é desproporcional'
O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores de Israel, Yigal Palmor, rebateu em entrevista ao Jornal Nacional, exibida na noite desta quinta-feira, as críticas feitas pelo governo brasileiro deuso "desproporcional" da força israelense na Faixa de Gaza.
Ele ironizou a declaração do Brasil e fez referência à derrota sofrida pela seleção brasileira por 7 a 1 em partida contra a Alemanha na semifinal da Copa.
"A resposta de Israel é perfeitamente proporcional de acordo com a lei internacional. Isso não é futebol. No futebol, quando um jogo termina em empate, você acha proporcional e quando é 7 a 1 é desproporcional. Lamento dizer, mas não é assim na vida real e sob a lei internacional", disse Palmor.
Na quarta (23), em nota oficial, o governo brasileiro classificou de "inaceitável" a escalada da violência na Faixa de Gaza e informou que chamou o embaixador em Tel Aviv "para consulta".
A medida diplomática de convocar um embaixador é excepcional e tomada quando o governo quer demonstrar o descontentamento e avalia que a situação no outro país é de extrema gravidade.
Nesta quinta, o jornal "The Jerusalem Post" publicou reportagem na qual Yigal Palmor questiona a retirada do embaixador e chama o Brasil de "anão diplomático".
Em reação, o ministro das Relações Exteriores do Brasil, Luiz Alberto Figueiredo, afirmou que, se existe algum "anão diplomático", o Brasil não é um deles.
Há muitos contatos diplomáticos sendo feitos [sobre cessar-fogo]. Infelizmente o Brasil não faz parte. O Brasil se afastou de todos os movimentos diplomáticos ao convocar seu embaixador"
Yigal Palmor, porta-voz do Ministério das Relações Exteriores de Israel
Em entrevista à TV Globo, Yigal Palmor afirmou ainda que desproporcional seria deixar "centenas de pessoas mortas nas ruas de Israel".
Quase 800 palestinos, incluindo mulheres e crianças, e mais de 30 israelenses, entre estes 29 soldados, morreram em duas semanas de ofensiva de Israel contra a Faixa de Gaza.
O porta-voz destacou que o que desequilibrou o número de mortos na guerra foi o sistema antimísseis do país.
"A única razão para não termos centenas de mortos nas ruas de Israel é termos desenvolvido um sistema antimíssil e não vamos nos desculpar por isso. Se não tivéssemos esse sistema haveria centenas de pessoas mortas nas ruas de Israel. Isso seria considerado proporcional?", questionou.
Ao ser perguntado sobre se Israel vê possibilidade de um cessar-fogo com a iniciativa de discussão liderada pelos Estados Unidos, o porta-voz voltou a alfinetar o Brasil.
"Há muitos contatos diplomáticos sendo feitos. [...] Infelizmente o Brasil não faz parte. O Brasil se afastou de todos os movimentos diplomáticos ao convocar seu embaixador. Mas há outros países envolvidos. Um dia desses vai haver um cessar-fogo. A questão é saber quantas pessoas vão pagar com suas vidas pela teimosia e extremismo do Hamas."

Ataque contra escola
Disparos contra uma escola da ONU em Beit Hanoun, norte da Faixa de Gaza, deixaram mortos nesta quarta. A escola abrigava vários palestinos refugiados, disse o porta-voz do ministério da Saúde de Gaza, Ashraf al-Qidra.
A autoria do ataque ainda é incerta. O governo palestino o chamou de "brutal agressão israelense". Israel, no entanto, disse que está analisando o que aconteceu e que um foguete do Hamas pode ter causado as mortes.

FONTE . G1.COM.BR