domingo, 11 de dezembro de 2016

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OS MELHORES LOUVORES DE ADORAÇÃO 2016

"Minha crença me salvou", diz goleiro que recusou a Chapecoense por causa da religião

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O goleiro Vítor Ressurreição acredita ter ganhado uma segunda chance na vida. Ele esteve muito perto de ser vendido à Chapecoense no início do ano, mas recusou se transferir a Santa Catarina por razões religiosas.

Membro da Igreja Adventista do Sétimo Dia, ele não poderia treinar nem jogar aos sábados, dia que considera ser reservado apenas a atividades religiosas ou familiares. Como o clube não aceitou essa condição, o negócio foi desfeito.

No fim de novembro, o avião que levava a Chapecoense a Medellin caiu matando 71 pessoas, na maior tragédia da história do futebol brasileiro.

"Meus amigos não entenderam a minha decisão", disse o goleiro, que hoje tem contrato com o modesto PSTC Procopense, do Paraná. "Muitos diziam que eu era maluco. Familiares achavam que eu tinha desperdiçado a melhor chance da minha carreira, que era o fim dela. Mas nessa última semana, com esse desastre, muitos entenderam e aceitaram minha fé."

"De alguma forma, minha crença em Deus acabou me livrando do desastre. Se eu tivesse aceitado abdicar de minha fé, eu poderia ter estado lá naquele avião. Minha família, meus dois filhos e minha esposa estariam chorando hoje. Tive uma segunda chance."

Em 2015, ele tinha sido destaque do acesso do Londrina à Serie B do Brasileiro e apontado como o melhor jogador da competição. O convite da Chape parecia irrecusável: além de uma promoção à elite do Nacional, o salário seria quatro vezes maior. Por causa da questão dos sábados, Vítor, além de não fechar com os catarinenses, teve o contrato não renovado com o Londrina.

Ficou seis meses parado em Salvador, se dedicando a outras atividades e a sua religião. Até que dirigentes do PSTC entraram em contato e aceitaram a condição do goleiro de não trabalhar aos sábados. Do interior paranaense, Vítor, de 31 anos, deu o seguinte depoimento ao UOL Esporte:

Minha obediência a Deus acabou me poupando
Depois do acidente, meu pai, que é católico, foi o primeiro a me ligar de manhã cedo. Ele dizia: "Graças a Deus que você está vivo!" A família toda ficou muito abalada. Eles entenderam que passou muito próximo. Mas de alguma forma ficaram gratos porque isso não atingiu de forma mais forte a nossa família.

Se dependesse de meus tios e primos eu estaria lá com a Chapecoense. Se eles pudessem me influenciar de alguma forma eu estaria lá. E eu realmente estaria lá se o clube tivesse aceitado minha crença, mas não aceitaram.

Deus tem um plano de vida para cada um. Naquele momento ele me pressionou a não aceitar a proposta. É complicado falar que foi por isso que eu fui salvo porque tem muitas pessoas que estavam lá no avião e também buscavam a Deus. Mas eu tive uma segunda chance. Sempre fui obediente a Deus e de alguma forma essa obediência acabou me poupando.

Sábado é dia de família, mesmo em conflito com o futebol
Eu conheci a religião adventista há 12 anos através da minha mulher. Comecei a frequentar a igreja e sempre a questão do sábado me pegava porque ia de encontro à minha profissão. Foi um processo de 12 anos até a decisão pelo batismo.
Imagem redimensionadaNo Londrina, assim que eu cheguei das minhas férias conversei com treinador sobre isso e ele pediu um tempo pra pensar porque ele nunca tinha lidado com algo assim. A questão do sábado era a mais latente, cada vez me incomodava mais não estar guardando-o.

O sábado é o quarto mandamento de Deus. Quem é cristão e conhece a Bíblia sabe disso. Esse mandamento diz que sábado é um dia maravilhoso, um dia pra descansar, estar com a família. É o dia que o adventista mais trabalha, mas não pra ganhar dinheiro. Ele se liga a Deus, vai à igreja... É como se fosse um domingo pro católico, as pessoas cantam, vão visitar os hospitais, orfanatos.

Era uma grande verdade que eu tinha conhecido e gerava esse conflito. Quando você sabe uma verdade você pode negá-la e viver na mentira, mas eu não queria viver na mentira.

A proposta da Chape era quatro vezes melhor financeiramente
Minha base foi no Vitória, passei pelas seleções brasileiras de base sub-16 e sub-17. Joguei com o Diego, que hoje está no Flamengo, o Marcelo Lomba era meu reserva da seleção. Fiquei perambulando por alguns clubes, fui pro Londrina, mostrei meu valor, fui reconhecido pelo meu trabalho, ganhamos título estadual, três acessos praticamente seguidos. Tive títulos individuais, como o melhor jogador da Série C, e por isso houve a proposta da Chapecoense.

Financeiramente era quatro vezes melhor. Minha família é católica, eu fui criado em colégio de freira, só depois que conheci a Igreja Adventista. Essa situação, essa minha segunda chance que Deus me deu, abriu os olhos para algumas coisas que são importantes além de carreira e sucesso. Existe um Deus que sabe de tudo e está no controle de tudo.

Fonte: UOL

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