sábado, 11 de agosto de 2012

Padre que chamou evangélicos de “otários”, elogia pastor Marco Feliciano e critica governo por incentivo a instituições pró-aborto. Assista


No programa Parresia, o padre Paulo Ricardo Azevedo Junior criticou a distribuição de verbas por parte do governo federal a instituições que trabalham pela legalização do aborto.
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Padre que chamou evangélicos de “otários”, elogia pastor Marco Feliciano e critica governo por incentivo a instituições pró-aborto. AssistaPadre Paulo Ricardo é conhecido entre os evangélicos pelo vídeo em que critica abertamente os protestantes, classificando-os como “otários e orgulhosos”.
Porém, neste vídeo, o padre menciona o deputado federal João Campos (PSDB-GO), presidente da bancada evangélica, e também o pastor e deputado federal Marco Feliciano (PSC-SP), durante a leitura de um requerimento elaborado pela Frente Parlamentar Evangélica, que cobra explicações do governo federal a respeito da distribuição de verbas para instituições pró-aborto.
-Gostaria de mencionar o valoroso pastor Marco Feliciano, que tem batalhado muito. Parabéns, pastor! Deus o abençoe – afirmou o padre, em reconhecimento ao trabalho desenvolvido pelo parlamentar.
Assista no vídeo abaixo, o comentário do padre Paulo Ricardo Azevedo Junior sobre a política de financiamento de instituições pró-aborto, por parte do governo federal:
Redação Gospel+

Em carta, arcebispo de Campinas pede que fiéis não votem em quem defende o aborto

O arcebispo metropolitano de Campinas (a 94 km de São Paulo), dom Airton José dos Santos, orienta, em carta enviada os fiéis a não votar em candidatos que defendam o aborto.



O material, direcionado a paróquias e comunidades de católicos, foi divulgado no começo do mês. Para dom Airton José dos Santos, “o aborto não é uma questão religiosa, é uma questão da sociedade”.

Na carta, dom Airton, que assumiu a arquidiocese em abril, escreveu que a escolha dos votos, tanto para prefeito quanto para vereador, deve ser feita analisando se o candidato tem um compromisso com a vida “desde sua concepção”.

Além do aborto, a carta orienta sobre valores como honestidade, competência, transparência, vontade de servir o bem comum, entre outros itens, importantes para “um bom discernimento sobre os candidatos”, segundo ele.

Ainda segundo o texto, dom Airton convoca o cidadão, cristão leigo, a participar de debates e reflexões sobre os programas dos candidatos e orienta que os espaços da comunidade ou paróquia não privilegiem nenhuma sigla partidária.

Candidatos

Quatro dos sete candidatos à Prefeitura de Campinas falaram sobre o assunto, sendo que apenas a candidata Silvia Ferraro (PSTU), única mulher que disputa a liderança da cidade, é favorável à descriminalização do aborto.

Para Silvia, o tema deve ser tratado como uma questão de saúde pública e não como questão política ou religiosa.

“Defendo a vida das mulheres que estão morrendo por serem obrigadas a buscar clínicas clandestinas para a realização do procedimento. Hoje, no Brasil, a estimativa é de que uma em cada 1.000 mulheres que fazem aborto morram por ano em procedimentos realizados em condições totalmente inadequadas. Por isso sou favorável a descriminalização do aborto”, disse.

A candidata ainda considerou a carta uma hipocrisia da parte da Igreja Católica. “A igreja condena inclusive o uso de métodos contraceptivos. Eu defendo a vida das mulheres e quero educar a população e distribuir os métodos em toda a rede pública, inclusive a pílula do dia seguinte”, disse.

Os outros três candidatos que atenderam à reportagem demonstraram-se favoráveis à opinião do arcebispo. “Eu sou médico parteiro e como tal sou a favor do parto e absolutamente contra o aborto. Não faço e nunca fiz aborto”, disse o candidato à reeleição Pedro Serafim (PDT).

Jonas Donizette (PSB), que lidera as pesquisas, além de ser contra o aborto, elogiou a iniciativa da igreja. “Eu achei a orientação muito boa e concordo plenamente com a opinião do arcebispo”, afirmou.

"Pessoalmente, sou a favor da vida. A legislação sobre o tema é federal, e como prefeito, nesta e em outras matérias, cumprirei o que determina a lei neste e em outros temas de saúde pública", disse o candidato Marcio Pochmann (PT).

Procurados, os outros três candidatos José Ferreira Campos Filho (PRTB), Rogério Menezes (PV) e Arlei Medeiros (PSOL) não comentaram o assunto.

Fonte: UOL

Cristãos que acreditam na Bíblia são chamados de idiotas e extremistas

Cristãos que acreditam na Bíblia são chamados de idiotas e extremistas
Os cristãos do Reino Unido estão revoltados após terem sido chamados de “extremistas” e “idiotas” por acreditarem no criacionismo descrito na Bíblia.
Cristãos que acreditam na Bíblia são chamados de idiotas e extremistasDe acordo com o Instituto Cristão do Reino Unido, a rede de TV BBC admitiu que o apresentador Jeremy Paxman ofendeu os cristãos, mas que essa opinião é pessoal.
Paxman fez essas declarações durante uma entrevista como o famoso biólogo ateu Richard Dawkins durante o programa BBC Newsnight. Durante a conversa em frente às câmeras, Dawkins declarou que a história da criação bíblica é apenas um mito conhecido, mas ressaltou que, nos Estados Unidos, 40% das pessoas acreditam que a história da criação descrita em Gênesis é literal e verdadeira.
“Eles provavelmente acham que a esposa de Ló foi transformada numa estátua de sal”, acrescentou. Logo em seguida, Paxman perguntou: “Você realmente se importa que haja tanta gente idiota por aí? Dizendo bobagens religiosas e dizendo acreditar em num Gênesis literal…”
Embora admita que as observações do apresentador foram ofensivas, o canal BBC rejeitou a ideia que Paxman violou as regras de imparcialidade e diz que ele não sofrerá nenhuma punição. Em nota oficial, a assessória da BBC reconhece que os comentários “eram ofensivos para algumas pessoas da audiência e que não havia nenhum propósito editorial claro para serem usados no Newsnight”.
O Instituto Cristão também reclama que os evangélicos britânicos estão preocupados por terem sido classificados como “extremistas”, e comparados aos muçulmanos radicais.
EM uma matéria recente, o jornal The Guardian falava sobre o veto de novas escolas sustentadas por grupos religiosos, o Conselheiro Alan Judd escreveu: “Proibir os crentes de fundarem novas escolas poderia excluir um grande número de pessoas capazes, bem-intencionadas e experientes que podem fazer muito para elevar os níveis da educação. O problema é como sempre, quando isso é levado ao extremo, quer sejam cristãos evangélicos , muçulmanos ou judeus radicais. Tais pedidos necessitam de um exame cuidadoso pois não deve haver crenças religiosas e ideológicas nas escolas… As crianças devem ser capazes de participar de uma sociedade mais ampla, sem ter seus horizontes estreitados pelo fundamentalismo”.
O motivo da reclamação é que nessas escolas, as origens do universo seriam ensinadas a partir de uma visão religiosa e não científica. O veto insinua que a educação religiosa é uma doutrina que contraria várias teorias científicas, entre elas a evolução.
Steve Clifford, diretor executivo da Aliança Evangélica, disse que “é errado e preocupante que algumas Conselheiro do governo classifique os evangélicos de extremistas. Há aproximadamente dois milhões de evangélicos no Reino Unido, esta é a porção da igreja que mais cresce em todo o mundo. Eles levam sua fé a sério, mas isso não os torna extremistas.”
Traduzido de God Discussion

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