quinta-feira, 18 de junho de 2009

Vitória da bancada evangélica no Congresso Nacional

Assessores atentos frustram tentativas do governo e aliados LGBT de avançar agenda gay debaixo dos panos


A bancada evangélica, com a ajuda de assessores atentos, passou a perna em quem queria passar a perna no Brasil. A vitória da bancada evangélica foi noticiada no jornal esquerdista Folha de S. Paulo, que relatou, em sua própria versão: “A recente tramitação no Congresso do projeto que criou o Ministério da Pesca escondeu uma batalha em que a Frente Parlamentar Evangélica se saiu vitoriosa — e rendeu críticas ao governo por parte de grupos de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (LGBT)”.

A versão da Folha, intitulada “Bancada evangélica emperra projetos de gays no Congresso”, errou, pois o projeto não era nem é de gays. É só de peixes. A bancada evangélica não emperrou o projeto, mas apenas o esquema gay que foi introduzido no projeto. Por que motivo enfiaram concessão de cargos para ativistas homossexuais no meio de um projeto de pescaria é uma boa pergunta. A versão amortecedora da Folha foi tão favorável às intenções do governo que ganhou destaque no site oficial do PT.

Como é que o PT não ia ficar contente? A matéria citou até Luiz Mott, aliado de Lula e o maior ativista gay do Brasil, acusado de apoio ao sexo com menores e que ameaçou líderes pró-família, postando descaradamente o endereço residencial deles na internet. Nesse golpe baixo, Mott não poupou nem mesmo Julio Severo.

A Folha nada viu de estranho ou anormal na introdução sorrateira de favorecimentos à agenda gay dentro de um projeto relativo ao Ministério da Pesca e ainda lamentou, na voz de um entrevistado:

O responsável pelas políticas LGBT na Secretaria de Direitos Humanos, Eduardo Santarelo, reconhece que as expressões relativas ao grupo foram retiradas por pressão dos evangélicos. “Qualquer menção no projeto de lei que tivesse a questão LGBT e o combate à homofobia, eles cortaram. Teve-se que negociar para aprovar o projeto como um todo”, disse ele.

O que a Folha está insinuando? Que o certo seria deixar o esquema gay escondidinho num projeto sobre pesca? Que é natural e normal que políticas de pesca dêem prioridade ao combate à “homofobia”? Afinal, o que é que os peixes têm a ver com a imposição da agenda gay na sociedade humana?

Depois, a mídia brasileira se queixa de que está perdendo seus leitores e telespectadores e reclama também dos blogs, onde o leitor não fica dependente do jornalismo-capacho, que submete a verdade ao capricho de censores ideológicos ou torce sua apresentação para agradar a um governo que investe bilhões na mídia com o propósito exclusivo de elevar sua popularidade. Como uma mídia que recebe tanto dinheiro do governo o incomodará com notícias desfavoráveis, mas verdadeiras e necessárias?

Se a imprensa cumprisse seu papel de relatar as notícias do jeito que são, não do jeito que quer, a existência de blogs seria desnecessária. A existência de blogs é um atestado da insatisfação do povo com as “notícias oficiais e oficialmente omissoras”.

Portanto, muito diferente da omissão da mídia brasileira e da matéria amortecedora da Folha, pude no Blog Julio Severo tratar do assunto de forma bem honesta e sincera no meu conhecido artigo “O peixe é a isca: projeto de lei sobre pesca vira “peixe-de-tróia” da agenda gay”, que denunciou para todo o Brasil o que estava acontecendo debaixo dos panos. Parte da minha denúncia diz:

Algo está cheirando a peixe podre no governo do rei Lula. Como se já não bastassem os cavalos-de-tróias para promover leis anti-“homofobia”, agora o PT criou o “peixe-de-tróia”. Está tramitando no Congresso Nacional o PL 3960/2008, de autoria do Poder Executivo, o qual dispõe sobre o Ministério da Pesca e Aquicultura.

Aparentemente, a intenção original do projeto era lidar apenas com peixes. Mas então, políticos petistas tiveram a inspiração de sequestrá-lo para outro objetivo. Afinal, quem é que desconfiaria que a agenda gay poderia vir embutida numa legislação sobre peixes? Foi com tal inspiração que a deputada Irini Lopes (do PT do Espírito Santo) apresentou a emenda 34 ao PL 3960/2008.

Normalmente, a emenda de um projeto de peixes deveria tratar apenas de peixes. Contudo, a emenda 34, conforme o Dr. Paulo Fernando de Melo explica, estabelece “o Conselho Nacional com inúmeros cargos para gays, bissexuais, travestis e transexuais, equiparando-o aos Conselhos da Criança e do Adolescente, ao Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa Portadora de Deficiência e ao Conselho Nacional dos Direitos do Idoso”.

Não é malandragem política seqüestrar um projeto sobre pesca, tornando-o hospedeiro de um esquema ideológico parasitário? Em vez de intitular imparcialmente de “Bancada evangélica frustra manobra gay no Congresso”, ou “Bancada evangélica frustra esquema gay dentro de projeto sobre pesca”, ou outro título objetivo e imparcial, a Folha de S. Paulo preferiu deixar de fora a sujeira da maquinação e tratar o assunto a partir do ângulo dos oportunistas perdedores, ao dizer: “Bancada evangélica emperra projetos de gays no Congresso”. Não deveria então a bancada evangélica, e todas as outras bancadas, emperrar tão sórdida maquinação?

O importante agora é que, quer os oportunistas gostem ou não, quer o governo Lula goste ou não, quer os extremistas LGBT gostem ou não, quer a imprensa esquerdista goste ou não, a vitória sobre as tramas, a vitória sobre as mentiras, a vitória sobre as forças ocultas bem financiadas, a vitória sobre o peixe-de-tróia foi total contra a agenda gay.

Contudo, não houve vitória nenhuma contra outras agendas, porque, conforme informa a Folha, o projeto estabelece que o Ministério da Pesca terá “uma comissão enrustida: o Conselho contra Discriminação”. Esse foi o único ponto da matéria inteira que mais se aproximou de algo que dava levemente para se reconhecer como “trama”. O Dicionário Michaelis diz que o termo “enrustido” se refere “àquele que não assume sua condição”, e o Dicionário Aurélio é mais ousado, dizendo que esse termo significa “homossexual não assumido”. Por que então a Folha não disse logo que o projeto sobre pescaria era na verdade um “projeto homossexual não assumido”? Porque é norma dos tramadores na política e na mídia não deixar suas obras ocultas “saírem do armário”.

Muito diferente da Folha, cuja matéria saiu com destaque no site oficial do PT, quando a turma petista e LGBT ler meu artigo, pode ter certeza de que eles não pensarão em postá-lo no site do PT!

A bancada evangélica conseguiu tirar do endinheirado bonde anti-discriminação enrustido somente os oportunistas gays. Os outros oportunistas conseguiram pegar carona no peixe-de-tróia. Promotores da “cultura” afro-brasileira (título politicamente correto que em grande parte acoberta pais-de-santo) terão elevados cargos, com direito de promover sua “cultura”, á custa dos peixes, que terão de pagar salários milionários para ativistas anti-discriminação que vivem de sugança dos recursos públicos. É melhor você crer nessa piada dos peixes pagando a conta de tudo, para não sentir a dor no seu próprio bolso.

A bancada evangélica saiu vitoriosa contra os oportunistas gays do enrustido bonde da alegria, graças ao incansável e importante trabalho de vigilância da Dra. Damares Alves e do Dr. Paulo Fernando de Melo. Sem a assistência deles, que me procuraram prontamente para me avisar das manobras ocultas, eu não poderia ter escrito o artigo de alerta que mobilizou tantas pessoas por todo o Brasil. Sem a atuação deles, a sociedade teria engolido mais um peixe podre dos extremistas LGBT.

Mas os esquerdistas não estão totalmente infelizes, pois o diversificado cardápio ideológico inclui muito mais do que só ativismo homossexual. Restará agora à sociedade, que nenhuma escolha tem nesse cardápio, engolir o peixe ao sabor petista com um recheio oculto de ativismo “cultural” afro-brasileiro…

Portanto, cabe aos cidadãos se conscientizarem mais, sempre olhando desconfiadamente para as generosas ofertas políticas de inescrupulosos parlamentares-garçons e principalmente dos chefs da cozinha estatal prontos para entregar de bandeja pratos disfarçados de uma variedade de ativismos nocivos. Só a mobilização de cidadãos bem informados e conscientes garante a vitória contra as malandragens políticas.

Senadores estão indo contra as leis de nosso Deus.

estamos vivendo momentos de muita luta espiritual no Brasil.
a plc 122 de 2006 esta para ser votada no senado, e se for aprovada vai acabar com a liberdade que temos em pregar a palavra de nosso Deus.
querem nos obrigar a aceitar o homossexualismo como algo natural, e n´so bem sabemos que não é.
A palavra de nosso Deus deixa bem claro que isso é algo abominavel e portanto não podemos deixar que isso ocorra.
Levante o maior numero de pessoas que tenham compromisso com Deus e vamos lutar contra essa lei.
liguem no maximo para o senado do BRASIL e deixem claro sua rejeição a essa lei.
Muitos senadores ja opinaram favor dessa lei, portanto risquem seus nomes das proximas eleições.
UBPE
UNIÃO BRASILEIRA DOS PASTORES EVANGELICOS.

Golpe sujo no Senado: PLC 122 poderá ser usado para salvar Sarney dos escândalos

Nocivo projeto anti-“homofobia” está para ser usado para desvir o foco da corrupção no Senado


O presidente do Senado, José Sarney, se envolveu em tantos escândalos, fartamente noticiados pela imprensa, que já há movimentações e pressões para que ele renuncie.

Para evitar tal fim drástico, Sarney precisará arranjar rapidamente uma saída.

É aí que entra a maquinação política. Conforme informação confidencial que acabei de receber, o presidente da Câmara, Michel Temer, aconselhou Sarney, que passa por um verdadeiro bombardeio de credibilidade após as denúncias de ter empregado pelo menos meia dúzia de parentes e aliados por meio de atos secretos, a colocar em votação no plenário projetos importantes que causem polêmicas e discussões e que possam mudar o foco do noticiário.

Qual é o principal projeto que pode provocar distração suficiente para amenizar as pressões sobre Sarney? O PLC 122/06.

Colocando o PLC 122/06 para votação, desvia-se o foco da corrupção e Sarney pode respirar mais tranqüilo.

Se não houver uma mobilização imediata, uma manobra debaixo dos panos irá colocar para votação a aberração jurídica PLC 122, que representa uma das maiores ameaças à liberdade da enorme população cristã do Brasil.

Em vez de deixarem os políticos caírem em sua própria sujeira, o povo brasileiro será submetido a uma queda de seus direitos com a colocação para votação de um projeto que vem sendo rejeitado pela sociedade, mas que está para ser usado para salvar um polítco que tem a obrigação de responder pelos seus atos.

Não permita que políticos corruptos se salvem usando o PLC 122. Salve o Brasil do PLC 122.

Faça contato imediato com os senadores e peça a rejeição do PLC 122.

Procure a liderança de sua igreja e peça ação imediata.

Envie este email a todos os seus amigos e conhecidos.

Mobilize-se, pois os políticos corruptos estão se mobilizando e farão qualquer coisa para se salvarem.

Ligue para o Senado Federal pelo telefone gratuito: 0800-612211

sexta-feira, 12 de junho de 2009

O preço da elevada popularidade de Lula

Apesar de suas políticas anti-vida e anti-família, grandes investimentos estatais em propaganda garantem popularidade para Lula
Julio Severo

Noticiou o jornal O Estado de S. Paulo: “A aprovação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva subiu de 78% em março para 80% em junho, apontam os dados da pesquisa CNI/Ibope divulgada nesta terça-feira, 9. O porcentual de entrevistados que consideram o governo ótimo ou bom também melhorou: passou de 64% para 68%. O índice dos que desaprovam a gestão de Lula caiu de 19% para 16%”.

Com certeza, os entrevistados não foram perguntados se aprovam ou não as políticas do governo Lula de apoio escancarado à homossexualidade e ao aborto, nem se estão satisfeitos com a educação sexual pornográfica que seus filhos recebem em escolas públicas. Contudo, como um governo tão dedicado ao homossexualismo e ao aborto consegue permanecer protegido de críticas necessárias de grande parte da mídia e ainda por cima experimentar crescimento de sua popularidade?

A explicação está no… bolso. No bolso do governo, que tem — nosso — dinheiro de sobra para investir no que quiser. E no bolso de grande parte da mídia brasileira, que recebe dinheiro do governo exclusivamente para levantar a popularidade de Lula.

Só em 2008, um número impressionante de 5.297 jornais, revistas, rádios e TVs foram pagos — com o dinheiro público — para transmitir propaganda favorável ao governo Lula, passando a perna até mesmo em empresas poderosas, como a Fiat, que anunciou em 206 mídias diferentes, e o Itáu, que investiu em 176.

Em maio, o governo Lula divulgou os números oficiais de quanto gastou em publicidade entre 2003 e 2008. O gasto foi uma cifra exorbitante de R$ 6,3 bilhões. Sem esse elevadíssimo investimento, o papel da imprensa mudaria de propagandista e beneficiária do governo para entidade livre para criticar ou elogiar os atos do governo.

Além disso, o governo tem seus truques para remover do caminho jornalistas críticos, fazendo da imprensa “livre” do Brasil meramente uma classe de aproveitadores e sugadores que não trabalham desatrelados dos interesses e dinheiro do governo.

No estado em que estão, acomodados e bem pagos, os meios de comunicação do Brasil não têm estímulo nenhum para cumprir um papel de legítima imprensa livre.

Com o método de persuasão através do bolso, até o inferno poderia garantir popularidade. Principalmente em tempos de crise, quando jornais, TVs e rádios no mundo inteiro estão falindo, qualquer dinheiro que venha do governo é muito bem-vindo.

Assim é que investimentos milionários de empresas estatais como a Petrobras, Banco do Brasil e a Caixa em “inocentes” anúncios comerciais mantêm a imprensa “livre” do Brasil “livre” da disposição de criticar o governo, que é seu aliado e investidor.

O método de “benevolência estatal” funciona com ricos e pobres, igualmente. Quando o assunto é comprar popularidade, o governo Lula não faz discriminação e acepção de pessoas. Aos ricos que têm canais de televisão e rádio, vai a bolsa-concessão. (Você nunca notou que todos os pastores e bispos donos de TV são “amigos” de Lula?) Aos pobres, vai a bolsa-família. Aos meios de comunicação, vai a bolsa-anúncio. Seria de estranhar que um governo tão “benevolente” não conseguisse garantir uma alta popularidade?

Seria impossível Lula ganhar a presidência pela terceira vez? Tudo depende da persuasão do bolso! A maioria dos brasileiros, políticos ou não, simplesmente não consegue resistir a essa persuasão.

O governo Lula pode ser um fracasso ético, moral, espiritual e econômico em muitas áreas, mas pelo menos sabe “conquistar” o apoio do público e da mídia.

A “benevolência” e popularidade do governo Lula não vêm de graça. Custam um elevado preço para o bolso de quem paga impostos. É você mesmo quem custeia no final a bolsa-concessão, a bolsa-família, a bolsa-anúncio e a própria propaganda estatal de conquista de popularidade.

Quem ganha sorri. É por isso que os donos de canais de TV estão sorrindo. Eles têm seus motivos. Eles são pagos para isso. Mas muitos brasileiros, que não estão ganhando nada, sorriem abobalhadamente para a propaganda de um governo que sodomiza a inocência de seus filhos na escola e, contrariando a vontade da maioria da população, luta para promover o aborto e o homossexualismo. Eles pagam a conta de tudo e ainda sorriem.

No passado dizia-se que a melhor propaganda é o caráter. Quando não se tem caráter, gastam-se bilhões do dinheiro do próprio povo. Só no ano que passou, o governo Lula gastou 1 bilhão de reais somente em anúncios publicitários na mídia, tornando-o o maior anunciante do país. É de estranhar então a hesitação da mídia brasileira de lidar com os escândalos de Lula e seu governo?

Governo de Obama prestes a abandonar Israel

Bill Wilson

O homem que ocupa a Casa Branca deveria ser alertado: há a possibilidade de que uma oposição a Israel poderia liberar o juízo de Deus sobre os EUA. A posição que a Casa Branca assumiu para com Israel é certamente uma posição que, de uma perspectiva bíblica, poderia trazer calamidade sobre os Estados Unidos.

Aliás, o impacto já está sendo sentido. Os cidadãos americanos estão perdendo seus empregos, seus benefícios e seus lares. Indústrias que estão falindo estão sendo engolidas pelo sem precedente socialismo governamental.

A Bíblia é bem explícita sobre como Israel tem de ser tratado. Gênesis 12:3 diz: “Abençoarei aqueles que te abençoam, e amaldiçoarei aqueles que te amaldiçoam”.

Os Estados Unidos há muito tempo têm sido o aliado mais sólido de Israel. Mas a oposição gradativa a Israel começou durante os Acordos de Camp David em 1979, feitos pelo Presidente Jimmy Carter. Contudo, o Presidente Ronald Reagan permaneceu firme em 1 de setembro de 1982, quando disse: “Os Estados Unidos não apoiarão o estabelecimento de um Estado palestino independente na Margem Ocidental e em Gaza”.

O Presidente Bill Clinton, que promoveu os Acordos de Oslo com o terrorista Yasser Arafat, foi o primeiro a sugerir que os EUA deveriam aprovar a criação de um Estado palestino. O Presidente George W. Bush foi o primeiro a declarar explicitamente essa idéia. E o atual governo americano marcou uma mudança importante nas relações com Israel.

Obama atrelou a segurança israelense com o Irã ao progresso de Israel no estabelecimento de um Estado palestino. Ele anunciou para os israelenses que Israel não é mais um aliado especial dos EUA. Ele insinuou que Jerusalém será a nova capital de um Estado palestino. Mas Obama está prestes a dar uma impressão clara para o mundo muçulmano e para Israel de que os EUA estão abandonando Israel.

Conduzindo seu discurso de apaziguação islâmica no Cairo, Obama salientou suas raízes muçulmanas — algo que ele evitava fazer durante a campanha eleitoral. O noticiário televisivo ABC News noticiou que o Assessor de Segurança Nacional Denis McDonough disse para os repórteres que Obama experimentou o islamismo em três continentes, principalmente crescendo na Indonésia com um pai muçulmano.

Em 6 de abril, Obama disse ao Parlamento da Turquia que muitos americanos “têm muçulmanos em suas famílias ou têm vivido num país de maioria muçulmana. Sei disso porque sou um deles”. Esse foi o mesmo discurso onde ele disse que os americanos não consideram os EUA uma nação cristã.

Nesta semana, ele disse para o Canal Plus da França: “Um das coisas que quero deixar claro é que se realmente pegássemos o número de muçulmanos nos EUA, veríamos que somos um dos maiores países muçulmanos do mundo”.

O jornal The Telegraph, da Inglaterra, tomou nota, dizendo que isso é uma ousada mudança de direção: Obama está “se apresentando ao mundo islâmico como a personificação de uma nova, tolerante e — sim, parcialmente muçulmana — nação americana”.

Sim… e, profeticamente, uma mudança de direção possivelmente devastadora.

Evangélicos progressistas, evangelicais ou encaPeTados?

Se a meta dos seguidores de Jesus é apanhar “peixes” como sua missão evangelística, a missão de ideólogos politiqueiros é atrair seguidores para sua causa, usando as desculpas, estratégias e termos mais variados.

O problema surge quando o ideólogo se identifica nominalmente como cristão, usando partes do Evangelho meramente como atrativos de uma agenda política ou ideológica.

Movimento Evangélico Progressista
Durante a fundação do MEP (Movimento Evangélico Progressista), o debate girou em torno de como apresentar (ou atrair) o público evangélico para a causa socialista sem despertar suspeitas.

O Bispo Robinson Cavalcanti, um dos principais fundadores do MEP, comentou sobre os cuidados na escolha da apresentação: “Lembro-me do debate sobre a nomenclatura mais adequada quando da fundação do MEP: ‘evangélicos de esquerda’? ‘evangélicos revolucionários’? ‘evangélicos socialistas’? Optamos pela expressão menos controvertida de ‘progressistas’, embora isso lembre um conceito positivista. Hoje poderíamos falar em um “cristianismo profético”, em ‘Igreja profética’, em cristãos que incluem o profetismo (‘denúncia das estruturas iníquas da sociedade’) em seu conceito de Missão, a serviço do Reino de Deus.”

Tudo é feito com o máximo cuidado, a fim de não assustar, mas atrair o público com as iscas mais atrativas: “cristianismo profético”, “Igreja profética”, “Missão Integral da Igreja”, “serviço do Reino de Deus” e outros títulos que despertem menos suspeitas.

De forma muito semelhante, Ed René Kivitz, um pregador do evangelho progressista, observou: “Parafraseando Robinson Cavalcanti, [nossa agenda é] comprometida em manifestar aqui e agora a maior densidade possível do Reino de Deus que será consumado ali e além, de modo a oferecer ao mundo um anúncio profético do novo céu e da nova terra”.

No caso de Cavalcanti e Kivitz, a “manifestação do Reino de Deus” crida e pregada por eles é nada menos do que uma manifestação política, devidamente escondida por trás de nomes teológicos elegantes. Para compreender a agenda deles, é preciso olhar o que há por trás dos rótulos e entender seus compromissos.

Cavalcanti já teve muita ligação direta com o PT, tendo sido candidato político pelo Partido das Trevas. Hoje, não mais, porque, segundo ele, o PT já não é tão socialista quanto antes. Se o PT fosse muito mais socialista do que já é, Cavalcanti permaneceria fiel e ligado a tal “manifestação do Reino de Deus”.

Conheci pessoalmente o MEP, vendo sua atuação marcante no Congresso Nacional — sempre atrelado ao PT. Se eu queria acesso a algum documento do MEP, bastava ir diretamente aos parlamentares petistas. Foi assim que em 2004 fui ao gabinete de um deputado do PT, onde consegui os registros de um seminário do MEP na Câmara dos Deputados. O seminário foi sobre “ética” e o palestrante principal foi Caio Fábio.

Kivitz: camarada e companheiro ideológico de Cavalcanti
Não sei sobre todos os compromissos políticos de Kivitz, mas se o ditado diga-me-com-quem-andas-que-direi-quem-tu-és vale alguma coisa, então a afinidade entre Cavalcanti e ele deve ser muito mais do que mera irmandade cristã.

Qual é a pregação deles, que eles julgam tão importante para a “manifestação do Reino de Deus”?

Sempre fez parte do discurso de Cavalcanti denunciar o “imperialismo americano”. Esse imperialismo, segundo ele, se estende à esfera religiosa, onde as igrejas brasileiras precisam se libertar do “imperialismo americano do homem branco”, que vem personificado no conservadorismo das igrejas dos EUA.

Para atacar o conservadorismo evangélico americano e impedi-lo de influenciar as igrejas brasileiras, Cavalcanti apela exaustivamente para termos esquerdistas de grande impacto, como “imperialismo branco”, “imperialismo anglo-saxônico”, etc.

O discurso de Kivitz não é diferente, acusando o conservadorismo evangélico de “cultura do homem branco imperialista” e “arrogância ocidental”. Em resumo, eles denunciam e atacam o que eles chamam de “evangelho importado” e defendem um “evangelho nacional”.

Não posso garantir que o que Kivitz chama de “evangelicalismo” é mesmo socialismo evangélico ou ele apenas seqüestrou esse termo para avançar seu socialismo. O fato é que, se os evangélicos progressistas habitualmente transformam Jesus e o “Reino de Deus” em mero palanque político, eles podem igualmente fazer uso de qualquer outra isca para alcançar o público evangélico.

Kivitz aponta uma importante influência para o fortalecimento do “evangelicalismo”: o Congresso Mundial de Evangelização, realizado em Berlim, na Alemanha, em 1966. Esse evento internacional, ao qual Kivitz atribui caracterísitas essencialmente “evangelicais”, foi convocado, dirigido e patrocinado pela revista Christianity Today, cuja versão brasileira é a revista Cristianismo Hoje (onde, por pura coincidência, Kivitz é um dos colunistas).

Além disso, Kivitz faz referência ao Congresso Mundial de Evangelização de Lausanne, em 1974. Segundo ele, graças à “contribuição significativa de teólogos latino-americanos como Orlando Costas, Samuel Escobar e René Padilla… desde então, o movimento evangelical está associado ao chamado ‘espírito de Lausanne’”.

No entanto, Kivitz não deixa de mencionar que o resultado final dessa contribuição, o Pacto de Lausanne, sofreu resistência de evangélicos “fundamentalistas” como Peter Wagner. Segundo ele, Wagner via — para alegria do MEP, de Kivitz e Cia. — esse pacto como progressista.

Grandes influências evangélicas esquerdistas no Brasil
Kivitz também aponta outras influências: “No Brasil, o evangelicalismo ganhou força nas duas edições dos Congressos Brasileiros de Evangelização (CBE), em 1983 e 2003, e no Congresso Nordestino de Evangelização, 1988. A atuação de instituições como a Fraternidade Teológica Latino-Americana (FTL), a Aliança Bíblica Universitária (ABU), o Centro Evangélico Brasileiro de Estudos Pastorais (Cebep), a Sociedade dos Estudantes de Teologia Evangélica (Sete), o Corpo de Psicólogos e Psiquiatras Cristãos (CPPC), a Visão Nacional de Evangelização (também conhecida como Vinde, fundada e dirigida por Caio Fábio), a Visão Mundial e a Associação Evangélica Brasileira (AEVB, grandemente influenciada por Caio Fábio) também foi determinante para a consolidação do movimento evangelical no país.”

Não muito diferente de Kivitz, Robinson Cavalcanti aponta para as seguintes influências: “Temos valorizado a contribuição do Congresso de Lausanne e seu Pacto, e da Fraternidade Teológica Latino-Americana, para a disseminação da proposta da Teologia da Missão Integral da Igreja em nosso continente e em nosso país. O Movimento Evangélico Progressista é uma legitima expressão desse momento histórico”. Um pouco mais ousado do que Kivitz, Cavalcanti faz menção de um “evangelicalismo progressista”.

Para ambos, a agenda evangelical ou progressista está comprometida com a realidade do “Reino de Deus” — um reino fraudulento onde o trono não é ocupado por Jesus, mas por Karl Marx e seus descendentes ideológicos.

Compromisso total com o “evangelho” socialista
Kivitz e Calvalcanti não são irmãos gêmeos. O fato de pensarem igual é fruto de seus compromissos ideológicos. A ideologia socialista exige compromisso total, e é muito difícil não ver isso em muitos brasileiros ditos evangélicos: Ricardo Gondim, Ariovaldo Ramos, Kivitz, Cavalcanti, Caio Fábio, embora este último não mais se considere evangélico. Todos eles sabem “identificar” a “manifestação do Reino de Deus”. Não é toa que eles estiveram envolvidos com o PT e deram gritos de louvor quando Lula subiu à presidência.

O plano deles é simples. Primeiro, eles desconstroem o que é Cristianismo, atribuindo caricaturas tragicômicas ao conservadorismo evangélico. Segundo, eles apresentam o evangelho socialista (que vem devidamente mascarado com o nome de evangelho do “Reino de Deus”) como a opção nacional, legítima e ideal para os brasileiros.

Esse é o método de desconstrução cultural, onde os evangélicos progressistas (como Cavalcanti gosta de identificar os evangélicos esquerdistas) ou os evangelicais (como Kivitz gosta de identificar os evangélicos esquerdistas) bombardeiam todo traço de conservadorismo evangélico, rotulando como colonização cultural, império do homem branco, etc.

Claro que eles não mencionam seus amplos contatos e influências de evangélicos esquerdistas dos EUA. Cavalcanti, que sempre criticou o “imperialismo americano” como forma de atacar os evangélicos conservadores, tem farta convivência com a esquerda evangélica americana e sempre aceitou e propagou muito bem no Brasil as idéias da esquerda americana.

Importações socialistas das podridões “imperialistas”
Lula não é diferente. Ele sempre criticou o “imperialismo americano”, mas nunca deixou de importar e implantar no Brasil os piores modismos esquerdistas dos EUA: direitos homossexuais, cotas raciais, casamento gay, aborto, educação sexual pornográfica para crianças de escolas, etc. A própria Marta Suplicy, famosa feminista petista pró-aborto e pró-homossexualismo, passou anos nas universidades americanas. Quando foi que alguém chegou, em todos esses anos, a ver Ricardo Gondim, Kivitz ou Cavalcanti denunciarem o evidente “imperialismo americano” no PT?

Libertamos então, como querem os progressistas e evangelicais, as igrejas evangélicas do Brasil dos raríssimos traços de conservadorismo evangélico americano. Sobra o que então?

Na visão dos iluminados progressistas e evangelicais, sobra a “cultura brasileira”. Devemos então trocar a cultura conservadora americana pela cultura brasileira. A CNBB está anos adiantada nesse “evangelho”, onde suas comunidades eclesiais de base incorporavam a Teologia da Libertação como pregação central de apelo às massas.

A Igreja Evangélica de Confissão Luterana (IECLB) é outro exemplo. Um amigo meu saiu dessa igreja em São Paulo anos atrás, porque ele já não agüentava mais ouvir Gilberto Gil, Chico Buarque e outras músicas populares brasileiras em pleno culto — fora a pregação, que era verdadeiro discurso político inspirado em gurus encaPeTados como Frei Betto e Boff usando as parábolas dos santos Che Guevara, Fidel Castro e Lula.

O método de estabelecer a cultura brasileira como padrão dos cultos trouxe pregações populistas condenando a opressão aos pobres e exaltando a solução socialista (ou progressista, como quer Cavalcanti; ou evangelical, como quer Kivitz).

Igreja Evangélica de Confissão Luterana
É de admirar o resultado? Tanto a CNBB quanto a Igreja Evangélica de Confissão Luterana (que hoje é presidida por Walter Altmann, homem com nefastas e amplas ligações passadas com líderes comunistas da defunta União Soviética) tiveram papel crucial na pavimentação do caminho de Lula e o PT para o governo do Brasil.

Cultos ou missas ao som de MPB, junto com pregações salgadas a místicos picaretas como Boff e Frei Betto, com o peso de um agente soviético na cúpula da IECLB, tornaram a “cultura brasileira” instrumento fundamental para a solidificação da esquerda no poder no Brasil.

Hoje, o Brasil tem o presidente e o governo socialista mais pró-homossexualismo do mundo, além de pró-aborto, sendo muito ativo na sua promoção nacional e internacional, inclusive na ONU. Mas nada disso incomoda a progressista ou evangelical IECLB, que tem pastoras feministas, como Haidi Jarschel, conhecidas pela militância pró-aborto e pró-PT.

Para mostrar que está bem afinada com a inclusividade da “cultura brasileira”, a IECLB já teve o “privilégio” de ter um palestrante especial no seu maior seminário teológico. De 16-18 de agosto de 2006, o próprio Luiz Mott, o líder máximo do movimento homossexual brasileiro, palestrou sobre “Epistemologia, violência e sexualidade” no II Congresso Latino-Americano de Gênero e Religião, promovido pela Escola Superior de Teologia da IECLB.

Quando o assunto é “exclusão social”, “discriminados” e outras questões quentes da agenda esquerdista, os cabeças progressistas ou evangelicais da IECLB querem estar na vanguarda da “manifestação do Reino de Deus”, que por trás da fachada nada mais é do que uma manifestação do reino das trevas.

Contudo, muito mais influente do que a IECLB foi Caio Fábio, que confessou tempos atrás que trabalhou durante anos para melhorar a imagem de Lula entre os evangélicos. Funcionou, não? Walter Altmann, com sua vasta experiência soviética, levou somente sua denominação para o curral da “manifestação do Reino de Deus”.

Lula: cara e anseio cumprido da CNBB, da IURD, do MEP e de Caio Fábio
Caio Fábio, com sua vastíssima influência evangelical, capturou literalmente o coração da liderança evangélica do Brasil para a “manifestação do Reino de Deus”, sendo responsável pelo verdadeiro milagre político na primeira eleição de Lula, onde a vasta maiora dos líderes evangélicos se reuniram para apoiar publicamente Lula para a presidência.

Quer gostem ou não, Lula é a cara e anseio cumprido da CNBB, da IURD, do MEP, de Caio Fábio e dos progressistas e evangelicais. Lula é exemplo vivo do que eles conseguem produzir. E poderão produzir muito mais, se os cristãos do Brasil não perceberem que o reino deles nada tem a ver com o verdadeiro e único Reino de Deus.

Nada de cultura branca, imperialista, anglo-saxônica. Agora, o que vale é a “cultura brasileira”, é a cultura lulista, é a cultura encaPeTada, é a cultura “nacional”, é a cultura da CNBB, da IURD e do MEP.

Entretanto, há um problema sério, que os progressistas e evangelicais têm todo cuidado de ocultar dos olhos das simples ovelhas do Brasil.

As teorias políticas amplamente mascaradas e disseminadas por eles nada têm a ver com a cultura brasileira. O socialismo não tem legitimidade nenhuma na cultura do Brasil, sendo um produto importado da decadente cultura européia. Se Kivitz e Cavalcanti fossem honestos e dissessem que o socialismo é imperialismo cultural da Europa branca, ninguém poderia discordar. Mas invariavelmente o socialismo é deixado de fora de seus ataques à cultura ocidental.

Em vez de deixarem o Evangelho ser Evangelho, eles o submetem a transformações em seus laboratórios políticos e filosóficos. Antes de chegar ao povo, o Evangelho primeiro precisa passar pelo caldeirão das bruxas progressistas ou evangelicais. Só depois das devidas adaptações, onde o socialismo e suas variantes importadas recebem o rótulo de produtos “made in Brazil”, é que o “evangelho” está pronto para ser digerido pelo povão evangélico.

O verdadeiro repúdio à cultura ocidental
Portanto, um verdadeiro abandono da cultura ocidental (como querem os progressistas e evangelicais) exige necessariamente o abandono de toda ideologia marxista, socialista, esquerdista, etc.

Exige também o abandono de outras importações negativas da cultura ocidental, inclusive a dependência doentia de métodos de controle da natalidade para programar o tamanho das famílias.

Convenhamos: a ideologia do planejamento familiar, que predomina bastante no Brasil, é produto exclusivamente ocidental. Se a Bíblia diz que filhos são bênçãos, por que seguimos a propaganda ocidental de que é melhor ter menos deles?

Se Kivitz, Gondim, Cavalcanti e Cia. pregassem um abandono da cultura ocidental com a sua carga de aborto, homossexualismo, socialismo, planejamento familiar, etc., ninguém poderia condená-los, pois a motivação da pregação deles estaria certa.

Contudo, tal não é a pregação dos progressistas e dos evangelicais, pois todos eles estão a serviço de uma mesma ideologia e “cultura”.

É graças à cultura ocidental, importada pelos socialistas brasileiros, que hoje os cristãos não podem profeticamente denunciar que as misérias do Brasil são também conseqüência de práticas de bruxaria como candomblé e umbanda.

É graças à cultura ocidental, importada pelos socialistas brasileiros, que hoje os cristãos não podem profeticamente denunciar o homossexualismo e o aborto como maldição para a nação.

Um verdadeiro amor pelos pobres inspirará denúncias proféticas contra as causas da pobreza, inclusive bruxaria, vícios, pecados, etc. E por incrível que pareça, a ideologia socialista, sob a máscara das leis antidiscriminação, tem protegido — tal qual faz a “cultura imperialista” — vícios e bruxaria.

E tal qual faz a “cultura imperialista”, a “cultura brasileira” sob possessão socialista está protegendo o aborto e o homossexualismo. Só me pergunto quando é que esse baile de máscaras vai acabar, onde o acusador nacionalista é exatamente igual ao acusado imperialista.

O caminho da solução
O caminho para solucionar os problemas dos pobres é compreender que, em vez de subjugarem o Evangelho para servir a ideologias humanas, todos nós devemos nos submeter a Cristo para sermos voluntariamente seus servos. Ser servo de Cristo nos liberta da escravidão de outras ideologias.

Não devemos ser servos das tendências deste mundo, nem rotulá-las como Evangelho integral, nem rotular nossa escravidão às vãs ideologias humanas como serviço ao Reino de Deus, pois os mentirosos não herdarão o Reino de Deus.

O que devemos fazer é deixar o Evangelho ser Evangelho, sem acorrentá-lo. Aqueles que acorrentam o Evangelho a vãs filosofias se tornam servos inúteis.

Graças à sedução filosófica da esquerda, a maioria das igrejas brasileiras e dos seus líderes são vítimas de uma poderosa colonização ideológica oportunista que usa o mais sagrado para promover o mais profano.

Como primeira medida para libertar o Brasil da cultura ocidental, vamos trabalhar agora para tirar Lula do poder e eleger um presidente que, em vez de impor a cultura ocidental de cotas raciais, casamento gay, planejamento familiar e aborto, dê segurança para o Brasil e deixe as famílias em paz.

Os cristãos progressistas, evangelicais e encaPeTados são parte dos grandes problemas atuais do Brasil, ao ajudar na eleição de Lula e na implantação da “cultura brasileira”. Agora, que eles parem de brincar com o Evangelho, arrependam-se de manipulá-lo e politizá-lo e sejam parte da solução, ajudando a tirar do governo do Brasil aquele e aquilo que eles trabalharam tanto tempo para colocar. Mãos à obra!

Os mestres de barba: qual escolher?
O evangelho de Kivitz, Gondim, Cavalcanti e Cia. é a cara de seu mestre. Tem barba, mas não é Jesus. É a barba de Karl Marx, Che Guevara, Fidel Castro, Frei Betto e outros maníacos ideológicos.

O Conselho Mundial de Igreja (CMI), hiper-ecumênico, é a cara dos progressistas e evangelicais. O CMI, que apoiava a União Soviética, hoje apóia Cuba, a Venezuela e nas suas reuniões ecumênicas abraçam-se ativistas gays e adeptos das religiões afros, como aconteceu em sua reunião em Porto Alegre em fevereiro de 2006.

Quer gostem ou não, Lula e Obama, que hoje impõem políticas pró-homossexualismo, pró-aborto e anti-Israel, são fruto direto do fanatismo progressista e evangelical. A eleição de Lula é fruto direto dos esforços do MEP, Kivitz, Gondim, Cavalcanti, Ultimato & Cia. Nos EUA, a eleição de Obama é fruto direto de Jim Wallis, Tony Campolo e outros radicais progressistas.

Assim como os governos do rei Acabe e outros governantes do antigo Israel eram a favor do sacrifício de crianças e do homossexualismo, assim são os governos de Lula e Obama. Assim como os governos do rei Acabe e outros governantes do antigo Israel tinham seus falsos profetas para apoiá-los, tanto o governo de Lula quanto o governo de Obama tiveram muito apoio de “profetas” evangelicais e progressistas. Lula e Obama são a cara do rei Acabe. Eles são também a cara dos progressistas.

O Evangelho da Bíblia é a cara do Mestre de João, Pedro e outros apóstolos. É a cara e o coração de Jesus Cristo.

O evangelho de Kivitz, Gondim, Cavalcanti e Cia. quer estabelecer sistemas de governo com a máscara do “Reino de Deus”, mas com o coração de Karl Marx, Che Guevara, Fidel Castro, Frei Betto e outros maníacos ideológicos.

O Evangelho da Bíblia estabelece o Reino de Deus, que é o sistema governamental de Deus com a cara e o coração de um Rei: Jesus Cristo.

A ideologia de Kivitz, Gondim, Cavalcanti e Cia. estabelece a centralidade do governo socialista sobre tudo e sobre todos, tornando-o o supremo provedor de todas as necessidades humanas.

O Reino de Deus estabelece a centralidade do sistema governamental de Deus sobre tudo e sobre todos, tornando-o o supremo provedor de todas as necessidades humanas.

Ser político cristão genuíno não é submeter o Evangelho ou a Bíblia à ideologia socialista e seus valores, e muito menos rotular o socialismo como “manifestação do Reino de Deus”. É conhecer o Rei do Reino de Deus e trabalhar para submeter os sistemas humanos de governo aos princípios e valores do Reino de Deus.

A diferença é clara. Os barbudos do reino de Kivitz, Gondim, Cavalcanti e Cia. têm em seu rastro mentiras e morte. O cara de barba do Reino de Deus dá vida (saúde, educação, emprego, etc.) e vida em abundância.

Kivitz, Gondim, Cavalcanti e Cia., como pregadores da Nova Era socialista, progressista, evangelical e encaPeTada, crêem nas promessas de provisão de seus barbudos. Em qual barbudo você vai crer?

Este artigo foi baseado em minha revolta santa contra o artigo “Os cristãos progressistas e a crise da esquerda no Brasil”, escrito pelo Bispo Robinson Cavalcanti e publicado pelo MEP e contra o artigo “Evangélicos, evangelicais e fundamentalistas”, escrito por Ed René Kivitz e publicado na revista Cristianismo Hoje.

Fonte: www.juliosevero.com

quinta-feira, 4 de junho de 2009

SATANISMO

O satanismo é a religião que divulga a Satanás, os satanistas reverenciam a satanás, fazem culto ao mesmo, oram ao diabo como se orassem a Deus. O objetivo do satanismo é acabar com os cristãos, acabar com o cristianismo e com as pessoas, esse é o objetivo do diabo; eles procuram fazer isso de diversas formas, uma delas é destruir as crianças; com nintendos, desenhos e brinquedos, incluindo outras coisas mais, eles tentam destruir as crianças dentro de suas próprias casas, se o diabo conseguir destruir as crianças, no futuro não haverá cristianismo. O missionário Dr. Josué Yrion pesquisou sobre os desenhos da Disney, que é um império satânico; para você ter idéia, Yrion conta que no final de um culto no qual ele pregou sobre a Disney, uma moça veio até ele e disse que ela havia trabalhado lá e que em cada fita há uma vela acesa, todos os vídeos são consagrados ao diabo. No desenho "A Pequena Sereia 1", a torre do castelo, na verdade, é o pênis ereto de um homem; este é só um exemplo do império satânico da Disney.


*O satanismo é comum no rock; com o som alto acima do limiar auditivo e luzes piscando, consegue-se a atenção das pessoas que assistem ao show, elas ficam sob uma forma de sujestão hipnótica, o estado perfeito para semear letras demoníacas. Os Beatles inventaram as mensagens invertidas, no disco "Revolution Number 9" um homem dizia "number 9 (número 9)" repetidamente por várias vezes seguidas, se você conseguir tocar o disco de trás para frente vai ouvir (em inglês) "quero ficar doidão homem da cruz". O grupo Black Oak Arkansas em um show, fizeram o público gritar "natas" várias vezes seguidas; eles nem se preocuparam em disfarçar, o que eles fizeram foi inverter o som do disco produzindo um som de sucção, um homem gritando "satan" e 33 mil pessoas gritando "satan" que traduzido é "satanás". No disco "Stairway to Heavem" do Led Zeppelin, um grupo que estudava sobre o ocultismo no rock fizeram o mesmo e, quando inverteram o disco, ficaram chocados, ficou "Doce satanás, satanás é deus" várias vezes seguidas.


A Rede Globo de Televisão tem demonstrado claramente que é um império satânico, todos as novelas e mini séries pregam sobre traição conjugal, sexo antes do casamento, a busca de coisas ocultas como, por exemplo, búzios. Você pode ver por diversas vezes em determinados programas do "Caldeirão do Huck" um enorme símbolo do pé-de-galinha, que é a cruz invertida de cabeça para baixo, um símbolo satanisna; no programa da Xuxa, símbolos da nova era também aparecem como, por exemplo, estátuas de um anjo sem cabeça; sem contar no nome da novela "Um anjo caiu do céu", todos sabemos que o anjo que foi expulso do céu foi Lúcifer, Satanás. Podemos ver recentemente o programa da Xuxa pegar fogo, isso é muito difícil acontecer, sabemos que naquelas circunstâncias o fogo se espalha rapidamente mas não naquela rapidez, não é normal, um pastor de uma Igreja Batista da minha cidade, quando viu o que aconteceu, imediatamente foi a Rede Coroados (Rede Globo) e pegou a fita com as imagens, no momento em que o fogo começa a se espalhar a fumaça faz um barulho estranho, então Deus deu-o discernimento e ele aumentou o volume da televisão, na verdade aquele barulho de fumaça eram risos e gargalhadas de demônios, se você pegar as imagens e aumentar o volume da televisão naquele momento poderá ouvir. Quando escrevemos determinados acontecimentos como estes ficamos até arrepiados em determinadas circunstâncias, mas toda glória e honra seja ao Senhor Jesus Cristo, louvo a Deus por que o diabo só pode rugir como leão ao nosso derredor pois ao nosso redor estão os anjos do Senhor para nos proteger, o diabo tenta de todas as formas para que estudos como este não sejam escritos mas o povo de Deus precisa ter conhecimento e discernimento entre as coisas que são e as que não são de Deus para não cair em pecado. Glórias a Ti Jesus!


Devemos tomar muito cuidado com os satanistas dentro das igrejas. Quando têm aqui na cidade eventos abençoados como a vinda de Josué Yrion, de Rebecca Brown, aparecem satanistas do lado de fora do ginásio ou até mesmo dentro do ginásio para tentarem fazer com que as pessoas não sejam abençoadas, muitas vezes eles se deixam perceber pelas roupas pretas, alguns com colares e semblante tenebroso, mas na maioria das vezes eles vêm disfarçados. Certa vez, em um grande culto, abençoado, no ginásio de esportes da cidade, o poder de Deus se apoderou de muitos ao final, haviam pessoas recebendo os dons do Espírito Santo, pessoas falando em línguas... Eu estava lá e pude perceber algo estranho em um rapaz de aproximadamente uns 21 anos, ele estava em pé com os braços e as mãos coladas ao corpo, suava bastante e seus passos não eram normais, suas pernas estavam juntas então ele dava pulinhos para andar, como se fosse um robô, sempre falando línguas estranhas. Num determinado momento ele parou em frente a uma senhora de aproximadamente 35 a 40 anos, olhou para ela fixamente, começou a levantar e abaixar os baços colados ao seu corpo até a medida do cotovelo e, dando pulinhos, dirigiu-se a mulher, deu uma volta inteira ao redor dela e, quando terminou de dar a volta inteira, esta mulher começou a pular e rodopiar com os braços levantados de forma anormal, eu estava do lado quando isso aconteceu, a mulher rodopiou, em pé, de um jeito tão estranho que atingiu muitas pessoas, minha irmã mesma levou um tapa no rosto. Posso com certeza dizer que aquela mulher não ficou cheia do Espírito Santo mas sim endemoniada. Depois conversamos com pessoas de outras igrejas e eles disseram que também acharam aquilo estranho; uma irmã que tinha o dom de revelação, lá mesmo, na mesma hora, disse que aquilo não era de Deus. Satanistas são treinados para entrar dentro das igrejas e destruí-las. No livro da Rebecca Brown "Vaso para Honra", na página 47, no 7° parágrafo, diz: "Maria (não é este seu nome real), foi uma das pessoas que me treinaram para que eu me infiltrasse nas igrejas. Essa era a sua especialidade. Estive também num dos numerosos acampamentos especiais para bruxas, onde se ensina como destruir igrejas." (OBS.: No livro, estes ditos não são de Rebecca Brown, são de uma amiga que conta a história de sua vida antes de sair do satanismo – história real.).


Nós devemos tomar cuidado com os satanistas disfarçados, geralmente são pessoas carinhosas, mui amigas (mas por trás querem destruir); em muitas vezes elas chegam como pessoas abençoadas e rápido passam à liderança da igreja, ou do ministério de louvor, ou mesmo não tendo ministério na igreja se apegam aos pastores e aos líderes e arrumam discórdias, fazendo com que os líderes obedeçam o que eles querem, por isso os líderes das igrejas devem sempre pedir a Deus muito discernimento e estar em constante oração. Novamente no livro "Vaso para Honra" da Rebecca Brown, na página 63 e 3° parágrafo, diz ainda: "Creio que você está absolutamente certa. Um satanista que sabe utilizar bem os seus demônios terá pessoas amontoando-se ao redor, pensando que ela é a pessoa mais gentil e bondosa que conhecem." Aqui na minha cidade, infelizmente, pudemos constatar a presença de satanistas dentro de igrejas para destruí-las. Em uma das igrejas, a qual fizemos até um intercâmbio certo Sábado, havia dois satanistas, alguns irmãos de minha igreja comentaram que haviam achado algo estranho, cerca de um ano depois ou mais recebemos a notícia de que aquela igreja estava em divisão porque haviam encontrado dois satanistas na liderança, um do ministério de louvor, os quais confessaram que haviam entrado para destruir a igreja; disseram-me que chegou a tal ponto de, na hora do ministério de louvor, o líder (provavelmente um dos satanistas) dizia que aquele momento era a da unção da lagartixa, então o povo começa a fingir que era este animal, ou que era hora da unção do leão, então todos começavam a rugir como leão. O Senhor repreenda toda ação do diabo em nome de Jesus! Outro caso foi em uma igreja perto de casa, há poucos dias recebi a notícia que haviam encontrado satanistas, pelas descrições que eles deram pude perceber que cheguei a conhecer tal pessoa, ela era muito legal, super carinhosa, mas sempre estava apegada com o pastor, quando a igreja queria decidir algo importante, ela convencia o pastor de que aquilo não era correto, e, infelizmente, muitas vezes o pastor impedia a igreja.


Gostaria de dizer a todos os que lêem este resumido estudo que o diabo quer fazer de tudo para destruir as pessoas, ele não queria que este estudo saísse, neste exato momento em que escrevo está chovendo, percebi que o diabo quis que a luz se apagasse para eu não continuar, mas o Senhor dos exércitos sabe todas as coisas, Ele conhece tudo e seu Poder é maior do que tudo que conhecemos. As vezes alguém pode contestar perguntando como é feito um estudo sem citar ao menos um versículo da Bíblia, no entanto, procurei passar histórias e relatos reais para que o povo de Deus fique ciente do que está acontecendo, este estudo foi baseado na Palavra de Deus e, ao final, colocarei os versículos nos quais o estudo foi basedo.


Queremos alertar a vós das ciladas do diabo, o povo de Deus não pode se perder por falta de conhecimento, Jesus Cristo é o Rei dos Reis, Senhor dos Senhores, Ele está acima dos céus e da Terra, e Seu poder é maior do que todas as coisas e maior do que todo o poder do diabo. Em Jesus temos o poder de pisar em serpentes, Ele pode nos livar, se você quer ser liberto de algum ataque demoníaco entregue sua vida a Cristo, se você quer ter alegria e paz em sua vida, se entregue a Cristo, se você quer ter vitórias, entregue-se a Jesus. Devemos sempre nos revestir da armadura de Deus, para que possamos estar firmes contra os ataques malignos, como diz em Efésios 6:10-18: "Revesti-vos de toda a armadura de Deus, para poderdes ficar firmes contra as ciladas do diabo; porque nossa luta não é contra o sangue e a carne e, sim, contra os principados e as potestades, contra os dominadores deste mundo tenebroso, contra as forças espirituais do mal, nas regiões celestes. Portanto, tomai toda a armadura de Deus para que possais resistir o dia mau, e, depois de terdes vencido tudo, permanecer inabaláveis. Estai, pois, firmes, cingindo-vos com a verdade, e vestindo-vos da couraça da justiça. Calçai os pés com a preparação do evangelho da paz; embraçando sempre o escudo da fé, com o qual podereis apagar todos os dardos inflamáveis do maligno. Tomai também o capacete da salvação e a espada do Espírito, que é a palavra de Deus; com toda oração e súplica, orando em todo tempo no Espírito, e para isto vigiando com toda súplica por todos os santos..."


Que Deus vos abençoe!

por: Andrei Olak Alves

O vermelho e o negro


Tenho tentado evitar escrever sobre as asneiras e idéias criminosas da esquerda e da versão gospel de seus cúmplices: os tais "evangélicos progressistas", "cristão de esquerda", "socialistas cristãos" e afins. Quem se alinha com terroristas, narcotraficantes, teóricos e escritores que legitimam o uso da violência, da falsificação histórica, da segregação classista, do aborto e das matanças institucionalizadas que alguns paspalhos ainda teimam em dizer que "aquilo não é o socialismo real", será o quê, senão cúmplice?

Pois bem, novamente vou eu escrever sobre essa gente. A resenha do romance Le Rouge et le Noir, de Stendhal, fica para outro dia, até porque, ao contrário de muitos de nossos sabidões da nossa mídia anticristã, não escrevo sobre o que desconheço. Mas conheço bem esquerdistas e politicamente corretos, e alguns desses agora me aparecem afirmando que "os negros evangélicos" (sim, eles gostam de falar por todos, pelo povo, por mais que você, amigo negro, não os subscreva. "Democráticos", não?) EXIGEM um "pedido de perdão por parte das igrejas históricas". E claro que a revista Ultimato prontamente se fez de megafone para a ladainha dos ressentidos. Jesus mandou seus discípulos perdoarem 490 vezes o irmão ofensor num único dia. Já a “esquerda evangélica” prefere desenterrar agressões de mais de um século atrás e chegar ao limite ridículo e vulgar da sanha acusadora e auto-vitimizatória: exigir um pedido de perdão daqueles que são, em grande parte, os responsáveis pela libertação de suas próprias vidas de uma escravidão muito pior: a do pecado, a das trevas, a do príncipe deste mundo, Satanás.

É lógico que deve haver negros evangélicos que caem nessa lorota que só serve para jogar irmãos contra irmãos, e, com o frisson gerado, enfiar outras tantas esquerdices na cabeça dos evangélicos brasileiros. Burrice não tem cor nem preferência por quantidades específicas de melanina. A esses eu recomendaria a leitura de artigos dos negros Walter Williams e de Thomas Sowell, que, não sendo evangélico, sabe dos estragos causados pela agenda politicamente correta e o quanto é descabido o clichê "a culpa é do homem branco".

Graças à hegemonia cultural conquistada pelos fãs de Fidel, Lênin e Guevara no Brasil, os evangélicos brasileiros têm cada vez mais dificuldades em pensar em política e cultura em termos bíblicos e livres de ranços ditos "progressistas". Se a igreja brasileira não despertar e não se posicionar, não só continuará vendo alguns de seus segmentos serem feitos de idiotas por parte de inimigos declarados da fé cristã, como acabará por ver-se reduzida à irrelevância cultural, política e espiritual: o objetivo confesso de teóricos comunistas como Antonio Gramsci, mentor da estratégia da revolução cultural, e Giörgy Lukacs, que via a cosmovisão judaico-cristã como o principal obstáculo ao sucesso de sua mórbida ideologia.

A corrupção e a apostasia começam pelos detalhes, pelos aspectos considerados periféricos, pelos "pontos menores". Mas o desgaste que a infiltração esquerdista já gerou à igreja brasileira, sobretudo no que concerne ao zelo pela "sã doutrina", é de difícil mensuração, por ser gigantesco. Que o Senhor levante, em todos os cantos desse Brasil de muitas misturas, homens e mulheres prontos a desmascarar essas ideologias diabólicas forjadas por racistas confessos como Karl Marx, e reafirmem com toda a coragem que "em Cristo, não há bárbaro ou cita, judeu ou grego, circunciso ou incircunciso, mas Cristo é tudo em todos".
Labels: cristianismo, esquerda, evangélicos, liberalismo teológico, racismo, Revista Ultimato


Edson Camargo

Para avaliar a crítica à Igreja

Todo cristão sabe que viver o Evangelho não é tão simples. Tudo que é real, verdadeiro, é complexo, como complexa é a realidade, já observava C. S. Lewis. É só com a presença do Espírito Santo em sua vida, que o homem pode viver segundo os preceitos de Cristo, e perfeição, só com a Redenção plena consumada. Mesmo assim, estou pra ver um esporte tão irresponsavelmente praticado, algo ser feito de forma tão leviana quanto a crítica à Igreja. E aí estão as grandes publicações evangélicas, com gente séria, sim, disposta a exortar e a servir a seus irmãos, repartindo conhecimento, mas também com batalhões de pitaqueiros e suas colunas fixas, que não me deixam mentir.

Sem querer repetir o ar professoral dos textos insossos de muitos desses presunçosos, apresento aqui algumas perguntas que faço quando busco avaliar a qualidade do trabalho de alguns destes auto-nomeados guias da igreja brasileira. Algumas óbvias, algumas difíceis. Necessárias, mas não sei se suficientes. Mas que valem também para todas as outras leituras. Reportagens, aulas, ensaios, documentários, colunas de jornais, de revistas não-cristãs, etc.. Ao identificar fragilidades no meu método, aí está minha caixa de comentários. Me ajude.

1 - Quem a faz?

2 - De quê ele reclama?

3 - Como o faz? Ele está alicerçado numa visão de mundo realmente cristã, bíblica? Como é a sua argumentação? Há rigor lógico e conceitual na exposição de suas teses, ou tudo se reduz a opiniões pessoais? Aqui há uma questão fundamental: se você identificar uma lógica manca, falácias, conclusões que não condizem com as premissas, há boa probabilidade de você estar lendo um picareta. Outro ponto a ser destacado: o importante é que o colunista enxergue o objeto, o assunto do seu artigo com clareza. Às vezes uma argumentação aparentemente rigorosa esconde desconhecimento sobre aspectos elementares do assunto. Quem já leu o Delfim Neto sabe do que estou falando.

4 - De qual perspectiva? (teológica, política, filosófica, etc...)

5 - Quando a fez? Em que momento está, com quais contextos históricos faz comparações e qual é sua interpretação histórica?

6 - Por que a faz? O quê o motiva a fazê-la. (Se confessa suas motivações, comparar com os possíveis desdobramentos e conseqüências de tal crítica. Se o crítico não faz isso, seu histórico e posicionamentos intelectuais esclarecem muita coisa. Apelar para sub-freudismos chulos – mania nacional – do tipo: "ih, esse aí brigou com a mulher", não resolve o problema e evidencia mais a SUA tosquice intelectual do que a do crítico em análise. Tentar "ler as entrelinhas", no sentido de tentar identificar motivações de forma puramente subjetiva, fazendo eisegeses (impor sentidos ao texto) grosseiras – outra mania comum, que pegou graças ao freudismo tido em boa conta por muita gente, também confunde mais do que esclarece.)

7 - Como se dá a relação entre: identificação com o problema/intercessão/sentimentos/posições intelectuais que se evidenciam na crítica. A igreja é o Corpo de Cristo, a família com muito irmãos na qual Jesus é o primogênito, é a noiva do Senhor. Tendo sempre isso em mente, pode-se perceber se o autor escreve com o intuito de servir à igreja, com amor, ou apenas para aparecer, o que é muito comum.

8 – Qual o histórico, no campo da idéias, e o perfil dos entusiastas do posicionamento do crítico. Quem são, quem são seu mentores, quem são seus comparsas, o que pensam. Vale lembrar a promessa de Cristo sobre a possibilidade de conhecimento objetivo e certeiro quanto a isso: “Pelos frutos os conhecereis”. Glória somente ao Cordeiro!

Para concluir, mais duas observações:

1 - Se há dificuldades em tentar responder para si mesmo algumas dessas questões, e não é fácil mesmo – e se você considera fácil, cuidado -, busque cristãos sérios que possam orientar suas leituras, participe de grupos de estudo bíblico, teológico e filosófico. Eu faço parte de um, e ajuda muito. Lembre-se dos grandes heróis da fé, pregadores e avivalistas da história: sempre sedentos por Deus, e incansáveis na busca por conhecimento.

2 – Sim, a mula pode falar a Balaão. Deus pode usar quem menos imaginávamos, para nos mostrar fatos e verdades importantes do que tem acontecido à igreja e sobre o que ela tem feito. Por mais que discordemos de tudo mais que a mula defenda. Mas a mula falar é a exceção, não a regra, e cautela é necessária.

Se você quiser fazer crítica eclesiológica:

Sem buscar discernimento e sabedoria da parte de Deus, e sem base nas Escrituras, nem comece. Você será parte do problema, e só contribuirá para o diagnóstico como amostra, evidenciando sintomas. Nesse sentido, todo cristão dá sua contribuição, queira ou não. Já o número dos que têm algo a acrescentar, a edificar, é muito menor.
E só faça isso se você tem tal chamado. Não imite esses intelectualóides frívolos que são pagos para encher de letrinhas as páginas de certas revistas ditas evangélicas. Não se exponha ao ridículo, você é filho do Rei do Reis.

Fonte: Blog Profeta Urbano


O arcebispo Desmond Tutu apoiou a decisão da Igreja da Escócia de nomear um homossexual abertamente




EDINBURGO, ESCÓCIA, 29 de maio de 2009 (LifeSiteNews.com) — O arcebispo Desmond Tutu apoiou a decisão da Igreja da Escócia de nomear um homossexual abertamente praticante para o ministério. A Assembléia Geral da Igreja da Escócia, conhecida como Kirk, num voto sábado de 326 a 267 confirmou a nomeação de Scott Rennie, um homossexual abertamente praticante, como pastor na Igreja Queen’s Cross em Aberdeen.

Na quarta-feira, Desmond Tutu, ganhador do Prêmio Nobel da Paz e bispo anglicano emérito da Cidade do Cabo, em seu discurso na Assembléia Geral, disse que ele ficou estupefato que as igrejas estejam debatendo “quem vai para a cama com quem” quando pessoas estão morrendo de fome, AIDS e em guerras.

Rennie disse para a BBC domingo a noite que ele não achava que esse voto é o “fim da discussão” dentro da Igreja da Escócia. “A Igreja está numa viagem de descoberta, de conversação um com o outro sobre homossexualidade”.

A Assembléia Geral mais tarde votou por uma moratória de dois anos em quaisquer outras ordenações de pastores homossexuais e concordou em não discutir a questão publicamente durante esse tempo.

Tutu comparou a ordenação de homossexuais à ordenação de mulheres na Comunhão Anglicana, dizendo: “Eu acharia impossível ficar parado quando pessoas estão sendo perseguidas por algo sobre o qual elas nada podem fazer — sua orientação sexual”.

O caso de Scott Rennie é semelhante ao caso de Gene Robinson, bispo episcopal americano cuja confirmação como bispo de New Hampshire foi o ponto de partida para a crise em andamento na Comunhão Anglicana Mundial. Robinson tinha naquele ponto sido casado e pai de dois filhos. Rennie também esteve casado durante cinco anos e teve uma filha. Ruth e Scott Rennie se separaram e se divorciaram e Scott Rennie está agora num relacionamento atual com outro homem.

Ruth Rennie disse para o jornal Scotsman que aqueles que se opuseram à eleição de seu ex-marido como pastor da Igreja Queen’s Cross “não têm compaixão” “Em seu ministério”, disse ela, “Scott é por natureza uma pessoa sensível e caridosa, e o que ele tem enfrentado provavelmente o tornou um pastor ainda melhor”.

Em 2008, depois que Scott Rennie disse para a congregação de Queen’s Cross que ele é um homossexual praticante que vive com outro homem, eles o elegeram como seu pastor por 140 votos a 28. Essa seleção foi mais tarde sustentada pelo Presbitério de Aberdeen por 60 votos a 24. Isso fez de Rennie o primeiro pastor abertamente praticante a ser confirmado na Kirk.

A decisão, porém, foi posteriormente contestada por um grupo de 12 pastores e presbíteros em Aberdeen e a questão foi adiada para a Assembléia Geral deste ano, o tribunal mais elevado da igreja e seu órgão governante, que se reuniu de 21 a 27 de maio.

Como com as principais denominações protestantes, a Kirk está experimentando profundas divisões sobre a questão da homossexualidade. Em 1994, um relatório do Conselho Doutrinário da Kirk concluiu: “Casais que coabitam, quer heterossexuais ou homossexuais, podem muito bem demonstrar todas as marcas de uma parceria de compromisso, amor e fidelidade e não devem ser vistos como em estado de pecado”.