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Mostrando postagens de Abril 2, 2014

Iraque aprova lei que permite casamento aos 9 anos

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O Conselho de Ministros iraquiano aprovou uma proposta de lei que irá permitir casamento de meninas de nove anos e a violação no matrimónio. Casamento de menores de idade no Iraque (Reuters) O diploma poderá passar a lei se for ratificado pelos deputados no Parlamento, o que não deverá acontecer antes das eleições legislativas no dia 30 de Abril. Caso este diploma for aprovado apenas o pai terá o direito de aceitar ou recusar uma proposta de casamento para a filha. Na atual legislação os 18 anos é que é a idade mínima para o casamento sem aprovação dos pais e 15 para as meninas que o façam com o consentimento familiar. Essa lei, de nome «Lei Jafari do Estatuto Pessoal», também irá obrigar as mulheres a terem relações sexuais com os maridos sempre que estes quiserem.

MÉDICO PROTESTANTE DIZ . EU APENAS CORRIJO OS ERROS DE DEUS .

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A cantora, atriz e modelo sul-coreana Harisu, uma das pacientes do Dr. Kim Seok-Kwun (Foto: Ahn Young-joon/AP) Conhecido como o “pai dos transgêneros sul-coreanos”, o médico Kim Seok-Kwun desafia os costumes conservadores de seu país. Ele já fez mais de 320 cirurgias de mudança de sexo em sua carreira – acredita-se que seja o maior número de operações desse tipo feitas por um único médico na Coreia do Sul. Cerca de 210 dessas cirurgias foram para transformar corpos masculinos em femininos. Kim é cirurgião plástico no Hospital Universitário Dong-A, na cidade de Busan, no sul do país. Ele se especializou em deformidades faciais e começou a fazer cirurgias de mudança de sexo em 1986, após ser procurado por vários pacientes homens usando roupas de mulher, que pediram que ele construísse vaginas para eles. O cirurgião Kim Seok-Kwun com um paciente
em seu consultório (Foto: Ahn Young-joon/AP) Protestante, o médico diz que inicialmente se questionou se deveria realmente fazer esse tipo de procedi…

Condenada por mandar cortar o pênis do ex-noivo em MG, médica é presa em SP

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A médica Myriam Priscilla de Rezende Castro, 34, condenada por mandar corta o pênis do ex-noivo A Polícia Civil de Minas Gerais prendeu nesta terça-feira (1º), no interior de São Paulo, uma médica que havia sido condenada a seis anos de prisão em regime semiaberto por ter mandado cortar o pênis do ex-noivo, que desistiu do casamento com a mulher três dias antes da cerimônia. O crime ocorreu em 2002, na cidade de Juiz de Fora (278 km de Belo Horizonte). Segundo a polícia, Myriam Priscilla de Rezende Castro, 34, preparava-se para ir ao trabalho quando foi presa na porta de um condomínio de luxo na cidade de Pirassununga (a 211 km de São Paulo). Contra ela, havia um mandado de prisão expedido pela Justiça no final do ano passado. Segundo o delegado Rômulo Guimarães Dias, responsável pela prisão, ela reagiu de maneira tranquila à abordagem feita pelos policiais. Myriam foi condenada em abril de 2009, mas não foi presa em razão de recursos impetrados por seu advogado. Em janeiro de 2013, a sen…

Cresce a expectativa pela chegada do Anticristo muçulmano

A guerra na Síria se arrasta desde março de 2011. Após três anos, já morreram mais de 140.000 pessoas, milhões foram expulsos de suas casas e arrasou a economia do país. Os esforços diplomáticos, não fizeram nenhum progresso. O assunto deixou de ser notícias na maioria das TVs, que hoje voltam suas câmaras para o conflito na Crimeia. Apesar das ameaças, a ONU não fez nenhum movimento significativo para pôr um fim ao embate. Embora o governo sírio negue, esta é uma guerra religiosa. Mais do que isso, para os radicais de ambos os lados, é o início da última guerra, que trará o final dos tempos sobre a Terra. “Se você acha que todos esses guerreiros mujahideen vieram de todo o mundo para lutar contra o presidente Assad, está enganado”, disse Abu Omar, um jihadista muçulmano sunita que usa faz parte de uma das muitas brigadas anti-Assad da região de Aleppo. “Eles estão todos aqui, como profetizado pelo Profeta Maomé! Esta é a guerra, que ele prometeu, é a Grande Batalha”, exclamou ele à agê…

Gênero neutro é reconhecido pela Suprema Corte da Austrália

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Norrie, que usa apenas o primeiro nome e não se identifica como homem ou mulher, fala durante uma confeência ao lado do advogado Scott McDonald em Sydney após a corte australiana legalizar o terceiro gênero 'neutro'. (Foto: William West/AFP) A mais alta corte da Austrália reconheceu, nesta terça-feira (1), que uma pessoa pode ser legalmente reconhecida por um gênero neutro, além de masculino e feminino. "A Suprema Corte reconhece que uma pessoa pode não ser nem do sexo masculino, nem do sexo feminino, e permite, assim, o registro do sexo de uma pessoa como 'não especificado'", disse, em julgamento unânime, que rejeitou a apelação feita pelo estado de New South Wales para que fossem reconhecidos apenas os sexos masculino e feminino. O caso foi centrado numa pessoa chamada Norrie - que não se identifica nem como sendo do sexo masculino nem do sexo feminino. Ela entrou com um processo na justiça australiana para que um gênero neutro fosse introduzido no país. Nor…