sexta-feira, 12 de agosto de 2016

Tragam Seus Dízimos e Recebam as Bênçãos de Deus: É Esta, Hoje em Dia, a Vontade de Deus?

As pessoas religiosas, hoje em dia, ouvem muita coisa a respeito do dízimo. Os pregadores, freqüentemente, citam Malaquias 3:10 para encher os cofres de suas igrejas. Nesta passagem, o profeta de Deus disse:
"Trazei todos os dízimos à casa do tesouro, para que haja mantimento na minha casa, e provai-me nisto, diz o Senhor dos Exércitos, se eu não vos abrir as janelas do céu, e não derramar sobre vós bênção sem medida."
Que texto de pregação poderoso! Mandamento de Deus. Obrigação clara. Teste de fidelidade. Garantia de bênção. Não é surpresa que esta seja uma passagem favorita de muitos pregadores modernos.
Mas estariam estes pregadores tratando corretamente a palavra de Deus (veja 2 Timóteo 2:15)? Deus exige nossos dízimos hoje em dia? Ele está prometendo bênçãos materiais abundantes em retribuição? Examinemos estas questões de acordo com a Bíblia para determinar o que Deus realmente quer (veja Atos 17:11).

Deus exige nossos dízimos, hoje em dia?

Não há dúvida que Deus exigiu o dízimo na Bíblia. Mas, para entender sua vontade para os dias de hoje, precisamos examinar as passagens que discutem o dízimo. Pesquisemos brevemente o ensinamento bíblico sobre este assunto.
O dízimo antes da lei de Moisés
Antes que Deus revelasse uma lei escrita a Moisés, para governar os descendentes de Israel, encontramos duas ocasiões quando homens deram ou prometeram dízimos a Deus. Depois do resgate de pessoas e de bens que tinham sido tomados de Sodoma numa guerra, Abraão deu um dízimo a Melquisedeque, o sacerdote de Deus (Gênesis 14:18-20). Mais tarde, Jacó (o neto de Abraão) prometeu devolver a Deus 10% de sua prosperidade (Gênesis 28:22). Estes dízimos parecem ter sido voluntários. Não há registro de qualquer mandamento de Deus a respeito do dízimo antes do tempo de Moisés. Certamente, o dízimo de Abraão não é mais um padrão para hoje na mesma forma que o exemplo de Noé não exige que nós construirmos uma arca hoje em dia. Pela mesma razão que pregadores hoje em dia não têm o direito de exigir que você construa um grande barco, eles não têm base para usar os exemplos de doações de dízimo do livro de Gênesis para exigir que você dê 10% de sua renda a uma igreja.
O dízimo na lei de Moisés
É indiscutivelmente claro que Deus ordenou o dízimo na lei que ele deu através de Moisés. Muitas passagens mostram essa exigência (por exemplo, Levítico 27:30-33; Números 18:21-32; Deuteronômio 12:1-19; 26:12-15). O dízimo era uma característica da relação especial entre Deus e o povo escolhido de Israel (Deuteronômio 14:22-29). Nenhum estudante da Bíblia pode negar a necessidade do dízimo, sob a lei de Moisés.
Sempre que as pessoas se referem à lei de Moisés, é importante lembrar que Deus deu essa lei aos israelitas, descendentes de Abraão especialmente escolhidos. A manutenção dessa lei era necessária para mostrar que eles eram um povo separado, escolhido (Êxodo 19:1-6; Deuteronômio 26:16- 19). Estes mandamentos a respeito do dízimo foram parte "da lei de Moisés, que o Senhor tinha prescrito a Israel" (Neemias 8:1).
Malaquias viveu no mesmo tempo que Neemias. Ele era um judeu que pregava aos judeus (Malaquias 1:1). Ele viveu sob a lei de Moisés e encorajou outros israelitas a serem obedientes a essa lei (Malaquias 2:4-8, 10; 4:4). Ele usou pensamentos dessa lei para prever as responsabilidades e bênçãos espirituais, ainda por vir, através de um descendente de Abraão, mas não impôs sobre todas as pessoas de todos os tempos a obrigação de dar o dízimo. Qualquer esforço para voltar à lei de Moisés, hoje em dia, é um esforço para reconstruir o muro de separação que Jesus morreu para destruir (Efésios 2:11-16). Certamente, os verdadeiros seguidores de Jesus não quererão anular seu sacrifício só para acumular dinheiro no tesouro de uma igreja!
O dízimo no Novo Testamento
Todas as pessoas agora vivem sob a autoridade de Cristo, como foi revelada no Novo Testamento (Mateus 28:18-20; João 12:48; Atos 17:30- 31). Sua vontade entrou em vigor depois de sua morte (Hebreus 9:16-28). Estes fatos nos ajudarão a entender as passagens do Novo Testamento, a respeito do dízimo.
Durante sua vida, Jesus reconheceu a autoridade da lei de Moisés. Ele era um judeu, nascido sob a lei (Gálatas 4:4) e com a missão de cumprir essa lei (Mateus 5:17-18). Jesus criticou os judeus hipócritas, que negligenciavam outros mandamentos divinos, enquanto zelosamente aplicavam a lei do dízimo (Mateus 23:23; Lucas 11:42; 18:9-14). Jesus não ensinou que a lei do dízimo seria uma parte de sua nova aliança, que entraria em vigor após sua morte.
O livro de Hebreus fala do dízimo, para mostrar a superioridade do sacerdócio de Jesus, quando comparado com o sacerdócio levítico da Velha Lei (Hebreus 7:1-10). Esta passagem não está ordenando o dízimo para hoje em dia. De fato, o mesmo capítulo afirma claramente que Jesus mudou ou revogou a lei de Moisés (Hebreus 7:11-19). O dízimo não é ordenado na lei de Cristo, que é o Novo Testamento.

Que lei se aplica hoje?

Não vivemos sob a lei de Moisés, hoje em dia. Jesus aboliu essa lei por sua morte (Efésios 2:14-15). Estamos mortos para essa lei para que possamos estar vivos para Cristo (Romanos 7:4-7). A lei gravada nas pedras, no Monte Sinai, extinguiu-se e a nova aliança permanece (2 Coríntios 3:6-11). A lei funcionou como um tutor para trazer o povo a Cristo, mas não estamos mais sob esse tutor (Gálatas 3:22-25). Aqueles que desejam estar sob a lei estão abandonando a liberdade em Cristo e retornando à escravidão (Gálatas 4:21-31). As pessoas que voltam a essa lei estão decaindo da graça e se separando de Cristo (Gálatas 5:1-6). Não temos o direito de retornar a essa lei, para obrigar que guardem o sábado, a circuncisão, os sacrifícios de animais, as regras especiais sobre roupas, a pena de morte para os filhos rebeldes, o dízimo e qualquer outro mandamento da lei de Moisés.
Vivemos sob a autoridade de Cristo e temos que encontrar a autoridade religiosa na nova aliança que ele nos deu através de sua morte. Ele é o mediador desta nova aliança (Hebreus 9:15). Seremos julgados por suas palavras (João 12:48-50). Desde que Jesus tem toda a autoridade, temos a responsabilidade de obedecer tudo o que ele ordena (Mateus 28:18-20).

O que o Novo Testamento diz a respeito das dádivas?

Jesus, através de Paulo, ensina que as igrejas devem fazer coletas nas quais os cristãos darão de acordo com sua prosperidade (1 Coríntios 16:1- 2). Temos que dar com amor, generosidade e alegria, conforme tencionamos em nossos corações (2 Coríntios 8:1-12; 9:1-9). Portanto, podemos dar mais do que 10% ou menos do que 10%. Temos que usar nossos recursos financeiros, e todos os outros recursos, no serviço de Deus. Não somos mandados por Deus para darmos uma porcentagem especial.

E a respeito das bênçãos?

Malaquias pregou a uma nação carnal que estava sofrendo as conseqüências carnais do pecado. Ele prometeu bênçãos materiais de Deus para aqueles que se arrependessem de sua desobediência. Não encontramos esta importância material no Novo Testamento. Deus garante aos fiéis que eles não precisam se preocupar com as necessidades da vida (Mateus 6:25-33).
Mas o Novo Testamento não promete luxo, conforto e riquezas. Jesus sofreu nesta vida, e assim seus seguidores sofrerão (Marcos 10:29-30; Lucas 9:57-62). A preocupação com a prosperidade material nos distrai da meta celestial e nos arrasta à idolatria da cobiça (Colossenses 3:1-5). Tais motivos não têm nenhum lugar entre os cidadãos do reino de Deus.

Destorcendo Malaquias 3:10

Aqueles que citam Malaquias 3:10 para exigir o dízimo, e prometem prosperidade material, estão destorcendo a palavra de Deus. Eles estão enchendo os tesouros das igrejas ao desviarem a atenção de seus seguidores das coisas espirituais para darem atenção às posses materiais. Pedro advertiu sobre tais mestres: "Também, movidos pela avareza, farão comércio de vós, com palavras fictícias; para eles o juízo lavrado há longo tempo não tarda, e a sua destruição não dorme" (2 Pedro 2:3).

Mirando a meta celestial

Deus oferece uma coisa muito melhor aos seus seguidores: um prêmio eterno no céu. Paulo nos desafia a mirar essa meta: "Portanto, se fostes ressuscitados juntamente com Cristo, buscai as cousas lá do alto, onde Cristo vive, assentado à direita de Deus. Pensai nas cousas lá do alto, mas não nas que são da terra" (Colossenses 3:1-2).

Jornalista que acusa o pastor e deputado Marco Feliciano passa de vítima a investigada em SP

A investigação sobre suposta ameaça, coação e cárcere privado denunciada pela ex-militante do PSC Patrícia Lelis, de 22 anos, contra o chefe de gabinete do deputado Marco Feliciano (PSC), Talma Bauer, sofreu uma reviravolta nesta quarta-feira em São Paulo. A jovem, inicialmente enquadrada como vítima, passou a ser um dos investigados no inquérito em apuração no 3º Distrito Policial na capital paulista. Patrícia acusa Feliciano de tentativa de estupro.

Imagem redimensionadaO delegado Luís Roberto Hellmeister, responsável pelo caso, afirmou no início da noite desta quarta-feira ter material para provar que os crimes denunciados por Patrícia na última sexta-feira não ocorreram. Segundo ele, a polícia reuni3u vídeos que comprovariam que Patrícia circulou pela cidade nos dias que antecederam a denúncia, na última sexta-feira, o que desqualificaria a acusação que ela fez contra o assessor de Feliciano de mantê-la em cárcere privado em São Paulo. Ela também teria se encontrado com Bauer num hotel, e imagens revelariam um clima cordial entre ambos.

Na segunda-feira passada, Patrícia esteve na Procuradoria Especial da Mulher no Senado para fazer denúncias de abuso sexual contra o deputado. O parlamentar nega as acusações.

Patrícia também acusa o chefe de gabinete de ameaçá-la e obrigá-la a gravar um vídeo para inocentar o deputado da denúncia de tentativa de estupro. A gravação, em que ela recua da denúncia de tentativa de estupro, foi divulgada por ela em uma rede social.

— Os tipos penais de ameaça, sequestro qualificado e coação caíram por terra. A investigação segue agora por outra linha. Vamos investigar se ocorreram crimes de extorsão e calúnia e a Patrícia passa a ser investigada — disse o delegado.

O assessor de Feliciano segue sendo investigado. A polícia quer saber se ele pagou a jovem para que ela inocentasse Feliciano. Já em relação a Patrícia, o delegado vai apurar se ela pediu ou aceitou dinheiro em troca da gravação em favor do deputado e se cometeu o crime de calúnia pela denúncia de cárcere privado contra Bauer.

O GLOBO não conseguiu localizar Patrícia para comentar o caso.


Fonte: O Globo 

Escolas cristãs crescem na China: `Os pais nos imploram para ensinar sobre Jesus´


Embora o governo comunista da China tente limitar o livre exercício da fé no país, o cristianismo cresce em taxas fenomenais, de acordo com o autor chinês mais vendido, Yu Jie.
"O número cresce em milhões a cada ano”, disse Yu em um artigo publicado no jornalFirst Things. "Se este ritmo for mantido, em 2030, os cristãos na China serão superiores a 200 milhões — superando os Estados Unidos —, tornando a China o país com a maior população cristã no mundo", disse ele.
Outra indicação do avanço do cristianismo na China é o aumento da demanda por escolas cristãs no país. Em entrevista ao site CBN News, o diretor do Colégio Veritas, Sean Elgut, disse que o espaço para as escolas cristãs americanas estão aumentando na China.
"Os pais chineses começam a perceber que a educação cristã vai além dos livros didáticos. Os pais querem que seus filhos vivam com fé. Eles estão nos implorando para ensiná-los a respeito de Jesus", disse Elgut.
O cristianismo também está atraindo os chineses da Geração Y, nascidos entre a década de 1980 e 1990. Muitos deles acreditam que a Bíblia não é apenas um livro, mas um modo de vida que os leva a viver de forma pura e alegre, disseram dois cristãos convertidos à CBN News.
"Antes de frequentar a escola, eu sabia pouco sobre Jesus. Quando eu comecei a frequentar aulas, eu aprendi muito sobre Deus e o amor por seus filhos", disse Cristal Lu. "Meus pais, que são cristãos, estão extremamente felizes por ver que o Senhor me apresentou uma maneira de conhecê-Lo. Toda a minha família é cristã hoje."
Wang Zhao Yuan, um outro cristão convertido, disse que os valores bíblicos ensinados nas escolas cristãs também tocaram seu coração. "Eu sempre gostei de conversar cara-a-cara com o professor. Quando [ele] orou por mim, eu me senti muito melhor. Meu coração não se sentia mais tão pesado", disse Wang.

Pelo menos 13 cristãos são assassinados em sequência de ataques de islâmicos na Nigéria


Conhecidos como 'pastores Fulani', muçulmanos extremistas da Nigéria atacaram um grupo de aldeias predominantemente cristãs no estado de Kaduna, na semana passada, matando pelo menos 13 cristãos e dispersando membros de três igrejas, segundo informaram fontes da área.
 
Uma sobrevivente dos ataques contou ao site internacional de notícias sobre missões,'Morning Star News', que os pastores mataram duas mulheres cristãs na vila Ninte na Área de Jema'a, Governo Local (LGA) do estado norte-central no dia 1º de agosto. Ela também informou que oito cristãos foram mortos em Gada Biyu, no dia seguinte (2 de agosto). Os jornais locais relataram que nove pessoas foram mortas em Gada Biyu e mais dois homens foram mortos em Akwa'a no dia 3 de agosto.
 
Sendo uma entre as centenas de cristãos expulsos da área, Martha Yohanna, da Igreja Batista Alheri, na aldeia de Gada Biyu, disse ao 'Morning Star News' que os ataques contra as aldeias de Ninte e Gada Biyu foram realizados por pastores muçulmanos Fulani de 1 a 3 de agosto.
 
"No dia 1º de agosto, por volta de meio-dia, em Ninte, os pastores Fulani atacaram duas mulheres cristãs e um homem, enquanto eles estavam em sua fazenda", disse ela. "Eles as feriram com facões. Uma mulher e sua nora foram mortas pelos pastores Fulani, enquanto o homem ainda está no hospital".
 
No dia seguinte, os pastores Fulani mataram oito cristãos em Gada Biyu, incluindo cinco identificados apenas como Friday, Akoro, Mamman, Danladi e Jerry, segundo informações da moradora.
 
Ela ainda contou que seu cunhado Joseph, de 25 anos, ainda está desaparecido e acredita-se que ele tenha sido assassinado pelos Fulani.
 
"Há mais de uma semana que ele não foi mais visto e não se ouviu mais nada sobre ele", disse ela.
No dia 03 de agosto, as forças de segurança expulsaram os Fulani, mas esses atacantes voltaram para Gada Biyu cerca de seis horas depois, e queimaram as casas da vila.
 
"Eles destruíram quase tudo em três horas", disse Yohanna. "Eu escapei de Gada Biyu para Gidan Waya na segunda-feira [1º de agosto], quando os Fulani vieram para atacar a aldeia ao meio-dia, e voltei na quarta-feira à tarde para recuperar algumas das nossas roupas. Na noite desta quarta-feira, os pastores Fulani voltaram para a minha aldeia e destruíram nossas casas. Eles atearam fogo em algumas casas, antes que os policiais e soldados os expulsassem dali".
 
Gada Biyu, perto da Kafanchan, tem três congregações cristãs que foram deslocadas como resultado do ataque. São elas: Igreja Batista Alheri, Igreja Batista Sabon Rai e a Igreja Evangélica Winning All (ECWA).
 
"Os três pastores [líderes das igrejas] escaparam da aldeia durante o ataque e não voltaram para lá", disse ela. "Meu pastor, o reverendo Nathan Jaweson, da Igreja Batista Alheri fugiu na segunda-feira, após o assassinato das duas mulheres na vila Ninte, com sua família e voltou para Gada Biyu. No entanto, ele escapou por pouco de ser morto na terça-feira [2 de agosto], porque ele nadou pelo rio de Gada Biyu. Ele está atualmente a vivendo como refugiado em outra vila".
 
O pastor da igreja ECWA fugiu para uma vila próxima, enquanto o paradeiro do pastor da Igreja Batista Sabon Rai ainda é desconhecido. Por causa dos ataques, nenhuma das igrejas de Gada Biyu realizaram cultos no último domingo (07 de agosto). A Igreja Batista Alheri normalmente tem cerca de 300 membros em suas programações.
 
O ataque à vila Gada Biyu marca quarto ataque dos muçulmanos Fulani contra comunidades cristãs neste ano, na região, disseram fontes à 'Morning Star News' em Gidan Waya, a poucos quilômetros do Gada Biyu. Funcionários do governo pediram na terça-feira (09 de agosto) que as pessoas não voltem a Gidan Biyu, enquanto os Fulani ainda estão fazendo da vila, um local inseguro.

BANDEIRAS E BANDEIRINHAS DE MÃO PARA CAMPANHA POLITICA .

VEJA NOSSA EXPLICAÇÃO NO VÍDEO ABAIXO .

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