quarta-feira, 16 de maio de 2012

O Salmo de Ana

(2:1-10)

“Então, orou Ana e disse: O meu coração se regozija no SENHOR, a minha força está exaltada no SENHOR; a minha boca se ri dos meus inimigos, porquanto me alegro na tua salvação. Não há santo como o SENHOR; porque não há outro além de ti; e Rocha não há, nenhuma, como o nosso Deus. Não multipliqueis palavras de orgulho, nem saiam coisas arrogantes da vossa boca; porque o SENHOR é o Deus da sabedoria e pesa todos os feitos na balança. O arco dos fortes é quebrado, porém os débeis, cingidos de força. Os que antes eram fartos hoje se alugam por pão, mas os que andavam famintos não sofrem mais fome; até a estéril tem sete filhos, e a que tinha muitos filhos perde o vigor. O SENHOR é o que tira a vida e a dá; faz descer à sepultura e faz subir. O SENHOR empobrece e enriquece; abaixa e também exalta. Levanta o pobre do pó e, desde o monturo, exalta o necessitado, para o fazer assentar entre os príncipes, para o fazer herdar o trono de glória; porque do SENHOR são as colunas da terra, e assentou sobre elas o mundo. Ele guarda os pés dos seus santos, porém os perversos emudecem nas trevas da morte; porque o homem não prevalece pela força. Os que contendem com o SENHOR são quebrantados; dos céus troveja contra eles. O SENHOR julga as extremidades da terra, dá força ao seu rei e exalta o poder do seu ungido.”
Neste Salmo de louvor há uma porção de coisas dignas de nota. Enquanto as examinamos, talvez elas o estimulem a fazer um estudo pessoal e mais profundo deste texto.
Primeiro, a oração de Ana é um salmo. Várias traduções indicam isto pela maneira como o texto é disposto. A oração de Ana se parece com um dos salmos do Livro de Salmos. A oração de Ana emprega paralelismo e simbolismo, que são típicos de um salmo.
Segundo, o salmo de Ana é uma oração, uma oração que talvez ela tenha preparado para fazer antes da adoração.Diante da majestade destas palavras, não podemos nos esquecer que esta é uma oração de louvor. É um salmo, mas, como os salmos, é uma oração dirigida a Deus, uma oração de louvor e agradecimento. Algumas pessoas, quase automaticamente, presumem que Ana tenha emprestado este salmo como expressão de seu louvor a Deus. Os salmos da Bíblia colocam de forma maravilhosa nossas orações em palavras para, com muita habilidade, descrever aquilo que está dentro do nosso coração, mas não há nenhuma indicação de que este não seja um salmo composto pela própria Ana. Será que a julgamos incapaz de uma obra tão magnífica? Ou será que pensamos que Deus não possa colocar tal louvor dentro do nosso coração? Vamos em frente.
Terceiro, o salmo de Ana agora faz parte das Escrituras. Seu salmo não é mais algo seu, particular, mas é uma parte permanente das Escrituras Sagradas para todos nós lermos e repetirmos (se quisermos), e para a edificação de nossa alma.
Quarto, o salmo de Ana, portanto, é um salmo inspirado por Deus. “Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para repreensão, para correção, para educação na justiça...” (II Tm. 3:16). Uma vez que este salmo faz parte das Escrituras, sabemos que é inspirado pelo Espírito Santo de Deus (ver I Co. 2:10-13; II Pe. 1:21). Será que as palavras de Ana estão além de sua capacidade natural de expressão? Todas as palavras de cada autor inspirado das Escrituras são assim. É exatamente esta a razão pela qual podemos facilmente aceitar que Ana tenha escrito este salmo, pela capacitação do Espírito Santo.
Quinto, o salmo de Ana é fruto de suas experiências.As Escrituras não são transmitidas mecanicamente por seus autores humanos. De alguma forma misteriosa (tão misteriosa quanto Jesus é tanto divino quanto humano), a revelação de Deus é gerada mediante instrumentos humanos, com suas próprias histórias e experiências, expressando suas personalidades individuais e, ainda assim de forma a transmitir exatamente e inerrantemente as palavras de Deus.
Sexto, o salmo de Ana também parece refletir as experiências de Israel com Deus no passado. A Escritura inspirada tem sua própria forma de se relacionar com o restante das Escrituras. As palavras de louvor do salmo de Ana parecem fluir, em parte, das experiências de Israel no passado, particularmente da época do êxodo. Muitas vezes as palavras ou expressões inspiradas de um escritor são emprestadas de outro texto bíblico e, às vezes, parecem ser quase uma parte inconsciente da estrutura do pensamento do autor. Ana se refere a Deus como sua “rocha” (verso 2). Em Deuteronômio 32:30-31, Deus é descrito como a “Rocha” de Israel. No verso 1, Ana diz que sua “força” (chifre) é exaltada em Deus; Moisés usa o simbolismo do “chifre” em Deuteronômio 33:17. Quando Ana fala sobre o pobre e o necessitado sendo elevados ao poder e à proeminência, não foi isto o que aconteceu a Israel no êxodo? Quando fala dos famintos sendo alimentados, não foi o que aconteceu no êxodo? Quando fala dos poderosos sendo humilhados, não foi o que aconteceu ao Egito no êxodo? Creio que Ana via o trabalho de Deus em sua vida sob a perspectiva da obra de Deus na vida de Israel no êxodo.
Sétimo, a oração de Ana vai muito além de sua própria experiência, enfocando o caráter do verdadeiro Deus a quem ela adora e a quem louva.Diferentemente do “salmo” de Jonas (Jonas 2), mas muito parecido com os salmos do Livro de Salmos, o salmo de Ana não se concentra apenas em sua tristeza, em seu sofrimento, ou mesmo em suas bênçãos. O salmo de Ana se concentra em seu Deus. Em meio ao seu sofrimento e à sua exaltação, ela passa a ver Deus mais claramente e, como conseqüência, ela O louva por quem e pelo que Ele é. Seu salmo se refere a Deus como santo (verso 2), fiel (“rocha”, verso 2), onisciente (conhecedor de todas as coisas, verso 3), gracioso (verso 8), todo-poderoso (verso 6), soberano, o grande modificador das circunstâncias (versos 6-10). Quanta coisa há sobre Deus em tão poucos versos!
Oitavo, a oração de Ana vai muito além de suas experiências, de seu passado e presente, antecipando um futuro distante. O salmo de Ana é profético; é uma profecia. O salmo fala com ansiedade da época em que Israel terá um rei (verso 10). Creio que o salmo fala da vinda do derradeiro “Rei”, nosso Senhor Jesus Cristo, que é o cumprimento final de sua profecia messiânica. Não é por isso que o ”salmo” de Maria nos soa tão familiar (ver Lucas 1:46-55)? É bem verdade que Maria talvez veja outros paralelos entre a sua bênção e a de Ana, mas não acho que a ligação messiânica seja ignorada.
Nove, não devemos nos esquecer que, ainda que o salmo de Ana seja expressão de seu louvor e alegria, ele é oferecido na época em que ela deixa seu filho para trás, jamais tendo-o consigo novamente. Esta é a época em que Ana expressa sua alegria e gratidão a Deus pela vida de Samuel, a resposta às suas orações. É a época em que Ana expressa sua fé em Deus e sua devoção a Ele. Mas também é a época da separação, quando ela deixará Samuel em Siló e voltará para Ramá. A fidelidade de Deus no passado é a garantia de Sua fidelidade no futuro e, assim, ela pode entregar seu filho a Deus.

Segundo organização cristã, mais da metade dos pastores no mundo não possuem treinamento bíblico


Segundo o presidente da organização cristã Global Action (Ação Global), Phil Long, 62% dos pastores do mundo não possuem treinamento formal bíblico. Ele também diz que, provavelmente, a maioria deles não receberá qualquer tipo de treinamento e que muitos nem passaram da sexta série.
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Segundo organização cristã, mais da metade dos pastores no mundo não possuem treinamento bíblicoPhil Long diz que as opções de treinamento de pastores, especialmente em áreas pobres, são escassas. Pensando nessa carência, o Global Action criou o programa GLOMOS (Módulo de Programa Global de Estudos), projetado para pastores que nunca tiveram treinamento, com um conteúdo de fácil assimilação.
Em apenas 10 meses, os professores do programa em todo o mundo ensinarão durante o seminário a história da igreja, pesquisas do Velho e Novo Testamento, interpretação da Bíblia e diversos outros ensinamentos.
“Ouvimos testemunho após testemunho de pessoas que são treinadas e plantaram ou estão plantando igrejas que alcançam centenas de milhares de pessoas ao longo dos últimos 10 anos”, disse Phil Long.
Além do treinamento, os pastores comprometidos com a criação de uma igreja poderão ser patrocinados pelo Global Action através do programa “I Started a Church” (Eu Iniciei uma Igreja) e combinarão recursos para alcançar mais pessoas no mundo através do Evangelho.

G+

Número de divórcios dobrou nos últimos 10 anos

Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o número de divórcios no Brasil aumentou nos últimos dez anos. A afirmação é com base no Censo de 2010.

Entre os brasileiros a proporção de pessoas divorciadas quase dobrou, passando de 1,7%, em 2000, para, 3,1%, em 2010. Rio de Janeiro, Mato Grosso e Distrito Federal apresentam os maiores valores deste indicador.
O Maranhão é o Estado com menor proporção de pessoas divorciadas com apena 1,2%.

As mudanças na legislação facilitaram a dissolução dos casamentos.
“Desde 2007 os divórcios podem ser requeridos nos cartórios, nos casos onde há consenso e inexiste filhos menores de idade. Outro exemplo de mudança na legislação é a emenda constitucional nº 66/2010, que tornou possível requerer a dissolução do casamento civil pelo divórcio a qualquer tempo, suprimindo o requisito de prévia separação judicial por mais de um ano ou de comprovada separação de fato por mais de dois anos”, explica o presidente da Associação dos Notários e Registradores do Brasil (Anoreg-BR), Rogério Bacellar.

Visão cristã dos fatos

Para o pastor Josué Gonçalves, autoridade na área de família, o aumento da taxa de divórcio não tem “causa única”, mas faz parte de um conjunto de fatores que devem ser analisados a luz das Escrituras Sagradas.

Para o pastor, algumas das muitas causas do aumento do números de casais que estão se separando são: a banalização do casamento como instituição divina; o hedonismo; a falta de modelos dignos para seguir, ou seja, muitas vezes o casamento dos pais é uma péssima referência; a mídia fazendo todos os dias apologia do adultério; a falta de orientação pré-conjugal; a falta de espírito de perdão; a imaturidade dos casais, etc.

“A solução para diminuir essa taxa de divórcio e mudar o quadro que está tanto fora como dentro dos portões da igreja, é continuarmos fazendo todo investimento possível na estruturação e fortalecimento da família (Salmo 127), a orientação dos nossos filhos (Deuteronômio 6) e um trabalho preventivo com os jovens que estão para se casar. O papel da igreja com os seus conselheiros é fundamental para que os casamentos sejam fortalecidos e os doentes sejam curados. Não existe outra saída que exclua a igreja da sua responsabilidade como portadora da mensagem transformadora do Evangelho”, frisou pastor Josué Gonçalves.

Fonte: Verdade Gospel.com

Marta Suplicy afirma ‘bancada evangélica é muito barulhenta’ sobre lei contra homofobia

Relatora do projeto de lei que criminaliza a homofobia, a senadora Marta Suplicy (PT-SP) pediu, nesta terça-feira (15), “pressão” da população para aprovar a lei e afirmou que a bancada evangélica, principal oponente do projeto, é “muito barulhenta”.

Segundo a senadora, uma “maioria silenciosa” favorável ao projeto, ou pelo menos neutra, vai se posicionar se a população civil se posicionar a favor do projeto.

Marta tem tentado viabilizar a votação já em outras ocasiões na Comissão de Direitos Humanos na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH), mas sem obter sucesso com grande oposição da bancada evangélica.

Segundo a senadora, os evangélicos da bancada representam “uma minoria que é muito barulhenta e se posiciona”. Ela alega que no país os homossexuais são vítimas de bullying e que o projeto vai inibir a violência.

Entretanto, Marta sofre críticas que não vem somente dos evangélicos. Grupos pró-família e outros líderes religiosos desfavorecem a sua posição. Na mídia, o colunista da Veja, Reinaldo Azevedo, expressa seu desfavorecimento afirmando que a lei é um “coquetel de incostitucionalidades”.

“A dita lei anti-homofobia, mesmo na versão amenizada que está no Senado, é um coquetel de inconstitucionalidades,” afirmou em seu texto intitulado “Será mesmo que o texto de Marta Suplicy de ‘combate à homofobia’ é aceitável? Resposta: ‘não’!”

“Pressão da sociedade” significa a organização de grupos da militância gay em favor da lei - e, obviamente, o silêncio de quem é contra o texto. E é evidente que se pode ser contra não por preconceito contra os gays, mas porque a lei ofende o bom senso e cria uma casta de aristocratas sob o pretexto de combater a homofobia”, completou ele.

Para a pesquisadora Miriam Abramovay, coordenadora da área de Juventude e Políticas Públicas da Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais (Flacso), existe o preconceito contra homossexuais no país e ele pode se traduzir em insultos, violências simbólicas e violência física contra os jovens homossexuais.

Fonte: The Christian Post

GAROTINHO DESABAFA . A verdade que muitos não sabem sobre uma grande armação contra mim

 


Entre as muitas maldades que Cabral fez contra mim para tentar me alijar da vida pública, a pior delas foi me incluir através de seu secretário José Mariano Beltrame numa investigação que estava sendo feita contra policiais. O processo é uma vergonha desde o período do inquérito. Para vocês terem uma idéia, os amigos de Cabral e Beltrame na Polícia Federal chegaram ao cúmulo de dizer no seu relatório enviado ao Ministério Público que a referência ao codinome Príncipe, encontrada numa anotação apreendida na casa de um bicheiro seria uma referência a mim já que segundo eles o Príncipe William é bem parecido comigo. Vergonha não há outra palavra. Não sei se vocês se lembram, mas até o Ministério Público Federal ao oferecer a denúncia contra mim disse que eu não obtive nenhuma vantagem financeira. Só pode ser uma loucura alguém apoiar maus policiais sem ter vantagem alguma. Não há no processo inteiro de mais de 10 mil páginas nenhuma prova contra mim, mas para me tirar da disputa ao governo do Estado valia tudo e Cabral utilizando o juiz Marcelo Leonardo, irmão do coronel da PM Aristeu Leonardo, assessor especial nomeado por ele primeiro no gabinete de Beltrame, depois na assessoria parlamentar da PM e por último comandante de uma das áreas da capital, conseguiu o que queria.

Além de recorrer da decisão fui mais além e representei contra o juiz no Conselho Nacional de Justiça mostrando uma série de irregularidades que vocês poderão tomar conhecimento no discurso que está no vídeo abaixo.


FATOS SOBRE O ESPÍRITO SANTO


O Espírito Santo inspirou pessoalmente os autores dos livros da Bíblia para escreverem as Escrituras (2 Timóteo 3:16, 2 Pedro 1:20), e é na Bíblia que o Espírito Santo Se apresenta a nós como Pessoa divina. Isso é expressamente declarado (por exemplo) em João 14:16,17,26, 15:26, 16:7-15; Mateus 28:19, sendo esse fato implícito em toda a Bíblia. A revelação a Seu respeito é feita progressivamente como veremos a seguir:

NO VELHO TESTAMENTO

A personalidade e a divindade do Espírito Santo, também chamado Espírito de Deus, se revelam a partir dos Seus atributos e das Suas obras:
A Sua onipotência é evidenciada em Sua participação no trabalho da criação (Gênesis 1:2, Jó 26:13, 33:4; Salmo 104:30), bem como Sua onipresença (Salmo 139:7-18).
Em Seu relacionamento com a humanidade, Ele Se empenha (Gênesis 6:3), esclarece (Jó 32:8), imbui com capacidade construtiva e sabedoria (Juízes 3:10, 6:34, 11:29, 13:25), capacita pessoas a receber e proferir revelações divinas (Números 11:25; 2 Samuel 23:2) e, geralmente, outorga poder aos servos de Deus (Salmo 51:12; Joel 2:28; Miqueias 3:8; Zacarias 4:6).
O Espírito de Deus é santo (Salmo 51:11), é bom (Salmo 143:10), é justo e ardoroso (Isaías 4:4), tem toda a sabedoria e entendimento, fornece conselho e fortaleza, bem como o conhecimento e o temor do Senhor (Isaías 11:2), e é o Espírito de graça e de súplicas da parte do Senhor (Zacarias 12:10).
O Espírito de Deus é soberano, vindo como Lhe aprouver sobre os homens e até mesmo sobre um animal de carga, e não estabelece condições (como no Novo Testamento) para vir sobre alguém, muitas vezes inesperada e surpreendentemente.
O Velho Testamento contém a previsão de um futuro derramamento do Espírito do Senhor, o Deus de Israel, sobre Israel (Isaías 44:3) e "toda a carne" (Joel 2:28,29). A expectativa de Israel, portanto, era dupla: a vinda do Messias-Emanuel (ver Mateus 1:18), e de um derramamento do Espírito tal como fora profetizado. No dia de Pentecostes houve um cumprimento em parte (Atos 2:16), mas o seu cumprimento exato e por completo ainda está no futuro, no fim do período da Tribulação. A partir do arrebatamento da igreja entendemos que o Espírito Santo deixará de habitar nas pessoas (2 Tessalonicenses 2:6-7) até o início do milênio, quando então voltará novamente e a profecia de Joel será cumprida plenamente.

NO NOVO TESTAMENTO

A habitação permanente pelo Espírito Santo em todo crente é uma nova bênção vinda mediante o Novo Testamento, em consequência da morte e ressurreição de Cristo (João 7:39, 16:7, Atos 2:33, Gálatas 3:1-6).
O Senhor Jesus ensinou aos Seus discípulos: “Se vós, pois, sendo maus, sabeis dar boas dádivas aos vossos filhos, quanto mais dará o Pai celestial o Espírito Santo àqueles que lho pedirem?” (Lucas 11:13), mas no fim do Seu ministério, antes da Sua morte e ressurreição, Ele prometeu que Ele mesmo iria rogar ao Pai, e que em resposta à Sua oração o Espírito Santo viria para ficar com eles para sempre (João 14:16,17).
Na noite da Sua ressurreição Ele veio para os discípulos reunidos e soprou sobre eles dizendo: "Recebei o Espírito Santo" (João 20:22), mas os instruiu a aguardar até que o Espírito Santo descesse sobre eles (Lucas 24:49; Atos 1:8).
No dia de Pentecostes o Espírito Santo cumpriu essa promessa e veio sobre todos os crentes reunidos, assim sendo nEle batizada a primeira igreja de Cristo (Mateus 13:11, Atos 2:1-4).
Depois de Pentecostes, enquanto o Evangelho foi pregado apenas aos judeus e aos samaritanos, o Espírito Santo era transmitido aos que criam, pela imposição das mãos dos apóstolos (Atos 8:17; Atos 9:17 etc.). Mas quando Pedro abriu a porta do Reino aos gentios (Atos 10), o Espírito Santo, sem demora ou outra condição de fé, foi dada aos que creem (Atos 10:44, 11:15-18). Esta situação persiste até agora e continuará até o arrebatamento da igreja. Cada crente nasce de novo pelo Espírito (João 3:3-8; 1 João 5:1), e é habitado pelo Espírito, cuja presença faz com que o corpo do crente seja um templo (1 Coríntios 6:19; Romanos 8:9-15; 1 João 2:27; Gálatas 4:6), e é batizado pelo Espírito no corpo de Cristo (1 Coríntios 12:12,13; 1 João 2:20,27) e selado para Deus (Efésios 1:13; 4:30). É evidente, portanto, que não é apropriado para o crente pedir que o Espírito Santo venha sobre ele, pois isto já aconteceu na sua conversão, nem que o batize novamente.
O Novo Testamento distingue entre ter o Espírito, que é dado a todos os crentes, e ser cheio do Espírito, que não só é um privilégio de todo crente, mas também é seu dever (comparar Atos 2:4 com Atos 4:29-31, e Efésios 1:13,14 com Efésios 5:18-21). Na verdade há um só batismo, mas pode haver muitos “enchimentos".
O Espírito Santo “esteve” com o Senhor Jesus em Sua concepção (Mateus 1:18-20; Lucas 1:35), batismo (Mateus 3:16; Marcos 1:10; Lucas 3:22; João 1:32,33), ministério e serviço (Lucas 4:1,14), ressurreição (Romanos 8:11), e é a Sua Testemunha por todo o tempo atual (João 15:26; João 16:8-11,13,14).
A verdadeira igreja, composta da totalidade das pessoas regeneradas desde o dia do Pentecostes até a primeira ressurreição (1 Coríntios 12:12, 13), unidas entre si e a Cristo mediante o batismo com o Espírito Santo (1 Coríntios 12:12,13) é o corpo de Cristo do qual Ele é a Cabeça (Efésios 1:22,23). Como tal, a igreja é um templo sagrado para a habitação de Deus através do Espírito (1 Coríntios 3:16,17, Efésios 2:21,22), é "uma só carne" com Cristo (Efésios 5:30,31) e está desposada com Ele como uma virgem pura a um marido (2 Coríntios 11:2-4). Ao batizar todos os crentes no corpo de Cristo (1 Coríntios 12:12,13) Ele transmite dons para o serviço de todos os membros desse corpo (1 Coríntios 12:7-11,27,30), guia os membros em seu serviço (Lucas 2:27; Lucas 4:1; Atos 16:6,7) e Ele próprio é o poder desse serviço (Atos 1:8; Atos 2:4; 1 Coríntios 2:4). Não cabe, portanto, rogar a Deus para que envie Seu Espírito sobre uma igreja local, pois ela já é o Seu templo e faz parte da igreja universal.
O Senhor Jesus indicou os três aspectos do relacionamento entre o Espírito Santo e o crente:
  1. Faz a aproximação de Deus ao homem, habitando com ele (João 14:17), convencendo-o do pecado (João 16:9), e anunciando Cristo como o objeto da fé (João 16:14). Esta aproximação se faz mediante a leitura e exposição da Sua Palavra, simbolizada por água (João 3:5, Efésios 5:26, 1 João 5:8), e o pregador (Romanos 10:14).
  2. Entra no coração do pecador arrependido que se converte para dar-lhe fé para salvação (Efésios 2:8) e regeneração (João 3:3-16). Continua permanecendo no crente (1 Coríntios 6:19), para lhe dar vitória sobre a carne (Romanos 8:2-9; Gálatas 5:16,17), para criar o caráter cristão (Gálatas 5:22,23), para ajudar nas fraquezas (Romanos 8:26), para inspirar a oração (Efésios 6:18), para dar acesso consciente a Deus (Efésios 2:18), para efetivar a filiação do crente (Gálatas 4:6).
  3. Sustenta o crente com a Sua Palavra que, como água, usa para sua limpeza e santificação (Efésios 5:26; 2 Tessalonicenses 2:13; 1 Pedro 1:2); ajuda na fraqueza e intercede por ele (Romanos 8:26); multiplica a igreja (Atos 9:31), glorifica Cristo (João 16: 14) e concede-lhe dons espirituais para a edificação da igreja (1 Coríntios 12:9, 14:12).
Encontramos na Bíblia os seguintes pecados contra o Espírito Santo:
  1. Pelos incrédulos, para os quais não haverá perdão: blasfêmia (Mateus 12:31), resistência (Atos 7:51) e insulto (Hebreus 10:29).
  2. Pelos crentes: o permissivismo para que o mal entre no coração ou na vida, assim entristecendo-O (Efésios 4:30,31); a desobediência à Sua Palavra, que extingue a Sua ação (1 Tessalonicenses 5:19). A atitude correta para com o Espírito é aceitar e permitir a Sua influência na caminhada da vida e no serviço a Deus, e em sempre aceitar o Seu repúdio ao que Lhe entristece ou prejudica o Seu poder (Efésios 4:31).
O Espírito Santo é simbolizado, em Sua Palavra, por óleo ou azeite (Mateus 25:3-8, Hebreus 1:9), João 3:34; Habacuque 1:9), água (João 7:38,39), vento (Atos 2:2; João 3:8), fogo (Atos 2:3), uma pomba (Mateus 3:16), um selo (Efésios 1:13; 4:30), ou um penhor ou promessa (Efésios 1:14).
Este breve e conciso relato obviamente não pretende compreender toda a extensão da revelação de Deus na excelsa Pessoa do Espírito Santo, mas esperamos que venha a ser útil para mais estudo e ensino, bem como uma base para contestação das falsas doutrinas que temos que enfrentar em nossos dias.

VIA GRITOS DE ALERTA

GRANDES EXERCÍCIOS DE GUERRA COM 19 PAÍSES NA JORDÂNIA - SEM ISRAEL

Dezanove países liderados pelos Estados Unidos estão realizando impressionantes exercícios de guerra na Jordânia, sendo considerados "os maiores exercícios militares no Médio Oriente dos últimos 10 anos".
Segundo o major general Ken Tovo, chefe das Forças de Operações especiais dos EUA, os exercícios, denominados "Eager Lion 2012" - Leão Ávido 2012 - são os maiores realizados na região nestes últimos 10 anos.
"Começámos ontem a aplicar as capacidades que temos vindo a desenvolver nas últimas semanas num cenário de guerra irregular...eles irão durar aproximadamente umas duas semanas." - informou o comandante.
"A mensagem que quero enviar através deste exercício é que temos desenvolvido os parceiros certos em toda a região e pelo mundo fora...assegurando de que temos a capacidade para...responder a desafios que as nossas nações estão enfrentando." - disse Tovo.
Mais de 12.000 soldados estão tendo parte nos jogos de guerra, representando 19 países, que incluem o Bahrain, Egipto, Iraque, Jordânia, Arábia Saudita, Líbano, Paquistão, Qatar, Grã-Bretanha, França, Itália, Espanha e Austrália.
O chefe jordano das operações do exército jordano e do treinamento, general Awni Adwan, disse que o exercício militar "tem estado na fase de planeamento nestes últimos três anos."
"Nenhumas forças serão colocadas a Norte...o exercício não está ligado a nenhum acontecimento mundial real." - respondeu Adwan, quando lhe perguntaram se os jogos de guerra estavam relacionados com a contínua violência no vizinho Norte da Jordânia, ou seja: a Síria.
"Isto não tem nada a ver com a Síria. Nós respeitamos a soberania da Síria. Não existem tensões entre os sírios e nós. Os nossos objectivos são claros." - afirmou Adwan.
Apesar de ter acordos de segurança extensivos com a Jordânia, Israel não foi convidado a participar nos exercícios. Algumas nações árabes que participam no exercício estão ainda formalmente em guerra com o estado judaico...
Segundo informações oficiais, Washington tem concedido a Aman (capital da Jordânia) 2,4 biliões de dólares em ajuda militar e económica nestes últimos 5 anos.
Claro que ninguém de bom senso acredita em coincidências, muito menos quando se trata de questões do Médio Oriente... estarão os EUA a preparar uma intervenção no Irão? O presidente Barack Obama necessita do poderoso voto judeu para conseguir ganhar as eleições de Novembro. Estará ele a preparar um plano que salvaguarde os interesses americanos - metendo outros "ao barulho" - para resolver a incontornável questão do Irão?
Só o futuro o dirá. Talvez um futuro bem próximo...
 
Via Gritos de Alerta
Shalom, Israel!

Marco Feliciano e Reinaldo Azevedo criticam Marta Suplicy

Marco Feliciano e Reinaldo Azevedo criticam Marta Suplicy
O PLC 122/2006 volta a debate nesta quarta-feira (16), quando acontece a Marcha Nacional contra a Homofobia em Brasília. A senadora Marta Suplicy (PT-SP) pediu nesta terça-feira (15) o apoio da população para pressionar pela aprovação da “lei da mordaça”. Marta, que é relatora do projeto de lei, disse que a parcela dos brasileiros que não é homossexual precisa respaldar o texto, que já foi aprovado na Câmara, mas enfrenta resistência no Senado.
A senadora ainda afirmou que há, entre seus colegas parlamentares, uma “maioria silenciosa” favorável ao projeto, ou pelo menos neutra, que não se posiciona por receio de desagradar eleitores. “Essa maioria silenciosa vai se posicionar se a população civil se posicionar a favor do projeto”, disse Marta.
Reinaldo Azevedo, colunista da Veja, crítica à postura de Marta Suplicy e diz que “muitos dos crimes atribuídos à chamada homofobia são praticados por homossexuais”.
O deputado federal, Pastor Marco Feliciano, também se manifestou sobre os preparativos, do que seria, a tentativa final em aprovar o Projeto de Lei. Ele disse através de sua conta no Twitter que sente “muito, muito mesmo pelos 260 assassinatos de gays nesse país. Mas me angustio também pelos outros 49.740 assassinatos”, comentou.
Além disso, o deputado disse que nesta terça-feira (15) acompanhou a movimentação no Senado e na Câmara. Reuniões entre ativistas gays, que segundo ele, “hostilizavam quem era contrário” a prática.
“Existe uma conspiração global para desestabilizar a família, desmerecer os valores e criar uma nova ordem mundial onde o moral deve ser abolido. Os ativistas gays encabeçam essa trama, percebam que falo dos ativistas e não dos homossexuais em geral. Mas sim dos que odeiam o cristianismo. Pois o cristianismo expõe a verdade, toca em suas vidas promiscuas, grita contra suas sodomias e como espelho mostra suas falácias. E abre os braços para ama-los aceita-los como seres que precisam de ajuda. O cristianismo ama o homossexual, mas não ama a pratica homo”, conclui o pastor.


Fonte: http://noticias.gospelprime.com.br/marco-feliciano-e-reinaldo-azevedo-criticam-marta-suplicy/#ixzz1v2YkfvNR

HERESIAS DOS FINAIS DOS TEMPOS - stolo funda a Igreja Templária de Cristo após orientação do Arcanjo Miguel

Apóstolo funda a Igreja Templária de Cristo após orientação do Arcanjo Miguel
A Igreja Templária de Cristo na Terra, sediada em São Paulo, tem atraído cerca de 10 mil pessoas pregando uma religião que mistura cristianismo com Reiki, Ioga e passes espíritas.
Criada por Walter Sandro Pereira da Silva, que se auto intitulou apóstolo, o ministério surgiu depois de vários encontros com o Arcanjo Miguel. O religioso conta que desde os dois anos e meio tem visões com o anjo que lhe dá conselhos e revela caminhos.
Foi o Arcanjo Miguel quem lhe mostrou o caminho para se tornar um corretor de seguros, palestrante motivacional e agora apóstolo. “O Arcanjo Miguel materializou-se e disse para eu abrir a igreja. Foi tão forte que tive uma crise de cálculo renal. Fui ao banheiro e ele veio e disse pra botar a mão na urina. Eu pus. E saiu uma pedra do tamanho de meio grão de feijão”, disse o religioso.
Na Igreja Templária de Cristo na Terra o líder maior não pode se casar e vive humildemente em uma casa na cidade de São Bernardo do Campo, ele não pode se casar e vive com nove ministros, sua mãe e cerca de 80 cães e gatos que foram resgatados das ruas, essa é uma das obras da igreja.
Para atender os fiéis ele disponibiliza uma operação de telemarketing, 20 pessoas se revezam para atender 3 mil ligações todos os dias com pedidos de orações diversos.
O templo sede onde o apóstolo Walter ministra há 44 salas, nelas encontram-se símbolos diversos como uma cruz, um Buda, faraós e até santos católicos. Mas o que chama mesmo a atenção dos “templários” e o evento que acontece mensalmente chamado de “Vale do Sal”, toneladas de sal desenham um caminho por onde milhares de pessoas passam pedindo libertação e cura.
Esse sincretismo religioso tem um motivo: lutar pelo fim do preconceito. “Não temos nenhum”, garante o apóstolo que já tem filiais da igreja no Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo. Esses templos são sustentados por doações.
“A pessoa não paga. Ela doa”, adianta ele. Na Igreja Templária os fiéis fazem doações pelo “Carnê de Gratidão” que tem o valor de R$33,00. Quem paga esse valor ganha o número do celular de um dos mestres para poder ligar quando quiser.
É com essas doações que ele consegue manter um programa no Canal UHF 58 e já juntou R$120 mil para comprar um canal próprio que vai divulgar a mensagem da Igreja Templária.
Com informações Carta Capital


Fonte: http://noticias.gospelprime.com.br/apostolo-funda-a-igreja-templaria-de-cristo-apos-orientacao-do-arcanjo-miguel/#ixzz1uzjhV9HQ

OBAMA TRAIDOR - Evangélicos contra Obama; AD emite comunicado



Evangélicos contra Obama; AD emite comunicado“Barack Hussein Obama, o primeiro presidente gay dos Estados Unidos”. Esta é a matéria de capa da revista “Neewsweek” desta semana, assinada por Andrew Sullivan, um jornalista e blogueiro ativista do movimento homossexual norte-americano. Apesar do apoio maciço que Obama, o presidente mais social liberal da história dos EUA, está recebendo de artistas, intelectuais progressistas e da maioria esmagadora da mídia impressa e televisiva, que é majoritariamente liberal em termos de valores, o “incêndio” provocado pelas suas declarações ainda não foi apagado. Muito ao contrário.

No sábado, saiu uma pesquisa do Instituto Rasmussen, realizada de 10 a 12 de maio, apresentando Romney com 48% das intenções de voto contra 44% de Obama. E ontem, saiu uma pesquisa da CBS News em parceira com o jornal New York Times mostrando Romney com 46% contra 43% de Obama. Mais do que previsto: na semana passada, uma pesquisa do Gallup já revelava que 26% dos eleitores americanos deixariam de votar em Obama por causa dessa declaração. Lembrando que, antes dessa declaração, Obama chegou a ficar 7 e 8 pontos à frente de Romney respectivamente em duas pesquisas divulgadas em 7 de maio pela Associated Press/GfK e pela Reuters/Ipsos.

Segundo matéria do jornal “The New York Times” de ontem (14 de maio), no mesmo dia 9 de maio, apenas duas horas após a sua declaração, Obama, já pressentindo os efeitos, fez duas reuniões de emergência com dezenas de pastores dos EUA via teleconferência: a primeira, com pastores da comunidade negra e depois, com os de outras etnias, numa tentativa de contornar o problema. Mas, não foi suficiente. Até o seu “conselheiro espiritual”, como Obama e a imprensa chama o pastor Joel Hunter, se opôs a Obama. Em entrevista ao “Christian Post” em 11 de maio, Hunter afirmou que estava “desapontado com o modo de pensar do presidente” e que o fato de ser conselheiro de Obama não significa que ele o apóia “politicamente”. Mas, antes de Hunter, seguiram-se declarações de dezenas de líderes evangélicos de todos os Estados Unidos se opondo ao posicionamento de Obama, dentre eles Franklin Graham. E em 10 de maio, foi a vez das Assembleias de Deus dos Estados Unidos emitirem um comunicado de total reprovação à declaração de Obama.

No comunicado, assinado pelo pastor George Wood, líder das ADs nos EUA e do Comitê Mundial das Assembleias de Deus, as ADs norte-americanas manifestam “sua discordância e oposição” às declarações de Obama. Afirma pastor Wood:

“As Assembléias de Deus estão em completo desacordo com a nova posição do presidente e se opõem à atitude do presidente de tomar a Escritura fora de contexto para defender a sua posição. A Bíblia ensina claramente que o casamento deve ser um compromisso longo de toda uma vida entre um homem e uma mulher. Não há nenhuma afirmação de apoio ao comportamento homossexual em qualquer lugar nas Escrituras. No entanto, a Bíblia está repleta de evidências de que o comportamento homossexual é imoral e vem sob o julgamento de Deus”.

“O presidente se referiu à Bíblia, afirmando que Cristo sacrificando-se pela humanidade e a Lei de Ouro [amar ao próximo como a ti mesmo] são razões para endossar o casamento homossexual. Embora tenha se tornado popular citar as Escrituras grosseiramente fora de contexto para servir a uma agenda pessoal ou política, isso ainda não muda o que a Palavra de Deus diz claramente. À luz do que as Escrituras dizem, os cristãos não devem ser surpreendidos por indivíduos e grupos de distorção das Escrituras: ‘Porque virá tempo em que não suportarão a sã doutrina; mas, tendo comichão nos ouvidos, amontoarão para si doutores conforme as suas próprias concupiscências’ (2Tm 4.3)”.

“Acreditamos, à luz da revelação bíblica, que a crescente aceitação cultural da identidade e do comportamento homossexuais, masculino e feminino, é sintomático de uma ampla desordem espiritual que ameaça a família, o governo e a igreja. Não só as Escrituras condenam exemplos mais flagrantes de violência e promiscuidade homossexual, mas também não fornece nenhum apoio para a idéia popular moderna que relações amorosos, comprometidas e de longo prazo homossexuais são moralmente aceitáveis. Atividades homossexuais de todos os tipos são contrárias aos mandamentos moral que Deus nos deu”.

“É importante para os cristãos não subestimarem as implicações de um presidente pró-homossexual e pró-aborto, e o que isso significa para a igreja. Em nenhum momento de nossa nação nós precisamos orar tanto pelos líderes políticos deste país do que precisamos hoje”, conclui o comunicado do pastor Wood.
Da Redação do CPAD News

USO DO VÉU E CABELOS - SEGUNDO 1ª CORÍNTIOS 11


“Todo homem que ora, ou profetiza tendo a cabeça coberta, desonra a sua própria cabeça. Toda mulher, porém que ora, ou profetiza, com a cabeça sem o véu, desonra a sua própria cabeça, porque é com se a tivesse rapada. Portanto, se a mulher não usa o véu nesse caso que rape o cabelo. Mas se lhe é vergonhoso o tosquiar-se, ou rapar-se, cumpre-lhe usar véu” (1ª Co 11.2-6).
Umas das regras da hermenêutica para se fazer uma interpretação bíblica correta é estudar o contexto histórico, o período, a cultura e os costumes de quem escreveu, etc. Porém, quem não teve esse privilegio não sabe definir como foi escrita, ou por que foi escrita, a quem foi endereçada e comete o erro grosseiro de defender o uso do véu e o cabelo comprido para as mulheres como doutrina bíblica.
Algumas igrejas estão mais para o Islamismo, cheia de leis e morte, bem diferente da Igreja de Jesus Cristo, livre e operante. Por isso vamos estudar este tema analisando o sentido do véu e o cabelo para mulheres.
A Carta do apóstolo Paulo foi primeiramente endereçada aos irmãos da cidade de Corinto, na Grécia. Corinto é até hoje uma cidade portuária muito importante, pois recebe embarcações de todas as nações através do Mar Mediterrâneo. Corinto foi uma autêntica metrópole, abrigando gente de todas as culturas antigas. A cidade oferecia aos viajantes, mais divertimento e opções culturais que outros portos. Lá ficava o único anfiteatro (uma construção romana) da Grécia com capacidade para mais de 20.000 pessoas. Naqueles dias, havia um culto a uma deusa chamada Afrodite, que era tida como a deusa da fertilidade. E nesses cultos havia a presença de prostitutas culturais, que tinham relações sexuais durante a cerimônia. A maioria delas tinha a cabeça raspada. O seu templo abrigava mais de 1000 prostitutas. A cidade tornou-se símbolo da promiscuidade e decadência moral. Este culto passou ser uma tradição da cidade e infelizmente existe até hoje na Grécia. Por volta do ano 50 Paulo morou nesta cidade por um período de 18 meses (At 18.11), onde ensinou o evangelho, e mesmo debaixo de perseguição deixou ali uma igreja implantada. Depois que partiu, Paulo escreveu uma carta, hoje perdida (1ª Co 5.9). Talvez em resposta a essa carta, os crentes lhe redigiram algumas perguntas inquietantes. A contestação de Paulo sobre os problemas de divisão (1.11), a imoralidade entre os irmãos (cap. 5; 6.9-20) e as perguntas concernentes a casamento, alimentos, adoração e ressurreição, provocaram a composição de primeira Coríntios.
A cultura judaica era diferente dos costumes de Coríntios. As mulheres gregas vestiam-se de modo diferente das judias. Os judeus jamais comeriam uma comida vendida em mercado, principalmente sacrificada a ídolos. Um judeu de modo algum permitiria que as mulheres falassem nas sinagogas, mas na cultura helênica, contanto que cobrisse a cabeça, as mulheres receberiam permissão para orar, pregar (profetizar) e exercer alguns ministérios. A cultura hebraica se chocava com a cultura de Coríntios.
Naqueles dias os homens jamais cobriam a cabeça para orar a Deus; somente as mulheres. Séculos depois, esse costume judaico mudou. Quando um homem entrava na sinagoga recebia o talith, um xale de quatro pontas para ser posto sobre sua cabeça. Os romanos, antes do aparecimento do talith judaico, já costumavam entrar em seus templos com a cabeça coberta. Os gregos, todavia, tradicionalmente oravam e adoravam com a cabeça descoberta. Traduzindo essa argumentação grega, Paulo argumenta que o homem deve orar assim porque ele é a imagem de Deus na terra e esta imagem não pode ser encapuzada.
“Portanto, se a mulher não usa véu, nesse caso, que rape o cabelo. Mas, se lhe é vergonhoso o tosquiar-se ou rapar-se, cumpre-lhe usar véu” (v. 6).
Paulo faz uma analogia para mostrar que uma mulher sem o véu simboliza, na cultura judaica, o mesmo que a mulher com a cabeça rapada simboliza na sociedade grega. Prostituta ou infiel. O motivo maior que levou Paulo a escrever este assunto para a igreja de Corinto, foi para proteger as irmãs que tinham cabelos curtos de serem confundidas com as prostitutas culturais. Isto porque, da mesma forma que uma mulher sem véu era considerada prostituta pelos judeus, uma mulher com a cabeça rapada era tida como meretriz pelos gregos. Só não faziam uso do véu aquelas que se encontrasse em período de luto ou as que fossem esposas infiéis. Desta última, o véu lhes era tirado e o cabelo lhes era rapado, afim de que exibissem o seu opróbrio (vergonha). É este o único motivo de Paulo pedir que as irmãs usassem o véu. Pois não há motivo para o uso do véu se o próprio cabelo foi dado no lugar do véu. Além disso, o apóstolo não menciona o uso do véu em nenhuma outra igreja em que passou. Será que ele esqueceu desse mandamento? Não, pois era somente em Corinto que havia necessidade do uso do véu para separar as irmãs das mulheres prostitutas da cidade.
Se analisarmos profundamente este capítulo, Paulo apenas deseja manter o costume judaico da utilização do véu (v. 5) numa cultura que já o substituíra pelo uso dos cabelos. Ele sugere que, por uma questão de coerência, aqueles que quisessem manter a tradição do uso do véu hebraico deveriam também preservar o uso do cabelo comprido presente na cultura helênica.
“De fato eu vos louvo porque em tudo lembrais de mim, e retendes as tradições assim como vos entreguei” (1ª Co 11.2).
As mulheres da igreja de Coríntios viviam em meio a duas tradições distintas: “...retendes as tradições assim como vos entreguei”. [Tradição do original grego paradosis - paradosis] que significa transmissão preceito, particularmente a lei tradicional dos judeus – ordenança, tradição [dicionário Strong, P. 2339].
Paulo, por ser judeu, propunha a manutenção do costume hebraico; logo, a questão do uso do véu ou cabelos compridos era apenas penitente aquele contexto cultural. A mulher usava o véu por submissão e, da mesma forma, ela deve usar o cabelo comprido por submissão. Mas, no Japão o fato de uma mulher cortar ou não o cabelo não contém nenhum valor ético e moral, mas andar a frente do esposo sim, pois sua cultura ensina assim.
O uso do véu ou do cabelo em 1ª Coríntios não se refere à doutrina da salvação, e sim objeto de uso e costume tradicionais na época dos gregos e palestinos. Jesus Cristo não quer aparência e sim humildade, amor, dedicação para com seu santo Evangelho. Cobrir a cabeça é uma prova de humildade? Eu creio que não. Humildade é esvaziar-se si mesmo.
Seria um absurdo imensurável, líderes, exigirem que seus membros adotem essa prática, já que as mulheres não estão inseridas na cultura dos judeus, tampouco na da Grécia Antiga. É impossível tomar compatíveis, hoje, os costumes da igreja do primeiro século. Jamais conseguíramos aproximar dos usos e costumes daquela época. A tentativa é absurda, e as interpretações dadas por aqueles que seguem a risca estes preceitos (tradições) são desonestos ou baseados na falta de conhecimento próprio, além disso, serão reprovados por Deus, aqueles que usam a tradição do véu e do cabelo como meio de salvação.
“A mulher quando ora ou profetiza deve ter a cabeça coberta com o véu”
(1ª Co1.5)
O que se entende por cobertura? Tapar, esconder, ilizar, guardar etc. As igrejas que ensinam o uso do véu para as mulheres não obedecem ao costume judaico num todo. As mulheres judias cobriam toda a cabeça, e não só parte do cabelo. A cabeça é formada por toda a parte superior do corpo, então o que deveria acontecer era o mesmo que ocorre com as mulheres islâmicas, que realmente cobrem toda a cabeça. Da forma feita em algumas igrejas, não conseguem seguir nem mesmo o que mais defendem.
Nas igrejas da Congregação Cristã as irmãs usam um véu de nylon que é totalmente transparente, não tapa nada, nem mesmo o cabelo, quanto mais a cabeça, tornando assim inútil e contrário ao próprio texto de 1ª Coríntios.
O apóstolo Paulo é bem objetivo: ele manda a mulher cobrir a cabeça toda. Em nenhum lugar nas Escrituras Sagradas, encontramos mandamento obrigando a mulher a cobrir a cabeça. Eles negam o texto Bíblico, impondo uma “doutrina” totalmente errada a suas fiéis.
Certa vez uma irmã fez-me um relato dizendo que foi assistir um culto na igreja Congregação Cristã e sendo recebida por uma irmã recepcionista a qual lhe trouxe um véu e disse-lhe: “Irmã use este véu porque é uma arma contra o diabo”.
Então respondi a irmã que me fez este relato dizendo: eu nunca encontrei na Bíblia um versículo dizendo que o véu é uma arma contra o nosso inimigo, mas a oração, o louvor, a Palavra e o poderoso nome de Jesus sabemos que são armas poderosas contra o diabo. Mas, usar costumes tradicionais como armas é o mesmo que fazer cócega no diabo, pois ele vai ficar rindo de nossas criancices.
Para as mulheres judias cobrir a cabeça era um costume, uma tradição e uma obrigação, como também o é entre árabes e por todos os países controlados pelo islamismo nos dias de hoje. Lá as mulheres trazem a cabeça coberta como ato de subordinação ao marido e aos pais. São proibidas de mostrarem seus rostos a estranhos, podendo ficar sem a cobertura dentro de suas casas, mas quando chegar alguém estranho são obrigadas a irem recebê-los com a cabeça coberta, não podendo mostrar nem seus rostos. Elas realmente cobrem a cabeça. A partir da adolescência elas já não podem falar mais com os homens, exceto os parentes mais próximos. São impedidas de trabalhar e estudar, só saem às ruas por motivo justificado, assim mesmo acompanhadas de um parente e cobertas da cabeça aos pés. Mas as mulheres da Congregação Cristã não cobrem por completo, portanto, não obedecem (1 ª Co 11.5-6). E se elas cobrissem a cabeça não seria um verdadeiro escândalo para nós que somos latinos e não árabes?
A primeira igreja a usar o véu transparente foi à igreja Católica no ano de 1854, pela ordem católica das irmãs de Maria, quando feito o coronário de Maria como “mãe de Deus”. Esse véu foi criado para fazer distinção entre as irmãs de Maria e as demais ordens da igreja Católica. Portanto é um objeto idólatra, nada tendo a ver com a doutrina apostólica.
O véu, portanto, que a igreja Congregação Cristã herdou não tem absolutamente nenhuma ligação com as Sagradas Escrituras.
“E que, tratando-se da mulher, é para ela uma glória? Pois o cabelo lhe foi dado em lugar de véu” (1ª Co 11.15).
Para aquelas que tinham os cabelos compridos, não havia razão para pôr o véu sobre a cabeça. Aqui Paulo fez diferença entre a igreja de Coríntios e as demais igrejas, mostrando perfeitamente que o uso do véu não era doutrina e sim uso de costume, para as outras o cabelo foi dado em lugar do véu. O tema principal deste bloco escriturário é exatamente a posição da mulher em relação ao homem e, conseqüentemente, como ela deve apresentar-se diante de Deus. E a conclusão é que o véu era sinal de poderio do marido sobre a esposa: compare 1ª Co 11.10 com Gn 24.65. Era assim que acontecia entre os judeus no contexto cultural do Velho Testamento. Quando Rebeca recebeu Isaque como esposo, ao saber que era ele que se aproximava dela, cobriu-se com o véu. Sinal de que aceitava o poderio do marido sobre ela (Gn 24.65). Dizemos nesta passagem que esse “sinal de poderio” não significa uma posição inferior da mulher, pois Paulo procura mostrar nos versos 11 e 12, que a mulher e o homem são interdependentes, chegando a admitir que, assim como a ela provém do homem, ele também provém da mulher (no sentido de nascer de uma mulher).
O símbolo do véu, na mulher e não no homem, era um costume judaico e de alguns povos antigos. Paulo estava reforçando esse ensino para que a mulher cristã não causasse escândalo aos pagãos. Nos dias de hoje, não temos este costume entre nós. O problema é humano e não divino. Para trazer o costume judaico para a mulher cristã de hoje, teremos que fazer a mesma coisa para os homens. Para as mulheres tudo é pecado, mas para os homens? Antes de tudo, eles não poderiam usar calças, nem gravata, nem bigode, porque são costumes modernos. Eles teriam que andar de vestidos grandes e largos e, como era honroso diante de Deus, teriam que ter barbas longas (2º Sm 10.1-5; 1ª Cr 19.1-5; Sl 133).
Pelo que se nota, em nenhum lugar Paulo proíbe cortar um pouco do cabelo ou tê-lo mais curto ou mais comprido. O que ele ensina é: ou tem cabelo ou rapa a cabeça por completo. Mas, não fala de cortar um pouco do cabelo. Afinal, a cobertura poderia ser mais curta ou mais comprida. Se não fosse assim, seria difícil para as mulheres africanas serem puras, no uso do cabelo como véu, cujo cabelo é geralmente, muito curto, e lá tanto as mulheres como os homens têm o cabelo curto. Aliás, o verso 15 fala que é honroso para a mulher ter cabelo comprido ou crescido, dizendo que este lhe foi dado como véu. Mas a palavra para “véu” no verso 6, quando trata da mulher em ato de culto diante de Deus, não é a mesma aqui no verso 15, que algumas traduções vertem por “mantilha”. Aqui, quando fala de cabelo comprido, não refere-se ao véu para o ato de orar ou profetizar no culto. Portanto, trata-se apenas de uma questão de “honra” ou “glória”, contrastando com a situação do homem, para quem é desonroso ter cabelos compridos (v. 14). Paulo cita o cabelo como exemplo e declara que o comprimento do cabelo do homem e da mulher deve ser tal, que haja uma distinção entre eles. O cabelo da mulher deve ser, no entanto, mais longo e o cabelo do homem curto. Nos tempos de Paulo, o cabelo longo masculino era vergonhoso entre os homens e repudiados pelos judeus, bem como pelo povo de Corinto no século I. Usar este contexto e obrigar as irmãs usar véu ou proibí-las de cortar um pouco de seus cabelos para cultuar a Deus, é tornar-se um legalista, fariseu e radical. É forçar a Bíblia dizer o que ela não diz.
Qual seria o tamanho de cabelo ideal para caracterizar a submissão de uma mulher? Muitas têm os cabelos que se arrastam pelos pés, mas não têm respeito e submissão pelo seu marido. E qual é o ensino de Paulo para as mulheres: “As mulheres, sejam submissas ao seu próprio marido, como ao Senhor” (Ef 5.22).
Os versículos escritos pelo apóstolo Paulo à igreja de Corinto, tratando sobre os cabelos de homens e mulheres, são largamente ensinadas por algumas igrejas para consubstanciar (concretizar) seus ensinos que proíbe as mulheres de sequer aparar as pontas dos cabelos. A postura de Paulo neste capítulo é tão enfática e clara, pois ele fala da natureza do homem e da mulher. Portanto, quando ele fala de natureza em Romanos capítulo primeiro verso 26, refere-se à mudança de sexo (homossexualismo e lesbianismo) e não a cabelo. “Ou não ensina a própria natureza ser desonroso para o homem usar cabelo comprido? E que, se tratando da mulher, é para ela uma glória? Pois o cabelo foi dado em lugar do véu (ou como o de véu)” (vvs. 14-15).
Se o cabelo foi dado em lugar do véu, porque então se usar o véu? É porque havia na igreja de Corinto irmãs que não tinham o cabelo longo e somente para estas havia a necessidade do uso do véu para não serem confundidas com as prostitutas culturais.
A questão dos cabelos crescidos para as mulheres e curtos para os homens é meramente cultural. Para que o homem e a mulher não viessem a perverter a natureza do sexo. O princípio básico apresentado aqui é de que homens e mulheres devem honrar a dignidade do seu próprio sexo e não tentar adotar aparência ou papel do outro.
Finalmente, todo o véu foi tirado do cristianismo. Quando Jesus morreu na cruz o véu que separava o Santo dos Santos e impedia as pessoas de olharem para aquilo que representava a presença de Deus, rasgou-se de alto a baixo, acabando com aquela barreira. Agora a presença de Deus está aberta a todos, indistintamente. Por outro lado, falando aos mesmos cristãos de Corinto, Paulo comenta que Moisés, quando veio do monte Sinai, seu rosto brilhava e tiveram que cobri-lo com um véu. Paulo fala da lei, mas quando se converte o véu é tirado.
“Mas até hoje, quando é lido Moisés, o véu está posto sobre o coração deles. Quando, porém, algum deles se converte ao Senhor, o véu lhe é tirado. Ora, o Senhor é Espírito; e, onde está o Espírito do Senhor aí há liberdade”. (2ª Co 3.15-18). “Mas, todos nós, com cara descoberta, refletindo como espelho a glória do Senhor” (2ª Co 3.7-18).
Onde está o Espírito do Senhor, isto é, a Nova Aliança, há liberdade: a liberdade oferecida pelo Senhor não é legalista, oprimente, que sufoca, entristece e mata através de suas “doutrinas”. Se ele fala: “Todos nós com cara descoberta”, fala da mulher também.
Se o diabo não consegue fazer algumas igrejas a usarem o véu, ele ensina que a salvação é pelo cabelo e as mulheres ficam proibidas de sequer emparelhar seus cabelos.
Com base neste versículo, a igreja Deus é Amor já ensina que o texto “cara descoberta” refere-se à barba ou bigode, proibindo os homens de usá-los. Entretanto, o contexto não fala de barba e nem de bigode, mas refere-se ao véu. “Nós com o rosto descoberto ou desvendado” (sem o véu), refletimos a glória de Deus. Portanto, não há necessidade do uso do véu para as mulheres. “Quando, porém, algum deles se converte ao Senhor, o véu lhe é tirado”. Também não se trata de barba e nem de bigode para homens como algumas seitas interpretam.
Por causa de todo este radicalismo, há muitos descontentes com as doutrinas humanas, com líderes, com os cultos e principalmente com a visão de que são os únicos que serão salvos. Criou-se um fanatismo que leva o medo e terror a todos os que se opõem aos dogmas impostos.
Todo o líder deve ser coerente e saber que não devemos acrescentar nada nas Escrituras Sagradas, pois ela é clara quando diz: “se alguém fizer qualquer acréscimo, Deus lhe acrescentará os flagelos escritos neste livro. E se alguém tirar qualquer coisa das palavras do livro desta profecia, Deus tirará a sua parte da arvore da vida, da cidade santa e das coisas que se acham escritas neste livro” (Ap 22.19-20).
Os membros da igreja do véu têm medo de ir as outras igrejas, são proibidos de participar ou mesmo assistir cultos em qualquer outra igreja. E se infringir essa regra, são ameaçados de ir para o banco dos pecadores, onde serão envergonhados e desprezados.
Hoje, a mulher deve portar-se descentemente, dentro dos melhores padrões da nossa cultura. O sinal do poderio do homem sobre a mulher não está nos cabelos, mas no coração e na sua vida de respeito. E não há mais véu de separação entre nós e a presença de Deus. Portanto, temos que nos aproximar de Deus com “rosto descoberto” (sem o véu), vida limpa e pura diante de Deus, tanto homens como mulheres. Ensinar as mulheres de hoje a viver como as do tempo de Paulo, ou de cinqüenta anos atrás, é falta de cultura, e o mais ridículo é ensinar que faz parte da salvação.
Infelizmente as irmãs indefesas são as que mais sofrem. Em muitas igrejas elas andam como trogloditas, cabeludas e desajeitadas. Mas, para os homens é diferente andam com seus bons ternos, cabelos pintados, perfumes importados, etc. Para muitos as mulheres não têm valor, pois são mulheres e o lugar delas é na cozinha e pronto. Mas muitos não sabem que no coração deles está a cobiça, avareza, orgulho e o poder.
Precisamos defender a dignidade da mulher e ensinar que elas têm muito valor para o Senhor e para Sua obra. O que seria da igreja se não existisse as mulheres de oração? Nas igrejas quem mais sofre são as mulheres, porque as lideranças evangélicas são masculinas e a maiorias das proibições visa as mulheres. Revoltadas, mas sem poder para contestar, elas sofrem humilhações públicas. Nos púlpitos, os pregadores vociferam acusando-as de vaidosas e de Jezabel. Em muitas ocasiões esses pastores, trajando um terno caríssimo e ostentando uma bela gravata de seda importada (quase sempre presa por um grampo de ouro), exigem simplicidade no trajar das mulheres. As pobres irmãs, enojadas com tanta hipocrisia, anseiam por liberdade espiritual. Se Jesus entrasse hoje em uma dessas igrejas, iria chamá-los de hipócritas, raça de víboras e assassinos.
Tanto o homem como a mulher deve estar dentro da vontade de Deus, vestindo descentemente, com modéstia, com aparência e devida conduta. Vestir-se de modo correto e descente é um princípio bíblico de validez permanente.
O verso 13 também deve ser analisado: “Julgai entre vós mesmos: é próprio que a mulher ore a Deus sem trazer o véu”.
Quem era para julgar? Eram somente os irmãos de Coríntios, pois a eles foi endereçada a carta, e nas outras não havia o problema que existia em Corinto.
O véu que certas mulheres usam, ou a proibição de emparelhar os cabelos por algumas igrejas, é meramente um fardo colocado pela liderança destas igrejas e que não traz nenhum benefício ou edificação em Deus, senão confusão e discórdia (1ª Tm 6.3-5). O ponto mais perigoso de tudo isso, são certos “líderes espirituais” que estão colocando a salvação das mulheres pelo véu ou pelos cabelos a ponto de proibirem as mulheres de sequer emparelhar, pintar ou cuidar de seu cabelo e até mesmo proíbem as mulheres de fazerem depilação dizendo que estão mudando a natureza que Deus deixou. Um ministro que usa este tipo de ensino cai no mesmo erro dos judaizantes que defendiam a circuncisão, mas deixavam de lado o mais importante: manifestar a glória de Deus e testemunhar do amor de Deus (Jo 3.16).
O apóstolo Paulo nos escreve ainda que: “ainda que eu distribua todos os meus bens entre os pobres, e ainda que entregue o meu próprio corpo para ser queimado, se não tivesse amor, nada disso me seria aproveitará” (1ª Co 13.3). Só o amor é o fundamental da perfeição. È uma negação que essa seita se firme em dogmas, tradições ou formalismos, como doutrina.
Podemos alcançar a salvação por meio da nossa fé, pela graça de Jesus Cristo, servindo-o de todo o coração com sã consciência. Devemos ser fiéis a Ele por convicção e amor, não servindo de manequins, desfilando nas igrejas. Seria hipocrisia, não levando em conta o mais importante que é a nossa fé que salva e nos dá vitória sobre todas as coisas do mundo.
Será que Deus está contente com o jugo que colocam sobre as mulheres de usar o véu ou sequer emparelhar o cabelo? Eu creio que não. O verdadeiro ministro deve ensinar sua igreja dentro do bom senso sem comprometer a salvação pela graça para não caírem no pecado dos fariseus (Mt 15.1-3).
“Contudo se alguém quer ser contencioso, saiba que nós não temos tal costume, nem as igrejas de Deus” (v. 16).
O problema é que certos irmãos usam textos que se referem a usos e costumes, que dominamos Didaquê, e os aplicam como se fossem doutrinas importantes como a salvação, a ressurreição, perdão etc, que a chamamos de Kerigmatica.
Aqueles que querem ser contenciosos, que gostam de criar problemas usando regras e leis no tocante a usos e costumes, usando como doutrina, Paulo é explícito: “não temos tal costume, nem as igrejas de Deus”.
Devemos tomar uma posição digna para defender o evangelho de Cristo e dizer o que Paulo falou para Timóteo: “E repele as questões insensatas e absurdas, pois sabes que só engendram confusão” (2ª Tm 2.23).
Será que eu preciso dizer mais alguma coisa? O uso do véu era um problema localizado somente em Corinto. Nem Jesus e nem um outro apóstolo abordou este assunto, por quê? Porque era uso e costume e não havia este problema entre o povo judeu, senão apenas na igreja em Corinto.
Mas, para alguns o cabelo comprido da mulher é sinal de santidade. Fazem de um costume uma doutrina! Sim é claro que é doutrina, mas doutrina de homens e não de Deus (Mt 15.8-9).
Certa vez uma mãe dirigiu-se ao gabinete pastoral da igreja para relatar o pecado de prostituição de sua filha e após relatar o assunto ao pastor ela disse: “Pastor, eu ainda fico feliz pelo menos minha filha não cortou o cabelo”. E o pobre “pastor” em vez de ensinar a verdade para a irmãzinha fez o mesmo relato no culto dizendo: “pelo menos ela não cortou o cabelo”. Como se o pecado de prostituição não fosse tão grave como emparelhar os cabelos. Isto é uma hipocrisia, uma falsa religiosidade, colocar o cabelo acima da lei moral.
A prostituição é um ato imoral e reprovável por Deus, pois ficarão de fora do reino de Deus (Gl 5.19-21). A Bíblia não diz que as irmãs que cortam o cabelo ficarão fora do reino de Deus, mas diz que aqueles que acrescentam ou tiram algo das Escrituras, receberão sua recompensa (Ap 22.18-19). A Bíblia é a Palavra de Deus, e não deve ser menosprezada, retalhada ou profanada nas mãos dos homens. Deus está insatisfeito com este tipo de líder que sobe no púlpito para pregar cabelo de mulher como meio de salvação. Mas, onde está a falha deste tipo de líder? A falha está na falta de preparação ministerial, esta, de forma substancial estendida a uma grande parte de obreiros.
Deus não nos avalia pela roupa que usamos, mas pelos atributos morais divinos. Se nossas vestes foram lavadas no precioso sangue de Jesus e se nossas obras foram aprovadas por Ele, não precisamos de dogmas e preceitos humanos para chegar até Ele.
Em certa igreja de nosso país, um pastor após a oração da manhã, fez o seu desjejum e se deslocou para seu gabinete pastoral para atender e aconselhar os irmãos que ali o procuravam. Passadas algumas horas sua “querida” esposa trouxe uma bela notícia: Fulano nossa filha emparelhou os cabelos. O “pastor”, sem acreditar naquilo, abandou os seus compromissos, deixou todos os irmãos esperando e correu enfurecido pelo corredor até chegar ao quarto que ficava nos fundos da estreita casa pastoral, entrou no quarto totalmente descontrolado e disse com voz altiva: Filha tu emparelhou os cabelos? E logo ele constatou que era verdade. Você quer destruir meu ministério? Você não sabe que é pecado cortar os cabelos? Você quer ir para o inferno? O pastor movido por uma “ira santa” desafivelou o cinto, dobrou em duas voltas e bateu em sua filhinha até que os vergões se desenhassem em suas costas e pernas. Envolvido pela mesma ira com que a surrava, desabafou: “Não vou tolerar uma mundana dentro da minha casa. Enquanto você morar aqui não vou admitir que corte seu cabelo novamente, você está me ouvindo?” Ainda irado e com o coração acelerado, voltou para aconselhar os pobres irmãos que lhe esperavam.
Duas horas depois, recebeu a notícia mais devastadora de sua vida: Sua filha havia derramado álcool sobre todo o corpo e ateado fogo. O pastor correu mais uma vez, agora desesperado e encontrou sua filha agonizando com queimaduras profundas. Tomou em seus braços e a levou para o hospital. Mas, naquele mesmo dia, à tarde, a menina veio a falecer no ambulatório do hospital.
Aconteceu numa cidade de nosso Brasil; e pior que ela se repete, claro, sem os mesmos extremos, quase todos os dias em alguma família evangélica brasileira. Retrata a severidade com que algumas denominações brasileiras encaram o problema dos usos e costumes. Você acha que Deus está contente com estes santarrões assassinos que levam centenas de almas para o mundo pensando que estão agradando a Deus? De modo nenhum!
Gostaria de todo o meu coração que certos líderes acordassem para a Verdade do Evangelho em sua totalidade e alcançassem o fundamento da graça e da fé. É justo dizer que há entre eles muitos fiéis a Cristo, precisamos de alimento na Palavra, e beber do Manancial de Águas Vivas.
Certa vez ministrava em uma igreja e fui abordado por um irmão o qual contestou o ensino dizendo: “certa vez uma irmã foi até a cabeleireira para aparar as pontas de seus cabelos e quando a moça começou a cortar o piso do chão se quebrou todo”. E nos contava como se fosse um aviso de Deus. São pessoas desprovido da verdade e contam fábulas como se fosse uma visão de Deus. Por isto prescreveu Paulo: “baseando-se em visões, enfatuado, sem motivo algum, na sua mente carnal” (Cl 2.18). Após o tal irmão contar este “episódio” um determinado líder se levantou e ma disse: “Pastor nós temos na nossa igreja esta tradição”. E eu apenas respondi que certas tradições invalidam a Palavra de Deus (Mc 7.13).
Quando Paulo emprega a expressão: “por causa dos anjos” em 1ª Co 11.10, ele está querendo dizer: se a mulher tem poderio do marido e não demonstra pelo símbolo do véu ou do cabelo no culto, ela está mentindo diante da congregação, e os anjos estão vendo isto e eles não gostam de mentira (Ec 5.6).
Ainda mais, certos ensinos de Paulo eram muito particulares e não constituíam mandamento do Senhor. Em 1ª Co 7.6, ele ensina algo por permissão e não por mandamento; em 7.12, ele declara: “Digo eu, não o Senhor”, em 7.25, ele diz: não tenho mandamento do Senhor, ele dá o seu “parecer”, em 1ª Tm 2.12, ele diz: “não permito, porém, que a mulher ensine...”. Eram ensinamentos pessoais de Paulo, naturalmente baseados em situações meramente culturais, e não constituíam ensinamentos permanentes para o povo de Deus. Usar o parecer de Paulo como doutrina em nossa cultura atual estaríamos caindo da graça e seremos taxados de radicais.
Sempre que se faz uma abordagem radical da Bíblia gera-se erro doutrinário. Uma falha desse tipo deve ser combatida porque é doutrina de homens. É verdade que errar na compreensão dos textos bíblicos é uma possibilidade a que todos estamos sujeitos; porém, quem tem compromisso com a verdade não pode tolerar inexatidão. Todo o cristão deve aceitar sua falibilidade, porquanto ninguém é perfeito. Nossos processos de aprendizagem e compreensão da verdade têm sido maculados pela queda original. Ninguém deve espantar-se porque há diversas interpretações sobre os ensinos da Bíblia. Cada pessoa filtra o que lê através de sua cultura, preconceitos e ensinos que lhe foram passados por outras pessoas. Não sendo Deus autor de confusão (1ª Co 14.33), sabemos que a falha por não compreender corretamente o texto, não é d’Ele ou da Bíblia, a falha é nossa; simplesmente usamos nossas lentes da tradição e de nosso preconceito. Usamos os usos e costumes como santidade. Lemos a Bíblia e interpretamos como queremos, mas não como o autor sagrado, e o próprio Espírito Santo gostaria que lêssemos.
Quem lê a Bíblia pode encontrar milhares de aplicações para um determinado texto, mas deve achar apenas uma interpretação. Deus não concede a ninguém o direito de torcer o significado da Escritura. Essa ciência de compreensão e interpretação corretamente o texto chama-se hermenêutica. Quando se violam as regras de hermenêutica, dependendo da gravidade da infração, geram-se erros ou heresias. Pela falta de fidelidade à Hermenêutica, muitos textos da Bíblia são lidos e comumente distorcidos para se moldarem à doutrina de uma denominação. Às vezes violam-se regras básicas e, quando fica óbvio demais a ponto de não ser possível o uso da Bíblia para autenticar doutrinas humanas, advogam-se que esta advêm da tradição da igreja. E como é difícil tirar uma tradição ou um ensino errado. Por quê? Porque falta humildade e respeito com a Palavra de Deus. Porque aprendi assim e vou ficar assim. Porque os pais da igreja (denominação) nos ensinaram assim. Porque a nossa igreja tem “doutrina” - tradição e devemos obedecer ao líder. Esquecemos da era das trevas em que a igreja intitulou os papas como representante de Deus.

Em carta, pastor Youcef agradece e pede orações aos apoiadores



Em carta, pastor Youcef agradece e pede orações aos apoiadores De acordo com novas informações do Centro Americano de Lei e Justiça (ACLJ), o pastor cristão Youcef Nadarkhani escreveu uma carta aberta agradecendo e pedindo orações a “todos aqueles que estão preocupados” com sua situação. A carta foi escrita no início desta semana e é a primeira vez em quase um ano que o pastor Youcef foi permitido falar publicamente sobre sua prisão ilegal no Irã.

Ele incentiva os membros de sua congregação e apoiadores de todo mundo dizendo que ele está em “perfeita saúde” e exorta-os a continuar a ter fé em Deus. Ele agradece especificamente a todos que “pediram a minha libertação, fizeram campanhas de direitos humanos contra as acusações que são aplicadas a mim”, e ele continua dizendo “ore por mim”.

Abaixo está a carta completa do pastor Youcef traduzido para o português por Filipe Coelho, do BCLJ, diretor de operações no Brasil da ACLJ.

Saudações do seu servo e irmão em Cristo, Youcef Nadarkhani.

Para todos aqueles que se preocupam com minha situação atual.

Primeiramente, eu gostaria de informar a todos os meus irmãos e irmãs que estou em perfeita saúde em carne e em espírito. Estes dias estou tendo uma abordagem um pouco diferente dos outros e considero como o dia do julgamento da minha fé. E nesses dias tão difíceis para provar lealdade e sinceridade a Deus, estou tentando fazer o melhor que esta ao meu alcance para estar bem com tudo que aprendi com os mandamentos de Deus.

Eu preciso lembrar aos meus amados, que apesar do meu julgamento durar tanto tempo, como homem de carne e osso meu desejo é que esses dias acabem, mesmo que eu tenha rendido a vontade de Deus.

Eu não sou uma pessoa política nem sei sobre a cumplicidade política, mas sei que há muitas coisas em comum entre culturas diferentes. Há também diferenças entre essas culturas ao redor do mundo que pode resultar em criticas que a maioria das vezes a resposta sobre este tipo de críticas são duras, e como resultado nossos problemas aumentam.

De vez em quando eu sou informado sobre as noticias que estão se espalhando na mídia sobre minha situação atual. Por exemplo, sei que estou sendo apoiado por várias igrejas e grandes políticos que pediram minha libertação, ou estão fazendo campanhas defendendo os direitos humanos contra as cargas que estão sendo aplicadas a mim. Eu acredito que este tipo de atividades podem ser muito uteis, a fim de alcançar minha liberdade, e respeitando os direitos humanos de uma maneira correta poderá trazer grandes resultados imediatos.

Eu quero agradecer e apreciar todos àqueles que estão tentando chegar a este objetivo. Mas, por outro lado, eu gostaria de anunciar meu desagrado a palavras insultuosas ou as atividades que causam problemas e estresse, que infelizmente é feito de desculpas a defesa dos direitos humanos e da liberdade, e que é tão óbvio e claro para mim quanto ao resultado final. Insultando a crença do povo de outras nações, sejam eles a maioria ou a minoria, isso é inaceitável e tão pouco um ato digno, especificamente para aqueles que foram ensinados a amar e respeitar os outros mais do que a si mesmo e também tratar a todos da mesma forma que desejamos ser tratados.

Queimar e insultar outras crenças não são comportamentos reverentes para um cristão, e sim a obediência à palavra de Deus e se humilhar para que Deus seja glorificado, isso sim é dignidade.

Eu tento ser humilde e obediente àqueles que estão no poder, obedecer às autoridades do meu país que Deus concedeu, e orar para que eles governem o país segundo a vontade de Deus e serem bem sucedido ao fazerem isso. Porque eu sei que dessa forma estarei obedecendo à palavra de Deus. Eu tento obedecer, juntamente com aqueles que eu vejo que estão em uma situação parecida com a minha. Eles nunca se queixam de nada, apenas deixam o poder de Deus se manifestar em suas vidas, embora lessem que eles às vezes têm usado esse direito de se defender, pois eles têm esse direito, eu também não sou uma exceção e com isso tenho usado todas as possibilidades possíveis e assim continuo esperando o resultado final.

Então peço a todos amados que orem por mim como a palavra santa diz. No final espero que este esteja preparado o mais rápido possível, como as autoridades do meu país vão lhe dar com o livre arbítrio de acordo com a lei e os mandamentos nos quais serão respondidos.

Que a graças e a misericórdia de Deus sejam sobre você agora e para sempre. Amém.

Youcef Nadarkhani

É muito encorajador que o Pr. Youcef não só é capaz de se comunicar com o mundo exterior, mas que ele está ciente do protesto internacional em seu nome. As notícias de sua história estão atingindo todo o caminho ao redor do mundo de volta para o coração do Irã. É fundamental que mantenhamos esta pressão intensa sobre o Irã por sua libertação. Por favor, continuem orando!

Entenda o caso

Pastor Youcef Nadarkhani está preso ilegalmente por 946 dias. Nadarkhani foi acusado, condenado e sentenciado à morte por apostasia - se tornar um cristão. Quando os oficiais iranianos exigiram que ele negasse sua fé em Jesus Cristo ou morreria, ele respondeu: "Eu não posso." Ele foi preso ilegalmente e separado de sua esposa e dois filhos desde 2009.

Fonte: ACLJ/Redação CPADNews

Muçulmanos protestam e show de Lady Gaga é suspenso na Indonésia

Muçulmanos protestam e show de Lady Gaga é suspenso na Indonésia
A cantora Lady Gaga foi mais uma vez alvo de protestos, dessa vez foram os islâmicos de Jacarta, Indonésia, que se manifestaram contra a apresentação da cantora na capital e por isso as autoridades resolveram cancelar o evento.
O show de Lady Gaga estava marcado para o dia 3 de junho, mas os muçulmanos organizaram protestos dizendo que a americana representa “a fé de Satã”. Diante dos conflitos o porta-voz da polícia indonésia. Boy Rafli, precisou comunicar o cancelamento da atração.
Representando a organização radical indonésia a Frente de Defensores do Islã (FPI) enviou um comunicado dizendo que seus membros estavam planejando ir ao aeroporto para impedir que a cantora se apresentasse, caso não conseguissem se aproximar da equipe de Gaga, eles se infiltrariam entre os espectadores durante o show e fariam de tudo para afugentá-los.
Antes do comunicado oficial dizendo que a cantora teve a permissão negada de se apresentar em Jacarta, cerca de 60 mil ingressos para o show já tinham sido vendidos.
Na Coreia do Sul foram os cristãos que protestaram, mas lá o evento não foi cancelado e acabou sendo um sucesso com milhares de espectadores.
Com informações VEJA


Fonte: http://noticias.gospelprime.com.br/muculmanos-protestam-e-show-de-lady-gaga-e-suspenso-na-indonesia/#ixzz1v1ijipc5

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