quinta-feira, 7 de maio de 2015

PRIMEIRO SEMINÁRIO INTERNACIONAL APOSTÓLICO E PROFETICO

EDUCAÇÃO MODELO DILMA PT - Estudantes de 10 e 11 anos são obrigados a ler poesia pornográfica em escola


  • Reprodução
    À esquerda, parte do poema "Ciuminho Básico", que causou espanto em pais de alunos
    À esquerda, parte do poema "Ciuminho Básico", que causou espanto em pais de alunos
Uma dirigente escolar foi apontada como a responsável pela distribuição de um poema erótico a alunos da 5ª série do ensino fundamental da cidade de Santa Luzia, situada na região metropolitana de Belo Horizonte. O caso levou alguns pais de alunos a procurarem a direção da escola municipal Jaime Avelar de Lima, situada no bairro Bom Destino.
Conforme T.T.C, irmã de um aluno e que pediu para não ser identificada, o fato ocorreu no dia 28 do mês passado, quando o conto teria sido retirado de uma página na internet e cópias teriam sido feitas.
O texto intitulado "Ciuminho Básico" traz palavras populares atribuídas a partes íntimas do corpo humano.
Segundo a irmã do aluno, a folha contendo o texto foi colada nos cadernos dos estudantes, que supostamente foram orientados a fazer em casa um exercício sobre ele. "Uma das mães viu o caderno do filho dela e ligou para a minha mãe alertando sobre as palavras chulas que estavam escritas nele. Quando eu li o texto, fiquei horrorizada", disse a jovem.
Ainda de acordo com a irmã, alguns pais procuraram a direção da escola e supostamente teriam sido orientados a 'abafar' o caso. "É um absurdo isso ter sido entregue a crianças de 10 anos. Nós ficamos horrorizados ainda mais por saber que as crianças leram o poema em voz alta dentro de sala de aula. Alguma punição os responsáveis têm que ter', disse.
O irmão de T.T.C disse a ela que ficou assustado com o teor do poema e por ele ter sido distribuído dentro da escola onde estuda. "Ele ficou bastante assustado e sem entender o motivo pelo qual a escola estava dando aquele tipo de atividade", afirmou.
Em nota, a Prefeitura de Santa Luzia informou que será instaurado um processo administrativo disciplinar "para apuração de responsabilidades e eventual demissão da servidora", que não teve o nome divulgado.
Ainda de acordo com o texto, a instauração do processo poderá resultar, com base na avaliação da comissão disciplinar, no "afastamento provisório da servidora". OUOL tentou contato com a escola, mas ninguém atendeu nos números indicados.



    TV ALTEROSA

Bíblia Sagrada é queimada em sarau da UFAC e reitor suspende atividades culturais

060515-cotidiano-bibliaqueimada-cedida_410_305A 4º edição do Encontro Nacional de Ateus (ENA) realizada na última quinta-feira, 30, com apoio da Universidade Federal do Acre (UFAC) gerou polêmica após a queima de um exemplar da bíblia sagrada. O ato foi realizada pelo estudante do curso de filosofia e vocalista da banda Violação Anal, Roberto Oliveira da Silva, no Coliseu da UFAC em meio a programação musical do Sara(te)u – Uma noite dionisíaca. Segundo anunciado pelos organizadores, o evento contou ainda com a apoio dos professores Sávio Maia, Leonardo Lani e Francisco Nepomuceno (Carioca).
A programação musical contou as apresentações musicais de bandas locais como Rock Accalim, Caligulove, Raul Seixas Experiência, Camundogs, Lateral, Caligulove, Pink Pussy, Renegado’s, Boldo & Menta, Rasta Crew e o vocalista da Violação Anal e Psicofloral.
No evento, a performance de queima da bíblia teria sido anunciada com antecedência pelo organizador do evento, Felipe Zanon, que teria permitido o feito por não tolerar qualquer tipo de censura no palco “No dia em que eu tiver que censurar um artista em seus lugar de direito, o palco, será o dia em que a arte e a cultura morreram”.
Felipe Zanon emitiu nota oficial em sua fanpage na internet, onde ele afirma que não houve qualquer desrespeito a qualquer religião e que toda a polêmica em torno do caso se dá por perseguição de grupos invejosos e contrários aos eventos comandados por ele. Na nota, ele afirma ainda que contou com apoio de petistas para realização do evento.
“Quando um integrante de uma banda chegou para mim e disse: “Felipe, vou fazer X e Y”. Eu virei para ele com toda sinceridade e respondi que no dia em que um artista fosse censurado no palco, seu lugar de direito, era melhor acabar de vez com toda cultura e toda arte. Há quanto tempo ninguém via um genuíno MOSH na UFAC? Há quanto tempo não surgia uma nova banda como a talentosíssima Raul Seixas Experiência, que hoje é uma realidade que só se confirmou no 4º ENA e nasceu dentro do Programa Universidade é arte, também idealizado por mim? O que eu vejo é que todo evento produzido por mim o que acaba acontecendo é uma interminável guerra de egos onde todo mundo quer dizer que pariu Mateus. Recebemos auxílio de alguns membros do PT e por isso fiz QUESTÃO de colocar o logo do governo, pois sei que este governo é um governo preocupado com minorias, como somos nós. E ano que vem tem mais, e se alguém quiser enfiar um crucifixo no c… durante sua apresentação, não sou eu quem vai censurar. Censura é coisa de gente tacanha, mesquinha e preocupada com a vida alheia. Durante o evento, implorei diversas vezes ao microfone que as pessoas não saíssem para longe do local do evento e também que não depredassem o patrimônio da UFAC. Entretanto estou vendo é que gente que não gosta de mim ou não me engole, foi lá justamente para prejudicar o evento.
Na fanpage da UFAC, estudantes se manifestaram contrários a proibição por parte da reitoria, após o ato de queima da bíblia sagrada. O estudante da Ufac, Wesley Diógenes, que também desenvove programção cultural na UFAC lamentou a proibição, mesmo sendo adepto ao ateísmo.
“Eu sou ateu, mas não concordo com o gesto. A comunidade universitária não pode ser punida pela postura de um pequeno grupo, nós repudiamos a atitude, pregamos a tolerância, o respeito”.

Confira a integra do comunicado da UFAC

“Nos últimos dois anos, a administração da Universidade Federal do Acre buscou auxiliar e orientar as representações discentes nos procedimentos de organização de todos os eventos de socialização e integração realizados em seus limites internos. No entanto, constataram-se acontecimentos desagradáveis, principalmente referentes à depredação patrimonial.
Nesse sentido, a administração superior, preocupada em garantir as condições adequadas à segurança dos participantes nos eventos internos e em resguardar o patrimônio da instituição, vem informar que a realização de saraus ou atividades correlatas está suspensa, até que sejam institucionalizados mecanismos necessários ao bom funcionamento de tais eventos”.

Confira a Nota Oficial do Organizador da 4º ENA publicada em sua fanpage

“Os inimigos detratam em três situações: na covardia, na inveja ou quando sabem que não conseguem fazer melhor. E é exclusivamente destes três maus que a equipe ENA vem sofrendo. O grupo UFAC, roubado por Lucas Bolzoni (que está inclusive sendo processado por mim), já foi um lugar onde ideias eram debatidas. Hoje, o que se vê ali são exclusivamente fakes denegrindo minha imagem ou propagandas sem relação com a UFAC. Quando discentes e professores da UFAC resolvem propiciar arte (foi inclusive o primeiro sarau da temporada), num projeto de FLUXO CONTÍNUO (ou seja, sem recursos), quando a IFES encontra-se sem qualquer licitação, é este nhenhenhém. Quem compareceu às cinco atividades do 4º ENA tem plena certeza de que ali não houve qualquer desrespeito a qualquer religião. Quando um integrante de uma banda chegou para mim e disse: “Felipe, vou fazer X e Y”. Eu virei para ele com toda sinceridade e respondi que no dia em que um artista fosse censurado no palco, seu lugar de direito, era melhor acabar de vez com toda cultura e toda arte. Há quanto tempo ninguém via um genuíno MOSH na UFAC? Há quanto tempo não surgia uma nova banda como a talentosíssima Raul Seixas Experiência, que hoje é uma realidade que só se confirmou no 4º ENA e nasceu dentro do Programa Universidade é arte, também idealizado por mim? O que eu vejo é que todo evento produzido por mim o que acaba acontecendo é uma interminável guerra de egos onde todo mundo quer dizer que pariu Mateus. Recebemos auxílio de alguns membros do PT e por isso fiz QUESTÃO de colocar o logo do governo, pois sei que este governo é um governo preocupado com minorias, como somos nós. E ano que vem tem mais, e se alguém quiser enfiar um crucifixo no c… durante sua apresentação, não sou eu quem vai censurar. Censura é coisa de gente tacanha, mesquinha e preocupada com a vida alheia. Durante o evento, implorei diversas vezes ao microfone que as pessoas não saíssem para longe do local do evento e também que não depredassem o patrimônio da UFAC. Entretanto estou vendo é que gente que não gosta de mim ou não me engole, foi lá justamente para prejudicar o evento, como é o caso de Carlos Gomes e o já citado Bolzoni, que inclusive ficaram até tarde, porque de fato PARAMOS RIO BRANCO; o “ponto” era ali, a mágica estava ali… Trouxemos uma caravana de Cruzeiro do Sul! E diferentemente de todo talento da banda Camundogs, na minha canção preferida, nem precisamos de “12 meses” para realizar tudo isso. Ao invejosos, apenas o vilipêndio da história, porque eu gosto de escrevê-la e fazer parte dela, não de julgá-la. Agora enquanto discutem o sexo dos anjos sobre um evento de sucesso o DCE encontra-se destruído, abandonado e entregue às traças e com patrimônio (computador, ar, etc) deteriorando. Cadê a ex-presidente para explicar porque saiu e deixou tudo largado? Porque os desocupados não vão se preocupar com quem realmente cometeu infração na UFAC ao arrancar nossos cartazes? Fica a dúvida… Felipe Zanon, idealizador e organizador do 4º ENA”

Nós da REDE GRAÇA E PAZ ONLINE pedimos a todos nossos deputados da bancada evangélica que se manifestem .
http://www.ac24horas.com/2015/05/06/biblia-sagrada-e-queimada-em-sarau-da-ufac-e-reitor-suspende-atividades-culturais/
GRITOS DE ALERTA

A Importância de uma Exegese Correta

Um estudioso da Bíblia entra na cozinha de um amigo e vê um imã fixando um plano de dieta na porta da geladeira. O plano diz: “’Porque sou eu que conheço os planos que tenho para vocês’, diz o Senhor, ‘planos de fazê-los prosperar e não de lhes causar dano, planos de dar-lhes esperança e um futuro’” (Jr 29.11 NVI). Esse amigo em dieta está interpretando a Bíblia corretamente? O primeiro princípio da interpretação é “leia contextualmente”. O estudioso da Bíblia pensa consigo mesmo: “Ele sabe que Jeremias falava aos líderes de Israel que estavam no exílio na Babilônia? Que uma palavra falada à nação de Israel não é necessariamente uma promessa pessoal a cristãos individuais?” O estudioso se preocupa: “Meu amigo pensa que Deus prometeu prosperá-lo através desse plano de dieta?” Ou o treinamento do estudioso o deixou louco? “Talvez meu amigo simplesmente queira lembrar que Deus é por seu povo”, o estudioso pensa, “inclusive por ele mesmo”.
 Nós confessamos que a Bíblia é a Palavra de Deus, mas a menos que a leiamos e a interpretemos apropriadamente, nossa confissão é uma mera formalidade. Uma exegese bíblica correta é essencial se esperamos conhecer e agir a partir da verdade bíblica. Uma interpretação correta possui dois elementos: o técnico e o pessoal. Do lado técnico, devemos ler a Bíblia de acordo com a gramática e o léxico da época. Não é suficiente saber o que palavras como carne,aliançajuiztalentoescravo ou justificação significam hoje; nós devemos saber o que elas significavam naquela época. Em segundo lugar, devemos ler o texto em seus contextos literário e cultural.
A frequente ordenança “saudai uns aos outros com ósculo santo” (Rm 16.16; 1Co 16.20; 2Co 13.12; 1Ts 5.26; 1Pe 5.14) ilustra ambos os princípios. No ocidente, nós ingenuamente assumimos que esse beijo é algo para pessoas do primeiro século fazerem, mas não para nós. Mas não podemos simplesmente desconsiderar uma ordenança; nós devemos investigar. Quando fazemos isso, descobrimos que o “beijo” se tratava de um toque ritual de bochechas, não de lábios, e que era sempre de homem para homem ou de mulher para mulher, não de homem para mulher. Culturalmente, o beijo demonstrava amizade, afinidade e afeição. Portanto, para obedecer a ordenança em nossa cultura, nós avaliamos como nós demonstramos lealdade e afeição, e praticamos isso. A exegese correta descobre que o beijo em si não é a preocupação de Paulo. Ao invés disso, ele deseja que os crentes demonstrem lealdade e afeição de formas que possam adequar-se a cada cultura.
Leitores sérios possuem uma pergunta tríplice a respeito da interpretação bíblica: o que significava, o que significa e como isso se aplica? A pergunta é ainda mais urgente quando discípulos perguntam: quando eu interpreto uma afirmação literalmente e quando eu a interpreto de forma figurada? Quando devemos obedecer uma ordenança literalmente e quando não devemos? Nós respondemos essas questões estudando uma passagem em seu contexto cultural.
Tome, por exemplo, a questão de cobrir a cabeça e dos cabelos longos das mulheres (1Co 11.2-16). O véu é uma questão em si mesmo ou é um sinal de alguma coisa? Tradicionalmente, muitos cristãos tomaram a prescrição do véu como permanentemente obrigatória. Mesmo hoje, muitos insistem que o princípio permanente da autoridade masculina no lar significa que as mulheres devem cobrir as suas cabeças na igreja. Outros, contudo, argumentam que cortes de cabelo variam imensamente entre e dentro de culturas, e carregam pesos simbólicos variáveis. Os primeiros presidentes dos Estados Unidos usavam perucas e, até 1915, a maioria possuía pêlos faciais proeminentes. Retratos greco-romanos mostram que mulheres respeitáveis cobriam seus cabelos e os deixavam presos, não soltos. Hoje, mulheres casadas piedosas perguntam como sua aparência pode demonstrar respeito por seus maridos.
Uma segunda maneira de compreender o significado e a aplicação da Bíblia é seguindo a progressão de pensamento em uma passagem. Por exemplo, uma mulher certa vez disse a Jesus: “Bem-aventurada aquela que te concebeu, e os seios que te amamentaram!” (Lc 11.27). Esse louvor à mãe de Jesus parece estranho, mas naquela cultura as pessoas acreditavam que mulheres podiam encontrar grandeza ao dar à luz um grande filho. Ela pretendia bendizer Jesus ao bendizer Maria. A resposta de Jesus é intrigante: “Antes, bem-aventurados são os que ouvem a palavra de Deus e a guardam!” (v. 28). O termo antes sugere que Jesus pretende gentilmente corrigi-la. Antes significa “sim, mas há mais”. O elogio dela é louvável, mas ela sutilmente diminui o sexo feminino ao assumir que uma mulher encontra grandeza através da ligação com um grande homem. Embora isso não seja inteiramente falso, uma mulher encontra verdadeira grandeza ao se tornar um fiel discípulo. Nesse caso, a exegese correta exige recursos. Qualquer comentário cuidadoso vai abordar os fatores culturais em Lucas 11. Dicionários bíblicos e enciclopédias bíblicas também são grandes auxílios.
Uma exegese adequada neste caso também requer que observemos a sutil mudança marcada pela palavra antes. Leitores cuidadosos prestam atenção em termos que significam uma mudança no pensamento. Quando uma passagem contrasta ideias, tira conclusões ou faz concessões, nós frequentemente vemos termos como mas, ou,ademaisaindavisto quepoisporqueentãoportantoa fim de que, e muito mais.
O discurso bíblico frequentemente deixa o ponto principal claro ao colocá-lo primeiro ou por último em uma passagem, ou repetindo-o (Sl 103.1-2; Tg 2.17, 20, 26). Mas devemos ler cuidadosamente para ver como a passagem alcança ou desenvolve o ponto principal. Por exemplo, o tema de Romanos 3.21-4.25 é a justificação pela fé somente, mas a função de 4.1-8 não é imediatamente óbvia. A frase é assim também que Davi declara (4.6) mostra que há alguma conexão. Uma reflexão demonstra que a conexão é: sabendo que aquela única declaração a respeito da justificação pela fé não será suficiente, Paulo ilustra seu ponto através dos heróis da fé, Abraão e Davi. A lição: nem mesmo Abraão, com suas incríveis ações, foi salvo pelas obras. E mesmo Davi, com seus terríveis pecados, foi perdoado e justificado pela fé. Se esses dois são justificados pela fé somente, todos os crentes são.
Nós temos muitos livros excelentes sobre métodos de estudo bíblico. Juntos eles respondem nossas perguntas comuns. Por exemplo, quando lemos história, deveríamos preferir a interpretação literal da Escritura, em que um monte é um monte. Ainda assim, o ensino de Jesus e dos profetas irrompe em metáforas, hipérboles e ironias. Jesus fez perguntas profundas esperando respostas, enquanto se recusava a dar uma resposta direta para metade das perguntas que lhe faziam. Jesus interpretou algumas parábolas (Mt 13.3-43), mas nos deixa tentar decifrar outras (v. 37). Semelhantemente, o Apocalipse ocasionalmente oferece dicas a respeito da interpretação apropriada de seus símbolos (por exemplo, Ap 12.7-12).
Moisés e Paulo possuíam um estilo linear e proposicional, mas Jesus e a maioria dos profetas amam poemas, parábolas e analogias que nos prendem com sua vivacidade, ou sua estranheza, e nos convidam a pensar. Quando nós os lemos, um monte pode ser um lugar de rebelião. Nesse sentido, Jeremias 51.25 chama a Babilônia, uma cidade localizada em uma vasta planície, de um “monte que destrói”. Semelhantemente, enquanto a maior parte das narrativas enunciam imediatamente a mensagem, outras se esticam por páginas sem fazê-lo. Se mantivermos a atenção no estilo ou no gênero de cada livro, essas coisas se tornam claras. Em sua sabedoria, Deus escolhe nos entregar verdades básicas como “Cristo Jesus veio ao mundo para salvar os pecadores, dos quais eu sou o principal” (1Tm 1.15). Mas ele nos deixa lutar para entender outros princípios.
Ocasionalmente, Jesus escolheu ser enigmático como repreensão àqueles que se recusavam a ouvir a sua palavra ou a prestar atenção aos seus sinais (Mt 13.11-17; veja Am 8.11; Jo 8.45). Ainda assim, a Bíblia não é poesia elitista que pretende causar perplexidade. Deus nos deu a sua Palavra para que crêssemos nele, para que o amássemos pactualmente e para que o seguíssemos. João disse que recontou os sinais de Jesus “para que creiais que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus, e para que, crendo, tenhais vida em seu nome” (Jo 20.30-31).
Conforme consideramos repreensões e fé, nós entramos no ângulo pessoal da interpretação. Os profetas e Apóstolos sabiam que suas palavras encontrariam rejeição e distorção deliberada (Jr 36.23; 2Pe 3.16), não apenas interpretação errônea comum. Portanto, Deus nos diz que se nós lermos a Bíblia corretamente em um nível pessoal, nós o conheceremos e seremos conformados a Ele. Visto que ele “faz misericórdia, juízo e justiça”, nós também deveríamos fazê-lo (Jr 9.24; 22.3). Nós deveríamos nos tornar mais como Deus em nosso caráter e nossas práticas (Rm 8.29; Ef 4.32-5.2).
O ângulo pessoal explica por que a Bíblia, diferentemente de outros livros, nos conta como lê-la. Jesus diz que devemos ler integralmente, procurando por seu sofrimento e glória (Lc 24.25-27; Hb 2.9; 1Pe 1.11). Paulo diz que a Escritura pode “tornar-te sábio para a salvação” (2Tm 3.15). Os Salmos ordenam que o povo de Deus medite na Palavra para encontrar vida (Sl 1; 19; 119). Provérbios encoraja os leitores a valorizar a sabedoria e encontrar bênção (Pv 2.1; 7.1). Tiago 1.22 diz: “Tornai-vos, pois, praticantes da palavra e não somente ouvintes, enganando-vos a vós mesmos”. Paulo diz que devemos ler através do Espírito ao invés da letra da lei (2Co 3.6).
A Escritura também nos fala sobre como não ler. Jesus frequentemente censurou os líderes judeus por lerem a Escritura erroneamente, perguntando: “Não lestes?” (por exemplo, Mt 12.3-5; 19.4; 21.16, 42; 23.31). Jesus não questionou a escolaridade ou os hábitos de leitura deles. Eles liam a Escritura, mas falhavam em compreender o seu significado. Em quatro ocasiões, eles perderam de vista o testemunho de Jesus. Uma vez, eles seguiram a letra da lei e perderam a sua intenção.
Em Mateus 19, os fariseus perguntaram: “É lícito ao marido repudiar a sua mulher por qualquer motivo?” (Mt 19.3). Jesus respondeu, perguntando-lhes se haviam lido que Deus criou a humanidade macho e fêmea para tornarem-se uma só carne (vv. 4-6). Ainda assim, muitos fariseus a liam erroneamente, transformando regulamentos que intentavam restringir o divórcio em bases para facilitar o divórcio. Eles perderam de vista o plano de Deus — que marido e mulher devem permanecer juntos.
Em Mateus 12, os fariseus novamente leram erroneamente quando acusaram Jesus de violar o sábado permitindo que seus discípulos colhessem grãos dos campos enquanto viajavam. Eles não tinham lido como Davi e seus companheiros comeram pão consagrado, o que era ilícito, porque tinham fome (v. 3; veja 1Sm 22)? Se eles tivessem lido a Escritura corretamente, eles saberiam que Deus diz: “Misericórdia quero, não sacrifício” (v. 7; veja Os 6.6). Isso significa que a verdadeira necessidade humana pesa mais do que regulamentos do templo e do sábado. Além disso, “aqui está quem é maior que o templo” (Mt 12.6). Isto é, se sacerdotes têm permissão de servir em um espaço que representa a presença de Deus, então os discípulos podem fazer qualquer coisa que seja necessária para auxiliar Jesus, pois ele é a presença de Deus.
Esses casos de leitura errônea demonstram que a correta exegese exige mais do que métodos apropriados. Não podemos fazer justiça à Escritura a menos que percebamos, como Agostinho disse, que o propósito final da Escritura é aumentar o “duplo amor a Deus e ao próximo”. Cristãos leem bem a Escritura quando buscam isso por si mesmos e pelos outros, e então fazem discípulos de todas as nações (Mt 28.18-20). Que leiamos a Bíblia de tal maneira que nos tornemos “homens fiéis e também idôneos para instruir a outros” (2Tm 2.2).


MINISTÉRIO FIÉL

ATENÇÃO - Líder dos Ateus, militante do PT promete queimar bíblia em frente a sala da reitoria da Ufac

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Ateu, Zanon tem uma extensa ficha de problemas com a lei
Em entrevista a reportagem do ac24horas, o organizador da 4º edição do Encontro Nacional de Ateus (ENA), Felipe Zanon, explica que o ato de queimar a bíblia sagrada não tinha como objetivo incitar qualquer sentimento de intolerância religiosa, mas de repudiar “o mal causado pela igreja no que diz respeito aos massacres ocorridos ao longo da história do cristianismo”. Ele diz não ter presenciado o ato, mas autorizou o feito. Zanon é formado em história e estuda o 3º período do curso de Direito da Universidade Federal do Acre (Ufac).

A reportagem tentou contato com o autor do ato, o estudante do curso de filosofia e vocalista da banda Violação Anal, Roberto Oliveira, mas não obtivemos resposta. Ele queimou um exemplar da bíblia em meio a apresentação da sua banda, na 4º edição do Sara(te)u – Uma noite dionisíaca realizada na Ufac.
Questionado quanto ao fator fé x intolerância religiosa, Felipe Zanon é categórico: “Eu acredito em mim mesmo, no que sou, no que posso! Respeito os demais, suas crenças…Não temos problema nenhum em quem crer ou não em Deus. Nós buscamos a laicidade do Estado, queremos um estado sem religião, todos merecem o mesmo respeito, inclusive falam em perseguição, mas nós é quem sofremos perseguição por sermos ateus, porque somos minoria. Nossos cartazes foram rasgados aqui nas dependências da Ufac, até o outdoor com a divulgação do nosso evento foi retirado”.
Com relação aos atos de depredação ocorridos no dia do evento, Zanon destacou que não é a primeira vez que isso ocorre e que outros eventos culturais ocorriam na mesma noite, não podendo, segundo ele, a culpa recair sobre os frequentadores e organizadores do Sara(te)u . Ele alega que em eventos anteriores atos de vandalismo e brigas sempre ocorrem, porém a administração da universidade nunca havia tomado nenhuma medida cabível e diz se sentir perseguido.
“Somente agora a reitoria da Universidade Federal do Acre decidiu tomar uma atitude mais drástica, aproveitaram o que aconteceu (queimação da bíblia) para pegar carona e nós colocarem como culpados”, disse Felipe Zanon, que aproveitou para mandar um recado nada amistoso ao reitor da Ufac, Minoro Kimpara. “Se a reitoria não aclarar e rever a situação que levou a suspender os eventos, bem como a real motivação acerca da proibição de novos eventos musicais, eu mesmo vou tocar fogo em outra bíblia, desta vez na frente da reitoria. Daí sim, terão motivos para me culpar realmente porque até agora estou sendo culpado por algo que não fiz”.
Por fim, Zanon explica que o evento não contou com o patrocínio, nem apoio de políticos. Ele afirmou que alguns foram convidados para o debate que antecedeu a programação, no dia 30 de abril, mas que alguns deles não puderam comparecer ao evento, onde seriam palestrantes, entre eles, Francisco Nepomuceno, o Carioca do PT, que cancelou sua participação no debate devido a agenda governamental.
Conhecido por fazer parte de uma das alas mais radicais do PT no Acre, Felipe Zanon, que é estudante de direito na Universidade Federal do Acre, já foi policial militar, mas foi expulso da corporação por indisciplina.  Em julho do ano passado,  o petista foi preso preventivamente acusado de agredir e chantagear garotas com vídeos íntimos. Ao menos quatro jovens, com idades entre 16 e 21 anos, denunciaram o rapaz.

Reitor afirma que medidas administrativas estão em curso e culpados serão punidos

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Reitor Minoru Kimpara lamenta ação ocorrida na Ufac
O reitor da UFAC, Minoru Kimpara, afirma que a suspensão foi adotada em virtude de atos de vandalismos e não, especificamente, pela queima da bíblia. Entre os atos de vandalismo foram registrados a quebra de vidros de janelas, portas, veículos e outros prejuízos ao patrimônio público. Kimpara disse que a suspensão das atividades culturais, especificamente as de apresentação musicais e de bandas, foi a forma mais sensata até que sejam discutidas alternativas para evitar novas ocorrências envolvendo vandalismo e consumo de bebidas alcoólicas nas dependências da universidade. As demais atividades culturais seguem conforme calendário da instituição.
Ele destacou ainda que está em curso um processo administrativo, que irá apurar as responsabilidades e identificar os autores dos atos de vandalismo ocorrido nas dependências da universidade. Ele assegurou que será dado o direito à ampla defesa dos envolvidos. Os encaminhamentos do processo culminará com uma Resolução Interna que irá impor regras, limites e responsabilidades aos acadêmicos, bem como as medidas punitivas de acordo com casos específicos àqueles que cometerem atos de vandalismo ou forem enquadrados em práticas ilícitas dentro da instituição de ensino superior.
”Essa medida preventiva (proibitiva) tem como objetivo evitar que ocorram novas brigas ou maiores incidentes e até casos de agressão nas dependências da universidade. É preciso que haja um controle maior na segurança dos estudantes que participam das atividades culturais e de lazer. Nossa meta é oferecer um ambiente atrativo dentro do espaço acadêmico, mas para isso é preciso atentar para cuidados com a segurança na realização desses eventos. Esses cuidados não são somente visando o bem patrimonial, mas principalmente a preservação da vida dos nossos acadêmicos e daqueles que visitam e participam das atividades culturais ofertadas na instituição”.

Reitor lamenta a queima da bíblia e diz que ato é um desrespeito as demais crenças

Quanto à queima da bíblia, Minoru disse lamentar e considerou o ato uma agressão às demais crenças. “É lamentável agredir a crença das pessoas, eu fiquei triste porque as pessoas tem o direito de crer ou não, de defender suas posições políticas, suas convicções, mas para tudo isso é importante o respeito. A Ufac é um espaço plural, lugar de cristãos e das pessoas de diferentes religiões, dos que creem e dos ateus também. Eu defendo uma Ufac uma sociedade e um estado laico que garanta a convivência respeitosa entre ateus e cristãos de diferentes religiosidades. A intolerância precisa ser exercida, sim, mas contra a corrupção e a miséria que a assola nosso pais e grande parte do mundo”.

http://www.ac24horas.com/2015/05/07/lider-dos-ateus-militante-do-pt-promete-queimar-biblia-em-frente-a-sala-da-reitoria-da-ufac/

AS AFLIÇÕES DE JÓ - MINISTÉRIO GERAÇÃO GRAÇA E PAZ - APOSTOLO ROBERTO TO...

Exposição que mostra pedofilia e zoofilia provoca bate boca entre deputados

Não foi só nas redes sociais que a mostra “QueerMuseu” gerou debates e bate boca. Na noite desta terça-feira (12) o assunto foi amplam...