segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

ESPÍRITO SANTO O CONSOLADOR

Na Santa Ceia nosso Senhor falou da sua traição, da sua morte e da sua partida que estava próxima. Embora Cristo tivesse ensinado os Seus apóstolos sobre isso durante algum tempo (Mateus 16:16-21), contudo parece que só naquela hora os discípulos compreenderam o que Jesus havia falado. Quando pensaram em viver sem Jesus no meio deles sentiram-se esmagados. Quando Cristo falou das perseguições vindouras (João 16:1-4), os seus corações ficaram cheios de tristeza (João 16:6).
Os apóstolos tinham visto nuvens de dificuldade unindo-se a muito tempo, mas eles se sentiam seguros com a presença de Cristo. Nosso Salvador tinha acalmado cada tempestade, alimentou a multidão quando eles eram impotentes e expulsou o demônio que eles não puderam expulsar. Ele tinha sido o guia infalível e o Seu professor. Eles se sentiam, agora, como órfãos impotentes. Contra o cenário escuro da Sua iminente ida para o céu o nosso Senhor falou palavras de conforto em João, capítulos 14 a 16. Foi neste momento que Ele os deu a promessa de outro Consolador (João 16:7).
Hoje, para os cristãos que nunca conheceram a Cristo na carne (II Cor 5:16), o medo dos apóstolos pode parecer uma fraqueza. Nós tendemos a esquecer que a nossa força e toda a nossa direção vêm da habitação do Espírito de Deus. Nesta lição desejamos aprofundar-nos na missão do Espírito como nosso Consolador. Este trabalho é tão maravilhoso que foi expresso que Cristo deveria partir para que o Espírito pudesse ser enviado (João 16:7).
I. O QUE É CONFORTO.
Conforto é uma experiência agradável, porém implica a presença de dificuldades. Este mundo é um lugar de tribulação, perseguição, e lágrimas para os filhos de Deus. Antes da partida de Cristo Ele assegurou aos apóstolos que a dificuldade seria grande em suas vidas (João 16:1-4). O filho de Deus, portanto, não deve esperar o fim das dificuldades mas o conforto em suas aflições.
II. A NECESSIDADE DE CONFORTO.
O Cristão que passa pela vida como se fosse um órfão infeliz certamente não deve estar vivendo concernente com os seus privilégios. Deus pretende que Seus filhos tenham conforto e alegria neste mundo (João 14:27, João 16:33, Romanos 14:17, João 14:18). Um Cristão miserável é culpado de incredulidade (Romanos 15:13), e tem um testemunho insignificante. A alegria do Senhor é a nossa força e a chave para o sucesso no serviço (Neemias 8:10, Salmo 51:12-13).
Nota: Deve ser mencionado que a alegria Cristã não é incompatível a um grau de pesar sob a existência do pecado e o desejo de ir para o céu. Nós recebemos conforto em nossas aflições e podemos regozijar nelas (Tiago 1:2).
III. O CONSOLADOR.
A palavra grega usada para consolador é 'parakletos' que significa "pessoa chamada para acompanhar..." o Espírito Santo como um consolador é nosso ajudante, conselheiro e defensor.
Em I João 2:1, Cristo é mencionado como nossa 'parakletos'. Em João 14:16 Cristo disse que Ele enviaria "outro" consolador. A palavra grega para "outros" é allos e significa "outro do mesmo tipo." O Espírito Santo é, então, (assim como era Cristo) uma pessoa divina que zela por nós na ausência física de Cristo. Sendo onisciente Ele pode nos ensinar a vontade de Deus. Sendo onipotente Ele nos apoia no mundo. Ele nos ama assim como Cristo faz e, está em comunhão conosco (Rom 15:30; II Cor 13:14).
IV. COMO O ESPÍRITO SANTO CONFORTA OS CRENTES.
A. O Espírito Instrui os Cristãos.
Cristo constantemente instruiu os Seus apóstolos durante o Seu ministério terrestre, contudo com à sua partida, eles tiveram, ainda, muito a aprender. Ele lhes "prometeu outro Consolador" que continuaria ensinando-lhes (João 14:26, João 16:13-14). Nesta condição o Espírito Santo é chamado de "O Espírito da verdade" (João 14:17) que veio dar-lhes palavras que deveriam dizer quando fossem perante os tribunais (Mat. 10:17-20). Em tempos apostólicos ele ensinou pela revelação e pela iluminação. Com a conclusão do Novo Testamento Seu trabalho ficou limitado a iluminação (Mateus 10:17-20).
B. O Espírito Intercede pelos Cristãos.
Em Romanos 8:26-276, aprendemos que o Espírito Santo intercede por nós incitando as nossas orações. Isto não deve ser confundido com o trabalho de Cristo como intercessor, Que é nosso advogado (Grego, 'parakletos') perante o Pai (I João 2:1). Com base na obra remissória terminada por Cristo, Ele intercede ao nosso lado perante o Pai. O Espírito Santo intercede, porém, não diretamente a nosso favor, mas nos ensinando como orar. O Seu trabalho pode ser comparado ao de um advogado que instrui o seu cliente sobre o que ele deve dizer no tribunal. É interessante considerar que a palavra 'parakletos' tem uma conotação interessante e é traduzida como "advogado" em I João 2:1. É bom sabermos que quando ajoelhamos para orar temos alguém guiando-nos e que conhece a vontade de Deus, podendo conduzir-nos em nossos desejos e petições (Romanos 8:27, Zechariah 12:10, Efésios 6:18).
6 No verso 26 as palavras "gemidos inexprimíveis" confundem a algumas pessoas. Eles se referem às emoções ardentes do crente que sente remorso por fracassos ou porque deseja ser mais como Cristo. Freqüentemente esses desejos são tão fortes que são desabafados em gemidos, em lugar de orações verbais. Deus os ouve, porém, e entende da mesma maneira que a mãe escuta os gemidos de uma criança doente ou sedenta. Claro que o Espírito Santo é que produz tal desejo no coração do Cristão.
Nota: O autor não pode deixar de refletir sobre o fato de o nosso Senhor ter ensinado Seus discípulos a orar durante seus dias na Terra. O Espírito Santo é verdadeiramente um "outro consolador" do mesmo tipo.
C. O Espírito Sela os Cristãos.
Em Efésios 4:30, entendemos que os crentes são selados pelo Espírito até o dia da redenção. O fato de o Espírito que nos habita nunca nos deixar foi usado por Cristo como uma forte base de consolação (João 14:16,17). Essas Escrituras parecem contrastar a presença contínua do Espírito de Deus com a natureza temporária da presença física de Cristo.
D. O Espírito Assegura aos Cristãos o Amor de Deus.
O Espírito Santo conforta as pessoas eleitas por Deus fazendo com que reconheçam em suas almas o amor que Deus tem para com elas (Romanos 5:5). O Espírito revela a nós tudo aquilo que Deus nos preparou (I Coríntios 2:9-10) como resultado do Seu amor.
E. O Espírito Produz Fé nos Cristãos.
Toda a fé e esperança tida pelo crente foi produzida pelo Espírito Santo. Ele sustenta essas graças que agem como uma âncora em nossas almas (Romanos 15: 13, Gálatas 5:22).
F. O Espírito Produz Gozo nos Cristãos.
Romanos 14:17, Gálatas 5:22,
G. O Espírito Santifica os Cristãos.
O Espírito Santo conforta o crente fortalecendo a sua graça, dando-lhe vitória sobre o pecado. O Espírito não deixará o trabalho iniciado na regeneração ser superado ou destruído por Satanás (Fil. 1:6; Rom 6:14)..
H. O Espírito Habilita o Evangelho.
O Espírito Santo conforta o crente dando-lhe sucesso em seu trabalho na Grande Comissão. Nós não permanecemos sozinhos em uma tarefa impossível, mas somos dotados de poder Divino (Atos 1:8, I Pedro 1:12, I Tessalonicenses 1:5).
I. O Espírito Equipa a Igreja.
O Espírito Santo é um conforto e uma ajuda para o povo de Deus, colocando nas igrejas dons necessários para a sua edificação (I Coríntios 12:1-31, Efésios 4:11-12). A próxima vez que formos abençoados pelo ministério de outro crente, devemos relembrar-nos de Quem capacitou aquela pessoa para que fosse uma bênção.
Conclusão
O Salvador falou do Espírito Santo somente como nosso "Consolador", isto Ele fez somente poucas horas antes do Calvário. Para apreciar os benefícios que nós recebemos diariamente de nosso 'Parakletos' Celestial meditemos nos sentimentos dos apóstolos naquela triste noite. Eles se sentiram profundamente impotentes e tristes. Não menosprezamos a bênção que recebemos na vinda do Espírito Santo no dia de Pentecostes?

Autor: Pr Ron Crisp

“Agora é o inverso” — A revolução da imoralidade está agora à vista de todos

26 de janeiro de 2011 (AlbertMohler.com/Notícias Pró-Família) — O ritmo estonteante da revolução da imoralidade que está agora transformando as culturas ocidentais está nos deixando estupefatos. No curso de uma única geração, a moralidade sexual que sobreviveu milhares de anos está cedendo a uma compreensão moral radicalmente diferente. Apenas considere o casal do Reino Unido que recentemente foi condenado por discriminação porque permitia que apenas casais casados dormissem na mesma cama em sua pequena pensão.
Peter e Hazelmary Bull são donos de uma pensão em Cornwall. Em setembro de 2008, uma dupla homossexual solicitou um quarto de solteiro, mas os Bulls recusaram essa acomodação. A dupla entrou com processo, e na semana passada o juiz condenou os Bulls por discriminação sob a Lei de Igualdade de 2007 da Inglaterra.
O que torna esse caso particularmente preocupante é a natureza da decisão do juiz.
O juiz Andrew Rutherford deu a decisão de que os Bulls teriam de sacrificar suas convicções cristãs se tivessem a intenção de serem donos de sua pensão e administrá-la. A sra. Bull disse para o tribunal: “Aceitamos a Bíblia como a santa Palavra viva de Deus e nos esforçamos por segui-la até onde podemos”. Nesse caso específico, significava que os Bulls restringiriam quartos com cama dupla aos casais casados. Eles impunham essa política independente da orientação sexual — um ponto que o juiz reconheceu.
Apesar disso, o juiz Rutherford declarou: “É inevitável que tais leis de tempos em tempos afetem convicções profundas das pessoas e setores da sociedade, pois elas refletem as atitudes sociais e valores morais que predominavam na época que fizeram”.
Defendendo a rápida reversão da moralidade pública na questão da homossexualidade, o juiz comentou: “Essas leis vieram a existir por causa das mudanças nas atitudes sociais. Os padrões e princípios que governavam nossa conduta que eram inquestionavelmente aceitos numa geração não podem ser aceitos da mesma forma na próxima geração”.
Além disso, “É um exemplo muito claro de como as atitudes sociais mudaram durante os anos, pois não muito tempo atrás essas convicções dos acusados teriam sido aceitas como normais pela sociedade em geral. Agora é o inverso”.
O juiz, que é um influente membro da Igreja da Inglaterra, aceitou que a posição dos Bulls com relação ao casamento era “uma convicção cristã perfeitamente ortodoxa de que o casamento é sagrado e a homossexualidade é pecado”.
Mas essas convicções terão de ceder à nova obrigação cultural da não discriminação. Essa é a lógica legal que está expulsando as entidades cristãs de assistência do setor de adoção de crianças nos Estados Unidos e Inglaterra. Agora, os Bulls provavelmente fecharão sua pensão ou sairão desse ramo de negócio.
O jornal Telegraph [de Londres] avisou: “O direito de se ter convicções religiosas e de se conduzir de acordo com a própria fé está sendo pesado contra o direito de não ser ofendido — e está perdendo. Essa é uma tendência desanimadora numa sociedade livre”, Andrew Brown, colunista no jornal The Guardian [de Londres], avisou os cristãos conservadores que o mundo mudou, tanto legal quanto moralmente.
A real bomba embutida dentro da decisão do juiz Rutherford é essa sentença: “Qualquer que tenha sido a posição em séculos passados não é mais importante que nossas leis tenham de automaticamente refletir a posição judaico-cristã”.
Não dá para se duvidar que essa lógica esteja rapidamente dominando os círculos legais, apontando para um grave estrangulamento dos direitos dos cristãos de viverem de acordo com suas próprias convicções. Ao mesmo tempo, essa decisão serve como mais outro sinal de como a revolução imoral está acontecendo rapidamente em todas as partes ao nosso redor. Quando o juiz Rutherford disse que o consenso moral é agora “inverso”, sua decisão escrita introduziu na lei essa revolução.
O falecido Maurice Cowling, um dos mais importantes intelectuais da Inglaterra do século XX, argumentava que quando a influencia pública do Cristianismo desaparecesse, o espaço vazio não seria preenchido por algo realmente secular. Pelo contrário, alguma nova religião tomará o lugar do Cristianismo. Nesse caso, a nova religião é a religião da anarquia sexual.
O juiz explicitamente reconheceu o fato de que os Bulls seriam forçados a agir contra a consciência a fim de obedecerem à decisão, e que as convicções dos Bulls eram a norma na sociedade inglesa, até em tempos recentes. Estimulada por essa decisão, a revolução da imoralidade avança sua marcha.
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Traduzido por Julio Severo

Notícias » Brasil » Brasil Multidão provoca tumulto em frente à prefeitura de Teresópolis

A prefeitura de Teresópolis, na região serrana do Rio, foi palco de um princípio de tumulto na manhã desta segunda-feira. Cerca de 500 pessoas que foram se cadastrar na Secretaria de Desenvolvimento Social para receber o benefício do aluguel social, ficaram revoltadas ao serem informadas que as inscrições encerraram-se na sexta-feira. A multidão tentou inicar um protesto em frente ao prédio, mas foi contida com a chegada de policiais militares e homens da Força Nacional de Segurança.
Os moradores foram levados ao Teatro Municipal, também localizado no prédio da prefeitura. Após uma conversa com o governador Sérgio Cabral, o prefeito Jorge Mário Sedlacek conseguiu mais mil benefícios do aluguel social. Os interessados foram então levados para o Ginásio Pedrão, onde as famílias estão sendo atendidas.
De acordo com a assessoria de comunicação da prefeitura, 6.727 pessoas estão desabrigadas e 9.110 desalojadas após as enchentes e deslizamentos que deixaram mais de 300 mortos no município. Em toda a região serrana, mais de 850 pessoas morreram.
Seis mil benefícios
Seis mil famílias receberão o aluguel social no valor de R$ 500, por 12 meses, em Petrópolis, Teresópolis e Nova Friburgo. Já em Sumidouro, São José do Vale do Rio Preto, Bom Jardim e Areal, mil famílias serão beneficiadas com R$ 400 mensais. O valor total dos recursos para as sete cidades é de R$ 40,8 milhões ao ano.
O objetivo do governo estadual é pagar a primeira parcela do aluguel social no dia 15 de fevereiro. O benefício será pago por 12 meses, prazo em que as famílias estejam inseridas nos programas habitacionais que estão sendo viabilizados pelas prefeituras com apoio dos governos estadual e federal.
Chuvas na região serrana
As fortes chuvas que atingiram os municípios da região serrana do Rio nos dias 11 e 12 de janeiro provocaram enchentes e inúmeros deslizamentos de terra. As cidades mais atingidas são Teresópolis, Nova Friburgo, Petrópolis, Sumidouro e São José do Vale do Rio Preto. De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), choveu cerca de 300 mm em 24 horas na região.

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Para onde vão os mortos? Onde estão os que já morreram? Parte 2: Sobre os Salvos

Há um trajeto que todos os homens percorrem após a morte. Seja em direção aos céus, a morada de Deus, seja em direção ao inferno, o destino dos condenados.
“Aos homens está ordenado morrerem uma só vez, vindo, depois disto, o juízo” 
Hebreus 9:27 
Na primeira parte deste estudo, tratamos do destino eterno dos homens e das mulheres que morrem condenados, isto é, sem o perdão de Deus, e isto porque não deram ouvidos ao Evangelho do Senhor Jesus Cristo, segundo está escrito:
“Pois não me envergonho do evangelho, porque é o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê, primeiro do judeu e também do grego;” Romanos 1:16 
“E disse-lhes: Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda criatura. Quem crer e for batizado será salvo; quem, porém, não crer será condenado.” Marcos 16:15,16
O Trajeto dos Salvos rumo ao Paraíso de Deus
A Bíblia está cheia de promessas maravilhosas e gloriosas no que diz respeito ao destino eterno e imarcescível dos que, crendo no Evangelho, se submeteram ao senhorio de Jesus Cristo e passaram a seguí-lo, até o fim de suas vidas. Eis uma delas:
“Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas: Ao vencedor, dar-lhe-ei que se alimente da árvore da vida que se encontra no paraíso de Deus.” Apocalipse 2:7 
O céu, o paraíso de Deus e a Nova Jerusalém são o destino dos discípulos do Senhor Jesus Cristo:
“Na casa de meu Pai há muitas moradas. Se assim não fora, eu vo-lo teria dito. Pois vou preparar-vos lugar. E, quando eu for e vos preparar lugar, voltarei e vos receberei para mim mesmo, para que, onde eu estou, estejais vós também.” João 14:2,3
Após a morte do cristão, seu corpo volta ao pó, segundo Deus determinou a toda raça humana, após a queda de Adão:
“No suor do rosto comerás o teu pão, até que tornes à terra, pois dela foste formado; porque tu és pó e ao pó tornarás.” Gênesis 3:19 
O corpo aguarda, no pó, até o dia da ressurreição, quando as almas dos que morreram em Cristo tornarão a seus próprios corpos, os quais serão glorificados e assumirão uma nova estrutura, espiritual e eterna:
“Semeia-se corpo natural, ressuscita corpo espiritual. Se há corpo natural, há também corpo espiritual” 1 Coríntios 15:44
Além do novo corpo espiritual (que será este nosso corpo transformado), também receberemos um novo nome, o qual ninguém conhece, senão aquele que o recebe:
“Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas: Ao vencedor, dar-lhe-ei do maná escondido, bem como lhe darei uma pedrinha branca, e sobre essa pedrinha escrito um nome novo, o qual ninguém conhece, exceto aquele que o recebe.” Apocalipse 2:17 
Este trecho bíblico é muito interessante, pois esse novo nome que receberemos não será conhecido por ninguém, dando a Bíblia a entender que não possuiremos mais a presente identidade composta pelo nosso corpo carnal e por nossa alma, mas uma identidade totalmente nova, formada pelo corpo espiritual, com a alma nele habitando. E isto também sugere que, de alguma forma, não nos lembraremos do que ficou para trás. E há um outro trecho bíblico que dá respaldo a esta afirmação:
“Pois eis que eu crio novos céus e nova terra; e não haverá lembrança das coisas passadas, jamais haverá memória delas.” Isaías 65:17 
Isto faz bastante sentido, pois sendo o céu um lugar de eterna paz e de quietude de espírito, seria absurdo supor que tivéssemos lembranças de uma filha estuprada, de um pai que foi torturado ou de momentos terríveis e dolorosos passados em algum cárcere ou em um leito de hospital. Todavia, pessoalmente, acredito que teremos consciência de termos sido salvos, porém de que forma esta consciência se manifestará, confesso, esta resposta eu não possuo.
Será no dia da ressurreição da vida, a primeira ressurreição, que receberemos a redenção de nossas almas com a transformação de nossos corpos em corpos espirituais, imortais, imaculados e eternos.
Onde estão as almas dos cristãos que já morreram?
Examinemos as Escrituras a fim de poder responder a este questionamento. Primeiramente, podemos afirmar que as almas dos que morreram em Cristo estão conscientes e em um lugar de repouso, como podemos ver em Apocalipse 6:9-11
“Quando ele abriu o quinto selo, vi, debaixo do altar, as almas daqueles que tinham sido mortos por causa da palavra de Deus e por causa do testemunho que sustentavam. Clamaram em grande voz, dizendo: Até quando, ó Soberano Senhor, santo e verdadeiro, não julgas, nem vingas o nosso sangue dos que habitam sobre a terra? Então, a cada um deles foi dada uma vestidura branca, e lhes disseram que repousassem ainda por pouco tempo, até que também se completasse o número dos seus conservos e seus irmãos que iam ser mortos como igualmente eles foram.”
Aqui pode parecer haver alguma contradição em relação ao que foi dito acima, ou seja, que não haverá memória das coisas passadas. Porém, este trecho de Apocalipse 6 nos está mostrando o lugar onde as almas dos cristãos se encontram antes da ressurreição dos mortos. Ainda não chegou o Dia do Senhor, logo, a ressurreição ainda não ocorreu e a nova identidade eterna ainda não foi conferida aos filhos de Deus. Importante também lembrar que a entrada de todos os cristãos na Nova Jerusalém está prometida nas Escrituras para um glorioso momento após a ressurreição. A partir de então, cumprir-se-á o que está escrito:
"Vi novo céu e nova terra, pois o primeiro céu e a primeira terra passaram, e o mar já não existe." Apocalipse 21:1
"E aquele que está assentado no trono disse: Eis que faço novas todas as coisas. E acrescentou: Escreve, porque estas palavras são fiéis e verdadeiras." Apocalipse 21:5
A Bíblia também usa a expressão “os que dormem”, a fim de se referir aos mortos:
“Não queremos, porém, irmãos, que sejais ignorantes com respeito aos que dormem, para não vos entristecerdes como os demais, que não têm esperança. Pois, se cremos que Jesus morreu e ressuscitou, assim também Deus, mediante Jesus, trará, em sua companhia, os que dormem.” 1 Tessalonicenses 4:13,14
Esta referência é ao corpo que repousa no pó até que seja ressuscitado e unido à sua alma (despertará, ie, ressuscitará), no último dia, como podemos também ver aqui:
“Muitos dos que dormem no pó da terra ressuscitarão, uns para a vida eterna, e outros para vergonha e horror eterno.” Daniel 12:2 
Como já mencionado na primeira parte deste estudo, haverá duas ressurreições, as quais ocorrerão no mesmo dia, o Dia do Senhor, o último dia, porém, em momentos distintos neste mesmo dia:
“Não vos maravilheis disto, porque vem a hora em que todos os que se acham nos túmulos ouvirão a sua voz e sairão: os que tiverem feito o bem, para a ressurreição da vida; e os que tiverem praticado o mal, para a ressurreição do juízo.” João 5:28,29
"E a vontade de quem me enviou é esta: que nenhum eu perca de todos os que me deu; pelo contrário, eu o ressuscitarei no último dia." João 6:39
E em Apocalipse encontramos a distinção no tempo destas duas ressurreições:
A Primeira Ressurreição, as Bodas do Cordeiro:
“Os restantes dos mortos não reviveram até que se completassem os mil anos. Esta é a primeira ressurreição. Bem-aventurado e santo é aquele que tem parte na primeira ressurreição; sobre esses a segunda morte não tem autoridade; pelo contrário, serão sacerdotes de Deus e de Cristo e reinarão com ele os mil anos.” Apocalipse 20:5,6
A Segunda Ressurreição, a Ressurreição da Condenação:
“Vi um grande trono branco e aquele que nele se assenta, de cuja presença fugiram a terra e o céu, e não se achou lugar para eles.Vi também os mortos, os grandes e os pequenos, postos em pé diante do trono. Então, se abriram livros. Ainda outro livro, o Livro da Vida, foi aberto. E os mortos foram julgados, segundo as suas obras, conforme o que se achava escrito nos livros. Deu o mar os mortos que nele estavam. A morte e o hades entregaram os mortos que neles havia. E foram julgados, um por um, segundo as suas obras. Então, a morte e o inferno foram lançados para dentro do lago de fogo. Esta é a segunda morte, o lago de fogo. E, se alguém não foi achado inscrito no Livro da Vida, esse foi lançado para dentro do lago de fogo.”
Não há nenhuma forma de comunicação dos mortos com esta presente existência, nem dos condenados e nem dos salvos.
Após a ressurreição da vida, segundo a Bíblia, herdaremos o Reino de Deus e seremos reis de nações, o que podemos ver em Apocalipse
"Vi novo céu e nova terra, pois o primeiro céu e a primeira terra passaram, e o mar já não existe. Vi também a cidade santa, a nova Jerusalém, que descia do céu, da parte de Deus, ataviada como noiva adornada para o seu esposo. Então, ouvi grande voz vinda do trono, dizendo: Eis o tabernáculo de Deus com os homens. Deus habitará com eles. Eles serão povos de Deus, e Deus mesmo estará com eles. E lhes enxugará dos olhos toda lágrima, e a morte já não existirá, já não haverá luto, nem pranto, nem dor, porque as primeiras coisas passaram. E aquele que está assentado no trono disse: Eis que faço novas todas as coisas. E acrescentou: Escreve, porque estas palavras são fiéis e verdadeiras." Apocalipse 21:1-5
"As nações andarão mediante a sua luz, e os reis da terra lhe trazem a sua glória. As suas portas nunca jamais se fecharão de dia, porque, nela, não haverá noite. E lhe trarão a glória e a honra das nações. Nela, nunca jamais penetrará coisa alguma contaminada, nem o que pratica abominação e mentira, mas somente os inscritos no Livro da Vida do Cordeiro." Apocalipse 21:24-27
Quando o Cristão adentra os céus?
Este trecho bíblico nos sugere, fortemente, que isto ocorre imediatamente após a morte física:
"Um dos malfeitores crucificados blasfemava contra ele, dizendo: Não és tu o Cristo? Salva-te a ti mesmo e a nós também. Respondendo-lhe, porém, o outro, repreendeu-o, dizendo: Nem ao menos temes a Deus, estando sob igual sentença? Nós, na verdade, com justiça, porque recebemos o castigo que os nossos atos merecem; mas este nenhum mal fez. E acrescentou: Jesus, lembra-te de mim quando vieres no teu reino. Jesus lhe respondeu: Em verdade te digo que hoje estarás comigo no paraíso." Lucas 23:39-43

Para onde vão os mortos? Onde estão os que já morreram? Parte 1: Sobre os Condenados

Há um trajeto que todos os homens percorrem após a morte. Seja em direção aos céus, a morada de Deus, seja em direção ao inferno, o destino dos condenados.
“Aos homens está ordenado morrerem uma só vez, vindo, depois disto, o juízo” 
Hebreus 9:27 
Dentre as perguntas que nos chegam através de e-mails de visitantes do INTELLECTUS, esta é, sem dúvida, uma das mais frequentes. E curiosamente, até mesmo cristãos nos têm dirigido esta pergunta.
Se este é um website cristão, evidentemente que nossa visão da existência é a que nos é dada por Deus, e esta visão tem de estar, infalivelmente, em conformidade com a Bíblia, pois o Autor da Bíblia é o mesmo que nos criou e em cujas mãos se encontra o destino eterno das almas dos homens, e isto está revelado nas Escrituras.
E são, precisamente, estas Escrituras, a Bíblia, que afirmam que há dois destinos eternos para as almas de todos os homens, e isto segundo o posicionamento que tiverem tido, nesta existência, diante do Evangelho de Jesus Cristo, segundo está escrito:
“Porque a ocasião de começar o juízo pela casa de Deus é chegada; ora, se primeiro vem por nós, qual será o fim daqueles que não obedecem ao evangelho de Deus?” 1 Pedro 4:17 

Primeiramente, segundo a Bíblia, o que NÃO sucede aos homens:

-Não reencarnam
-Não “desaparecem” e muito menos deixam de existir
-Não vão para o “purgatório”
-Não se unem a nenhuma suposta “consciência cósmica”
-Não se tornam “parte da natureza”
-Não se elevam a nenhum Nirvana
-Não se transformam em anjos
-Não se transformam em demônios
-Não ficam vagueando pela terra
-Não vão para o paraíso de Alá, segundo a doutrina islâmica

O Trajeto dos Mortos rumo ao Lago do Fogo

Iniciaremos falando dos homens e das mulheres que morrem condenados, perdidos, sem salvação. E isto lhes terá sucedido porque morreram sem perdão, independentemente de terem sido bons cidadãos cumpridores de seus deveres e bons pais de família, pois está escrito:
“Portanto, assim como por um só homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado, a morte, assim também a morte passou a todos os homens, porque todos pecaram.” Romanos 5:12 
“Não ensinará jamais cada um ao seu próximo, nem cada um ao seu irmão, dizendo: Conhece ao SENHOR, porque todos me conhecerão, desde o menor até ao maior deles, diz o SENHOR. Pois perdoarei as suas iniqüidades e dos seus pecados jamais me lembrarei.” Jeremias 31:34 
O que Deus está afirmando é que ninguém poderá subsistir sem o Seu perdão. Independentemente da conduta dos homens, foi para perdoar-lhes os pecados que Cristo morreu, e a rejeição deste perdão redunda, inexoravelmente, em condenação:
“Quem crer e for batizado será salvo; quem, porém, não crer será condenado.” Marcos 16:16 
“Por isso, eu vos disse que morrereis nos vossos pecados; porque, se não crerdes que EU SOU, morrereis nos vossos pecados.” João 8:24 
Segundo a Bíblia, todos os homens e todas as mulheres que morrem sem o perdão de Deus, são, imediatamente, lançados em um lugar provisório de castigo e de tormento, cujo nome é Sheol, ou Hades.
O Inferno, Sheol, Hades, Tártaro e Geena
Biblicamente, Hades se refere a um lugar de tormentos e é onde aguardam o juízo do último dia, o Dia do Juízo de Deus, todos os que lá se encontram. É o mesmo lugar que, em hebraico, no Antigo Testamento, se chama Sheol. A primeira referência a este lugar se encontra em Deuteronômio 32:22, onde se lê:
“Porque um fogo se acendeu no meu furor e arderá até ao mais profundo do inferno, consumirá a terra e suas messes e abrasará os fundamentos dos montes.”
A palavra hebraica traduzida para o português é Sheol, e significa: mundo inferior (dos mortos); sepultura; inferno; cova; lugar do qual não há retorno; sem louvor de Deus; lugar para onde os ímpios são enviados para castigo e lugar de exílio. É o mesmo lugar a que se refere o Senhor Jesus Cristo em Lucas 16:23,24, onde a palavra inferno está traduzida do grego Hades.
“No inferno, estando em tormentos, levantou os olhos e viu ao longe a Abraão e Lázaro no seu seio. Então, clamando, disse: Pai Abraão, tem misericórdia de mim! E manda a Lázaro que molhe em água a ponta do dedo e me refresque a língua, porque estou atormentado nesta chama.”
Ainda outra palavra grega é usada para se referir a esse lugar de castigo e de tormento, e podemos encontrá-la em  2 Pedro 2:4, onde a palavra inferno é a tradução do vocábulo grego: Tartaros, que significa o lugar mais profundo do Abismo.
“Ora, se Deus não poupou anjos quando pecaram, antes, precipitando-os no inferno, os entregou a abismos de trevas, reservando-os para juízo;”
O vocábulo grego Geena também foi traduzido para Inferno, como, por exemplo, em Marcos 9:43,44:
“E, se tua mão te faz tropeçar, corta-a; pois é melhor entrares maneta na vida do que, tendo as duas mãos, ires para o inferno, para o fogo inextinguível onde não lhes morre o verme, nem o fogo se apaga.”
Todos estes vocábulos nos mostram um lugar de tormento e de castigo. Todavia, tanto os vocábulos Tartaros, Hades como Sheol dão a entender um lugar transitório até que estejam todos os condenados definitivamente lançados no lugar que a Bíblia chama de Lago do Fogo, para dentro do qual todo o Hades será lançado, segundo vemos em Apocalipse 20:14:
“Então, a morte e o inferno (Hades) foram lançados para dentro do lago de fogo. Esta é a segunda morte, o lago de fogo.”
Contudo, a palavra Geena parece se referir ao Lago do Fogo, dando a entender o lugar definitivo do castigo eterno.
A Bíblia não parece nos oferecer nenhuma pista à respeito da localização desse lugar de tormento eterno, o Lago do Fogo, todavia, baseados em trechos bíblicos podemos afirmar que o Sheol ou Hades se localizam nas profundezas da terra, razão porque são lugares temporários, além do que, o destino eterno das almas dos homens só poderá ser pronunciado no Dia do Juízo, o último dia.
“Mesmo que consigam entrar pela terra adentro e chegar até o mundo dos mortos (Sheol), eu os tirarei dali; mesmo que subam até o céu, eu os farei descer de lá.” Amós 9:2
“Tu, Cafarnaum, elevar-te-ás, porventura, até ao céu? Descerás até ao inferno (Hades); porque, se em Sodoma se tivessem operado os milagres que em ti se fizeram, teria ela permanecido até ao dia de hoje.” Mateus 11:23 
O que podemos concluir é que existe um horrendo lugar de castigo e de tormento para os que morrem sem perdão. Podemos também afirmar que os que para lá vão estão em estado de consciência, como está demonstrado em Lucas 16:23: 
“No inferno (Hades), estando em tormentos, levantou os olhos e viu ao longe a Abraão e Lázaro no seu seio.”
Tanto o Hades, como o Sheol dão a entender um lugar transitório, cuja finalidade é aguardar, em tormentos, pelo Dia do Juízo, quando todo o Hades será lançado no Lago do Fogo, como já demonstrado acima:
“Quero, pois, lembrar-vos, embora já estejais cientes de tudo uma vez por todas, que o Senhor, tendo libertado um povo, tirando-o da terra do Egito, destruiu, depois, os que não creram; e a anjos, os que não guardaram o seu estado original, mas abandonaram o seu próprio domicílio, ele tem guardado sob trevas, em algemas eternas, para o juízo do grande DiaJudas 1:5,6
O Lago de Fogo e Enxofre será o destino eterno de todos os que morreram sem o perdão de seus pecados, e nesse lugar de tormentos serão lançados todos os condenados, anjos caídos e homens os quais não conheceram a Cristo. Este acontecimento, porém, se dará após a ressurreição dos mortos, a qual ocorrerá no último dia, o Dia do Senhor.
"Não vos maravilheis disto, porque vem a hora em que todos os que se acham nos túmulos ouvirão a sua voz e sairão: os que tiverem feito o bem, para a ressurreição da vida; e os que tiverem praticado o mal, para a ressurreição do juízo." João 5:28,29
Biblicamente, não há a menor sombra da idéia de que haja uma “segunda chance” para os que já se encontram condenados. E a absurda estorinha do Purgatório inventado pela Igreja Católica Apóstata Romana não encontra absolutamente nenhum respaldo nas Escrituras.

Para que e por que Orar?

“Ele, porém, se retirava para lugares solitários e orava.” Lucas 5:16 
 
Violência, mortes, corrupções, homicídios, torturas, roubos, enganos e mentiras é o que vemos à nossa volta, e piorando na medida em que o tempo passa.
Diante do tenebroso quadro em que o mundo inteiro está imerso, a quem recorrer? E quem nos poderá livrar do pior que ainda está por vir?
 
Quem possui o poder de interferir nos exércitos das nações, nas economias dos povos, em corações de presidentes e de chefes de estado? Quem pode acalmar a violência das ondas do mar e ainda secar rios e transformar desertos em mananciais de águas límpidas?
 
“Também a minha mão fundou a terra, e a minha destra estendeu os céus; quando eu os chamar, eles se apresentarão juntos.” Isaías 48:13
 
O mundo não somente não conhece a Deus, e tampouco o busca, por isso a desgraça se abate sobre tantos e a miséria cobre a vida de multidões de pessoas, como trapos sujos e imundos. Mas Deus nos deseja dar roupas novas, claras e alvas como a neve.
 
Todo ser humano possui uma percepção sobrenatural sobre a existência de Deus, porém saber de sua existência e buscar conhecê-lo e estar com ele são acontecimentos distintos.
Há pessoas perversas e más, cujos corações são perpetuamente endurecidos para o conhecimento de Deus, e a não ser que se arrependam, nos moldes do Evangelho do Senhor Jesus Cristo, jamais chegarão ao conhecimento de Deus, pois Deus só nos pode ser apresentado pelo Filho Jesus, como ele mesmo afirma:
 
“Tudo me foi entregue por meu Pai. Ninguém conhece o Filho, senão o Pai; e ninguém conhece o Pai, senão o Filho e aquele a quem o Filho o quiser revelar.” Mateus 11:27 
 
Muitas pessoas possuem uma idéia completamente errada a respeito do que seja a vida com Deus. Muitos pensam que se converter a Cristo e a Deus significará tão somente uma vida de “isso pode”, mas “aquilo não é permitido”. Que pobreza espiritual e que profundo e lamentável desconhecimento de Deus!
Há, evidentemente, uma condução de vida que nos é dada por Deus quando nos convertemos a Cristo, todavia, o que está em foco principal em toda a criação de Deus e no plano da salvação é o nosso relacionamento com Deus.
 
Quando cremos no Evangelho, passamos a ser filhos de Deus, como está escrito sobre aqueles que recebem o Senhor Jesus Cristo em suas vidas:
 
“Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, a saber, aos que crêem no seu nome; os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do homem, mas de Deus.” João 1:12, 13
 
Há ainda, aqueles que não se chegam a Deus por causa dos pecados. Mas se Deus é o único que pode nos perdoar os pecados, se não nos achegarmos a ele, agora e com os nossos pecados, quando então isto se dará?
É o próprio Senhor quem nos diz:
 
“Tendo Jesus ouvido isto, respondeu-lhes: Os sãos não precisam de médico, e sim os doentes; não vim chamar justos, e sim pecadores.” Marcos 2:17 
 
O Momento e o Significado da Oração
 
A oração a portas fechadas é o único momento em nossas vidas em que podemos estar a sós com Deus, desfrutando de uma comunhão e de uma intimidade com ele que só nos foi tornada possível pelo sacrifício de Cristo na cruz. Sem as obras do Senhor Jesus Cristo, ninguém poderia ter acesso a Deus. Mas hoje este caminho já está posto, aberto e pronto para receber todos quantos desejem entrar por ele, e o caminho é Cristo.
 
“Respondeu-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim.” João 14:6 
 
A oração nos purifica, pois ao entrarmos na presença de Deus em oração, sua presença santa nos consola, admoesta, instrui, alerta, nos concede sabedoria, ânimo, esperança e alegria. Sendo assim, nada, absolutamente nada, pode impedir que você se aproxime de Deus e desfrute de todos os bens espirituais, e também físicos, com os quais ele deseja lhe presentear. Mas é preciso orar, pedir, insistir com Deus, pois o exercício frequente da oração produz em nós um coração limpo e purificado, e assim nossas prioridades vão se voltando, passo a passo, para as coisas espirituais e para os assuntos do Reino de Deus.
 
Leia e atente bem nestas palavras do Senhor:
 
“Pedi, e dar-se-vos-á; buscai e achareis; batei, e abrir-se-vos-á. Pois todo o que pede recebe; o que busca encontra; e, a quem bate, abrir-se-lhe-á. Ou qual dentre vós é o homem que, se porventura o filho lhe pedir pão, lhe dará pedra? Ou, se lhe pedir um peixe, lhe dará uma cobra? Ora, se vós, que sois maus, sabeis dar boas dádivas aos vossos filhos, quanto mais vosso Pai, que está nos céus, dará boas coisas aos que lhe pedirem?” Mateus 7:7-11
 
Ora, se o próprio Senhor Jesus Cristo orava ao Pai a todo tempo, não haveríamos nós de orar também?
 
Embora pedidos e súplicas, além de solicitações e de intercessões façam parte das nossas orações, o principal motivo para orarmos e para estarmos a sós com Deus, na sua intimidade.
 
E é ele próprio quem diz:
 
“O que fez o ouvido, acaso, não ouvirá? E o que formou os olhos será que não enxerga?” Isaías 94:9

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O que é Fé? Por que sem Fé é Impossível agradar a Deus?

Antes de discorrermos biblicamente sobre o que significa a fé, partamos imediatamente para a definição bíblica sobre a fé:

“Ora, a fé é a certeza de coisas que se esperam, a convicção de fatos que se não vêem.” Hebreus 11:1

O versículo bíblico acima nos remete a duas coisas: CERTEZA e CONVICÇÃO. Mas certeza e convicção sobre o que, exatamente?
Em primeiro lugar, todas as promessas de Deus merecem absoluta credibilidade, certeza e confiança, e esta confiança no que Deus diz se chama fé. Por outro lado, ouvir alguma promessa de Deus e nela não crer significa incerteza e desconfiança. Logo, o oposto da fé é a falta de confiança no que Deus diz, e isto se chama incredulidade.

Imagine que você que lê este artigo possua plena convicção de sua própria honestidade, honra e capacidade de cumprir o que diz. Pois bem, munido (ou munida) desta sua certeza, você dá a sua palavra a alguém. E a pessoa que lhe ouve, sabedora da sua honradez, simplesmente lhe responda: Ah! Não sei não! Por que haveria eu de lhe dar crédito? Como você se sentiria? Seguramente triste e decepcionado (ou decepcionada).
Pior ainda seria se a pessoa que lhe ouve dissesse: Mentira! Não acredito no que você diz. Não dou crédito nenhum às suas palavras. Que reação você teria senão decepção e até mesmo ira?

Pois é assim que Deus se sente ao duvidarmos de suas palavras. E duvidar de Deus é o caminho mais rápido rumo à ruína pessoal, nesta vida e no porvir, pois na verdade, Deus é o único que merece total, incondicional e irrestrita confiança. E não nos esqueçamos que a incredulidade, além de ser pecado, é uma das formas de se desonrar a Deus.

Na antiguidade, ai daquele que diante de um rei dissesse algo como: O que é a tua palavra, ó rei? E este grande respeito e honra aos reis terrenos perduraram por séculos, e em vários casos perduram até hoje, embora a degenerescência e a degradação humana fizeram com que a palavra de reis (hoje presidentes, primeiros-ministros, etc.) perdesse sua histórica credibilidade (veja o exemplo trágico do Brasil). Todavia, Deus diz de si mesmo:

“Disse-me o SENHOR: Viste bem, porque eu velo sobre a minha palavra para a cumprir.” Jeremias 1:12

A santidade e o caráter de Deus são eternamente imutáveis, de sorte que não há motivo algum para que dele duvidemos, ou seja, para deixarmos de lhe dar crédito, honrando-o pela fé (a confiança e a convicção) nas suas palavras.

Quando Deus tirou o seu povo do Egito, livrando os judeus da opressão do Faraó do Egito, Deus prometeu que os conduziria a uma terra deleitosa, terra que manava leite e mel. Foi assim que falou o Senhor:

“Mas a vós outros vos tenho dito: em herança possuireis a sua terra, e eu vo-la darei para a possuirdes, terra que mana leite e mel. Eu sou o SENHOR, vosso Deus, que vos separei dos povos.” Levítico 20:24

E mesmo tendo ouvido a palavra de Deus e visto suas muitas maravilhas que ele realizou tirando o povo do Egito e o conduzindo à terra prometida, houve os que (impressionantemente) não deram crédito a Deus, murmuraram contra ele, duvidaram em seus corações e o desonraram, de certo modo chamando-o de mentiroso. E o que sucedeu àqueles que não creram?

“Enquanto se diz: Hoje, se ouvirdes a sua voz, não endureçais o vosso coração, como foi na provocação. Ora, quais os que, tendo ouvido, se rebelaram? Não foram, de fato, todos os que saíram do Egito por intermédio de Moisés? E contra quem se indignou por quarenta anos? Não foi contra os que pecaram, cujos cadáveres caíram no deserto? E contra quem jurou que não entrariam no seu descanso, senão contra os que foram desobedientes? Vemos, pois, que não puderam entrar por causa da incredulidade.” Hebreus 3:15-19

Ora, estas coisas sucederam ao povo da Antiga Aliança, o Antigo Testamento, e não apenas são literais como muito mais do que isso, pois são também alegorias reais que simbolizavam os nossos dias, onde o povo de Deus dos nossos dias, o povo do Novo Testamento, da Nova Aliança feita em Cristo, está sendo conduzido por Deus a uma nova terra prometida, só que desta vez celestial e eterna, logo muito mais grave é a incredulidade em nossos dias do que foi a incredulidade dos judeus da Antiga Aliança. Grave ainda pois as promessas do Evangelho do Senhor Jesus Cristo requerem de nós a confiança nas promessas de Deus feitas em Cristo, independentemente de obras da lei, pois os judeus do Antigo testamento estavam sujeitos a ordenanças as quais já foram todas cumpridas pelo Senhor Jesus em seu ministério terreno, tendo-nos sido tudo dado graciosamente sem que de nada precisemos a fim de alcançar estas grandes promessas, senão de fé. Veja que é o próprio Senhor quem isto nos diz:

“Dirigiram-se, pois, a ele, perguntando: Que faremos para realizar as obras de Deus? Respondeu-lhes Jesus: A obra de Deus é esta: que creiais naquele que por ele foi enviado.” João 6:28,29

A Fé não necessita de esforço intelectual algum!

Existem livros, estudos, trabalhos e tratados aos montes procurando tratar, intelectualmente, do assunto sobre o que seja a fé. E isto sem falar em diversas definições falsas e ridículas do que seja a fé. E justamente por não possuírem a fé genuína, a qual é um dom de Deus, é que tantos e tantos trabalhos escritos sobre a fé são totalmente inúteis, alguns deles completamente falsos e prejudiciais à alma. Como acabamos de dizer, a fé é um dom de Deus, é sobrenatural e não é alcançável senão por um coração sincero e humilde que se rende a Deus na pessoa do Filho, o Senhor Jesus, como escrito está:

“Buscar-me-eis e me achareis quando me buscardes de todo o vosso coração.” Jeremias 29:13

Desconfiança em Deus e incerteza, o oposto da fé: a incredulidade

Se somos cristãos e pedimos algo a Deus e não recebemos, são dois os principais motivos para isto.

1- A incerteza (dúvida) e a hesitação em nosso comportamento.

E Tiago explica isso de modo irretocável em sua Epístola:

“Se, porém, algum de vós necessita de sabedoria, peça-a a Deus, que a todos dá liberalmente e nada lhes impropera; e ser-lhe-á concedida. Peça-a, porém, com fé, em nada duvidando; pois o que duvida é semelhante à onda do mar, impelida e agitada pelo vento. Não suponha esse homem que alcançará do Senhor alguma coisa; homem de ânimo dobre, inconstante em todos os seus caminhos.” Tiago 1:5-8

A onda do mar cresce, se eleva, é agitada pelo vento e depois tomba, termina, acaba. Esta comparação bíblica entre a onda do mar e o ânimo inseguro se refere ao comportamento hesitante e incompatível com alguém que tenha a certeza de que obterá de Deus o que pediu. Pois de que me adianta pedir a Deus algo de que eu necessite e, concomitantemente, andar ansioso, apreensivo, inquieto e entristecido? Como diz o trecho bíblico acima: Não suponha esse homem que alcançará do Senhor alguma coisa. E isto porque:

“Sem fé é impossível agradar a Deus” Hebreus 11:6

2 - Quando Deus não é a prioridade em nossas vidas.

Se acreditarmos que podemos fazer de Deus alguma espécie de serviçal de nossos desejos e caprichos, um simples doador de bens materiais, um casamenteiro, um vingador de nossos inimigos ou ainda uma pessoa de importância secundária em nossas vidas, então podemos ser, e com toda a razão, chamados de estúpidos. Ora, se toda a criação existe por meio dele e para ele, e se dele depende o destino temporal e eterno de nossas almas, que poderíamos esperar de Deus olhando-o dessa forma infantil e inconsequente, colocando-o como uma pessoa secundária em nossa hierarquia de importâncias existenciais? E não são poucos os que assim procedem! Veja como o Senhor Jesus Cristo claramente reprova este tipo de atitude:

“Respondeu-lhes Jesus: Em verdade, em verdade vos digo: vós me procurais, não porque vistes sinais, mas porque comestes dos pães e vos fartastes.” João 6:26

Por outro lado, vejamos como o Senhor se agradou imensamente da fé - confiança e certeza nas palavras e no poder do Filho Deus - da mulher que expressou tamanha confiança em Deus:

“Partindo Jesus dali, retirou-se para os lados de Tiro e Sidom. E eis que uma mulher cananéia, que viera daquelas regiões, clamava: Senhor, Filho de Davi, tem compaixão de mim! Minha filha está horrivelmente endemoninhada. Ele, porém, não lhe respondeu palavra. E os seus discípulos, aproximando-se, rogaram-lhe: Despede-a, pois vem clamando atrás de nós. Mas Jesus respondeu: Não fui enviado senão às ovelhas perdidas da casa de Israel. Ela, porém, veio e o adorou, dizendo: Senhor, socorre-me! Então, ele, respondendo, disse: Não é bom tomar o pão dos filhos e lançá-lo aos cachorrinhos. Ela, contudo, replicou: Sim, Senhor, porém os cachorrinhos comem das migalhas que caem da mesa dos seus donos. Então, lhe disse Jesus: Ó mulher, grande é a tua fé! Faça-se contigo como queres. E, desde aquele momento, sua filha ficou sã.” Mateus 15:21-28

“Faça-se contigo como queres” é uma sentença tremenda da parte de Deus, pois pela fé se pode obter grandes coisas de Deus, a ponto de à mulher lhe ter sido dito: “Faça-se como queres.

E em outro tracho bíblico o Senhor condiciona o recebimento daquilo o que pedimos a Deus ao tamanho da nossa fé:

“Tendo ele entrado em casa, aproximaram-se os cegos, e Jesus lhes perguntou: Credes que eu posso fazer isso? Responderam-lhe: Sim, Senhor! Então, lhes tocou os olhos, dizendo: Faça-se-vos conforme a vossa fé. E abriram-se-lhes os olhos.” Mateus 9:28-30

O versículo bíblico a seguir nos mostra como ao associarmos a fé com a soberania e supremacia de Deus em nossas vidas podemos obter do Senhor até aquilo o que sequer pensávamos: os desejos mais íntimos e privados dos nossos corações:

“Agrada-te do SENHOR, e ele satisfará os desejos do teu coração.” Salmos 37:4

Agradar-se do SENHOR significa amá-lo!

Outro motivo óbvio porque não obtemos determinadas coisas de Deus é porque pedimos coisas absurdas, as quais sem mesmo sabermos poderão se transformar em prejuízos para nós mesmos.

Pedis e não recebeis, porque pedis mal, para esbanjardes em vossos prazeres. Infiéis, não compreendeis que a amizade do mundo é inimiga de Deus? Aquele, pois, que quiser ser amigo do mundo constitui-se inimigo de Deus.” Tiago 4:3,4

Conhecemos um fato recente de um jovem que frequentemente se embriagava, o qual insistentemente pedia ao seu pai que lhe desse um carro. Pela pressão o pai cedeu. Cerca de um mês após ter recebido o carro, o rapaz, embriagado, se espatifou contra um poste morrendo no local. Agiria Deus com tamanha falta de sabedoria para com qualquer um de seus filhos? Certamente que não.

Os Objetivos da Fé

Os objetivos deste dom divino, dado aos homens a fim de que possam receber comunhão com Deus através do Filho Jesus, são em última análise o da salvação de nossas almas e também com a finalidade de que trabalhemos pela causa de Cristo, e a causa de Cristo é a pregação do Evangelho e a edificação da Igreja, no sentido de colaborarmos uns com os outros, em amor, para a saúde dos membros do corpo de Cristo, os quais somos nós a Igreja.

“Nisso exultais, embora, no presente, por breve tempo, se necessário, sejais contristados por várias provações, para que, uma vez confirmado o valor da vossa fé, muito mais preciosa do que o ouro perecível, mesmo apurado por fogo, redunde em louvor, glória e honra na revelação de Jesus Cristo; a quem, não havendo visto, amais; no qual, não vendo agora, mas crendo, exultais com alegria indizível e cheia de glória, obtendo o fim da vossa fé: a salvação da vossa alma.” 1 Pedro 6-9
 
A fé em Jesus Cristo nos torna filhos de Deus, nos transforma em seus herdeiros celestiais, nos faz poderosos na guerra espiritual, nos dá acesso aos mistérios mais íntimos de Deus, nos guarda do mal, dissipa nossas dúvidas existenciais, dá sentido às nossas vidas, nos torna úteis nas mãos de Deus e faz dele nosso Senhor, Deus e Rei, hoje e pelos séculos dos séculos.
“Ora, a fé é a certeza de coisas que se esperam, a convicção de fatos que se não vêem. Pois, pela fé, os antigos obtiveram bom testemunho. Pela fé, entendemos que foi o universo formado pela palavra de Deus, de maneira que o visível veio a existir das coisas que não aparecem. Pela fé, Abel ofereceu a Deus mais excelente sacrifício do que Caim; pelo qual obteve testemunho de ser justo, tendo a aprovação de Deus quanto às suas ofertas. Por meio dela, também mesmo depois de morto, ainda fala. Pela fé, Enoque foi trasladado para não ver a morte; não foi achado, porque Deus o trasladara. Pois, antes da sua trasladação, obteve testemunho de haver agradado a Deus. De fato, sem fé é impossível agradar a Deus, porquanto é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe e que se torna galardoador dos que o buscam.” Hebreus 11:1-6

Brahman Não é Deus

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O Hinduísmo e a sua Completa Negação de Deus
“A ira de Deus se revela do céu contra toda impiedade e perversão dos homens que detêm a verdade pela injustiça; porquanto o que de Deus se pode conhecer é manifesto entre eles, porque Deus lhes manifestou. Porque os atributos invisíveis de Deus, assim o seu eterno poder, como também a sua própria divindade, claramente se reconhecem, desde o princípio do mundo, sendo percebidos por meio das coisas que foram criadas. Tais homens são, por isso, indesculpáveis; porquanto, tendo conhecimento de Deus, não o glorificaram como Deus, nem lhe deram graças; antes, se tornaram nulos em seus próprios raciocínios, obscurecendo-se-lhes o coração insensato. Inculcando-se por sábios, tornaram-se loucos e mudaram a glória do Deus incorruptível em semelhança da imagem de homem corruptível, bem como de aves, quadrúpedes e répteis.” Romanos 1:18-23
Senhor absoluto sobre a sua própria criação, Deus tem se manifestado aos homens de muitas formas. Deus tem dado testemunho de si mesmo ao longo de toda a história da humanidade, sendo o mais poderoso testemunho divino o que foi realizado através do Filho, o Senhor Jesus Cristo. Visando e trabalhando pela salvação dos homens, o Senhor Jesus Cristo é o único caminho para o Pai. O Criador se fez homem e veio salvar a sua própria criação. Este é o maior de todos os testemunhos do bondoso e generoso Deus. Onde está o Filho, aí está o Pai. Onde não está o Filho, tampouco está o Pai. E é este, precisamente, o caso do Hinduísmo. O Hinduísmo é uma das mais diabólicas religiões-filosofia que existem sobre a face  terra. A negação de Deus por parte do Hinduísmo é horrenda, escancarada e grotesca.
Neste estudo mostraremos que Deus NÃO está no Hinduísmo.

A Negação de Deus

Todo o corpo de fatos relacionados ao Hinduísmo, ie, o comportamento dos seus adeptos, seus escritos, suas tradições, seus rituais, suas festas, seus costumes, sua história, enfim, tudo o que diz respeito ao Hinduísmo mostra, de forma evidente, o conceito que o Hinduísmo tem a respeito de Deus. Tais conceitos podem ser amplamente visualizados pelos principais tratados do Hinduísmo: Os Vedas, Os Upanishads e o Bahagavad Gita.
O Riga-Veda, por exemplo, é repleto de alusões à adoração de numerosos deuses, um panteão politeísta com características muito próprias, e em cujo bojo nenhum deus desse politeísmo tem, sequer, qualquer característica de uma deidade. São, na realidade, figuras históricas e/ou lendárias, a grande maioria composta por guerreiros e senhores do passado, com as quais foram sendo associados “atributos divinos” ao longo do tempo e no transcorrer da difusão de lendas. NENHUM deus do Hinduísmo tem a prerrogativa de supremo.
Surge, então, através das sagas da era dos Vedas, o conceito de Brahman. Conceito este que NADA, absolutamente, tem a ver com Deus.
Podemos ver, em um texto védico, a Décima Mandala, do Riga-Veda, Sutra 29, uma inequívoca declaração do Hinduísmo que mostra que Deus não é sequer mencionado quando os Vedas procuram tratar do assunto da Criação:
“No começo no estado de efusão não havia nem matéria, nem não-matéria, não havia ser ou não ser. Naquele tempo não havia nem o céu nem o espaço nem nada além. Não havia vida nenhuma em nenhum lugar e nenhuma fonte de prazer. O que havia? E onde? Qual era o poder? Naquele tempo nem a solene água existia. Não havia nem morte nem imortalidade, nem noite nem qualquer noção do dia. Naquele tempo apenas um, ie, Brahma, existia imbuído com energia em sua natureza e nada mais existia. A escuridão estava escondida dentro da escuridão e a existência era desconhecida. Com o empenho de seus próprios tapas*, [energia de calor], do nada emergiu Brahma sem causa e sem ação externas. Isto causou a concepção de criação e os sábios compreenderam a causa da matéria na não matéria. Quem conhece toda a verdade e quem pode falar a respeito desta criação? Quais são os fatores causais dessa criação? Os deuses surgiram após a criação. Quem conhece aquele do qual este mundo foi criado? Não é conhecido como esta existência surgiu. Ele só conhece aquele que a desvendou. Ele o confirma ou não? Não é conhecido se o senhor lá em cima o sabe ou não.” Décima Mandala, do Riga-Veda, Sutra 29. * tapas (calor-energia).
Os entendidos nos Vedas sempre trataram Brahman como sendo a origem da criação e não como sendo o Criador consciente. Para o Hinduísmo Brahman nunca foi considerado um ser poderoso e consciente e que existia antes da existência do Universo. Os estudiosos hindus sempre consideraram Brahman como sendo “algo” a partir do que a existência teria "surgido". Brahman era “uma entidade” que possuía apenas a energia do calor, mas sem consciência ou desejos. A criação ocorreu de Brahman, mas não por Brahman.
Podemos ver que o Brahman do Hinduísmo nada mais é do que um conceito a partir do qual se procura elaborar um traçado de raciocínio religioso-filosófico a fim de procurar dar “uma explicação” para a Criação. Tal “explicação” porém, não perde a oportunidade de negar o verdadeiro Criador, Jeová Elohim, o Deus da Bíblia. Não é nada surpreendente que se encontre uma notável semelhança entre Brahman e a fantástica explosão da Teoria do Big Bang (ambos com suas energias e calor), pois ambos os conceitos têm a mesma origem: Satanás. Tal como no Big Bang, assim também no Hinduísmo, o nada “explodiu” dando origem ao universo. Para a ciência atéia, esse nada é chamado de Bang, para o Hinduísmo, de Brahman. Tanto em um como em outro, Deus não é mencionado.

As Características do Conceito Conhecido por Brahman

Ao longo do tempo o conceito de Brahman foi sendo elaborado, e no Atharva-Veda e no Vedanta (Upanishad) tal conceito é desenvolvido. As principais características de Brahman, descritas no Vedanta são:
-Brahman é nirguna, não possui qualidades.
-Brahman não é nem um ser vivente e nem um ser não vivente, ou é ambas as coisas (!).
-Brahman não tem formas.
-Brahman é material assim como não material
-Brahman não possui consciência
-Brahman não é uma pessoa
-Brahman não toma decisões
No Vedanta, o objetivo a ser atingido não é a adoração de Brahman, mas sim a compreensão de Brahman.
No Bahagavad Gita, Krishna repetidamente diz que quando o yogi compreende que toda esta existência é apenas uma manifestação variegada de Brahman, ele assume sambhava, e assim ele se integra a Brahman, ele atinge o estado de Brahma, um estado de infinita paz e felicidade. Assim sendo, Brahman não é uma deidade, não é um deus, não é sobrenatural. Brahman é um conceito a ser entendido, compreendido e sentido, não adorado.

Ainda no Bhagavad Gita, Krishna diz que Brahman não interfere nos assuntos humanos e não é afetado pelas ações humanas. Brahman não é nenhum juiz e não há conceito ou menção de um juízo final.

“Embora criador desta existência você deve me entender como aquele que não faz nada” Bhagavad Gita Cap. IV sur.13
“Todas as obras são atingidas pelas qualidades da natureza. Os ignorantes sentem que eles são os responsáveis por causa de seus egos” Bhagavad Gita Cap. III sur. 27
“Quando alguém não enxerga algum responsável mas apenas as qualidades da natureza desempenhando seus atos verdadeiramente alcança o meu ser” Bhagavad Gita Cap.XIV sur.19
Desta forma, o Hinduísmo assevera, em alta voz, que não há nenhum deus supremo que interfira nos assuntos dos homens, logo, no Hinduísmo não há nenhuma menção de Deus. Donde se conclui pelo entendimento, pela razão, pela percepção, pelo bom senso, e mesmo pela lógica, que Brahman não é Deus.
Concluindo, todo o conjunto de aspectos religiosos-filosóficos e humanistas do Hinduísmo procura lançar os homens em muitas e diversas direções para bem longe de Deus. Quando se trata do Hinduísmo-esotérico, este aponta para falsos deuses, para reencarnação, para karmas e para deidades fantásticas (Vishnu, Shiva, Kali, Ganesh, Parvati, etc...). Quando, porém, adentra no aspecto racional e humanista, o Hinduísmo traz à tona a diabólica filosofia-mãe que está por trás da Teoria da Evolução e do Big Bang: O conceito do Brahman energia-calor-inconsciente. Não há escapatória. O Hinduísmo é um dos muitos e variados caminhos que conduzem ao inferno.
“Respondeu-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim.” João 14:6

Yoga e Hinduísmo - O que se Esconde por Detrás da Yoga?

Somos informados por Deus, pelas Suas Escrituras, a Bíblia, de que há um feroz e implacável inimigo o qual milita, dia e noite, a fim de destruir as almas dos homens.

“Sede sóbrios e vigilantes. O diabo, vosso adversário, anda em derredor, como leão que ruge procurando alguém para devorar;” 1 Pedro 5:8

Entenda-se por destruir o levar o homem a morrer biológica e espiritualmente. Pela graça e pela misericórdia de Deus podemos ter acesso a toda a proteção e guarda de Deus, pela fé no Senhor Jesus Cristo. Contudo, para os que rejeitam esta grandiosa graça e proteção de Deus, a qual somente pode ser obtida por meio de Cristo, resta-lhes todo um manto de desgraças e de enganos, os quais levam o homem à destruição e à morte eterna.

A verdadeira sabedoria provém das palavras do próprio Deus, e sem a verdadeira sabedoria divina, a qual ensina o Senhor Jesus no Seu evangelho, não há como se estar livre dos engodos e das táticas letais do inimigo de Deus.

Não resta a menor dúvida de que Satanás seja o maior patrocinador das muitas mentiras do Hinduísmo, pois este sistema religioso é completamente antibíblico e anti-Deus.

A súmula da doutrina do Hinduísmo ensina que o homem é um deus (átman) e que deve agir de modo a se unir com o que chamam de “ser divino universal” (Brahman). Esta união fantástica, segundo o Hinduísmo, tem, obrigatoriamente, de passar pelos processos de transmigração da alma (reencarnação) e pela “conscientização” de que o homem é “um deus”. E é aqui, precisamente, que entra em cena todo um corpo de doutrinas e de práticas satânicas as quais, na verdade, afastam os homens do Único Deus verdadeiro, o Criador, e aproximam o homem da implacável fera que os deseja possuir e destruir, o diabo. E dentre estas práticas figura com relevado destaque a Yoga.

A argumentação de que o Hinduísmo, com seus ensinos e práticas, é uma religião milenar não valida em nada e em coisa alguma as suas doutrinas, pois o próprio diabo já existia antes da criação do homem, e Satanás não possui nada de bom, e toda a perversidade e maldade se originaram nesse anjo imundo, o qual está, irremediavelmente, condenado por Deus.

Yoga provém do arcaico idioma hindu conhecido por Sânscrito e significa “união”. E esta tal “união” quer dizer, segundo o Hinduísmo, a união do suposto “homem-deus” e o imaginário Brahman ou “consciência cósmica” ou ainda “consciência universal”, uma “coisa” sem consciência e sem desejo próprio, aliás, completamente impessoal, a quem julgam os hinduístas se tratar de Deus. O que, porém, não é verdade, pois Brahma não é Deus, o Criador.

Asana Yoga, Raja Yoga, Bhakti Yoga, Karma Yoga, Jñana Yoga, Laya Yoga, Mantra Yoga e Tantra Yoga remetem à mesma noção de prática religiosa-filosófica. Dentre estas as principais são: Laya Yoga, Bhakti Yoga, Karma Yoga e Raja Yoga.

Dizem os hinduístas que os praticantes da Yoga, os yoguím, estariam oferecendo práticas de devoção a Deus, contudo, Deus, o Criador, é completamente rejeitado pela essência doutrinária do Hinduísmo.

Em que pese toda a fama que ainda rodeia a figura do falecido político yoguím Mahatma Gandhi, este foi um conhecido promotor da Yoga, mais especificamente do Karma Yoga. E assim como Gandhi, outros gurus yoguim também cooperaram para a desgraça espiritual da Índia, dentre os quais podemos citar: Swami Vivekananda, Paramahansa Yogananda e Swami Sivananda, conhecidos como rája yôguins.

Há Hindus que afirmam ser a Yoga uma prática de origem “divina” o que a distancia ainda mais da autêntica espiritualidade, pois em lugar nenhum das Escrituras Divinas, a Bíblia, vemos qualquer sombra de referência a práticas da natureza da Yoga Hindu. Sem falar na explícita arrogância da doutrina hinduísta que, muito longe e distante da humildade diante do Criador, ensinada pelo Senhor Jesus Cristo, propaga a falsa idéia de que o “homem é Deus”.

O Objetivo de Satanás no Ensino da Yoga

Como já foi explanado anteriormente, o que está por trás da Yoga é a busca pela união do Átman com Brahman, ou seja, a união do homem (que para o Hinduísmo é um “deus” que simplesmente não sabe que o é) e a tal “consciência universal”, ensino este replicado pelo Movimento Nova Era e bastante desenvolvido pela Teosofia da bruxa satanista Helena Petrovna Blavatsky. Esta busca da tal “união” objetiva o que chamam de Samadhi, ou “Superconsciência”. Segundo esses ensinos o homem se transformaria em um “super homem” ou “homem cósmico” Os processos pelos quais um yoguim se aproxima do Samadhi são, em última análise, o grande objetivo final do diabo a fim de que alguém seja possuído por seus companheiros de rebelião, a saber, os demônios.

Os hinduístas consideram que o Samadhi seja um processo de expansão da consciência, porém, o que na realidade acontece é o escurecimento progressivo da consciência, e isto em razão da atuação dos demônios sobre os yoguím, atuação esta tanto mais intensa na medida do aprofundamento do yoguim nas práticas da Yoga. O que ocorre, na realidade, é a sujeição da mente aos truques e táticas diabólicas encontrados na Yoga (e a maioria dos praticantes da Yoga ignora, completamente, em que estão se envolvendo). Enquanto na Umbanda e no Candomblé, por exemplo, a invocação de demônios é explícita, no Hinduísmo, com suas múltiplas variantes, essa atividade é mais mascarada.E aos mais intelectualizados lhes parece algo aceitável que “exercícios e meditação” sejam praticados com a suposta finalidade de tornar o homem mais “sábio”. Contudo, em relação aos processos das técnicas da Yoga, trata-se de um escancarar de portas para a possessão demoníaca que leva o yoguim a ser um instrumento manipulado pelos demônios, passando a ser conduzido pela vontade desses seres, pois, pela Yoga se tornam abertos à vontade alheia, mas precisamente à vontade de Satanás. Esta abertura à influência satânica é, normalmente, progressiva e inclui a leitura de literatura Ocultista Oriental (Esotérica), Músicas New Age, decoração da casa com figuras de Duendes e Bruxas, consultas a astrólogos, freqüência a palestras sobre Esoterismo e “Sabedoria Indiana”, Eubiose, Channeling, Mediunidade, Bioenergia, Energia Consciencial, Kundalini, Energia Cósmica, Medicina Magnética , Chacras, Holochacra, Clarividência, dentre outras similares.

Enfim, todo um processo de infiltração sutil e rasteira de que se utilizam os poderes das trevas a fim de, sorrateiramente, acorrentar os homens ao diabo.

O interesse do diabo em difundir os princípios da Yoga é tamanho que o inimigo de Deus propala esse sistema de práticas pró-possessão demoníaca com bastante intensidade. A prática da atividade de abertura à influência satânica ganhou muitas variantes no Ocidente, sendo seu atual maior propagador o Movimento Nova Era (New Age Movement), o mais amplo movimento satanista de que se tem notícia.

“E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.” João 8:32

“Respondeu-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim.” João 14:6

Deixar Deus fora de seus Planos, o Método mais eficaz rumo à Ruína completa.

“Criou, pois, Deus o homem à sua imagem; à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou.” Gênesis 1:27 
Desde logo bem cedo, desde a infância, a maioria de nós é cercada pela idéia e pelo conceito de sucesso. Todavia, isso a que costumam chamar de sucesso é apenas e simplesmente algum acúmulo de bens materiais, de status social ou do atingimento de alguma meta temporal e efêmera a qual tem seu fim com a morte do “bem-sucedido”.
É uma ideologia-filosofia que marca a trajetória da maioria dos seres humanos. Até aqui, nada de espetacular. Porém, o que sucede é que os homens, apoiando-se em outros seres humanos, labutam em vão, e não o percebem até que suas trajetórias terminem abruptamente, seja pelo fracasso, seja pela morte biológica.
Não infrequentemente, o que move o coração de muitos não são nem nobres objetivos e muito menos qualquer legítima preocupação com seus semelhantes, antes o que move o coração da maioria é a cobiça e a ambição. Interessante ainda é que por vezes a camuflagem dos reais intentos do coração dos homens chega a ser tão bem elaborada e sofisticada que conseguem enganar a si próprios, enxergando-se honestos e autênticos para consigo próprios enquanto, no fundo, alimentam ferozes apetites egoístas e arrogantes. Começam mal suas trajetórias, e isto porque a iniciam sem Deus.
A medida do mundo para o sucesso é o poder, e este poder a fim de exercer domínio, e este domínio a fim de obter ganhos, ganhos esses sempre relacionados às concupiscências da velha natureza, em outras palavras, desejam dominar a fim de obter glória e prazer. Também assim o fazem buscando segurança, a qual não passa de ilusão, pois está escrito:
“Se o Senhor não edificar a casa, em vão trabalham os que a edificam; se o Senhor não guardar a cidade, em vão vigia a sentinela.” Salmos 127:1

“Os bens do rico são a sua cidade forte, e como um muro alto na sua imaginação.” Provérbios 18:11
Sabedores de que não podem receber o apoio do Senhor Deus a fim de que obtenham seus ganhos ilícitos através da fraude, por isso os homens buscam excluí-lo de seus planos, de suas ideações e de seus estratagemas. Cercam-se de homens levianos e a uma maquinam o mal visando garantir o seu quinhão. É exatamente isto o que sucede, por exemplo, no território putrefato e escorregadio da política, onde se vê, de modo mais do que nítido, que inexiste qualquer preocupação em honrar a Deus pela prática da justiça, antes o que fazem é desprezá-lo, acumulando ira para o Grande Dia.
Para muitos deles já é tarde demais, pois já têm a consciência cauterizada e mesmo com a morte frente a frente devido ao avançado de suas idades, prosseguem na desobediência, odiando o próximo, desprezando toda advertência do alto e desejando fazer a vontade do diabo. Alguns deles obtiveram muitos ganhos, segundo os parâmetros deste mundo a quem o próprio Deus amaldiçoou quando da desobediência de Adão, ganhos que lhes serão a única recompensa que jamais terão obtido, e isto apenas para esta vida. Porém, sua glória não os acompanhará.
“O pensamento íntimo deles é que as suas casas são perpétuas e as suas habitações de geração em geração; dão às suas terras os seus próprios nomes. Mas o homem, embora esteja em honra, não permanece; antes é como os animais que perecem. Este é o destino dos que confiam em si mesmos; o fim dos que se satisfazem com as suas próprias palavras. Como ovelhas são arrebanhados ao Seol; a morte os pastoreia; ao romper do dia os retos terão domínio sobre eles; e a sua formosura se consumirá no Seol, que lhes será por habitação.” Salmos 49:11-14
* A palavra Seol vem do hebraico Shehole, e significa: morte, sepultura ou inferno.
Também muitos deles, ao longo de suas trajetórias infames, buscam alguma forma de alívio temporário para o terrível peso que lhes pressiona a consciência, embora não a ouçam, e por isso cercam-se de sacerdotes do engano, os quais com palavras fictícias, recheadas de fábulas e de mentiras, lhes proporcionam o temporário alívio almejado. Aliás, mestra das mestras nesta categoria de embuste espiritual figura com grande destaque a Igreja Católica Romana, a qual não somente distribui consolos vazios, mas tornou-se ela a grande confortadora de todo o mundo ocidental depravado, afirmando a todo tipo de facínora que tudo lhes irá bem, enquanto permanecem tanto ela como seus clientes debaixo da ira de Deus.
“Então disse eu: Ah! Senhor Deus, eis que os profetas lhes dizem: Não vereis espada, e não tereis fome; antes vos darei paz verdadeira neste lugar. E disse-me o Senhor: Os profetas profetizam mentiras em meu nome; não os enviei, nem lhes dei ordem, nem lhes falei. Visão falsa, adivinhação, vaidade e o engano do seu coração é o que eles vos profetizam.” Jeremias 14:13-14
Ditadores facínoras como Franco da Espanha, Salazar de Portugal, Fidel Castro de Cuba, Mussolini da Itália, apenas para citar alguns mais famosos, foram todos apoiados e bem suportados pela Igreja dos falsos apóstolos de Cristo, os Papas. Mafiosos e homicidas, sequestradores e pilantras de toda espécie são por ela “absolvidos” de seus muitos pecados, como se possuísse ela alguma autoridade para perdoar pecados. O que ouvem eles não passa de ilusão.
Traindo a Cristo, tornou-se ela amante do mundo e por isso o mundo a ama e a ouve. Seus sacerdotes, espiritualmente mortos, não somente não se chegam eles próprios a Deus, mas tornam-se eles mesmos em obstáculos humanos a quem deseje entrar no reino de Deus, tal como sucedia com os mais importantes religiosos do período em que o Senhor Jesus Cristo esteve entre nós em carne.
“Mas ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! porque fechais aos homens o reino dos céus; pois nem vós entrais, nem aos que entrariam permitis entrar.” Mateus 23:13
Basta que se percorra um curtíssimo trajeto dentro do território brasileiro para que se possa observar como a Apóstata de Roma manipula as enormes massas de pobres e de ignorantes incitando-as a participar de toda sorte de esquemas políticos visando o mútuo benefício, a saber, o benefício de seus clientes políticos e dela própria, da Meretriz. Evidentemente que essa gente não pode se chegar para a Luz, pois está escrito:
“E o julgamento é este: A luz veio ao mundo, e os homens amaram antes as trevas que a luz, porque as suas obras eram más. Porque todo aquele que faz o mal aborrece a luz, e não vem para a luz, para que as suas obras não sejam reprovadas. Mas quem pratica a verdade vem para a luz, a fim de que seja manifesto que as suas obras são feitas em Deus.” João 3:19-21
São esses os que não desejam que Deus participe de suas vidas. Tanto os ricos como também os pobres, pois também recebem estes últimos o seu quinhão nessa assombrosa feira de favores e de subornos por eles próprios festejada em suas celebrações repletas de oportunismo e de hipocrisia. O destino dessa gente é a ruína eterna.
Se este não for o seu caso
Por outro lado, e graças a Deus, há os que de coração sincero se submetem a Cristo e bem compreendem o versículo que citamos no início deste artigo, ou seja, o homem é criado por Deus, é dependente de Deus e a Deus tem de prestar contas. Sendo assim, por que não convidar a Deus para ser nosso parceiro em tudo o que fizermos? Por que não consultá-lo ao invés de nos afligirmos com as inúmeras limitações humanas a que estamos sujeitos? Porventura não conhece o Senhor não somente o princípio mas também o fim de todas as coisas? Não é ele quem possui toda a autoridade sobre os céus e sobre a terra? Não é ele o dono do ouro e da prata? Não está em sua mão o dar vida e o fazer perecer?
“Entrega ao Senhor as tuas obras, e teus desígnios serão estabelecidos.” Provérbios16:3
Incluir o Senhor em nossos planos, propósitos e objetivos, desde que não sejam ilícitos aos seus olhos, é a atitude mais sábia que podemos tomar.
Ao convidarmos a Deus para que ocupe o primeiro lugar em nossas vidas é não apenas uma atitude que o agrada e que o honra, bem como é também uma atitude que só nos poderá trazer benefícios, agora e no mundo vindouro, pois as verdadeiras riquezas e as maiores alegrias estão reservadas nos céus justamente para aqueles que o amam, como escrito está: 
“Mas, como está escrito: As coisas que olhos não viram, nem ouvidos ouviram, nem penetraram o coração do homem, são as que Deus preparou para os que o amam.” 1 Coríntios 2:9
Esta existência não é um fim em si mesmo, nem tampouco é ela alguma passagem, como se o homem estivesse vindo de algum lugar, antes, ela é o momento que antecede a eternidade. Nesta existência fomos criados a fim de existir na eternidade. Porém, a existência na eternidade só poderá ser em vida se aqui andarmos na vida que é Cristo. A existência na eternidade para os que desprezam a vida, que é Cristo, também será sem vida no porvir. E a existência sem vida no porvir não significa outra coisa senão a segunda morte.
“Mas, quanto aos medrosos, e aos incrédulos, e aos abomináveis, e aos homicidas, e aos adúlteros, e aos feiticeiros, e aos idólatras, e a todos os mentirosos, a sua parte será no lago ardente de fogo e enxofre, que é a segunda morte.” Apocalipse 21:8
Ainda que terríveis sejam as ameaças de Deus por causa dos que, associando-se ao diabo, praticam o mal, muito mais gloriosas são as suas promessas e garantias de paz eterna aos que buscam o bem e a justiça. O fato é que a necessidade de sujeição ao Criador é inerente à própria existência do ser humano, pois este é criatura, não se originou a si próprio e nem habita ou se move naquilo o que é seu. Os céus e a terra pertencem a Deus, assim como também lhe pertencem as almas dos homens.
O juízo de Deus é inevitável, porém o seu perdão é o que ele mais deseja conceder, pois Deus não tem prazer na destruição de ninguém.

“Tenho eu algum prazer na morte do ímpio? diz o Senhor Deus. Não desejo antes que se converta dos seus caminhos, e viva?”
Ezequiel 18:23

“Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa, e com ele cearei, e ele comigo.”
Senhor Jesus Cristo, Apocalipse 3:20