quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

ALERTA TOTAL - Filho de Teori relatou ameaças: 'Se algo acontecer à minha família, sabem onde procurar

Filho do ministro do STF Teori Zavascki, Francisco Zavascki postou, em maio de 2016, sobre supostas ameaças que seu pai e sua família estariam sofrenFilho do ministro do STF Teori Zavascki, Francisco Zavascki postou, em maio de 2016, sobre supostas ameaças que seu pai e sua família estariam sofrendo. Teori é relator da Operação Lava Jato no Supremo e estava a bordo do avião de pequeno porte que caiu em Paraty nesta quinta-feira.
"É óbvio que há movimentos dos mais variados tipos para frear a Lava Jato. Penso que é até infantil que não há, isto é, que criminosos do pior tipo (conforme MPF afirma) simplesmente resolveram se submeter à lei! Acredito que a Lei e as instituições vão vencer. Porém, alerto: se algo acontecer com alguém da minha família, vocês já sabem onde procurar...! Fica o recado!", escreveu Francisco em seu Facebook.


À época, Teori chegou a comentar com alguns veículos sobre a postagem do filho e confirmou a existência de ameaças. "Não tenho recebido nada sério", disse o ministro à "EBC". Ao EXTRA, Francisco confirmou, nesta quinta-feira, a autoria de sua postagem feita há quase oito meses. "Ainda está no ar", declarou o filho do ministro do STF.
Antes, Francisco já confirmara que o pai estava no avião que caiu em Paraty, na Costa Verde do Rio, na tarde desta quinta-feira. Ele contou que a família ainda não tem maiores informações e que “espera por um milagre”.
- Estamos reunidos na casa da minha irmã, em Porto Alegre, esperando notícias. Meu pai estava de férias passeando, mas não sei quem estava com ele. Estamos esperando um milagre - disse Francisco.


Segundo o Corpo de Bombeiros, o avião PR-SOM, modelo Hawker Beechcraft King Air C90 decolou por volta das 13h do Campo de Marte, em São Paulo. Segundo a Infraero, a aeronave tem capacidade para oito pessoas. De acordo com a FAB (Força Aérea Brasileira), quatro pessoas estavam a bordo.
Procurado pelo EXTRA, o Hotel Emiliano, proprietário do avião, afirmou que não tem informações sobre o acidente ou a lista de passageiros. No Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (CENIPA), o expediente já havia sido encerrado e ninguém foi encontrado para falar sobre o acidente. A Infraero informou que as informações seriam passadas somente pelo Hotel Emiliano.
Em nota, o Comando do 1º Distrito Naval da Marinha informa que recebeu a informação da queda do avião às 13h45 desta quinta-feira e que a Agência da Capitania dos Portos em Paraty (AgParaty) enviou ao local do acidente uma equipe para prestar apoio na busca aos tripulantes da aeronave. Ainda de acordo com a Marinha, 50 militares e três embarcações estão envolvidos nas buscas, além da equipe do Corpo de Bombeiros do Estado do Rio de Janeiro e de barcos pesqueiros.

Teori Zavascki, ministro do STF, estava a bordo de avião que caiu em Paraty, no RJ
Teori Zavascki, ministro do STF, estava a bordo de avião que caiu em Paraty, no RJ Foto: André Coelho/Agência O Globo



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Sobrevivente do voo da Chape diz que o piloto é o responsável pelo acidente


Em entrevista ao jornal El Deber, o mecânico Erwin Tumiri, um dos seis sobrevivente do voo que levava a delegação da Chapecoense, disse que o piloto Miguel Quiroga foi o responsável pelo acidente que matou 71 pessoas. A declaração foi dada, na última terça-feira, ao Ministério Público boliviano, que segue investigando a tragédia.
"Eu disse que (o acidente) foi por falta de combustível. Neste caso o capitão é o que se encarrega disso (decisões)", disse o sobrevivente do voo da Lamia.
Segundo o comissário, ele somente cumpriu as ordens que foram delegadas pelo despachante Alex Quispe e o engenheiro Ángel Lugo na hora em que foi encher o tanque de combustível da aeronave. Ainda de acordo com Tumiri, o responsável por fazer o cálculo se o avião teria ou não combustível suficiente para chegar ao destino final, Medellín, não era ele.
"O capitão e o comandante eram os responsáveis (de verificar o combustível), e o despachante e o engenheiro os que faziam os cálculos", explicou.

Cristão preso por ler a Bíblia em público nos EUA é liberto


Ler a Bíblia em voz alta em um espaço público, na frente das pessoas, não é um crime. Isso foi deixado claro por um tribunal federal dos Estados Unidos, que decidiu a favor de um cristão que foi preso por ler a Bíblia na frente de um escritório do governo na Califórnia. As informações são da CBN News.
Mark Mackey foi preso em fevereiro de 2011 por Darren Meyer, um oficial da patrulha da estrada na Califórnia (EUA), enquanto ele estava lendo a Bíblia em voz alta, na frente de um grupo de pessoas fora do Departamento de Veículos Motorizados da Califórnia.
O 9° Circuito Tribunal de Apelações derrubou uma decisão do tribunal inferior que havia concedido julgamento sumário em favor do oficial Meyer, de acordo com o site Christian News.
Brett Coronado, pastor assistente na cidade de Hemet, disse que a atividade de Mackey fazia parte do ministério de evangelismo de sua igreja, que inclui a leitura da Bíblia em público e a distribuição de trechos do Evangelho às pessoas que passam na rua.
Discordância
Em sua decisão, o Tribunal de Apelações do 9º Circuito não concordou com o relato do oficial sobre o incidente, observando que a "versão dos eventos de Meyer é completamente desmentida por imagens de vídeo e áudio que não revelam qualquer confronto e simplesmente mostra Mackey lendo a Bíblia em voz alta, distante das pessoas que estão em pé numa fila".
Mackey saudou a decisão do tribunal, dizendo: "A justiça ainda prevalece, estou animado que nosso país esteja indo na direção certa".
Seu advogado, Robert Tyler, disse que a decisão "renova minha esperança no sistema de justiça". "Um homem inocente que exerce sua liberdade religiosa e liberdade de expressão foi processado criminalmente com base em declarações errôneas apresentadas por um relatório policial falso e enganador", disse o advogado.
O oficial testemunhou que prendeu Mackey para obstruir e intimidar um "público cativo" dos povos que esperam para negociar o negócio com o Departamento de Veículos Motorizados. O oficial afirmou que Mackey estava "gritando com as pessoas esperando na fila" e que havia um "evidente confronto verbal entre o grupo de homens e as pessoas em pé na fila".
Após sua prisão, Mackey foi processado criminalmente no tribunal estadual da Califórnia. Ele então entrou com um processo contra o oficial Meyer, alegando prisão ilegal em violação da 4ª Emenda, bem como prisão falsa sob a lei estadual.

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