quarta-feira, 5 de agosto de 2015

Ao visitar filho preso, carro de evangélica pega fogo e bíblia fica intacta


Ao visitar filho preso, carro de evangélica pega fogo e bíblia fica intacta
Um carro que ia em direção a Vila Velha, capital do Espírito Santo, pegou fogo com quatro pessoas dentro, na tarde deste sábado (1). Todos os ocupantes do Corsa conseguiram sair antes do fogo se espalhar.
O carro ficou quase totalmente destruído — menos a Bíblia que estava em cima da tampa no porta-malas do carro. O livro sagrado não sofreu nenhum dano, chamando a atenção da proprietária do carro e das testemunhas do incidente.
Ednalva Gonçalves, a dona do carro, e outras três mulheres voltavam do Presídio de Xuri, onde foram visitar parentes presos. Segundo ela, a Bíblia foi comprada com muito custo para presentear o filho, detento em Xuri, que se converteu na cadeia.
"Meu filho aceitou Jesus tem pouco tempo, esse incêndio foi um sinal de que o inimigo está atentando a minha família porque o diabo não quer vê-lo recuperado", disse Ednalva, ainda em desespero por tudo que aconteceu.
Ednalva não conseguiu entregar a Bíblia neste sábado e vai levar para o filho na próxima quarta-feira (5). "Parcelei a compra da Bíblia em várias vezes porque não tinha condições, mas comprei porque sei que ela é um presente de Deus", explicou.
Ainda não se sabe o que teria causado o incêndio no carro. De acordo com a proprietária do veículo, o carro começou a dar sinais de desgaste assim que elas deixaram o presídio. "O carro estava andando muito lento. E do nada, ouvi um barulho alto, mas achei que era pneu. Quando vi, o veículo estava pegando fogo embaixo e também em cima", lembra Ednalva.

Jovens cristãos são presos por evangelizar no Egito


Jovens cristãos são presos por evangelizar no Egito
Segundo informações locais, no dia 20 de julho, três jovens cristãos egípcios, que estavam realizando um trabalho evangelístico, foram presos em Alexandria, supostamente por demonstrarem desprezo ao islã. Um deles estava distribuindo folhetos durante o Ramadã. Os jovens foram libertados sob fiança, cada um pagando 10 mil libras egípcias (cerca de 1.275 dólares), e aguardam uma investigação mais aprofundada.
Dennis, analista da Portas Abertas, comenta: "Pode não ter sido sábia a atitude de evangelizar abertamente durante o Ramadã, uma vez que isto pode ser facilmente interpretado pelos muçulmanos como uma provocação. Mas vamos levar em conta também que estes jovens estavam usando seu direito constitucional de liberdade religiosa”.
O analista acredita que o incidente só reforça a realidade de que a liberdade religiosa não pode ser exercida na prática. “O sistema jurídico egípcio é tendencioso contra os não-muçulmanos. Algumas semanas atrás, houve uma acusação contra um muçulmano, de ter matado um cristão. Foi estranho constatar que as acusações foram retiradas, declarando ‘convenientemente’ que o o suspeito era um insano”, finaliza.

Estudantes cristãs são presas e açoitadas no Sudão


Estudantes cristãs são presas e açoitadas no Sudão
Segundo o jornal britânico The Guardian, 12 estudantes foram presas em frente a uma igreja, após participarem de um culto. Os policiais da moralidade islâmica prenderam as estudantes, que eram da região dos Montes Nuba, sob o pretexto de colocar em prática o código de vestuário, de acordo com a lei Sharia.
Com idade entre 17 e 23 anos, as estudantes usavam calças e saias. Segundo os relatórios, os oficiais zombaram delas. De acordo com ativistas do Sudão, cerca de 40 a 50 mil mulheres são presas e açoitadas, todos os anos. A Anistia Internacional vem ganhando apoio para salvar estas mulheres e para que não sofram as 40 chicotadas determinadas pela lei islâmica.
Ashagrie, analista da Portas Abertas, diz: "Primeiro de tudo, esta é apenas a ponta do iceberg. Os cristãos no Sudão, especialmente as mulheres, enfrentam a discriminação e o preconceito coletivo. Os cristãos são considerados cidadãos de segunda classe. O governo limita estritamente a sua liberdade de religião, de expressão e de reunião, por todos os meios e métodos. Em segundo lugar, isso mostra que o governo do Sudão está implementando uma política rígida. Em 2010, o presidente al Bashir disse que a sharia e o islão seriam suas principais fontes para a Constituição do país”.
O analista acredita que o governo do Sudão não vai mudar de comportamento, apesar da pressão internacional. “Sabemos disso porque vimos quando um oficial das Nações Unidas, um jornalista e 13 mulheres cristãs foram presos e ameaçados de serem amarrados, simplesmente por estarem vestidos ‘indecentemente em público’, conforme os padrões deles”, conclui.

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