quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

CRISTÃOS VERDADEIROS - CRISTÃOS IRANIANOS SÃO PRESOS ACUSADOS DE PREGAREM O EVANGELHO DE JESUS .

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Quatro cristãos iranianos foram presos e condenados. O motivo da condenação foi porque eles estavam evangelizando alguns amigos e propagando o evangelho, dentro de um sistema que proíbe outra religião que não seja o islã. Os quatro foram convocados recentemente para comparecer à Corte de Ahvaz, que fica na maior cidade de Khuzistão, no Irã. No local, haverá um novo julgamento.

Os quatro amigos, Amin, Hossein, Mohammed e Rahman estavam entre oito pessoas que participavam de um piquenique, em Shush. O evento aconteceu no dia 5 de março de 2014, quando todos foram levados à força por policiais. Eles tiveram seus olhos vendados e foram interrogados durante várias horas, por agentes da segurança e inteligência, que estavam armados.

"Alguns foram liberados logo após o interrogatório, incluindo Mohammed, que foi detido novamente no dia 7 de abril, juntando-se aos outros três. A acusação para que houvesse o cárcere foi ação contra a segurança nacional. Hossein e Rahman foram libertados sob fiança, em dezembro, enquanto Amin ficou preso até o dia 3 de janeiro", relata um dos analistas de perseguição.

Hoje os quatro amigos estão livres, mas eles ainda são vigiados pela polícia e o novo julgamento vai decidir o destino deles. "De acordo com o relatório do Ministério Iraniano da Inteligência e Segurança (Vevak), que fica em Ahvaz, eles realizaram reuniões ilegais em igrejas domésticas, em várias cidades, na tentativa de difundir o cristianismo e converter muçulmanos.

De acordo com o analista, a condenação é de um ano de prisão, incluindo o número de dias em que foram mantidos em custódia, por difundir o cristianismo no Irã. O Ministério Portas abertas classifica o ocorrido como “ousadia dos cristãos iranianos”, segundo publicação no site. “Quanto mais são perseguidos, mais o número de convertidos aumenta. No ano passado, muitos testemunhos mostraram o agir de Deus no Irã”. O site pede que os quatro amigos sejam lembrados pelas orações dos leitores.

Cazaquistão
Segundo relatórios do ministério Portas Abertas, o canal de TV estatal do Cazaquistão anunciou que as igrejas evangélicas que estão instaladas no país e que foram por missionários ocidentais "não passam de uma seita". O apresentador havia repetido isso várias vezes, e por ele ter grande audiência televisiva, causou um desconforto ainda maior para os cristãos, que agora são mais observados do que antes e de forma negativa.

De acordo com o site do ministério, o Cazaquistão ocupa o 42º lugar na classificação da perseguição religiosa em 2016. A nação tem um governo de características ditatoriais, com forte influência do extremismo islâmico. A pressão aumentou sobre os cristãos, principalmente para os ex-muçulmanos. O regime governamental está trabalhando constantemente para aumentar seu controle sobre toda a sociedade, usando a ameaça do islamismo radical para restringir ainda mais a liberdade.

Fonte: Guia-me

Família muçulmana se converte após visita de Jesus

Família muçulmana se converte após visita de Jesus
O missionário americano Tyler Connell vem percorrendo universidades ao redor dos EUA, compartilhando histórias e vídeos sobre o trabalho de evangelização no Oriente Médio. Ele conta que há um movimento forte de conversões entre os muçulmanos, especialmente os refugiados da guerra.
“Jesus está se movendo nas nações do Oriente Médio”, alerta. “Há muitos desiludidos [com o Islã] e quebrantados que só querem saber a verdade. Agora mais do que nunca, há uma colheita entre os muçulmanos como nunca foi vista na história.”
Entre os vídeos com testemunhos, o que tem chamado muita atenção é sobre um jovem missionário chamado Daniel (nome alterado por razões de segurança), 24 anos. Ele saiu dos EUA para trabalhar com refugiados sírios em um país do Oriente Médio.
Ele faz parte de uma equipe que visita regularmente famílias muçulmanas. Quando têm oportunidade, começa a falar sobre o Evangelho.
Uma tarde, Daniel entrou em uma tenda onde vive uma família de oito pessoas. “Oi, eu sou Daniel e estou aqui para lhes contar sobre Jesus”, anunciou. A reação foi fora do comum. “A família se apavorou, eles olhavam uns para os outros, estavam pálidos. O pai ficou muito animado, gritando.”
O intérprete conversou com eles e explicou ao missionário que na noite anterior à sua visita, toda a família estava sentada na tenda tomando chá quando apareceu um homem vestido de branco, que parecia brilhar. Ele ficou na entrada da tenda e disse em árabe: “Olá, meu nome é Jesus e amanhã enviarei um homem chamado Daniel para lhes contar mais sobre mim.” Em seguida, desapareceu.
Eles ficaram confusos e no dia seguinte, quando Daniel entrou e disse-lhes seu nome, eles não acreditaram. “Pediram-lhe para que ele contasse tudo sobre Jesus. Ouviram então o Evangelho e toda a família entregou sua vida para Jesus”, comemora Connell.
O pai tinha sido soldado no Exército Livre da Síria. Era um muçulmano devoto, que tinha visto muito derramamento de sangue. “Aquele homem e sua família agora estão ajudando a plantar igrejas subterrâneas e participando de uma grande colheita de almas entre os muçulmanos”, revela o missionário.
Segundo Connell essa é só uma das muitas coisas incríveis que os evangelistas estão testemunhando. Conta que na casa de uma outra família de refugiados da Síria, sentiu a presença de Deus de uma forma surpreendente.
“Havia cerca de 25 pessoas e a presença de Jesus era mais forte do que em qualquer conferência, qualquer sala de oração ou qualquer culto de retiro em que já estive. Jesus estava ali, no meio do deserto, na terra, com os muçulmanos. Ele é atraído por um coração partido, pelo contrito, o desesperado. O Rei do Céu estava lá com os pobres de espírito”, comemora.
O pedido que faz agora é que a Igreja do Ocidente não pare de orar pelo trabalho de evangelização em meio aos muçulmanos, especialmente para que Deus levante mais obreiros que estejam dispostos a levar o Evangelho aos milhões não alcançados, que ainda precisam ouvir sobre quem é Jesus.

ESQUERDOPATAS - Psicóloga cristã é condenada a indenizar membros do CRP


Na semana passada a psicóloga cristã Marisa Lobo foi condenada pelo 11º Juizado Cível Especial de Curitiba (PR) a pagar uma indenização de R$5 mil aos membros doConselho Regional de Psicologia (CRP) do Paraná que haviam participado anteriormente, do julgamento de seu processo cassação, em maio de 2014. A ordem de cassação foi revogada posteriormente, em novembro do mesmo ano.
Em seu processo de cassação, Marisa havia sido acusada de "apoiar a cura gay" e também de "promover proselitismo religioso", após ter expressado sua fé cristã em seus perfis das mídias sociais.
À época do processo, em 2014, Marisa Lobo apontou o caso como um exemplo de perseguição religiosa e chegou a ser apoiada pela OAB nesta alegação.
Procurada portal Guiame, Marisa explicou que realmente, tal decisão judicial ocorreu, mas  lembrou que ela nunca quis ofender diretamente os integrantes do Conselho e que não chegou a ter contato com eles no processo, porque não esteve presente na audiência de maio de 2014.
"Eu nunca os vi, não sabia o nome deles, não sabia quem eram os conselheiros do meu julgamento, pois eu não estava presente no mesmo. Eu também nunca citei o nome deles, mas o Juiz aqui de Curitiba (PR) entendeu dessa forma.
A decisão de que Marisa deve pagar a indenização - no valor de 5 mil reais para cada integrante, totalizando R$30 mil - foi do juiz Gaspar Luiz Mattos de Araújo Filho, do 11.º Juizado Cível Especial de Curitiba, porém ainda cabe recurso da decisão e a psicóloga afirmou que já recorreu.
"Eu apelei, é claro. Estou aguardando decisão Juiz. Me sinto injustiçada, mas estamos vivendo este momento, no qual eu posso ser humilhada, por revistas, jornais, pessoas, mas se eu abrir minha boca para me defender sou punida", desabafou.
Marisa também destacou que acredita que Deus pode lhe dar forças para enfrentar mais esta etapa, que marca a continuação de um processo que já parecia estar resolvido.
"Ainda tem o Supremo e é lá que pretendo chegar. Deus há de me dar graça, fé e condições para corrigir esta injustiça. Eu falei do CRP e não dos conselheiros. Quem for contra a ditadura entenda o que está acontecendo comigo. Eu não ofendi nenhuma pessoa", destacou.
Histórico
Esta ação recente contra Marisa Lobo surge, na verdade, como uma nova etapa do processo de cassação que foi anulado em novembro de 2014.
À época da cassação, a decisão o Conselho Regional de Psicologia foi duramente criticada por diversos representantes cristãos, como o Senador Magno Malta (PR - ES) e o pastor Silas Malafaia (ADVEC).
Para o advogado de defesa que cuidou do caso de Marisa em 2014, Gustavo Kfouri, a decisão de anular o processo mostrou que, apesar dos Conselhos deterem a prerrogativa da utilização dos poderes de polícia e disciplinar, eles se encontram submetidos aos limites constitucionais.
“O Conselho tem limites. Ele não pode impor regras não previstas em lei e cercear as liberdades de expressão e de religião”, explica Kfouri.