sexta-feira, 14 de novembro de 2014

PERIGO - Brinquedo traz imagem de “criança possuída” cortando o pulso

                  
Entre os vídeos on-line mais comentados e divulgados esta semana, dois chamam atenção por terem como tema alguma relação com o satanismo. Pelo menos é isso que pensam muitos cristãos americanos.
Brinquedo traz imagem de “criança possuída” cortando o pulsoO primeiro é uma reportagem sobre um brinquedo infantil que traz uma imagem macabra em seu interior. Embora seu nome seja “EvilStick” [Varinha do Mal], o formato de flor e cor rosa o torna atrativo para crianças que não sabem ler.
A denúncia foi feito por Nicole Allen, residente de Dayton, Estado de Ohio. Poucos dias após ter comprado a varinha, sua filha de apenas dois anos retirou a cobertura metálica da parte traseira do produto. Acabou revelando uma imagem aterradora: uma criança que aparenta estar possuída por um demônio cortando o pulso com uma faca.
“É uma menina cortando seus pulsos! Fiquei indignada com isso”, afirmou Nicole, dizendo não saber que tipo de influência isso poderia ter em crianças pequenas.
evilstick Brinquedo traz imagem de criança possuída cortando o pulso
A queixa da mãe foi levada até Amar Moustafa, o dono da loja, que se recusou a tirar o brinquedo das prateleiras, alegando que não vê problema nenhum e que nem todos os clientes concordam com ela. Ressaltou ainda que os pais devem prestar atenção antes de comprar, pois o nome [Varinha do Mal] indica que não é varinha de princesas, e poderia ser adequada para crianças mais velhas.
O vídeo com a reportagem do dia 9 de novembro alcançou 5 milhões de visitas no Youtube em apenas 3 dias, além de ser amplamente comentado no Facebook, gerando um amplo debate sobre mensagens ocultas, especialmente entre cristãos.

Coincidentemente, o outro vídeo também foi postado dia 9 e ultrapassou 5 milhões de visualizações no Youtube. Sua versão para o Facebook se aproxima de 10 milhões.

Embora ridicularizado por muitos, foi destaque em vários sites religiosos. Na verdade, não é algo novo. Desde 2009 existem “denúncias” similares na internet, mas nunca o assunto recebeu tanta atenção.
Trata-se de uma análise do significado oculto nas latas do energético Monster. O vídeo mostra uma cristã explicando que o “M” no logotipo “Monster” na verdade é a letra hebraica “vav” repetida três vezes. Para os judeus, ela tem o valor de seis, por isso seria o número “666”.
Para a mulher não identificada, “Se Deus pode usar pessoas e produtos, Satanás também pode”. Ela chama atenção ainda para a letra “o” do nome Monster, que é cortado formando uma cruz. Quando alguém bebe da lata, a cruz fica de cabeça para baixo, um símbolo satanista.
“Você vira o fundo e o diabo ri”, diz ela. “É algo para se pensar.” Também faz parte de seu argumento, o lema do energético “Unleash the Beast” [Liberte a Besta], termo que segundo ela, lembra a besta mencionada em Apocalipse. A Monster Beverage Corp., que fabrica o energético não se manifestou sobre o assunto até o momento.
Para muitos, esses assuntos são bobagens e “teorias da conspiração”. Para outros, porém, mensagens com influência do maligno estão presentes no dia a dia e os cristãos precisam estar alertas e serem cuidadosos. Com informações de Huffington Post e Christian News

FUNDADOR DOS MORMONS , JOSEPH SMITH , TEVE CERCA DE 40 ESPOSAS

Depois de 200 anos afirmando que Joseph Smith era monógamo, a Igreja Mórmon admitiu sua poligamia que incluía menina de 14 anos.

A igreja Mórmon admitiu que seu fundador, Joseph Smith, casou-se com cerca de 40 mulheres, incluindo uma de 14 anos e outras que já eram esposas de seus seguidores, depois de insistir durante 200 anos que ele era monógamo.

A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias tem tentado esclarecer certos aspectos de sua história, incluindo a poligamia praticada por Smith e Brigham Young, que ajudou a fundar a cidade de Salt Lake City, no Estado norte-americano de Utah, a sede da igreja Mórmon.

“Joseph teve várias esposas adicionais e autorizou outros santos dos últimos dias a praticar o casamento plural”, afirmou um documento da igreja intitulado “Casamento Plural em Kirtland e Nauvoo”, enfatizando que “estimativas cuidadosas colocam o número entre 30 e 40”.

A igreja foi amplamente criticada pela maneira como tratava mulheres, negros –que não podiam ocupar altos cargos em sua hierarquia até 1978– e gays, banidos de seus templos se fossem sexualmente ativos.

As esposas de Smith eram sobretudo mulheres entre os 20 e os 40 anos, mas Helen Mar Kimball, filha de amigos próximos, foi separada para ele meses antes de completar 15 anos.

“O casamento plural era difícil para todos os envolvidos. Para Emma, esposa de Joseph Smith, era uma provação abominável”, afirma o texto, parte de uma coleção publicada ao longo do ano passado.

Há um ano a Igreja dos Santos dos Últimos Dias tem publicado em sua página na web uma série de ensaios sobre temas polêmicos, tais como qual foi o processo de tradução feita por Smith do Livro de Mórmon —as escrituras sagradas da Igreja—; a poligamia e a proibição de acesso dos negros ao sacerdócio até 1978 —algo imortalizado com ironia no musical da Broadway “Book of Mormon": “Em 1978, Deus mudou de opinião sobre os negros”.

Apesar de dizer que atua em nome da transparência, a Igreja não divulgou esses estudos sobre seu passado, que estão escondidos na web, sem uma busca ou link que leve a eles. Muitos mórmons dizem não saber desses ensaios, segundo reportagem publicada nesta terça-feira pelo jornal The New York Times.

O jornal de Nova York entrevistou Emily Jensen, jornalista especializada em mormonismo, para quem a notícia da poligamia de Smith levará os fiéis às cinco fases do luto: negação; ira; negociação; tristeza; e finalmente, aceitação.

“Disseram-me que Joseph Smith era quase um profeta perfeito, a mim e a muitos mais”, afirma Jensen. “Esta não é a Igreja em que cresci, este não é o Joseph Smith que eu adorava”, diz Jensen ao Times sobre a reação dos fiéis em Utah. Em sua opinião essa será a reação de muitos seguidores da fé mórmon, que no mundo são cerca de 14 milhões, metade deles nos Estados Unidos.

Segundo o ensaio, alguns desses casamentos de Smith eram para a vida vindoura, para depois da morte, o que faz supor que não tenham sido consumados com relações sexuais. Presume-se que o matrimônio do fundador Smith com a jovem Kimball poucos meses antes que ela fizesse 15 anos tenha sido esse tipo de união, para o além.

Em 1890, sob pressão do governo dos EUA, a Igreja Mórmon acabou com a poligamia. Os mórmons que não aceitaram isso acabaram saindo para formar seus próprios cultos, alguns ainda existentes. O caso mais polêmico foi de Warren Jeffs, líder espiritual de uma seita polígama de Eldorado (Texas), condenado em 2011 por agressão sexual a menores, depois que mais de 50 meninas foram resgatadas de um sítio que funcionava como templo.

Fonte: Reuters

Morre filho do anão Marquinhos, do "Domingo Show"

13.nov.2014 - No Instagram, Marquinhos falou aos amigos sobre a morte de seu filho de quatro meses
No Instagram, Marquinhos falou aos amigos sobre a morte de seu filho de quatro meses
O filho recém-nascido de Marquinhos, anão assistente de palco do apresentador Geraldo Luis no programa "Domingo Show", da Record, morreu nesta quinta-feira (13). O bebê de quatro meses era fruto do relacionamento dele com a anã Juliana Alves. As informações são do site Na Telinha.
Samuell também nasceu com nanismo e estava internado em um hospital com a saúde frágil. Entretanto, a causa da morte ainda não foi revelada.
Em sua conta no Instagram, Marquinhos desabafou sobre a tristeza que está sentindo. "Hoje pela manhã meu herói foi para o céu... Sei que é um momento difícil. Obrigado a todos pelo carinho e força. Que Deus abençoe a todos", escreveu.
Geraldo Luís, que acompanhou de perto o nascimento de Samuell e exibiu uma matéria para o "Domingo Show", também usou o Instagram para prestar solidariedade ao amigo. "Meu querido irmão Marquinhos. Sabes que te ensinei que o silêncio fala por nós. Aprendi a te amar como um ser humano e também a tua esposa. Hoje o céu resolveu receber teu filho. A morte de quem amamos, nos mata na alma, mas a luz de Deus cobre qualquer dor".
No próximo "Domingo Show", o apresentador irá mostrar como estão Marquinhos e sua esposa.




BOL

MORRE CRIANÇA QUE FOI ATROPELADA QUANDO SAIA DO CULTO .


A irmã do menino de 3 anos que morreu após ser atropelado em frente a uma igreja na região da Vila Medeiros, Zona Norte de São Paulo, pediu justiça. O atropelador, que atingiu um grupo de 16 pessoas, apresentou-se à polícia e foi liberado logo após prestar depoimento. Kauan Israel Castro da Silva é velado na manhã desta sexta-feira (14).
Sthefanny Castro Baptista ficou indignada com a liberação do motorista, que assumiu que estava no volante no momento do acidente. “Como uma pessoa que foi encontrada droga no carro dele também entra pela porta da frente da delegacia e sai pela porta da frente como se não tivesse acontecido nada? [Queremos] Justiça, que ele seja preso e que pegue uma boa pena, porque ele tirou a vida de um anjo”, afirmou.
O menino, que teve morte cerebral constatada na quinta-feira (13), é velado em uma igreja evangélica no Jardim Brasil e será enterrado no Cemitério da Vila Nova Cachoeirinha, nesta tarde. Ele teve politraumatismo, passou por uma cirurgia, mas não resistiu. A família decidiu não doar os órgãos do menino.
Três pessoas continuam internadas, entre elas o pastor Washington Pirola, que está na Unidade de Terapia Intensiva da Santa Casa, em estado na grave.Testemunhas relataram que Renan Bento da Silva, de 26 anos, dirigia em alta velocidade e subiu na calçada. Após atingir o grupo que saía de um culto, ele quebrou um dos vidros do veículo e fugiu a pé do local.
Renan Bento da Silva, de 26 anos, foi indiciado por homicídio com dolo eventual por ter assumido o risco de matar ao volante e por tentativa de homicídio contra 15 pessoas e ainda por tráfico de drogas já que no carro foi encontrado maconha e cocaína.

O suspeito negou que estivesse em alta velocidade. O laudo da perícia, porém, apontou que ele estava a 118 km/h. Silva ainda negou a existência de drogas no carro e disse ter deixado o local do acidente sem prestar socorro porque teve medo de ser linchado.

Silva prestou depoimento no 39° Distrito Policial, na Vila Gustavo, durante uma hora. Na saída da delegacia, ele fez apenas um pedido de desculpas. “Queria estar pedindo para as vítimas perdão pelo ocorrido, minha intenção não era essa, de machucar ninguém. Peço a Deus que conforte o coração das vítimas, da família do Kauazinho, do pastor que se encontra ainda no hospital. Peço perdão por tudo que aconteceu mesmo", afirmou.
O delegado Marco Antonio Dário disse que reúne elementos para fazer um novo pedido de prisão preventiva. O primeiro foi negado porque o juiz considerou não haver provas suficientes.
Motorista que atropelou 16 pessoas em São Paulo se apresenta à polícia e pede 'perdão' na delegacia (Foto: Reprodução TV Globo)Motorista que atropelou 16 pessoas em São Paulo se apresenta à polícia e pede perdão às famílias (Foto: Reprodução TV Globo)
Morte
Médicos do Hospital das Clínicas (HC) constataram, na manhã desta quinta-feira (13), a morte cerebral do menino Kauan Israel de Castro da Silva, de 3 anos, uma 16 das vítimas do atropelamento.

Kauan morreu em decorrência de politraumatismo sofrido por conta do atropelamento. Os pais da criança ainda não decidiram se vão doar os órgãos. Ele fez uma cirurgia no abdômen, assim que chegou ao hospital, para a retirada do baço.
O pastor Washington Pirola tinha quadro clínico estável, mas grave, e também seguia na UTI. Outras duas mulheres estão estáveis nos Hospitais Nipo Brasileiro e Mandaqui.
Achada 16ª vítima
A Secretaria da Segurança Pública (SSP) informou nesta quinta-feira (13) que foi encontrada a 16ª vítima do atropelamento. Uma mulher que sofreu ferimentos leves, e não foi hospitalizada, foi incluída no inquérito como vítima. Ela prestou depoimento à polícia nesta quarta-feira (12). Até então, eram consideradas 15 vítimas do atropelamento.

De acordo com a assessoria de imprensa da SSP, a 16ª vítima foi localizada na quarta (12) pelos policiais do 39º Distrito Policial, Vila Gustavo, que investiga o caso e a ouviram em depoimento.


G1