quarta-feira, 24 de setembro de 2014

`Homofobia? Há cristofobia´, afirma Pastor Everaldo


`Homofobia? Há cristofobia´, afirma Pastor Everaldo
O candidato à Presidência do Brasil Pastor Everaldo Pereira (PSC) foi entrevistado pelo jornal Extra, do Rio de Janeiro, onde pode falar um pouco sobre suas propostas para o país.
Questionado sobre se aprovaria a lei que criminalizada a homofobia, o presidenciável afirmou que não, pois entende que já há lei para injúria, calúnia e preconceito e que tal lei só serviria para impedir a pregação religiosa sobre o homossexualismo.
“A lei já é suficiente para qualquer tipo de injúria, calúnia. O que é homofobia? Há cristofobia, uma porção de coisas. Preconceito contra homossexual, negro, amarelo, branco, índio. O que querem fazer, hoje na lei, é dizer que um pastor e um padre não podem dizer, na sua fé, que a prática do homossexualismo é um pecado. Querem proibir quem crê nisso de falar nesse assunto.”
Everaldo também foi questionado sobre ter parentes gay e pode lamentar a morte de um primo. Ele falou também que se tivesse um filho gay o amaria da mesma forma. “Eu ia lamentar profundamente, diria que não era o que eu queria para ele, mas continuaria amando, porque é o meu filho”, disse.
Entre as propostas mais chamativas do plano de governo do candidato do PSC está a privatização de estatais como a Petrobras, envolvida em um grande esquema de corrupção. Além desta empresa, Everaldo também pretende privatizar a Infraero e reduzir a quantidade de empresas estatais para investir em saúde, educação e segurança.
Apesar de ser o primeiro candidato que usa o título de pastor para concorrer a uma eleição presidencial, Everaldo Pereira se compromete a não misturar religião e política, caso seja eleito. “O estado é laico”, afirmou ao ser questionado se distinguiria as religiões existentes no país.

Cristãos são forçados a deixarem suas casas na República Centro-Africana, alerta ONU

Uma nova onda de deslocamentos forçados está acontecendo na região centro-norte da República Centro-Africana, onde no último mês pelo menos 23 mil pessoas fugiram de combates recentes, alertou nesta sexta-feira (16) Nações Unidas.
"A maioria de deslocados são cristãos, principalmente mulheres e crianças", assegurou o porta-voz do Alto Comissariado da ONU para os Refugiados, Adrian Edwards.
Explicou que os deslocados estão concentrados, em seu maior parte, em igrejas e terrenos limites, onde procuraram se esconder dos ataques dos grupos armados.

Entre os deslocados, muitos o são pela segunda vez e tiveram que abandonar novamente seus lares, aos quais tinham retornado gradualmente desde fevereiro.
"Muitos estiveram vivendo entre locais de acolhida temporários e escondidos entre os arbustos, o que dificultou levar ajuda", explicou Edwards. Em toda a República Centro-Africana calcula-se que há 560 mil deslocados internos, dos quais 135 mil estão em Bangui, e mais de 100 mil fugiram para Camarões, Chade, República Democrática do Congo e Congo.
Por sua vez, a Unicef, o braço da ONU responsável da proteção infantil, informou que desde janeiro obteve a libertação de mil crianças que estavam retidas por grupos armados. Trata-se de um número cinco vezes maior que a todos os libertados no curso de 2013. 

Em nova mensagem, Estado Islâmico pede que ateus sejam mortos

O porta-voz do grupo jihadista Estado Islâmico (EI, ex-Isis), Abu Muhammed Al Adnai, lançou um apelo aos militantes em uma mensagem publicada no Twitter na noite de ontem (21) na qual pede que sejam mortos todos os ateus e que os civis sejam atacados.
"Matem os ateus de qualquer forma e ataquem os civis", é a última mensagem de áudio do EI com duração de 42 minutos.
Estado Islâmico convoca seguidores a matar cidadãos dos países de coalizão antiterrorista
As novas ameaças do greupo islâmico se referem a todos os países que apóiam as operações militares dos Estados Unidos (EUA) e da França no Iraque.
"Se puderam matar um ateu norte-americano ou europeu, sobretudo um francês imundo, ou um australiano ou um canadense, o matem de qualquer forma possível e inimaginável", diz o porta-voz do EI.
Em um trecho da mensagem voltado por os militantes egípcios, Al Adani, incita a violência contra o presidente do Egito, Abdel Fattah al Sisi, que ele chama de "novo faraó do Egito".
"Encham as ruas de explosivos, ataquem as suas bases e as suas CASAS. Cortem as suas cabeças. O Estado Islâmico abençoa os ataques contra os guardas dos judeus, os soldados de Sisi, o novo faraó do Egito", se ouve na mensagem. Por sua vez, o ministro francês do Interior, Bernard Cazeneuve, afirmou hoje em resposta a mensagem que "a França não tem medo".
Já a imprensa britânica afirma que o EI está pronto para utilizar mulheres yazidi reféns do grupo, como escudos humanos contra os ataques norte-americanos e franceses.
A informação foi divulgada pelo jornal Daily Telegraph que cita o testemunho de alguns moradores que vivem nas regiões ocupadas pelo EI. Turquia
O vice-primeiro-ministro turco, Numan Kurtulmus, anunciou nesta segunda-feira (22) que os curdos que fugiram da ameaça do EI na Síria e que se refugiaram na Turquia são mais que 130 mil, precisando a estimativa anunciada anteriormente pelo Alto Comissário das Nações Unidas (ONU) para o srefugiados que tinha anunciado 100 mil refugiados.
"Os sírios refugiados na Turquia são mais de 130 mil", disse o vice-premier turco. "Tomamos todas as medidas necessárias em caso deste fluxo de pessoas continuar aumentando. Não o desejamos, é claro. Mas estamos prontos", acrescentou Kurtulmus.
"Estamos preparados para o pior. Estamos fazendo de tido para acolher as pessoas que passam pela Turquia", finalizou o representante do governo turco. O presidente dos EUA, Barack Obama, afirmou no último sábado que "mobilizará o mundo" contra o EI e anunciou que mais de 40 países se ofereceram para ajudar a combater o grupo.
Obama informou ainda que já foram realizados "170 ataques contra os terroristas no Iraque".
Os bombardeios dos EUA e da França contra o grupo no Iraque começaram na semana passada.

R7

Cresce o número de evangélicos na militância e liderança do MST


O Movimento dos Sem-Terra (MST) tem tido um número cada vez maior de evangélicos entre seus membros, segundo levantamento de sociólogos.

Conhecido como um dos mais contundentes movimentos políticos do Brasil, o Movimento dos Sem-Terra (MST) tem vivido recentemente uma grande mudança em suas fileiras de militantes. Segundo levantamento feito por sociólogos, o movimento tem tido um número cada vez maior de evangélicos entre seus membros, que dividem entre devoção religiosa e militância política pela reforma agrária no interior do País.

Open in new windowComo apontado pela revista IstoÉ, a luta pela reforma agrária no Brasil tem em sua origem um forte DNA religioso, sobretudo devido a grupos da Igreja Católica, que há 40 anos se posiciona sobre o tema por meio da Comissão Pastoral da Terra (CPP). Porém, a presença de cristãos protestantes no movimento é recente.

A crescente presença de denominações evangélicas nos assentamentos no MST tem chamado a atenção de vários pesquisadores que estudam a relação entre religião e reforma agrária, como o sociólogo Fábio Alves Ferreira, autor de “Pentecostais e a luta pela terra no Brasil – deslocamento e equivalências entre identidades religiosas e agentes sociais em assentamentos de reforma agrária”, apresentado como tese de doutorado na Universidade Federal de Pernambuco.

- Trata-se de um novo agente religioso que reivindica políticas sociais para o desenvolvimento rural – afirma Ferreira.

A adesão de um número cada vez maior de evangélicos, principalmente pentecostais, ao MST causa espanto em muitos pesquisadores. Este espanto se dá principalmente pela visão defendida por muitos desses estudiosos de que a teologia pentecostal costuma enfatizar uma espiritualidade mais individualista e menos coletiva.

Porém, essa visão da teologia pentecostal não é unanime, como defende a socióloga Marluse Maciel, que refuta uma visão unilateral que pesa sobre os evangélicos.

- Acham que [os evangélicos] são apáticos à política e vulneráveis a opiniões externas. Mas participam de movimentos sociais e ocupam terras – afirma Maciel, autora de uma tese de doutorado da Universidade de São Paulo (USP) sobre as relações entre os movimentos sociais e as religiões em dois assentamentos paulistas.

Segundo os estudiosos, os evangélicos têm assumido papéis de liderança nos assentamentos e conseguem se dividir entre os compromissos religiosos e a militância política. Um exemplo é Elisabeth de Oliveira Costa, de 41 anos. Fiel da igreja Assembleia de Deus, ela está no MST há cinco anos e, após fazer um CURSO DE militância, faz parte da equipe de educação do acampamento Luiza Ferreira, em Moreno, região metropolitana do Recife (PE).

- Sou socialista, mas antes morria de medo dos sem terra. A vida melhorou muito. Como o que planto e colho – afirma a militante.

Um dos fatores apontados para o crescimento do número de evangélicos nas fileiras do MST é o crescimento da presença das igrejas evangélicas no meio rural. O censo divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 2010 apontou o número de 4,4 milhões de evangélicos em zonas rurais, cerca de nove vezes mais do que o registrado dez anos antes.

Os sociólogos apontam também uma suposta mudança na interpretação da Bíblia por parte dos evangélicos que abraçaram a luta do MST. Ferreira afirma que ao interpretar a “Bíblia” pelo próprio olhar e não mais pelo viés do líder religioso, esses militantes tentam se livrar do “pecado” de estarem tomando o que seria de outra pessoa.

- Quando Deus criou o mundo, deu terra para todos. Ele não queria que um grupo morasse na favela – afirma a militante Elisabeth, em uma das reinterpretações apontadas pelo sociólogo.

Fonte: Gospel +

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