segunda-feira, 16 de março de 2015

Estado Islâmico aceita lealdade do Boko Haram e ameaça cristãos


Estado Islâmico aceita lealdade do Boko Haram e ameaça cristãos
Em gravação de áudio, Abu Mohamed al-Adnani também ameaça cristãos e judeus e diz que ataques não afetaram o grupo.
O grupo radical Estado Islâmico (EI), que controla grandes regiões no norte da Síria e do Iraque, aceitou a promessa de lealdade feita pelo grupo radical nigeriano Boko Haram. A aprovação de Abu Bakr al-Baghdadi, líder do EI, ao compromisso dos nigerianos foi divulgada ontem (12) em uma mensagem de áudio do porta-voz do EI, Abu Mohamed al-Adnani.
No sábado (7), o Boko Haram divulgou na internet um vídeo no qual seu líder jurava lealdade ao Estado Islâmico.
Ameaças
Na gravação, o porta-voz do EI pediu aos muçulmanos que não possam se juntar ao combate na Síria e no Iraque para participarem da luta na África.
Adnani também ameaçou cristãos e judeus. "Se quiser salvar seu sangue e seu dinheiro e viver a salvo de nossas espadas, você tem duas escolhas: se converter ou pagar jizya", afirmou, se referindo ao imposto obrigatório para os não muçulmanos que vivem no território controlado pelo EI. "(Caso contrário), você roerá suas unhas com remorso."

Ataque a igrejas deixa 14 mortos e mais de 70 feridos no Paquistão


Ataque a igrejas deixa 14 mortos e mais de 70 feridos no Paquistão
Dois atentados suicidas contra igrejas cristãs na cidade de Lahore, no Paquistão, fizeram neste domingo (15) 14 mortos e mais de 70 feridos. Violentos protestos ocorreram após os ataques, provocando outras duas mortes.
Os atentados ocorreram durante as orações em duas igrejas no bairro de Youhanabad, onde vivem mais de 100 mil cristãos.
Em Lahore, o médico Mohammad Saeed Sohbin informou que 14 corpos e mais de 70 feridos chegaram ao Hospital Geral, situado nas proximidades do local dos atentados.
Zahid Pervez, principal autoridade da área de saúde em Lahore, confirmou o número de mortos e acrescentou que 78 pessoas ficaram feridas nos dois ataques. Vidros de janelas partidos, sangue e sapatos estavam espalhados por todos os lados nos locais onde ocorreram as explosões.
Em e-mail, um porta-voz do Movimento Talibã do Paquistão, Ehsanullah Ehsan, reivindicou os “atentados suicidas”. Os talibãs paquistaneses multiplicaram-se desde 2007, quando atacaram as forças de segurança do país, que acusam de apoiar a guerra norte-americana contra o terror e as minorias religiosas do Paquistão.
Em setembro de 2013, uma facção talibã reivindicou um atentado similar à saída de uma igreja, depois de uma reunião de domingo, em Peshawar, Nordeste do país. Com 82 mortos, aquele foi o maior ataque à minoria cristã já registrado na história do Paquistão. Os cristãos representam 2% da população paquistanesa.

COMUNISMO PURO - Procurador-geral da República quer acabar com obrigatoriedade da Bíblia em escolas e bibliotecas


Procurador-geral da República quer acabar com obrigatoriedade da Bíblia em escolas e bibliotecas
Rodrigo Janot, procurador-geral da República, quer retirar obrigatoriedade da inclusão da Bíblia no acervo de escolas e bibliotecas públicas.
Nesta quinta-feira (12), ele ajuizou, perante o Supremo Tribunal Federal, quatro ações diretas de inconstitucionalidade questionando leis estaduais de tal obrigatoriedade no Rio de Janeiro, Amazonas, Rio Grande do Norte e Mato Grosso do Sul.
Além disso, ele propôs um veto contra outra lei de Rondônia que oficializa a Bíblia como publicação-base de ‘fonte doutrinária para fundamentar princípios, usos e costumes de comunidades, igrejas e grupos’.
Para o procurado, o Estado de Roraima extrapolou os limites, "chegando ao ponto de oficializar naquele ente da federação livro religioso adotado por crenças específicas, especialmente as de origem cristã, em contrariedade ao seu dever de não adotar, não se identificar, não tornar oficial nem promover visões de mundo de ordem religiosa, moral, ética ou filosófica", diz ele.
“O princípio da laicidade lhe impede de fazer, por atos administrativos, legislativos ou judiciais, juízos sobre o grau de correção e verdade de uma crença, ou de conceder tratamentos privilegiados de uma religiosidade em detrimento de outras”, pondera Janot.
Em suas palavras, o procurador lembra que a promoção de livros adotados por crenças deve ser de resposabilidade de particulares e não do Estado.

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