terça-feira, 10 de julho de 2012

CRISTÃOS NÃO VOTAM NULO , NEM VOTO DE PROTESTO , POIS JESUS NUNCA CORREU DE SUAS OBRIGAÇÕES.


Foi-se o tempo em que se anulava voto escrevendo-se palavrões, nome de animais de zoológico ou piadas, na cédula eleitoral. Com o advento das urnas eletrônicas, o uso da palavra, como manifestação de insatisfação, perdeu muito do seu poder catártico. Se no tempo das cédulas, sabia-se que os escrutinadores leriam e a imprensa divulgaria os casos curiosos, hoje, o ato de anular voto não provoca nenhum efeito prático, além do prazer vingativo em eleitores insatisfeitos e impotentes.

Nem mesmo poder para anular eleições, o voto nulo tem. Diferentemente do que se diz, a verdade é que “o Tribunal Superior Eleitoral decidiu que os votos nulos por manifestação apolítica dos eleitores (protesto) não acarretam a anulação de eleição”. O esclarecimento disponível no site do TSE continua: “O voto em branco ocorre quando o eleitor escolhe a opção “Branco” e confirma na urna eletrônica. Já o voto nulo é aquele que não corresponde a qualquer numeração de partido político ou candidato regularmente inscrito. Tanto o voto nulo como o em branco não são considerados na soma dos votos válidos.

Defensores desta opção alegam que a quantidade grande de votos nulos serve para chamar a atenção dos políticos para o fato de que algo está errado. Entretanto, todos sabem que as coisas não estão bem, independentemente dos índices de votos nulos. Depois, os candidatos não deixarão de ser eleitos, nem o sistema eleitoral sofrerá modificações por causa da opção pela anulação do voto.

ÉTICA, VOTO OBRIGATÓRIO E VOTO NULO

Fere a ética, a opção pelo voto nulo? Não. Cada cidadão é livre para decidir em quem votar ou não votar, bem como para anular ou não seu voto. Lamentavelmente, nossas leis eleitorais não reconhecem o direito que deveríamos ter de ir ou não às urnas.

Somos obrigados a ir às urnas, mas não a votar em alguém ou algum partido. Prova disso é que a própria urna foi programada tanto com uma tecla para “Branco”, quanto para aceitar a anulação mediante digitação e confirmação de número estranho ao processo.
Por que, então, somos obrigados a “votar”? Uma resposta seria a vantagem para os candidatos, pois, do contrário, teriam um custo a mais: convencer eleitores a comparecer. Se a maioria dos legisladores tivesse, de fato, interesse na qualidade da participação dos eleitores, defenderia com ações concretas, por exemplo, a priorização da educação, a ampliação da democracia, a mudança no sistema de representação político-partidária e até os processos internos de escolha de candidatos nos partidos.

Entretanto, como isso não muda, resta ao eleitor insatisfeito reagir a seu modo, anulando o voto. Essa, porém, não é a única, nem a melhor saída. Se não estamos satisfeitos com a qualidade ética e técnica dos nossos representantes, nem com a realidade da sociedade, podemos encontrar alternativas melhores. Cabe aqui, então, a pergunta: Como as igrejas poderiam ajudar?

Como as igrejas poderiam ajudar?

Primeiro, ensinando seus membros a interagirem com a realidade. As palavras de Bertolt Brecht são agressivas, mas reveladoras:
 
 O pior analfabeto é o analfabeto político. Ele não ouve, não fala, nem participa dos acontecimentos políticos. Ele não sabe que o custo de vida, o preço do feijão, do peixe, da farinha, do aluguel, do sapato e do remédio dependem das decisões políticas.
O analfabeto político é tão burro que se orgulha e estufa o peito dizendo que odeia a política. Não sabe o imbecil que, da sua ignorância política, nasce a prostituta, o menor abandonado e o pior de todos os bandidos, que é o político vigarista, pilantra, corrupto e lacaio das empresas nacionais e multinacionais.

Lamentavelmente, a teologia reinante em parcela significativa das igrejas é alienante, isto é, desestimula a participação. Santidade, nesta teologia, é sinônimo de isolamento, não de saúde. A educação ministerial de parte de nossas escolas ministeriais visa apenas preparar líderes para fazerem a máquina eclesiástico-denominacional funcionar; a educação religiosa, preparar educadores para conservar determinado tipo de cultura moral e, quando muito, preparar líderes para trabalhar para a igreja; a evangelização, o aumento quantitativo de fiéis e a administração, a manutenção e expansão do patrimônio físico-financeiro.

Não nos preparamos para ajudar a construir a vida em sociedade ou, muito menos, para dialogar com o mundo. Definimos-nos como detentores de uma verdade com efeitos futuros para ser anunciada e não receptores de uma vida presente para ser vivida e compartilhada. É o futuro da alma, não o presente da vida, o centro da teologia dominante que norteia nossa praxis.

Segundo, estimulando membros a estudarem problemas que afetam a vida de todos. Não há como encontrarmos solução para problemas se, conformados, não nos interessarmos por eles. Somente insatisfeitos procuram respostas. Mas também, não basta inconformação se não investirmos em estudá-los. Como, por uma questão de formação ministerial, nós pastores não fomos preparados para relacionar teologia com economia, política, ecologia, educação, cultura ou sociologia, por exemplo, não abordamos tais assuntos. Nosso interesse é alcançar resultados em favor do empreendimento religioso e não preparar pessoas para viverem a vida.

Terceiro, unindo-se em causas de interesse coletivo. O projeto FICHA LIMPA é um exemplo de como um sentimento de insatisfação canalizado de maneira inteligente, resultou numa lei que melhora a qualidade dos candidatos no quesito criminalidade. Sobretudo, demonstrou que unidos alcançamos melhores resultados do que separados.
Para nos unirmos em causas de interesse coletivo, precisamos reavaliar a questão da formação do pensamento veiculado em nossos púlpitos, escolas teológicas, órgãos de comunicação e literaturas. Não há como construir diálogo entre pessoas que se acham donas de todas as verdades e excluem, demonizando, os pensamentos divergentes.

Quarto, mudando a postura em relação à participação político-partidária. Alguns pastores parecem encarar outras organizações sociais como competidoras em relação à “mão de obra” dos membros da Igreja. Temem que a participação num partido esfrie o envolvimento do membro com a igreja. Outros temem que isso transforme os membros em pessoas “difíceis” nas reuniões ou assembléias administrativas.
Reclamamos da qualidade dos políticos, discordamos do voto nulo, mas desestimulamos a participação dos membros da igreja nos partidos. Esquecemo-nos de que os candidatos são definidos primeiramente no partido. Se os critérios dos partidos forem ruins, restará aos eleitores escolher dentre os “menos ruins”. Portanto, melhor do que pensar em voto nulo seria estimularmos pessoas éticas, estudiosas, de espírito público a se envolverem com a política partidária.
Nem todos têm perfil para serem candidatos, mas todos têm o dever de aprofundar o conhecimento político a fim de participar ativamente da vida em sociedade, votando de maneira consciente, pensando no melhor para todos, em vez de optar pelo voto nulo e apregoá-lo.
 
VAMOS VOTAR CORRETAMENTE .

NA DIREÇÃO DE DEUS , NA CONTRA MÃO DO MUNDO

Que o mundo está nas trevas, não é preciso esforço para perceber. Estamos vivendo dias inesquecíveis e ruins. Contemplamos as bolsas de valores no mundo inteiro num pânico sem precedentes, amedrontadas pelas mentiras dos relatórios contábeis das grandes empresas. Verificamos a incapacidade dos governos mundiais em ajudar os seus povos a superarem suas crises. Enquanto prego o Paraguai vive um estado de exceção, com toque de recolher e a possibilidade de uma revolução. Israel perde soldados e palestinos perdem cidades. Africanos morrem de AIDS e o Brasil embebeda-se diante de um televisor, assistindo “Casa dos Artistas” e “Big Brother Brasil”. Enquanto isso as nossas igrejas “entretém bodes”, sem dar à luz e alimentar “ovelhas”.
Que mundo é esse?

Não muito diferente da época em que viveu um dos mais importantes homens de Deus de todos os tempos, que ousou ir na contra-mão da sociedade de sua época, optando por Deus, optando pela justiça, optando pela ação, ao invés de viver de palavras.
Estamos no ano 640 antes de Cristo. Judá, o Reino do Sul, acabara de perder por assassinato o seu imperador ímpio, chamado Amom. Ele era um idólatra, e seu pai fora pior do que ele: Manassés, o mais imundo dos reis de Judá. Logo, um menino de 8 anos não teria a menor noção de reinar sobre um país ou de fazer distinção entre a verdadeira adoração e o culto abominável para Deus.
Josias, cujo nome significa “Deus sustenta”, “Deus sara” ou “Deus apóia”, reinou de 640 a 609 antes de Cristo.

Judá adorava a Deus da forma mais imunda possível. Nos altos dos morros e montanhas eles mantinham altares onde queimavam animais e crianças para os seus ídolos. Debaixo de árvores frondosas e em casas especializadas eles faziam “roupinhas" para as suas imagens de escultura, além de dar aos homens “sessões de sexo cultual”, ou seja: transarem como ato de adoração aos deuses e até ao Deus verdadeiro. Em cada casa haviam “terafins”, ou imagens domésticas de adoração. Seus deuses eram as entidades mais execráveis que se podia conceber na mente humana: o deus-sol, chamado “shamash”, para quem consagravam cavalos e prestavam sacrifícios. Tofete e Moloque – a versão de um deus-racional dos amonitas, que era oco, feito de bronze, tinha brasas dentro do seu interior e servia literalmente para “queimar crianças”, sob a justificativa de “aplacar a sua ira e obter os seus favores”. Havia também “bezerros de ouro”, nas cidades do extinto Reino do Norte, chamadas Dã e Betel, bezerros que eram a “imagem de Deus”, para que o povo não precisasse ir ao templo de Jerusalém render culto. Havia em Jerusalém uma coisa enorme chamada “poste-ídolo”, que era uma imagem feminina da deusa “Aserá”, a esposa-amante do deus “Baal”, cujo significado era “senhor” ou “marido”, a entidade da fertilidade e protetor contra as tempestades. O “Livro da Lei” desde décadas estava perdido, a geração daquela época nem conhecia o seu conteúdo, pois fora abandonado desde os tempos do Rei Manassés, o maior idólatra que Judá jamais teve. Os templos que Salomão edificara para a sua multidão de esposas estavam em plena atividade de adoração.

Esse era o mundo onde Josias nasceu e no qual viu-se obrigado a reinar com 8 anos de idade.
Nós não pedimos para nascer em nossa época, nem no Brasil. Nós estamos aqui por permissão de Deus. E o que encontramos hoje? Um país falido, sem moral, sem padrões éticos e sem a menor esperança de melhorias. O mundo evangélico brasileiro cresce avassaladoramente em número, mas parece que não está influenciando beneficamente na mesma proporção. E a nossa juventude tem um grande desafio: ir na contra-mão de tudo o que está imperando por aqui.
Isso não significa tornarmo-nos “rebeldes sem causa”, ou “anarquistas”, que eram contra qualquer tipo de governo. O nosso desafio é o mesmo desse menino: ir na contra-mão do mundo, mas em direção de Deus!

Josias foi um jovem na contra-mão do mundo em seu tempo. Quando tinha 26 anos, quando já reinava há 18 anos, mandou os escrivães e os sacerdotes irem até o esquecido “Templo do Senhor”, para avaliarem a necessidade de uns reparos e reformas, e dar ordens sobre o destino das ofertas. Hilquias, o escrivão, olhando as coisas jogadas no templo, encontrou um rolo todo escrito, ao qual chamou “Livro da Lei” que era uma cópia do Livro de Deuteronômio. Leu-o e levou-o ao Rei, para que este ouvisse o seu escrito.
Acompanhando o texto bíblico, nós encontramos 3 ATITUDES DE JOSIAS que fizeram dele um JOVEM VENCEDOR ANDANDO NA CONTRA-MÃO DO SEU TEMPO, MAS NA DIREÇÃO DE DEUS.

Primeiramente, Josias HUMILHOU-SE PERANTE DEUS.
Em 22.11 Josias ouve a leitura do “Livro da Lei” e humilha-se diante do que ouviu, diante do que escutou. Como estamos precisando de Bíblias na vida da nossa juventude! Temos vivido de alimentos não consistentes, que não suprem a nossa necessidade! Queremos viver no “Monte da Transfiguração”, porque é “bom estarmos ali”, mas esquecemo-nos que somente um contato sério e constante com a Palavra de Deus irá nos fazer “abrir os olhos e humilharmo-nos diante do Senhor”! Josias ouviu a leitura e HUMILHOU-SE. Qual tem sido a nossa atitude para com a Bíblia? Temos feito prioridade do Senhor o contato com as Escrituras? Josias humilhou-se e mandou CONSULTAR a profetiza Hulda (22.14). Ele queria saber até que ponto o seu país estava amaldiçoado pelo Senhor. Ele levou à sério o que estava escrito no rolo. A profetiza lhe disse que infelizmente tudo o que estava previsto iria acontecer (22.16).

Há um ponto na história de uma vida ou de uma nação em que o castigo é INEVITÁVEL. Judá tinha provocado de tal forma a ira de Deus que não havia a menor chance de deixar de ser castigado. Eles iriam arcar com as conseqüências do ato de idolatria e de vida abominável que viviam.

E a atitude do Rei Josias, não contaria nada? Claro que sim! Deus promete a Josias que ele “seria poupado”, porque tivera uma “ATITUDE SÉRIA” de humilhação perante Deus (22.19-20).

A humilhação de Josias mudou o tempo do juízo, atrasando o castigo e dando oportunidade para a nação experimentar um período jamais visto em toda a sua história. O rei teria tempo de colocar em prática a Palavra, a qual havia feito tão maravilhosa transformação em seu coração.
Em segundo lugar, Josias EMPENHOU-SE EM MUDAR.
Ele não ficou no reino das palavras, das boas intenções. Ele agiu, e como agiu!

Harold Robbins, autor do livro “Desperte o Gigante Interior”, diz que há duas maneiras de encarar o futuro: uma é estar “muito interessado” em mudar e viver coisas boas, em mudar de emprego, de atitude, assumir compromissos, etc. Só que o estado de “muito interessado” nunca causará qualquer mudança, porque ele é estático, e não dinâmico. O segundo modo de encarar é “estar totalmente empenhado” em colocar em prática aquilo a que se determinou a fazer.

Há muita gente aqui que gosta muito da Palavra de Deus, que concorda com as Escrituras, que desejaria muito que as igrejas fossem mais fortes, mais consagradas, que nossa juventude fosse melhor. Sim, isso é bom, mas é inútil, se não vir acompanhado de ação! Geraldo Vandré, o poeta contrário à revolução militar de 64, cantou: “Vem, vamos embora, que esperar não é saber. Quem sabe faz a hora, não espera acontecer!” E é a mais pura verdade! Quem deseja mudar, vai morrer desejando, mas quem quer mudar, muda! Vocês já ouviram falar na origem do ditado “de pensar morreu o burro”? Conta-se que havia um burro muito burro. Ele tinha dois fardos de feno à sua frente. Ele olhava para um e dizia “vou comer deste”. Mas daí olhava para o outro e dizia: “não, acho que vou comer daquele”. E assim passou-se o tempo, até que ele morreu de fome, sem ter comido qualquer um deles...

Josias foi um homem de ação, ele se EMPENHOU em mudanças radicais, ele não ficou sentado esperando o futuro passar por ali! Ele foi à luta, e eu quero desafiar essa juventude do norte.com a fazer a mesma coisa, a entrar na contra-mão do seu tempo e seguir na direção de Deus!
Josias agiu da seguinte forma:
1) Subiu ao templo e mandou ler o “Livro da Lei” para o povo (23.1-2)
2) Renovou a aliança entre o povo e Deus (23.3)
3) Limpou a Casa do Senhor de todo o lixo acumulado, idolatria e sujeira (23.4)
4) Destituiu os ministros de Baal (23.5)
5) Tirou o “poste-ídolo” do templo e do centro da cidade (23.6)
6) Tirou o prostíbulo-cultual, a casa de “roupinhas” de imagem (23.7)
7) Profanou os altares nas montanhas (23.8)
8) Destruiu o ídolo “Tofete”, onde sacrificavam crianças (23.10)
9) Tirou os cavalos consagrados ao deus-sol (23.11)
10) Tirou os altares oficiais construídos pelos reis anteriores a ele, altares de idolatria (23.12)
11) Destruiu os altares de “Astarote”, “Quemos” e "Milcom", os tempos abomináveis construídos pelo Rei Salomão (23.13)
12) Encheu de ossos humanos o lugar do “poste-ídolo” (23.12)
13) Destruiu o altar de Betel, onde o povo adorava o “bezerro de ouro” (23.15)
14) Queimou os ossos enterrados ao pé de Betel, de sacerdotes abomináveis (23.16)
15) Respeitou o sepulcro do profeta de Deus que profetizara que ele faria isso (23.17-18)
16) Destruiu os altares de Samaria (23.19)
17) Matou os sacerdotes de Baal (23.20)
18) Celebrou a Páscoa por decreto (23.21), tudo isso aos 26 anos de idade, no seu 18o. ano de reinado.
19) Aboliu o ESPIRITISMO e a IDOLATRIA DOMÉSTICA (23.24)
20) Foi o mais empenhado de todos os que se converteram radicalmente ao Senhor (23.25)
E você, jovem do século XXI, diante de quem estou hoje proclamando a Palavra de Deus, terá que se empenhar em que? Que desafios o Senhor coloca para você, para dizer “não ao mundo”, e sim para Jesus?
1) Não namorar como os mundanos namoram, mas deixar a vida de intimidades plenas para depois do casamento;
2) Não viver uma vida de hipocrisia diante de Deus, como um mero assistente de cultos e congressos, mas pagar o preço, orando, fazendo devocionais diariamente, testemunhando de Cristo, procurando andar nos ensinos do Senhor;
3) Não fazer as próprias escolhas sem buscar em primeiro lugar saber qual é o desejo de Deus para você, pois não há lugar melhor ou mais abençoado do que o centro da vontade de Deus para cada um de nós;
4) Dizer não ao entretenimento de “emburrecimento” de massa, como os programas de TV com “reality show” ou as músicas que ensinam padrões contrários às Escrituras
5) Abandonar o estereótipo do mundo, a aparência com roqueiros, o linguajar torpe, o comportamento revoltoso e rebelde, e passar a ser bom filho, bom pai, bom esposo, boa esposa, bom membro de igreja, bom funcionário, bom patrão;
6) Etc.
Em último lugar, Josias FOI PERSEVERANTE.

Ele foi morto numa guerra contra o Faraó-Neco, com 31 anos de império e 39 anos de idade. Morreu jovem, mas seguiu com as decisões de ser de Deus e contra o mundo até o fim. Ele não se vendeu para os reinos próximos, ele não se alugou por um pouco de paz com os vizinhos, ele perseverou nas decisões de fidelidade ao Senhor.
E você, caro jovem, também está sendo desafiado hoje a não se vender por um pouco de prazer, nem baixar os padrões a troco de não perder os amigos. Deus tem padrões éticos, morais e sociais muito superiores aos que o mundo hoje aceita e admite.
Se a juventude hoje caminha para o amor livre e para a libertinagem, você continua firme nos padrões de moral e decência criados por Deus para os homens e as mulheres.
Se o mundo hoje vive um clima de entretenimento, pois é mais fácil manipular as massas entretendo-as e deixando-as sem ação, você faz diferente, trabalhando por um futuro melhor, estudando, dedicando-se a projetos realmente consistentes e que farão diferença na sua vida e na vida do próximo.

Se nas igrejas hoje o cristianismo é nominal, com roupa de crentes e atitudes de incrédulos, você fará a diferença, não aceitando ou admitindo o pecado, fazendo um protesto com a própria vida, com as atitudes, com o comportamento de “sal da terra" e “luz do mundo’”.
Josias provou que vale à pena ir na contra-mão do mundo e em direção a Deus. Há 2700 anos ele viveu e morreu, e nós estamos falando dele hoje, no século XXI! Aquele que faz a vontade de Deus permanece para sempre e nunca será esquecido! Que diferença fará daqui a 1 ano a vida do Claudinho, de “Claudinho e Bochecha”, o rapaz que faleceu na semana passada? Que diferença fará você para a sua igreja, sua família, seus amigos, seu país, seu mundo?

Moody era um jovenzinho, quando escutou um pregador dizer: “O mundo está para ver o que Deus fará com um jovem inteiramente entregue em Suas mãos”. Moody disse: “Eu quero ser esse jovem”. E foi o Billy Graham do século XIX. Quantos têm aceitado o chamado do Senhor para irem aos campos missionários, proclamar a salvação em Cristo! Quantos ousam fazer a diferença!
Agora é com vocês.
Josias já fez a parte dele.

E você, caríssimo jovem, fará a sua?

Jesus Cristo, o nosso Salvador e Senhor, supremo exemplo de tudo isso que dissemos, pois ousou deixar a glória celestial para vir ao mundo “buscar e salvar” aqueles que se haviam perdido, aguarda uma atitude de cada um de nós. Qual será a nossa atitude? Eternamente desejosos, ou ativamente empenhados nas mudanças?

Que Deus nos abençoe!

Marcha para Jesus em Porto Velho protesta contra a corrupção

Marcha para Jesus em Porto Velho protesta contra a corrupção
Milhares de pessoas saíram às ruas da cidade de Porto Velho, Rondônia, no último sábado (7) para participar da 15ª Marcha para Jesus que este ano teve um tema não muito relacionado ao mundo espiritual: “O povo cristão diz não a corrupção”.
O slogan foi criado pelos organizadores do evento, pastores ligados ao Conselho de Ministros Evangélicos de Porto (COMEP) que acharam importante alertar os evangélicos sobre o voto consciente nas eleições municipais que acontecem esse ano.
“Estamos em um ano político por isso criamos este tema”, afirmou o pastor Carlos Nóbrega que é presidente da COMEP. O evento seguiu pelas principais vias do centro da cidade com muita música e momentos de oração.
O vice-presidente do Conselho de Pastores, Messias Barbosa, falou para a reportagem do portal G1 da importância de orar pelos governantes. “Oramos pelas autoridades da nossa cidade para que nosso Senhor ilumine os caminhos dos nossos governantes”.
Já o pastor Marcelo Ramos, da igreja Missionária Unida do Brasil, comentou que é possível lutar contra a corrupção e fazer a diferença. “Rondônia só aparece com notícias negativas de corrupção e saúde precária. Nós queremos mostrar que estamos nessa luta para fazer a diferença”, disse ele.
Quem marchou para Jesus estava consciente da importância do evento, que mostra a união das igrejas de diferentes denominações, e também do poder da oração e das atitudes que podem mudar a história de Porto Velho e do país.
O evento contou com o apoio da prefeitura e da Secretaria Municipal de Transporte de Trânsito (Semtran) que disponibilizou equipes para sinalizar as avenidas e assim desviar o trânsito da capital. Fora isso o Corpo de Bombeiros também esteve presente realizando a segurança dos três carros de som e da população que participou dessa festa.

Gospel Prime.

VIA GRITOS DE ALERTA

Bispo Edir Macedo e Ana Paula Valadão foram indicados ao concurso “O Maior Brasileiro de Todos os Tempos” do SBT

O SBT vem realizando um concurso para eleger o “Maior brasileiro de todos os tempos”, em parceria com a rede de televisão britânica BBC.
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O concurso era uma votação popular, em que os telespectadores da emissora acessavam um site para indicar pessoas que consideravam as mais significantes na história do Brasil. O resultado da eleição será divulgado amanhã, durante programa especial que a emissora veiculará às 23h30.
Entre os 100 mais bem colocados, há dois nomes ligados ao meio evangélico brasileiro: bispo Edir Macedo, líder da Igreja Universal do Reino de Deus, e a cantora Ana Paula Valadão, vocalista do ministério Diante do Trono.
O jornalista especializado em televisão, Flávio Ricco, afirmou em sua coluna no portal Uol que a organização do concurso tinha receio de que na lista final, de doze nomes, o proprietário da TV Record estivesse presente.
Segundo Ricco, Edir Macedo só foi ultrapassado na reta final da votação, e ficou de fora da lista final, que é formada por Pelé, Lula, Fernando Henrique Cardoso, Juscelino Kubitschek, Getúlio Vargas, Ayrton Senna, Chico Xavier, Irmã Dulce, Princesa Isabel, Santos Dumont, Tiradentes e Oscar Niemeyer.
A cantora Ana Paula Valadão, segundo informações do portal DT, não sabia de sua indicação: “O Diante do Trono nem sabia dessa pesquisa e não divulgamos nada quando soubemos, pois estamos participando disso apenas como meio de divulgar o nome de Deus, não somos e não nos consideramos pessoas para sermos acolhidas como ‘maiores’, mas como fomos o único artista evangélico resolvemos estar e fazer propagar o maior nome: Jesus!”, declarou o produtor executivo do ministério, Júnior Monteiro.

Carro encontrado pegando fogo com R$ 100 mil escondido no capô era de pastor da Igreja Universal


Carro encontrado pegando fogo com R$ 100 mil escondido no capô era de pastor da Igreja UniversalNa última semana um carro importado foi encontrado em chamas pela Polícia Rodoviária Federal do Rio de Janeiro próximo a Barra Mansa (RJ). O veículo, um Mitsubishi Airtrek, foi abandonado com cerca de R$100 mil, quando pegou fogo, no km 276 da Rodovia Presidente Dutra, que liga Rio a São Paulo. Nessa semana, a polícia identificou um pastor evangélico como proprietário do carro.
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De acordo com a polícia, cerca de R$ 100 mil foram encontrados escondidos no compartimento do motor do veículo, dentro de um saco de ração animal. Inicialmente a polícia acreditou se tratar de dinheiro oriundo do tráfico de drogas, por terem sido encontradas cédulas de R$ 2, R$ 5, e R$ 50. Porém, agora, a polícia identificou José Rodrigo da Costa, pastor da Igreja Universal do Reino de Deus, como proprietário do veículo.
O carro havia sido comprado no dia anterior, em dinheiro, em uma revendedora de veículos localizada no bairro da Freguesia do Ó, na capital paulista. O pastor foi identificado como o comprador pelo comerciante Emerson Pereira, de 32 anos, dono da revendedora. Como a compra era recente, a transferência de propriedade ainda não tinha sido providenciada.
Pereira disse ao radialista Tico Balanço, da Rádio Sul Fluminense que havia vendido o carro ao pastor no dia 30, e que ele havia afirmado que viajaria no outro dia para o Rio, onde, com dinheiro do dízimo dos fiéis, ia montar uma igreja.
Testemunhas afirmam ter visto quando um casal tentou conter o fogo e fugiu diante da aproximação dos bombeiros. Eles teriam entrado em um carro que estava parado na outra pista da rodovia, sentido Rio. O veículo foi levado para o pátio da delegacia de Barra Mansa, onde foi periciado junto com as cédulas. A polícia também aguarda o resultado do laudo do Instituto de Criminalística Carlos Éboli (ICCE).
Fonte: Gospel+

Massacre em igreja na Nigéria deixa mais de 50 mulheres e crianças mortas

Pelo menos 104 pessoas morreram em vários ataques supostamente cometidos por muçulmanos armados da etnia fulani no fim de semana na Nigéria, informa o jornal Nation.

Segundo a publicação, o número de mortos, que em uma primeira contagem era de cerca de 30, disparou depois que foram descobertos mais de 50 corpos, em sua maioria de mulheres e crianças, na Igreja de Cristo na Nigéria (COCIN, na sigla em inglês), para onde elas haviam fugido em busca de refúgio durante o ataque.

"Os criminosos, mais ou menos 100 homens que estavam fortemente armados com fuzis e usavam roupas camufladas e coletes à prova de balas, mataram vários moradores da região e queimaram muitas casas", diz um comunicado das Forças Especiais de Intervenção (STF). "Soldados das STF foram ao local para tentar controlar a situação, mas trocaram tiros com os homens armados em uma ação que durou várias horas", acrescenta o texto, no qual é admitido que as autoridades tinham subestimado a importância do ataque.

"No confronto, os criminosos mataram dois de nossos soldados, mas acabamos com 21 deles. Detivemos outro e confiscamos armas e munição", encerra a nota. O grupo de homens armados invadiu as cidades de Berom, Kakuruk, Kuzen, Ngyo, Kogoduk, Ruk, Dogo, Kufang, Kpapkpiduk e Kai no sábado, mas os enfrentamentos se intensificaram no domingo, com outro ataque durante o funeral das pessoas que tinham morrido no dia anterior.

Nesse último incidente, novamente muçulmanos da etnia fulani abriram fogo contra os presentes ao funeral e mataram dois legisladores nigerianos - o senador por Plateau Norte, Gyang Daylop Dantong, e um membro do parlamento estatal de Plateau, Gyang Filani. Após os casos de violência, o presidente da Nigéria, Goodluck Jonathan, deu ordens para que as agências de segurança se assegurem de que os assassinos de Dantong e Filani sejam capturados e levados à justiça.

Fonte: Opera Mundi

Bancadas evangélicas crescem nas câmaras de vereadores de capitais

O crescimento de evangélicos nas principais capitais brasileiras na última década, segundo o censo do IBGE, impulsionou o crescimento na bancada evangélica de vereadores e vai se refletir nas eleições deste ano.

A corrida pelas eleições municipais começou oficialmente no fim de semana com perspectivas favoráveis para candidatos evangélicos. Levantamento feito pelo Valor com dados do mais recente recorte sobre religião do Censo Demográfico de 2010, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostra crescimento expressivo no número de fiéis evangélicos em cinco das principais capitais brasileiras na última década.

Para analistas, o aumento do número de evangélicos nas capitais vai se refletir fortemente nas urnas, principalmente nas eleições para vereadores. Os números mostram que a expansão de fiéis entre os anos de 2000 e 2010 impulsionou o crescimento na bancada evangélica de vereadores no mesmo período. O mesmo deve ocorrer nas votações deste ano, avaliam especialistas.

Todas as cinco capitais pesquisadas pelo Valor entre 2000 e 2010 apresentaram aumento no número de vereadores evangélicos, no período. De acordo com o IBGE, houve acréscimo de 16,09 milhões de evangélicos no país, na última década, totalizando 42,275 milhões em 2010, cerca de 22% da população brasileira.

A expansão no número de pessoas desta fé vai impulsionar ainda mais a sua presença na política, diz o cientista político da PUC-Rio, César Romero Jacob. Para ele, o aumento da participação dos evangélicos deve ser mais perceptível nas câmaras de vereadores do que em prefeituras. Isto porque em eleições majoritárias candidatos de bandeira religiosa esbarram na rejeição de outros segmentos. Mas sua influência política é tão grande que obrigará candidatos a prefeitos que não compartilham desta fé a promoverem articulações com representantes evangélicos durante a campanha e incluí-los em sua base de apoio.

As recentes mudanças nos perfis religiosos dos eleitores já influencia a fotografia de alianças políticas no país. ParaJacob, o divisor de águas foi a aproximação do PT aos evangélicos neopentecostais na eleição presidencial de 2002. O partido sempre teve a desconfiança deste eleitorado, por sua posição progressista em temas como o aborto e por estar historicamente ligado à Igreja Católica por meio das Comunidades Eclesiais de Base, uma de suas forças fundadoras. "Hoje direita e esquerda negociam com os evangélicos", diz.

Os neopentecostais, de onde saíram políticos como o ex-governador do Rio de Janeiro, Anthony Garotinho (PR) e o ministro da Pesca, Marcelo Crivella (PRB-RJ), são a ramificação evangélica mais organizada politicamente em âmbito nacional. Na análise de Jacob, a participação desta corrente nas eleições é marcada pelo "voto de cabresto", sistema tradicional de controle do voto do eleitor. Na prática, os eleitores neopentecostais votam mais em nomes do que em princípios, avaliou Jacob. "Essa população, normalmente com baixo nível de escolaridade e de informação política, acaba seguindo o que o pastor recomenda", diz.

As eleições de representantes neopentecostais têm ainda um fator geográfico, analisa Jacob. Como essa população concentra-se nas periferias dos grandes centros urbanos, é dos subúrbios que devem sair os vereadores evangélicos nas grandes capitais.

Mesmo religiosos que se engajam na vida política admitem a existência do "voto de cabresto" usando a fé como arma. É o caso do pastor da Igreja Evangélica de Confissão Luterana, e professor da Universidade Presbiteriana Mackenzie, Mozart Noronha, que foi candidato a deputado estadual pelo PSOL, no ano passado, no Rio. "Existem lideranças, bispos, que dizem aos fiéis em quem eles devem votar", diz.

O avanço no número de fiéis evangélicos pode gerar, ainda, expressiva aversão a outros candidatos com ideologias distantes das defendidas por este tipo de fiel, na análise do especialista em marketing político e propaganda eleitoral pela USP e sócio-diretor da consultoria Stratégia Marketing Político, Alan Kardec Borges. "Se alguém vira evangélico, isso não significa que esta pessoa vai votar sempre em candidatos evangélicos", avalia. "Mas, certamente, este evangélico dificilmente votaria em um candidato que defenda o aborto ou o casamento entre os homossexuais", afirma, citando temas cuja defesa é combatida fortemente por correntes neopentecostais.

Outro instrumento vantajoso dos vereadores de orientação evangélica nas eleições deste ano será a eficaz propaganda boca a boca, na avaliação do analista da CAC Consultoria Política, César Alexandre Tomaz de Carvalho. Enquanto vereadores de outras religiões aproveitam ao máximo a visibilidade televisiva, o chamariz dos candidatos ligados aos evangélicos é a corrente de informações dos próprios fiéis, observa Carvalho. "Evangélicos quase não aproveitam o seu tempo de TV, em propaganda eleitoral. O método deles é mais direto, mais eficaz", acrescenta.

A eficácia no planejamento de recursos para as campanhas políticas é outro fator que deve ajudar os políticos evangélicos, na análise do diretor executivo da ONG Transparência Brasil, Cláudio Abramo. "No Brasil quem elege é o dinheiro. Qualquer grupo que planeje suas candidaturas sabe disso. E eles, os evangélicos, planejam", diz.

Fonte: Paulopes

Cristãos encorajam viúva de pastor morto por muçulmanos



Cristãos encorajam viúva de pastor morto por muçulmanos A missão Portas Abertas convida cristãos, de todo o mundo, a escrever cartas e cartões de encorajamento para Jum Acidre, de 39 anos, viúva do pastor filipino Mário Acidre. Ela é do Sul das Filipinas.
Mário fora assassinado por evangelizar muçulmanos, desde então, Jum se sente solitária e com medo de que aconteça o mesmo a ela. Ela se mudou para uma outra cidade e abriu um negócio com carvão. Ore por encorajamento do Senhor e por sabedoria para guiar Jum, enquanto ela se recupera do trauma de perder o esposo. Ore também por sua filha Misba (26 anos) e por seus dois netos, Jon (5 anos) e Ondong (3 anos), para que cresçam em sua fé em Cristo.
A Portas Abertas vai reunir as cartas e enviar aos missionários. “Escreva para Jum, mostrando a ela que não está sozinha e que você tem orado pela vida dela”, disse um integrante da missão”.
É extremamente importante que você siga as orientações abaixo. Qualquer correspondência que fugir às regras será descartada.
• Não mencione a Portas Abertas.
• Envie cartas, cartão ou cartão-postal com um ou dois versículos, ou um pequeno texto, em Inglês.
• Se for enviar um cartão-postal, não coloque seu endereço. Seu nome e país são suficientes.
• Os cristãos sempre gostam de receber desenhos infantis. Se você for encorajar seus filhos ou crianças de sua igreja a desenhar, tenha certeza de que os desenhos não fazem alusão à violência. Desenhos desse tipo não serão enviados.
• Não mande dinheiro no envelope. Se quiser ajudar, entre em contato conosco.
Mande sua carta para o endereço:
Portas Abertas Brasil
Caixa Postal 12.655
CEP 04744-970
Fonte: Portas Abertas

ISRAEL VAI TRAZER OS ÚLTIMOS JUDEUS ETÍOPES EM 2014


Esses "remanescentes" são os "falashas mura", membros de uma comunidade que se tinha convertido ao cristianismo sob pressão há mais de um século mas que entretanto voltaram ao judaísmo.
Alguns em Israel questionaram se os "falashas mura" são realmente judeus. Os imigrantes etíopes têm de regularmente passar por um processo de conversão religiosa. Uma vez dentro do país (Israel), muitos enfrentam problemas de assimilação por causa de diferenças culturais. Alguns alegam ter encontrado racismo.
O governo informou ontem que irá abrir um centro de absorção em Setembro, no valor de 4,3 milhões de dólares, para acomodar os recém-chegados.
Segundo as profecias, os judeus viriam do sul, nestes últimos dias, num regresso à sua Terra - a Terra dos patriarcas. Deus está no controle da História!
Shalom, Isarel!