quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

Delegacia de Homicídios investiga desaparecimento de pastor em Mogi

Open in new windowPolícia Civil abriu inquérito e já colheu depoimentos de familiares e amigos. Carro do pastor foi encontrado carbonizado, um dia após o sumiço.


A Delegacia de Homicídios de Mogi das Cruzes abriu inquérito para investigar o desaparecimento do pastor Antônio de Souza Chimenez, de 40 anos, visto pela última vez no domingo (4). O carro dele foi encontrado na segunda-feira (5) carbonizado, no distrito de César de Sousa.

Segundo o delegado Luiz Roberto Biló, o inquérito foi instaurado na manhã de terça-feira (6), após a conclusão do registro da ocorrência de localização do veículo e desaparecimento da vítima. Desde então, várias pessoas, entre familiares, amigos e testemunhas, foram ouvidas. "O Setor de Homicídios sempre investiga casos de desaparecimento no Alto Tietê. Neste caso, especificamente, ouvimos familiares, amigos e testemunhas para traçar um perfil da rotina do pastor e quais foram as pessoas que entraram em contato com ele horas antes do desaparecimento. Se não houver sucesso nessa busca, adotaremos outras medidas para tentar localizá-lo", informou.

O pastor desapareceu após sair de um culto da igreja “Assembleia de Deus, Unidos para Vencer”, na Vila Natal, dizendo que iria pagar o aluguel da segunda unidade da igreja, que fica em César de Sousa. "Testemunhas me ligaram em casa para dizer que ele estaria mantendo um relacionamento extraconjugal e que na sexta (2) um veículo preto com dois homens ficou rondando a igreja. Eles ficaram olhando para o altar, pareciam procurar por ele (Antonio)", disse a mãe do pastor, Célia de Souza Chimenez, de 64 anos.

Quem tiver informações sobre o paradeiro de Antônio de Souza Chimenez pode ligar para a Polícia Militar (190), Disque-Denúncia (181) ou na Delegacia de Homicídios, no 4721-1221, das 9h às 19h. Não é preciso se identificar.
O caso
Por volta das 16h20 de segunda-feira (5), a Polícia Militar fazia patrulhamento em César de Souza quando se deparou com um veículo carbonizado na Avenida João XXIII. Os policias consultaram a placa e não encontraram registro de roubo ou furto. Com base nos documentos, foram até a casa do proprietário, na Vila Industrial.

A esposa do pastor Antônio de Souza Chimenez informou que ele foi visto pela última vez na igreja “Assembleia de Deus, Unidos para Vencer”, na Vila Natal, onde participou de um culto. Por volta das 21h30, o pastor teria deixado o local dizendo que iria pagar o aluguel de outra igreja em César de Sousa e, desde então, não retornou ou deu notícias.

Em entrevista, a esposa, que pediu para não ter o nome revelado, informou que era comum o marido frequentar a igreja em César de Sousa para resolver assuntos administrativos. “Ele sempre fazia esse percurso, ficava na Vila Natal, onde mora parte da família dele, ou ia para César. No dia do desaparecimento liguei a madrugada toda e ele não me atendeu”, disse a mulher de 32 anos.

Segundo a Polícia Civil, quem tiver informações sobre o paradeiro do pastor pode ligar no Disque-Denúncia, pelo 181, para a Polícia Militar (190) ou procurar qualquer delegacia.

Fonte: G1

ELES PODEM FALAR MAL DOS CRISTÃOS ????--- Ataque a jornal que satirizou o islã deixa vários mortos


Polícia francesa disse que pelo menos 12 pessoas morreram. Alvo foi sede de revista satírica que já foi atacada por muçulmanos. Militantes do Estado Islâmico são os principais suspeitos.

Pelo menos 12 pessoas morreram em um tiroteio em Paris nesta quarta-feira (7). O crime aconteceu no escritório da revista satírica Charlie Hebdo, que já havia sido alvo de uma ataque no passado após publicar uma caricatura do profeta Maomé, o que irritou os muçulmanos.

Entre os mortos estão dois policiais e 10 funcionários da revista. Fontes judiciais ouvidas pela France Presse confirmaram a morte de 4 importantes cartunistas franceses no ataque: Wolinski, Charb, Cabu e Tignous. A agência Reuters, citando a polícia, diz que outras 10 pessoas ficaram feridas, cinco em estado crítico.

Segundo fontes policiais, os autores do ataque gritaram "Vingamos o Profeta!", em referência a Maomé, alvo de uma charge publicada há alguns anos pela revista, o que provocou revolta no mundo muçulmano.

Segundo o jornal “The Guardian”, Rocco Contento, porta-voz do sindicato dos policiais local, disse aos jornalistas que três suspeitos fugiram em um carro dirigido por um quarto homem. O veículo seguiu no sentido de Port de Pantin, onde o veículo foi abandonado e os suspeitos roubaram um segundo carro, no qual continuaram fugindo.

O número de suspeitos envolvidos no crime ainda é incerto e não foi confirmado pela polícia. Eles ainda são procurados e são perigosos, segundo as autoridades.

O presidente francês, François Hollande, acrescentou que "40 foram salvas". Ele classificou o caso como um "ataque terrorista", e disse que a França está em estado de choque. Os autores do ataque são procurados pela polícia.

Hollande reconheceu que o governo sabia que a França "estava ameaçada, como outros países do mundo", e afirmou que "foram desbaratados vários atentados terroristas nas últimas semanas".

Uma reunião emergêncial do gabinete da presidência foi convocada para as 14h locais (11h de Brasília). Após o ataque, a França elevou para o nível máximo o nível do alerta terrorista em Paris.

“Cerca de meia hora atrás dois homens usando capuz escuro entraram no prédio com duas armas”, disse a testemunha Benoit Bringer à rádio France Info. “Alguns minutos depois nós ouvimos os barulhos dos disparos”. Ele acrescentou que os homens foram vistos deixando o prédio.

Ao abandonar o prédio, os agressores atiraram contra um policial, atacaram um motorista e atropelaram um pedestre com o carro roubado.

"Ouvi disparos, vi pessoas encapuzadas que fugiram em um carro. Eram pelo menos cinco", declarou à AFP Michel Goldenberg, que tem um escritório vizinho na rua Nicolas Apert, onde fica a sede da revista.

Revista

A sede da revista foi alvo de um ataque a bomba em novembro de 2011 após colocar uma imagem satírica do profeta Maomé em sua capa.

Coincidência ou não, a Charlie Hebdo fez a divulgação em sua edição desta quarta-feira do novo romance do controvertido escritor Michel Houellebecq, um dos mais famosos autores franceses no exterior. A obra de ficção política fala de uma França islamizada em 2022, depois da eleição de um presidente da República muçulmano.

"As previsões do mago Houellebecq: em 2015, perco meus dentes... Em 2022, faço o Ramadã!", ironiza a publicação junto a uma charge de Houellebecq.

A revista de humor tem sido ameaçada desde que publicou charges do profeta Maomé em 2006.

Em novembro de 2011, a sede da publicação foi destruída por um ataque criminoso, já definido como atentado pelo governo na época.

Em 2013, um homem de 24 anos foi condenado à prisão com sursis por ter pedido na internet que o diretor da revista fosse decapitado por causa da publicação das caricaturas do profeta muçulmano.
Revista 'Charlie Hebdo' estava há oito anos sob ameaças
A revista satírica francesa de esquerda Charlie Hebdo, alvo nesta quarta-feira (7) de um atentado devastador com armas automáticas, reivindicava seu lado provocante e era alvo constante de ameaças desde que publicou em 2006 uma série de charges de Maomé que indignaram o mundo islâmico.
Open in new windowApós a publicação das controversas caricaturas do profeta, inicialmente divulgadas pela revista dinamarquesa Jyllands-Posten, a redação da Charlie Hebdo vivia em estado de alerta.

"Havia ameaças permanentes desde a publicação das caricaturas de Maomé", declarou o advogado da revista, Richard Malka, após o ataque desta quarta-feira por desconhecidos que abriram fogo com armas automáticas e que custou a vida de várias das figuras mais famosas da redação, incluindo Cabu, Charb, Wolinski e Tignous.

"Vivíamos há oito anos sob ameaças, estávamos protegidos, mas não há nada que possa ser feito contra bárbaros que invadem com kalachnikovs", acrescentou o advogado. "É uma revista que apenas defendeu a liberdade de expressão, ou simplesmente a liberdade", disse.

A última edição da revista, lançada nesta quarta-feira, inclui na capa uma caricatura do escritor Michel Houllebecq, autor do polêmico livro "Submissão" publicado neste mesmo dia e que imagina uma França islamizada.

"Em 2015 perco meus dentes, em 2023 faço o Ramadã", afirma a caricatura do escritor na capa da Charlie Hebdo, cujos números se esgotaram nas bancas logo depois do atentado que deixou a França em estado de comoção. Outro desenho mostra o cartunista dizendo: "Em 2036, o Estado Islâmico entrará na Europa".

Após a divulgação em 2011 de uma edição que fazia piada com a sharia, ou lei islâmica, um atentado com coquetéis molotov incendiou parte da sede da revista no distrito 11 do leste de Paris.
Ameaça permanente
Apesar disso, a Charlie Hebdo permaneceu fiel a sua linha de conduta e dizia não ser inimiga do Islã. "Há provocação, como fazemos todas as semanas, mas não mais contra o Islã que com outros temas", afirmou em 2012, após o atentado incendiário, seu diretor de publicação Charb, que morreu no ataque desta quarta-feira.

Após o primeiro atentado de 2011, Charb e outros membros da redação viviam sob proteção policial e sua sede era alvo de custódia pela polícia francesa.

"Prevíamos o pior, e o ministério do Interior havia avaliado as ameaças a tal nível que vivíamos sob proteção permanente, mas não foi suficiente", disse o advogado Richard Malka.

O equivalente na França à revista argentina "Humor" ou à espanhola "El Jueves", a Charlie Hebdo foi fundada em 1970, quando substituiu "Hara Kiri", semanário que reivindicava seu tom "estúpido e malvado", fundado por Cavanna - falecido no ano passado - e Georges Bernier.

A linha inicial era anticlerical e denunciava a ordem burguesa, mas buscava, principalmente, fazer seus leitores rirem com um humor corrosivo implacável.

Em 1970, misturando o drama de uma discoteca no qual 146 pessoas morreram com o falecimento de Charles De Gaulle, a revista intitulou "Baile trágico em Colombey (a localidade onde o general morreu): um morto". O governo proibiu imediatamente a difusão da Hara Kiri.

A redação optou, então, por uma nova fórmula editorial que combinava quadrinhos com posições parecidas com as da Hara Kiri, mas sob um novo título, Charlie Hebdo, em referência a Charlie Brown, o Charlie dos Peanuts, as famosas tirinhas americanas de Charles Schulz.

A partir de então, cultivou uma linha editorial irreverente com uma ótica de esquerda radical forjada durante a presidência de Valéry Giscard d'Estaing (centro-direita, 1974-81).

Em sua longa história choveram julgamentos por difamação. Os processos da Igreja, de empresários, ministros ou famosos que eram alvo permanente de suas sátiras acabaram derrubando uma revista que em 1981, ano da eleição do socialista François Mitterrand, havia perdido muitos leitores.

Passaram-se 11 anos antes que Charlie Hebdo voltasse a ser publicada, em 1992. Desde então, a revista abriu suas colunas aos melhores cartunistas irreverentes da França, de Wolinski a Cabu, ambos mortos no atentado.

O número de 2006 que havia reproduzido as caricaturas da imprensa dinamarquesa alcançou um recorde de vendas de 400.000 exemplares. Até o dia do atentado, a revista, que passava por dificuldades financeiras, publicava semanalmente cerca de 30.000 exemplares.

Veja charges polêmicas publicadas por revista atacada
clicando aqui.

Veja um vídeo amador do ataque ao Charlie Hebdo:



Líderes de diversos países condenam ataque à revista francesa

Diversos chefes de Estado e autoridades de órgãos internacionais manifestaram nesta quarta-feira (7) seu repúdio ao ataque contra a sede da revista satírica Charlie Hebdo, em Paris, França, no qual pelo menos 12 pessoas morreram.

A revista já havia sido alvo de uma ataque no passado após publicar uma caricatura do profeta Maomé, o que irritou os muçulmanos. Fontes judiciais ouvidas pela France Press confirmaram a morte de quatro importantes cartunistas franceses no ataque: Wolinski, Charb, Cabu e Tignous.

Dois homens mascarados invadiram a sede do jornal às 11h30 no horário local . Eles utilizaram metralhadoras AK-47.

O premiê britânico, David Cameron, condenou o ataque e o classificou de “doentio”, além de reforçar seu apoio à França na luta contra o terrorismo.

“Os assassinatos em Paris são doentios. Nós estamos ao lado dos franceses na luta contra o terrorismo e na defesa da liberdade de imprensa”, disse o premiê em um comunicado oficial.

A Casa Branca condenou “nos termos mais fortes” o ataque. “Toda a Casa Branca se solidariza com as famílias de todos os que resultaram mortos ou feridos neste ataque”, disse Josh Earnest, porta-voz do presidente dos EUA, Barack Obama.

Mais tarde, um comunicado assinado por Obama dizia que "Estamos em contato com as autoridades francesas para fornecer qualquer ajuda necessária para levar esses terroristas à Justiça."

Brasil

A presidente Dilma Rousseff divulgou nota na qual afirmou estar "indignada" com o ataque "terrorista e sangrento". "Esse ato de barbárie, além das lastimáveis perdas humanas, é um inaceitável ataque a um valor fundamental das sociedades democráticas - a liberdade de imprensa".

Vaticano

O Vaticano, sede da Igreja Católica, considerou abominável o atentado em Paris. O porta-voz da Santa Sé, Padre Ciro Benedettini, disse que a ação "é um duplo ato de violência, porque ao mesmo tempo que ataca as pessoas, também ataca a liberdade de imprensa".
O sacerdote disse ainda que o Papa Francisco deve enviar uma mensagem especial ao arcebispo de Paris ainda nesta quarta.

Fonte: G1, UOL e Folha de São Paulo

Líderes hindus perseguem cristãos na Índia


Líderes hindus perseguem cristãos na Índia
Esta declaração de fé faz parte das orações dos cristãos indianos, porém os líderes hindus afirmam o contrário e conspiram obrigar, por meio da lei, todos os convertidos ao cristianismo a reconverterem-se ao hinduísmo. "Conspiração planejada", diz um jornalista respeitado.
Ignorando expressões particulares de exasperação de seu próprio líder político, os principais líderes do movimento fundamentalista hindu da Índia montaram uma campanha vigorosa para trazer cristãos convertidos de volta ao hinduísmo.
"Este é o nosso próprio país, o nosso rashtra hindu", ou nação, disse Mohan Bhagwat, chefe do Rashtriya Swayasevak Sangh, uma organização nacional, que tem sido a fonte ideológica de vários grupos da Índia, dedicada a uma expressão nacionalista do hinduísmo. Bhagwat fez a declaração dia 20 de dezembro em Kolkata, a terceira maior cidade da Índia, durante a celebração do jubileu de ouro do Conselho Mundial Hindu, que afirma ter "reconvertido" várias centenas de milhares de cristãos e muçulmanos ao hinduísmo.
"Aqueles que haviam se desviado foram atraídos. Eles tinham sido roubados de nós". O discurso exasperado de Bhagwat foi citado diversas vezes pela mídia de notícias indianas. "O ladrão está sendo capturado e nossa propriedade será recuperada” disse ele.
Sete dos 29 estados da Índia possuem leis que proíbem conversões religiosas forçadas. Aparentemente a intenção é fazer uso das leis para proteger os indivíduos de proselitismo indesejável, mas em vez disso, elas são “frequentemente utilizadas como pretexto para perturbar e interromper os serviços da igreja, bem como para assediar, espancar e acusar os cristãos e líderes cristãos” relatou à Portas Abertas, um dos líderes de uma instituição que apoia cristãos, que está sendo fortemente pressionada por ajudá-los.
"O que está acontecendo em todo o país é uma conspiração planejada. Eles (os nacionalistas hindus) querem criar uma atmosfera onde mais partidos apoiarão um projeto de lei nacional anti-conversão", disse AJ Philip, um colunista que escreve para jornais diários do país.
Ore pelos cristãos na Índia!

Mundo teve quase 25 mil ataques terroristas islâmicos em 15 anos


Mundo teve quase 25 mil ataques terroristas islâmicos em 15 anos
“Maomé é o Mensageiro de Deus, e aqueles que estão com ele são severos para com os descrentes, porém compassivos entre si”. Esse texto, retirado do Alcorão, Sura 48, verso 29, ilustra o que a mídia em geral não gosta de mostrar.
O portal Religião de paz criou um contador de atentados realizados por muçulmanos desde o dia 11 de setembro de 2001. Sabe-se que o terrorismo religioso já existia antes, mas esse evento marcante deu início da chamada guerra ao terror. Com versões em espanhol e francês, o site compila notícias sobre o assunto de sites em diversas línguas.
O aumento do número de mortes por causa desses ataques revela que o problema é crescente. Após o jornal francês Charlie Hebdo ter sido invadido hoje (7), o número do contador indica que são 24784. Ainda segundo o site, o que pode ter estimulado o ataque ao jornal foi uma charge irônica do líder do Estado Islâmico.
Existe também um contador pormenorizado, com registros mensais, que divide os atentados em jihadistas (em nome da guerra santa), suicidas e com o número de mortos e feridos. O número total de pessoas mortas desde 11/09/01 não é registrado.
A administração do site explica que o contador é atualizado toda vez que um ataque é realizado e noticiado, mas provavelmente o número é maior já que em alguns países fundamentalistas a imprensa não publica nada sobre o assunto.
Embora não se declare religioso, o Religion of Peace, afirma que deseja ser um canal de informação para desmistificar as declarações de líderes muçulmanos que o islamismo é uma “religião de paz”. Esse tipo de posição já foi defendida inclusive pelo presidente Barack Obama em assembleia da ONU.
Entre as várias seções do site, há uma coletânea de versos do Alcorão que mostram como os seguidores do profeta Maomé são estimulados por seu livro sagrado a matar infiéis (judeus e cristãos). Ao todo, são cerca de 500 passagens que registram como Alá odeia os não-muçulmanos. Mostra também como o Islã é a única religião que ameaça seus próprios adeptos de morte, caso decidam deixar a religião. Para isso, lembra o exemplo dado por Maomé no Alcorão.
Não há site similar em português, embora cresça a quantidade de artigos tentando mostrar por que o Islã, definitivamente, não é uma religião de paz. Fabio Blanco, diretor do Núcleo de Estudos Cristãos e colunista do Gospel Prime é categórico “Islã significa submissão e um fiel islâmico é completamente sujeito aos princípios de sua religião. E um desses princípios afirma que aos inimigos cabe a espada. Portanto, se aqueles que são mortos são vistos como inimigos, exterminá-los não pode ser um mal”.

VEM AI O 4° SALÃO INTERNACIONAL GOSPEL - 06 a 08 de Agosto de 2015

Em apenas 4 anos de existência é a feira cristã com maior exposição de mídia, tendo mais que o dobro de resultado do que todas as outras feiras cristãs e musicais somadas juntas. É sem dúvida a melhor oportunidade para quem quer ter sua marca em evidência junto ao segmento que representa uma grande parcela da sociedade e que está em franca expansão.
Em 2015 é a quarta edição consecutiva do evento que representa o setor e que se consolida como a feira oficial cristã da América Latina, agora no Expo Center Norte, com o melhor acesso e maior estrutura do Brasil.


Após o sucesso da III Flic Salão Internacional Gospel, o 4º SALÃO INTERNACIONAL GOSPEL se consolidou como a grande feira cristã, preenchendo uma lacuna de se ter um evento sério e profissional com foco espiritual, cultural e comercial adequados aos anseios do mercado evangélico, realizado e organizado pelo GRUPO MR1, a feira acontece de 06 a 08 de Agosto de 2015, agora no Expo Center Norte, em São Paulo, que volta a ser o palco da grande feira cristã do Brasil e que represent...a o segmento de produtos e serviços para cristãos perante a sociedade, incorporando gravadoras, editoras, instrumentos musicais, alternativos, moda, acessórios, mídia, ministérios, turismo, indústria e comércio de produtos e serviços para cristãos, etc.
Entre os eventos paralelos confirmados, podemos destacar: IV FLIC Feira Literária Internacional Cristã, Espaço Israel, Espaço Hip Hop, Espaço Cinema e Teatro, Espaço Arte & Dança, Espaço Moda Gospel, Espaço Kids, Espaço Turismo Cristão, Simpósio para Professores e Líderes de Escola Bíblica Dominical, Shows Musicais em Palco 360º, Exposições Culturais e muito mais.


http://www.salaointernacionalgospel.com.br