domingo, 3 de janeiro de 2016

O JOSÉ DE ARIMATEIA



José de Arimateia foi um homem que se tornou notável na Bíblia pelo papel que desempenhou no sepultamento do corpo do Senhor Jesus, tanto assim que é mencionado nos quatro Evangelhos (Mateus 27:57-60, Marcos 15:42-46, Lucas 23:50-55, João 19:38-42).
Sobre a sua pessoa, somos informados nestas passagens que era um homem rico, vindo de Arimateia, cidade dos judeus de onde era natural, sendo ele um homem bom e justo que também esperava o reino de Deus. Era um ilustre membro do sinédrio e se tornara discípulo de Jesus, mas oculto por medo dos judeus. Somos informados que não havia consentido no conselho e nos atos do sinédrio com relação a Jesus mas, se manifestou a sua oposição, não teve efeito algum. No entanto acabou dando um passo que lhe valeu a sua celebridade, conforme veremos a seguir.
Tendo Jesus sido crucificado, após a Sua morte o Seu corpo (como o de todos os crucificados) estava destinado a ser retirado da cruz e lançado no lixo do “vale do filho de Hinom” (ver Jeremias 32:35) para ali ser queimado. A crucificação do Messias se dera no “dia da preparação”, véspera do primeiro dia da festa dos Pães Asmos, em que todo o trabalho era proibido (sendo por isso chamado de “grande dia de sábado” para distingui-lo do sábado semanal (João 19:31, Êxodo 12:16, Levítico 23:7). Os judeus não admitiam que ficassem crucificados ou que fossem sepultados durante esse dia de festa.
O crepúsculo estava se aproximando, e foi então que José de Arimateia encheu-se de coragem, dirigiu-se a Pilatos e rogou que lhe permitisse tirar o corpo de Jesus, assim manifestando publicamente o seu amor por aquele Homem. Podemos imaginar a surpresa de Pilatos, e o insulto ao sinédrio quando este ilustre membro da sua confraria publicamente tomou o lado dAquele que fora por eles desprezado, insultado e vergonhosamente crucificado. Mas Deus, em Sua sublime onisciência, já previra este notável e surpreendente acontecimento, conforme vemos em Isaías 53:9 “... deram-lhe a sepultura... com o rico na sua morte...”
Admirou-se Pilatos de que o Crucificado já tivesse morrido: não sabia que aquele Homem estava dando a Sua vida, e que Ele tinha absoluto controle sobre quando o faria. Para certificar-se, Pilatos chamou o centurião e recebeu dele a confirmação do fato, depois de obtida a prova mediante um ferimento feito no Seu lado. Pilatos então mandou que o cadáver fosse entregue a José. Note-se que José pediu pelo “corpo”, mas Pilatos mandou que lhe dessem o “cadáver”: Pilatos tinha absoluta certeza que o corpo estava mesmo sem vida, ao contrário do que têm afirmado alguns céticos, mesmo em nossos dias.
José comprou um pano de linho fino e foi até a cruz, acompanhado por Nicodemos (um fariseu que era um dos principais dos judeus e que anteriormente viera ter com Jesus de noite – João 3:1-21), que trouxe quase cinquenta quilos duma mistura de mirra e aloés. Nisto vemos o alto conceito que tinham do Senhor Jesus, suprindo o melhor que se podia adquirir para a preparação do Seu corpo para a sepultura. Até aqui haviam ocultado o seu amor pelo Mestre, mas agora iriam manifestá-lo a todos os presentes.
Foi José de Arimateia quem tirou pessoalmente o corpo da cruz e, junto com Nicodemos, envolveu-o em panos de linho com as especiarias, como os judeus costumavam fazer na preparação para a sepultura, a fim de retardar a corrupção. Mas não haveria corrupção, como Deus também havia previsto, tendo inspirado o rei Davi a profetizar no Salmo 16:10 “... pois não deixarás a minha alma no Seol, nem permitirás que o teu Santo veja corrupção”.
Para o sepultamento do Messias de Israel não houve pompa e cerimônias como é de praxe para figuras importantes como monarcas, heróis nacionais etc. Nem sequer se fizeram presentes os Seus familiares, discípulos e outros amigos que O haviam acompanhado quando era aclamado pelas multidões ansiosas pelos benefícios que recebiam. Todos estavam invisíveis, distantes, escondidos por medo de serem apanhados e castigados como cúmplices. É mesmo notável a ausência até dos apóstolos do Senhor Jesus, exatamente como Ele já havia previsto, em cumprimento da profecia (Zacarias 13:7), apenas é mencionada a presença de Maria Madalena e Maria mãe de José e Tiago, chamada a “outra Maria” por Mateus. Estas presenciaram tudo desde princípio até ao fim, tornando-se testemunhas valiosas para o relato de tudo o que aconteceu.
A ira, maldição e o castigo pelo nosso pecado foram sofridos e completados pelo nosso Salvador quando, logo antes de entregar o Seu espírito, Ele bradou vitoriosamente “está consumado” na cruz do Calvário. Sua alma foi para o Seol, neste caso o paraíso (Lucas 23:43), também chamado o “seio de Abraão” (Lucas 16:22), para ali aguardar a ressurreição, que se daria três dias depois.
Terminada a Sua tarefa aqui no mundo, Seus restos mortais receberam sepultura condigna. Outra vez José de Arimateia demonstrou a sua grande devoção, cedendo para esse fim o seu sepulcro novo, num jardim situado no mesmo lugar em que Jesus foi crucificado. Tinha sido escavado na rocha viva, e ainda não havia sido usado, sendo, portanto, muito apropriado para receber o Seu puríssimo corpo, livre da contaminação dos restos de outros corpos.
Depois de depositar o corpo de Jesus nesse sepulcro, José de Arimateia e Nicodemos rodaram uma grande pedra para fechar bem a porta do sepulcro e se retiraram.
Este curto relato sobre José de Arimateia nos traz as seguintes lições:
  • Era “um homem bom e justo”: não são muitos os homens a quem são atribuídas essas qualificações na Bíblia. Mas todo o crente é capaz de obtê-las, pois nasceu de novo e tem em si o poder do Espírito Santo para vencer a carne e produzir o Seu fruto (Gálatas 5:22, Efésios 5:9).
  • Esperava o reino de Deus: a esperança do reino de Deus está no âmago da nossa fé. O Senhor Jesus ensinou-nos a orar “venha o teu reino”, e o aparecimento da glória do nosso grande Deus e Salvador Jesus Cristo é a bem-aventurada esperança que aguardamos (Tito 2:13).
  • Era “um homem rico”: com a riqueza, vem a responsabilidade do servo de Deus. Os crentes ricos deste mundo não devem ser altivos, nem pôr a sua esperança na incerteza das riquezas, mas em Deus (1 Timóteo 6:17). Que sigam o exemplo de José de Arimateia, que colocou tudo de lado para engrandecer o seu Salvador, assim como Moisés "teve por maiores riquezas o opróbrio de Cristo do que os tesouros do Egito" (Mateus 6:24, Hebreus 11:26).
  • Era um ilustre membro do sinédrio: foi-lhe dada essa honra por causa das qualidades que possuía. Mas seu caráter íntegro fez com que se opusesse às decisões injustas do sinédrio e as desafiasse dando dignidade ao Senhor crucificado. Demonstrou que tinha em si o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus (Filipenses 2:5-8).
  • Agiu na hora certa com convicção e coragem: saiu do seu esconderijo para cumprir a justiça, não medindo o risco que corria, e desta forma se destacou entre todos os homens para honrar o Messias de Deus – o primeiro a fazê-lo depois da Sua morte redentora. Sempre será lembrado por isso.
  • Provocou uma investigação oficial para verificar se realmente Cristo estava morto: foi feita por ordem do governador Pilatos, assim eliminando qualquer dúvida sobre o fato. Era importante que isso acontecesse, e Deus pôde usar José de Arimateia para essa finalidade. Não sabemos a importância que nossos atos de justiça terão no futuro.
José de Arimateia não é mencionado mais na Bíblia. No entanto, a sua ação corajosa e importante neste momento crucial, conforme está revelada no texto bíblico, o distingue dos outros discípulos, temerosos, que eram pessoas de pouca influência em seu próprio meio e, sendo galileus, eram desprezados na metrópole de Jerusalém. Eles foram transformados em valentes pioneiros depois da ressurreição do Senhor Jesus (que viram e com Quem conviveram por poucas semanas antes da Sua ascensão), e do seu batismo pelo Espírito Santo no dia de Pentecoste.
Na ausência de mais revelações autênticas sobre ele, um século mais tarde o autor de um “evangelho de Pedro”, apócrifo, enfeitou um pouco o relato bíblico. Surgiram depois lendas contando que ele fora para a Grã-Bretanha em 63 a.D., interessado em levar o Evangelho para exportadores de metais seus conhecidos, passando um tempo no sul da Inglaterra, depois viajando para a Irlanda, fazendo milagres, inclusive livrando a Irlanda de serpentes. Ele foi nomeado “santo patrono” da cidade de Glastonbury, no sul da Inglaterra. Essas lendas e muitas outras ainda são contadas e estimulam o turismo para essas regiões, mas não merecem crédito.

O CRUZAMENTO DO RIO JORDÃO


Josué capítulos 3 e 4

O cruzamento do rio Jordão pelo povo de Israel foi um dos acontecimentos mais representativos na tomada da terra prometida.
Quarenta anos antes eles haviam cruzado o mar Vermelho para sair do Egito, sob a direção de Moisés, que representa a lei. Agora eles atravessavam o rio Jordão, comandados por Josué, que representa Cristo. Era um passo decisivo, pois uma vez do outro lado estavam pisando a terra prometida, e teriam que enfrentar os seus moradores, em batalha com seus exércitos. Não podiam voltar para trás, pois ali ficava o deserto.
Desta vez, a arca tomou a vanguarda, carregada pelos levitas sacerdotes. A arca era o símbolo da presença e do poder de Deus, e toda ela nos fala de Cristo, tanto a sua estrutura como o seu conteúdo. O povo foi instruído a ficar espalhado a uma distância de um quilômetro da arca, para que todos a pudessem ver e saber o caminho a seguir.
Josué mandou que o povo se santificasse em preparação para o milagre da passagem do rio Jordão. Era um ato de purificação e consagração antes de entrar na presença de Deus, geralmente feito antes de oferecer sacrifícios, ou, como neste caso, presenciar as maravilhas de Deus.
A impureza interior, resultado do pecado, era simbolizada por comer certos alimentos proibidos (Levítico 11), o parto (Levítico 12), doenças (Levítico 13,14), tocar um cadáver (Números 19:11-22), etc. A cerimônia da santificação simbolizava a importância de ter um coração puro antes de qualquer pessoa aproximar-se de Deus. Como os israelitas, precisamos ter o perdão dos nossos pecados, pelo sangue de Cristo, antes de nos aproximarmos de Deus.
Josué tinha fé que o SENHOR iria operar algum milagre, pois o rio Jordão, normalmente pouco volumoso, naquela época estava alagando as suas margens, tendo transbordado sobre todas as suas ribanceiras.
Sem uma vau, ou uma ponte, parecia impossível conduzir todo este povo e os seus pertences e animais para o outro lado. O perigo era grande. O SENHOR escolheu esta ocasião para engrandecer Josué diante de todo o povo, mostrando que estava com ele.
O milagre que seria efetuado, serviria também para demonstrar ao povo de Israel o poder do SENHOR, dando-lhes a certeza que o Deus vivo estava entre eles, e que destruiria diante deles os cananeus que habitavam a terra. Os cananeus tinham que ser destruídos por causa da sua profunda iniqüidade (Gênesis 15:16, etc.), e para evitar que os israelitas fossem contaminados por eles.
Seguindo as instruções do SENHOR, transmitidas através de Josué, os sacerdotes que levavam a arca da aliança avançaram para dentro do rio, e, à medida em que seus pés tocavam na água, as águas que vinham rio abaixo se amontoaram deixando em seco o seu leito a partir daquele ponto até o mar Morto onde o rio desemboca. Os sacerdotes pararam no meio do leito do rio, e o povo todo passou em seco para o outro lado, com tudo o que tinham.
Antes dos sacerdotes saírem, dois monumentos de pedra foram construídos, de doze pedras cada um, cada pedra sendo levantada do fundo do rio por um representante de uma tribo.
O primeiro monumento foi construído no ponto em que os sacerdotes se encontravam, com a arca, por ordem de Josué: era um memorial aos filhos de Israel para lembrarem que as águas do rio Jordão foram cortadas diante da arca da aliança do SENHOR.
O segundo, por ordem do SENHOR, foi erigido em Gilgal, o local em que os israelitas haviam se alojado para passar a noite depois de atravessar o rio:
  1. Para que seus filhos (e descendentes) soubessem que Israel havia passado em seco aquele Jordão,
  2. Para que todos os povos da terra conhecessem que a mão do SENHOR é forte, e
  3. Para que temessem ao SENHOR seu Deus todos os dias.
Tendo em vista o simbolismo do rio Jordão em relação a Cristo, não é difícil estender a analogia para os dois monumentos de doze pedras cada um:
- As doze pedras colocadas no leito do rio, por instrução de Josué, representam a morte de Cristo, que deu a sua vida por todo aquele que nEle crê. Também representam a morte para o pecado de todo o crente em Cristo (Romanos 6:2-3). As doze pedras foram colocadas nas águas da morte. O crente em Cristo é também batizado por imersão nas águas da morte.
- As doze pedras tiradas do Jordão por ordem do SENHOR e empilhadas em Gilgal ("rolando") nos lembram do poder de Deus que ressuscitou da morte o seu Filho, Jesus Cristo. Da mesma forma, é pelo Seu poder que somos ressuscitados com Cristo, feitos nova criação, para andar em novidade de vida, justificados do pecado, vivendo para Deus (Romanos 6:4-11).
O significado principal do substantivo batismo e do verbo batizar, examinando sua origem grega, é identificação. Somos identificados com Cristo na Sua morte; quando Ele morreu, foi por nós; Sua morte foi a nossa morte; quando Ele ressuscitou da morte, nós ressuscitamos da morte; e hoje estamos ligados a um Cristo que vive. É somente na medida em que estamos ligados a Ele, que gozamos das bênçãos espirituais que Ele nos dá.
Quando os israelitas atravessaram o rio, eles passaram a ter sua pátria na terra prometida, eternamente identificados com ela. Também o crente em Cristo está assentado nos lugares celestiais em Cristo Jesus (Efésios 2:6), e tem a sua pátria nos céus (Filipenses 3:20). Estamos eternamente identificados com ela, sendo seus embaixadores no mundo (2 Coríntios 5:20).
O rio Jordão é um tipo da morte de Cristo - não da nossa morte física!

O TERCEIRO AI - OS DIAS DA SÉTIMA TROMBETA


APOCALIPSE 11:15 to 12:17

A narrativa continua, vindo agora o terceiro ai com o tocar da sétima trombeta pelo sétimo anjo, introduzindo a segunda metade do período da tribulação.
Ela abrange a grande tribulação de Israel, as bestas, as proclamações dos três anjos, o julgamento da colheita, o julgamento das sete taças, a destruição da Babilônia Mistério e da Grande Babilônia. Termina com a volta de Cristo, e a sua vitória sobre os rebeldes preparando o mundo para o Milênio.
Tendo já em vista essa conclusão, haverá a proclamação por grandes vozes no céu que Cristo tomou posse do seu reino sobre o mundo; a proclamação é seguida pela adoração dos vinte e quatro anciãos, antecipando o julgamento final da humanidade (que virá depois do milênio - capítulo 20).
O santuário de Deus e a arca da aliança mencionados aqui se acham no céu: os que se encontravam na terra eram cópia e sombra deles. A arca da aliança na terra era um símbolo de Cristo (Hebreus 8:5), contendo (Hebreus 9:4):
  1. as táboas do Testemunho lavradas por Moisés e gravadas com a Lei de Deus (Êxodo 34:1); este era o padrão de conduta perfeita exigido por Deus, cumprido por Cristo que viveu sem pecado (Hebreus 4:15);
  2. uma urna de ouro contendo o maná, o pão do céu , figura de Cristo (João 6:31-33).
  3. a vara de Arão indicando a autoridade divina para o sacerdócio (Números 17:10); Cristo é o nosso sacerdote (Hebreus 10:10, 12).
  4. a tampa com os querubins, de ouro, chamada de propiciatório, sobre a qual se derramava o sangue do sacrifício na presença de Deus, simbolicamente representada entre os dois querubins. Cristo é a propiciação pelos nossos pecados (1 João 2:2; 4:10).
Novamente a presença de Deus se faz evidenciar pelos relâmpagos, vozes, trovões e terremoto, aos quais é acrescentada uma grande saraivada. A esta altura João vê dois sinais (símbolos) no céu, dos quais nos é dada a interpretação, ou no próprio texto, ou em outras partes da Escritura.
mulher é símbolo da nação de Israel. A nação de Israel é frequentemente representada como uma mulher nas profecias, e até mesmo como a esposa do SENHOR (Isaias 54). A Bíblia nos diz que, num sonho, José viu seu pai Jacó como o sol, sua mãe como a lua, seus onze irmãos como estrelas (Gênesis 37:9-10). Deus pôs inimizade entre a semente da serpente e a da mulher, e com dor a mulher dará à luz os seus filhos (Gênesis 3:15-16). De uma mulher da nação de Israel nasceu o seu filho varão, o Senhor Jesus.
dragão é um símbolo do diabo (que significa difamadorcaluniador), ou Satanás (v.9). Sua cor vermelha nos lembra um assassino coberto de sangue (João 8:44). Cabeça significa autoridade, chifre representa poder e diadema, conquista. O número sete indica que está completo, perfeito, divino - divindade falsa no caso dele (2 Coríntios 4:4). O número dez nos fala de multiplicidade.
As estrelas do céu são criaturas celestiais (Jó 38:7, Daniel 8:10), das quais Satanás subverteu um terço quando se rebelou contra Deus. Satanás se deteve diante da nação de Israel, e procurou destruir o seu Filho - o Messias - assim que nascesse, usando também os Seus inimigos que ali estavam (Herodes procurou matá-lO em sua infância, Satanás O tentou no deserto, os judeus procuraram apedrejá-lO durante o Seu ministério).
Mas o Filho foi arrebatado para Deus até ao seu trono: Ele ascendeu ao céu depois de dar a Sua vida santa como preço pela redenção de pecadores, estando agora no seu trono, e voltará para reger as nações com cetro de ferro.
Entre o fim do versículo 5 e princípio do versículo 6 do capítulo 12 há um intervalo, não mencionado aqui, que vai desde a ascenção do Senhor Jesus até o soar da sétima trombeta, no meio do período de sete anos de tribulação.
Nesta ocasião a nação de Israel (a mulher), fugirá para o deserto (Jordânia, onde os antigos reinos de Moabe, Edom e Amom estavam), e ficará ali durante os últimos três anos e meio de tribulação, debaixo da proteção divina (Daniel 11:41). Mais detalhes adiante.
Miguel (Quem é Como Deus?) é o único anjo chamado arcanjo na Bíblia (Judas 9), e se distingue por ser um dos primeiros príncipes e um que protege a nação de Israel (Daniel 10:13,21, 12:1). Ele é o líder de um exército de anjos que lutará contra Satanás e os seus anjos, provavelmente também na metade da tribulação.
Satanás é atualmente o príncipe da potestade do ar (Efésios 2:2), o líder das forças espirituais do mal, nas regiões celestes (Efésios 6:11-12), o acusador que acusa os irmãos de dia e de noite, diante do nosso Deus (Apocalipse 12:10). Sua posição é tão alta que mesmo o arcanjo Miguel não se atreveu a insultá-lo (Judas 9). Sua condenação virá porque se ensoberbeceu (1 Timóteo 3:6) querendo ser semelhante ao Altíssimo (Ezequiel 28:16-17, Isaias 14:13-14).
Satanás perderá a batalha e será expulso do céu, com seus anjos; na terra o povo de Deus o vence recorrendo ao sangue remidor de Cristo, à evangelização acompanhada por retidão de vida, e à sua disposição a fazer qualquer sacrifício por Cristo, inclusive a morte ( ver Efésios 6:10-17).
Satanás será lançado à terra com o seu bando, disposto a causar o maior estrago possível porque sabe que pouco tempo lhe resta: ele conhece as Escrituras muito bem! Seu primeiro alvo será a nação de Israel (a mulher).
Mas Deus, de forma milagrosa, a protege (Mateus 24:15-22) dando-lhe duas asas da grande águia (Êxodo 19:4) mediante as quais ela vai para o seu lugar no deserto. Segundo as Escrituras, o lugar que lhe pertence no deserto está no deserto de Moabe, agora Jordânia, ao sul do mar Morto, onde durante quarenta anos o SENHOR os alimentou e protegeu depois que deixaram o Egito e antes de entrarem na terra de Canaã. A água como um rio provavelmente representa um exército, que será engolido pelo deserto.
A essa altura haverá ainda muitos crentes judeus espalhados pelo mundo, os restantes da descendência da mulher, que não estarão em Israel e não se refugiarão nas montanhas. Satanás se empenhará em destrui-los, através da besta, ou anticristo, descrito no capítulo seguinte, dando assim início à Grande Tribulação de Israel.

O Simbolismo da Arca da Aliança

"Também farão uma arca de madeira de acácia; de dois côvados e meio será o seu comprimento, de um côvado e meio, a largura, e de um côvado e meio, a altura. De ouro puro a cobrirás; por dentro e por fora a cobrirás e farás sobre ela uma bordadura de ouro ao redor. Fundirás para ela quatro argolas de ouro e as porás nos quatro cantos da arca: duas argolas num lado dela e duas argolas noutro lado. Farás também varais de madeira de acácia e os cobrirás de ouro; meterás os varais nas argolas aos lados da arca, para se levar por meio deles a arca. Os varais ficarão nas argolas da arca e não se tirarão dela. E porás na arca o Testemunho, que eu te darei." (Ex 25:10-16)

A arca da aliança é o utensílio mais importante do tabernáculo, simbolizando a santa presença de Deus (Nm 10:33-36) e a Sua aliança com o Seu povo (Js 3:3).

O termo hebraico freqüentemente utilizado para descrever a arca é 'ârôn, que também pode ser traduzido como baú ou caixão. A Bíblia faz referência à arca de algumas formas diferentes, tais como:
  • Arca do Senhor (Js 4:11)
  • Arca de Deus (1 Sm 3:3)
  • Arca da Aliança (Nm 10:33)
  • Arca do Testemunho (Ex 25:22)
  • Arca da Tua fortaleza (Sl 132:8)
  • Arca Santa (2 Cr 35:3)
A arca e os atributos de Deus
Como símbolo da presença de Deus e de Sua aliança com Seu povo, a arca revela-nos verdades preciosas a respeito de maravilhosos atributos divinos. O maior brilho da arca, com certeza, não era o ouro puro com a qual era coberta; mas a sublime majestade do caráter do Senhor revelada nela. Assim sendo, pensaremos em alguns desses atributos.

O Deus digno de total adoração
"Farás dois querubins de ouro; de ouro batido os farás, nas duas extremidades do propiciatório; um querubim, na extremidade de uma parte, e o outro, na extremidade da outra parte; de uma só peça com o propiciatório fareis os querubins nas duas extremidades dele. Os querubins estenderão as asas por cima, cobrindo com elas o propiciatório; estarão deles de faces voltadas uma para a outra, olhando para o propiciatório. Porás o propiciatório em cima da arca;" (Ex 25:18-21a)

A tampa da arca era chamada de propiciatório (do qual falaremos pormenorizadamente depois). Acima dele ficavam dois querubins de ouro, também chamados de "querubins de glória" (Hb 9:5), os quais estavam posicionados um defronte ao outro e olhavam para o propiciatório, trazendo uma impressão de estarem curvados, ou seja, em uma posição de reverência e adoração.

De fato, o Deus do tabernáculo é totalmente digno de adoração. As criaturas celestiais o adoram (Hb 1:6b). Os demônios prostram-se perante Ele (Mc 5:6). A natureza toda proclama a Sua glória (Sl 19:1-6). Seus redimidos, ao redor de toda a terra, adoram o Seu nome em espírito e em verdade (Jo 4:23). Até mesmo os incrédulos, que perecerão eternamente sob a ira de Deus, naquele grande e terrível dia, terão de dobrar os seus joelhos perante o Senhor Jesus Cristo (Fp 2:10). Somente Ele é digno de ser adorado, pois não há outro semelhante a Ele (Is 43:10).

Aos homens, cabe a responsabilidade adorá-Lo. Deus criou a humanidade, bem como todas as coisas, para Sua própria glória (Rm 11:36), de modo que o maior crime do universo é negar-Lhe adoração. O nosso Deus é infinito e infinitamente digno da adoração de seus criaturas; portanto, rebelar-se contra Ele torna a criatura infinitamente culpada.

Deve-se observar, contudo, que adorar ao Senhor trata-se também de um grande privilégio. Que gozo indizível é trazido à alma humana, quando esta é levada a contemplar a formosura do Senhor! Davi compreendeu-o muito bem, a ponto de exclamar: "Tu me farás ver os caminhos da vida; na Tua presença, há plenitude de alegria; na Tua destra, delícias perpetuamente" (Sl 16:11). Negar-Lhe adoração não é somente o crime mais estúpido, mas também a maior tolice que qualquer ser humano pode cometer.

O Deus justo
"E porás na arca o Testemunho, que Eu te darei" (Ex 25:16)

O Testemunho refere-se às tábuas dos dez mandamentos, dados por Deus a Moisés, conforme o relato de Exôdo 20. A lei revela a perfeita justiça do caráter de Deus; Ele é aquele que não pode praticar o mal (Tg 1:13) e que é santíssimo (Is 6:3), não podendo suportar a injustiça (Hc 1:13). Ele próprio é o padrão absoluto de justiça.

Dessa forma, assim como Ele é justo, também exige que os homens o sejam. Jesus disse: "Sede vós perfeitos como perfeito é o vosso Pai celeste" (Mt 5:48). Ele exige um cumprimento total de Sua lei, não admitindo uma falha sequer, como Tiago nos explica:"qualquer que guarda toda a lei, mas tropeça em um só ponto, se torna culpado de todos" (Tg 2:10). Além disso, as Escrituras ainda afirmam que "ao culpado [Deus] não tem por inocente" (Ex 34:7).

Oh, que justiça perfeita, que padrão elevado! Que homem poderia alcançá-lo?

O Deus misericordioso
"Farás também um propiciatório de ouro puro; porás o propiciatório em cima da arca" (Ex 25:17,21)

A arca fala da justiça de Deus, deixando-nos perplexos com o fato de que o homem está infinitamente distante do padrão de justiça estabelecido por Deus. Enquanto Deus é todo justiça, o ser humano é todo pecado. Diz a Bíblia que "não há um justo, nem um sequer; todos pecaram e carecem da glória de Deus" (Rm 3:10,23).

Como, pois, resolver-se o problema do homem, de modo que este possa aproximar-se de Deus e ter comunhão com Ele? Como pode Deus ser justo e misericordioso? Só há uma resposta: através da propiciação, feita pelo sangue de Jesus.

A Bíblia diz que Jesus Cristo, sendo Deus, assumiu a natureza humana, tornando-se semelhante a nós, porém sem pecado (Fp 2:7). Ele viveu uma vida totalmente íntegra, em irrepreensível obediência à lei de Deus (Mt 5:17), oferecendo-se a Si mesmo em sacrifício perfeito pelos pecados de incontáveis pecadores e obtendo em favor deles uma "eterna redenção" (Hb 9:12), mediante seu próprio sangue. Dessa maneira, a justiça de Deus foi satisfeita com a punição do pecado, bem como a Sua ira foi aplacada, de modo que Deus pode livremente, com base na obra de Jesus Cristo, declarar os crentes como plenamente justos. Aconteceu o que Paulo disse aos Coríntios: "Aquele que não conheceu pecado, O fez pecado por nós, para que Nele fôssemos feitos justiça de Deus" (2 Co 2:21).

A esta grande obra de Jesus em favor de Suas ovelhas dá-se o nome de propiciação. O apóstolo Paulo fala desta obra nos seguintes termos, em uma passagem que talvez seja o melhor retrato do Evangelho na Bíblia: "Mas agora, sem lei, se manifestou a justiça de Deus testemunhada pela lei e pelos profetas; justiça de Deus mediante a fé em Jesus Cristo, para todos e sobre todos os que crêem; porque não há distinção, pois todos pecaram e carecem da glória de Deus, sendo justificados gratuitamente, por sua graça, mediante a redenção que há em Cristo Jesus, a quem Deus propôs, no seu sangue, como propiciação, mediante a fé, para manifestar a sua justiça, por ter Deus, na sua tolerância, deixado impunes os pecados anteriormente cometidos; tendo em vista a manifestação da sua justiça no tempo presente, para ele mesmo ser justo e justificador daquele que tem fé em Jesus" (Rm 3:21-26)

A fim de tornar mais clara a idéia da propiciação, segue uma explicação elucidativa de D. Martin Lloyd Jones: "O que significa propiciação? O que é propiciar? Significa apaziguar, aplacar, afastar a ira. O Dr. John Owen, aquele grande puritano, dizia que há quatro coisas que são elementos essenciais de qualquer propiciação, e aqui estão elas: uma ofensa que deve ser eliminada; uma pessoa ofendida que deve ser pacificada; um ofensor, uma pessoa culpada de praticar a ofensa; um sacrifício ou algum outro meio de se fazer expiação pela ofensa".

Assim, a arca da aliança também revela-nos, através do propiciatório, um Deus justo e também cheio de terna misericórdia! Graças a Deus!

Conclusão
É impressionante a profundidade do simbolismo da arca da aliança, revelando a beleza de Deus. Também poderia ter sido dito sobre o maná e o bordão de Arão (Hb 9:4), que mostram o sustento que Deus nos concede durante a peregrinação cristã e como Ele nos ornamenta com benditas graças espirituais.

Por fim, como conclusão, não poderíamos deixar de mencionar a localização da arca. Ela ficava localizada em um lugar chamado "Santos dos Santos" ou "Lugar Santíssimo", o qual era escondido atrás de um véu (Hb 9:2-4). Este véu separava o Santo dos Santos do restante do tabernáculo, sendo um claro símbolo da separação que o pecado causou entre o homem e Deus, como é dito no profeta Isaías: "As vossas iniqüidades fazem separação entre vós e o vosso Deus; e os vossos pecados encobrem o Seu rosto de vós, para que vos não ouça" (Is 59:2).

A boa notícia do Evangelho é que este véu foi rasgado por Jesus Cristo, nosso Sumo Sacedore eterno. Ele "entrou no Santo dos Santos, uma vez por todas, tendo obtido eterna redenção" (Hb 9:12). No momento em que Jesus, sangrando sobre o madeiro, deu seu último brado e entregou seu espírito, "o véu do santuário se rasgou em duas partes de alto a baixo" (Mt 27:51). O caminho para Deus foi aberto para todos aqueles que crerem no nome de Jesus Cristo. O sacrifício foi aceito; a propiciação, efetuada; tudo estava consumado!

Tendo estas verdades em mente, "acheguemo-nos, portanto, confiadamente, junto ao trono da graça, a fim de recebermos misericórdia e acharmos graça para socorro em ocasião oportuna" (Hb 4:16). Louvado seja o nome do Senhor por tão gloriosas verdades!



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A Arca da Aliança

arca-da-alianca-1A Arca da Aliança é descrita na Bíblia como o objeto em que as tábuas dos Dez mandamentos teriam sido guardadas, e também como veículo de comunicação entre Deus e seu povo escolhido. A Arca foi objeto de veneração entre os hebreus até seu desaparecimento, especula-se que ocorreu na conquista de Jerusalém por Nabucodonosor,  o profeta Jeremias foi o responsável por esconder a Arca.
Origem
A Arca é primeiro mencionada no livro do Êxodo. Sua construção é orientada por Moisés, que por sua vez recebera instruções divinas quanto à forma e tamanho do objeto. Na Arca estavam guardadas as duas tábuas da lei; a vara de Aarão; e um vaso do maná. Estas três coisas representavam a aliança de Iahweh com o povo de Israel, para judeus e cristãos a Arca não era só uma representação, mas era a própria presença de Deus.
Construção
A bíblia descreve a Arca da Aliança (Êxodo 25:10 a 16) da seguinte forma: caixa e tampa de madeira de acácia, com 2 côvados e meio de comprimento (um metro e onze centímetros ou 111cm), e um côvado e meio de largura e altura (66,6 cm). Cobriu-se de ouro puro por dentro e por fora.
Para transportá-la foram colocadas quatro argolas de ouro puro, cada uma, nas quatro laterais da mesma, duas de um lado e duas do outro, para que varais pudessem ser encaixados. As varas para este transporte eram de acácia também e toda recoberta de ouro puro. As varas eram metidas nas argolas de ouro e assim a Arca da Aliança era transportada pelo meio do povo. Os varais não podiam ser retirados da arca após sua colocação.
Sobre a tampa, chamada Propiciatório “o Kapporeth”(Êxodo 25: 17 a 22), foram esculpidos dois querubins de ouro ajoelhados de frente um do outro, com os rostos voltados um para o outro, com as asas esticadas para frente, tocando-se na extremidade. Suas faces eram voltadas uma para a outra e as asas cobriam o propiciatório encontrando-se como um arco. Esta peça era uma peça só, não sendo fundidas em separado. Segundo relato do verso 22, Deus se fazia presente no propiciatório no meio dos dois Querubins de ouro em uma presença misteriosa que os Judeus chamavam Shekinah ou presença de Deus.
Foi colocado dentro da Arca as Tábuas com os Dez Mandamentos escritos por Deus, um pote com Maná e o Cajado de Arão que floresceu.
A Arca fazia parte do conjunto do Tabernáculo, com outras tantas especificações. Ela ficaria repousada sobre um altar também de madeira coberto de ouro, com uma coroa de ouro ao redor. Como os hebreus ainda vagavam pelo deserto no momento da construção da arca, esta precisava ser carregada, e por isso a previsão para os varais. Somente os sacerdotes poderiam transportar a arca ou tocá-la e no dia da expiação, quando o Shekiná se manifestava, somente o Sumo-Sacerdote poderia adentrar no templo. Estando ele em pecado, morreria instantaneamente.
Outros relatos Bíblicos se referem ao roubo da arca por outros povos inimigos de Israel, que sofreram chagas e doenças enquanto tinham a arca em seu poder. Homens que a tocavam que não eram levitas ou sacerdotes morriam instantaneamente.

Função e simbologia
A partir do momento em que as tábuas dos Dez Mandamentos foram repousadas no interior da Arca e esta foi fechada, ela é tratada como o objeto mais sagrado, como a própria representação de Deus na Terra. A Bíblia relata complexos rituais para se estar em presença da Arca dentro do Tabernáculo (o que normalmente era feito por Moisés ou algum sacerdote levita).
Segundo os relatos, Deus revelava-se como uma figura etérea que se manifestava sobre os querubins que esticavam suas asas sobre a Arca. Tocar a Arca era um ato de atrevimento punido severamente, e a Bíblia conta de alguns casos em que pessoas tiveram morte instantânea apenas por tocar na Arca (em I Samuel, um israelita tenta agarrar a Arca que está caindo no chão, e mesmo assim é morto). Os varais permitiriam que ela fosse transportada sem que fosse tocada.
A Arca como instrumento de guerra
A Arca representava o próprio Deus entre os homens. A crença na presença ativa de Deus fez com que os hebreus, por várias vezes, carregassem a Arca à frente de seus exércitos nas batalhas realizadas durante a conquista de Canaã. Inicialmente, a presença da Arca era suficiente para que pequenos contingentes hebreus aniquilassem exércitos cananeus inteiros, e quando os comandantes hebreus dispensavam a Arca, sofriam derrotas desastrosas.
Ainda restava o assentamento de sete Tribos de Israel na Terra de Canaã para que a conquista estivesse completa, quando Josué determinou a construção de um Tabernáculo permanente na cidade de Siló, onde a Arca ficaria protegida.
A captura da Arca pelos Filisteus e seu retorno
Nos últimos anos do período dos Juízes de Israel, a Arca da Aliança era guardada em Siló pelo sacerdote Eli, e seus filhos Hofni e Finéias. O profeta Samuel era jovem, e recebera uma revelação divina condenando Eli e seus filhos à desgraça, por causa de crimes cometidos por seus filhos.
Neste tempo, segundo o relato bíblico, os filisteus invadiram a Palestina, vencendo o exército israelita próximo à localidade de Ebenézer. Os israelitas, vendo-se em situação adversa, apelaram para a Arca, e a trouxeram de Siló. A maldição sobre Eli teria tido lugar, pois a Arca não surtiu efeito na batalha: os israelitas foram derrotados, e a Arca foi capturada. Os filhos de Eli foram mortos. Eli, ao saber da notícia, caiu de sua cadeira e morreu com o pescoço quebrado.
Os filisteus teriam tomado a Arca como butim de guerra, e a levaram ao templo de Dagom, em Asdode. O relato bíblico conta que a simples presença da Arca naquele local foi o suficiente para que coisas estranhas ocorressem: por duas vezes, a cabeça da estátua de Dagom apareceu cortada. Em seguida, moléstias (hemorroidas, especificamente, além de um surto de ratos) teriam assolado a população de Asdode, inclusive príncipes e sacerdotes filisteus, o que fez com que os príncipes daquela cidade enviassem a Arca a Ecrom, outra cidade filisteia. Porém, em Ecrom a população reagiu negativamente à presença da Arca, e a enviou de volta ao território de Israel numa carroça. O tempo de permanência da Arca na Filístia teria sido de sete meses.
A carroça, puxada por vacas, parou em Bete-Semes, onde foi recebida por um certo Josué (personagem diferente do Josué, comandante da Conquista de Canaã). Os bete-semitas, movidos pela curiosidade, olharam para o interior da Arca, e morreram instantaneamente. Em seguida, foi transportada para Quireate-Jearim, onde ficou aos cuidados de Eleazar por 20 anos.
A Arca em Jerusalém e o Templo de Salomão
No início de seu reinado Davi ordenou que a Arca fosse trazida para Jerusalém, onde ficaria guardada em uma tenda permanente no distrito chamado Cidade de Davi. Com o passar do tempo, Davi tomou consciência de que a Arca, para ele símbolo da presença de Deus na Terra, habitava numa tenda, enquanto ele mesmo vivia em um palácio. Então Davi começou a planejar e esquematizar a construção de um grande Templo. Entretanto, esta obra passou às mãos de seu filho Salomão.
No Templo, foi construído um recinto (chamado na Bíblia de “oráculo”) de cedro, coberto de ouro e entalhes, dois enormes querubins de maneira à semelhança dos que havia na Arca, com um altar no centro onde ela repousaria. O recinto passou a ser vedado aos cidadãos comuns, e somente os levitas e o próprio rei poderiam se colocar em presença da Arca.
Desaparecimento
A Arca permaneceu como um dos elementos centrais do culto a Deus praticado pelos israelitas durante todo o período monárquico, embora poucas referências sejam feitas a ela entre os livros de Reis e Crônicas.
Em 587 a.C (ou [[607 a.C, segundo alguns estudiosos), Nabucodonosor, rei da Babilônia, invadiu o reino de Judá e tomou a cidade de Jerusalém. O relato bíblico menciona um grande incêndio que teria destruído todo o templo. A Arca desaparece completamente da narrativa a partir desse ponto, e o próprio relato é vago quanto ao seu destino.
Para os católicos e para os judeus que se utilizam da Septuaginta, Sagradas Escrituras na versão grega dos LXX, o desaparecimento da Arca é narrado no livro de II Macabeus, não aceito pelos protestantes. Nessa situação o profeta Jeremias haveria mandado que levassem a Arca até o monte Nebo para ali a escondeu em uma caverna (2 Mac 2).
“O escrito mencionava também como o profeta, pela fé da revelação, havia desejado fazer-se acompanhar pela arca e pelo tabernáculo, quando subisse a montanha que subiu Moisés para contemplar a herança de Deus. No momento em que chegou, descobriu uma vasta caverna, na qual mandou depositar a arca, o tabernáculo e o altar dos perfumes; em seguida, tapou a entrada. Alguns daqueles que o haviam acompanhado voltaram para marcar o caminho com sinais, mas não puderam achá-lo. Quando Jeremias soube, repreendeu-os e disse-lhes que esse lugar ficaria desconhecido, até que Deus reunisse seu povo e usasse com ele de misericórdia. Então revelará o Senhor o que ele encerra e aparecerá a glória do Senhor como uma densa nuvem, semelhante à que apareceu sobre Moisés e quando Salomão rezou para que o templo recebesse uma consagração magnífica.” (2 Mac, 2, 4-7)
A busca pela Arca
A Arca da Aliança desapareceu da narrativa bíblica depois do incêndio ao Templo. Por isso, não há certezas da sua existência nem da sua destruição. É possível que, antes de atear fogo ao Templo, os soldados de Nabucodonosor tenham tomado todos os objetos de valor (incluindo a arca coberta de ouro) e a levado como prêmio pela conquista. Uma vez em posse dos babilônicos, ela pode ter sido destruída para se obter o ouro, ou ter sido conservada como troféu. Babilônia também foi conquistada posteriormente por persas, macedônios, partos e outros tantos povos, e seus tesouros (incluindo possivelmente a Arca) podem ter tido incontáveis destinos possíveis.
De qualquer modo, ela tem sido um dos tesouros arqueológicos mais cobiçados pela humanidade, e inúmeras expedições à Mesopotâmia e à Palestina foram realizadas, sem sucesso. Existem hoje em vários museus réplicas da Arca baseadas nas descrições bíblicas, mas a verdadeira jamais foi encontrada.
Leia também: Os Mandamentos de Deus
Corre uma estória entre alguns de que a Arca teria sido retirada do templo e escondida em um lugar seguro antes que os invasores a capturassem. É possível que tal estória seja verdadeira devido ao fato de que a Arca era o objeto mais valioso e importante em todo o Israel, sendo razoável acreditar que a primeira providência dos judeus, após o início do ataque dos invasores, tenha sido transportar, de forma discreta, a Arca para um local seguro. Segundo essa estória, que alguns chamam de lenda, a Arca encontra-se atualmente guardada por pessoas de confiança dos antigos.
O cineasta George Lucas inspirou-se na busca pela Arca para o roteiro de seu filme ”Indiana Jones e os Caçadores da Arca Perdida”.
O propósito do tabernáculo era alojar a Arca na qual foram colocadas as tábuas dos Dez Mandamentos.
A Arca tinha 2 1/2 côvados x 11/2 côvado, um baú de madeira retangular com sua tampa, o Propiciatório,
com os Querubins da glória um de frente ao outro com suas asas estendidas. O sangue era aspergido abaixo,
entre os anjos do juízo, que estavam olhando. Quando eles viam o sangue, a ira de Deus era aplacada.
A Arca foi revestida de ouro puro e tinha uma coroa de ouro.
Apenas uma vez por ano, no Yom Kippur, o Sumo Sacerdote poderia ir além do véu. O véu separou o homem do Santo dos Santos. Estava atrás deste véu, um cômodo de 10 côvados quadrados, chamado de Santo dos Santos, que era a parte mais sagrada de toda a estrutura do tabernáculo. Esta era a Arca da Aliança, que foi mencionada primeiro, antes de toda a mobília no tabernáculo. A tampa em cima da arca era conhecida como o Propiciatório, que foi considerado uma parte separada da mobília, mas era um com a arca. A arca estava no centro do acampamento, e a nuvem da glória era vista sobre o propiciatório, na parte mais interior do tabernáculo.

Ex 25,10-22: “Também farão uma arca de madeira de acácia; o seu comprimento será de dois côvados e meio, e a sua largura de um côvado e meio, e de um côvado e meio a sua altura. E cobri-la-á de ouro puro; por dentro e por fora a cobrirás; e farás sobre ela uma coroa de ouro ao redor; E fundirás para ela quatro argolas de ouro, e as porás nos quatro cantos dela, duas argolas num lado dela, e duas argolas noutro lado. E farás varas de madeira de acácia, e as cobrirás com ouro. E colocarás as varas nas argolas, aos lados da arca, para se levar com elas a arca. As varas estarão nas argolas da arca, não se tirarão dela.Depois porás na arca o testemunho, que eu te darei.
Também farás um propiciatório de ouro puro; o seu comprimento será de dois côvados e meio, e a sua largura de um côvado e meio. Farás também dois querubins de ouro; de ouro batido os farás, nas duas extremidades do propiciatório. Farás um querubim na extremidade de uma parte, e o outro querubim na extremidade da outra parte; de uma só peça com o propiciatório, fareis os querubins nas duas extremidades dele. Os querubins estenderão as suas asas por cima, cobrindo com elas o propiciatório; as faces deles uma defronte da outra; as faces dos querubins estarão voltadas para o propiciatório. E porás o propiciatório em cima da arca, depois que houveres posto na arca o testemunho que eu te darei. E ali virei a ti, e falarei contigo de cima do propiciatório, do meio dos dois querubins (que estão sobre a arca do testemunho), tudo o que eu te ordenar para os filhos de Israel.”
Depois porás na arca o testemunho, que eu te darei. Também farás um propiciatório de ouro puro; o seu comprimento será de dois côvados e meio, e a sua largura de um côvado e meio. Farás também dois querubins de ouro; de ouro batido os farás, nas duas extremidades do propiciatório. Farás um querubim na extremidade de uma parte, e o outro querubim na extremidade da outra parte; de uma só peça com o propiciatório, fareis os querubins nas duas extremidades dele. Os querubins estenderão as suas asas por cima, cobrindo com elas o propiciatório; as faces deles uma defronte da outra; as faces dos querubins estarão voltadas para o propiciatório. E porás o propiciatório em cima da arca, depois que houveres posto na arca o testemunho que eu te darei. E ali virei a ti, e falarei contigo de cima do propiciatório, do meio dos dois querubins (que estão sobre a arca do testemunho), tudo o que eu te ordenar para os filhos de Israel.”
A arca era um baú de madeira retangular (madeira de acácia) revestido com puro ouro, por dentro e por fora. Tendo 2,5 côvados de comprimento por de 1,5 côvados de altura (1,15 x 0,70 m) tinha uma moldura de ouro, ou coroa ao redor do topo (no hebraico¸ uma palavra diferente da usada para a beira do altar de incenso).
A arca estava no chão sujo do Santo dos Santos, com suas quatro argolas de ouro onde as varas de ouro eram inseridas, e mantidas ali, em posição de partida.
Dentro da arca haviam 3 coisas. As 2 tábuas da Lei.
Um pote dourado com o maná e a vara de Arão que floresceu.
A Arca da aliança era onde justiça de Deus, o seu juízo para o pecado eram satisfeitos. Existem quase 200 referências no Antigo Testamento sobre a Arca. Aqui estão alguns nomes mencionados nas Escrituras para a Arca da Aliança:
Seus Nomes
Ex 25:22 ” E ali virei a ti, e falarei contigo de cima do propiciatório, do meio dos dois querubins (que estão sobre a arca do testemunho), tudo o que eu te ordenar para os filhos de Israel.”
Js 3:6 ” E falou Josué aos sacerdotes, dizendo: Levantai a arca da aliança, e passai adiante deste povo. Levantaram, pois, a arca da aliança, e foram andando adiante do povo.”
Js 3:13 ” Porque há de acontecer que, assim que as plantas dos pés dos sacerdotes, que levam a arca do Senhor, o Senhor de toda a terra, repousem nas águas do Jordão, se separarão as águas do Jordão, e as águas, que vêm de cima, pararão amontoadas.”
1Sm 5,7 ” Vendo então os homens de Asdode que assim foi, disseram: Não fique conosco a arca do Deus de Israel; pois a sua mão é dura sobre nós, e sobre Dagom, nosso deus.”
2Cr 6,41 ” Levanta-te, pois, agora, Senhor Deus, para o teu repouso, tu e a arca da tua fortaleza; os teus sacerdotes, ó Senhor Deus, sejam vestidos de salvação, e os teus santos se alegrem do bem.”
2Cr 35,3 ” E disse aos levitas que ensinavam a todo o Israel e estavam consagrados ao Senhor: Ponde a arca sagrada na casa que edificou Salomão, filho de Davi, rei de Israel; não tereis mais esta carga aos ombros; agora servi ao Senhor vosso Deus, e ao seu povo Israel.”
Sl 78,60-61 ” Por isso desamparou o tabernáculo em Siló, a tenda que estabeleceu entre os homens. E deu a sua força ao cativeiro, e a sua glória à mão do inimigo.”
Seu Conteúdo
1) As 2 tábuas de pedra (Os 10 Mandamentos)
É importante notar que a arca continha as duas tábuas do Decálogo (os Dez Mandamentos). Lembrando que Deus tinha feito uma aliança com Israel, mas o seu povo tinha quebrado. Por sua graça, Deus renovou a aliança, e ordenou que o registro (as tábuas de pedra) deveriam ser depositados na santa arca. O Livro da Aliança que tratava de outros aspectos da lei e das ordenanças, foi depositado ao lado da arca. Mas os 10 Mandamentos foram armazenados dentro da própria arca.
Ex 25,16 ” Depois porás na arca o testemunho, que eu te darei.”
2) um pote de ouro contendo um ômer de maná (Hb 9,4)
Também foram colocados dois outros artigos dentro da arca. Um deles era um pote contendo um ômer (3,6 litros) de maná (Hb 9,4) como um memorial da provisão de Deus:
Ex 16:32-33 ” E disse Moisés: Esta é a palavra que o SENHOR tem mandado: Encherás um ômer dele e guardá-lo-ás para as vossas gerações, para que vejam o pão que vos tenho dado a comer neste deserto, quando eu vos tirei da terra do Egito. Disse também Moisés a Arão: Toma um vaso, e põe nele um ômer cheio de maná, e coloca-o diante do Senhor para guardá-lo para as vossas gerações.”
Também era um tipo de Cristo que era o Pão Vivo que desceu de céu:
Jo 6,50-51 ” Este é o pão que desce do céu, para que o que dele comer não morra. Eu sou o pão vivo que desceu do céu; se alguém comer deste pão, viverá para sempre; e o pão que eu der é a minha carne, que eu darei pela vida do mundo.”
3) depois eles colocaram a vara de Arão que floresceu (Num 17)
O terceiro artigo colocado era a vara de Arão que da qual saíram brotos, floresceu e frutificou amêndoas maduras em uma única noite, como sinal da escolha de Deus por Arão para o sacerdócio (Hb. 9,4).
Num 17,7-8 ” E Moisés pôs estas varas perante o Senhor na tenda do testemunho. Sucedeu, pois, que no dia seguinte Moisés entrou na tenda do testemunho, e eis que a vara de Arão, pela casa de Levi, florescia; porque produzira flores e brotara renovos e dera amêndoas.”

Rafiq publica texto em defesa do Ap Roberto Torrecilhas . Defendendo o indefensável: Islam



 

Jihadistas Defendendo o Islam Invasor
No blog GRITOS DE ALERTA Ap Roberto Torrecilhas, (não conhecia nada sobre ele ate ler algo no blog Nova Cruzada), traz periodicamente, artigos que expõem a verdadeira cara do Islam no MUNDO (o Brasil esta incluído).
  Parabéns BISPO! Continue assim.
Mas o nosso “caro amigo” Jihadista Omar Israfil Dawud Bin Laden se sentiu “ofendidinho”, e fez beicinho porque o Bispo expôs a verdade crua e nua do Islam e postou uma RESPOSTA ao Bispo no blog dele. Eu tenho que admitir, o Omar tem uma habilidade invejável de falar muita besteira com poucas palavras.
Meu objetivo é dar uma RESPOSTA ao Jihadista. Alguns podem estar se perguntando porque eu estou pegando pesado no Omar e nos convertidos ao Islam. Alguns argumentam: Porque não tentar convence-los pelo “amor”? Alguns podem ate dizem que esta não foi a atitude de Jesus. Deixa-me esclarecer:
  1. Tudo o que eu escrevo é motivado pelo amor aos muçulmanos. Meu objetivo principal neste espaço não é tentar convencer os muçulmanos, mas ensinar a igreja que existem respostas para todos os ataques satânicos contra a igreja.
  2. O Omar e outros “revertidos” ao Islam, são exatamente iguais aos Escribas e Fariseus da época de Jesus. Jesus não mostrou compaixão por eles, pelas seguintes razões (Mateus 23): Jesus começa dizendo que devemos tomar cuidado com eles (Lucas20:46). POR QUE? Por que eles fecham as portas do Reino dos céus para os homens, não entram, e impedem outros de entrar (v.13). Depois de fazerem um convertido (Ex: Wellington), eles o transformam em “duas vezes mais filho do inferno” do que eles mesmos (v.15). Eles são cegos guiando cegos (v.16). Eles observam as coisas minúsculas da lei, mas não prestam atenção para o que é importante: a justiça, a misericórdia e a fidelidade. (v.23). Eles limpam o seu exterior, mas se esquecem de limpar o interior de onde vem toda a podridão humana (v.25). Eles sao como sepulcros pintados: “bonitos por fora, mas por dentro estão cheios de ossos e de todo tipo de imundície” (v.27). Jesus terminou o sermão dizendo: “Serpentes! Raça de víboras! Como vocês escaparão da condenação ao inferno?” (v.33). Jesus faz uma declaração estonteante: “Por isso, eu lhes estou enviando profetas, sábios e mestres”. Jesus declara que ELE envia PROFETAS. Somente Deus pode enviar profetas (v.34).
  3. Eu acredito que a maioria destes convertidos ao Islam, ja passaram do ponto que “NÃO TEM RETORNO”. Em Hebreus 6:4-6 diz: “Ora para aqueles que uma vez foram iluminados, provaram o dom celestial, tornaram-se participantes do Espírito Santo, experimentaram a bondade da palavra de Deus e os poderes da era que há de vir, e caíram, é impossível que sejam reconduzidos ao arrependimento; pois para si mesmos estão crucificando de novo o Filho de Deus, sujeitando-o à desonra pública.” Somente Deus sabe quando este ponto é cruzado, mas as evidencias mostram que este é o caso com estes homens.
Que Deus tenha misericórdia deles e traga alguns de volta antes que seja tarde demais. Esta esclarecido porque eu sou duro com eles? Então vamos de volta ao meu artigo.
Onde esta escrito TAWHID no Alcorão?
O Jihadista Omar começa usando a Palavra de Deus (Deuteronômio 13:6-10) para expor a sua ignorância. Mas vou inverter a ordem, eu vou mencionar Deuteronômio em um outro artigo. Leiam ate o final, tudo bem?
O nosso “amigo” diz com respeito a Trindade: “Diga-se de passagem que a tal trindade não é citada sequer uma única vez que seja na Bíblia”
Resposta: Me mostre onde aparece a palavra TAWHID, pelo menos UMA ÚNICA VEZ no Alcorão. Deixa-me emprestar as suas próprias palavras: “Diga-se de passagem que a tal TAWHID não é citada sequer uma única vez que seja no ALCORÃO”. Então meu querido, cale a boca antes de voce falar que a Trindade foi inventada.
Se a doutrina da Trindade foi inventada pelo fato da palavra não estar na Bíblia, então a doutrina da “Tawhid” também foi inventada, porque ela não se encontra no Alcorão.
Trindade foi descrita e não inventada!
Somente para esclarecer para os meus irmãos em Cristo, entendam que os muçulmanos dizem que a doutrina foi "inventada" no Concílio de Nicéia, no ano 325. Porem a verdade é que a doutrina foi FORMULADA ou descrita neste concilio. Por conta das heresias que estavam sendo “inventadas” sobre a pessoa de Jesus, a Igreja se reuniu para se estabelecer o que a BÍBLIA ensina sobre este tema. Eles não se reuniram para inventar, mas para CONFIRMAR o que a Bíblia sempre ensinou.
A doutrina da Trindade não tem nada em comum com os “conceitos religiosos pagãos”. A Trindade fala de UNIDADE na DIVERSIDADE. Deus é um ser complexo, impossível de ser descrito com palavras. Mas se vocês querem ler mais sobre a Trindade, por favor visitem meus artigos anteriores sobre a Trindade Introdução, Parte 1, Parte 2, Parte 3, Parte 4
Explicando I João 5:5-8
O Jihadista esta PARCIALMENTE certo com respeito ao verso de I João 5:7-8: “Porque três são os que testificam no céu: o Pai, a Palavra, e o Espírito Santo; e estes três são um. E três são os que testificam na terra: o Espírito, e a água, e o sangue; e estes três concordam num.”
Hoje em dia, a maioria das novas impressões da Bíblia, ja não trazem a frase “o Pai, a Palavra, e o Espírito Santo; e estes três são um.” POR QUE? Por que descobriu-se que aparentemente esta frase foi uma anotação que alguém fez na margem do texto. Entre os milhares de manuscritos da Bíblia, somente 5 tem esta adição. Algum copista pensou que a anotação fazia parte do texto original e o incluiu nas novas copias. O erro foi descoberto e a frase removida. Vocês não vêem nisso um ato de coragem e de honestidade? EU VEJO.
A doutrina da Trindade não esta baseada somente em UM VERSO. A Bíblia traz centenas de expressões tanto no AT e NT que ensinam sobre a Trindade:
Jesus disse: “Portanto, vão e façam discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo,” (Mateus 28:19)
Paulo disse: “... mediante o Espírito de Santidade ... a vocês, graça e paz da parte de Deus nosso Pai e do Senhor Jesus Cristo. (Romanos 1:4-7)
“A graça do Senhor Jesus Cristo, o amor de Deus e a comunhão do Espírito Santo sejam com todos vocês.” (2 Cor. 13:14)
Como o Jihadista explica os problemas do Alcorão?
Ele não explica! Ele foge do assunto. O Jihadista Omar bin Laden, nem sequer mencionou os problemas do Alcorão que tem problemas MAIORES. Sera que ele não precisa tirar o POSTE do olho do ISLAM antes de querer tirar o CISCO do Cristianismo?
Faltam versos no Alcorão
As fontes Islâmicas nos informam que existem vários versos FALTANDO no Alcorão. O caso mais interessante é o do VERSO DO APEDREJAMENTO. Ele não se encontra hoje no texto do Alcorão. Veja a historia em Bukhari Volume 8, 82, 816:
Narrado por Ibn Abbas: Umar disse: “Eu temo que depois de ter-se passado um logo tempo, as pessoas poderão dizer: “Nos não achamos os versos de Rajam (apedrejamento ate a morte) no Livro Santo”, e consequentemente eles poderão se DESVIAR deixando de fazer uma OBRIGAÇÃO que Allá tem revelado. Lo! Eu CONFIRMO que a penalidade de Rajam (apedrejamento) seja aplicada naquele que comete intercurso sexual ilícito, e se ele já for casado e se o crime for confirmado por testemunhas ou gravidez ou confissão”. Sufyan adicionou, “Eu MEMORIZEI esta narração nesta maneira.” Umar adicionou, “Seguramente o Apostolo de Allá cumpriu a penalidade do Rajam (apedrejamento), e todos nos também depois dele”.
O BODE que comeu o Alcorão
Encontramos no Sunan Ibn Majah, Livro do Nikah, Hadith 1934
“Narrado por Aisha: “O verso do apedrejamento e do AMAMENTAR DE UM ADULTO, foi revelado DEZ VEZES, e eles foram escritos em um papel e mantidos debaixo da cama. Quando o Mensageiro de Allá (SAWW) faleceu e nos estávamos preocupados com a sua morte, UM BODE ENTROU E COMEU O PAPEL.
Estes são apenas dois exemplos das centenas de versos que estão faltando no Alcorão. Quando sera que o Jihadista começara a explicar como eles ainda dizem que o Alcorão foi divinamente preservado? Leia mais sobre o MILAGRE DO ALCORÃO aqui: Parte 1, Parte 2 e Parte 3
Expondo a HIPOCRISIA e a IGNORÂNCIA Islâmica
O Jihadista Omar Bin Laden inverteu os papeis e disse que as
Cruzadas Cristãs foram ... tentativas de invadir os territórios do Oriente Médio que eram habitados por muçulmanos/árabes.”
Isso que me irrita nestes caras. Eles não demonstram nenhuma honestidade acadêmica quando culpam o Cristianismo de haver COMEÇADO as cruzadas. O Islam diz que JIHAD nao significa “luta armada” e que o Islam não se espalhou através da violência.
Que tal, se eu disser que as Cruzadas na verdade nunca aconteceram? E que tudo não passou de uma “invenção Islâmica”. E se eu dissesse que “cruzada” na verdade significa uma “luta interior espiritual” e não tem nada a ver com luta armada? Voce acreditaria? Por que estes muçulmanos nos tratam com se nos fossemos ignorantes? Isso é um insulto a nossa inteligência.
As cruzadas foram uma reação a INVASÃO Islâmica. Onde antes eram terras habitadas por Cristãos, elas foram tomadas pelos muçulmanos. O que o povo do Egito fez para merecer ser invadido pelo exercito Islâmico em 642?
São Francisco de Assis e as cruzadas
Mas porque ninguém NUNCA menciona o ato heróico de São Francisco de Assis? Ele não concordava com as Cruzadas e preparou uma grupo para converter os muçulmanos através do AMOR e da PREGAÇÃO. Como os muçulmanos o tratavam? Eles o prendiam com correntes, batiam nele e em seus companheiros, mas ele estava preparado para morrer por Cristo.
Sim, concordo que as Cruzadas foram brutais e perversas. Mas foram os muçulmanos e não os Cristãos que começaram as agressões. Foi o Islam que forçou as conversões e os que se recusaram foram assassinados ou tiveram que pagar um tributo. Foi o Islam que conquistou os territórios dos paises vizinhos que nunca ameaçaram os árabes, e “através da guerra e violência, roubaram as riquezas e forçaram a se converterem no nome do Islam.
Onde esta a prova? Esta espalhada nos museus do Mundo Islâmico. Maomé costumava enviar cartas AMEAÇANDO a todos os reis visinhos, caso eles não se convertessem a sua nova religião. Eu mesmo vi pessoalmente uma destas cartas no museu de Alexandria Egito.
A Santa Inquisição?
O que tem de santa nisso? A inquisição que aconteceu no século 12 foi um outro erro da Igreja? Sem duvida! Nos não estamos escondendo a nossa historia. Hoje, os Cristãos procuram ser honestos para com nossa própria historia. Infelizmente não se pode dizer o mesmo do Islam.
A INQUISIÇÃO ISLÂMICA
Vocês sabiam que o Islam também teve uma inquisição? Porque o MÚMIA Omar não mencionou isso?
Conhecida pelo nome de MIHNA a inquisição Islâmica que aconteceu em 833 e durou 28 anos de terror de caça aos hereges.
A Mihna foi uma tentativa do Califa Al-Mamun (que era um “Mutalizi”) de IMPOR os seus pontos de vistas teológicos sobre o Alcorão na comunidade islâmica. O Califa Al-Manun cria que o Alcorão foi criado e que NÃO era um livro ETERNO.
Mesmo depois da morte do Califa Al-Mamun a inquisição continuou com o Califa Al-Mutasim. Muita gente perdeu a vida por causa desta disputa teológica no Islam.
Deixa eu dar o troco agora: Então nesta época os teólogos Islâmicos INVENTARAM a doutrina de que o Alcorão é eterno e esta preservado nos céus.
Vocês não acham interessante de que aquilo que o Jihadista acusa a Igreja, também aconteceu no Islam? O que se chama isso? Hipocrisia.
Outra coisinha que estava esquecendo: “A Inquisição Islâmica aconteceu muito antes da Inquisição Católica ou Protestante”.
As bruxas de Salem e as bruxas no mundo Islâmico
Em 1692 na cidade de Salem, no Estado de Massachusetts algumas pessoas foram acusadas de bruxaria e magia negra.
Mas antes de prosseguir seria bom responder a uma pergunta crucial: QUANTAS PESSOAS FORAM EXECUTADAS EM SALEM?
Por que pergunto isso? Sera que UMA pessoa não seria suficiente para se condenar este ato? SIM. Mas geralmente se pensa que MILHARES de pessoas morreram, quando na verdade 140 pessoas foram acusadas de magia negra, mas 19 pessoas perderam suas vidas.
Sera que o Islam também tem historias parecidas com a queima das bruxas? CLARO QUE SIM! E muitas. Mas somente para DESMASCARAR este hipócrita eu quero mencionar uma FATWA que se encontra no site ISLAMQA.COM. O site claramente diz que a PUNIÇÃO para estes crime é a EXECUÇÃO.
Mas onde esta a diferença entre o que aconteceu em Salem e o que AINDA acontece nos paises Islâmicos? Em Salem não existia nenhum verso bíblico para justificar a execução destas pessoas, e no Islam abunda a literatura justificando este tipo de execução.
E os “JIM JONES” ISLÂMICOS?
O Jihadista Omar Israfil Dawud Bin Laden começa a disparar acusações contra a fé Cristão, baseado na loucura de “indivíduos” como Jim Jones e Beira Mar. Mas eu volto a perguntar:
Onde esta a diferença entre o Jim Jones da Guianas e os JIM JONES do Islam? Simples, o Jim Jones da Guianas não tinha nenhum verso bíblico para justificar o suicídio em massa de 918 pessoas, enquanto que os JIM JONES do Islam tem uma abundancia de versos no Alcorão comandando o uso da violência.
O Omar se pergunta: “Podemos dizer que o senhor Bin Laden é o "Jim Jones" do Islam, alguém que perdeu a noção e o rumo certo, se desvirtuando totalmente e se descaracterizando de seu propósito inicial?” Estou certo que sim, com uma observação, o Bin Laden, não perdeu o rumo do seu propósito inicial, ele sempre acreditou na versão Salafista e Wahabi do Islam.Wellington Bin Laden
Mas por que o Omar se deu ao trabalho de dizer que o assassino “Wellington Menezes de Oliveira NÃO ERA muçulmano, nunca participou da comunidade muçulmana do Rio de Janeiro (da qual, inclusive, eu faço parte), nunca, sequer uma, vez esteve na Mesquita Al Nur (única mesquita em todo o Estado do Rio de Janeiro)” quando o próprio Wellington confessou que ele era e que ainda freqüentava reuniões incriminatorias dentro da Mesquita?
Para livrar a cara do Islamismo e para desassociar o Wellington Menezes de Oliveira bin Laden do Islamismo. O próprio Wellington confessou que era muçulmano, descreve uma cerimônia Islâmica, se vestia como muçulmano, tinha uma barbicha de muçulmano e falava como muçulmano. Veja aqui a PROVA FINAL e o caso esta encerrado:

EM QUEM VAMOS ACREDITAR? No Wellington ou no Omar Israfil?
Muito obrigado por mencionar que “Embora o Islam seja um sistema completo de vida, não somente uma religião, ainda não existe (em nenhum lugar do mundo) nenhum país de “Governo Islâmico”.
Existem mais de 50 paises Islâmicos no mundo. A grande maioria deles é pobre, corrupta, com graves problemas sociais e governada por ditadores. Se em terras Islâmicas, os muçulmanos ainda não conseguiram implementar a lei burra do Islam, porque eles querem trazer este lixo para o Brasil?
Esta é uma das provas que Sharia não funciona e nem mesmo os muçulmanos querem um governo Islâmico. Se o Sharia fosse bom, a maioria dos paises Islâmicos ja teriam implementado completamente este sistema. Existem alguns paises que estão tentando implementar a Sharia (lei Islâmica) e o caos, as guerras, a confusão e a desordem reinam nestes lugares. Olhe para o Afeganistão (Talibans) e para a Somália (Al-Shabab) e vocês estarão olhando para dois paises tratando de implementar a lei burra do Islam.
O Omar bin Laden que é defensor da importação da lei burra do Islam faz as seguintes defesas burras do Islam:
  1. “neste sistema, muçulmanos ou não-muçulmanos terão os mesmos direitos”
  2. neste sistema “serão punidos de acordo com as punições previstas em seus respectivos Livros Sagrados.”
  3. neste sistema “Haverá maior equilíbrio social e caso seja descoberta alguma fraude, ou seja cometida alguma injustiça, o responsável será destituído de seu cargo e receberá punição automaticamente.”
Como eu ja tratei deste assunto antes no meu artigo “A Qualidade de vida nos Paises Islâmicos” eu ainda vou perguntar uma vez mais:
Sera que o Omar pode nos mostrar um ÚNICO pais Islâmico onde muçulmanos e não-muçulmanos TEM os mesmos direitos, onde os Cristãos são punidos de acordo com a Bíblia e não de acordo com o Alcorão e onde existe maior equilíbrio social e menos corrupção?
Ate onde eu saiba, NÃO EXISTE nenhum pais Islâmico onde estes três itens que ele menciona, existem.
  • Quais são os paises MAIS CORRUPTOS DO MUNDO?
  • De onde vem 80% dos REFUGIADOS no mundo?
  • Quais os paises que mais FAZEM GUERRA no mundo?
  • Quais os paises tem a MENOR qualidade de vida no mundo?
A resposta para todas estas perguntas é Paises Islâmicos.
“O Islam pode parecer severo, mas é justo!”
O Omar não se cansa de falar bobagem e termina dizendo: “O Islam pode parecer severo, mas é justo!” Que o Islam é SEVERO é evidente, voce nem precisava falar, mas obrigado por admitir. Mas que o Islam é JUSTO é coisa nova.
Onde esta a JUSTIÇA do Islam?
  • Existe justiça, quando uma mulher, vitima de estupro, tenha que apresentar 4 testemunhas? Do contrario ela sera punida por sexo ilícito?
  • Existe justiça, quando no Islam o homem tem pleno direito de bater e disciplinar fisicamente e emocionalmente a esposa?
  • Existe justiça, quando uma pessoa rouba, as vezes por necessidade ou por fome, e tenha a sua mão e pés cortados, ficando assim marcado e estigmatizado para sempre, sem a possibilidade de se arrepender e levar uma vida normal?
  • Existe justiça, quando no Islam a mulher é considerada uma doente mental pelos tribunais e o testemunho dela não é valido se ela estiver sozinha?
  • Existe justiça, no Islam quando uma pessoa não pode escolher abandonar o Islam sem que ele incorra em pena de morte?
  • Existe justiça, no Islam quando um homem é dado o direito de estuprar cativas de guerra? Ou contrair casamentos temporários (Muta) por uma hora para satisfazer seus desejos sexuais?
  • Existe justiça, quando alguém critica o Islam ou Maomé é condenado a morte?
  • Existe justiça, quando um marmanjo de 60 anos se casa com uma criança de 9 a 12 para seguir o exemplo de Maomé?
Estas são algumas das muitas perguntas que eu gostaria de obter uma resposta.
O Omar faz o mesmo erro de sempre, ele usa versos que faz o “tiro sair pela culatra”. Eu ja expliquei que a Sura 5:32 “Quem matar uma pessoa ... será considerado como se tivesse assassinado toda a humanidade". NÃO TEM NADA A VER com os muçulmanos, pois esta ordem foi dada para os Israelitas de acordo com o Alcorão. Por exemplo, Sura 10:47 “Cada povo teve seu mensageiro...” e Sura 14:4 “Jamais enviamos mensageiro algum, senão com a fala de seu povo, para elucidá-lo.”
Leia o meu artigo Novas Revelações: Wellington e a Conexão Islâmica, Parte 2 Respondendo ao CENTRO ISLÂMICO pela citação do Alcorão (SURA 5:32-33)
Bom, vou continuar este papo depois. Como eu prometi vou comentar o verso de Deuteronômio no próximo artigo.
Abraços
Rafik
VIA GRITOS DE ALERTA

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