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![]() Casa da Palavra, 26 de dezembro de 2011 |
Saudações em Cristo Projeto Música Frutífera Evangelização com música A AMME Evangelizar é a missão que ajuda as igrejas evangélicas brasileiras a cumprir sua missão bíblica de evangelizar todo mundo. Em onze anos de ministério a AMME ajudou milhares de igrejas a alcançar 100.000.000 de pessoas com a mensagem do Evangelho. Para realizar esse trabalho a AMME e seus missionários são sustentados biblicamente, pelas ofertas daqueles que são abençoados pelo trabalho que realizamos. Se você tem sido abençoado pelo ministério da AMME Evangelizar e deseja cooperar conosco, continue a ler esse importante projeto. ![]() “Nisto é glorificado meu Pai, em que deis muito fruto; e assim vos tornareis meus discípulos.” Jo 15:8 A AMME tem mostrado como evangelizar nos mais diversos ambientes, com os mais variados recursos e linguagens. Uma área em que, até agora, temos atuado pouco, mesmo tendo planejado ampliar a ação por muito tempo, é a música. Uma linguagem universal, capaz de tocar as emoções e a razão de todos, a música também é a linguagem preferida da juventude. Infelizmente essa linguagem tem sido usada pela igreja quase que somente para atender os próprios crentes e isso tem favorecido a exploração comercial da música evangélica com declínio da qualidade espiritual. Nós cremos que a verdadeira adoração é apresentar resultados ao Pai. É o que Jesus ensinou. Por isso queremos ajudar a igreja a usar a música na evangelização, queremos uma música frutífera! Nosso plano é desenvolver ações evangelísticas baseadas principalmente na música e depois capacitar a Igreja, especialmente os adolescentes e os jovens, para evangelizarem com música e produzirem os frutos que glorificam a Deus. Para realizar esse projeto, precisamos de instrumentos musicais e equipamento de som. Por isso estou lhe escrevendo e convidando você para cooperar conosco. Queremos realizar uma ampla ação já no PACIFICADORES, de 7 a 21 de janeiro. Lá realizaremos cinco encontros especiais, usando a música para ensinar a evangelizar. Para isso precisaremos de duas guitarras (para base e solo), um baixo, uma bateria, um teclado e um violão elétrico. Também precisamos de caixas amplificadas para guitarras, baixo, teclado e violão, além de cabos e microfones. Se você deseja doar um desses ítens, entre em contato conosco pelo e-mail portal@evangelizabrasil.com (Projeto Música Frutífera). Se precisarmos comprar todos os ítens, estimamos que, adquirindo ítens mais simples, precisaremos de R$ 6.000,00 para os instrumentos e R$ 4.000,00 para equipamentos (caixas, cabos e microfones). Se você quiser fazer uma oferta de qualquer valor para este projeto, deposite para AMME no Banco do Brasil, agência 3279-4, conta corrente 15.278-1. Para transferências, nosso CNPJ é 04.035.720/0001-43. Ore por esse projeto. Em tempos de tantos mercadores, ore para que cresça o movimento na Igreja por uma Música Frutífera, uma música que entregue os frutos que glorificam ao Pai. Divulgue esse projeto, convide outras pessoas a cooperar. Na caríssima graça de Cristo, José Bernardo AMME Evangelizar |
Importante: A AMME Evangelizar é sustentada biblicamente, pelas ofertas de irmãos que amam a obra missionária. Para ofertar, deposite para AMME no Banco do Brasil, Ag. 3279-4, cc 20279-7. Para se tornar mantenedor e ofertar mensalmente entre em contato com nossos missionários pelo telefone (11) 4423 3222. |
![]() A Igreja está sofrendo um êxodo drástico na Holanda. Com duas igrejas fechando a cada semana, um homem se tornou o principal consultor do país sobre como reaproveitar as construções antes sagradas. Algumas são demolidas, enquanto outras encontram nova vida como mesquitas, lojas e até mesmo centros de recreação. Os bancos da igreja são vendidos de acordo com o tamanho. Os menores, com 3,6 metros de comprimento, podem ser comprados por 40 euros, enquanto os mais longos, de 6 metros, por 60 euros. Os fiéis da cidade holandesa de Bilthoven já levaram 17 bancos de seu santuário. Os bancos não serão um problema, diz Marc de Beyer. Mas o órgão e a pia batismal, pesando centenas de quilos, no fundo da igreja, serão mais difíceis. Marc de Beyer é um historiador da arte em Utrecht, localizada a meia hora de trem de Amsterdã, mas alguém poderia chamá-lo de liquidante. Ele é o homem que fecha as igrejas. Quando uma paróquia é dissolvida, quando uma igreja é fechada, De Beyer está lá. E ele tem muito a fazer. Ainda existem cerca de 4.400 igrejas na Holanda. Mas, a cada semana, aproximadamente duas fecham as portas para sempre. Isso afeta principalmente os católicos, que serão forçados a ficar sem metade de suas igrejas nos próximos anos. “E está apenas começando”, diz De Beyer. Sua voz ecoa no prédio abobadado, onde a fraca luz de outono entra diagonalmente pelas janelas. De Beyer está atrás de um bloco do tamanho de um freezer. Até 1º de julho de 2006, ele era o altar da Igreja de São Lourenço, em Bilthoven, ao norte de Utrecht. Mas naquele dia a igreja se tornou um imóvel no mercado e o altar, onde os fiéis foram abençoados, casaram e lamentaram, se transformou em um pedaço de cimento. Inicialmente, foi discutida a conversão da igreja em um centro comunitário. Mas os católicos queriam vendê-la rapidamente e uma empresa comprou a propriedade consagrada. No ano que vem, São Lourenço será demolida, dando espaço a 62 apartamentos. “Arquitetonicamente, a perda é suportável”, diz De Beyer. A igreja foi construída nos anos 60, quando as comunidades católicas em Bilthoven e De Bilt cresciam tão rapidamente que os dois distritos passaram a precisar de três igrejas. Ela foi construída de forma rápida e simples. Bancos vazios Há anos o número de fiéis está em declínio. A tendência toma conta de toda a Europa Ocidental, com igrejas também sendo forçadas a fechar na França e na Bélgica. Mas na Holanda, o recuo do cristianismo na sociedade tem sido particularmente drástico. A Igreja Protestante perde sozinha, a cada ano, cerca de 60 mil fiéis. Nesse ritmo, ela deixará de existir por lá até 2050, calculam representantes da Igreja. A tendência tem levado a fusões de igrejas de várias comunidades. São Lourenço, em Bilthoven, consolidou sua congregação com a de oito outras igrejas. Mas nenhuma dessas amálgamas precisa de mais do que uma igreja, um órgão e um altar. Todos os outros cálices, cruzes e bancos precisam ser descartados. O problema, diz De Beyer, é que itens sagrados particularmente não vendem bem. Os prédios, ao contrário, encontram rapidamente novos locatários. Em Helmond, cerca de 80 quilômetros ao sul de Bilthoven, um supermercado se mudou para uma antiga igreja em 2001. Uma livraria abriu em uma antiga igreja dominicana em Maastricht, enquanto igrejas em Utrecht e Amsterdã foram transformadas em mesquitas. Dentre os 17 milhões de habitantes da Holanda, cerca de 850 mil praticam o islamismo. Ainda assim, muitas outras igrejas serão simplesmente demolidas. De Beyer vem fechando igrejas nos últimos três anos. Ele estava presente quando um “plano estratégico” foi desenvolvido para transformar o Convento de Santa Catarina em um museu. Juntamente com a fundação para o patrimônio de arte religiosa, ele também escreveu um manual com instruções para o fechamento de uma igreja em seis passos – do inventário ao espólio. O guia foi distribuído entre as diferentes paróquias a partir de abril e, em breve, será traduzido para o inglês. ‘A melhor solução’ Recentemente, De Beyer participou de um simpósio na Alemanha e logo falará na Bélgica. Afinal, as igrejas não estão morrendo apenas na Holanda. Quando ele chega ao ponto 5.4 em seu manual, intitulado “demolição”, as pessoas frequentemente precisam recuperar o fôlego, ele diz. “Mas quando uma igreja tem pouco propósito, valor emocional ou importância histórica, essa pode ser a melhor solução”, acrescenta De Beyer. Ainda assim, De Beyer vê a si mesmo como um salvador de templos. Ele quer preservar o valor delas. Suas instruções visam ajudar a distinguir entre o que tem valor e o que não tem. Ele frequentemente visita as igrejas para fornecer orientação e apoio. Bancos e Bíblias costumam ser vendidos para os membros da congregação. “Os altares frequentemente encontram um novo lugar no Leste Europeu”, diz De Beyer. “Há grande demanda lá, porque novas igrejas estão sempre sendo construídas.” Há poucas semanas, uma paróquia em Arnheim decidiu por um uso totalmente novo para sua igreja, que permaneceu vazia por cinco anos. No final de novembro, a Igreja de São José reabriu como um parque para skatistas, com rampas e obstáculos na nave, cobrando 3,50 euros para passar o dia praticando entre imagens santas. Desde então, o número de frequentadores da igreja tem sido respeitável. Fonte: Der Spiegel |
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