quinta-feira, 27 de outubro de 2016

7 Coisas que você deve saber sobre o Halloween antes de fantasiar seu filho

Resultado de imagem para halloween1. A origem do nome

A Solenidade de todos os Santos é comemorada no dia 1º de novembro e é celebrada na Igreja desde às vésperas. Halloween significa “All hallow’s eve”, palavra que provém do inglês antigo, e que significa “véspera de todos os santos”.

2. As raízes celtas

No século VI a.C., os celtas do norte da Europa celebravam o fim de ano com a festa do “Samhein” (ou Samon), festividade do sol, iniciada na noite do 31 de outubro e que marcava o fim do verão e das colheitas. A respeito, eles acreditavam que naquela noite o deus da morte permitia aos mortos retornarem à terra, fomentando um ambiente de terror.
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Segundo a religião celta, as almas de alguns defuntos estavam dentro de animais ferozes e podiam ser libertadas com sacrifícios de toda índole aos deuses, inclusive sacrifícios humanos. Uma forma de evitar a maldade dos espíritos malignos, fantasmas e outros monstros era disfarçando-se para tratar de assemelhar-se a eles e desta maneira passavam despercebidos ante seus olhares.

3. Sua mistura com o cristianismo

Quando os povos celtas foram cristianizados, nem todos renunciaram os seus costumes pagãos. Do mesmo modo, a coincidência cronológica da festa pagã de “Samhein” com a celebração de todos os Santos e a dos defuntos, comemorada no dia seguinte (2 de novembro), fez com que as crenças cristãs fossem misturadas com as antigas superstições da morte.
Através da chegada de alguns irlandeses aos Estados Unidos, introduziu-se neste país o Halloween, que chegou a ser parte do folclore popular do país. Logo, incluindo a contribuição cultural de outros migrantes, introduziu-se a crença das bruxas, fantasmas, duendes, drácula e diversos monstros. Mais tarde, esta celebração pagã foi difundida no mundo inteiro.

4. Uma das principais festas satânicas

Segundo o testemunho de algumas pessoas que praticaram o satanismo e logo se converteram ao cristianismo, o Halloween é considerada a festa mais importante para os cultos demoníacos, porque se inicia o novo ano satânico e é como uma espécie de “aniversário do diabo”. E nesta data os grupos satânicos sacrificam os jovens e especialmente as crianças, pois são os preferidos de Deus.
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5. Doces ou travessuras?

No Halloween, as crianças e alguns adultos costumam se disfarçar de seres horríveis e temerários e vão de casa em casa exigindo “trick or treat” (doces ou travessuras). A crença é que se não lhes dá alguma guloseima, os visitantes farão uma maldade ao residente do lugar. Muitas pessoas acreditam que o início deste costume está na perseguição dos católicos na Inglaterra, onde suas casas eram ameaçadas.

6. Jack e a abóbora

Existe uma antiga lenda irlandesa, em que se conta de um homem chamado Jack que tinha sido tão mau em vida que supostamente não podia nem entrar no inferno por ter enganado muitas vezes o demônio. Assim, teve que permanecer na terra vagando pelos caminhos com uma lanterna, feita de um vegetal vazio com um carvão aceso.
As pessoas supersticiosas, para afugentar Jack, colocavam uma lanterna similar na janela ou à frente de sua casa. Mais adiante, quando isto se popularizou, o vegetal para fazer a lanterna passou a ser uma cabaça com buracos em forma do rosto de uma caveira ou bruxa.

7. Um grande negócio

Hollywood contribuiu à difusão do Halloween com uma série de filmes nos quais a violência gráfica e os assassinatos criam no espectador um estado mórbido de angústia e ansiedade. Estes filmes são vistos por adultos e crianças, criando nestes últimos medo e uma ideia errônea da realidade. Do mesmo modo, as máscaras, as fantasias, os doces, as maquiagens entre outros artigos são motivos para que alguns empresários fomentem o “consumo do terror” e favorecem a imitação dos costumes norte-americanos.
Fonte: igrejanews.com

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Os Escândalos Dentro das Igrejas à Luz da Bíblia.

Nos últimos anos têm ocorrido dentro das Igrejas Evangélicas, pelo menos em uma boa parte delas, vários escândalos de toda natureza: sexuais, heresias, desvio de verbas, briga pelo poder e tantos outros que todos nós conhecemos, ou pelo menos deveríamos conhecer.

Estes escândalos levam os membros e congregados a tomarem no mínimo cinco posições com relação aos fatos: I - Apoiar cegamente quem está envolvido no escândalo. II - Se levantar contra os envolvidos no escândalo, apoiando o outro grupo que “ficou fora”. III - Permanecerem em um estado de “isolamento”, sem se envolver diretamente apoiando qualquer dos lados, porém orando para que tudo possa ser resolvido e para que haja real e verdadeiro arrependimento de pecado. IV – Em função do escândalo muda de congregação ou até de denominação, pois não aceita este tipo de erro da parte dos líderes e V – Se desvia do caminho do Senhor Jesus, pois se “decepcionou com o Evangelho”. Perceba que os cinco posicionamentos são autônomos, por essa razão geraram, no mínimo, cinco partidos dentro da igreja.
O Objetivo do presente post não é analisar cada um desses grupos, mas sim analisar Os Escândalos Dentro das Igrejas à Luz da Bíblia, para que ao final o leitor possa tirar suas próprias conclusões. Vejamos.
A Palavra de Deus nos fala em Mateus 18.7: Ai do mundo, por causa dos escândalos; porque é inevitável que venham escândalos, mas ai do homem pelo qual vem o escândalo! (Almeida Revista e Atualizada).
Nesta passagem Jesus Cristo adverte que duro será para quem serve como pedra de tropeço para seu próximo, pois ao introduzir o escândalo no meio da Igreja certamente fará com que alguém, ou muitos, tropecem na fé, isto é um fato, mesmo havendo arrependimento pelo que cometeu, haverá, também, de colher aquilo que semeou.
Em face do escândalo surgirão dentro da Igreja os partidos, aqui é que entra aqueles cinco posicionamentos acima descritos, e, com isto, consequentemente aparecerá dentro da Igreja a divergência.
Salutar é ler o que está escrito em 1 Coríntios 11.19: Pois é necessário que haja divergências entre vocês, para que sejam conhecidos quais dentre vocês são aprovados (Nova Versão Internacional).
Perceba, amado irmão, que Paulo, inspirado pelo Espírito Santo de Deus, nos fala que é necessário que haja divergência entre os irmãos, para que através desse impasse, possamos conhecer quais dos Cristãos são real e verdadeiramente aprovados. É como se fosse uma “peneira”, não para dividir, mas para trazer à tona o que estava em oculto, ver quem são os aprovados.
Quem já teve a experiência de ter um escândalo dentro de sua Igreja ou denominação pode bem falar sobre isso, pois em questão de dias a “Igreja” está toda dividida, cada um está enquadrado em algum daqueles cinco posicionamentos acima citados, aí dá pra ter uma noção de quem realmente segue a Jesus e de quem segue aos homens, quem é fiel a Palavra de Deus e quem é fiel ou simpatizante de uma ideologia ou grupo que representa um “clã” dentro da Igreja ou dentro da denominação.
Perceba que as pessoas farão parte deste ou daquele grupo pelo que ouviram e/ou ouvirão dos envolvidos nos dias subsequentes ao escândalo, ou até mesmo pelo fato de já terem um certo carinho ou admiração por este ou aquele líder.
Perceba, você, que como os escândalos são de todas as naturezas, os envolvidos contam o que querem, muitas vezes mentindo para que um número maior de pessoas esteja sempre do seu lado, manipulando versículos bíblicos para justificar seus atos, suas doutrinas, suas decisões.
Não vamos longe, pregue sobre prosperidade, usando a teologia de forma errada, e você encherá qualquer templo, em qualquer cidade, as ofertas serão astronômicas, e tantas outras coisas que sabemos. Mas pregue sobre a mesma prosperidade, porém como consequência de uma vida de oração, de obediência a Deus, onde se conhece o verdadeiro arrependimento, onde se tem uma vida de santidade, uma vida consagrada que você verá que as pessoas, boa parte, correrão de dentro da Igreja.
Salta aos olhos o texto de Atos 20.30: E dentre vocês mesmos se levantarão homens que torcerão a verdade, a fim de atrair os discípulos (Nova Versão Internacional),que pode ser confrontado com o texto de 1 Timóteo 4.1: Ora, o Espírito afirma expressamente que, nos últimos tempos, alguns apostatarão da fé, por obedecerem a espíritos enganadores e a ensinos de demônios (Almeida Revista e Atualizada).
Vejamos o que nos diz 2 Pedro 2.1: Mas houve também entre o povo falsos profetas, como entre vós haverá ainda falsos mestres, os quais introduzirão heresias destruidoras, negando até ao Senhor que os comprou, trazendo sobre si repentina destruição (Sociedade Bíblica Britânica).
Portanto, amado irmão, é fácil perceber que os escândalos aconteceram e sempre acontecerão dentro da Igreja, muitas vezes estes escândalos ocorrem com uma parcela de culpa dos próprios membros e congregados que por terem em seus corações uma certa afinidade por um tipo de evangelho deturpado se tornam terreno fértil para a proliferação de heresias, estelionato espiritual e toda sorte de coisas que sabemos que existem.
Muitos líderes, que fundam Igrejas em qualquer esquina, foram expulsos de uma denominação pois seus superiores perceberam este desvio de conduta em suas vidas. Ai, seguem seu caminho, com o mesmo desejo errado no coração, criam sua própria denominação e lotam Igrejas, Estádios, Centros de Convenções, etc.
Outros tantos tiveram uma vida inteira de santidade, de comunhão com Deus e, lá pelas tantas, pegaram um atalho, se desviaram do Caminho, e passaram a seguir um evangelho deturpado, que nada tem a ver com o de Jesus.
Vale trazer a o texto de 1 João 2.19: Saíram de nós, mas não eram de nós; porque, se fossem de nós, ficariam conosco; mas isto é para que se manifestasse que não são todos de nós (Almeida Corrigida e Revisada Fiel).
Diante de tudo, entendo que há sim necessidade de existirem escândalos dentro da Igreja, porém cabe a nós estarmos sempre preparados para saber o que fazer na hora em que eles aparecerem, meu conselho é que assim que algo de errado aparecer dentro de sua Igreja, dentro de sua denominação, passe a orar, especificamente, pelos envolvidos, consiga colocar isso para os outros membros e congregados, sem tomar partido, sem tomar as dores de ninguém, confiando em Deus para que os envolvidos possam reconhecer os seus erros e clamar por perdão. Caso não haja nada de errado, ore para que o Espírito de Deus possa ser sempre o condutor das atitudes de seus líderes, desta forma, seremos aprovados por Deus, sempre.
Para concluir trago o texto de Deuteronômio 13.3-4: 3 - não dêem ouvidos às palavras daquele profeta ou sonhador. O Senhor, o seu Deus, está pondo vocês à prova para ver se o amam de todo o coração e de toda a alma. 4 - Sigam somente o Senhor, o seu Deus, e temam a ele somente. Cumpram os seus mandamentos e obedeçam-lhe; sirvam-no e apeguem-se a ele (Nova Versão Internacional).
Como está escrito em 2 Coríntios 4:13, parte b: (...): Eu cri; por isso, é que falei. Também nós cremos; por isso, também falamos. (Almeida Revista e Atualizada).



http://entraipelaportaestreita.blogspot.com.br/2011/01/os-escandalos-dentro-das-igrejas-luz-da.html

ONU diz que não examinou admissibilidade do caso Lula

Foto: Gabriela Biló| EstadãoLula "Isso não implica uma decisão nem sobre sua admissibilidade e nem sobre mérito. Significa apenas que o Comitê de Direitos Humanos olhará o caso", disse a ONU em nota.
GENEBRA – A ONU informa que a sua decisão relativa ao exame do caso do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi uma “formalidade” e que ainda não se pode considerar que a entidade considerou sua admissibilidade. Tal etapa apenas será realizada em 2017 ou mesmo em 2018. O julgamento completo do caso pode levar cinco anos. 
Na quarta-feira, os advogados do ex-presidente anunciaram em um comunicado de imprensa que o pedido de abertura de processo para averiguar possível violação de garantias do petista pelo Estado brasileiro foi registrado pelo órgão. No comunicado, os advogados apontam que a ONU informa ainda que o governo Michel Temer tem dois meses para prestar “informações ou observações relevantes à questão da admissibilidade da comunicação".
Na manhã de hoje, em um outro comunicado, a ONU explicou que a decisão envolvia apenas um "registro" do caso. "Isso não implica uma decisão nem sobre sua admissibilidade e nem sobre mérito", indicou uma nota enviada pela porta-voz da entidade, Elizabeth Throssell. "Significa apenas que o Comitê de Direitos Humanos olhará o caso", disse. 
Ela confirmou que a comunicação "agora foi enviada à missão permanente do Brasil para que o Estado faça suas observações". 
Em um segundo comunicado emitido hoje, a ONU foi além. “Podemos confirmar que a ONU formalmente registrou a petição submetida pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva”, disse Throssell. “O processo de registro é essencialmente uma formalidade e não implica em nenhuma expressão ou decisão do Comitê sobre a admissibilidade ou os méritos da queixa”, insistiu.
Segundo a ONU, 95% dos casos que chegam são registrados. Nesta fase, a entidade apenas examina se todos os documentos estão em mãos, se a pessoa de fato existe e se o país implicado pode ser julgado com base nos tratados. Ainda conforme a organização, a admissibilidade da queixa apenas será avaliada uma vez que a entidade também tenha em mãos a defesa do Estado brasileiro. “O Comitê vai começar sua consideração sobre a admissibilidade uma vez que tenha recebido a subsmissão do Estado brasileiro sobre o assunto”, indicou.
“O Comitê primeiro decide se a queixa cumpre os critérios de admissibilidade”, explicou. “Isso pode normalmente levar até dois anos”, disse. “O tempo para considerar a queixa, tanto em sua admissibilidade como mérito, varia. Mas pode levar até cinco anos”, completou.
Na prática, isso significa que a ONU aceita considerar a queixa de Lula e dará prosseguimento à análise do caso, mas ainda não se posicioinou sobre o conteúdo do pedido feito pelo petista. A entidade poderia ter rejeitado o registro já no primeiro juízo ou mesmo ter considerado um caráter de urgência, antecipando um exame. Mas optou pelo caminho tradicional.
A decisão sobre abertura de processo deve ficar para uma avaliação de peritos, no segundo semestre de 2017. Em julho, quatro meses depois de Lula ter sido levado coercitivamente para depor pela força-tarefa da Lava Jato, os advogados do ex-presideente protocolaram uma queixa formal contra o Estado brasileiro. O documento denuncia ações consideradas como "abuso de poder" do juiz Sérgio Moro e dos procuradores da Lava Jato. O processo também acusa o Judiciário de "parcialidade" e será avaliado com base na Convenção Internacional de Direitos Políticos.
Na semana passada, o Comitê de Direitos Humanos da ONU deu início a seu terceiro e último encontro de 2016. Mas, na agenda, estavam apenas 25 casos de mais de 550 que aguardam para ser avaliados.
A entidade que vai julgar o caso está com um atraso na avaliação de cerca de 550 outros casos, enquanto peritos da ONU admitem que o exame de conteúdo do ex-presidente pode ficar para o final de 2017.  A entidade poderia ter dado um tratamento urgente à queixa, mas isso não foi autorizado.
Yuval Shany, presidente do comitê que avalia as petições individuais, informou que os funcionários da ONU apenas conseguiram preparar 25 casos nesta semana. “Lula não está entre eles”, disse ao Estado.
Nigel Rodley, também perito, era outro que sequer sabia da existência de uma petição apresentada por Lula. “Acho que quando esse caso chegar, eu não serei nem mais membro do Comitê”, disse. “É uma pena, teria sido divertido”, lamentou.
Para o perito Vitor Manuel Rodriguez, um caso pode ficar engavetado até um ano e meio antes de chegar às suas mãos.
Mesmo assim os advogados de Lula comemoraram a decisão. “Avançamos mais um passo na proteção das garantias fundamentais do ex-Presidente com o registro de nosso comunicado pela ONU.É especialmente importante saber que, a partir de agora, a ONU estará acompanhando formalmente as grosseiras violações que estão sendo praticadas diariamente contra Lula no Brasil”, disse Cristiano Zanin Martins, po meio de nota.

No texto, a defesa do petista argumenta que o ex-presidente e seus familiares são alvo de perseguição da Lava Jato. “As evidências apresentadas na ação se reportam, dentre outras coisas: (i) à privação da liberdade por cerca de 6 horas imposta a Lula em 4 de março de 2016, por meio de uma condução coercitiva sem qualquer previsão legal; (ii) ao vazamento de materiais confidenciais para a imprensa e à divulgação de ligações interceptadas; (iii) a diversas medidas cautelares autorizadas injustificadamente; e, ainda, (iv) ao fato de Moro haver assumido em documento enviado ao Supremo Tribunal Federal, em 29/03/2016, o papel de acusador, imputando crime a Lula por doze vezes, além de antecipar juízo de valor sobre assunto pendente de julgamento”, diz a nota.

FONTE.  http://politica.estadao.com.br/noticias/geral,onu-diz-que-nao-examinou-admissibilidade-do-caso-lula,10000084696

Existe abuso espiritual?

Ronald M. Enroth, pastor americano, resolveu acompanhar algumas pessoas que se desligaram da Jesus People USA, um grupo religioso dos Estados Unidos, e coletou informações sobre como os pastores faziam pressão psicológica para impedir que o povo deixassem sua congregação.
As atitudes usadas por eles foram marcadas como “abuso espiritual” e foram relatadas em um livro assinado por Ronald que também é sociólogo de religião. Apesar de ser uma pesquisa realizada nos Estados Unidos percebem que muitas dessas atitudes são aplicadas nas igrejas brasileiras para impedir que os membros se desliguem e partam para outros ministérios.
O pastor Enrolth listou no livro “Churches That Abuse”, lançado em 1991, sete formas de abuso espiritual praticado por igrejas evangélicas. Entre elas a distorção da Palavra, a criação de uma liderança autocrática, o sentimento de superioridade em relação ao outros grupos religiosos e o elitismo espiritual.
O pastor Serol, da Igreja Batista da Palavra Viva resumiu As Sete Regas do Abuso Espiritual em seu blog.
Confira:
1) Scripture Twisting (Distorção da Escritura): para defender os abusos usam de doutrinas do tipo “cobertura espiritual”, distorcem o sentido bíblico da autoridade e submissão, etc. Encontram justificativas para qualquer coisa. Estes grupos geralmente são fundamentalistas e superficiais em seu conhecimento bíblico. O que o líder ensina é aceito sem muito questionamento e nem é verificado nas Escrituras se as coisas são mesmo assim, ao contrario do bom exemplo dos bereanos que examinavam tudo o que Paulo lhes dizia.
2) Autocratic Leadership (liderança autocrática): discordar do líder é discordar de Deus. É pregado que devemos obedecer ao discipulador, mesmo que este esteja errado. Um dos “homens de Deus” de uma igreja diz que se jogaria na frente de um trem caso o “Líder” ordenasse, pois Deus faria um milagre para salvá-lo ou a hora dele tinha chegado. A hierarquia é em forma de pirâmide (às vezes citam o salmo 133 como base), e geralmente bastante rígida. Em muitos casos não é permitido chamar alguém com cargo importante pelo nome, (seria uma desonra) mas sim pelo cargo que ocupa, como por exemplo “pastor Fulano”, “bispo X”, “apostolo Y”, etc. Alguns afirmam crer em “teocracia” e se inspiram nos líderes do Antigo Testamento. Dizem que democracia é do demônio, até no nome.
3) Isolationism (Isolacionismo): o grupo possui um sentimento de superioridade. Acredita que possui a melhor revelação de Deus, a melhor visão, a melhor estratégia. Eu percebi que a relação com outros ministérios se da com o objetivo de divulgar a marca (nome da denominação), para levar avivamento para os outros ou para arranjar publico para eventos. O relacionamento com outros ministérios é desencorajado quando não proibido. Em alguns grupos no louvor são tocadas apenas músicas do próprio ministério.
4) Spiritual Elitism (Elitismo espiritual): é passada a idéia de que quanto maior o nível que uma pessoa se encontra na hierarquia da denominação, mais esta pessoa é espiritual, tem maior intimidade com Deus, conhece mais a Biblia, e até que possui mais poder espiritual (unção). Isso leva à busca por cargos. Quem esta em maior nível pode mandar nos que estão abaixo. Em algumas igrejas o número de discipulos ou de células é indicativo de espiritualidade. Em algumas igrejas existem camisetas para diferenciar aqueles que são discípulos do pastor. Quanto maior o serviço demonstrado à denominação, ou quanto maior a bajulação, mais rápida é a subida na hierarquia.
5) Regimentation of Life (controle da vida): quando os líderes, especialmente em grupos com discipulado, se metem em áreas particulares da vida das pessoas. Controlam com quem podem namorar, se podem ou não ir para a praia, se devem ou não se mudar, roupas que podem vestir, etc. É controlada inclusive a presença nos cultos. Faltar em algum evento pro motivos profissionais ou familiares é um pecado grave. Um pastor, discípulo direto do líder de uma denominação, chegou a oferecer atestados médicos falsos para que as pessoas pudessem participar de um evento, e meu amigo perdeu o emprego por discordar dessa imoralidade.
6) Disallowance of Dissent (rejeição de discordâncias): não existe espaço para o debate teológico. A interpretação seguida é a dos lideres. É praticamente a doutrina da infalibilidade papal. Qualquer critica é sinônimo de rebeldia, insubmissão, etc. Este é considerado um dos pecados mais graves. Outros pecados morais não recebem tal tratamento. Eu mesmo precisei ouvir xingamentos por mais de duas horas por discordar de posicionamentos políticos da denominação na qual congregava. Quem pensa diferente é convidado a se retirar. As denominações publicam as posições oficiais, que são consideradas, obviamente, as mais fiéis ao original. Os dogmas são sagrados.
7) Traumatic Departure (saída traumática): quem se desliga de um grupo destes geralmente sofre com acusações de rebeldia, de falta de visão, egoismo, preguiça, comodismo, etc. Os que permanecem no grupo são instruídos a evitar influências dos rebeldes, que são desmoralizados. Os desligamentos são tratados como uma limpeza que Deus fez, para provar quem é fiel ao sistema. Não compreendem como alguém pode decidir se desligar de algo que consideram ser visão de Deus. Assim, se desligar de um grupo destes é equivalente a se rebelar contra o chamado de Deus. Muitas vezes relacionamentos são cortados e até familias são prejudicadas apenas pelo fato de alguém não querer mais fazer parte do mesmo grupo ditatorial.
Texto extraído do blog Verbo com Vida