segunda-feira, 21 de setembro de 2015

Depois de perder no Ibope para Record, Globo faz matéria envolvendo a Igreja Universal

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Terá sido o prenúncio de uma guerra (nada) santa entre as duas maiores redes de TV do país?

No domingo (20), a Globo exibiu uma matéria com citação negativa de um membro importante da Igreja Universal do Reino de Deus, liderada pelo bispo Edir Macedo, dono da Record.

Minutos antes, a emissora vinculada a IURD levou ao ar, no Domingo Espetacular, uma reportagem na qual exaltou o sucesso da novela bíblica Os Dez Mandamentos, que na semana passada realizou a façanha de vencer no Ibope A Regra do Jogo, folhetim das 21h da Globo.

O Fantástico denunciou a empresa de comércio eletrônico Pank, acusada de aplicar golpes em mais de 80 mil consumidores, gerando prejuízo acima de 200 milhões de reais.

A matéria informou que o dono da Pank, Michel Pierre Cintra, atualmente foragido da Justiça, é ligado ao deputado estadual (PSD-SP) e pastor da Igreja Universal Milton Vieira.

Ele foi mostrado pregando num templo, e a fachada da igreja, com o letreiro e o símbolo da Universal, apareceram algumas vezes.

Questionado pelo repórter João Carlos Borda, o promotor do caso, Aroldo Costa Filho, comentou sobre o político: “Esse deputado é de uma igreja. Uma pessoa ligada ao casal investigado e ele teria recebido doações para sua campanha”.

O jornalista quis confirmar se o deputado visitou a mulher e sócia de Michel, Viviane Emílio, na cadeia. O delegado ratificou a informação.

A matéria informou ainda que o Ministério Público quer descobrir por que Michel e Viviane doaram carros no valor de 700 mil reais a uma igreja da Universal localizada no centro de Ribeirão Preto (SP).

“Se houve indício de que esse dinheiro, dos golpes praticados, foram depositados em contas da igreja, os seus dirigentes serão processados por lavagem de dinheiro”, explicou o promotor.

“O Michel é um fiel da Igreja Universal. Então nada mais normal que ele ter contato com pastor. Aconteceram as doações, sim, perfeitamente legais”, argumentou o advogado Ismar de Freitas Júnior, defensor do empresário.

O repórter disse que o deputado Milton Vieira e a igreja Universal do Reino de Deus não quiseram se manifestar.

A prisão de Viviane Emílio aconteceu no dia 1 de setembro e foi amplamente divulgada na imprensa regional, inclusive pela EPTV, afiliada da Globo em Ribeirão Preto. Porém só agora, vinte dias depois, o caso ganhou destaque no Fantástico.

Coincidência ou não, a denúncia envolvendo a Igreja Universal surge no momento em que Globo e Record digladiam por audiência no horário nobre.


Fonte: Terra

Judeus afirmam que lua de sangue trará mudança na história de Israel

Judeus afirmam que lua de sangue trará mudança na história de Israel
Depois de vários líderes evangélicosjudeus messiânicos e os crentes que estudam as raízes hebraicas de sua fé destacarem a importância das luas de sangue, agora são os judeus ortodoxos.
A última das quatro luas que formam a tétrade de 2014-2015 aparecerá no céu de Israel dentro de 7 dias. Em 27 de setembro teremos uma “superlua de sangue”. O fenômeno em que a Lua atinge seu ponto máximo de aproximação da Terra. Por isso, a Lua parecerá estar maior, sendo neste dia o único eclipse do ano visível no mundo todo, inclusive no Brasil.
Cada vez mais, líderes e eruditos judeus ortodoxos estão dizendo que ela marcará um evento significativo para o futuro de Israel e do seu povo. Bob O’Dell e Gidon Ariel, fundadores da Root Source, programa educacional em que ortodoxos ensinam cristãos sobre o Antigo Testamento, dizem que o fato dessa lua de sangue ser no primeiro dia de Sukkot, ou a Festa dos Tabernáculos, não deve ser ignorado.
Pela quarta vez em dois anos, uma lua de sangue irá ocorrer em dias santos judaicos. As tétrades só ocorreram 9 vezes nos últimos dois mil anos. Todas as vezes que isso aconteceu no passado, ocorreram mudanças históricas significativas para o povo judeu: 1428-1429, 1493-1494, 1949-1950 e 1967-1968.
Os eruditos também destacam que a última lua de sangue ocorre no final de um ciclo Shemitá – período de sete anos que cumpre o mandamento de Deus para o descanso da terra e o perdão de dívidas em Israel. Se isso não bastasse, também marcam o início de um ano de Jubileu, período especial para os judeus que ocorre a cada 50 anos.
“Não estamos prevendo o fim do mundo nem a chegada do Messias em setembro”, disse O’Dell. “Mas se você olhar para todas as luas de sangue que ocorreram na história, ver que todas as vezes marcaram ‘pontos de virada’ na história do povo judeu.”
A tétrade em 1428-1429 marcou uma onda de conversões forçadas de judeus na Europa. A de 1493-1494 sinalizou o fim da Inquisição, que culminou na expulsão dos judeus da Espanha. A partir dali eles se espalharam pelo mundo de uma maneira até então inédita.
“Podemos olhar para trás e ver que a Espanha estava no auge do poder, enquanto Deus estava preparando um novo lar para os judeus na América através do descobrimento de Cristóvão Colombo”, disse O’Dell. “As luas de sangue que ocorrem nesses dias de festas judaicas são um testemunho de que Deus não esqueceu Sua promessa de trazer os judeus de volta à sua pátria.
Além disso, as luas de sangue também marcaram o renascimento de Israel como nação (1948), após muitos séculos de domínio muçulmano. As de 1967 ocorreram quase ao mesmo tempo que a Guerra dos Seis Dias, que resultou na conquista de Jerusalém.  Alguns estudiosos acreditam que para 2015, a lua poderá marcar uma nova guerra, resultado da divisão do país imposta pela ONU.
Gidon Ariel explica que existem organizações dedicadas a acompanhar os movimentos lunares, base do calendário bíblico. Isso seria uma preparação para adequar o retorno dos cultos no [Terceiro] Templo”.
Lembra ainda que “sinais celestiais são mencionados em passagens sobre o final dos tempos bíblicos e a lua sempre tem destaque.” Para ele, o grande diferencial desta última lua é o fato de ser vista também no Hemisfério Sul, enquanto as outras só eram vistas no Hemisfério Norte. Com informações de WND  GP

Em programa infantil, crianças palestinas afirmam que irão `explodir os judeus´


Em programa infantil, crianças palestinas afirmam que irão `explodir os judeus´
Vestidos de uniformes militares, duas crianças de 6 anos de idade afirmam seu ódio contra o povo judeu — um deles planeja, até mesmo, explodi-los. A entrevista com os meninos aconteceu em um programa de televisão infantil palestino, onde as crianças eram entrevistadas por uma adolescente.
O episódio foi exibido pela TV Al-Aqsa, o canal oficial do Hamas, organização jihadista que governa Gaza, segundo informa oInstituto de Pesquisa de Mídia do Oriente Médio.
Na ocasião, a apresentadora pergunta a Muhammad, um dos meninos, sobre sua poesia. "Quem te ensinou esse poema, Muhammad?", questiona a jovem. "Minha mãe", responde o menino. 
Em seguida, ele recita: "Oh Jerusalém, vou te resgatar com a minha alma e meu sangue. Eu irei libertar você dos judeus por meio das Brigadas Al-Qassam, é claro. Eu trago boas novas para nossos prisioneiros: a salvação está próxima."
Perguntado sobre o que ele quer ser quando crescer, Muhammad respondeu que quer se tornar um membro da Al-Qassam, a chamada ala militar do Hamas.
A outra criança entrevistada, identificado como Zakariya, disse que quer ser um engenheiro "para conseguir explodir os judeus".
"Você quer explodir os judeus? Não, nós queremos explodir os sionistas. Você quer dizer que quer explodir a ocupação, certo? Ok, então é por isso que você quer se tornar um engenheiro? ", disse a anfitriã do programa, tentando suavizar a fala do menino.

Brasil contra Israel: Dilma rejeita nomeação de embaixador

A presidente Dilma Rousseff avisou o governo de Israel neste domingo (20), rejeitando a nomeação de Dani Dayan como embaixador. A justificativa é que ele é um antigo dirigente colono em territórios que o governo brasileiro acredita pertencer aos palestinos.
Dayan vive em um assentamento nos chamados “territórios ocupados”. Por isso, os petistas entendem que ele seria o máximo representante de um movimento que a comunidade internacional rejeita plenamente.
Como a nomeação de Dayan foi aprovada dia 6 de setembro, o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, está em uma posição delicada.
Segundo noticiou o jornal Yedioth Ahronoth, 40 movimentos esquerdistas brasileiros questionaram a nomeação do representante israelense. Acusam-no de violar o direito internacional nas comunidades palestinas. Alguns desses mesmo movimentos apoiam a Coreia do Norte, por exemplo.
Dayan é empresário, nascido na Argentina e tem 59 anos, tendo mudado para Israel aos 15. É formado em Economia, tinha uma empresa de software e foi presidente do Conselho Yesha de assentamentos judaicos na Cisjordânia, entre 2007 e 2013.
Ele está envolvido na diplomacia pública israelense dentro e fora do país nos últimos anos.  Como lembrou o jornal israelense Yedioth, quando se nomeia um embaixador “o governo transfere seu nome ao país”.
“A rejeição à nomeação é um fato quase insólito, embora se o país anfitrião não o deseja, costuma enviar mensagens por canais diplomáticos para evitar uma rejeição oficial que provoque uma crise entre os dois países”.
Netanyahu se vê num dilema. Pode ceder e nomear outra pessoa, o que geraria críticas dentro de Israel, ou insistir na nomeação e ver surgir uma barreira para seu governo de maneira aberta e oficial no Brasil.
Israel considera o Brasil um país estratégico nas suas relações com a América Latina. Além disso, no governo petista vem sendo censurado por conta de suas políticas relacionadas ao conflito com os palestinos.
O episódio do embaixador rejeitado é mais um episódio que mostra o enfraquecimento das relações entre os dois países.
Ano passado, o Brasil condenou Israel por ter revidado os ataques palestinos e bombardeado Gaza. Na época, o porta-voz do Ministério do Exterior, Yigal Palmor chamou o Brasil de “anão diplomático”. Este ano, o governo brasileiro oficialmente se negou a continuar reconhecendo Jerusalém como capital de Israel.
A postura do governo Dilma contra Israel já rendeu críticas severas de deputados brasileiros como Marco Feliciano (PSC/SP), que assinou um artigo onde criticava a incoerência petista. Enquanto no Brasil apoia política e economicamente movimentos como o MST, conhecido por suas invasões, no exterior “acostumou-se a flertar com terroristas, ditadores, golpistas, a negociar com governos ditatoriais, dar apoio a facínoras que investem mais em bombas atômicas do que em saúde, educação e infraestrutura para o povo”. Com informações de Times of Israel
Fonte: GospelPrime

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