sábado, 2 de maio de 2009

UM PERIGO EMINENTE QUE JA AVISAMOS A MUITO TEMPO ESTA POR ACONTECER.

PARECER SOBRE A PL 122 QUE TRATA DE ASSUNTOS SOBRE A HOMOFOBIA.

http://legis.senado.gov.br/mate-pdf/57153.pdf



PROCURE SABER MAIS SOBRE ESSE ASSUNTO .

Promiscuidade e Poder

Bráulia Ribeiro

O governo brasileiro decidiu meter a "colher", até na vida sexual de seus súditos, ops, digo: cidadãos. Quando se lê as cartilhas escritas pelo governo para o ensino de sexualidade nas escolas, o texto e os desenhos absurdamente explícitos excitam até aos adultos. As cartilhas tornam desnecessária aos curiosos a compra de guias sexuais como o Kama Sutra. Basta colocar as mãos numa destas cartilhas feitas para o ensino fundamental em casa, que o casal já vai ter informações novas para "apimentar" bastante sua vida sexual.

As cartilhas tem o "cuidado" de colocar todas os tipos de práticas sexuais no mesmo patamar sem "discriminar" nenhuma. Aliás pra quem não sabe a sigla para definir a diversidade sexual agora não é mais GLS mas LGBTTTIAQ. Nem vale a pena tentar explicar o que cada letra quer dizer porque amanhã uma ou duas terão mudado de significado e com certeza outras serão acrescentadas. Em breve o Z de zoófilos estará presente. O governo ainda não colocou sexo com animais nas cartilhas para ensinar a nossas crianças os melhores bichos e posições, mas de acordo com o Correio Braziliense os zoófilos já estão no caminho.

Como se não bastasse a desvirtuação forçada da sexualidade a que serão submetidas as crianças o governo também comprou recentemente 40 milhões de reais de um lubrificante sexual chamado KY, usado principalmente por homossexuais, e investiu o maior dinheiro que algum governo jamais investiu na compra de camisinhas para distribuição gratuita, cerca de 2 bilhões. Um governo como este só perde em promoção aberta da promiscuidade sexual para Calígula ou Nero do antigo Império Romano.

Me intrigava o porquê desta incansável batalha anti-moral. Dá pra entender que indulgir às exigências da militância gay é necessário para um governo que precisa de popularidade a qualquer preço. Mas precisava ir tão longe? Como aposta eleitoreira parece até um tiro que pode sair pela culatra. A grande maioria da população brasileira ainda vê com estranheza esta amoralidade existencialista. Não precisa nem ser evangélico ou católico praticante para achar esquisita a necessidade de ter que se diferenciar travestis de gays e cross-dressers em uma cartilha de ensino fundamental. A maioria se indignaria e consideraria insensato distribuir livrinhos com fotos de sexo explícito nas escolas de ensino médio. Soube através de uma professora obrigada a aderir a pedagogia do sexo que ela teve que dar um intervalo masturbatório porque o estado de excitação sexual provocado pelo livrinho era tão intenso que torna impossível prosseguir a aula sem que os alunos "se acalmassem" primeiro.

Se a família brasileira média soubesse de tudo isto tenho certeza de que não aceitaria. Se nos fosse perguntado se o ministério da saúde deveria investir em camisinhas ou em remédios essenciais como antibióticos sempre em falta na rede de saúde pública, o que responderíamos? O que escolheríamos, atender à necessidade de mudar de sexo dos transexuais, de custo altíssimo para o erário público, ou combater a taxa de mortalidade infantil ainda alta no norte e nordeste do país, devido a doenças básicas e desnutrição? Os militantes sociais consideram um grande ganho a decisão do ministro Temporão de pagar operações de mudança de sexo. Eu acho um retrocesso. Estamos novamente elitizando a saúde para uma nova classe sexual que dispõe de tudo gratuitamente para suas práticas, e deixando as crianças pobres de lado.

Não pode ser uma simples tática eleitoral. Tem que ter mais coisa em jogo para eles tenham motivo para se arriscarem tanto. Comecei a me fazer esta pergunta e investigar, e agora com horror acho que me deparei com o motivo.

Já tem sido mostrado por alguns jornalistas o amor dos intelectuais petistas às doutrinas do acadêmico italiano Antônio Gramsci. Aliás não só deles mas Gramsci parece ser um consenso nacional. A maioria das faculdades de pedagogia e assistência social elevam Gramsci ao nível de Foucault e Durkheim.

Uma das muitas reinvindicações de Gramsci é a de que a hegemonia que é o domínio psicológico sobre as massas, é necessária para se atingir e manter o poder do aparato do estado socialista. Esta hegemonia deve ser conquistada a qualquer preço e a grande vitória dos ideólogos é a de mudar o que Gramsci chama de o "senso comum" que numa definição muito própria são os hábitos, expectativas e idéias inconscientes que governam o dia a dia das pessoas, o que elas entendem por realidade. Quando o senso comum das pessoas refletir a ideologia da luta de classes se alcança o que Gramsci define como o "Estado Ético". De ético na definição de ética que conhecemos este estado não tem nada. Sua única ética é servir os interesses da luta de classes obliterando toda e qualquer oposição a ela. Debaixo da pseudo-moral do Estado Ético para obtê-lo e mantê-lo vale tudo, matar roubar, mentir. A mais completa imoralidade se lhe presta serviço é vista como ética. A honestidade, o labor a boa moral pode ser um crime se estiver cooperando para a classe oposta... O bem e o mal passam a ser definidos pelo Estado e seus interesses.

Veja este texto de Gramsci (também citado por Reinaldo de Azevedo[1])

"O moderno Príncipe, desenvolvendo-se, subverte todo o sistema de relações intelectuais e morais (...) O Príncipe toma o lugar, nas consciências, da divindade ou do imperativo categórico, torna-se a base de um laicismo moderno e de uma completa laicização de toda a vida e de todas as relações de costume".[2]

Por mais que nos pareça exagerada ou enlouquecida a proposta é esta mesmo, acabar com o bem e o mal, certo, errado, e subjugar qualquer noção de moral e virtude à vontade única do estado – que é o Moderno Príncipe. Para que este senso comum do bem do estado seja obtido é preciso se subverter todos os valores tidos como burgueses, ou que tenham sido herdados de consciências anteriores à consciência hegemônica da luta de classes. Ou seja quanto mais vale tudo melhor. Quanto mais dúvida sobre o que é "certo" e "bom" mais fácil se torna a tarefa de construir uma nova moral não moral.[3]

A promiscuidade, os extremos sexuais, a instabilidade da família são beneficiais ao Estado. Nesta ótica transar com todo mundo ajuda a combater a pobreza e instalar a justiça. A confusão mental lançada pelos intelectuais gramscianos na sociedade faz com que frases como a clássica do ministro Temporão: "Aborto é um problema de saúde pública", sejam recebidas como pérolas de lucidez e repetida como sabedoria até pelos cristãos. O fato é que para os que não estão cegos pela Matrix da luta de classe aborto deveria ser uma questão de direito à vida da criança que está sendo gerada, já que é o dever do Estado proteger os mais frágeis. Uma criança é uma vida e não uma questão de saúde pública como uma epidemia de dengue.

Quanto mais distorcida a noção de certo e errado de um povo mais passível ele se torna de receber e aceitar domínios opressivos e tirânicos. Quanto mais fraco o núcleo básico da sociedade que é a família, a entidade mais importante e que preserva o direito individual, mais forte o direito do Estado sobre todos.

Se antes a institucionalização da liberdade sexual exacerbada já me parecia absurda, à luz deste entendimento ela se torna criminosa.

Resta saber como vamos reagir diante disto. Vamos permitir que como ovelhas burras sejamos conduzidos a este pasto limitado e venenoso? Lutar contra o establishment da sexualização perversa das massas se torna não apenas uma questão de moral cristã, mas um grito essencial de liberdade...

Fonte: Revista Eclesia, abril de 2009.

Delegações latino-americanas parecem trair eleitores pró-vida de seus países

Dr. Piero A. Tozzi

(NOVA IORQUE — C-FAM) Líderes pró-vida da América Latina estão questionando a atuação de suas delegações este ano na reunião da Comissão sobre População e Desenvolvimento (CPD) das Nações Unidas, e o quadro é preocupante. O Brasil, com o apoio do Uruguai, promoveu “direitos reprodutivos*” durante a semana inteira em que durou a sessão, enquanto só dois países — Peru e Chile — mostraram reservas afirmando que o aborto permanece ilegal em seus países.

Com o começo da conferência da CPD na semana de 30 de março, países do mundo em desenvolvimento conhecidos como o G-77 se reuniram para desenvolver posições comuns, principalmente sobre a polêmica linguagem de “direitos sexuais e reprodutivos” que apareceu na resolução inicial que foi rascunhada.

Muitos países, principalmente muçulmanos, propuseram que tal linguagem não era apropriada para a Segunda Comissão da Assembléia Geral, cuja competência são questões econômicas e financeiras, mas em vez disso deveria ser debatida na Terceira Comissão, que rotineiramente lida com questões sociais polêmicas. Isso deveria ter sido uma vitória para os ativistas pró-vida. Contudo, o Brasil, o Uruguai e a Colômbia bloquearam a proposta, enquanto as delegações do Chile, Peru e Honduras deram apoio tácito à posição do Brasil.

Durante todas as negociações, o Brasil adotou posições radicais a favor de direitos reprodutivos*, e recebeu apoio freqüente do Uruguai. Fontes informaram Friday Fax que o Brasil estava “trabalhando” em particular com as delegações da Argentina e Peru para que também adotassem posições mais extremas.

A atuação dos representantes de Honduras, um país fortemente pró-vida cuja constituição estabelece que as crianças em gestação geralmente possuem os mesmos direitos das crianças nascidas, foi especialmente desapontadora. Fontes dentro das negociações informaram Friday Fax que em certas ocasiões parecia que a delegação mais radical do Uruguai teve permissão de falar por Honduras, e que Honduras emprestou seu nome para duas propostas polêmicas, uma das quais reivindicava a introdução da linguagem “serviços de saúde reprodutiva” que alguns interpretaram como incluindo aborto.

A delegação do Uruguai foi criticada como sendo dirigida por ideologias. Um ano atrás, o Uruguai foi representado na CPD por um demógrafo profissional do Instituto Nacional de Estadistica que fez uma apresentação objetiva e não ideológica sobre os desafios que uma população cada vez mais envelhecida e a emigração de jovens representam para o desenvolvimento nacional do Uruguai. No entanto, neste ano o Uruguai enviou um representante político do Ministério das Relações Exteriores que elogiou iniciativas para realizar a “redução da fertilidade” como parte de medidas contínuas de “saúde sexual e reprodutiva”.

Em contraste, apesar dos esforços de certos delegados pró-aborto do México, inclusive um que foi nomeado do Grupo de Información en Reproducción Elegida, para levar a delegação mexicana a avançar a linguagem de direitos reprodutivos, no meio da semana o México moderou sua postura. Alguns atribuíram isso à intervenção direta da presidência mexicana. Alguns discerniram uma mudança semelhante na posição do Peru durante o decorrer da semana.

No final da conferência, só o Peru e o Chile concluiriam explicitamente defendendo as leis e constituições pró-vida de seus países, com a declaração peruana sendo a mais forte dos dois. Outros países latino-americanos cujas constituições explicitamente protegem os bebês em gestação, inclusive a Guatemala e o Paraguai, permaneceram em silêncio.

Há realmente uma epidemia de gripe?

A realidade da “crise” está cada vez mais sob dúvida
Matthew Cullinan Hoffman, correspondente na América Latina

GUADALAJARA, México, 30 de abril de 2009 (LifeSiteNews.com) — Será que a pandemia global de gripe de 2009 poderia ser um alarme falso? Cada vez mais as evidências mostram que a resposta é “sim”.

Debaixo das manchetes histéricas que sugerem uma ameaça crescente da chamada “gripe suína”, os dados procedentes da Cidade do México e fontes internacionais estão indicando que, na realidade, poderia-se atribuir a “epidemia” inteira a nada mais do que uma interpretação incorreta de estatísticas e casos médicos por parte do governo mexicano.

Nas últimas 24 horas, as autoridades sanitárias do México revisaram de forma dramática os números de mortalidade da doença.

Embora cite quase 170 mortes “suspeitas” possivelmente atribuíveis à nova variante da “gripe suína”, o governo nunca comprovou mais de 20 casos.

Agora, depois de um exame mais minucioso desses 20 casos, o governo revisou os números, confessando que há só 12 mortes comprovadamente ligadas ao vírus no México inteiro, de um total de apenas 260 casos verificados. Contudo, não se sabe quantos casos ocorreram que não foram registrados, de pessoas que nunca foram hospitalizadas.

Embora o número de mortes “suspeitas” possa parecer alarmante, é realmente muito pequeno em comparação com o número de mortes totais de gripe que ocorrem anualmente no México.

Aliás, o governo mexicano relata que há uma média de 20 mil mortes por pneumonia no México anualmente. A gripe normalmente mata suas vítimas provocando pneumonia.

As declarações alarmistas proclamadas histericamente pelos grandes meios de comunicação também contrastam fortemente com a total falta de mortes de não mexicanos devido ao vírus. Embora a doença tenha aparecido em vários países, só uma pessoa fora do México morreu dela — um menino mexicano que cruzou a fronteira para o Texas, EUA, com sua família para visitar parentes.

Agora, especialistas americanos estão começando a dizer publicamente que a doença identificada na imprensa como “gripe suína” não parece ser mais mortal do que os outros vírus de gripe.

De acordo com cientistas citados hoje pelo jornal Los Angeles Times, o número de mortos pelo vírus provavelmente não será pior do que a média do que ocorre durante os invernos.

“O vírus não tem nem de longe a capacidade de matar como o vírus de 1918”, disse ao LA Times o virologista de gripe Richard Webby, referindo-se a uma epidemia de gripe que matou 50 milhões de pessoas no mundo inteiro no fim da I Guerra Mundial.

“Há certas características, assinaturas moleculares, que faltam a esse vírus”, disse ao jornal o microbiólogo e especialista em gripe Peter Palese.

“De modo particular, a gripe suína tem falta de um aminoácido que parece aumentar o número de partículas virais nos pulmões e tornar a doença mais mortal”, acrescentou o LA Times.

O deputado federal americano Ron Paul, que é também médico, divulgou uma declaração em vídeo denunciando a histeria em torno da chamada “pandemia”.

Paul observa que um alarme falso em torno da “gripe suína” em 1976 resultou em 25 mortes nos EUA — provocadas não pelo vírus, mas pela apressada campanha de vacinação lançada pelo governo. O resultado mortal provocou o cancelamento da campanha.

Só Paul e outro deputado, também médico, votaram contra a campanha de vacinação, disse Paul.

“Aí vamos nós, mais uma vez. A gripe suína aparecendo e todo mundo entrando em pânico”, disse Paul.

“Os EUA não tinham tido nenhuma morte”, acrescentou ele. “Mas há sete ou oito casos em Nova Iorque. Nenhum foi hospitalizado. Entretanto, é praticamente como se todos nós tivéssemos sido atacados por armas nucleares. Quero dizer, as entrevistas coletivas à imprensa no final de semana, a preocupação principal do Ministério de Segurança Nacional… Espere aí, como é que o Ministério de Segurança Nacional entrou nesse negócio médico? Estão agindo como se a situação estivesse totalmente fora de controle”.

Qualquer que seja a razão exata para o elevado índice de mortes atribuídas à gripe no México, cada vez mais parece que a maioria das vítimas pode ter sofrido de variantes da gripe comum, não a exótica “gripe suína” que, em qualquer caso, parece não ser mais mortal do que as outras.

Contudo, os avisos do governo provocaram pânico em todo o México, principalmente na capital da nação e na cidade de San Luis Potosi, onde alguns casos foram detectados.

Restaurantes e outros negócios receberam ordens de fechar as portas, missas foram canceladas e as pessoas foram avisadas para ficar em casa e evitar aglomerações. A economia está sofrendo de forma significativa.

Embora as pessoas em toda a Cidade do México e outras cidades estejam usando máscaras para evitar infecção, ninguém as está usando no Ministério da Saúde do México, de acordo com o jornal El Pais. Eles reconhecem que as máscaras pouca proteção dão a quem as usa, e que o governo as distribuiu apenas para acalmar os temores do povo.

O pânico espalhou até para regiões que não foram afetadas pelo vírus. Apesar do fato de que nem um único caso de infecção do vírus foi comprovado no estado inteiro de Jalisco, uma percentagem considerável do povo está transitando com máscaras para se protegerem na capital de Guadalajara.

Links relacionados:

Scientists see this flu strain as relatively mild
http://www.latimes.com/features/health/la-sci-swine-reality30-2009apr30,0,3606923.story

Lessons From the Non-Pandemic of 1976
http://thelede.blogs.nytimes.com/2009/04/30/lessons-from-the-non-pandemic-of-1976/?ref=world

Ron Paul about the Swine Flu People die from the Vaccines not from The Flu
http://www.youtube.com/watch?v=QJiTStZtrlE

Com ataque à Globo, Domingo Espetacular debate a arte com apologia à pedofilia

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