quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Na Argélia, mulheres cristãs pagam um alto preço por sua fé


Na Argélia, mulheres cristãs pagam um alto preço por sua fé
“Elas podem até ser privadas da convivência com seus filhos em caso de divórcio de seu marido muçulmano. O Código da Família Argelina não concede a guarda para o cônjuge que confessa uma religião diferente do islamismo”, compartilha a cristã argelina Djamila.
Os primeiros anos de Djamila como cristã foram vividos sob forte pressão de seus pais muçulmanos. Ela, que se converteu há 20 anos, só encontrou plena liberdade para praticar sua fé quando se casou com outro cristão. Atualmente, ambos servem ao Senhor em uma igreja no norte da Argélia.
Em conversa com um colaborador da Portas Abertas, Djamila fala sobre o sofrimento de cristãs na Argélia e suas necessidades. O que, segundo ela, também se aplica para os outros países do norte do Continente Africano.
"As mulheres argelinas sempre estiveram sob pressão. Só temos o direito de existir, enquanto permanecermos em silêncio. As mulheres não são realmente livres. Aquelas que se convertem a Jesus Cristo enfrentam novos desafios, que, por vezes, custa-lhes muito caro", afirma ela.
“Elas enfrentam rejeição e humilhação de suas famílias. Outras são repudiadas por seus maridos por causa de sua fé. Elas podem até ser privadas da convivência com seus filhos caso se divorciem de seu marido muçulmano. O Código da Família argelino não concede a guarda para o cônjuge que confessa uma religião diferente do islã. Outras mulheres são obrigadas a usar o hijab (véu islâmico), caso contrário, elas não estão autorizadas a sair de casa".
Djamila afirma que muitos cristãos vivem a sua fé em segredo e total silêncio para evitar serem expostos à pressão que a sociedade lhes impõe.
"Os pais podem impor à sua filha o casamento com um muçulmano. Quando se casam, muitas se veem em uma situação de conflito e de incompatibilidade, que às vezes termina em divórcio. Se a moça quiser se casar com um cristão, os pais repudiam o matrimônio.”
Ela continua: “As cristãs na Argélia precisam de oração. Pessoalmente, creio que a Igreja no país deveria fornecer uma infraestrutura para acomodar as mulheres que passaram por um divórcio por causa de sua fé ou para as meninas perseguidas ou rejeitadas pela família pela mesma razão”.
De acordo com Djamila, as mulheres têm todo o tipo de tarefas na Igreja: há pastoras, diaconisas e presbíteras. “Além disso, as jovens e estudantes que têm um coração para servir, apesar dos constrangimentos e desafios que enfrentam, estão sempre envolvidas nas atividades cristãs. Eu acredito que as mulheres podem influenciar positivamente as gerações futuras. As Escrituras falam de mulheres que marcaram as histórias bíblicas, como Débora, Ester e Lídia.”

CPAD

`Sorocaba é do Senhor Jesus Cristo´: placa é alvo de mais um protesto


A placa com a inscrição "Sorocaba é do Senhor Jesus Cristo", localizada na alça de acesso à rodovia Castelinho, amanheceu com um corte em cima da palavra Jesus, na quinta feira, 8/01.
`Sorocaba é do Senhor Jesus Cristo´: placa é alvo de mais um protestoPara Eduardo Bortolossi, presidente do Conselho de Pastores, o ato não pode ser considerado um protesto, mas sim intolerância religiosa. "Nós entendemos que isso não é sinal de protesto e sim de vandalismo. Estamos vivendo um tempo de intolerância religiosa, visto o que aconteceu ontem (anteontem) na França. É inaceitável ver uma coisa dessa acontecendo, pessoas morrendo por isso. Esse totem não é de propriedade do povo evangélico ou católico, mas é como se os cristãos saíssem depredando tudo o que for de outra crença".
O totem já havia sido alvo de manifestações ao longo dos anos anteriores. No dia 16/12, o Tribunal de Justiça de São Paulo reformou a sentença do juiz da Vara da Fazenda Pública de Sorocaba, José Eduardo Marcondes Machado, que determinava à Prefeitura que retirasse a placa. O processo ainda não foi decidido pelo Superior Tribunal de Justiça.
"Vamos fazer uma notificação oficial na Prefeitura para que haja pelo menos uma vigilância no local, porque acima de tudo é um patrimônio que está sendo depredado. Não é possível que não haja uma fiscalização e que nunca se encontre quem faz isso. Resta lamentar", disse Bortolossi. O pastor acredita que o ato foi feito em repúdio a permanência da placa, como resultado da ação ganha na Justiça em dezembro passado.
Inaugurado em dezembro de 2006 por iniciativa de lideranças ligadas à igreja evangélica, o totem tem gerado controvérsias e manifestações desde o dia de sua instalação. Veja o histórico de manifestações em torno do marco da cidade.

ACONTECEU - GRUPO ISLÂMICO ATACA POVOADO CRISTÃO E MATA CENTENAS .



Corpos de mortos em massacre da semana passada na vila de Konduga, também no Nordeste da Nigéria, são preparados para serem enterrados
Foto: AFPCorpos de mortos em massacre da semana passada na vila de Konduga, também no Nordeste da Nigéria, são preparados para serem enterrados - AFP



YOLA, Nigéria – Homens armados que fariam parte do grupo extremista islâmico Boko Haram teriam promovido um massacre em um povoado de maioria cristã no Nordeste da Nigéria no sábado. Segundo denúncia de autoridades e moradores da vila de Izghe feita somente neste domingo, 106 pessoas foram mortas no ataque.

- Até agora, segundo informações que recebi de Izghe, 106 pessoas, entre elas uma idosa, foram mortas pelos agressores, suspeitos de serem combatentes do Boko Haram - disse Ali Ndume, senador pelo estado de Borno, onde o povoado está localizado.
Membros do Boko Haram mataram, na semana passada, 43 pessoas em duas cidades de Borno, o que provocou a fuga de centenas de habitantes em direção a Maiduguri, a capital do estado. Borno é um dos três estados do Nordeste da Nigéria em estado de emergência desde que o Exército lançou uma operação contra os insurgentes islamitas do Boko Haram. A revolta islamita, iniciada em 2009, já deixou milhares de mortos.
Moradores que fugiram do ataque em Izghe disseram que algumas vítimas foram mortas a tiros, enquanto outras tiveram as gargantas cortadas.
- Todos os corpos das vítimas ainda estão estirados nas ruas – disse Abubakar Usman, um dos residentes do povoado, à agência de notícias Reuters. - Fugimos sem enterrá-los por medo de que os terroristas ainda estivessem escondidos na mata.
Outras testemunhas disseram que os atacantes chegaram ao povoado em caminhões e motos no início da noite de sábado. Eles pediram que os homens da vila se reunissem e então começaram a atirar.




NOTA  DO  AP  ROBERTO TORRECILHAS.


É  de ficar  indignado com essas barbáries que esta acontecendo .
Nenhuma palavra da ONU , nenhuma palavra da DILMA , nenhuma palavra de organizações que tanto dizem defender vidas.
Se esses  casos fossem ao contrário , até mesmo a DILMA já teria se  pronunciado .
Até quando vamos ficar de boca aberta esperando esse grupo de  matadores de cristão agirem ?
Até quando vamos ficar  inertes a  isso ?
Deveriamos mobilizar os cristãos do Brasil e  fazer com que nossos governantes cobrem dos governantes desses paises mais rigor em relação a  esses bandidos terroristas ISLâMICOS .










VIA  GRITOS DE ALERTA / INF. G1.COM / AFP

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