sábado, 9 de agosto de 2014

Dilma, os evangélicos, os políticos, Deus e o capeta

Pode haver outros, mas creio que poucos jornalistas combatem com tanta firmeza o preconceito que há no Brasil, nas camadas ditas mais cultas — no geral, são apenas pessoas orgulhosas do pouco que sabem e do muito que não sabem — contra os evangélicos. Na verdade, existe um preconceito muito forte contra os cristãos. Os católicos também são alvos constantes de desconfiança. Mas não vou tratar disso agora. O que me incomoda profundamente em período eleitoral é a busca desesperada dos políticos pelos votos dos crentes.  Muitos chegam a afirmar até uma convicção que não têm só para conquistar o eleitor.
Nesta sexta, por exemplo, a presidente Dilma esteve na Assembleia de Deus do Brás, em São Paulo – um braço da Congregação de Madureira. Foi convidada a discursar no Congresso Nacional de Mulheres da Assembleia de Deus Madureira, que reuniu fiéis de todo o país. Lembrou que o Brasil é um país laico, mas citou o Salmo 33, de Davi: “Feliz é a nação cujo Deus é o Senhor”. Então tá bom. Eu preciso lembrar aqui algumas coisas.
Quando ministra do governo Lula, Dilma concedeu mais de uma entrevista dizendo-se favorável à legalização do aborto. Está tudo documentado. Eu lido com fatos, não com impressões. Notem, leitores: um candidato tem o direito de pensar o que quiser. Não pode, ou não deve, é fingir o que não pensa. A então ministra chegou a comparar a eliminação de um feto com a extração de um dente. Houve uma forte reação dos cristãos — e percebam que, aqui, eu não estou me posicionando sobre o aborto, mas sobre a hipocrisia política. E se inventou uma Dilma que seria contrária ao aborto.
A então candidata foi a um programa de TV e se disse católica — chegando a chamar Nossa Senhora de “deusa”. O cristianismo é monoteísta, vale dizer: crê num único Deus. Nossa Senhora, como se sabe, é uma santa. Chegou a ir a Aparecida e foi filmada persignando-se — de maneira errada, diga-se. Eleita presidente, nomeou para o Ministério da Mulheres Eleonora Menicucci, uma defensora fanática do aborto, que já havia confessado tê-lo feito, em outras mulheres, com as próprias mãos. Fatos. Eu só lido com fatos.
Os cristãos, com mais ênfase os evangélicos, fazem um intenso trabalho de convencimento contra a descriminação das drogas, por exemplo. O governo desta Dilma que vai a um templo evangélico citar um Salmo de Davi pôs em prática uma política pública escancaradamente favorável à descriminação, ainda que o faça de maneira um tanto oblíqua. Em maio de 2013, vários entes federais promoveram um seminário em Brasília, patrocinado com dinheiro público, em favor da descriminação e da legalização das drogas. Não se convidou para o evento um único representante que se opusesse a essas teses. Fatos. O governo Dilma, por intermédio do Ministério da Saúde — especialmente na atual gestão, de Arthur Chioro, combate com unhas e dentes as chamadas comunidades terapêuticas, que atuam com dependentes químicos — algumas são ligadas a igrejas evangélicas. Fatos.
No dia 27 de janeiro de 2012, no Fórum Social de Porto Alegre, Gilberto Carvalho, secretário-geral da Presidência, afirmou que os petistas deveriam se preparar para travar com os evangélicos uma luta ideológica para disputar a chamada “classe C”. Entenderam? Para ele, seu partido e os cristãos dessas denominações têm interesses contraditórios.
Também não demonizo posições. Cada um pense o que quiser e dispute o coração do eleitor. O que estou cobrando é honestidade intelectual. Dilma tem o direito de defender a descriminação do aborto ou sua política simpática à descriminação das drogas. O que me desagrada, e isto vale para qualquer partido, é essa mania de alguns políticos de achar que Deus tem prazo de validade: geralmente, vai de julho a outubro dos anos pares, que são os eleitorais. Depois, quem costuma dar as cartas na política é mesmo o capeta do vale-tudo.
Por Reinaldo Azevedo

http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/dilma-os-evangelicos-os-politicos-deus-e-o-capeta/

VEJA SÓ O QUE O GOVERNO DA DILMA E DO PT APOIA .

Esse vídeo fala por sí mesmo... Depois vem um monte de ignorantes sem informação criticar Israel !!! Pior, saber que o Governo Brasileiro apoia esses trastes.
COMPARTILHEM a verdade que a mídia vulpina e o "consensus populi" insistem em ignorar. Uma fonte me enviou este recente e aterrador vídeo onde guerrilheiros doEstado Islâmico do Iraque e do Levante (EIL, ou, em inglês, ISIS) executam 1500 PRISIONEIROS DE GUERRA, em sua maioria, adolescentes, na cidade iraquiana de Tikrit, capital da província de Salah-ad-Din!
O morbígero narrador explica, em entoação heróica, como eles triunfaram capturando soldados que trajavam vestimentas civis. Na sequência vemos os cativos implorando por suas vidas em nome de seu Deus. Um gesto louvável, porém prescindível, visto que logo são deslocados para uma região remota; dispostos como gado, e covarde e sumariamente ASSASSINADOS. Os requintes sádicos explicitam-se em cada instante da filmagem. Muitas das vítimas são mortas sobre uma poça de sangue e tem seus corpos lançados no rio, ao passo em que o locutor brada vitorioso: "Aqui foi a fagulha acesa no Iraque. Essa cintilação irá erguer-se com a vontade de Alá até que os exércitos da cruz queimem em Dabiq.". Fazendo clara alusão, de acordo com o Islã, a batalha profética da Última Hora - Dia do Julgamento - onde as massas infiéis serão erradicadas e os sobreviventes, convertidos.
Já a feita de lançar as vítimas no rio eflui da histórica Batalha de Ullais, deflagrada na Mesopotâmia (Iraque) entre as forças do Califato Rashidun e o Império Sassânida. Muçulmanos, sob a liderança de Khalid ibn al-Walid's, derrotaram um exército Persa numericamente superior. Khalid, também conhecido como Sayf-Allāh al-Maslūl (Espada de Deus) é considerado um dos principais generais do Império Árabe-Muçulmano, durante as conquistas islâmicas do século VII. A lenda diz que Khalid, no calor da batalha, fez uma promessa a Alá de que coloriria as águas do canal do inimigo com sangue."Ò Senhor! Se nos der vitória, eu farei que nenhum inimigo sobreviva até que seus rios fluam com seu sangue!". Como resultado, sucederam inonimáveis baixas de sassânidas e árabes cristãos. Custou um dia e meio para decapitar todas as tropas capturadas.
Mas HOJE isso não se restringe mais ao campo MÍTICO e FOLCLÓRICO. Hoje, o mundo pode contemplar, atônito, uma REALIDADE em "alta definição"!
Hoje, podemos afirmar, literalmente, que um PESADELO ganhou VIDA!
O governo de Israel deve preparar tanto seu povo como seus aliados para a batalha que se aproxima. Governantes do mundo todo precisam entender com clareza a natureza dos inimigos islâmicos; das Filipinas, através da Índia e Paquistão, Somália e Nigéria, Daguestão e Iraque e se estendendo a Paris, Madri e Londres. Eles precisam ler estatutos como o do Hamas, eles precisam ver as atitudes e ouvir as próprias palavras de seus líderes.
Extirpar o Hamas irá fortalecer as forças moderadoras palestinas, possibilitando a paz e até mesmo a consolidação de um estado soberano palestino. Destruir o Hamas tornará mais fácil para Israel lidar com o programa nuclear Iraniano em um futuro próximo. Pode até mesmo reprimir o entusiasmo belicoso do Hezbollah.
Israel atualmente enfrenta uma das cabeças concernentes a um mesmo corpo. Uma QUIMERA que colige o Hamas, Boko Haram, Al-Qaida e o Estado Islâmico. E derrotá-la não só serve os interesses de uma nação, como também se traduz nos sonhos e esperanças de todos os povos que acreditam em um amanhã de paz e liberdade!
-Por Luiz Castro

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