terça-feira, 29 de setembro de 2015

Para libertar Saeed Abedini, presidente Rohani pede que os EUA soltem 19 prisioneiros iranianos


Para libertar Saeed Abedini, presidente Rohani pede que os EUA soltem 19 prisioneiros iranianos
Naghmeh Abedini, esposa do pastor americano preso no Irã, Saeed Abedini, criticou a proposta aparente, feita pelo presidente iraniano, Hassan Rohani para libertar seu marido. Em troca, os Estados Unidos teriam que soltar 19 iranianos detidos nos Estados Unidos. Naghmeh argumentou que o marido não é nenhum tipo de "garantia" para ser tratado como tal.
"Meu marido não é garantia. Ele é um pai e um homem que não desrespeitou nenhuma lei. No entanto, o Irã está tratando-o como uma peça em um jogo de xadrez. O presidente Rouhani que a América deve libertar 19 criminosos em troca de da libertação dos cristãos norte-americanos, como meu marido, preso apenas em razão de sua fé. Isto demonstra que o Irã de hoje não é diferente do Irã que capturou reféns americanos durante a revolução iraniana", disse Naghmeh Abedini.
"O ambiente é propício para que o Irã para demonstre que está pronto para voltar ao mercado global e ao cenário internacional de diplomatas; é hora de mostrar a sua 'boa vontade', mudar sua imagem para a de um membro da sociedade global que vai proteger os direitos fundamentais", acrescentou.
Rouhani, que tem sido pressionado por líderes de todo o mundo a libertar o pastor norte-americano, visitou os Estados Unidos para participar de uma Assembleia Geral da ONU na última segunda-feira e foi questionado sobre o assunto em uma entrevista à CNN no domingo.
Ele sugeriu que a única maneira de Abedini e outros norte-americanos cristãos presos serem libertos é se o governo dos EUA concordar em estender soltar prisioneiros iranianos.
"Se os americanos tomarem as medidas adequadas e definirem que [um número de iranianos nos Estados Unidos que estão presos] estão livres, certamente o ambiente será aberto e as circunstâncias corretas serão criados para fazermos tudo ao nosso alcance e nossa competência para trazer a liberdade para os norte-americanos detidos no Irã também, o mais rápido possível", disse Rouhani.
"Se os americanos tomarem as ações apropriadas com os cidadãos iranianos que estão presos aqui, então a atmosfera e o ambiente certo talvez serão criados para a ação recíproca", acrescentou.
O Centro Americano para Lei e Justiça (ACLJ) - que representa Naghmeh e os dois filhos do casal nos EUA - classificou a proposta como "absurda e insultuosa" e disse que o Irã está tratando Abedini como um "refém para o resgate".
Abedini está há três anos preso no Irã. Na prisão o pastor tem enfrentado espancamentos e ameaças, além de ser privado por diversas vezes dos cuidados médicos necessários.
Tortura
Recentemente, o pastor foi submetido a uma sessão de tortura, na qual oficiais iranianos usaram um 'taser' (aparelho de choque), para força-lo a 'assumir os crimes dos quais tem sido acusado'. O pastor insistiu em afirmar que é inocente.
"Os interrogadores ameaçaram queo Pastor Saeed terá de enfrentar novas acusações criminais. Alegaram que ele tem ligações com grupos rebeldese que teria feito declarações contra o governo iraniano. Pastor Saeed negou todas estas acusações, mais uma vez afirmou que ele não tem partido político no país e que ele nunca ameaçou a segurança do Irã, nunca fez quaisquer declarações contra o país ou tomado qualquer medida contra o governo local", disse o ACLJ, em um relatório na semana passada.
Mobilização
O ACLJ tem representado Naghmeh Abedini em pedir aos líderes mundiais que façam mais para libertar pastor Saeed.
Além disso, uma petição online para clamar pela libertação do pastor Saeed já foi assinada por mais de 265 mil pessoas de diversos países.
Para acessar e assinar também este documento, acesse, clique aqui .

O SEGUNDO PECADO DE DAVI


Por que Deus foi tão severo com o povo de Israel quando foi Davi que pecou ao numerá-lo?

Davi, como bom pastor, é uma figura de Cristo no Velho Testamento. Quando ainda muito jovem ele cuidava do rebanho de ovelhas do seu pai, e aprendera a cultivar as virtudes necessárias para ser um bom pastor. Nisso Deus o preparou para mais tarde ser o rei de Israel, e pastorear aquele Seu rebanho. Foi também o aprendizado pelo qual passaram Moisés e o profeta Amós.
Depois de ser ungido e aclamado rei, Davi expulsou os inimigos que oprimiam o povo, ganhou para eles uma capital, Jerusalém, onde consolidou o culto a Deus no tabernáculo, levou para lá a arca do concerto com grande júbilo e instituiu ordem nas fileiras de sacerdotes e levitas, corais e acompanhamento instrumental. Dotado ele próprio de grande talento poético e musical, ele compôs grande parte dos salmos (literalmente: o arranhar dos instrumentos de cordas), inclusive o célebre Salmo 23 que trata do Senhor como Bom Pastor.
A sua fidelidade ao SENHOR, o Deus de Israel, e ao cumprimento das Suas leis e preceitos foi exemplar, ao ponto de ser o alto padrão mediante o qual foram medidos todos os seus descendentes no trono de Judá. Embora fosse um homem segundo o coração de Deus, ele tropeçou algumas vezes, e dois dos seus pecados, revelados na Bíblia, se salientam pelas conseqüências funestas que lhe trouxeram.
O primeiro (2 Samuel 11) nos escandaliza por causa da imoralidade de Davi e nos espanta pela solução encontrada por ele na morte de Urias. Aos olhos de Deus, porém, a gravidade maior foi a injustiça praticada por Davi. Essa injustiça foi ilustrada pela parábola do profeta Natã (2 Samuel 12:1-4). Davi se enfureceu com o rico da parábola, dizendo que era digno de morte por ter matado a única cordeira de estimação do pobre (notem o objeto - uma ovelha - o que mais tocaria o coração de um pastor). Quando Natã mostrou que Davi havia feito o mesmo que o rico, ao matar Urias e tomar para si a sua mulher, ele percebeu a maldade do que havia feito, confessou o seu pecado e o Senhor o perdoou.
Mas as conseqüências vieram mais tarde com o escândalo promovido pelo seu filho Absalão, e a morte da criança que teve com a mulher de Urias. É um dos exemplos onde vemos que, embora Deus perdoe o pecador arrependido, maus efeitos ainda poderão surgir do seu pecado.
O seu segundo pecado (2 Samuel 24 e 1 Crônicas 21) foi muito mais sério e devastador em suas conseqüências, e é evidenciado ainda mais por ser também mencionado no livro de Crônicas.
Para respondermos à presente pergunta, devemos nos referir a esses dois capítulos. Nos primeiros versículos, encontramos o que parece ser uma discrepância: “A ira do SENHOR se tornou a acender contra Israel, e ele incitou a Davi contra eles, dizendo: Vai, numera a Israel e a Judá” - (2 Samuel 24:1). Se Davi estava obedecendo a uma ordem do SENHOR, como poderia estar pecando?
No entanto, lemos em 1 Crônicas 21:1: “Então, Satanás se levantou contra Israel e incitou Davi a numerar a Israel.” Combinando os dois, descobrimos que “A ira do SENHOR se tornou a acender contra Israel, “e com a Sua permissão” Satanás se levantou contra Israel e incitou Davi a numerar a Israel” (que incluía Judá naquele tempo). Compreendemos assim que:
  1. A ira do SENHOR se tornou a acender contra Israel: não nos é dito o motivo, nem quando, mas é certo que o povo de Israel como um todo estava seriamente em falta e precisava de um corretivo.
  2. Para punir Israel, o SENHOR usou Satanás para tentar o seu rei. Satanás não podia tocar em Israel sem ter a permissão de Deus, mas teve a perspicácia de ver que através do seu rei Davi ele poderia subverter o povo. Então Satanás instigou Davi, não sabemos como, para numerar o povo.
Davi foi tentado e Satanás deve ter observado que, naquela altura dos acontecimentos, Davi aparentemente tinha dois pontos fracos: auto-satisfação e falta de confiança em Deus. Houve grande sutileza na tentação, pois o ato de numerar o povo não era pecaminoso, desde que fosse de acordo com a vontade de Deus.
Tudo indica que o recenseamento foi motivado pelo desejo de Davi em conhecer o efetivo do seu exército, para aquilatar o seu poder de combate, esquecendo-se que as vitórias foram obtidas unicamente mediante a graça e o poder de Deus.
Assim diz o SENHOR: Não se glorie o sábio na sua sabedoria, nem se glorie o forte na sua força; não se glorie o rico nas suas riquezas. Mas o que se gloriar glorie-se nisto: em me conhecer e saber que eu sou o SENHOR, que faço beneficência, juízo e justiça na terra; porque destas coisas me agrado, diz o SENHOR” (Jeremias 9:23-24). O SENHOR não Se agradou quando Davi mandou contar o povo, porque Davi não estava se gloriando no SENHOR, mas em sua força. O que o motivou foi então o pecado de descrença. Davi estava confiando em números ao invés de confiar em Deus. O SENHOR havia dado instruções a Moisés sobre o recenseamento do povo: quando fosse feito, cada um dos recenseados tinha que pagar o resgate de meio siclo como oferta ao SENHOR, para que não houvesse praga entre o povo (Êxodo 30:11-15). Não vemos menção disto aqui e é possível que tenha sido esquecido.
Tantas vezes Davi havia consultado o SENHOR sobre importantes medidas que devia tomar e o SENHOR lhe dera a resposta. Desta vez ele não consultou o SENHOR, mesmo quando Joabe procurou demovê-lo, percebendo o motivo pecaminoso de Davi.
Não tendo conseguido dissuadir Davi, Joabe levou avante o recenseamento, mas não o fez por completo porque “a palavra do rei foi abominável a Joabe”, ele só contou os homens hábeis para a guerra e omitiu os das tribos de Levi e Benjamim.
Deus mostrou Seu desagrado ferindo a Israel. Davi então percebeu o alcance do seu pecado, e pediu que Deus tirasse a iniqüidade dele, pois procedera loucamente. Mas já era tarde! Entre os três castigos que o SENHOR lhe propôs, Davi optou por cair ele próprio “nas mãos do SENHOR, pois são grandes as Suas misericórdias”. Porém o SENHOR mandou uma peste a Israel, mas a deteve em Jerusalém, onde Davi ofereceu um holocausto e ofertas pacíficas a mandado do SENHOR.
Concluindo, vemos que tudo surgiu porque Deus Se desagradou com o povo, e o povo foi castigado quando as causas foram descobertas: a auto-satisfação e a falta de confiança para com Deus, demonstradas pelo seu rei. Davi, embora não tivesse sofrido fisicamente, ficou angustiado por causa do sofrimento do povo, por um pecado que ele atribuiu a si próprio: “Não sou eu o que disse que se contasse o povo? E eu mesmo sou o que pequei e fiz muito mal; mas estas ovelhas que fizeram? Ah! SENHOR, meu Deus, seja a tua mão contra mim e contra a casa de meu pai e não para castigo de teu povo”. Era o bom pastor agoniado sentindo-se responsável pelo sofrimento das suas ovelhas.
Nunca confiemos em estatísticas para verificarmos a “nossa” vitória espiritual, os “nossos” recursos materiais e espirituais, o número das “nossas” igrejas, para então nos regozijarmos em “nossos” esforços. Isto depõe contra nossa dependência no Senhor da seara e nos faz confiar em nossas próprias forças. “Se o SENHOR não edificar a casa, em vão trabalham os que edificam; se o SENHOR não guardar a cidade, em vão vigia a sentinela” (Salmo 127:1). Como é perigoso fazer do ministério um ídolo, e tornar a obra mais importante do que o Senhor da seara.
Quantas vezes, nas reuniões administrativas de nossas igrejas locais, deixamos de mencionar as bênçãos materiais e espirituais recebidas para nos envolver inteiramente em contar os fundos disponíveis, o número de batismos durante o período e quantos membros a mais foram adquiridos. Se os algarismos nos contentam, achamos que foi uma grande vitória espiritual de nossa parte, enquanto que, ao invés disso, poderia se constituir na pior coisa possível de acontecer: deixar de ser uma igreja espiritual para se tornar num clube carnal.
Davi sabia que estaria bem nas mãos de Deus. Confiemos também nEle quando passamos por provações. “O Senhor corrige o que ama e açoita a qualquer que recebe por filho” (Hebreus 12:6).

FIRMEZA NOS TEMPOS DE LUTAS .


“Receberemos de Deus o bem, e não receberemos o mal?”
Jó 2:10

Jó “era homem íntegro e reto, que temia a Deus e se desviava do mal”. O profeta Ezequiel (contemporâneo de Daniel) colocou Jó com outros dois homens notáveis, Noé e Daniel, para destacar a sua justiça (Ezequiel 14:14 e 20). Tiago usou Jó como exemplo de homem bem-aventurado, gozando da misericórdia e compaixão de Deus porque teve paciência em suportar aflições (Ezequiel 5:11).
Jó foi talvez o homem que sofreu a maior variedade de catástrofes em um único dia do que qualquer outra pessoa que já viveu (Jó capítulo 1). O Senhor declarou que Jó não havia dado qualquer motivo para isso, ou seja, nem Jó nem seus filhos haviam feito algo que merecesse tal punição. Temos aí a confirmação que, embora nossas ações possam trazer boas ou más consequências para nós, o sofrimento não é necessariamente um castigo por algo mau que tenhamos feito. Como no caso de Jó, poderá ser uma prova de caráter.
O Senhor não executou as catástrofes, mas deu permissão e poder a Satanás para desencadeá-las sobre Jó a fim de provar que a sua piedade era genuína e não dependia das bênçãos que recebia de Deus. Jó passou nessa primeira prova de maneira brilhante, enunciando suas célebres palavras: “Nu saí do ventre de minha mãe, e nu partirei. O Senhor deu, e o Senhor tirou; bendito seja o nome do Senhor” (v. 21).
Satanás não se deu por satisfeito, mas pediu, e recebeu, permissão e poder para mexer na saúde de Jó, até chegar ao limite da sua resistência, sem matá-lo. É a prova final do homem de Deus, para que demonstre que não ama tanto a sua vida neste mundo ao ponto de deixar a sua fé em Deus quando sua vida for ameaçada.
Lembremos as palavras do Senhor Jesus: “Quem ama a sua vida, perdê-la-á; e quem neste mundo odeia a sua vida, guardá-la-á para a vida eterna” (João 12:25). Nosso comprometimento com o Senhor Jesus deve ser tal, a ponto de estarmos prontos a viver em pobreza ou enfermidade, ou mesmo a morrer, se com isso lhe pudermos glorificar. Viver para Ele ao invés de vivermos para nós próprios nos garante a vida eterna.
O Senhor sabia a extensão da fidelidade do Seu servo Jó melhor do que Satanás, e por isso permitiu que ele passasse pela prova final. Satanás fazia seu julgamento de Jó baseado em sua experiência da resistência da maioria das pessoas. Todos têm seus pontos fracos, e ao chegar aos extremos a maioria tende a fraquejar. Mas Deus nos prometeu: “Fiel é Deus, o qual não deixará que sejais tentados acima do que podeis resistir, antes com a tentação dará também o meio de saída, para que a possais suportar” (1 Coríntios 10:13). Deus nunca permitirá que sejamos tentados além do que podemos suportar e Ele pode nos suster, mesmo se nossa experiência for das mais trágicas. Deus sabe que nossa armadura aguentará.
Muitos cristãos tiveram que provar sua fé no passado, de uma maneira similar a Jó. Sob as mãos de seus perseguidores, dos quais a inquisição por séculos pela instituição católico-romana foi um exemplo proeminente, os santos foram roubados das suas possessões e de suas famílias e sujeitados a torturas diabólicas para tentar forçá-los a negar a sua fé. Ao serem finalmente assassinados, era frequentemente por meios cruéis como serem queimados vivos na estaca, contudo eles se mantiveram firmes em sua lealdade ao Senhor Jesus.
Às vezes somos inclinados a pensar que algum irmão está sendo disciplinado pelo Senhor (Hebreus 12:6-8) por causa de coisas más que fez (como pensavam os amigos de Jó), contudo pode não ser verdade. Talvez o Senhor esteja permitindo que ele seja provado até mesmo de uma forma que não serviria para nós, porque sabe que não poderíamos aguentar como aquele irmão.
Com carta branca para fazer com a saúde do íntegro e reto Jó o que quisesse, Satanás o submeteu ao teste supremo: golpeou Jó com úlceras malignas, desde a planta do pé até o alto da cabeça. Tentado pela sua mulher a blasfemar contra Deus, Jó a repreendeu dizendo que falava como uma doida, e arguiu: “receberemos de Deus o bem, e não receberemos o mal?”.
Seria difícil encontrar explicação para os males terríveis que sobrevieram a Jó, de um ponto de vista humano. Se não era punição por seus pecados, não se pode imaginar qualquer utilidade. Parece ter sido um sofrimento cruel e injusto. Os seus amigos entenderam que só podia ser punição por algum pecado sério que Jó não queria revelar a eles. Jó estava certo que não tinha cometido qualquer pecado assim e não tinha ideia da razão. Mas sua fé na justiça de Deus continuou inabalada.
Deus tinha o motivo, que nos é revelado no início, mas não o revelou a Jó (poderia ter prejudicado a prova). Deus pode nos salvar do sofrimento, mas pode igualmente permitir que nos venha sofrimento por razões que desconhecemos no presente. É a estratégia de Satanás para nos fazer duvidar de Deus exatamente naquele momento. Se sempre soubéssemos o motivo do sofrimento, não haveria crescimento da nossa fé.
A fé em Deus não garante a prosperidade pessoal, e a falta de fé não garante problemas nesta vida. Há hoje pregadores do “evangelho da prosperidade” que pedem ao povo para crer em Deus simplesmente para ficarem ricos. Como estão errados!
Muitos crentes pensam que crer em Deus os protege dos males, e por isso quando sofrem uma calamidade, questionam a bondade e a justiça de Deus. Mas a mensagem de Jó é que não devemos perder nossa fé em Deus quando Ele permite que tenhamos más experiências.
O que estava acontecendo com Jó tinha uma finalidade elevada e digna. Havia uma razão boa e suficiente nos propósitos eternos de Deus. Agora que todos os fatos estão consumados e podemos considerar todas as suas facetas, descobrimos que Deus teve uma finalidade nobre. Foi bom para Jó, mesmo que terrível enquanto durou, e uma lição extraordinária para os leitores da Bíblia durante os milênios que se seguiram, mesmo até nossos dias.
O dia veio quando Jó percebeu que algo bom resultava da sua experiência, embora no início não compreendesse nada, como vemos pelos seus discursos. Descobriu que não era somente para o seu próprio bem, pois recebeu como recompensa sete vezes mais do que possuía antes, mas também era para a glória de Deus.
Mais importante ainda: somos informados logo no início do singular livro de Jó, que, no âmbito celestial, Satanás tinha preparado uma calúnia séria sobre o caráter de Deus, ao sugerir que não era digno de ser amado, e que tinha que pagar Jó com boa saúde, família e riquezas para que fosse amado e servido por ele. Todos os filhos de Deus devem ter tremido ao ouvir tal coisa. Mas Jó provou que Deus era digno de honra e glória mesmo depois que tudo, inclusive a saúde, lhe foi tirado.
Que a firmeza de Jó nos sirva de exemplo quando passarmos pelas provações, pois elas nos dão a oportunidade de evidenciar que a nossa fé não depende da nossa saúde ou prosperidade, e que o nosso Deus e Senhor é digno da nossa lealdade, honra e louvor simplesmente por ser Quem Ele é.

A Antiga Serpente


Ele prendeu o dragão, a antiga serpente, que é o Diabo e Satanás, e o amarrou por mil anos

Apocalipse 20:2

A “antiga serpente”, o segundo animal deste versículo, aparece pela primeira vez na Bíblia em Gênesis 3:1... “Ora, a serpente era o mais astuto de todos os animais do campo, que o Senhor Deus tinha feito. E esta disse à mulher: É assim que Deus disse: Não comereis de toda árvore do jardim?
A serpente, víbora, áspide, basilisco ou cobra que conhecemos hoje é mencionada quarenta e nove vezes na Bíblia, inclusive alegoricamente. É ainda comum em todo o mundo, em um surpreendente número de variedades, e é usada como objeto de adoração ou simples símbolo, figura na mitologia através dos tempos, nas lendas e nas estórias. São poucos os que nunca viram ou ouviram falar sobre uma serpente. Figura na grande maioria dos vocabulários falados e escritos.
Em hebraico a serpente é chamada “naás”, “nashak”“tsefa”, “tsifone” e em grego é “ophis”, “herpeton”. Mais de quarenta espécies são encontradas na Síria e Arábia. Isaías fala de uma “serpente voadora” (“saraf uf”) (Isaías 14:29, 30:6). Simbolicamente um inimigo mortal, sutil e malicioso é chamado de "serpente" (Lucas 10:19).
A “antiga serpente” tomou uma posição que a destacou de todos os animais que Deus havia criado: “era o mais astuto de todos os animais do campo, que o Senhor Deus tinha feito” (Gênesis 3:1). Assim ela influiu decisivamente sobre a natureza e destino dos seres humanos, e, com eles, toda a criação. Tudo era muito bom antes dessa serpente intervir, mas depois veio a maldição de Deus sobre ela e a sua descendência, junto com toda a criação.
A Bíblia não descreve como era a “antiga serpente” quando se apresentou a Eva. É provável que fosse semelhante a um grande lagarto, pois é chamada dragão não só em Apocalipse 20:2, mas também em Isaías 27:1, e um dos castigos que recebeu de Deus foi andar sobre o seu ventre e comer pó todos os dias da sua vida. Em vista dos magníficos desenhos em cores existentes sobre o corpo da maioria das serpentes encontradas hoje, suas descendentes, não é improvável que a “antiga serpente” fosse também um animal vistoso, coberto com escamas coloridas formando lindos desenhos.
Bela e cativante, essa “antiga serpente” não teve dificuldade em se comunicar com Eva no jardim do Éden, e de convencer Eva da mentira que lhe disse. Um animal falante? Salvo o papagaio, que sabe repetir o que ouve, mas sem saber do que se trata, nenhum outro animal que conhecemos atualmente pode se comunicar conosco assim. Não obstante, naquela ocasião a “antiga serpente” falou e Eva entendeu. Ao ser castigada e transformada no animal que hoje conhecemos, ela perdeu essa habilidade e ao que saibamos o único som que ela e seus descendentes produzem desde então não passa de um sibilo e, no caso da cascavel, um chocalho na extremidade da sua cauda.
Depois do acontecimento relatado no capítulo 3 de Gênesis a palavra “serpente” e as outras aplicáveis ao mesmo animal aparecem várias vezes, algumas em conexão com suas mordidas, seu veneno e sua língua bifurcada, ilustrando o cumprimento do destino que Deus deu ao relacionamento entre ela e a mulher: “Porei inimizade entre ti e a mulher, e entre a tua descendência e a sua descendência; esta te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar” (Gênesis 3:15). A primeira vez que aparece novamente é em Gênesis 49:17... “Dã será serpente junto ao caminho, uma víbora junto à vereda, que morde os calcanhares do cavalo, de modo que caia o seu cavaleiro para trás”: nesta profecia de Jacó a serpente é usada como símbolo dos que indiretamente praticam ações maléficas para prejudicar alguém. Foi a tribo de Dã que introduziu a idolatria que eventualmente destruiu a nação de Israel.
Deus algumas vezes fez uso de serpentes: transformou a vara de Arão em uma serpente para impressionar o faraó do Egito com um milagre (Êxodo 7:10); mandou entre o povo serpentes abrasadoras, que o mordiam e morreu muita gente em Israel (Números 21:6), depois mandou Moisés fazer uma serpente de bronze e levantá-la numa haste para que quem fosse mordido pudesse olhar para ela e fosse curado (Números 21:8).
O Senhor Jesus mencionou serpentes várias vezes: recomendou aos discípulos que fossem prudentes como as serpentes (Mateus 10:16), chamou os escribas e fariseus do Seu tempo de “serpentes, raça de víboras” por causa da sua hipocrisia e iniquidade (Mateus 23:29-33). Talvez mais famosamente Ele usou a figura da serpente de bronze feita por Moisés e levantada numa haste como exemplo de como Ele seria também levantado para que todo aquele que nEle crê tenha a vida eterna (João 3:14).
Essas observações sobre esse animal nos levam à conclusão que, embora seja nocivo por causa da sua natureza agressiva, seus ataques inesperados e seu veneno mortal, resultantes da maldição pronunciada sobre ele no Éden, ele não personifica o Diabo ou Satanás.
Também a “antiga serpente”, uma espécie de “dragão”, foi apenas um instrumento usado por aquele inimigo de Deus para enganar Eva fazendo com que ela, e seu marido depois dela, desobedecessem à ordem que Deus lhes havia dado. Que Satanás foi o tentador e usou a antiga serpente apenas como seu instrumento é evidente:
Embora a serpente fosse “o mais astuto dos animais do campo”, capaz até de falar, ela não tinha as elevadas faculdades intelectuais requeridas para ser o tentador. De toda a criação na terra, só o homem foi feito à imagem de Deus e assim dotado de intelecto, bem como espírito.
No Novo Testamento somos informados, ou é assumido de várias maneiras, que o responsável direto pela sedução dos nossos primeiros antepassados foi o próprio Satanás (João 8:44; Romanos 16:20; 2 Coríntios 11:3, 11:14;Apocalipse 12:9, 20:2).
A “antiga serpente” era “o mais astuto de todos os animais do campo, que o Senhor Deus tinha feito”. Era apenas um animal do campo, mas o mais astucioso de todos e fez a obra do adversário tentando prejudicar a obra-prima da criação. (A palavra “adversário” é a tradução correta para o português do original hebraico “satã”. Esta continua figurando nas traduções da Bíblia para o português como no original ou modificado ligeiramente para “satanás”, para indicar o maior adversário de Deus, que é um anjo rebelde).
Eva inutilmente procurou justificar-se pela sua desobediência ao mandado de Deus, dizendo: “A serpente enganou-me, e eu comi.” (Gênesis 3:13). Contudo Deus não eximiu a “antiga serpente” totalmente de culpa. O castigo que a “antiga serpente” recebeu de Deus foi a humilhação de se arrastar pelo chão, de ser maldita dentre todos os animais domésticos e selvagens, e de sua descendência ser inimiga da descendência da mulher.
O relato bíblico sobre a “antiga serpente” não é apenas uma parábola, ou ficção alegórica como querem alguns. A Bíblia nos diz nas palavras de Paulo, em 2 Coríntios 11:3... “Mas temo que, assim como a serpente enganou a Eva com a sua astúcia, assim também sejam de alguma sorte corrompidos os vossos entendimentos e se apartem da simplicidade e da pureza que há em Cristo”. Se o relato não fosse um fato, não serviria como exemplo.
Toda mentira e engano, é fazer a obra do Adversário, que é “o pai da mentira” como nos ensina o Senhor Jesus (João 8:44). A Bíblia nos diz: “Os lábios mentirosos são abomináveis ao Senhor” e “quanto a... todos os mentirosos, a sua parte será no lago ardente de fogo e enxofre, que é a segunda morte”. (Provérbios 12:22 e Apocalipse 21:8).
A experiência que Eva teve com a malignidade da “antiga serpente” nos serve de alerta contra as “serpentes humanas”, que também se apresentam formosas e persuasivas e nos desviam dos caminhos de Deus para desobedecer a Sua vontade. Será um desastre para nós se forem corrompidos os nossos entendimentos por uma delas para nos apartarmos da simplicidade e da pureza que há em Cristo.
Estejamos sempre apegados à verdade, a Palavra de Deus, para escapar à possibilidade de sermos utilizados pelo Adversário para divulgar suas mentiras, teorias sem fundamento na realidade e falsas interpretações do que a Bíblia diz. Estas são tão abundantes atualmente e concorrem para que os incrédulos não alcancem a salvação das suas almas mediante o único Caminho que Deus nos abriu: a fé na obra redentora do nosso Salvador e Senhor Jesus Cristo.

Bíblia de Lutero de 1634 é encontrada em blitz

Durante uma blitz realizada pelas forças de segurança alemãs na cidade de Lübeck, situada ao norte do país, um exemplar de 1934 da Bíblia de Lutero foi encontrado.
 
Bíblia de Lutero
 
De acordo com a policia, a edição, que foi publicada com o número 9 pela Von Stern'sch Druckerei – editora fundada em 1614 – e encadernada em couro, possui na parte interior uma anotação à mão.
 
A publicação  foi confiscada pelos agentes em agosto. Eles ainda estão em busca do seu legítimo dono e não quiseram dar mais detalhes sobre as circunstancias da descoberta.
 
 
Desde sua fundação no século XVII, a Von Stern'sch Druckerei publicou em torno de 60 exemplares da Bíblia.
 
Segundo especialista literário Wolfgang Schellmann a edição encontrada pela polícia é uma raridade que não se vê em nenhum leilão, há 20 anos.
 
 
Redação iGospel, com informações de Terra e EFE
A gravação do novo do 19º projeto do Renascer Praise terá participação do público. Quem estiver interessado em fazer parte do coral de apoio deve mandar um e-mail com seus dados (nome completo, igreja, cidade e telefone) para o e-mail suporterenascerpraise@gmail.com.
 
 
No hotsite do evento, o grupo de louvor disponibilizou as partituras e os áudios dos louvores “A Resposta”, “Filho da Luz” e “Aleluia” para os ensaios.
 
Está chegando o grande dia!
 
Com uma mega estrutura de som e iluminação, a gravação do Renascer Praise 19 será realizada no próximo dia 2 de novembro, no Citibank Hall, uma das casas de shows mais conceituadas da capital paulista.
 
Em entrevista, Bispa Sonia Hernandes falou sobre o processo de composição do novo projeto. "Neste ano, Deus tem nos dado louvores tremendos. Deus tem trabalhado e feito jorrar na vida de cada um. Eu diria que daria para gravar três CDs. Estamos nos dedicando para entregarmos o melhor! É tudo por Ele e para Ele", afirmou. 
 
Para ela, o Renascer Praise é muito mais que um grupo musical, mas uma grande família, composta por compositores, cantores, produtores, arranjadores instrumentistas e, acima de tudo, pessoas que amam louvar a Deus.
 
“As experiências que a gente vive juntos há anos nos fazem ser muito agradecidos por sermos Renascer Praise. Há muitos anos, nós somos marcados pelos louvores do Praise. Então, não é que a gente só canta e toca, a gente tem a nossa vida nos CDs. A gente tem a nossa história nos CDs”, declarou.
 
A produção musical do Renascer Praise 19 ficará por conta de Thalles Roberto, que está acompanhado todos os ensaios. “Este Renascer Praise 19 vai estar mesmo incrível! Estou tendo a honra de fazer a produção musical deste projeto maravilhoso! Estou realizando um sonho”, afirmou o cantor através das redes sociais.
 
Serviço:
Gravação do Renascer Praise 19
Data: 2 de novembro
Horário: 20 horas
Local: Citibank Hall
Endereço: Avenida das Nações Unidas, 17.955 (Santo Amaro)
Informações: www.renascerpraise.com.br
 
 
Redação iGospel

O pastor Silas Malafaia comentou de forma bastante crítica a postura da imprensa ao noticiar a aprovação do projeto apelidado de Estatuto da Família pela Comissão Especial da Câmara dos Deputados. De acordo com o líder evangélico, o tom adotado foi tendencioso. Imagem redimensionada“A imprensa, de maneira quase que absoluta, negou a verdade dos fatos. Eu creio que a imprensa está aí para dar notícia, como ela é. A imprensa não está aí para defender esse ou aquele. Mas, eu lamento que a imprensa brasileira, na sua grande maioria, defende sim o ativismo gay e as causas gay”, observou. Ressaltando ser um defensor da imprensa livre, o pastor chamou atenção para o que entendeu ser um excesso, já que a aprovação do Estatuto da Família na Comissão Especial foi uma reafirmação do que prega a carta magna do país. “Qual é a questão do estatuto da família? A imprensa acusou ‘os deputados foram contra a decisão do STF’. Que papo é esse? O que está na Constituição brasileira, que é a lei máxima do país? Artigo 226, parágrafo 3º: a Constituição brasileira reconhece de família homem e mulher […] Isso está na Constituição. Quem te falou que o Supremo Tribunal Federal está acima da Constituição?”, afirmou, lembrando a concessão do direito à união civil dos homossexuais pela corte máxima do Poder Judiciário. Malafaia aproveitou para desafiar os ativistas gays a buscarem as vias legais para o reconhecimento das uniões homossexuais como família: “Eu falei pro líder do ativismo gay, o Toni Reis, na audiência pública da Comissão [Especial] do Estatuto da Família o seguinte: ‘Se vocês querem que a Constituição considere família dois homens ou duas mulheres, reúna 308 deputados, faça uma PEC (Projeto de Emenda Constitucional) e mude. Se não, meu querido, isso é vergonhoso’”, afirmou o pastor. A ideia de que é necessário mudar leis para atender determinados grupos foi ironizada pelo pastor: “Então, é uma desmoralização da Constituição para atender a um grupo. Vamos fazer o seguinte: libera tudo que é droga, porque só no estado do Rio de Janeiro tem mais de um milhão de dependentes. Vamos contra as leis porque tem um grupo que está praticando. Que conversa é essa?”, questionou. “Vamos falar a verdade: a Comissão [Especial] do Estatuto da Família concordou com o que está escrito na Constituição, que reconhece como entidade familiar [um núcleo] constituído por homem e mulher”, pontuou, acrescentando: “A imprensa não pode estar a favor de A ou B. Vamos dar a notícia como ela é”. Fonte: Gospel +


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O pastor e deputado federal pelo PSC-SP, Marco Feliciano, lançará uma trilogia de livros com sua biografia no próximo mês, contando sua trajetória de infância humilde ao ministério pastoral e ao mandato na Câmara dos Deputados.

Feliciano, que em seus testemunhos sempre destaca os obstáculos superados no interior paulista ao longo da vida e o crescimento pessoal e ministerial na fase adulta, vai narrar essas experiências aos 42 anos de idade.

A coluna Radar Online, da revista Veja, comparou a iniciativa do pastor Feliciano à do bispo Edir Macedo (70 anos), que contou sua trajetória na série “Nada a Perder”, que vendeu milhões de exemplares e deverá render um filme.

“Assim como Edir Macedo, Marco Feliciano também lançará uma trilogia que contará a sua biografia a partir de outubro. Difícil será obter o mesmo sucesso do líder da igreja Universal: a tiragem inicial do primeiro livro de Feliciano é de 10 000 exemplares. Em um ano, Macedo vendeu mais de 4 milhões de livros”, comparou o texto no site da Veja, ressaltando as peculiaridades do bispo, que contou com os fiéis de sua denominação ao redor do mundo para atingir a expressiva marca.

Feliciano deverá dividir a trajetória de vida em fases. Polêmicas como as que se envolveu quando se candidatou à presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM), por conta da oposição de ativistas gays e políticos de esquerda, e sua guinada à direita, rompendo com o governo petista após ter apoiado Dilma Rousseff em 2010, também deverão constar dos livros.

Agora, indicado pelo PSC à candidatura da prefeitura de São Paulo, o pastor e deputado federal pode contar suas origens ao público para se tornar mais conhecido, além das caricaturas apresentadas pela mídia em geral.


Fonte: Gospel +

Silas Malafaia acusa imprensa de parcialidade sobre o Estatuto da Família


O pastor Silas Malafaia comentou de forma bastante crítica a postura da imprensa ao noticiar a aprovação do projeto apelidado de Estatuto da Família pela Comissão Especial da Câmara dos Deputados. De acordo com o líder evangélico, o tom adotado foi tendencioso.
Imagem redimensionada“A imprensa, de maneira quase que absoluta, negou a verdade dos fatos. Eu creio que a imprensa está aí para dar notícia, como ela é. A imprensa não está aí para defender esse ou aquele. Mas, eu lamento que a imprensa brasileira, na sua grande maioria, defende sim o ativismo gay e as causas gay”, observou.

Ressaltando ser um defensor da imprensa livre, o pastor chamou atenção para o que entendeu ser um excesso, já que a aprovação do Estatuto da Família na Comissão Especial foi uma reafirmação do que prega a carta magna do país.

“Qual é a questão do estatuto da família? A imprensa acusou ‘os deputados foram contra a decisão do STF’. Que papo é esse? O que está na Constituição brasileira, que é a lei máxima do país? Artigo 226, parágrafo 3º: a Constituição brasileira reconhece de família homem e mulher […] Isso está na Constituição. Quem te falou que o Supremo Tribunal Federal está acima da Constituição?”, afirmou, lembrando a concessão do direito à união civil dos homossexuais pela corte máxima do Poder Judiciário.

Malafaia aproveitou para desafiar os ativistas gays a buscarem as vias legais para o reconhecimento das uniões homossexuais como família: “Eu falei pro líder do ativismo gay, o Toni Reis, na audiência pública da Comissão [Especial] do Estatuto da Família o seguinte: ‘Se vocês querem que a Constituição considere família dois homens ou duas mulheres, reúna 308 deputados, faça uma PEC (Projeto de Emenda Constitucional) e mude. Se não, meu querido, isso é vergonhoso’”, afirmou o pastor.

A ideia de que é necessário mudar leis para atender determinados grupos foi ironizada pelo pastor: “Então, é uma desmoralização da Constituição para atender a um grupo. Vamos fazer o seguinte: libera tudo que é droga, porque só no estado do Rio de Janeiro tem mais de um milhão de dependentes. Vamos contra as leis porque tem um grupo que está praticando. Que conversa é essa?”, questionou.

“Vamos falar a verdade: a Comissão [Especial] do Estatuto da Família concordou com o que está escrito na Constituição, que reconhece como entidade familiar [um núcleo] constituído por homem e mulher”, pontuou, acrescentando: “A imprensa não pode estar a favor de A ou B. Vamos dar a notícia como ela é”.


Fonte: Gospel +

Estado Islâmico matou 11 mil pessoas no último ano no Iraque e na Síria


Estado Islâmico matou 11 mil pessoas no último ano no Iraque e na Síria
Grupo terrorista Estado Islâmico (EI) executou quase 11 mil pessoas no Iraque e na Síria desde a sua criação de seu califado nesses territórios em junho de 2014. Os números são de grupos humanistas.
O cálculo não inclui a lista crescente de vítimas dos atuais conflitos que estão sendo travados contra os Estados Unidos com os países aliados.
Os militantes islâmicos, que usam uma interpretação extremista da Sharia (lei islâmica), utilizaram diversos métodos de execução, como decapitações, afogamentos, explosões, apedrejamentos e lançamento de pessoas de altos edifícios.
Muitas das vítimas foram mortas por sua fé. O EI tem forçado os cristãos e outras minorias religiosas a se converterem ao Islã — caso contrário, eles pagam um alto imposto, são obrigados a obedecer condições adversas ou então enfrentam a morte.
O grupo "In Defense of Christians"(Em Defesa pelos Cristãos) vem pressionando as autoridades americanas para aprovar uma resolução que classifica as ações do EI como genocídio.
"Cristãos e outras minorias étnicas e religiosas foram assassinados, subjugados, obrigados a emigrar de sua terra e a sofrer graves danos psicológicos e corporais, incluindo a escravização sexual e o abuso", diz parte da resolução.
O EI também matou pessoas questões de sexualidade - recentemente, o grupo terrorista executou um garoto de 15 anos de idade, acusado de ser gay. Os estrangeiros também foram condenados à morte como forma de avisar o Ocidente que todos devem ficar fora da região.