domingo, 27 de setembro de 2015

Última “lua de sangue” poderá iniciar cumprimento de profecias do fim do mundo, dizem estudiosos

Última “lua de sangue” poderá iniciar cumprimento de profecias do fim do mundo, dizem estudiososA última “lua de sangue” da tétrade iniciada em abril de 2014 surgirá nos céus no próximo dia 27 de setembro, de acordo com as expectativas de astrônomos que estudam o fenômeno. Para muitos cristãos, o evento pode marcar o início da última fase de uma profecia bíblica relacionada ao fim dos tempos.
Cientificamente, a lua de sangue é resultado do alinhamento entre o Sol, a Terra e a própria Lua. A cor de tom avermelhado que o satélite irá ganhar se deve a esse alinhamento, uma vez que a luz solar atinge a lua após atravessar a atmosfera terrestre, segundo informações do portal Uol.
O fenômeno deverá durar 1 hora e 12 minutos no total, e é considerado raro. Os registros mais recentes incluem eventos semelhantes em 1910, 1928, 1946, 1964, 1982, sendo que o próximo está previsto para acontecer apenas em 2033.
O pastor John Hagee, autor do livro “Four Blood Moons: Something Is About to Change” (“Quatro Luas de Sangue: Algo Está Prestes a Mudar”, em tradução livre), usa trechos das passagens bíblicas de Lucas 21:25 e Atos dos Apóstolos 2:20 que, respectivamente, se referem ao fim dos tempos afirmando que “haverá sinais no sol e na lua e nas estrelas; e na terra angústia das nações, em perplexidade pelo bramido do mar e das ondas” e que “o sol se converterá em trevas, e a lua em sangue, antes de chegar o grande e glorioso dia do Senhor”.
Entre os teólogos estudiosos do assunto, há quem entenda que o final da tétrade de “luas de sangue” pode marcar os sete anos da grande tribulação prevista no Apocalipse.
Os adeptos dessa teoria associam a atual e crescente tensão entre Israel e os vizinhos muçulmanos às profecias bíblicas. O surgimento do Estado Islâmico, que tem entre seus alvos os judeus; a iniciativa de judeus ortodoxos em preparar a reconstrução do Templo de Jerusalém; e a proposta de divisão do território israelense em negociação na ONU também são apontadas como indícios de cumprimento da profecia bíblica, uma vez que um conflito militar na região é visto como iminente.
John Hagee acrescenta a essa mistura um recente acordo político entre o Irã e outros países que integram o Conselho de Segurança da ONU, permitindo o uso de energia nuclear pelo país teocrático muçulmano: “Eu já disse isso muitas vezes e digo de novo: o dia em que a América virar as costas para Israel será o dia em que Deus vai virar as costas para a América. O dia em que este acordo nuclear com Irã for finalmente assinado, selado e entregue, será o dia em que vamos enfiar o dedo no olho de Deus”, disse o pastor à emissora cristã CBN.
“O que os Estados Unidos da América têm feito no acordo com o Irã é garantir guerra. Qualquer pessoa no mundo que tenha qualquer concepção sobre a ideologia do Irã sabe que a guerra está chegando. Essas pessoas estavam gritando ‘morte à América’ e ‘morte a Israel’ no dia em que o acordo foi assinado no Irã, [que] vem dizendo há anos que estão prontos para varrer Israel do mapa. Eles têm a vontade de fazê-lo, e agora que a administração Obama tem pavimentado o caminho para eles construírem uma arma nuclear, o Irã tem o poder de fazê-lo”, lamentou Hagee.


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A REVELAÇÃO DO MANTO


A REVELAÇÃO DO MANTO
Oração do Shema
Na capa (Talit) que o pai dá ao Filho, existe um código para resgatar tudo que foi perdido, especialmente a Presença de Deus, perdida no Paraíso, por conta de uma armadilha forjada pelo diabo na vida de Adão e Eva. É importante saber que tudo o que satanás quer é nos tirar da santa Presença de Deus através do pecado que constrói um muro de separação entre o homem e o Senhor, de acordo com o que escreveu o profeta Isaías:
Mas as vossas iniquidades fazem separação entre vós e o vosso Deus; e os vossos pecados encobrem o seu rosto de vós, para que não vos ouça. 
                                                                                                         Isaías 59:2
Os quatro testes de satanás 
O diabo não é criativo. Ele repete as mesmas técnicas ao longo de milênios. Se estivermos atentos e em vigilância na presença do Pai, poderemos resisti-lo. Ele tenta o homem nos mesmos quatro níveis que tentou Eva e Adão: Físico, emocional, mental e espiritual.
Vejamos o exemplo do profeta Elias. Ele foi testado em quatro estágios de sua vida: No Querite, em Sarepta, no Monte Carmelo e no monte. Em cada um deles, ele se encontrava em um lugar diferente, eu uma posição diferente e por isso o reino das trevas enviou demônios para impedir a sua vitória e comunhão com Deus. Porém, após vencer cada uma dessas provas, um Anjo lhe serviu e veio uma nova unção que o leva a uma nova fase.
1) Querite (esmagar) - Teste Físico: Ao Passar neste teste de resistência, onde ele teve que ficar sozinho, comendo somente o que os corvos lhe traziam e bebendo apenas água, Deus se manifesta como Deus da provisão e Elias conquista o poder sobre o corpo. Logo depois Deus o usa em milagres, multiplicando o azeite e a farinha da viúva (1 Reis 17: 10-16)
2) Sarepta - Teste Emocional: Elias vai para casa de uma viúva, em um local onde as mulheres eram experts em tentar o homem, área sexual, na área emocional. Ali começam os testes e em cada um deles, um demônio é enviado. Depois de vencer cada um deles, um anjo se apresenta ao profeta e o demônio vai embora, mas o anjo fica para sempre. Aqui ele conquista poder sobre a alma e Deus se manifesta através dele, dando-lhe o poder de ressuscitar o filho da viúva. O menino morre fisicamente, mas Elias já havia vencido o demônio da morte. No segundo teste Elias venceu o demônio que opera na área sexual, demônio da prostituição, tentação, o demônio do encantamento.
3) Monte Carmelo – Teste Mental e Financeira: A cada degrau Elias alcança um nível de poder. Ali surge a oferta e Deus entrega a ele poder sobre as riquezas do mundo (Colheitas). Todos os homens são tentados nesta área da riqueza, porque um dos braços do paraíso era de ouro, rio de ouro, então Elias manda chamar o povo para dar uma oferta e quando eles trazem aquela oferta, supera a oferta do inimigo. No paraíso aconteceu o contrário: o homem deu para o inimigo mais do que deu para Deus e por isso Deus se afastou do homem, e o homem se afastou de Mas ali no Carmelo, Elias passa por três testes: mental, financeiro e material. Ao vencer, Deus se manifesta com fogo e chuva, acompanhado de trovoadas e relâmpagos. Elias naquele momento poderia se tornar o homem mais rico de Israel e receber as ofertas do povo, mas ele escolhe ir para o deserto, sem nada.
4) Monte - Teste Espiritual: O anjo da morte o vista e Elias deseja morrer. Ao vencer esse sentimento, ele chega à fase da águia e o Senhor fala com ele, entrega-lhe a capa e o poder para transferência da sua Unção para outros.
Elias alcança a transcendência
Ao atingir a fase da Águia, Elias alcança a transcendência, que significa sair do natural e andar na dimensão de Deus. Assim ele é levado aos céus em uma carruagem de fogo. 
E sucedeu que, indo eles andando e falando, eis que um carro de fogo, com cavalos de fogo, os separou um do outro; e Elias subiu ao céu num redemoinho. 
                                                                                                        2 Reis 2:11
Jesus também foi tentado nos quatro níveis, como mostra o evangelho segundo Mateus, capítulo quatro. Porém Ele segue os mesmos princípios de Elias, em um grau muito mais profundo e elevado, deixando para nós a capa e a palavra:
Na verdade, na verdade vos digo que aquele que crê em mim também fará as obras que eu faço, e as fará maiores do que estas, porque eu vou para meu Pai. 
                                                                                                         João 14:12
A revelação extraordinária sobre o manto
Deus criou o homem nos quatro níveis de vida, para O adorar fisicamente, emocionalmente, mentalmente ou materialmente e espiritualmente. Servindo a Deus no paraíso, o homem trabalhava e demonstrava o seu amor nesses quatro níveis. Deus  colocou à sua disposição um rio de quatro braças, para alimentá-lo e sustentá-lo nessas esferas. Um rio de águas vivas, que fica escondido durante todo percurso da Bíblia, aparecendo em Gênesis, no paraíso, e depois aparecendo novamente em Apocalipse, na Nova Jerusalém. Porém Jesus fala e profetiza sobre esse rio na festa de Pentecostes: "Quem crê em mim rios de águas vivas virão do seu interior." - João 7:35. Aqui Jesus estava falando do Espírito Santo que seria devolvido, derramado.
Deus afirma que depois dos setenta anos de idade só nos resta cansaço e dores. O homem foi feito para viver e adorar eternamente o Senhor no Jardim, nos quatro níveis de vida. Mas os ciúmes de satanás quebra essa comunhão. Ele sabia que os planos de Deus para a humanidade passaria por quatro degraus, onde o homem continuaria subindo, crescendo, até chegar à estatura do Filho de Deus. O diabo usou sete príncipes das trevas para destruir a ascensão do homem. Cada um destes príncipes levou consigo mais sete demônios, para uma tentação que duraria sete mil anos. Ao oferecer uma fruta, apetitosa ele estava afligindo o nível físico; a fruta também era agradável aos olhos, portanto o nível emocional foi conquistado; além disso a fruta proibida era ideal para abrir os olhos e dar ao casal conhecimento do bem e do mal, esse é o nível mental. No final, a proposta mais indecente: se tornar igual à Deus, o máximo do crescimento espiritual, e isso afetou em cheio o nível espiritual. Eva foi tentada e usada pelo inimigo para provocar a queda de seu marido. Adão tinha a consciência de que ele não deveria ceder, mas Eva perdeu o manto de Glória e o tenta fisicamente, na área sexual; emocionalmente, com a paixão fora do controle de Deus; mentalmente, usando as mesmas palavras de satanás, e espiritualmente ela enche o coração dele. Eva tomou o coração do homem das mãos de Deus. Desta forma o homem caiu nos quatro níveis e foi expulso do paraíso, lugar do manto da presença de Deus, do manto da Glória de Deus. Mais tarde, em uma tentativa desesperada de reconquistar essa intimidade os Judeus criaram um manto conhecido como Talit, para relembrar onde o homem estava no jardim, de onde nunca deveria ter saído, se não fosse o pecado.
O manto fica para trás
Com a perda desse manto de Glória, o homem passa a pagar um alto preço nos quatro níveis: passa a envelhecer, a adoecer, ficar triste, empobrecer e morrer. A partir desse momento ele percebe o grande erro que cometeu. O inimigo tentou trazer ao homem a alegria, a satisfação física, emocional, mental ou financeira e a realização espiritual sem a dependência de Deus. Essa foi a grande falha porque assim ele troca o manto por roupas, o espiritual pelo natural. Assim, o homem não pôde mais entrar na presença de Deus, e sem isso ele perdeu também a vida abundante. Mas o Pai, todo poderoso, maravilhoso e bondoso começa a visitar a próxima geração. Ele traz uma mensagem dizendo que há um jeito de voltar à presença:
Amarás, pois, o Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todas as tuas forças. 
                                                                                           Deuteronômio 6:5
Os religiosos, homens santos, ao usarem o Talit, deveriam recitar a oração do Shema, a oração mais repetida de manhã e a noite pelos judeus, escrita em Deuteronômio 6:4: “Ouve, Israel, o Senhor nosso Deus é o único Senhor.” Em outras palavras Deus estava querendo dizer “não ouça outro!” Os judeus fecham seus olhos e mechem todo o corpo enquanto recitam o Shema, concentrando todas as suas forças, toda sua mente, toda sua emoção e coração enquanto adoram o Pai. E o manto representa à volta ao Pai, ao esconderijo, ao lugar de origem, aonde ele tinha acesso ao rio da água da vida, à alegria e a realização emocional. O manto nos dá capacidade de entrar na presença e amá-lo com todo o coração, alma e força. Este é o requisito que Deus exige da próxima geração para que ela tenha de volta a Presença.
Até hoje, os homens santos que andam na presença de Deus, ensinam seus filhos a caminhar nestes quatro níveis de vida que o homem perdeu. Quando o menino chega aos treze anos de idade, ou a menina aos doze, o pai compra um Talit e o presenteia. O Talit tem quatro pontas, com cinco nós e oito tiras simbolizando os quatro níveis de vida e os quatro tipos de amor que Deus exige; os cinco livros da Torah que ensina como falar com Deus; e os oito pontos a ser santificado para voltar ao Pai (olhos, boca, ouvidos, tato, olfato, pés, mãos e órgãos sexuais). Quando o homem se santifica nestas oito áreas ele cumpre a palavra, os mandamentos da Torah e ele está pronto para encontrar-se com Deus debaixo do Talit. Naquele lugar secreto, ele buscará a Deus de todo o coração, de toda alma, de todo pensamento, de todas as posses. Ele transcende. 
É possível alcançar a transcendência
Ao entrar em contato com a presença gloriosa do Pai, de onde nunca deveria ter saído, o homem é capaz de transcender. Essa é a forma que temos de provar o nosso amor a Deus, em cada área em que fomos tentados e não se engane: o diabo vai tentar nos derrubar outra vez. Mas Deus tem uma porta por onde podemos percorrer o caminho de volta. Este caminho terá quatro degraus, quatro portas, quatro testes. O primeiro deles será à nível físico, o segundo emocional, o terceiro material e o quarto espiritual. Elias foi o primeiro homem a alcançar a transcendência e retornar para Deus. Mas a capa do profeta ficou na terra com todas as virtudes que Elias alcançou.
Resta saber se você está disposto à pagar o preço para resgatá-la. Esta é a pergunta que Deus vai fazer para você nesta Escola Profética com o tema o manto.
Eliseu passou por quatro testes antes de receber a capa, enquanto 50 discípulos somente assistiam ao longe. Você terá que decidir se fará parte dos 50 discípulos que apenas assistiam na margem do Jordão você vai até receber a capa. 
Ou você fará a história ou vai ler a história de alguém que recebeu a capa no seu lugar.

JOEL ENGEL LANÇA O DESAFIO DO ANO DE SANTIFICAÇÃO: "QUEREMOS NOS CONSAGRAR INTEGRALMENTE A DEUS"


Joel Engel lança o desafio do Ano de Santificação: "Queremos nos consagrar integralmente a Deus"
Um ano de consagração total a Deus. Esta é a proposta do Ministério Engel com o lançamento do desafio do Ano de Consagração, nesta edição da Escola Profética 2015.
A campanha se inicia na próxima quarta-feira (23), junto com a celebração do Yom Kipur (Dia do perdão no calendário judaico) e tem o objetivo de promover a santificação entre o povo de Deus.
"O dia de Yom Kipur é último momento para que Deus determine seus decretos sobre quem vai viver, quem vai morrer, quem vai subir, quem vai descer. Sabemos que o mundo passará por um juízo nesta ÉPOCA. Serão dias difíceis. Por isso, nós estamos proclamando neste ano, na Escola Profética, o desafio de um ano de santificação total, um ano de busca a Deus", explicou.
"Este será um ano totalmente dedicado a Deus, como acontecia no ano do Jubileu, quando Deus perdoava todas as dívidas, devolvia tudo o que foi perdido, para que o povo pudesse ficar somente na presença do Senhor".
Clique no vídeo abaixo para conferir:


Joel Engel fala sobre a consagração judaica do dia de Yom Kipur


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A Festa dos Tabernáculos (Sucôt ou Cabanas)


Dentre as três grandes festas comandadas por Deus, a Festa dos Tabernáculos é a de  maior significado profético para nós cristãos. É comemorado no décimo-quinto dia do mês de Tishri, duas semanas após Rosh Hashanah e, usualmente, cai final de Setembro ou princípio de Outubro.

1 – SIGNIFICADO HISTÓRICO
“Disse mais o Senhor a Moisés: Fala aos filhos de Israel, dizendo: Aos quinze dias deste mês sétimo será a Festa dos Tabernáculos ao Senhor, por sete dias. Ao primeiro dia haverá santa convocação: nenhuma obra servil fareis. Sete dias oferecereis oferta queimada ao Senhor; no dia oitavo tereis santa convocação, e oferecereis ofertas queimadas ao Senhor; é reunião solene, nenhuma obra servil fareis.

São esta as festas fixas do Senhor, que proclamareis para santas convocações, para oferecer ao Senhor oferta queimada, holocausto e oferta de manjares, sacrifícios e libações, cada qual em seu dia próprio; além dos sábados do Senhor, e das vossas dádivas, e de todos os vossos votos, e de todas as vossas ofertas voluntárias que dareis ao Senhor.

Porém aos quinze dias do mês sétimo, quando tiverdes recolhido os produtos da terra, celebrareis a festa do Senhor por sete dias; ao primeiro dia, e também ao oitavo, haverá descanso solene. No primeiro dia tomareis para vós outros fruto de árvores formosas, ramos de palmeira, ramos de árvores frondosas, e salgueiros de ribeiras; e, por sete dias, vos alegrareis perante o Senhor, vosso Deus. Celebrareis esta como festa ao Senhor por sete dias cada ano; é estatuto perpétuo pelas vossas gerações; no mês sétimo a celebrareis. Sete dias habitareis em tendas de ramos; todos os naturais em Israel habitarão em tendas; para que saibam que eu fiz habitar os filhos de Israel em tendas, quando os tirei da terra do Egito: Eu sou o Senhor vosso Deus”.                                (Levítico 23.33-43).

A festa dos Tabernáculos ou Festa da Colheita era originalmente uma festa agrícola, assim como a Páscoa e Pentecoste. Apesar disso Deus lhe atribui um significado histórico: a lembrança da peregrinação pelo deserto e o sustento pelo Senhor. A fragilidade das tendas que o povo construía era uma lembrança da fragilidade do povo quando peregrinava os 40 anos no deserto a caminho da Terra Prometida.

A palavra “tabernáculo” origina-se da palavra latina “tabernaculum” que significa “uma cabana, um abrigo temporário”. No original hebraico a palavra equivalente é Sucá, cujo plural é Sucot.
A Festa dos Tabernáculos durava uma semana e durante este período habitavam em tendas construídas com ramos.

É um tempo de regozijo e ação de graça.

Posteriormente, na história judaica, a Páscoa, Pentecoste e a Festa dos Tabernáculos são chamadas no calendário judaico de Festas de Peregrinos, porque nestas três festas era exigido que todo homem judeu fizesse uma peregrinação até o Templo de Jerusalém.
 Nestas ocasiões o povo trazia os primeiros frutos da colheita da estação ao Templo, onde uma parte era apresentada como oferta a Deus e o restante usado pelas famílias dos sacerdotes. Somente após essa obrigação ser cumprida era permitido usar a colheita da estação como alimento.

A ordenança de Deus para que o povo habitasse em tendas traz conotações de caráter moral, social, histórico e espiritual. Os rabinos falam da sucá como um símbolo de proteção divina. Em momentos de aflição pedimos ao Todo-Poderoso que nos “abrigue em sua tenda” (Salmo 27.5).

A sucá é um chamado contra a vaidade e um apelo à humanidade. Mesmo o mais poderoso dos homens deve viver durante sete dias numa habitação primitiva e modesta, conscientizando-se da impermanência das posses materiais. Mais ainda, deve compartilhar essa moradia com todos os desprivilegiados a seu redor: “seus servos, o estrangeiro, o orfão e a viúva que estiverem dentro dos seus portões”. (Deuteronômio 16.14).

Por ser pequena, sem compartimentos a sucá obriga seus moradores a se aproximarem, física e afetivamente, e talvez os inspire a se manterem mais unidos nos outros dias do ano.

De acordo com a Lei, a cobertura da sucá deve ser feita de tal forma que através dela se possam ver as estrelas. Resulta um teto pelo qual se infiltram a chuva e o vento, mas pelo qual também penetra a luz do sol. A sucá é o modelo de um verdadeiro lar: sem uma estrutura sofisticada, sem decoração luxuoso, mas cheia de calor, tradição e santidade. Um lar deve ter espiritualidade, deve ter uma vista para o céu.

A sucá é um abrigo temporário, improvisado, construído às pressas. E, no entanto, ela é um símbolo de permanência e continuidade. É tão frágil, tão precária, tão instável e, no entanto, sobreviveu a tantos impérios, tantas revoluções porque na verdade seu sustento é divino. É somente o Senhor quem nos pode sustentar!
A sucá é uma construção rústica cuja cobertura é feita de produtos da terra – fácil de se obter. Inclui ramos, arbustos, palha e mesmo ripas de madeira. Frutas, vegetais e outros alimentos não são usados.

O povo judeu tomou as palavras de Deus em Levítico 23 “habitareis” em seu sentindo literal. Eles interpretaram a palavra “habitar” como significando que se devia comer e dormir na sucá, e não apenas construí-la. Nenhuma bênção é recitada quando se constroi a sucá, pois a ordem fundamental é “habitar” na sucá e não meramente construí-la. Uma bênção é recitada imediatamente antes de comer e dormir na sucá.

O uso de quatro espécies de plantas é prescrito em Levítico 23.40: “…tomareis fruto de árvores formosas, ramos de palmeiras, ramos de árvores frondosas e salgueiros de ribeira…” A Bíblia não especifica com precisão quais as espécies de árvores e frutas devem ser usadas. As autoridades judaicas deduziram e a tradição consagrou que “a fruta de árvore formosa” significa a cidra (etrog); “ramos de palmeiras” seriam ramos da tamareira (lulav); “ramos de árvores frondosas” referindo-se ao mirto (hadassim); e “salgueiros de ribeira” ao familiar salgueiro (aravot). Essas quatro espécies formam o molho de sucot que seguramos e abençoamos em cada dia da semana durante a Festa dos Tabernáculos.

Diariamente, durante a semana de sucot (exceto no Shabat), pegamos na mão direita as três espécies de ramos, na mão esquerda a cidra, recitamos uma bênção, em seguida juntamos as mãos e agitamos o molho para todos os lados, para cima e para baixo – manifestando nossa alegria e indicando que a presença de Deus está em toda a parte.

A Festa dos Tabernáculos tinha dois aspectos distintos na época do Templo. Uma parte da festa era consagrada ao louvor e ações de graça. O toque das trombetas convocava o povo, que se postava nas ruas para assistir à marcha dos sacerdotes que iam ao tanque de Siloé, enchiam uma vasilha de prata de água e depois rumavam para o templo e a derramavam no altar. Era um cortejo glorioso de sacerdotes vestidos de branco, instrumentos musicais, corais. Os levitas se faziam acompanhar por músicos em instrumentos de corda, sopro e percussão durante a recitação dos Salmos 113 a 118 – (Hallei) especialmente as palavras messiânicas do Salmo 118, versos 25 e 26: “Ó Senhor, salva, Te pedimos! Ó Senhor, nós te pedimos, envia-nos a prosperidade. Bendito aquele que vem em nome do Senhor”.

Esse ritual de derramamento de água simbolizava ações de graça pela chuva que possibilitou a colheita do ano. Orações por mais chuva eram feitas para possibilitar a colheita da próxima estação.

Esse ritual simbolizava também a alegria espiritual e salvação.
A cada dia, durante o período da Festa, os sacerdotes rodeavam o grande altar de sacrifícios, uma vez, agitando suas palmeiras em todas as direções. Os ramos eram seguros juntos na mão direita, e a cidra, na mão esquerda.
No sétimo dia, chamado “Hoshana Rabbah” que significa “A grande Salvação”, os sacerdotes rodeavam o altar sete vezes, recitando o Salmo 118.
Durante os sete dias de sucot, o grande altar de sacrifício recebia um número de sacrifício maior do que em qualquer outra festa: 70 novilhos, 14 carneiros, 98 cordeiros e 7 bodes (Números 29.12-34).

Em relação aos 70 novilhos o Talmud ensina que “as setenta nações do mundo são representadas nas ofertas de expiação de Israel”.
Segundo ponto alto das comemorações eram os festejos. À noite, as multidões festejavam com banquetes e ainda cantavam e caminhavam pelas ruas portando tochas. Eram também colocadas tochas que iluminavam o átrio do Templo. Nesses momentos demonstravam sua gratidão a Deus desfrutando as boas coisas da vida e o prazer de gozarem a companhia uns dos outros.
Foi a essa festa que os irmãos de Jesus se referiram quando insistiram com Ele para que seguisse para Jerusalém (João 7.1-9). O Senhor rebateu suas palavras sarcásticas, mas depois, ocultamente, foi para Judéia. Durante a Festa, Ele deu ensinamentos e sofreu dura oposição por parte dos fariseus. Foi nessa ocasião que chamou os que tivessem sede para irem a ele e beber (João 7.37). Isso pode ter sido uma referência à água derramada no altar durante a Festa.

2 – O SIGNIFICADO PROFÉTICO
A Festa dos Tabernáculos tem um significado profético.
O profeta Amós, antevendo a vinda do Messias, escreveu: “Naquele dia levantarei o tabernáculo caído de Davi, repararei as suas brechas, e, levantando-o das suas ruínas restaurá-lo-ei como fora nos dias da antiguidade”.

 (Amós 9.11).

O povo judeu ainda hoje aguarda a vinda do Messias. A preservação misteriosa de Israel pode ser para o cumprimento do propósito de Deus de Israel se tornar o “tabernáculo de Davi, seu Rei”.
Judeus e gentios podem ser incorporados à casa ou família de Deus e assim tornar-se Seu tabernáculo – Seu lugar de moradia com a aceitação do Messias. Devemos lembrar que Deus já havia feito provisão para a inclusão dos gentios crentes dentro da aliança mosaica “a mesma lei haja para o natural (israelita) e para o forasteiro (gentio) que peregrinar entre vós”. (Êxodo 12.49).
O profeta Zacarias predisse que na era messiânica: “Todos os que restarem de todas as nações que vieram contra Jerusalém, subirão de ano em ano, para adorar o Rei, o Senhor dos Exércitos, e para celebrar a Festa dos Tabernáculos”.

 (Zacarias 14.16-21).
O profeta Miquéias profetizou: “… uma nação não levantará contra outra nação, nem aprenderão mais a guerra”.(Miquéias 4.3).
A Festa dos Tabernáculos fala da alegria do Messias tabernaculando em nosso meio. É época de regozijo, de plenitude.
Podemos ver também Jesus, nosso Messias, tipificado no ritual do derramamento da água. No evangelho de João, capítulo 7, temos um relato da Festa dos Tabernáculos que foi a última que Jesus participou.
Podemos imaginar a cena grandiosa: o grande cortejo de sacerdotes vestidos de branco, os levitas, os instrumentos, o derramamento da água no altar… e Jesus, em pé, nas sombras das grandes colunas do templo observando. Ele, o Eterno, o Filho de Deus, o Logos, a Palavra Viva que se fez carne, Aquele quem falou através da Lei dada no Monte Sinai para que se observasse a Festa dos Tabernáculos. Agora Ele estava ali, em pessoa, vendo a observância de uma ordenança Sua.

Assim que o cortejo passou com o clamor nos lábios do Salmo: “Ó Senhor, salva, Te pedimos…” Jesus se levanta e sua voz explode num grito carregado de misericórdia: “Se alguém tem sede, venha a mim e beba. Quem crer em Mim, como diz a Escritura, do seu interior fluirão rios de água viva”. (João 7.37-38).
Ali estava em pessoa Aquele de quem os profetas haviam falado. Ele era o cumprimento de todas as promessas. O Messias veio e tabernaculou entre nós. (João 1.14).
“Ah! Todos vós os que tendes sede, vinde às águas; e vós os que não tendes dinheiro, vinde, comprai, e comei; sim, vinde e comprai, sem dinheiro e sem preço, vinho e azeite. Porque gastais o dinheiro naquilo que não é pão: e o vosso suor naquilo que não satisfaz? Ouvi-me atentamente, comei o que é bom, e vos deleitareis com finos manjares. Inclinai os vossos ouvidos, e vinde a mim; ouvi, e a vossa alma viverá; porque convosco farei uma aliança perpétua, que consiste nas fiéis promessas a Davi”. (Isaías 55.1-3).
Através de Seu Espírito que seria derramado em vasos humanos Deus promete tirar de nós o coração de pedra e nos dar uma nova natureza.
“Porque derramarei água sobre o sedento, e torrentes sobre a terra seca; derramarei o meu Espírito sobre a tua posteridade, e a minha bênção sobre os teus descendentes”. (Isaías 44.3).
“O Senhor te guiará continuamente, fartará a tua alma até em lugares áridos, e fortificará os teus ossos; serás como um jardim regado, e como um manancial, cujas águas não faltam”. (Isaías 58.11).
“E acontecerá depois que derramarei o meu Espírito sobre toda a carne; vossos filhos e vossas filhas profetizarão, vossos velhos sonharão, e vossos jovens terão visões. Até sobre vossos servos e sobre as servas derramarei o meu Espírito naqueles dias. Mostrarei prodígios no céu e na terra: sangue, fogo e colunas de fumo. O sol se converterá em trevas, e a lua em sangue, antes que venha o grande e temível dia do Senhor. E acontecerá que todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo; porque no Monte Sião e em Jerusalém estarão os que forem salvos, assim como o Senhor prometeu, e entre os sobreviventes aqueles que o Senhor chamar”.                                              (Joel 1.28-32).

RESUMO PROFÉTICO DA FESTA DE TABERNÁCULO
PARA OS CRENTES EM YESHUA, JESUS O MESSIAS:

“O verbo se fez carne e habitou entre nós” (João 1.14). A palavra “habitou” no grego é “Skeneseii” e significa tabernaculou entre nós. Isto é, Jesus veio na sua 1a. vinda para fazer morada no coração daquele que confessa e o recebe como Senhor e Rei, o Salvador!
O centro da Festa de Tabernáculo é Jesus, o Messias. Chegará sua 2a. vinda, quando se cumprirá integralmente o profeta Zacarias (cap. 14.16-21).
Todas as nações, todos os anos, subirão a Jerusalém para celebrarem a Festa de Tabernáculo com o dono da Festa, o Rei Jesus.
É interessante notar no texto de João 7.37-38, quando Jesus deixou para falar no último dia da festa, o sétimo dia, que era o ápice da comemoração, sobre a tremenda e gloriosa mensagem que Ele era a Fonte Eterna de água viva, na qual ninguém teria mais sede. O sétimo dia é também um sinal do milênio. Podemos imaginar com base na tradição judaica em se jogar água sobre o altar de sacrifício do Templo, simbolizando não só a purificação, mas também as preces para que houvesse abundância de chuvas no ano novo.
A Bíblia diz que Yeshua clamou, isto é, gritou em alta voz: “Se alguém tem sede venha a mim e beba”. Isto é, Ele é o verbo, a Palavra-viva. Paulo em Efésios 5.25 diz que a Igreja, que somos nós, precisamos ser sem rugas e defeito por meio da lavagem de água que é a Palavra de Deus, Jesus.
É lindo poder entender e receber estas revelações.
Yeshua prepara sua noiva pela “lavagem de água, pela Palavra”.
A Festa de Tabernáculo é, portanto, momento de grande alegria para o Corpo do Messias, Yeshua tabernaculando em nós; Yeshua vindo como Rei para os Judeus e as nações, Jesus reinando por 1000 (mil) anos com a sua Igreja.
Urge que a Igreja de Yeshua HaMashiach tome posse do Espírito da Palavra, do contexto da relação Israel x Igreja, do tempo de Deus que corre paralelo a ambos.
Urge que o Corpo do Messias se aproxime com profundo amor pelo conhecimento das Escrituras, como um livro escrito por judeus no contexto e nas tradições do povo judeu. Yeshua é  judeu, viveu com um judeu zeloso com a lei e continuará sempre judeu. Ele é o mesmo, o Eterno, o de ontem, de hoje e o de sempre.
Hag Sucot Sameach!

TABERNÁCULOS DO SENHOR



O ciclo do ano se completa em Tabernáculos.
Trazemos no altar do Senhor três cestos de frutos.
Um para oferenda, outro para desfrutarmos e outro para semearmos.

Enquanto fazemos o levantamento do que o Senhor nos fez no ano,
temos sementes para profetizar o ano seguinte.
Viver assim é maravilhoso.

Você entenderá o significado desta Festa e terá sua vida transformada.
A obediência por amor, aos ensinos do Senhor, gera frutos maravilhosos!



⇓ O CRESCENTE ENTENDIMENTO DA FESTA DE TABERNÁCULOS Parte I 
A revelação sobre o que Deus ensina nas Festas Bíblicas é algo crescente.
Se não damos atenção aos ensinos de Jesus nas Festas, perdemos verdades do Reino de Cristo

que nos impactam e são a solução para muitas questões da vida e família.

⇓ O CRESCENTE ENTENDIMENTO DA FESTA DE TABERNÁCULOS Parte II

TENHA SEMPRE UMA PALAVRA PROFÉTICAEm Tabernáculos aprendemos a profetizar, lançar sementes,crer e publicar o que Deus mostra a respeito de todas as coisas.

⇓ TABERNÁCULOS, A FESTA. SERÁ!
Discernindo as estações de Deus para sua vida, inseridas na festa bíblica de Tabernaculos.
O conhecimento destas verdades traz a todos, ano após ano,
mais sabedoria, mais frutos, mais gloria e honra para o Senhor, Deus de Israel!

⇓ TIRE O SEU TELHADO
A Festa de Tabernáculos nos leva ao tempo do deserto, onde dependíamos completamente
do mover do Senhor de dia e de noite.

⇓ JESUS VEIO EM CARNE, TABERNACULOU-SE EM NÓS, E VOLTARÁ / Marcone Souza
A Base bíblica para as verdades da pessoa de Jesus Cristo nas Festas Biblicas.
Em Tabernáculos vivenciamos e proclamamos as verdades do Verbo que se fez carne e habitou entre nós.
Ele mora dentro de cada discípulo pelo Seu Espirito e voltará em Jerusalem.
Seu retorno se dará em Jerusalem, no Monte das Oliveiras.
Tabernáculos!


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