terça-feira, 14 de novembro de 2017

Após repercussão, Fernanda Brum nega “pausa” na carreira

Fernanda Brum no Programa Encontro com Fátima Bernardes na Rede Globo em outubro 2017
Fernanda Brum no Programa Encontro com Fátima Bernardes na Rede Globo em outubro 2017
A cantora gospel Fernanda Brum, atualmente a principal voz da gravadora MK Music, anunciou, na sua página do Facebook, que 2018 seria “um ano compatível a um ano sabático”.
O motivo seria o diagnóstico de que a cantora está com a síndrome de burnout, uma doença que se manifesta devido ao stress prolongado no trabalho.
Porém, aprece que a cantora não gostou da repercussão que teve a publicação da própria cantora no Facebook.
Em entrevista ao site Pleno News, ligado a gravadora MK Music, ela esclareceu que está apenas desacelerando e terá um 2018 com agenda moderada.
“Eu não vou dar uma pausa na carreira, mas vou tirar um ano parcialmente sabático, fazendo apenas grandes eventos e divulgando meu novo CD, Som da Minha Vida”, explica.
Ela falou também sobre a síndrome de burnout. “Eu indico o livro Andando com o Tanque Vazio, do pastor Wayne Cordeiro. Na burnout todas as energia se vão de repente, acontece com pessoas que trabalham muito. Dessa vez não é tão grave, mas é um sinal do corpo dizendo que eu preciso cuidar mais de mim”, afirma.
Apesar do estresse, Fernanda está feliz e se sente realizada. O álbum Som da Minha Vida, lançado no último mês, marca os 25 anos de sua carreira e é considerado, por ela, o mais importante de sua história. Além disso, ela acabou de organizar a 4ª edição da Conferência Profetizando às Mulheres e tem seu ministério Profetizando às Nações.
“A IPAN, minha igreja local, ocupa um grande lugar de responsabilidade e alegria. Nesse período eu vou me dedicar a ela, é lá onde eu vou curar a minha estafa”.
Fonte: Pleno News

Mais de 30 igrejas foram demolidas sem aviso prévio pelo governo do DF

Escombros da Assembleia de Deus - Ministério Madureira, demolida recentemente em Brasília (DF). (Imagem: Facebook)

A recente demolição de um templo da Assembleia de Deus Ministério Madureira, em Brasília (DF) está trazendo à tona uma polêmica que vem se arrastando por cerca de três anos, no estado: a derrubada de templos por ordem do governo e sem ordem judicial.
Apesar da alegação por parte do poder público, de que o templo da Assembleia de Deus - e as outras tantas igrejas demolidas - estaria em terreno de propriedade pública, o advogado da AD Madureira, afirmou que não houve qualquer tipo de aviso prévio ou explicação sobre a ordem de demolição.
"Não deram tempo... deram alguns telefonemas, mas já passaram os tratores por cima e derrubaram a nossa igreja", disse o advogado André Alves.
Conforme imagens divulgadas em uma matéria da RedeTV!, os membros da igreja que tentaram impedir a demolição foram contidos com truculência, por parte dos policiais que acompanhavam a execução da ordem do governo.
"A partir do momento que ela pega as igrejas e começa a patrocinar a derrubada, deixa de fazer justiça e passa a ser 'justiceira'... Sendo justiceira, ela está sendo seletiva e ao ser seletiva, marcando igrejas, aí há perseguição religiosa. O Congresso Nacional precisa abrir o olho para isso, porque tem uma turma aí que não gosta de igreja, mesmo não", destacou o advogado.
Duras críticas têm sido feitas ao governador Rodrigo Rollemberg (PSB) em razão das demolições. Deputados da bancada evangélica afirmam que o fato do partido ser de linha socialista tem motivado estas investidas contra as igrejas.
Segundo o senador Magno Malta, os templos estão sendo alvos do governo, porque há de fato uma perseguição a quem busca preservar os valores bíblicos e assegurar os direitos da Família.
"É a perseguição a quem prega valores. Eles odeiam as coisas de Deus. O governador foi senador comigo. Ele é o lutador ferrenho, um dos maiores defensores da ideologia de gênero.
Conforme reportagem da RedeTV!, pelo menos 32 igrejas já foram demolidas sem aviso prévio ou ordem judicial pelo atual governo do DF nos últimos três anos. A maioria delas era evangélica.
Segundo os advogados das denominações, o governo de Rollemberg não respeita nem mesmo as liminares judiciais que foram emitidas para suspender as derrubadas dos templos.
O governador negou que suas decisões impliquem em intolerância e após uma reunião com com uma comissão de 35 pastores, prometeu não ordenar a derrubada de mais nenhum templo. Mas cristãos alegam que Rollemberg não manteve sua promessa e mais um templo já foi demolido após o encontro.
"Quem nunca teve palavra não vai ter palavra em meia hora. Quando esses representantes [pastores] saíram [da reunião], ele deve ter ficado rindo, depois que fecharam a porta, porque no outro dia já mandou derrubar [outra igreja]", acrescentou Magno Malta.