segunda-feira, 18 de abril de 2016

Mais de 3000 povos nunca ouviram falar de Jesus - EM VEZ DE PESCAR NO AQUÁRIO , LANÇA A REDE AO MAR .

A cada dia fico estarrecido com supostos líderes evangélicos  que vivem de pescar nos aquários , representando aqui as igrejas .
Pelo que parece , fica mais fácil convidar membros de outras igrejas , do que ir no mundo lançar as redes e trazer novos convertidos a presença do senhor .
Aqui em minha cidade , JAGUARIÚNA , SP  , Região de Campinas , é comum isso .
Embora em não faça isso , alguns líderes teimam em convidar nossos membros , bem como membros de outras igrejas , com a presunçosa e deslavada mentira de , vem fazer uma visita .
OPA , PERA AI .

VISITA EU FAÇO A PESSOAS NO HOSPITAL , NA CADEIA , NAS CRECHES ETC .
IGREJA NÃO É LUGAR DE VISITA ,EU DEVO CONGREGAR EM MINHA IGREJA ,POIS DE TANTO FICAR PULANDO DE IGREJA  EM IGREJA , TEM PESSOAS QUE SE MACHUCAM E DESVIAM .

Só de saber que no mundo existem mais de 3 mil etinias que nunca ouviram falar de JESUS , e vem esses mal acabados convidar membros de igrejas para ir em suas igrejas e ceitas , já percebo que coisa boa não é .
Líderes evangélicos conhecidos, como os pastores Rick Warren e Francis Chan estão unindo forças para uma conferência que deseja desafiar a Igreja a retomar seu ardor missionário. Ainda existe 3.226 povos (grupos étnicos) que nunca ouviram falar de Jesus.

PREGAR PARA QUEM NÃO CONHECE JESUS .
“Como parte de uma iniciativa global, queremos ajudar a levar as boas novas do Evangelho para os 3.000 grupos étnicos que ainda não foram alcançados! Essas pessoas, espalhadas em diversas partes do mundo, não possuem a Bíblia em sua língua, nenhum crente conhecido, e nenhuma igreja para representar o corpo de Cristo”, escreveu Warren num convite para o evento de lançamento que ocorrerá em dezembro na Igreja de Saddleback, Califórnia, que ele pastoreia.
Os palestrantes convidados são Francis Chan e Paul Eshleman, além de outros especialistas em missões que desejam estabelecer um plano para que esses grupos não alcançados possam ter acesso ao Evangelho até o final desta década.
O evento foi batizado de Finishing the Task [Finalizando a Tarefa]. O site oficial lembra que “Jesus nos deu a tarefa de fazer discípulos de todas as nações, e sabemos que, no final de tudo, haverá pessoas de toda tribo, língua, povo e nação ao redor de seu trono.”
Nos últimos anos a igreja norte-americana vem perdendo seu antigo fervor missionário. Durante muitos anos foi de lá que saíram missionários para quase todos os países do mundo. Mas o liberalismo teológico, a crise econômica que o país enfrentou e a diminuição no número de candidatos ao campo missionário contribuíram para que isso se perdesse.
O desafio é cumprir a Grande Comissão, com foco específico na plantação de igrejas entre os grupos não alcançados. Como tudo que Warren faz em sua megaigreja, o projeto pretende estimular os milhares de outros líderes do mundo que se inspiram na Saddleback, através da rede criada pelo movimento “Igreja com Propósitos”.
O material disponibilizado pela Finishing the Task prevê parcerias com organizações missionárias que já possuem como objetivo alcançar esses grupos. Assim, muitas igrejas podem se unir para “adotar” um determinado povo em oração e contribuir financeiramente para os obreiros que desejem trabalhar entre eles.
No site há um mapa interativo que mostra os 531 povos considerados pela igreja de Warren os “mais necessitados”, que somados chegam a 51 milhões de pessoas. Estes serão os primeiros alvos da Finishing the Task. A grande maioria fica em regiões onde predomina o islamismo ou o hinduísmo.
No Brasil, existem várias agências missionárias que fazem trabalhos entre povos não alcançados no mundo. Contudo, o avanço tem sido pequeno, muito desproporcional ao número de evangélicos do país.
Para o estudioso e pastor Davis Botelho, o motivo é claro: “A Igreja brasileira é antropocêntrica [centrada no homem], tudo é voltado para o bel prazer de seus líderes e o conforto dos membros”. Ele lidera missão Horizontes América Latina, que já enviou dezenas de cristãos comprometidos para o campo missionário transcultural no Brasil e no mundo. Com informações de Christian Post

Região onde vivem cristãos é atacada


Região onde vivem cristãos é atacada
A rádio Free Europe informou que, pelo menos doze pessoas morreram, entre elas seis policiais, e muitas outras ficaram feridas depois que um veículo carregado de bombas, explodiu enquanto se aproximava de um posto de patrulha da polícia perto de Dzhemikent, cerca de 20 quilômetros ao norte da cidade costeira de Derbent, no sul do Daguestão. O Estado Islâmico (EI) reivindicou a responsabilidade imediatamente.
"O Estado Islâmico só apareceu nessa região no final de 2014. O ataque provavelmente marca apenas o início de suas atividades. Significa que Moscou deve se preparar e encontrar medidas de proteção o mais rápido possível", alerta um dos analistas de perseguição que explica: "O Daguestão e a Chechênia são duas repúblicas vizinhas do sul da Rússia, que se caracterizam por um tipo muito conservador e radical do islã. Os cristãos que vivem nessas áreas, especialmente os que abandonaram o islamismo, sofrerão uma grande pressão para negar sua fé e voltar ao islã ou ir embora".
Embora a Rússia não esteja na lista dos 50 países que mais perseguem os cristãos, ela está em 57º lugar. Lá, por enquanto, o problema é outro, há conflito entre os próprios cristãos e disputa de denominações, ocasião em que os cristãos ortodoxos se mostram cada vez mais agressivos. Por outro lado, o governo está se tornando cada vez mais nacionalista e preconceituoso. Sob a presidência de Wladimir Putin, ex-agente do Comité de Segurança do Estado, as restrições ao cristianismo e à igreja cristã são cada vez mais introduzidas na legislação. O governo autoritário continua a restringir a liberdade de expressão, reunião, religião e de outros direitos humanos. Interceda pelos cristãos russos.

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