sexta-feira, 27 de novembro de 2015

Cristãos vão até as últimas consequências pelo nome de Cristo


Cristãos vão até as últimas consequências pelo nome de Cristo
A perseguição religiosa não é uma teoria que gera estatística ou idealiza um cristianismo de sofrimento, baseando-se no passado da religião. Ela é real, está gerando notícias e os fatos devem ser analisados cuidadosamente. A Conferência Global que reuniu líderes cristãos de todas as denominações, na Albânia, foi um choque de realidade para muitos políticos, e também para os próprios cristãos que não estão sintonizados com os últimos acontecimentos, ocorridos no mundo todo.
O professor de história contemporânea da Universidade de Roma, Dr. Andrea Riccardi, foi o que mais discursou sobre a história dos cristãos perseguidos ao longo dos séculos, alertando para um novo tempo de martírios e ainda mais violência. Ele citou nomes de mártires do passado e dos tempos atuais. "Annalena Tonelli, uma voluntária italiana na Somália, foi morta em 2003. Apesar das ameaças, ela não fugiu, antes deixou seu testemunho de uma vida generosa e pacífica naquele país. Outro exemplo é a irmã Dorothy Stang, que aos 73 anos foi morta no Brasil, no estado do Pará. Em 2005, ela foi abordada por dois homens armados, que perguntaram se ela portava alguma arma. Ela mostrou a Bíblia, dizendo que aquela era a única arma que ela tinha. Depois ela foi encontrada assassinada, sobre a própria Bíblia".
Ele citou vários outros exemplos de cristãos corajosos, que não temeram as ameaças violentas e morreram sem negar a Cristo. Pessoas que passaram pelas mãos de grupos extremistas como o Boko Haram e o ISIS. "O nosso século continua produzindo cristãos assim, fiéis em seu trabalho pelo reino de Deus, que se comunicam pela fé ousada e humilde, apesar de carregarem um status de fraqueza por ser minoria", explica o professor.
"Todos os governos devem respeitar e proteger a liberdade de religião como um direito humano fundamental. Apelamos para os governantes e organizações internacionais para que protejam os cristãos e todas as outras pessoas que são ameaçadas e sofrem com a violência em nome da religião. Pedimos também para que a imprensa informe de maneira imparcial sobre as violações dos direitos humanos, incluindo os cristãos e todas as comunidades movidas pela fé, para que haja justiça", finaliza Riccardi.

Pastor é morto na frente de casa em Juiz de Fora (MG)


Pastor é morto na frente de casa em Juiz de Fora (MG)Um pastor da igreja evangélica Tabernáculo do Espírito Santo foi morto com tiros na cabeça à queima-roupa no portão de sua casa, no início da tarde desta quarta-feira (25), no Bairro São Judas Tadeu, Zona Norte de Juiz de Fora (MG).  Ainda na noite de quarta, a Polícia Militar chegou a dois suspeitos da ação, que seriam levados para a delegacia de Santa Terezinha. Também teriam sido apreendidas uma motocicleta e uma arma.
O crime ousado, registrado em uma via movimentada e a poucos metros de uma escola, chocou a população, que afirma que João Carlos de Brito, 54 anos, não tinha desafetos. O assassinato foi o segundo registrado na cidade em um intervalo de três horas. Pela manhã, outro homem havia sido morto, na Vila Ideal, Zona Sudeste.
No episódio de São Judas Tadeu, segundo informações da Polícia Militar, o pastor, que era também sargento reformado do Exército, foi executado por um criminoso que o aguardava do lado de fora de sua residência, localizada na Rua Monsenhor Francisco de Paula Salgado. O suspeito estava do outro lado da rua e, por volta de meio-dia e meia, disparou quando a vítima ia entrar em seu veículo, na companhia da esposa. Após o crime, a mulher relatou aos policiais que o marido ainda ergueu as mãos. Depois de João Carlos cair no chão, o atirador fez pelo menos mais dois disparos contra a cabeça dele. O assassino fugiu a pé e, poucos metros a frente do local do homicídio, embarcou em uma moto, na companhia de um comparsa.
O Samu foi acionado e realizou os primeiros socorros à vítima no local. Porém, o pastor não resistiu. A área onde João Carlos foi morto precisou ser isolada para os trabalhos da perícia da Polícia Civil. A polícia não sabe a motivação para a execução. O caso será investigado pela Delegacia Especializada de Homicídios.
“Vida reta e em Deus”
Vizinhos, conhecidos e parentes do pastor estavam sem entender o que poderia ter motivado o assassinato. Um dos fiéis de sua igreja, Emerson Lopes, disse que João Carlos havia fundado o Tabernáculo do Espírito Santo há cerca de seis anos e que, ontem à noite, ocorreria um culto. A igreja fica no Bairro Santa Cruz, também na Zona Norte. Outro templo funcionava na cidade de Santos Dumont há três anos.
Conforme Emerson, o pastor realizava obras sociais na região, como entrega de cestas básicas, e também fazia visitas a hospitais da cidade. “Não dá para entender o que houve. Ele era um homem de vida reta, em Deus. Se dedicava totalmente à igreja. Esta situação nos faz pensar em que lugar estamos seguros? Antes, evitando alguns locais e horários, estávamos em segurança. E agora?” Segundo o integrante da igreja, hoje ocorre a formatura no curso de sargentos do Exército de um dos filhos da vítima. “É uma tristeza muito grande”, finalizou.

TRIUNFANDO SOBRE OS TRAUMAS DA INFÂNCIA




INTRODUÇÃO: Texto Bíblico: I Crônicas 4:9-10
1.   Podemos viver uma vida normal ou uma vida extraordinária: Muitos vivem apenas 10, 20 ou 30% do que poderiam viver.
2.  Podemos viver as bênçãos de Deus ou apenas saber que elas existem: Muitos não sabem como viver as bênçãos de Deus em sua vida.
3.  Podemos mudar nossa história ou apenas deixá-la acontecer: Uma história sem acontecimentos marcantes não inspiram ninguém à vida extraordinária.

I.    QUEM ERA JABEZ (I Crônicas 4:9):
Entre os mais de 500 nomes que cercam o breve relato de Jabez encontra-se um precioso tesouro escondido. O texto sagrado tem lições magníficas com uma redação tão resumida.
1.   A história de Jabez é uma das biografias mais curtas da Bíblia: A história deste jovem interrompeu bruscamente uma extensa lista de nomes num capítulo que parece tedioso por ser uma longa lista genealógica.
2.  Jabez recebeu um nome pejorativo: O nome de Jabez significa “Ele causa dores”, um nome que todo garoto odiaria. Além disso, ele sofria com as dores.
3.  Jabez teve sua vida determinada pela dor de sua mãe: A própria mãe de Jabez o limitou à dor. Ela não acreditava no futuro do filho, nem no seu progresso. Ela escolheu o nome que lhe moldaria a vida por ter-lhe dado à luz com muita dor.
4.  Jabez foi mais honrado do que seus irmãos: A história bíblica de Jabez inicia com o estado final ou conclusivo de sua vida, “Ele foi mais ilustre do que seus irmãos”. A oração fez toda a diferença na vida dos jovens. A oração enobrece, transforma e liberta.

II. TRIUNFANDO COMO JABEZ (I Crônicas 4:10):
A oração é poderosa quando feita de maneira certa, com a intenção certa à pessoa certa. Aprendamos com Jabez alguns princípios que transformarão nossos traumas e limitações numa vida extraordinária, intensa e cheia de realizações.
1.   Ore urgentemente pelas bênçãos de Deus sobre você: Embora Jabez tivesse motivos de sobra para passar a vida se lamentando, ele reage pedindo a Deus por Suas bênçãos.
2.  Peça urgentemente que Deus amplie suas fronteiras: Jabez pediu mais oportunidades, que implicariam em mais responsabilidades. Ele queria trabalhar mais, influenciar mais, fazer mais. A preguiça trás suas conseqüências, o trabalho suas recompensas.
3.  Suplique urgentemente pela direção de Deus: Jabez entendeu a importância de ser conduzido por Deus a fim de se livrar da situação em que se encontrava. A mão de Deus é a expressão bíblica para expressar a presença e o poder de Deus a Seus servos.
4.  Clame urgentemente pela proteção de Deus: Jabez entendeu que precisa de Deus para ser livre do mal causado na infância. E por isso pede que Deus o proteja a fim de ser livre da dor.

CONCLUSÃO:
1.   O resultado da oração de Jabez já foi apresentado no início de sua biografia. No entanto, depois de sua oração o autor bíblico acrescenta: “E Deus lhe concedeu o que lhe tinha pedido”.
2.  O resultado da oração de Jabez nos mostra que Deus está disposto a responder a oração de todo àquele que sinceramente O busca. Ao orarmos ao Deus Todo-poderoso passaremos de uma vida normal para uma vida extraordinária.
3.  O resultado da oração de Jabez mostra a importância de recorrer a Deus em oração. A oração de Jabez não é uma reza, é um exemplo a ser seguido. Siga a veja o resultado!





 Pr. Heber Toth Armí

A Oração de Jabez

Os 9 capítulos iniciais do livro de I Crônicas contêm uma lista com mais de 500 nomes. É genealogia pura. Mas a dádiva do versículo 10 de 1 Crônicas 4 revela-nos que algo parecia estar fora do contexto! Dentro da lista de genealogias, os versos 9 e 10, e principalmente este, fogem inteiramente da lógica seqüencial. Com certeza Deus nos quer falar que Jabez fez algo que mereceu um destaque especial. E o que a Palavra mostra que Jabez fez? Ele simplesmente orou e sua oração foi tão especial que mereceu uma quebra na seqüência expositiva, pois havia alguma coisa especial nesse homem que foi capaz de levar o autor a interromper sua exposição e dizer: "Este rapaz Jabez está muito acima do resto". E o que ele orou?
Oxalá que me abençoes.
Ao clamarmos pela bênção de Deus, estamos pedindo aquilo que não poderíamos conseguir com nosso próprio esforço. Que urgência e entrega pessoal neste apelo! Pai, por favor abençoa-me, sim, abençoa-me, Senhor, e muito! Pv 10:22 diz: "A bênção do Senhor é a base da verdadeira riqueza, pois não traz tristezas nem preocupações."
E me alargues as fronteiras.
Não encare fronteiras como simplesmente terras. Jabez ao fazer este pedido, estava clamando por mais e maiores oportunidades para realizar os propósitos de Deus para sua vida. Quando Jabez clamou a Deus "alarga minhas fronteiras", ele pensava: "Eu não nasci para ter só isso". Este clamor engloba aspectos espirituais, materiais, físicos, financeiros, familiares, etc. Este pedido pode ser entendido como um aumentar de oportunidades. Deus sempre intervém quando você coloca as prioridades d'Ele acima das suas.
Que seja comigo a Tua mão.
Observe que Jabez não começou sua oração pedindo que a mão de Deus estivesse com ele. Àquela altura, ele ainda não tinha consciência dessa necessidade. As coisas ainda estavam sob o seu controle. Mas quando suas fronteiras começaram a alargar e tarefas proporcionais ao território preparado por Deus começaram a se colocar diante dele, Jabez reconheceu sua pequenez e clamou pela mão de Deus sobre ele. Requerer que a mão de Deus esteja sobre nós é a nossa melhor estratégia.
Conclusão: “E me preserves do mal, para que não me sobrevenha aflição”. Foi assim que Jabez concluiu sua oração. É fato comprovado que o sucesso traz consigo grandes oportunidades de fracasso. Podemos até dizer que ser abençoado é o maior dos perigos, pois tende a reduzir nossa dependência de Deus e nos deixa propensos à arrogância. Após um grande momento de sucesso espiritual, é que necessitamos com urgência do último pedido de Jabez. Fique fora da arena da tentação sempre que for possível, teria dito Jabez, mas nunca viva no temor ou na derrota.

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