terça-feira, 28 de maio de 2013

Procurador-geral pede absolvição de Feliciano por falta de provas


O procurador-geral da República, Roberto Gurgel, pediu nesta segunda-feira (27), em documento enviado ao Supremo Tribunal Federal (STF), a absolvição, por falta de provas, do deputado federal Marco Feliciano (PSC-SP), acusado de crime de estelionato.
Globo News - Marco Feliciano (Foto: Globo News) Feliciano se tornou alvo de protestos após assumir a presidência da Comissão de Direitos Humanos da Câmara por supostas falas racistas e homofóbicas. Ele foi acusado pelo Ministério Público do Rio Grande do Sul, em 2009, de ter recebido R$ 13,3 mil (em valores atualizados) de uma produtora de eventos para participar de evento religioso em 2008 e não ter comparecido.
O pedido de absolvição de Feliciano foi enviado ao Supremo pela Procuradoria nas sete páginas de alegações finais.
Não se provou que o acusado pretendeu obter para si vantagem ilícita."
Roberto Gurgel, sobre a acusação contra Marco Feliciano
O relator do processo é o ministro Ricardo Lewandowski, que ainda terá de levar a ação para análise pelo plenário do tribunal. O plenário é que decidirá se condena ou absolve o parlamentar.
Gurgel argumentou que não há provas nos autos de que Feliciano tenha tido intenção de prejudicar a produtora de eventos.
"Para a caracterização do crime de estelionato é necessário que o agente obtenha vantagem ilícita, induzindo ou mantendo alguém em erro, mediante meio fraudulento. [...] Não se provou que o acusado pretendeu obter para si vantagem ilícita."
O procurador disse que o fato deve ser esclarecido na área civil, e não na esfera criminal. Já está em andamento ação de reparação de danos na Justiça comum.
Defesa de Feliciano
Em depoimento em abril, Feliciano afirmou que não compareceu ao evento porque a produtora não fez o depósito combinado no valor de R$ 8 mil com dez dias de antecedência do evento, que ocorreria no dia 15 de março de 2008.

Marco Feliciano relatou que, como o depósito não foi feito no prazo, a assessoria marcou outro evento no Rio de Janeiro para a mesma data.
O parlamentar afirma que tentou devolver o dinheiro, mas primeiramente a produtora tentou agendar uma nova data. Mas não houve acordo na agenda.

A denúncia de estelionato foi feita pelo Ministério Público do Rio Grande do Sul em 2009, antes de Feliciano tomar posse como deputado federal.
O processo foi remetido ao STF em razão do foro privilegiado que ele adquiriu ao se tornar parlamentar. Em outro processo, Feliciano foi acusado pela Procuradoria Geral da República do crime de discriminação - a ação ainda não foi julgada.
A acusação de estelionato afirma que Feliciano firmou contrato para participar de um evento religioso, mas não compareceu. Na ação, o deputado é acusado de obter para si a vantagem ilícita de R$ 13.362,83 simulando um contrato "para induzir a vítima a depositar a quantia supramencionada na conta bancária fornecida".

FONTE . G1.COM.BR

Como se constrói uma farsa?


Ontem, 26 de maio de 2013, a França produziu um dos acontecimentos mais emblemáticos e históricos deste século. Pacificamente, milhares de franceses, mais de um milhão, segundo os organizadores, marcharam pelas ruas da capital em defesa da família e do casamento. Jovens, crianças, idosos, homens e mulheres, famílias inteiras, caminharam sob um clima amistoso, contrariando os "conselhos" do ministro do interior, Manuel Valls.

Voltando no tempo, lá no já longínquo agosto de 2012, e comparando a situação de então com o que se viu ontem, podemos afirmar, sem dúvida nenhuma, que a França despertou, acordou de sua letargia. 

E o que provocou este despertar?

Com a vitória do socialista François Hollande para a presidência, foi colocada em implementação por sua ministra da Justiça, Christiane Taubira, a guardiã dos selos, como se diz na França, uma "mudança de civilização", que tem como norte a destruição dos últimos resquícios das tradições que advém da outrora França católica, dos últimos resquícios das leis fundamentadas sobre a lei natural e a lei divina. 


Ocorre que, como sempre, centenas de pessoas de bom senso reagiram a esta tentativa de mudança. Inicialmente, a reação foi tímida, advinda principalmente dos grupos católicos tradicionais, do Instituto Civitas. Forçados por estes grupos, e para não serem vistos como negligentes, os bispos da França, em uma ação que diríamos até desastrada, escreveram, em agosto passado, uma oração em favor da família para ser rezada em todas as paróquias. Dizemos que a ação foi desastrada porque, querendo agradar a gregos e troianos, a Conferência Episcopal da França acabou se contradizendo, se desmentindo, dizendo que não se tratava de um confronto propriamente dito, de uma luta aberta. Vários padres e bispos, inclusive, chegaram a criticar a oração, defendendo abertamente os gays. 

Ocorre que algo já estava fermentando nesta França, que chamaremos de França profunda, tomando emprestado o termo que foi cunhado na própria terra de Carlos Magno; algo já estava nascendo, aos poucos, em conversas, pelas redes sociais, nas paróquias. Este algo só ficaria visível, esta resistência, esta contra-revolução, só mostraria sua face em novembro, quando, em Paris, uma manifestação reuniu 100.000 pessoas contra o projeto de lei Taubira. 

Para muitos, o número parece pequeno, mas o fato é que ninguém esperava esta mobilização, nem o governo, nem a Igreja, nem os políticos de todos os partidos, nem os próprios organizadores, que se reuniram em um coletivo chamado Manif pour tous, a LMPT.

Pois bem, 100.000 pessoas saíram às ruas de Paris e deram um susto no governo Hollande. Estes 100.000 se transformaram em 1.000.000 de manifestantes em janeiro, e o governo, desprezando o clamor dos franceses contrários à lei, defendendo uma minoria barulhenta que só serve de joguete para interesses maiores, deu de ombros para o povo, fez ouvidos de mercador, como diziam nossos avôs. 

Hollande, é claro, está a serviço de uma agenda, que como dizem na Europa, responde diretamente à Bruxelas, onde está situada a sede da União Européia. Hollande é apenas um  fantoche, e isso fica claro pelo modo com o qual ele tem tratado toda a questão. 

Desde então, o governo francês, formado em sua imensa maioria por maçons, mais a mídia, começaram a adjetivar os manifestantes, chamando-os de nazistas, de extremistas de direita, de reacionários, de atrasados, de homofóbicos. Ora, ao vermos a multidão de manifestantes, podemos dizer que há de tudo ali, menos gente com estas características. 

Pois bem, os termos vazios cunhados para desarmar os adversários acabaram não surtindo efeito, e ao invés de diminuir, o movimento de resistência foi crescendo, crescendo e crescendo. Na segunda manifestação, em março, 1.400.000 franceses lotaram as avenidas do Grande Exército e Charles de Gaulle. A extensão destas duas avenidas dá o dobro da avenida Paulista, em São Paulo. Nesta segunda manifestação nacional, o governo, querendo criar uma situação de confronto, impediu que os manifestantes ocupassem a avenida dos Campos Elísios. A multidão, espremida, inevitavelmente, acabou gerando os "transbordamentos", o que, com a ação desproporcional da polícia, gerou as imagens chocantes que correram o mundo, aonde crianças, freiras, idosos, foram agredidos simplesmente porque queriam circular. A França, para quem não sabe, está respondendo um processo no Tribunal de Direitos Humanos da Europa por abuso da autoridade policial neste caso. É claro, amigos leitores, que sabemos a quem este tribunal responde. 

Assim, voltando ao início do nosso texto e ao título de toda esta postagem, o que vimos ontem foi um governo que criou todas as barreiras possíveis, todas as situações de extremidade possíveis justamente para ter o que usar em seu favor. Inicialmente, Manuel Valls aparece falando de extremistas que causariam transtornos. Depois, a polícia aduaneira, que estava em paralisação até então, começa a criar transtornos na chegada, à capital, dos franceses das províncias. Em seguida, estações de trem são fechadas, os serviços de transporte de Versalhes, região que concentra a maioria dos opositores de Hollande na grande Paris, são paralisados e os moradores locais são barrados na estação de trem. 

Some tudo isso, e temos um verdadeiro barril de pólvora pronto para explodir. Contudo, como Valls estava lidando com católicos, pessoas pacíficas, e pacífico não é sinônimo de tolo, nada melhor, então, do que criar uma situação de confronto real, infiltrando, segundo o que veremos abaixo, polícias em trajes civis no meio da multidão. 

O mundo, ou melhor, os grandes veículos de comunicação, que recebem suas notícias das agências de notícias como Reuters e France Press, anunciaram que franceses de extrema direita atacaram a polícia no fim da manifestação de ontem, que, repetimos, reuniu 1.000.000 de franceses mesmo depois da lei ter sido sancionada. Ora, cara grande mídia, hoje não é possível mais mentir facilmente para as pessoas, afinal temos celulares que filmam os acontecimentos, e a verdade é que foi a polícia de Paris que provocou todo o distúrbio. E querem ver como?

Primeiro, na mídia brasileira foi noticiado que jovens atacaram a polícia com garrafas, lançando garrafas. Vejam este vídeo:
Hummm.... a polícia arremessando garrafas? Estranho, não é?

Agora vejam este outro vídeo. Vejam como eles tratam os manifestantes "perigosos", armados até os dentes com... bandeiras e mochilas. Você, leitor, se você estivesse pacificamente na manifestação, fosse provocado pela polícia, que não parou de lançar gás contra as pessoas durante toda a tarde, e de repente visse um vizinho, um amigo ou um jovem desconhecido, como o que estampa o topo da matéria, sendo atacado covardemente pela polícia política de Hollande, você ficaria passivo, ficaria assistindo tudo sem fazer nada? Tenham dó, não é mesmo?!!!!!

 


As imagens são chocantes, impressionantes. Ocorre que o que vemos aí pode ser apenas o início de um caos social muito maior. A França está mergulhando em um ciclo de violência profunda, e até agora os franceses católicos e todos aqueles que ainda guardam o bom senso só têm apanhado. A pergunta é: até quando? Ou melhor: quem tem atiçado este confronto? E é aí que voltamos ao governo. 

Segundo um jovem presente: 
"Ontem, como um bom número de meus concidadãos, vim a Paris manifestar minha desaprovação à lei Taubira. Depois disso, minha irmã e eu quisemos participar das vigílias durante a noite. Em um primeiro momento, vendo um grupo de vigilantes se instalar na avenida de Breteuil, engrossamos seu número. Por volta das 20h30, tomando conhecimento de que o grupo principal dos vigilantes estava localizado diante da ponte Alexandre III, nos deslocamos, para nos unirmos a eles, pelo boulevard dos Inválidos. Uma barreira com trinta policiais nos impediu de alcançar a Esplanada.... Insistimos para passar, e estes últimos nos disseram de modo agressivo, mas sem violência física, que era impossível, e que deveríamos ir embora.... Um rapaz de 22 anos, vendo 2 pessoas, autorizadas pelos policiais, passarem por esta barreira, pediu igualmente para passar. Uma vez mais, o policial respondeu energicamente que nem sonhando, e que ele deveria se retirar. Este rapaz deu meia volta um pouco exasperado, tomou seu telefone para responder ou fazer uma chamada telefônica. Neste momento, 3 policiais se lançaram sobre ele, o levando para trás de um veículo da polícia, o deitando no chão e o golpeando com uma violência extraordinária... Quase imediatamente depois disso, entre 20 e 30 jovens, vestidos na maioria com blusões com uma aparência que denotava relação com os manifestantes, chegaram sem que se soubesse de onde eles vinham, e foram autorizados a passar pela barreira. Dez metros após a barreira, alguns retiraram sua blusa, deixando aparecer camisetas com suásticas. 
Outro rapaz também afirma:
"Os vestidos com suásticas tinham tido a autorização da polícia para entrar, à tarde, no recinto dos Inválidos (lado Vauban), enquanto que o comum da multidão era reprimido neste lugar".
E, por fim, Béatrice Bourges, líder do grupo Primavera francesa, denuncia:
"Tendo passado a noite na Esplanada dos Inválidos, com os vigilantes da Manif pour tous, vi com meus próprios olhos policiais em trajes civis tirarem suas braçadeiras laranja para se confrontar com outros policiais, e induzir a um confronto com manifestantes diante das câmeras de televisão. É surrealista!"
Como vocês podem perceber, caros leitores, o clima de histeria do governo é tamanho, que estão sendo criadas desculpas para atacar impunemente os opositores da lei Taubira. E para justificar estes atos, há uma verdadeira tentativa de se criar situações falsas, que visão apenas transmitir a ideia de que os manifestantes são violentos, e não o governo. Contudo, a coisa está saindo do controle. 

Hoje pela manhã, por exemplo, diversas mães que estavam diante de um colégio foram presas pela polícia. O crime? Elas estavam usando camisetas da Manif pour tous. Isso mesmo, leitores, a polícia prendeu diversas mães que estavam na frente do colégio Buffon, em Paris, para pegar seus filhos, que ficaram abandonados na saída, simplesmente porque elas são defensoras da família.

No mesmo período, jovens que estavam no boulevard Pasteur, também em Paris, foram presos pelo mesmo motivo, por usarem camisetas com os símbolos da LMPT. E mais, não é só isso não, outro jovem, que saia da estação do metrô Sevres, foi preso só porque, vejamos, estava no lugar errado e na hora errada; ou seja, se você estiver em Paris, e tiver o semblante de alguém que desaprova a lei Taubira, se prepare, você será preso!

Além destes atos de terrorismo de Estado, o site do Forum Catholique, grande site de debates da Tradição católica na França, foi hackeado pelo defensores da ditadura gay. No mesmo dia, a sede do Instituto Civitas foi esvaziada por conta de uma ameaça de bomba. 

Logo, a França profunda se vê agora em um confronto direto com a França moribunda, chamada de França "moderna", que, por mais que alguns teimam em não reconhecer, fracassou e caminha para sua destruição. E a guerra que está eclodindo, uma guerra de civilização, não será vencida sem suor e sangue.

Assim, caros leitores, principalmente aqueles que ainda se iludem com a Rede Globo, com a revista Veja ou com a Folha de São Paulo, empresas dominadas pela pauta gay, a farsa que está sendo montada na França só tem um objetivo: justificar as ações do governo socialista francês, que quer calar seu povo no soco. 

Que Deus tenha piedade de nossos irmãos, e viva a França Cristã ! A França que despertou de seu sono.
 
COPIADO DA INTERNET .
http://catolicosribeiraoarteehistoria.blogspot.pt/2013/05/como-se-constroi-uma-farsa.html

VEM AI O 8° FESTIVAL GOSPEL DE JAGUARIÚNA. REALIZAÇÃO PREFEITURA MUNICIPAL DE JAGUARIÚNA E AMEJ (ASSOCIAÇÃO DE MINISTROS EVANGÉLICOS DE JAGUARIÚNA

O Reino Milenar de Jesus Cristo

Este pequeno estudo não pretende cobrir tudo que é tratado na Palavra de Deus sobre o milênio. Visa, tão-somente, dar instrução clara e objetiva de alguns pormenores deste maravilhoso tema.


Infelizmente, os cristãos de hoje, em nossas Igrejas, sabem pouco sobre o Reino Milenar de Cristo nesta terra. Uma era futura, onde se cumprirá as promessas de Deus referente as alianças firmadas por Ele no decorrer da história bíblica.

Vamos analisar os aspectos mais essenciais da doutrina:


 

O Reino Milenar é o cumprimento das Alianças Divinas

O estabelecimento do reino milenar de Cristo se torna indispensável, porque somente assim, haverá o cumprimento de todas as alianças feitas por Deus com Israel. Uma aliança é um pacto, um acordo. E Deus fez vários pactos, acordos com a nação de Israel, nas quais, Ele próprio Se obrigou a cumpri-los, independente do homem obedecer a Deus ou não.

Quatro são as alianças incondicionais de Deus para com a nação de Israel:

Aliança Abraâmica (Gênesis 12.1-3) – nesta aliança Deus promete fazer de Abraão uma grande nação; esta nação teria a posse da terra; receberiam as bênçãos universais de Deus e através deles, se estenderiam a toda a nação esta mesma bênção por intermédio de Jesus Cristo.
Aliança Palestiniana (Deuteronômio 30.3-10) – uma extensão da Aliança Abraâmica, onde Deus cita mais detalhes sobre a ocupação da Terra Prometida e as bênçãos concernentes a esta ocupação. Através desta aliança a restauração final e a conversão de Israel são garantidas.
Aliança Davídica (2Samuel 7.4-17; 1Crônicas 173-15) – nesta Aliança, Deus prometeu que Israel sempre teria um rei da linhagem de Davi, portanto, o trono seria de possessão perpétua da família Davídica, descendentes da tribo de Judá, sendo que este rei reinaria sobre a nação como um todo.
Nova Aliança (Jeremias 31.27-40; Hebreus 8.7-13) – estabelece um novo coração para Israel, uma conversão genuína e autêntica. É estabelecida sobre o sacrifício vicário de Cristo e, por causa disso, garante bênção eterna para todo aquele que crê.

Nota-se que o devido cumprimento total destas alianças de Deus com Israel será plenamente estabelecido no Reino Milenar.


 

Três escolas principais de interpretação:

1) Pré-Milenistas: entendem a base da interpretação literal das profecias, a Vinda de Jesus Cristo precederá o Seu reinado de mil anos em companhia de Seus remidos.
2) Pós-Milenistas: acreditam que a Segunda Vinda de Jesus Cristo será precedida da vitória final do Evangelho no período do milênio.
3) Amilenistas: entendem que a descrição de Apocalipse 20 é puramente simbólica.

 

Para quem será o Milênio?

1) Jesus Cristo, como Rei Supremo (Zacarias 14.9);
2) Para os Salvos (1Tessalonicenses 4.16-17);
3) Para o remanescente (nações) da Grande Tribulação (Mateus 25.31-46);
4) Para os judeus sobreviventes (Deuteronômio 28.13; Isaías 60.10-15; Zacarias 8.20,23).

O Lugar do Reino:
será na Terra, refletindo não somente o aspecto espiritual, mas também o terreal (Isaías 65.21; Mateus 5.25-26; Apocalipse 5.9-10).

A Capital do Reino:
será Jerusalém (Salmo 48.1-3). Biblicamente, a Palestina é o centro geográfico da Terra. Será o centro de adoração para todos os povos.

A Universalidade do Reino:
o reino do Messias será universal abrangendo o mundo inteiro (Ezequiel 43.1-7; Mateus 25.31; Zacarias 14.9; Salmo 72).

Israel no Reino:
tendo Cristo como Seu Messias e Cabeça, Israel se tornará a nação líder do mundo, não mais a “cauda” (Deuteronômio 28.13-44; Isaías 60.10-15; Zacarias 8.20-23).

A Igreja no Reino:
a posição da Igreja será de esposa ao lado do Esposo, e a Rainha ao lado do Rei. A Igreja reinará com Jesus Cristo (Apocalipse 19 e 20).

A Hierarquia no Reino

Encontraremos um sistema hierárquico sólido no reino milenar. Jesus Cristo será o Rei. Abaixo dEle estará o grande Rei Davi, como sendo o regente, o príncipe. Depois outros reinarão sob suas autoridades.

Provas de que Davi é o regente no milênio
(Oséias 3.5; Ezequiel 37.24-25; 34.23-24; Isaías 55.3-4; Jeremias 30.9; 33.15-21).

Muitos são contra a idéia de que o Davi histórico reinará literalmente no milênio. Alegam que este Davi é o Senhor Jesus Cristo. A estes quero deixar três importantes versos da Palavra de Deus que demonstram que realmente é o Davi histórico, o segundo rei de Israel.

1) Ezequiel 45.22 – O príncipe nesta passagem oferece a si mesmo oferta pelo pecado. Cristo não pode oferecer sacrifício por seu próprio pecado, pois Ele nunca cometeu pecado.
2) Ezequiel 46.2 – O príncipe está comprometido em atos de adoração. O Senhor Jesus Cristo recebe adoração no milênio, mas não está envolvido com atos de adoração, ou seja, Cristo não se envolve com adoração.
3) Ezequiel 46.16 – O príncipe tem filhos e divide sua herança com eles. Isso nunca poderia acontecer com Jesus Cristo.
Portanto, para aqueles que argumentam que o príncipe citado em Ezequiel é o próprio Jesus Cristo, estas passagens se tornam um grande embaraço em suas doutrinas.

Por que devemos afirmar que realmente será o próprio Davi histórico que irá reinar?

1) Porque é muito mais coerente com a interpretação literal das Escrituras.
2) Somente Davi poderia ser regente no milênio sem violar as profecias concernentes ao reinado de Cristo.
3) Os santos ressurretos terão posições de responsabilidade no milênio como recompensa (Mateus 19.28; Lucas 19.12-27). Davi pode ser designado para assumir tal responsabilidade já que era ‘homem segundo o coração de Deus’.
4) Davi será nomeado regente sobre a Palestina e governará a terra como príncipe, ministrando sob a autoridade de Jesus Cristo, o Rei.

Note também que nobres e governadores reinarão sob Davi (Jeremias 30.21; Isaías 32.1; Ezequiel 45.8-9; Mateus 19.28). Da mesma forma, muitas outras autoridades menores também reinarão (Lucas 19.12-27). E os juízes serão novamente levantados (Zacarias 3.7; Isaías 1.26).


 

Propósito do Templo Milenar

Na era milenar haverá um novo templo, onde os judeus estabelecerão como centro da adoração no milênio. Este Novo Templo será diferente dos demais, já destruídos, com dimensões diferentes, móveis diferentes dos templos anteriores (Ezequiel 40 a 47).
1) Servirá para demonstrar a santidade de Deus.
2) Servirá para prover uma habitação para a glória de Deus.
3) Servirá para perpetuar o memorial do sacrifício.
4) Servirá para prover o centro do governo divino.
5) Servirá para prover a vitória sobre a maldição.

Sacrifícios serão novamente estabelecidos, no entanto, não serão meritórios, ou seja, para perdoar os pecados. Estes sacrifícios serão estabelecidos em caráter memorial. Assim como a ceia é para nós hoje uma lembrança de que Cristo morreu e ressuscitou, os sacrifícios no milênio mostrarão ou apontarão para tal fato.


 

A Atuação do Espírito Santo no Milênio:

O Espírito Santo será derramado sobre toda carne para habitar, encher e ensinar (Jeremias 31.33-34; Joel 2.28-32; Ezequiel 36.25-31). Notamos que a profecia de Joel será finalmente cumprida literalmente, pois apenas uma parte fora cumprida no Dia de Pentecostes.

A obra do Espírito Santo será mais abundante e terá uma manifestação muito maior na era milenar do que em qualquer outra época. Portanto a plenitude do Espírito Santo será comum nesta era (Isaías 32.15; 44.3; Ezequiel 39.29; Joel 2.28-29).


O cristão será, portanto, habitado pelo Espírito Santo da mesma forma como este é hoje (Ezequiel 36.27; 37.14; Jeremias 31.33).


 

Características gerais do Milênio:

1) Um reino material com duração de mil anos, tendo Jesus Cristo como Rei (Apocalipse 20.5-6);
2) Satanás será preso (Apocalipse 20.1-3);
3) Jesus Cristo reinará com cetro de ferro (Salmo 2.8-9; Apocalipse 12.5; 19.15; Gênesis 49.10; Números 24.17);
4) Vida longa (Isaías 65.19-20);
5) Real, concreto e visível (Apocalipse 20);
6) Paz universal entre os povos e as nações (Isaías 9.6; Miquéias 4.3-4; Lucas 2.13-14);
7) A terra da Palestina será aumentada (Isaías 26.15);
8) A topografia será alterada (Zacarias 14.4);
9) As chuvas cairão trazendo bênçãos (Isaías 41.18; Ezequiel 34.26; Joel 2.23);
10) As fontes e mananciais de águas serão abundantes (Ezequiel 47.1-11; Zacarias 14.8);
11) A terra produzirá abundantemente (Isaías 32.15; 35.1; Ezequiel 47.12; Amós 9.13);
12) Haverá paz e justiça em plenitude (Isaías 32.16-17);
13) Haverá paz até na criação de modo geral (Isaías 11.6-9; 65.25; Romanos 8.19-21);
14) O Evangelho será pregado em todo o mundo (Isaías 11.6-9; 14.1-2; 49.22-23; 60.14; Zacarias 8.20-23);
15) Ainda haverá pecado (Isaías 65.18-20; Lucas 19.11-27);
16) Novo Templo e sacrifícios memoriais (Isaías 56.6-7; Ezequiel 40.1 a 44.31);
17) Os salvos estarão em glória com Seu Salvador (Colossenses 3.4);
18) Trabalho. O período do milênio não será caracterizado por inatividade, mas haverá um sistema econômico perfeito, no qual as necessidades do homem serão abundantemente providas por seu trabalho nesse sistema. Haverá uma sociedade plenamente produtiva, suprindo as necessidades dos súditos do Rei (Isaías 62.8-9; 65.21-23; Jeremias 31.5; Ezequiel 48.18-19). A agricultura, bem como a manufatura proverá empregos.
19) Haverá um aumento da luz solar e lunar, isto será a causa do aumento da produtividade na terra (Isaías 4.5; 30.26; 60.19-20; Zacarias 2.5).
20) A língua será unificada, as barreiras lingüísticas serão desfeitas (Sofonias 3.9).
21) Haverá uma transformação no corpo das pessoas que tem deformidades físicas (Isaías 29.17-19; 35.3-6; 61.1-2; Miquéias 4.6-7; Sofonias 3.19).
22) As águas do Mar morto ficarão saudáveis e peixes serão encontrados ali (Ezequiel 47.8).

 

Como será o fim do Milênio?

1) Satanás será solto (Apocalipse 20.7);
2) Enganará multidões (Apocalipse 20.8);
3) Promoverá uma rebelião (Apocalipse 20.9);
4) Os rebeldes serão mortos queimados (Apocalipse 20.9);
5) Satanás será destruído com um assopro da boca de Cristo (2Tessalonicenses 2.8);
6) Satanás será lançado no Lago de Fogo e Enxofre (Apocalipse 20.10);
7) O último inimigo – a morte – é derrotado (Apocalipse 20.14; 1Coríntios 14.26);
8) O Reino é entregue ao Pai (1Coríntios 15.24-25,28; Apocalipse 22.1).

DESMASCARANDO AS MENTIRAS DOS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ



AS TESTEMUNHAS-DE-JEOVÁ
DESMASCARANDO A SEITA

As "Testemunhas-de-jeová" formam uma das seitas quemais crescem atualmente. Em face
do seu proselitismo incontrolável, e do grande mal  causado por seus ensinos à vida do crente,necessário se faz estudá-la.
I. RESUMO HISTÓRICO DO JEOVISMO
Charles Taze Russell, fundador da seita "Testemunhas de Jeová", nasceu no Estado da
Pensilvânia, Estados Unidos, no ano de 1854. Perturbado pela doutrina das penas eternas, tornou-se simpatizante da doutrina adventista, a qual abraçouposteriormente. Como Russell possuía pontos de vista muito pessoais, principalmente quanto à maneira e ao objetivo da vinda de Cristo, não demorou haver divergência entre seus pontos de vista e os dos líderes adventistas. Nessa época, em parceria com um adventista de nome N.H. Barbour, escreveu um livro. Essa amizade, porém, durou pouco, pois logo se separaram, após uma acalorada discussão quanto à doutrina da expiação. Um ano após, em 1872, Russell lança os funda-mentos do  seu movimento, inicialmente com os nomes  "Torre de Vigia de Sião" e "Arauto da Presença de Cristo".
1.1.  As IDÉIAS DE RUSSELL
Russell vivia em freqüentes choques com as autoridades e os tribunais, dos quais nem sempre se saía bem. Censurou as igrejas e seus líderes como porta-vozes do engano e como instrumentos do diabo. Para preparação dos seus discípulos, escreveu uma obra intitulada  Estudos nas Escrituras, sobre a qual o próprio Russell declarou ousadamenteque seria melhor que ela fosse lida do que lida a Bíblia sozinha. Contudo, mais tarde, ele mesmo chamou de "imaturos" alguns de seus escritos primitivos.
Russell foi um homem de mau procedimento. Casou-se  em 1879. Várias vezes foi levado ao tribunal por sua própria esposa, em face de maus tratos que sofria dele. Não podendo ela suportá-lo mais, abandonou-o em 1887, dele divorciando-se em 1913. Viu-se muitas vezes em apuros com a justiça devido a escândalos financeiros.
1.2.  JOSEPH FRANKLIN RlJTHERFORD
Charles Taze Russell morreu a 9 de novembro de 1916, sendo substituído pelo juiz Joseph Franklin Rutherford. Rutherford excedeu em muito a atuação do próprio Russell, fundador da seita. Logo no princípio da sua gestão, fundou a revista Despertai, com uma tiragem mensal que vai a um milhão de exemplares. Esteve por vários meses na cadeia por causa de alegadas "atividades antiamericanas", no inicio da entrada dos Estados Unidos na Primeira Grande Guerra. Isto contribuía mais para que Rutherford e seus seguidores tivessem maior ódio da"organização do diabo" (como tratavam toda e qualquer espécie de organização política ou religiosa que se opunha aos seus ensinos e às doutrinas). Rutherford morreu a 8 de janeiro de 1942, com 72 anos de idade.
1.3.  NATHAN H. KNORR
Com a morte de Rutherford, Nathan H. Knorr assumiu a  liderança da seita. No início do seu mandato escreveu um ensaio com o título: "Testemunhas-de-jeová dos Tempos Modernos", com a afirmação: "Deus Jeová é o organizador de suas testemunhas sobre a terra". Prosseguindo, diz que o nome da organização deriva-se da passagem de Isaías 43.10: "Vós sois minhas testemunhas, diz Jeová".
1.4.  ESCRAVOS DE UM SISTEMA
As Testemunhas-de-jeová demonstram um zelo incomum  em tornarem conhecidas as suas doutrinas, pelo que se dedicam ao máximo à venda delivros e revistas, de porta em porta. Além de se dedicarem com afinco a esse trabalho, quase todos dão uma parcela de coope-ração na disseminação das doutrinas da seita. W.J. Schenell, ex-testemunha", diz que as "testemunhas" ficam sob constantes pressões e com medo mortal dos seus  líderes. Por exem-plo: se não venderem suficiente literatura, serão rebaixados à "classe de maus servos", ou "servos inúteis".
1.5.  EXPANSÃO DA SEITA
Já em 1949, o Anuário das Igrejas Americanas traziao seguinte: "As testemunhas-de-jeová
têm grupos em quase todas as cidades dos Estados Unidos, bem como em outras partes do mundo, com o propósito de estudar a Bíblia. Não fazem relatório de seus membros, nem anotam a assistência às reuniões. “Reúnem-se em salões alugados e não constróem templos para o seu próprio uso”. A maior parte dos seus esforços é gasta procurando  alcançar pessoas já membros de igrejas evangélicas, cujos preceitos eles põem em dúvida por meio de ensinos subversivos. Enviam os seus representantes para os campos missionários estrangeiros, onde, às vezes, entram em conflito com as autoridades.
II. A DOUTRINA DA TRINDADE
Poucos aspectos da doutrina cristã têm sofrido tantos ataques das "testemunhas-de-jeová" quanto à doutrina da Trindade. O que eles pensam e dizem sobre este tema é abundantemente mostrado nos seus livros, revistas e palestras, como vemos a seguir.
2.1. O CÚMULO DO ABSURDO
"Satanás deu origem à doutrina da trindade" (Seja Deus Verdadeiro, p. 81).
"Um contemporâneo de Teófilo na África Setentrional, o escritor latino chamado Tertuliano, da cidade de Cartago, defronte a Itália, escreveu uma defesa de sua religião e introduziu nos seus escritos a palavra trinitas, que quer dizer 'trindade'. Daquele tempo em diante  a doutrina trinitária veio a infectar cada vez mais a crença dos cristãos professos. Tal doutrina é absolutamente alheia ao verdadeiro Cristianismo. Nem se encontra a palavra  trias  nas inspira-das Escrituras gregas cristãs, tampouco se acha a palavra  trinitas,  nem mesmo na tradução latina da Bíblia, a Vulgata"  (Que tem Feito a Religião Pela Humanidade? p. 261).
"Ninrode casou-se com sua mãe Semíramis, e assim, num sentido, ele é seu próprio pai e seupróprio filho. Aqui está a origem da doutrina da trindade" (Russell, Estudos nas Escrituras).
2.2. CONCEITO INCONSISTENTE
O ensino jeovista de que Tertuliano inventou a doutrina da Trindade é injusto, tenden-cioso e mau. Viria ao caso perguntarmos: "Newton inventou alei da gravidade ou simples-mente elucidou-a?"
A mesma pergunta deve ser feita quanto à pessoa de Tertuliano relativamente à doutrina da Trindade: "Tertuliano inventou a doutrina da Trindade ou simplesmente inter-pretou-a?"
Por exemplo, o fato de Martinho Lutero ter defendido a doutrina da justificação pela fé e a do sacerdócio universal dos crentes não significa que ele as inventou. É evidente que a palavra trindade não se encontra na Bíblia, como também nela não se encontram expressões como "testemunhas-de-jeová" e  "Salão do Reino", porém, a Bíblia contém a idéia básica da doutrina da Trindade. Não descartamos a possibilidade de que Tertuliano tenha sido o primeiro dos escritores da Igreja a usar a palavra Trindade (três em um), com o objetivo de dar forma a uma verdade implícita do Gênesis ao Apocalipse. Devemos ter em mente, no entanto, que descobrir uma verdade não é a mesma coisa que inventar a verdade. A verdade não se inventa, descobre-se.
2.3. A TRINDADE NAS ESCRITURAS
A idéia da Trindade faz-se presente nos seguintes casos mencionados na Bíblia Sagrada:
a)      Criação do homem (Gn 1.26).
b)      Conclusão divina quanto à capacidade do conhecimento do homem a respeito do bem e do mal (Gn 3.22).
c)       Confusão das línguas, em Babel (Gn 11.7).
d)      Visão e chamamento de Isaías (Is 6.8).
e)      Batismo de Jesus no Jordão (Mt 3.16,17).
f)       A Grande Comissão de Jesus (Mt 28.19).
g)      Distribuição dos dons espirituais (1 Co 12.4-6).
h)      Bênção apostólica (2 Co 13.13).
i)        Descrição paulina da unidade da fé (Ef 4.4-6).
j)        Eleição dos santos (1 Pe 1.2).
k)      Exortação de Judas (Jd vv.20,21).
l)        Dedicatória das cartas às sete igrejas da Ásia (Ap 1.4,5).
Tanto no Antigo como no Novo Testamento, títulos divinos são atribuídos às três Pessoas da Trindade: a) a respeito do Pai (Êx 20.2); b) a respeito do Filho (Jo 20.28); c) a respeito do Espírito Santo (At 5.3,4).
Cada Pessoa da Trindade é descrita na Bíblia, como:


  
III. POR JEOVÁ E CONTRA CRISTO
Quanto à Pessoa de Cristo, a doutrina das "testemunhas-de-jeová" é essencialmente ariana, e se identifica muito bem com diferentes correntes heréticas surgidas nos primeiros séculos da história da Igreja.
3.1. REJEIÇÃO DA DIVINDADE DE CRISTO
Quanto à Pessoa e à divindade de Jesus Cristo, dizem os jeovistas:
"Este [Jesus Cristo], não era Jeová Deus, mas estava 'existindo na forma de Deus'. Como assim? Ele era uma pessoa espiritual, assim como 'Deus é Espírito'; era poderoso, mas não Todo-poderoso como o é Jeová Deus: também ele existia antes de todas as outras criaturas de Deus
porque foi o primeiro filho que Jeová Deus trouxe àexistência. Por isso é chamado 'o Filho unigênito' de Deus, porque Deus não teve associado ao trazer à existência o seu unigênito Filho... Ele não é o autor da criação de Deus; mas, depois de Deus o haver criado como primogênito, usou-o como seu obreiro associado ao trazer à existência todo o resto da criação" (Seja Deus Verdadeiro, pp. 34,35).
Em resumo, o que se conclui deste ensino herético éque Jesus Cristo:
a)      não é Deus;
b)      em sua vida humana foi simplesmente uma pessoa espiritual;
c)       não é Todo-poderoso;
d)      foi criado pelo Pai, como criadas foram as demais coisas;
e)      não é o autor da Criação.
3.2. A BÍBLIA ENFATIZA A DIVINDADE DE CRISTO
O testemunho geral das Escrituras é que:

a)      Cristo é Deus (Jo 1.1; 10.30,33,38; 14.9,11; 20.28; Rm 9.5; Cl 1.15; 2.9; Fp 2.6; Hb 1.3; 2 Co 5.19; 1 Pe 1.2; 1 Jo 5.2; Is 9.6).
b)      Cristo é Todo-poderoso (Mt 28.18; Ap 1.8).
c)    Cristo não foi criado, pois é eterno (Jo 1.18; 6.57; 8.19,58; 10.30,38; 14.7,9,10,20; 16.28; 17.21).
d)      Cristo é o autor da Criação (Jo 1.3; Cl 1.16; Hb 1.2,10; Ap3.14).
Muitas afirmações feitas no Antigo Testamento a respeito de Jeová são cumpridas e
interpretadas no Novo Testamento, referindo-se a Jesus Cristo. Compare: 
  1. Isaías 40.3,4 com Lucas 1.68,69,76
  2. Êxodo 3.14 com João 8.56-58
  3. Jeremias 17.10 com Apocalipse 2.23
  4. Isaías 60.19 com Lucas 2.32
  5. Isaías 6.10 com João 12.37-41
  6. Isaías 8.12,13 com 1 Pedro 3.14,15
  7. Isaías 8.13,14 com 1 Pedro 2.7,8
  8. Números 21.6,7 com 1 Coríntios 10.9
  9. Salmos 23.1 com João 10.11; 1 Pedro 5.4
  10. Ezequiel 34.11,12 com Lucas 19.10
  11. Deuteronômio 6.16 com Mateus 4.10.

3.3. PROVADA A DIVINDADE DE CRISTO
Atributos inerentes a Deus Pai relacionam-se harmoniosamente com Cristo, provando a sua divindade. Deste modo a Bíblia apresenta-o como:
O Primeiro e o Último (Is 41.4; Cl 1.15,18; Ap 1.17; 21.6).
 Senhor dos senhores (Ap 17.14).
 Senhor de todos e Senhor da Glória (At 10.36; 1 Co 2.8).
Rei dos reis (Is 6.1-5; Jo 12.41; 1 Tm 6.15).
Juiz (Mt 16.27; 25.31,32; 2 Tm 4.1; At 17.31).
Pastor (SI 23.1; Jo 10.11,12).
Cabeça da Igreja (Ef 1.22).
 Verdadeira Luz (Lc 1.78,79; Jo 1.4,9).
Fundamento da Igreja (Is 28.16; Mt 16.18).
O Caminho (Jo 14.6; Hb 10.19,20). 
A Vida(Jo 11.25; 1 Jo 5.11,12).
Perdoador de pecados (SI 103.3; Mc 2.5; Lc 7.48,50).
Preservador de tudo (Hb 1.3; Cl 1.17).
 Doador do Espírito Santo (Mt 3.11; At 1.5).
 Onipresente (Ef 1.20-23).
 Onipotente (Ap 1.8).
 Onisciente (Jo 21.17).
 Santificador(Hb2.11).
 Mestre (Lc 21.15; Gl 1.12).
Ressuscitador de si mesmo (Jo 2.19).
Inspirador dos profetas (1 Pe 1.17).
Supridor de ministros à Igreja (Ef 4.11).
Salvador (Tt 3.4-6).

3.4. JESUS, O VERBO DIVINO
Na.  Tradução do Novo Mundo das Escrituras Gregas Cristãs,  versão bíblica forjada pelas "testemunhas-de-jeová", lê-se João 1.1, assim: "No  princípio era a Palavra e a Palavra estava com Deus e a Palavra era um deus". Note o final da expressão: "... um deus".
Entre as famosas traduções da Bíblia conhecidas hoje, pelo menos «dezenove delas afirmam que "A Palavra era Deus"; não "deus" com "d" minúsculo, ou "um deus" qualquer. Veja, por exemplo:

Todas estas últimas quatro versões citadas são publicadas e distribuídas pelas testemunhas-de-jeová.
IV DERROCADA ESCATOLÓGICA
Embora nada de proveitoso haja no sistema doutrinário das testemunhas-de-jeová, existem aspectos nele que são por demais absurdos. Queremosnos referir em particular a alguns desses aspectos da sua doutrina escatológica, ou seja, a doutrina das últimas coisas.
4.1. A SEGUNDA VINDA DE CRISTO
Afirmam as testemunhas-de-jeová:
"Cristo Jesus vem, não em forma humana, mas como criatura espiritual e gloriosa... Ele vem, portanto, desta vez, não em humilhação, não na semelhança dos homens, mas em sua glória, e todos os anjos com ele”.
"Alguns podem citar as palavras dos anjos: 'Esse Jesus que dentre vós foi recebido no céu, assim virá do modo como o vistes ir para o céu' (At1.11). Notem, porém, que este texto não diz que ele virá com a mesma aparência, ou no mesmo corpo,  mas somente do mesmo modo"  (Seja Deus Verdadeiro, pp. 184,185).
4.2. O ARMAGEDOM E O GOVERNO DE CRISTO
"A batalha do grande dia do Deus Todo-poderoso (o Armagedom) terminará em 1914, com a derrocada completa do governo do mundo... e o plenoestabelecimento do reino de Cristo" (Russell, Estudos nas Escrituras, vol. II, pp. 101,170).
Segundo o ensino de Russell, Cristo voltou à Terra e começou o seu governo de paz no ano de 1914.
4-3- O Juízo FINAL
"Na primavera de 1918, veio o Senhor, e começou o juízo, primeiro da 'casa de Deus' e depois das nações deste mundo" (Seja Deus Verdadeiro, p. 284).
4.4. OBJEÇÕES BÍBLICAS A ESSE ENSINO
Ensinar que Cristo será invisível por ocasião da sua segunda vinda, e que Ele estará dotado de outro corpo que não seja o corpo da sua ressurreição, é ensino contrário a muitas passagens das Escrituras, dentre as quais se destacam Zacarias 12.10; Mateus 24.30 e Apocalipse 6.15-17.
Quanto ao dia em que se dará a vinda de Cristo, diz Mateus 24.36: "A respeito daquele dia e hora ninguém sabe, nem os anjos dos céus, nem o Filho, senão somente o Pai". — Como, pois, o saberão essas falsas testemunhas-de-Jeová?
Vendo fracassada a sua previsão quanto à segunda vinda de Cristo, Russell arquitetou uma alteração à sua falsa teoria: "A data era correta, porém, equivoquei-me quanto à forma; o reino não terá caráter material e visível, como havia anunciado, mas será espiritual e invisível"  (Seja Deus Verdadeiro, pp. 22,25).
Tendo chegado a data anunciada por Russell, em lugar da paz milenária do reino de Cristo, rebentou no mundo a Primeira Guerra Mundial, que enlutou milhares e milhares de famílias em toda a Terra.
4.5. ORDEM DOS EVENTOS ESCATOLÓGICOS
A escatologia russelita é mais uma prova incontestede quão herética é a seita das testemunhas-de-jeová. Ao contrário da escatologia russelita, a Bíblia apresenta os eventos escatológicos na seguinte ordem:
1. O arrebatamento da Igreja.
2.O comparecimento dos crentes diante do Tribunal de Cristo, as Bodas do Cordeiro no céu, e
3. a Grande Tribulação na Terra.
4. Batalha do Armagedom.
5. Manifestação de Cristo em glória com os seus santos e anjos.
6. Julgamento das nações.
7. Prisão de Satanás por mil anos.
8. Inauguração do reino milenar de Cristo na Terra.
9. Soltura de Satanás por um breve espaço de tempo, mas logo será novamente preso para  todo o sempre.
10. Juízo do Grande Trono Branco,
11. Estabelecimento de novo céu e da nova Terra.
Ninguém em sã consciência se atreveria a afirmar que já tenha ocorrido qualquer um desses eventos na Terra. Quando ocorreu o arrebatamento da Igreja? Onde estão agora o novo céu e a nova Terra?
Diante de todo este disparate e desrespeito demonstrado por parte das testemunhas-de-jeová quanto à Palavra de Deus, vale a pena lembraras palavras de Apocalipse 22.18,19: "Eu, a todo aquele que ouve as palavras da profecia deste livro, testifico: Se alguém lhes fizer qualquer acréscimo, Deus lhe acrescentará os flagelos escritos neste livro; e se alguém tirar qualquer coisa das palavras do livro desta profecia, Deus tirará a sua parte da árvore da vida, da cidade santa, e das coisas que se acham escritas neste livro".
V. SÍNTESE DOUTRINÁRIA DAS "TESTEMUNHAS"
A doutrina das testemunhas-de-jeová forma uma grande miscelânea mais bem identificada pela desordem e pela negação que lhe são peculiares. Atente para os seguintes aspectos desta doutrina:
5.1. A ALMA DO HOMEM
"Os cientistas e cirurgiões não foram capazes de encontrar no homem nenhuma prova
determinante de imortalidade. Não podem encontrar nenhuma evidência indicativa de que o homem possui uma alma imortal... Assim, vemos que a pretensão de que o homem possui uma alma imortal, e que, portanto, difere das bestas, não é bíblica"  (Seja Deus Verdadeiro, pp. 56,59).
5.2. O INFERNO
A doutrina de um inferno ardente onde os iníquos, depois da morte, são torturados para sempre, não pode ser verdadeira, principalmente porquatro razões:
 1) está inteiramente fora das Escrituras;
 2) é irracional;
 3) é contrária ao amorde Deus;
 4) é repugnante à justiça"  (Seja Deus Verdadeiro, p. 79).

5.3. A IGREJA
"Em Apocalipse 14.1,3, a Bíblia é terminante ao predizer que o total final da igreja celeste será de 144.000, segundo o decreto de Deus"  (Seja Deus Verdadeiro,  p. 112). Daí surgiu o falso ensino de que só 144.000 salvos irão para o céu.
5.4. REFUTAÇÃO DESSE ENSINO:
A doutrina das "testemunhas" quanto à alma humana apóia-se em teorias de homens sem Deus. O inequívoco testemunho das Escrituras é que  o homem não só foi feito alma vivente, mas também possui uma alma imortal, o que o faz diferente das demais criaturas da Terra. É evidente que "alma" na Bíblia nem sempre significa a mesma coisa, e que a variação do seu significado depende muito das circunstâncias em quea palavra é usada, como por exemplo mostram os seguintes casos:
a)  A alma como o próprio sangue (Lv 17.14).
b) A alma como a pessoa em si mesma (Gn 46.22). c Aalma como a própria vida (Lv 22.3).
c)  A alma como o espírito e o coração (Dt 2.30).
d)  A alma como elemento distinto do espírito e do corpo (Hb 4.12; 1TS5.23;  JÓ 12.10; 27.3; 1 Pe 2.11; Mt 10.28).
5.5. SHEOL, HADES, GEENA E TÁRTARO
A palavra "inferno" na Bíblia tem significados que  variam de acordo com o texto em que é citado. Há quatro palavras na Bíblia na Edição Revista e Atualizada, que são traduzidas por "inferno":
Sheol - o mundo dos mortos (Dt 32.22; SI 9.17; etc).
Hades  - é a forma grega para o hebraico  Sheol,  e significa o lugar das almas que partiram deste mundo (Mt 11.23; Lc 10.15; Ap 6.8).
Geena - termo usado para designar um lugar de suplício eterno (Mt 5.22,29,30; Lc 12.5).
Tártaro  - o mais profundo do abismo no Hades; significa encerrar no suplício eterno (2 Pe 2.4; Dn 12.2).
Nenhuma destas palavras significa "sepultura". A palavra hebraica para "sepultar" é  queber (Gn 50.5), e a grega é  mnemeion.  E verdade que a palavra hebraica  sheol  algumas vezes está traduzida como "sepultura" em algumas de nossas Bíblias em português, mas isso se dá por força de uma tradução equivocada.
Quanto às quatro alegações das "testemunhas", de que a doutrina referente ao inferno não pode ser verdadeira, respondemos:
1. E um assunto largamente tratado ao longo da Bíblia Sagrada.
2. Ainda que irracional à mente embotada das "testemunhas", não o é à mente do crente que crê na veracidade das Escrituras. 3) É compatível com o amor de Deus, que hoje apela aos homens.
3. É compatível com a justiça divina, que tem reservado  o céu para os salvos e o inferno para os pecadores impenitentes.
5.6. Só 144.000?
O ensino jeovista de que só 144.000 salvos formarãoa igreja triunfante é contrário às seguintes passagens das Escrituras:
"Pois a nossa pátria está nos céus, de onde também aguardamos o Salvador, o SenhorJesus Cristo" (Fp 3.20).
 "Depois destas cousas vi, e eis grande multidão que ninguém podia enumerar, de todas as nações, tribos, povos e línguas, em pé diante do trono e diante do Cordeiro, vestidos de vestiduras brancas, com palmas nas mãos; e clamavam em grande voz, dizendo: Ao nosso Deus que se assenta no trono, e ao Cordeiro, pertence a salvação" (Ap 7.9,10).
VI. A MENTIRA DESMASCARADA
As "testemunhas" têm suas mentes entorpecidas pelo erro, perversão e engano do diabo. De tanto blasfemarem de Deus e da sua Palavra é-lhes quase impossível se deixarem iluminar pela luz do Evangelho. Eles foram programados, "educados" e robotizados para crerem nas mentiras e embustes de Russell, Rutherford e Knorr, líderes jeovistas. Todos, em vida, dizendo-se detentores de conhecimentos que os faziam mestres do hebraico e do grego, línguas originais da Bíblia, foram desmascarados e levados à vergonha pública por parte de tribunais de suas épocas.
6.1. UMA TRADUÇÃO INFIEL
Na impossibilidade de encontrar na Bíblia respaldo para os absurdos cridos e defendidos pelo jeovismo, alguns líderes desta seita manipularam a  tradução de uma bíblia cheia de heresias, como forma de sacralizar os seus erros e embustes. Essa  tradução recebeu o nome de  Tradução do Novo Mundo das Escrituras Sagradas.
Por muitos anos foram mantidos em sigilo os nomes dos autores dessa tradução de fundo de quintal. Em um julgamento, em 1954, na Escócia, respondeu a "testemunha" F.W. Franz que a razão de tal sigilo era porque o comitê de tradução queria que ela permanecesse anônima, e não buscava qualquer glória ou honra Para a obra da tradução, ostentando nomes ligados a ela. Mas o senhor William Cetnar, que trabalhou por vários anos na sede da Sociedade Torre de Vigia, quartel-general das testemunhas-de-jeová, no Brooklyn, Nova Iorque, Estados Unidos, analisa o problema e conclui dizendo que o anonimato dos tradutores da citada bíblia tem duplo significado:
1.  As qualificações dos tradutores não podiam ser verificadas e  avaliadas.
2. Não havia ninguém que assumisse a responsabilidade pela tradução. E a seguir, cita os nomes de Nathan H. Knorr, A. D. Schroeder, G. D. Gangas, M. Henschel, e do próprio F. W. Franz, como tradutores da citada bíblia, conforme dizem as"testemunhas", traduzida diretamente dos ori-ginais hebraico e grego (?).
6.2. O MESTRE DE LÍNGUAS QUE IGNORAVA LÍNGUAS
F.W. Franz, que se dizia mestre em hebraico, demonstrou absoluta ignorância quanto ao manejo da citada língua. Veja, por exemplo, a trocade perguntas e respostas entre o Procurador da Coroa Escocesa e o próprio Franz, retiradas de uma  peça do julgamento sofrido por Franz em novembro de 1954, na Escócia:

P. Também se familiarizou com o hebraico?
R. Sim...
P. Portanto, tem instrumentos lingüísticos substanciais à sua disposição?
R. Sim, para uso do meu trabalho bíblico.
P. Penso que o senhor é capaz de ler e seguir a Bíblia em hebraico, grego, latim, espanhol, português, alemão e francês...
R. Sim (Prova de Acusação p. 7)...
P. O senhor mesmo lê e fala hebraico, não é verdade?
R. Eu não falo hebraico.
P. Não fala?
R. Não.
P. Pode, o senhor mesmo, traduzir isto para o hebraico?
R. O quê?
P. Este quarto versículo do segundo capítulo de Gênesis.
R. O senhor quer dizer, aqui?
P. Sim.
R. Não, eu não tentaria fazer isso (Prova da acusação, p. 61).
(Não nos esqueçamos de que Franz é apontado entre os tradutores da  Tradução do Novo Mundo das Escrituras Sagrada, a Bíblia jeovista.)
6.3. RUSSELL IGNORAVA o GREGO
Em 1912, o reverendo J.J. Ross, na época pastoreando a Igreja Batista de James Street, em Hamilton, Ontário, no Canadá, foi processado por Charles Russell (o pai espiritual das "testemunhas-de-jeová"), por haver publicado um panfleto:  Alguns Fatos Sobre o Pretenso Pastor Charles T. Russell, no qual Ross garantia que Russell era ignorante no  que diz respeito à língua grega; o que Russell considerou difamatório. No final do processo o reverendo Ross foi absolvido, ficando provadas as acusações feitas contra Russell.
A seguinte transcrição foi retirada ou trasladada dos autos do citado processo, e registra perguntas feitas pelo advogado Staunton (advogado de Ross) a Russell:
P. O senhor conhece o alfabeto grego?
R. Oh! Sim!
P. O senhor poderia me dizer os nomes dessas letrasse as visse?
R. Algumas delas; talvez me enganasse com outras.
P. Poderia me dizer os nomes dessas que estão no alto da página 447, que tenho em mãos?
R. Bem, não sei se seria capaz.
P. O senhor não conhece essas letras? Veja se as conhece.
R. "Meu caminho..."
(Ele foi interrompido nesse ponto e não lhe permitiram explicar.)
P. O senhor conhece a língua grega? R. Não.
6.4. CONCLUSÃO
Os incidentes aqui citados poderiam ser de nenhuma importância, caso não soubés-semos que as testemunhas-de-jeová, feitas sob medida, possuemas mesmas habilidades de seus mestres quan-to à aplicação do velho truque que os faz passar por conhecedores das línguas originais da Bíblia. Dizer que sabem grego é uma coisa; prová-lo é coisabem diferente. Veja um método infalível de provar como as testemunhas-de-jeová nada conhecem de grego. Tome um Novo Testamento grego, e peça que qualquer  um deles designe um determinado texto (João 3.16 é um exemplo). Facilmente você descobrirá que as testemunhas-de-jeová, a despeito de "sinceras", estão redondamente equivocadas e presaspelo engano do deus deste século, que, com sua astúcia, tem cegado o entendimento dos homens, de sorte que não sejam iluminados pela luz do Evangelho.

By Bishop Eduardo Rodrigues - IBT

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