terça-feira, 3 de janeiro de 2017

Rede Globo exibe documentário sobre igreja Hillsong e ganha elogios nas redes sociais

Numa escolha no mínimo fora dos padrões, a TV Globo exibiu nesta madrugada o documentário “Hillsong: Uma Canção de Fé”. O filme, lançado poucos meses atrás, conta a história da Hillsong, igreja nascida na Austrália nos anos 80 e que acaba de criar sua primeira unidade no Brasil (São Paulo).
Imagem redimensionadaA exibição causou surpresa e certo furor nas redes sociais, e chegou a ser o assunto mais comentado do twitter. O mais incrível, porém, era que praticamente todos os tweets eram de profusos elogios à Globo e sua escolha.

“Você começa a perceber que 2017 vai ser incrível quando a Globo começa a transmitir um documentário da Hillsong”, postou a internata Lizandra Monteiro com a hashtag #HillsonNaGlobo

Segundo dados prévios de audiência, o filme marcou 5,8 pontos de média na Grande SP (cada ponto equivale agora a 70,5 mil domicílios sintonizados).

“Que lindo é ver a palavra de Deus sendo falada na Globo!! Globooo!! 2017 já me parece um ano melhor só por isso”, escreveu Laís Valente.

De queixas contra a emissora, só mesmo a edição: “Pena que teve cortes! Aí, @RedeGlobo exibe completo da próxima vez”, protestou Gabriel Souza.

O FILME
“Let Hope Rise” (nome original) foi exibido na Sessão de Gala da Globo. Lançado no ano passado, produzido por norte-americanos, o documentário conta como uma pequena igreja que decidiu montar uma banda autoral de música gospel e contemporânea alcançou o mundo.

Com o tempo, a igreja passou a criar e gerir novas bandas, enquanto se espalhava pelos continentes. Acabou virando também um fenômeno fonográfico que já vendeu dezenas de milhões de CDs e DVDs.

Com um grande trabalho social realizado nos países em que se instala, a Hillsong Church hoje é considerada uma das igrejas mais influentes do mundo, com grande atração de fiéis jovens.

Entre as celebridades que frequentam seus templos está Justin Bieber. O cantor se converteu após um período turbulento na vida pessoal.

A primeira congregação no Brasil foi aberta no ano passado. A Hillsong São Paulo se reúne aos domingos no espaço Audio, na Barra Funda.

Fonte: Coluna de Ricardo Feltrin - UOL

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Rev. Roberto Torrecilhas - Logos & Rhema - Aula: 42 - Hamartiologia

Refugiados muçulmanos se convertem ao cristianismo na Alemanha



Em um domingo, Saeed, Veronica, Farida e Matin se converteram ao cristianismo. O pastor Matthias Linke, da igreja evangélica livre de Kreuzberg, em Berlim, foi quem batizou os quatro refugiados iranianos e afegãos, vestidos de branco para a ocasião.
Imagem redimensionada"Vocês creem do fundo de seus corações que Jesus Cristo é o seu Senhor e Salvador e querem segui-lo pelo resto de suas vidas? Se sim, digam sim", perguntou o pastor.

Todos eles responderam "Sim!", sob os aplausos dos fiéis. Em seguida, um por um, submergiram-se da cabeça aos pés em uma espécie de piscina.

"Sinto-me muito, muito feliz, me sinto... como posso explicar?", declarou Matin logo após o batismo, com a mão no coração.
Foi na Grécia que este iraniano de 20 anos conheceu o cristianismo. Assim que chegou à Alemanha, entrou em contato com esta igreja.

Sua irmã, Farida, seguiu seus passos e em outubro os dois começaram a se preparar para o batismo, em alemão e farsi.
Farida queria escolher sua religião "livremente" e "estava à procura de uma igreja".

"É uma razão muito importante para tornar-se cristão", diz Matthias Linke. "Na maioria dos casos (dos refugiados que se convertem), há um forte desejo de decidir por si mesmos, de forma livre e pessoal, a orientação da sua vida".

'Cada vez mais'
Muitos refugiados muçulmanos se convertem ao cristianismo na Alemanha, país que recebeu quase 900 mil demandantes de asilo em 2015. As igrejas não fornecem estatísticas, mas reconhecem que este é um fenômeno notório, senão maciço.

"Em nossa diocese, existem vários grupos de refugiados que estão se preparando para o batismo e há uma demanda crescente", diz Felix Goldinger, um padre católico de Spire, no Palatinado (sudoeste).

Muitos vêm do Irã e do Afeganistão e alguns da Síria e da Eritreia.

"Atualmente sou responsável por um grupo de 20 pessoas, mas não sei quantos vão ser batizados", diz ele.

Nesta diocese, a preparação dura quase um ano. "Durante este período, é importante que examinem a sua religião original, o Islã, e as razões que os levaram a querer mudar", explica Felix Goldinger.

"Ficamos felizes, obviamente, que as pessoas queiram ser batizadas, mas para nós é importante que tenham certeza e clareza de sua decisão", ressalta.

Este padre observa que "muitos falam sobre o que viveram em seu país, sobre os atos terroristas cometidos em nome da religião. Eles veem no cristianismo uma religião que fala de amor e respeito à vida".

Alguns iranianos estiveram em contato com igrejas não reconhecidas no Irã - onde a conversão é proibida - e que precisaram fugir, explica Matthias Linke.

Outros conheceram cristãos durante sua peregrinagem para a Europa. Como Saeed, engenheiro aeronáutico afegão de 31 anos que viveu quatro meses na Turquia na casa de um cristão e que se interessou por sua religião. A leitura da bíblia o "ajudou nos momentos difíceis", assegura.

Desejo de integração
As igrejas reconhecem que alguns desejos de conversão são motivados por um desejo de integração ou para reforçar um pedido de asilo, pois a apostasia ou blasfêmia são crimes puníveis com penas de prisão, morte ou tortura em países muçulmanos como o Irã, Mauritânia, Arábia Saudita ou Afeganistão.

Os grupos extremistas como o Estado Islâmico consideram a conversão um pecado punível com a morte.

"Há refugiados que pensam que a conversão ajudaria para que ficassem aqui, quando na verdade não é algo sistemático", diz Felix Goldinger.

"Mudaram de religião para ficar na Alemanha? É uma questão importante para as autoridades", afirma Matthias Linke, que é consultado com frequência pelo Serviço Federal de Migração e Refugiados (BAMF).

"Eu não tenho nenhuma garantia. Só posso perguntar se é uma decisão de coração. Depois do batismo, a maioria deles vivem como cristãos e vem à igreja", diz ele.

Fora do templo, os convertidos tentam passar despercebidos e falam sob condição de anonimato.

"Eles podem se ver em situações difíceis nos centros de refugiados, onde a maioria das pessoas são muçulmanas", explica Thomas Klammt, encarregado das questões de migração na União das Igrejas Evangélicas Livres da Alemanha (BEFG).
"Também é possível que temam por seus parentes que ficaram em seus países", ressalta.

Matin permanece em contato com a sua família, especialmente com sua mãe, que "aceitou" a sua conversão. "Ela me telefona todos os domingos para perguntar se eu fui à missa", ele ri.

Fonte: AFP e Swissinfo

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