segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

ESSA É A DILMA - “Kit gay” disfarçado entra nas escolas com aval do governo

Kit GayPedagogo e diretor paulista denuncia a distribuição de livros que estimulam o homossexualismo em instituições públicas e privadas. Frente Parlamentar Evangélica estuda ações e pedirá explicações a ministro

Uma espécie de “kit gay” é a mais nova ameaça à família brasileira. 
 O pedagogo e diretor de escola em São Paulo (SP), Felipe Nery, denunciou nesta terça em Brasília, durante reunião da Frente Parlamentar Evangélica no Congresso Nacional, a distribuição em escolas do país de livros didáticos e paradidáticos que fazem apologia da homossexualidade, bissexualidae e transsexualidade. 
Os livros são recomendados pelo MEC e trazem figuras e imagens de homossexuais que confrontam o conceito tradicional da família da forma criada por Deus.
Para quem não lembra, “kit gay” foi o apelido que ganhou o material “didático” que seria distribuído pelo governo nas escolas com forte conteúdo homossexual em que crianças e adolescentes seriam mostradas “assumindo” sua homossexualidade perante colegas e professores. 

Após pressão de diversos segmentos religiosos à época do lançamento, a presidente Dilma determinou a suspensão da distribuição do material.
Nery, que é membro do Instituto de Ensino Superior de São Paulo, mostrou três exemplos do novo “kit gay”. Os livros “Porta Aberta” da autora Mirna Lima editado pela FTD, voltado para alunos de seis anos; “Aprendendo a Viver, Sexualidade”, das autoras Patricia Mata e Lydia R, editados pela Ciranda Cultural para alunos de 10 e 11 anos e o livro “Menino brinca de boneca?”, de Marcos Ribeiro e editado pela Moderna voltado para qualquer idade.
No primeiro livro, há um jogo da memória com figuras de casais homossexuais com “filhos”. No segundo, são expostas imagens de casais homossexuais e são exibidas figuras que mostram como colocar um preservativo no pênis. Já o livro “Menino brinca de boneca?” é prefaciado pela senadora Marta Suplicy (PT-SP), militante da causa gay e do aborto.
“Nos livros podemos ver que são apresentadas figuras, dentre as quais há uma família dita normal mas onde também colocam dois homens e uma criança, duas mulheres e uma criança, criança sem o pai, os avós cuidando, filhos adotivos, etc. Isso não deveria nem constar nos livros para crianças de seis anos de idade que estão trabalhando a história desta forma.
 O “kit gay, de uma outra maneira, entrou nas escolas brasileiras”, alertou o pedagogo. Confira as fotos de algumas das páginas desses livros abaixo.
Segundo explicou Nery, se o colégio não tem um projeto de educação que se relaciona ao campo da sexualidade humana, o governo oferece o seu próprio material.

 “O colégio tem a opção de ter o seu próprio trabalho ou adotar o que o governo apresenta e o que ele apresenta são materiais como esse. Esses que apresentei aqui não são escritos pelo governo mas qualquer material que tem o símbolo do MEC vem com esta ideologia, não há diferença nenhuma nas editoras, há apenas um viés ideológico favorável ao homossexualismo, bissexualismo e transsexualismo”, afirmou.
Os livros, como atestou a reportagem do Fé em Jesus,  mostram só figuras, textos e ideias que não respondem aos anseios da natureza humana. Para Felipe Nery,  esses materiais estão em qualquer escola. “O problema é que nós, pais, muitas vezes não vemos isso aqui. 

O diretor de colégio não vê isso aqui, ele confia no professor. Para o diretor é muito difícil ver todos os livros porque são pilhas e pilhas no final do ano para analisar. 

O professor é que vai ver o material. Muitas vezes o colégio ganha os livros que vão para a biblioteca e quem vai ver será o aluno. São centenas de editoras que trazem o mesmo tipo de material que é a ideologia implementada pelos ativistas homossexuais”, disse.
Deputados da Frente Parlamentar Evangélica decidiram criar uma comissão para analisar o material apresentado pelo diretor e oferecer ações para removê-los das escolas e impedir a sua distribuição. Para o deputado Filipe Pereira (PSC/RJ), a Frente deve confrontar o ministro da Educação, Aloízio Mercadante, para que ele explique a distribuição desta material. “Como ação política, antes mesmo de qualquer outra de natureza jurídica, defendo ir ao ministro e cobrar dele as explicações devidas”, afirmou.
Os parlamentares também estudam entrar com uma representação contra o MEC e as editoras no Ministério Público Federal a fim de que o “kit gay” disfarçado seja retirado das escolas públicas e particulares.

Fonte: NULL 
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Eyshila recebe Disco de Ouro pelo CD Jesus o Brasil Te Adora

Open in new windowA cantora Eyshila foi surpreendida pela equipe da Central Gospel Music que lhe entregou o Disco de Ouro pela venda de mais de 40 mil cópias do CD “Jesus, o Brasil Te Adora”, lançado recentemente.

A entrega do certificado foi feita no dia 20 de dezembro na sede da igreja Assembleia de Deus Vitória em Cristo durante o culto de consagração deste que é o primeiro álbum de Eyshila pela nova gravadora.

A cantora estava animada com a presença de seus grandes amigos e acabou se emocionando com a entrega do Disco de Ouro. “Agradeço à Elba, ao Pr. Silas, à Central Gospel Music e aos meus amigos. Quero profetizar que a gravadora vai vender milhões de CDs, não só o meu”, disse.

O presente foi entregue pelo próprio pastor Silas Malafaia que é presidente da gravadora. “A Eyshila é um dos grandes nomes da música gospel. O Disco de Ouro é resultado do trabalho e da dedicação de toda a equipe da Central Gospel Music juntamente com ela. Estão todos de parabéns!”, disse o líder religioso.

Entre os amigos que estavam presentes nesse momento tão importante podemos destacar a cantora Jozyanne que comentou o sucesso de Eyshila dizendo que a vitória é de toda a equipe da gravadora. “A vitória da Eyshila é a nossa vitória! Que Deus continue abençoando esse ministério”.

Duas participações especiais do culto também comentaram este prêmio que foram os cantores Davi Sacer e Verônica Sacer. “Antes mesmo de conhecer a Eyshila, ela já fazia parte da nossa vida. Jesus, o Brasil Te adora é um CD lindo! O que tem por vir na vida da Eyshila é maior do que ela está esperando”, disse o cantor.

Fonte: Gospel Prime

Casas de cristãos são demolidas em Orissa, Índia

Autoridades da vila de Raikia demoliram casas que pertenciam a cristãos tribais da comunidade. A explicação oficial: as casas estavam perto de uma estrada que será expandida. Mas na verdade, um rico proprietário de terras supostamente corrompeu os funcionários do governo para que pudesse tomar posse do terreno.

As autoridades locais da vila de Raikia (distrito de Kandhamal, no Estado de Orissa) destruíram 12 casas pertencentes a famílias cristãs. De acordo com a explicação oficial, o governo precisava do terreno em que as casas estavam para alargar a estrada. Na realidade, um rico proprietário de terras supostamente pressionou a administração do distrito, no intuito de tomar posse da área. O incidente ocorreu em 12 de dezembro, mas a notícia se espalhou apenas nos últimos dias.

Pela manhã, autoridades locais e policiais chegaram à estrada principal de Raikia, a 300 metros do local onde as casas estavam. Pouco depois, um trator iniciou a demolição. Um dos inquilinos, Niranjan Samal, um inspetor escolar, tentou protestar. Os agentes o prenderam, e em seguida, sua casa foi demolida. No total, três casas foram demolidas, enquanto outras nove foram parcialmente destruídas.

Sandip Nayak, um dos cristãos afetados, disse: "Minha mãe foi avisada para que desocupasse a casa em 6 de dezembro, porque a mesma estava em terras de propriedade do governo, embora ela e os outros anciãos paguem o aluguel regularmente, há anos". De acordo com o jovem, a necessidade de alargar a estrada é apenas uma desculpa para esconder o interesse de Piklu Sabat, um rico empresário de Raikia, nas terras. Na verdade, ele possui terras atrás das casas, e no passado já havia tentado comprá-las, oferecendo dinheiro para as famílias. Elas se recusaram, então, após o incidente o homem supostamente resolveu corromper as autoridades locais.

"Ao privar os cristãos de terem seu próprio teto", acusa Sajan George, presidente do Conselho Mundial de Cristãos Indianos (GCIC), "o governo de Raikia criou uma nova Belém. Assim como Jesus nasceu numa manjedoura, essas mulheres e crianças vão passar o Natal no frio, em extrema pobreza, e abandonadas por seu próprio governo".

Polícia se prepara para aumentar a segurança das igrejas durante o Natal na Indonésia

A Polícia da Indonésia se comprometeu em reforçar a segurança das igrejas registradas (mais de 38 mil) em todo o país durante as festividades de Natal e Ano Novo. As Igrejas ficam muito vulneráveis aos ataques durante as festas cristãs

A iniciativa é parte de esforços mais amplos com o intuito de proteger a comunidade contra possíveis ataques terroristas entre 23 de dezembro e 1° de janeiro. A polícia já identificou sete áreas, que são os principais alvos de ataques, com base em incidentes passados e tendências atuais: Java Oriental, Java Central, Jacarta, Sumatra do Norte, Sulawesi Central, Bali e Malaku.

Assim como oferecer maior proteção às igrejas, medidas de segurança também serão tomadas na rede de transporte, em locais de turismo e nos shoppings.

As igrejas, em certos países de maioria muçulmana, são extremamente vulneráveis a ataques durante as festas cristãs. Na Indonésia, os cristãos estão sob ameaça de grupos islâmicos que querem eliminar o cristianismo do país.

Igrejas de todo o país foram alvo de ataques coordenados na noite de Natal, do ano 2000, 19 pessoas foram mortas e cerca de 100 ficaram feridas. As bombas explodiram pouco antes dos cultos matutinos começarem. A maioria dos explosivos foi deixada em carros do lado de fora dos templos.

As bombas explodiram em igrejas em Jacarta, Bekasi, Medan, Sukabumi, Mojokerto, Bandung, e na ilha de Batam e Lomok. Onze bombas não detonadas foram encontradas em Sumatra.

Embora nenhum outro atentado dessa magnitude tenha sido feito contra a Igreja indonésia desde então, os cristãos continuam a enfrentar o assédio e a violência de muçulmanos radicais, que são particularmente hostis à presença das igrejas, tornando-as alvos de ataques.

O grupo radical islâmico Jemaah Islamiyah realizou os atentados de 2000 na véspera de Natal. Abu Bakar Bashir, suposto líder espiritual do grupo, foi condenado no ano passado (2011) a 15 anos de prisão por seu envolvimento nos atentados contra as igrejas, bem como outros delitos.

Fonte: Missão Portas Abertas

Primeiro-ministro do Iraque pede a cristãos que não fujam do país

Um clérigo islâmico radical emitiu uma fatwa* ameaçando cristãos iraquianos de morte, a menos que se convertam ao islamismo. O primeiro-ministro pede aos cristãos que permaneçam no país

O ultimato foi emitido pelo aiatolá Ahmad Al Hassani Al Baghdadi, em 13 de dezembro, pela televisão egípcia. Ele chamou os cristãos de "politeístas" e "amigos dos sionistas", e disse que "as suas mulheres e filhas podem ser, legitimamente, consideradas esposas de muçulmanos".

Os cristãos de Bagdá disseram que a fatwa poderia provocar alvoroço na capital, onde hoje existem poucos cristãos.

O pronunciamento do líder islâmico lançou dúvidas sobre a possível reabertura de uma igreja de Bagdá, que foi palco de um massacre sangrento em 31 de outubro de 2010; cerca de 58 pessoas foram mortas e mais de 100 ficaram feridas em um ataque coordenado pela Al-Qaeda.

Na cerimônia de inauguração da igreja, sexta-feira (14 de dezembro), o premiê iraquiano Nuri al-Maliki disse: “Exorto os países da UE (União Européia) que não encorajem os cristãos iraquianos a sair do país, vivemos lado a lado e gozamos de harmonia e boas relações”. Ele pediu aos cristãos que permanecessem no Iraque “para que o Oriente não fique sem cristãos”.

O ataque à igreja em Bagdá foi o pior registrado contra cristãos iraquianos, que sofreram uma série de ameaças, sequestros e assassinatos após a invasão liderada pelos EUA, em 2003. Consequentemente, centenas de milhares de cristãos fugiram do Iraque: o número de cristãos caiu de 1,5 milhões, em 1990, para menos de 400 mil hoje.

Muitos dos que fugiram das áreas mais perigosas, como Bagdá e Mosul foram para a região autónoma do Curdistão iraquiano.

Em uma conferência em Washington, no início deste mês, chamada “A Situação das Comunidades cristãs no Curdistão iraquiano: Desafios e Oportunidades”, um grupo de peritos concluiu que os cristãos são bem tratados lá se comparado com outras regiões do país.

Dr. Herman Teule, diretor do Instituto de Estudos Cristãos Orientais da Universidade Radbound na Holanda, disse que os cristãos da região curda foram envolvidos na política e beneficiados por programas governamentais destinados a ajudar na construção de casas para os refugiados cristãos e na reforma de igrejas danificadas.

Robert A. Destro, diretor do Programa Interdisciplinar em Direito e Religião na Universidade Católica da América, disse: “É uma questão relativa de aceitação e liberdade. Não é nada como o que temos aqui. Há uma contínua luta pela sobrevivência.

É muito mais fácil, por exemplo, ser cristão no Curdistão iraquiano, porque os cristãos não são vistos ali como uma força invasora do Ocidente.”

*Fatwa: É um parecer ou decisão jurídica, emitida por um estudioso islâmico, sobre assuntos específicos que, normalmente, não são claros ou de difícil compreensão na jurisprudência islâmica (Fiqh).

Fonte: Missão Portas Abertas

Taxista evangélico levado a delegacia por impedir homossexuais de se beijar no carro

Um taxista evangélico foi para a delegacia denunciado por um casal de homossexuais de se negar a levar os passageiros ao seu local de destino.

O taxista, Ezer Gomes de Barros, teria pedido aos dois que não se beijassem dentro do veículo e foi ignorado. Os passageiros saiam do aeroporto Internacional Antônio Carlos Jobim (Galeão), no Rio de Janeiro, nesta quinta-feira (20).

Ao ter seu pedido ignorado, o taxista, então parou nas imediações do aeroporto, na Ilha do Governador, onde se negou a seguir viagem. Os rapazes chamaram a polícia, que levou todos para a delegacia.

O motorista do taxi alegou ter ficado constrangido com a cena, dizendo não ter expulsado os dois, mas que apenas pediu para não namorarem no veículo. Ele ainda afirmou que pediria o mesmo a um casal heterossexual.

O motorista que será acusado de injúria, pode cumprir pena de um a seis meses de detenção ou multa. A ocorrência foi levada para o Juizado Especial Criminal (Jecrim).

Fonte: The Christian Post

Saiba como é o Natal dos mais de 4 milhões de brasileiros que não comemoram a data

Liat e o pai, o rabino More Ventura, com o candelabro da celebração do Hanukkah
Liat e o pai, o rabino More Ventura, com o candelabro da celebração do Hanukkah
No mês de dezembro, as luzes, árvores de Natal e papais noéis parecem estar em toda a parte, mas para milhões de brasileiros o dia 25 não significa nada de especial. Mais precisamente, 4,2 milhões de brasileiros declaram pertencer a religiões que não comemoram a data, segundo dados do último censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Liat Ventura, de 13 anos, é uma delas. Judia e filha de rabino, a menina nunca ganhou um presente de Natal, mas diz não se importar com isso. "Quando era bem menor, até queria ganhar alguma coisa também, pedia para meus pais. Mas eles me explicavam e eu acabava entendendo que aquela era uma festa para algumas pesssoas, mas não para nós", conta.

Ainda que não comemore, já participou de uma ceia de Natal na casa de amigos da família, uma experiência que classifica como "maravilhosa". "Tenho amigos cristãos, amigos judeus, e não existe nenhum constrangimento por causa do Natal. Mas é claro que meus amigos não ficam falando ‘ganhei isso’, ‘ganhei aquilo’", afirma.

O pai de Liat, o rabino More Ventura, diz que mesmo os judeus não conseguem ficar completamente alheios ao Natal no Brasil. "Minha família está no país há cem anos, estamos rodeados de amigos que estão em festa, então também ficamos felizes", afirma. Por isso, participa de bom grado de confraternizações, amigos secretos, ajuda em caixinhas para funcionários e gosta de ver corais e enfeites de Natal pelas ruas. "Por mais que a gente não comemore, a gente se sensibiliza."
Além disso, para os judeus, o mês de dezembro também é um mês de festivo. Nesta época eles celebram o Hanukkah, ou festa das luzes. A comemoração dura oito noites e lembra uma vitória dos judeus contra uma província grega que tentava impor o politeísmo, há 2.200 anos. Também teria havido um milagre: o óleo para acender as velas do templo, que seria suficiente para apenas um dia, durou oito. "A gente junta a família, canta, come, acende o candelabro e conta a história da data", conta o rabino sobre como a festa é celebrada. "Muito interessante que em alguns prédios em Higienópolis (bairro com alta concentração de judeus em São Paulo), enfeita-se a entrada com uma árvore de Natal e um candelabro, lado a lado."
Arquivo Pessoal As irmãs Taynara e Tasnim Mustafa, de 10 e 4 anos, são muçulmanas como os pais e, por isso, também não comemoram o Natal. Como Liath, nunca acreditaram em Papai Noel, mas ainda assim, é comum ganharem algum presente dos parentes da mãe, que são cristãos. Mesmo quando não recebe nada, Taynara garante que não se incomoda: "Sei que são coisas que não preciso. Se eles me derem, pego por respeito".

  • Hanan Mustafa e as filhas são muçulmanas, mas gostam de ver a cidade enfeitada
"Quando alguém dá presentes às milhas filhas, eu as faço aceitar e agradecer, mas depois explico que aquele presente é como qualquer outro. Para nós, Jesus é um profeta e não salvador ou semelhante a Deus", relata a mãe delas, Hanan. "Nós não damos presentes e falamos que não comemoramos, mas respeitamos as diferenças", completa.
Hanan e as filhas Taynara e Tasnim são muçulmanas, mas gostam de ver a cidade enfeitada
As filhas parecem ter aprendido a lição. Questionada se já contou para algum colega que Papai Noel não existe, Taynara garante que nunca fez isso. "Cada um pensa o que gosta. Eu acredito que não existe, mas tem criança que acredita", diz.
Mesmo que elas não estejam celebrando, as meninas gostam de ver a cidade enfeitada por causa da festa cristã. "Não temos problemas em levá-las para ver árvore de Natal ou Papai Noel no shopping, pois não podemos esconder. E, vamos combinar, são lindas de se ver as decorações", diz Hanan.
Cristãos sem Natal
Ironicamente, entre as religiões que não comemoram o Natal, as duas que têm maior número de adeptos no Brasil são cristãs: Congregação Cristã no Brasil e Testemunhas de Jeová. Os integrantes dessas religiões afirmam que Jesus não nasceu nesse período do ano, que a Biblía não orienta a comemorar seu nascimento e que a festa de Natal é puramente comercial.
Mãe de duas meninas pequenas, de 7 e 2 anos, e membro da Congregação Cristã no Brasil desde que nasceu, Tatiane Gonçalves afirma que as crianças não sentem falta do Natal se tudo for bem explicado. "Minha mãe dizia isso para mim quando eu era pequena, e é o que digo a elas: amar, estar com a família, trocar presentes com quem a gente gosta são coisas que devem ser feitas o ano inteiro, não em um dia só. O Natal é comércio", diz.
Como a muçulmana Hanan, embora não dê presentes, Tatiane tampouco proíbe que outras pessoas presenteiem suas filhas. "A Giovana (a filha mais velha) faz aniversário em dezembro e tem uma tia que sempre dá dois presentes, dizendo: um pelo aniversário, outro pelo Natal. Ela abre e brinca com os dois sem questionar", conta.
Para a mãe, a questão do Natal só fica um pouco mais complicada de explicar para as filhas quando se trata dos enfeites. "Claro que uma árvore enfeitada é bonita, mas para a gente é como uma idolatria. Esse é um ponto é difícil de as crianças pequenas entenderem. Então, quando vamos a um shopping, deixo elas verem, se divertirem, mas logo chamo atenção para outra coisa e elas esquecem", conta.

FONTE . UOL.COM.BR

EU NÃO CONSIGO DESEJAR UM FELIZ 2013 UM POR UM , MAS FAÇO AGORA A TODOS . BOAS FESTAS E UM ANO DE 2013 REPLETO DE CONQUISTAS. GRAÇA E PAZ

SIMBOLOS RELIGIOSOS E SEUS SIGNIFICADOS.

Boa parte das religiões possuem símbolos que se tornam tradicionais entre seus fiéis. 

Conheça um pouco sobre as origens de alguns símbolos das Religiões pelo mundo:

CRUZ (Cristianismo) 

O principal símbolo da religião cristã . Os romanos a utilizavam para executar criminosos. Por conta disso, ela nos remete ao sacrifício que Jesus Cristo ofereceu pelos pecados das pessoas. Símbolos semelhantes já apareciam em culturas pagãs, antes de Cristo. Ela só foi adotada pelos cristãos quando o imperador romano Constantino aboliu as condenações na cruz, no início do século 4.

ESTRELA DE DAVI (Judaísmo)

Duas pirâmides - uma apontando para cima e outra invertida - representam a união ou equilíbrio entre o céu e a terra. Diz-se que Davi, importante rei de Israel, mandava gravar o símbolo nos escudos de seu exército como amuleto de proteção. Quando este símbolo foi gerado, não sabemos ao certo, no entanto sabemos que este símbolo é geometricamente construído em forma de estrela com as duas letras Dálet que compunham o nome David (entrelaçando-as, e girando uma das letras em 180o. para que seu vértice se colocasse para baixo). Com o tempo, este símbolo tornou-se símbolo da nação de Israel e do povo judeu, estando presente na própria bandeira de Israel.

HEXAGRAMA (Ocultismo)

É formado unindo-se o Triângulo da Água com o Triângulo do Fogo, formando a estrela de seis pontas, também conhecida como Selo de Salomão. Esse símbolo é uma imitação da Estrela de Davi, o símbolo nacional de Israel. A diferença é que esse selo ocultista é formado por dois triângulos entrelaçados, enquanto que, na Estrela de Davi, um triângulo sobrepõe o outro.
É o mais maligno e um dos mais poderosos de todos os símbolos na feitiçaria. É usado para conjurar demônios a esta dimensão, para comunicação com os mortos, para descrever o ato sexual e para representar deuses falsos e pagãos, como Brahma, Vishnu e Shiva.

PENTAGRAMA (Wicca)

O Pentagrama é um dos símbolos mais importantes símbolos da religião neo-pagã Wicca. Esse símbolo está bastante presente em rituais e cerimônias da religião. É o símbolo do feminino, pois os antigos astrônomos ptolomáicos acreditavam que o planeta Vênus (deusa da beleza na mitologia romana) fazia uma órbita em forma de estrela no céu numa visão geocêntrica. Logo, o pentagrama foi adotado como símbolo d'A Deusa, uma das principais divindades do Wicca. 

BAPHOMET (Templários/Maçonaria)

Baphomet ou Bafomé é uma síntese de vários conceitos mágico-místicos, mais conhecida por sua relação com os Templários e a Maçonaria.  Baphomet é uma das imagens de mais forte presença no universo ocultista de nossa época. Teorizou-se símbolo que o Baphomet é fálico, haja vista que em uma de suas míticas representações há a presença literal do falo devidamente inserido em um vaso (símbolo claro da vulva). Algumas pessoas simplesmente o interpretam como um demõnio, ou o próprio Lúcifer. O Baphomet de Eliphas Levi possui mamas de mulher e o pênis é metaforicamente representado por um Caduceu. Este tipo de simbologia sexual aparece com freqüência na alquimia (o coito do rei e da rainha), com a qual o ocultismo tem relação. A figura do Baphomet também é relacionada as virgens que apresentavam anomalias em seus bustos. As virgens de 3 mamilos e as virgens de apenas 1 seio era tatuadas com a cabeça do Baphomet para que nenhum homem pudesse tocá-las. Diziam que as mulheres com tais anomalias genéticas eram amaldiçoadas.

FARAVAHAR (Zorastrismo)


O Faravahar ou Ferohar é um dos símbolos mais importantes do Zoroastrismo, religião monoteísta fundada na Pérsia pelo profeta Zaratustra (ou Zoroastres). Ele é formado por uma espécie de asa com um círculo no centro. Surgindo do círculo, está uma figura humana. O Ferohar representa a alma dos seres humanos antes de nascerem e depois de morrerem, ou seja, a alma humana das pessoas enquanto estas não estão vivas. Outro símbolo importantíssimo do Zoroastrismo é o elemento do fogo

TORII (Xintoísmo)

O Torii é o símbolo do Xintoísmo. É uma espécie de portal composto por duas barras verticais com uma barra horizontal no topo (chamada de kasagi), geralmente mais larga que a distância entre as duas barras. Sob o kasagi está o nuki, outra trave horizontal que liga os postes. Sua presença anuncia que há um santuário xintoísta nas proximidades. Atualmente, o Torii é considerado um dos mais importantes símbolos da tradição japonesa e simboliza a separação entre o mundo dos homens e o dos kami. 

ENKAN (Seicho-no-ie)




O Enkan é o símbolo da religião/filosofia monoteísta Seicho-no-ie. Este simbolo representa as integração das religiões mais expressivas da humanidade. Ele é mostrado como uma estrela de oito pontas, que representa o budismo. Ao fundo vemos um circulo branco, representando o cristianismo. O símbolo é complementado por uma estrela que representa o xintoísmo, esta estrela está ligada às outras imagens representativas do símbolo, demonstrando a integração e coexsitência entre todas as religiões. 

LUZ DE VIDA E POMBA DE OXALÁ (Umbanda)





Simbolo criado pela AUC para ser usado na bandeira nacional da Umbanda É formado por um sol que representa a Luz de vida e uma pomba simbolo de Oxalá, principal Orixa na tradição Umbandista . A Umbanda é uma religião genuinamente Brasileira que foi fundada por Zélio Fernandino de Morais (10 de abril de 1891 - 3 de outubro de 1975) através do seu guia espiritual, o Caboclo das Sete Encruzilhadas no ano de 1908 no bairro de Neves distrito de São Gonçalo no Rio de Janeiro.

LUA CRESCENTE COM ESTRELA (Islamismo)

Este símbolo admite várias interpretações: para uns, é o casamento da lua com a Estrela D’Alva, fenômeno que ocorre em outubro com a “aproximação” aparente dos dois astros. A lua crescente com uma estrela também é o símbolo do Islã. Tal símbolo pode ser observado em branco na bandeira vermelha da Turquia, nesse país cerca de 99% da população pertence ao islamismo. Estudiosos supõem que, mesmo antes do islamismo, árabes nômades cultuavam a Lua por viajarem à noite. Quando o símbolo foi adotado na bandeira do islâmico império turco-otomano, passou a ser identificado com os muçulmanos. Mesmo assim, muitos fiéis negam a utilização de qualquer símbolo para representar a fé islâmica

OM (Hinduísmo)

É o mantra mais importante do hinduísmo e outras religiões. Diz-se que ele contém o conhecimento dos Vedas e é considerado o corpo sonoro do Absoluto É a forma escrita, em sânscrito, do principal mantra hindu. Os mantras são palavras, poemas ou textos entoados durante a meditação para auxiliar na concentração e invocar divindades. Vários textos dos Vedas - as escrituras sagradas hinduístas - começam com Om - pronuncia-se Aum - e significa "aquilo que protege"

SUÁSTICA (Jainismo)

Apesar de sua imagem estar diretamente vinculada ao Regime Nazista de Adolf Hitler, a suástica esteve presente em muitas culturas milenares e é representada por meio de diversas formas gráficas. Este símbolo - que também aparece no hinduísmo e no budismo - seria um desenho com quatro letras gregas gama (G), representando os quatro ventos, os quatro pontos cardeais, as quatro estações e outros conceitos da natureza relacionados ao número quatro. 
A palavra “suástica” vem do sânscrito e significa “aquilo que traz boa sorte”. A sua raiz, “Svas”, quer dizer bondade..Mais tarde, o nazismo inclinou o símbolo e popularizou a suástica com um significado negativo

DHARMACAKRA (Budismo)

Conhecido como Roda do Dharma, o Dharmacakra é o símbolo do Budismo. Embora muitos não considerem o budismo como religião, a filosofia também carrega sua marca. O círculo de onde partem oito raios é conhecido como Roda do Dharma. Por sua vez, dharma são os ensinamentos de Buda para que se alcance a iluminação, entre eles o Nobre Caminho Óctuplo, com oito vias que levam ao fim do sofrimento

YIN-YANG (Taoísmo)

De acordo com a filosofia tradicional Chinesa, Yin e Yang são os dois principios cósmicos primários do universo. Yin (Mandarin para lua) é o principio passivo, feminino. Yang (Mandarin para sol) é o principio ativo, masculino. De acordo com a lenda, o imperador Chinês Fu Hsi afirmou que o melhor estado para tudo no universo é o estado de harmonia representado pelo equilibrio entre yin e yang. Estudando as sombras projetadas pelo movimento do Sol, os chineses montaram um tipo de infográfico indicando a duração de dias e de noites ao longo do ano. Esse equilíbrio, fundamental para a agricultura, passou a representar a importância dos opostos e a presença de um dentro do outro - bolinha preta na parte branca, e vice-versa

KHANDA (Sikhismo)

A bandeira sagrada do Sikhismo, conhecida como Nishan Sahib, erguida em todos os templos sikhs (gurdwaras), inclui o Khanda. Ele é resultado da junção de quatro armas: A espada de dois gumes no centro do círculo simboliza o Deus único, cuja infinitude e perfeição é representada pelo círculo. A espada da esquerda se refere ao poder espiritual cruzando o poder político, simbolizado pela espada à direita. O significado político, raro na simbologia religiosa, é resultado das perseguições sofridas pelos sikhs ao longo da história

ESTRELA DE NOVE PONTAS (Fé Bahá'í)

A estrela de 9 pontas não possui apenas um significado simbólico. Essa religião persa, fundada em 1844, prega que as lideranças religiosas ao longo dos séculos, como Maomé e Jesus, são enviados de um mesmo Deus. A doutrina elenca nove religiões - representadas pelas pontas - que preenchem essa definição: sabeísmo, hinduísmo, budismo, judaísmo,cristianismo,islamismo, zoroastrismo, fé babí e fé bahá'í

FLOR DE LÓTUS (Ayyavazhi)

A Flor-de-Lótus é o principal símbolo da religião indiana Ayyavazhi, fundada no século XIX. A Flor-de-Lótus está presente no Sahasrara (também chamado de chacra da coroa), o 7º e mais importante dos chacras que situa-se no alto da cabeça da pessoa e se relaciona com o padrão de energia global dessa pessoa. Esse chacra é originado na tradição hindu mas, como vários outros elemento do hinduísmo, foi adotado por outras religiões. Situado no alto da flor está o Namam (ou Thirunamam), também presente no Sahasrara. 
 
 
 

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Leia Mais em: http://www.gospelatualidades.com/2012/03/saiba-mais-sobre-os-simbolos-religiosos.html#ixzz2G052IbbT

Os simbolos natalinos e seus significados

Dá para se perceber que uma grande fusão de costumes e tradições contribuíram para o natal que hoje conhecemos. Confira abaixo as origens e  os significados de alguns símbolos e costumes natalinos: 


DIA 25



O dia 25 de dezembro foi escolhido porque coincidia com os festivais pagãos que celebravam a Saturnália e o  Solstício de inverno, em adoração ao deus-sol e o  Sol invictus. Este festival de inverno era chamado a natividade do sol. A festa solar do Natalis invicti (natividade do sol inconquistado) era celebrada em 25 de dezembro. 

ÁRVORE DE NATAL E OS PRESENTES



A origem da árvore de Natal vem da antiga Babilônia. Vem de Ninrode, neto de Cão, filho de Noé. Ninrode se afastou de Deus e enveredou-se pelo caminho da apostasia. Segundo se sabe, Ninrode era tão perverso que se teria se casado com a própria mãe, cujo nome era Semíramis. Após a sua morte, sua mãe-esposa propagou a doutrina maligna da sobrevivência de Ninrode como um ente espiritual. Ela alegava que um grande pinheiro havia crescido da noite para o dia, de um pedaço de árvore morta, que simbolizava o desabrochar da morte de Ninrode para uma nova vida. E, todo ano, no dia de seu aniversário de nascimento ela alegava que Ninrode visitava a árvore “sempre viva” e deixava presentes nela. Entre os druidas, o carvalho era sagrado, entre os egípicios as palmeiras, em Roma era o Abeto, que era decorado com cerejas negras durante a Saturnália. O deus escandinavo Odin era crido como um que dava presentes especiais na época de Natal a quem se aproximava do seu Abeto Sagrado. Esta é a verdadeira origem da “Árvore de Natal” e da prática de se dar “presentes”!

PAPAI NOEL



O velho “Noel” não é tão bondoso e santo quanto muitos pensam! O nome “Papai Noel” é uma corruptela do nome “São Nicolau”, um bispo romano que viveu no século V. Na Enciclopédia Britânica, vol.19 páginas 648-649, 11ª edição inglesa, consta o seguinte: “São Nicolau, bispo de Mira, um santo venerado pelos gregos e latinos no dia 6 de dezembro.

DAR PRESENTES ÀS ESCONDIDAS



A lenda das dádivas do “Papai Noel” oferecidas as escondidas, de dotes, às três filhas de um cidadão empobrecido.” Daí teria surgido a prática de se dar presentes “as escondidas” no dia de São Nicolau (6 de dezembro). Mais tarde essa data fundiu-se com o “Dia de Natal” (25 de dezembro), passando a se adotar também no natal essa prática de se dar presentes “às escondidas”, como o fazia o Saint Klaus (o velho Noel!). Daí surgiu a tradição de se colocar os presentes às escondidas junto às árvores de natal!

COROA DE AZEVINHO OU GUIRLANDA



Às vezes conhecida por “coroa de Natal” ou “Guirlanda” são memoriais de consagração. Em grego é “stephano”, em latim “corona” - podem ser entendidas como: enfeites, oferendas, ofertas para funerais, celebração memorial aos deuses, celebração memorial à vitalidade do mundo vegetal, celebração das vítimas que eram sacrificadas aos deuses pagãos, celebração nos esportes. Significam um “Adorno de Chamamento” e, conseqüentemente, são porta de entrada de deuses. Razão pela qual, em geral, se colocam as guirlandas nas portas, como sinal de boas vindas! A maior parte dos deuses pagãos do Egito aparecem sempre com a “guirlanda” na cabeça! A Bíblia não faz qualquer menção de uso de “guirlanda” no nascimento de Jesus. Só existe uma guirlanda na Bíblia, e esta foi feita por Roma para colocar na cabeça de Jesus no dia da sua morte. Esta guirlanda de espinhos é símbolo de escárnio!

VELAS OU LUZES



O uso de velas é um ritual pagão dedicado aos deuses ancestrais. A vela acendida está fazendo renascer o ritual dos solstícios, mantendo vivo o deus sol. Não tem nenhuma relação com o candelabro judaico (ou Menorah). Mais recentemente, em lugar das velas passou-se a adotar velas elétricas, velas à pilha, e, finalmente, as luzes - o sentido é o mesmo!

PERU DE NATAL




Conta-se que o peru passou a integrar a ceia de Natal por iniciativa dos espanhóis durante o século XVI, que o adotaram em substituição a aves mais caras como o faisão ou o cisne. O hábito teria se difundido por toda a Europa e, mais tarde, alcançado também as Américas.

BONECO DE NEVE


Nos países frios, as crianças se acostumaram a sair nos dias que antecedem o Natal para criar seus próprios bonecos de neve. O processo é muito simples, sendo apenas necessário armar duas grandes bolas de neve e colocá-las uma sobre a outra. Também é preciso uma cenoura para servir de nariz, um cachecol velho, um chapéu, algumas laranjas para os olhos e quatro galhos para servir de pés e mãos.

PANETONE




Não existe uma explicação oficial. Uma das versões diz que o panetone foi criado em 900 na Itália pelo padeiro Tone, batizado então de pane-di-Tone. O que se sabe ao certo é que o panetone foi trazido ao Brasil pelos imigrantes italianos após a Segunda Guerra Mundial.

CEIA DE NATAL




Durante a Saturnália, festa pré-cristã da Roma Antiga, as pessoas se esbaldavam em banquetes. Como a festa terminava em 25 de dezembro, a mesa farta foi incorporada ao Natal. A presença de frutas secas e cristalizadas deve-se ao inverno rigoroso na região.

FLOR DO NATAL

Poinsétia também designada pelos nomes de bico-de-papagaio, rabo-de-arara e papagaio (no Brasil), cardeal, flor-do-natal, ou estrela-do-natal, é uma planta originária do México, onde é espontânea. O seu nome científico é Euphorbia pulcherrima, que significa "a mais bela (pulcherrima) das eufórbias". É uma planta muito utilizada para fins decorativos, especialmente na época do Natal, devido às suas folhas semelhantes a estrela de natal. Como é uma planta de dia curto, floresce exatamente no solstício de Inverno que coincide com o Natal (no hemisfério norte – o que explicaria porque essa planta não é tão identificada com o Natal no Brasil). Foi introduzida nos Estados Unidos da América por Joel Poinsett, embaixador do México, nos primórdios de 1800.

CORES DO NATAL



Esta tradição remonta aos festivais do solstício. O verde representa a natureza e o desejo de longevidade. O vermelho é atribuído ao azevinho, um arbusto que cresce ao longo do inverno, cobrindo-se de bagas vermelhas. Diz-se que o nascer das bagas simboliza Cristo. O vermelho é também uma das chamadas cores quentes, provocando sensação de aquecimento e alusão aos mais nobres sentimentos do coração.


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Eis que tudo não se fez novo e as coisas velhas não passaram



É muito comum ver esse tipo de testemunhos nesse mundo evangélicos de meu Deus. No caso da foto acima, não haverá somente um culto de libertação simples, mas sim o "dia da libertação total"; e com a participação especial de um ex-defunto.. rsrsrs
O que será um ex-defunto? Uma múmia? Um zumbi?

É óbvio de que se trata de uma estratégia de muito mau gosto de marketing, sim, parece a propaganda de um circo.. talvez até seja.. pelo que aparenta né... 

Será que Lázaro, a quem Jesus fez reviver, ficava se intitulando ex-defunto? 


Será que o leproso a quem Jesus curou passou a se chamar : ex-leproso? 


Acredito que não, para uma pessoa transformada por Jesus, ser ex-algumacoisa é muito pouco, o plano de Deus é muito, muito maior.

"Pelo que, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo."  (2 Co 5.17)

Quem é transformado por Cristo, se enquadra no projeto sagrado de "eis que tudo se fez novo". Imagine se o Apóstolo Paulo fosse como o camarada ex-defunto da foto? 


Não seria Paulo, mas seria "ex-Saulo". 

Por isso que jamais assisto tais testemunho, e te digo sem meias palavras: Fuja, corra, passe longe desse tipo de espetáculo de mau gosto. O evangelho não precisa disso.
 
 
 
 
 
 
 
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Thalles lança o boneco Thalleco, era só o que faltava....



Através de seu Twitter o cantor Thalles Roberto  anuncia o lançamento dos bonecos “Thalleco”, feitos de pano os bonecos são negros e vem com o cabelo black power, mesmo estilo usado pelo músico.


O ganhador do prêmio de “Melhor Cantor” pelo Troféu Promessas está se preparando para conquistar ainda mais o público infantil, já que em 2013 ele estará lançando um disco para este público.

O trabalho é inédito no segmento gospel que até o momento só tem mulheres atuando como Aline Barros, Ana Paula Valadão e Cristina Mel. Além de ganhar um representante do sexo masculino, as crianças também estão recebendo estes bonecos pra lá de estilosos.

A venda do Thalleco está disponível na loja virtual do cantor onde também é possível encontrar camisetas e outros objetos com temas cristãos.

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Chanukah – A Festa das Luzes



“E em Jerusalém havia a festa da dedicação, e era inverno. E Jesus andava passeando no templo, no alpendre de Salomão.” (JO 10:22e23)

Comemoração da purificação do Templo e do altar que ocorreu no tempo dos MACABEUS (165 ou 164 a.C.). Durava oito dias a partir do dia 25 de QUISLEU ou Kislev. Era também chamada de Festa da Dedicação (Jo 10.22). Em hebraico o nome da festa é Hanukká (Dedicação). O nome Ch
anukah é composto de duas palavras: Chanu = descansaram e ka = com valor numérico 25. Os judeus descansaram no dia 25 de Kislev após a vitória contra os seus opressores gregos. Esta festa também é conhecida como Festa das Luzes. O preceito central e principal de Chanukah é acender as luzes da chanukah, logo após o anoitecer, num lugar destacado e visível, durante 8 noites, afim de divulgar o milagre. Na conquista do Templo, após a limpeza e purificação, foi achado apenas um frasco de azeite kasher para acender as luzes do Templo, o que duraria apenas uma noite. O MILAGRE é que este frasco de azeite durou 8 noites, enquanto se preparava o novo azeite para continuar acendendo as luzes do Templo. Viram nisso um sinal do céu para uma nova era de vida feliz. Em sinal de alegria e gratidão, a cidade foi iluminada com muitas luzes e os macabeus celebraram com grande alegria o livramento e o milagre que receberam de Deus, com preces e agradecimentos pela grande vitória. As luzes são acesas acrescentando-se uma luz a cada noite no conjunto, começando com uma na primeira noite, duas na segunda e assim por diante, até que na oitava noite as oito luzes estarão acesas.

SIGNIFICADO DO NOME

O nome “Chanukah”, hoje traduzido como “Dedicação”, originalmente, é resultado de um acróstico de palavras que a formam: CHANU – Que significa “Descansaram” e KAH – Que corresponde às letras “Kaf” e “Hei’, que formam o algarismo do número “25”. Isto porque, após longo período de luta, contra o exercito de Antíoco Epifânio, os israelitas descansaram no dia 25 de Kislev, data em que reconquistaram o Templo e deram início a sua restauração. Esta festa começa no dia 25 de Kislev, dura 8 dias e comemora os eventos ocorridos na terra santa, na época do 2º Templo, durante a era do domínio grego. A Festa de Chanukah também é conhecida como “Festa das Luzes” ou “Sucot de Kislev”. Este último se deve ao fato de, naquele ano os judeus não terem podido celebrar a Festa das Cabanas, por estarem em plena guerra. Sendo assim, ao termino da revolução, com mais de dois meses de atraso, eles celebraram Chanukah com Lulav (Espécie de ramo usado em Sucot) nas mãos, num gesto memorial, já que, igualmente a Sucot, Chanukah também é comemorada ao longo de oito dias.

SIGNIFICADO DA CHANUKAH

Principal costume da Festa de Chanukah é o de se acender a CHANUKIAH, uma espécie de candelabro de nove candeias, o qual acendemos uma de cada vez, ao longo dos oito dias de festa, seja em casa ou na sinagoga. Com a vela piloto, que chamamos de Shamash (servo), tambem chamada de nona vela, e que só usamos para acender as demais oito velas que cumprem a prescrição, iluminamos a chanukah, acendendo uma vela a mais por dia, até que, ao oitavo dia, todas as velas estejam acesas. O papel da chanukah é nos trazer a lembrança o milagre de chanukah, quando, o óleo usado para acender a monorah, que deveria durar apenas um dia, milagrosamente, perdurou por sete dias a mais que o normal, permitindo aos sacerdotes ter tempo hábil para fabricar um novo óleo. O acendimento da menorah deveria ser o primeiro item no processo de purificação do templo que se iniciou no dia 25 de kislev de 165 a.c. Até hoje, em função disto, na noite do dia 25 de kislev, acendemos, com o auxilio do Shamash, a primeira das nove velas da chanukiah, que deve estar posicionada perto da porta de entrada da casa ou na janela, em lugar visível. Isto se deve ao fato deste dia ser um motivo de orgulho para todos nós. È o dia em que nos recordamos de um ato maravilhoso em que Deus fez cumprir a sua profecia e livrou-nos da mão de nosso inimigo. Todos os que passam na rua devem olhar para nossas casas e ver que ali, naquele lugar, mora um israelita, que tem orgulho de mostrar o quanto ele ama fazer parte de seu povo. A proximidade de chanukah, em relação à festa pagã do natal cristão, faz com que a casa de um judeu se torne contrastante a todos os seus vizinhos.

YESHUA (JESUS) CELEBROU A FESTA DA CHANUKAH

“Celebrava-se em Jerusalém a Festa da Dedicação (chanukah). Era inverno e .Yeshua passeava no templo, no Pórtico de Salomão. Rodearam-no, pois, os judeus e o interpelaram: Até quando nos deixarás a mente em suspenso? Se tu és o Mashaich Enviado, dize-o francamente. Respondeu-lhes Yeshua: Já vo-lo disse, e não credes. As obras que eu faço em nome de meu Pai testificam a meu respeito.Mas vós não credes, porque não sois das minhas ovelhas.As minhas ovelhas ouvem a minha voz; eu as conheço, e elas me seguem. Eu lhes dou a vida eterna; jamais perecerão, e ninguém as arrebatará da minha mão.Aquilo que meu Pai me deu é maior do que tudo; e da mão do Pai ninguém pode arrebatar.Eu e o Pai somos um.Novamente, pegaram os judeus em pedras para lhe atirar.Disse-lhes Yeshua: Tenho-vos mostrado muitas obras boas da parte do Pai; por qual delas me apedrejais?Responderam-lhe os judeus: Não é por obra boa que te apedrejamos, e sim por causa da blasfêmia, pois, sendo tu homem, te fazes Deus a ti mesmo.Replicou-lhes Yeshua: Não está escrito na vossa lei: Eu disse: sois deuses? Se ele chamou deuses àqueles a quem foi dirigida a palavra de Deus, e a Escritura não pode falhar, então, daquele a quem o Pai santificou e enviou ao mundo, dizeis: Tu blasfemas; porque declarei: sou Filho de Deus? Se não faço as obras de meu Pai, não me acrediteis; mas, se faço, e não me credes, crede nas obras; para que possais saber e compreender que o Pai está em mim, e eu estou no Pai.” (Rishonah de Yohanan –10:22-38) Ao transitar pelo pórtico do Templo de Salomão, por ocasião da festividade de Chanukah, Yeshua foi interpelado por alguns de seu povo quanto ao fato de ele ser ou não o Mashicah. Como bom judeu que era, tratou de responder a pergunta com outro enigma: “As obras que eu faço em nome de meu Pai testificam a meu respeito. Mas vós não credes, porque não sois das minhas ovelhas. As minhas ovelhas ouvem a minha voz; eu as conheço, e elas me seguem. Eu lhes dou a vida eterna; jamais perecerão, e ninguém as arrebatará da minha mão.” Inicialmente, seus irmãos judeus ficaram sem entender o que ele havia querido dizer. Mas pouco a pouco, suas mentes foram sendo esclarecidas quanto ao teor de suas palavras. O Mestre explicava, que não havia forma dele os provar que ele era o Mashiach, já que a fé que depositamos em alguém será sempre uma escolha. Quando Yeshua, em seu oitavo dia de vida, foi levado por seus pais para ser circuncidado, o sacerdote que tomou nos braços, emocionado e sem sequer conhecer a origem daquele menino disse que agora poderia enfrentar a morte, já que o Eterno lhe permitira ver a salvação de Israel. Muitos dos gestos demonstrados pelo Rebe Yeshua, testificam que ele não fazia nada em nome de si mesmo. Ele não foi um dos que se auto denominaram o Messias e que encabeçaram grandes revoltas que em nada resultaram. Yeshua, vivia uma vida simples, ensinado seus alunos o caminho da Justiça, para que por meio disto encontrassem a estrada de retorno ao seu Deus. Yeshua era a resposta que todos os de sua época e até os dias de hoje encontraram. No entanto, quando ousou dizer que procedia de acordo com o que o Pai lhe mostrava, e que suas obras ao eram dele e sim do Pai que o havia enviado, foi mal interpretado e acusado de se dizer deus. Sem tentar se defender ou esclarecer o que havia realmente dito, disse que o próprio Deus chamou o seu povo de deuses, e eles o acusavam por se dizer “Filho de Deus” e não Deus. Da mesma forma que um shamash, cujo único objetivo era trazer a luz a toda a casa acendendo as velas que estão em redor de si, o objetivo do mestre era o de servir a suas ovelhas com o pasto que o Pai avia plantado. Certa vez, durante, seu ultimo seder de Pessach, Yeshua perguntou aos seus discípulos: “Quem é maior? O que serve ou o que é servido?” Eles, sem pensar duas vezes responderam: “Aquele que é servido Mestre” ao que ele respondeu: “Pois eu, estando entre vós, sou como aquele que serve”: um Shamash.

PORQUE COMEMORAR CHANUKAH?

Porque é parte de identidade do povo, do qual nos dizemos fazer parte.

§ Efésios 2: “11 Portanto, lembrai-vos de que, outrora, vós, gentios na carne, chamados incircuncisão por aqueles que se intitulam circuncisos, na carne, por mãos humanas, 12 naquele tempo, estáveis sem Cristo, separados da comunidade de Israel e estranhos às alianças da promessa, não tendo esperança e sem Deus no mundo. 13 Mas, agora, em Cristo Jesus, vós, que antes estáveis longe, fostes aproximados pelo sangue de Cristo. 14 Porque ele é a nossa paz, o qual de ambos fez um; e, tendo derribado a parede da separação que estava no meio, a inimizade, 15 aboliu, na sua carne, a lei dos mandamentos na forma de ordenanças, para que dos dois criasse, em si mesmo, um novo homem, fazendo a paz, 16 e reconciliasse ambos em um só corpo com Deus, por intermédio da cruz, destruindo por ela a inimizade. 17 E, vindo, evangelizou paz a vós outros que estáveis longe e paz também aos que estavam perto; 18 porque, por ele, ambos temos acesso ao Pai em um Espírito. 19 Assim, já não sois estrangeiros e peregrinos, mas concidadãos dos santos, e sois da família de Deus, 20 edificados sobre o fundamento dos apóstolos e profetas, sendo ele mesmo, Cristo Jesus, a pedra angular; 21 no qual todo o edifício, bem ajustado, cresce para santuário dedicado ao Senhor,”

Porque é um mandamento de Deus celebrar os seus atos maravilhosos.

§ Salmo 145: 12 Louva, Jerusalém, ao SENHOR; louva, Sião, ao teu Deus. 13 Pois ele reforçou as trancas das tuas portas e abençoou os teus filhos, dentro de ti; 14 estabeleceu a paz nas tuas fronteiras e te farta com o melhor do trigo. 15 Ele envia as suas ordens à terra, e sua palavra corre velozmente; 16 dá a neve como lã e espalha a geada como cinza. 17 Ele arroja o seu gelo em migalhas; quem resiste ao seu frio? 18 Manda a sua palavra e o derrete; faz soprar o vento, e as águas correm. 19 Mostra a sua palavra a Jacó, as suas leis e os seus preceitos, a Israel. 20 Não fez assim a nenhuma outra nação; todas ignoram os seus preceitos. Aleluia! Por que Yeshua Também celebrou este dia. § João 11:22 Celebrava-se em Jerusalém a Festa da Dedicação (chanukah). Era inverno e Yeshua passeava no templo, no Pórtico de Salomão. Devemos celebrar este dia, por que somos israelitas de Deus. Chag Chanukah Sameach!

O que é o Hannukah?

Hannukah ou Chanukah (Festival das Luzes) é uma festividade judaica que dura oito dias e que começa no 25º dia do mês de Kislev, que corresponde mais ou menos ao mês de Dezembro do calendário ocidental. Assinala a miraculosa vitória dos Judeus, guiados pelos Macabeus, contra a perseguição dos Gregos e a opressão religiosa, no século II antes da era cristã. Os Judeus estavam então sob o jugo do imperador greco-sírio Antiochus. Além de terem vencido a guerra, outro milagre aconteceu: quando os Macabeus chegaram para reconsagrar o templo, encontraram apenas um pequeno recipiente com azeite puro para acender a Menorah, o tradicional candelabro de oito braços. Mas este azeite, milagrosamente, acabou por durar os oito dias, até que mais óleo sagrado pôde ser preparado. Para comemorar este milagre, os judeus acendem a menorah ao longo de cada um dos oito dias do Hannukah, acendendo uma vela a cada novo dia. Para os Judeus, estamos actualmente no ano de 5770. Tendo em conta que o calendário judaico é lunar e não fixo, como o calendário ocidental normal, as festividades judaicas são móveis. Curiosamente, o Hannukah começa, oficialmente, no dia 25 de Dezembro (ou seja, no Dia de Natal dos cristãos) e termina a 2 de Janeiro. Ao cair da noite de cada um destes dias, o número correspondente de velas de Hannukah serão acesas. Estas luzes, de acordo com a tradição, devem ser colocadas junto a uma janela, para proclamar o milagre. A menorah própria desta festividade, chamada Hannukiyah, tem oito braços, ou antes nove: em cada um desses oito braços é acesa uma vela todas as noites, ao longo dos oito dias de festa. O nono braço destina-se a colocar a vela denominada «shamash», ou auxiliar, que serve para acender as restantes velas. UM FELIZ HANNUKAH PARA VOCÊ!
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“Não chame meninas de princesas”, diz campanha da Avon

Uma campanha da Avon tem gerado polêmica nas redes sociais por pedir aos pais que não chamem suas filhas de “princesas”, dizendo que o elo...