segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Pastor se mata com um tiro depois de relatar que Deus não o escutava


O Rev. Teddy Parker Jr. cometeu suicídio enquanto oitocentas pessoas o esperavam em sua igreja.

Depois de confessar que algumas vezes sentia que Deus não o escutava, um pastor dos EUA se matou, enquanto sua esposa, seus dois filhos e oitocentos membros de sua congregação o esperavam para seu sermão de domingo, de acordo com o site 13 WMAZ.

Open in new windowO Rev. Teddy Parker Jr., de 42 anos, foi encontrado dentro da garagem de sua casa, na cidade de Warner Robins (EUA), por sua esposa Larrinecia Parker, de 38 anos, com um ferimento de bala com indícios evidentes de suicídio.

A edição em inglês do Christian Post procurou os entes mais próximos de Parker Jr., ao deixar mensagens para a família e o escritório da igreja, mas até o momento não houve nenhuma resposta.

Segundo o WMAZ, Lakesia Toomes, funcionária da igreja, pediu que fosse respeitada a privacidade da família neste momento, enquanto Russell Rowland, membro da igreja, revelou que o pastor enviou seus familiares para a igreja, ao dizer que iria logo mais tarde.

"Quando o pastor não apareceu, os familiares foram procurá-lo. Estou muito surpreso pois ele não pregava isso. Ele pregava totalmente o oposto. É algo que a congregação realmente não entende", afirma Rowland.

Na segunda-feira (11), quando os membros da igreja se reuniram novamente depois de saber da morte, o clima era de bastante seriedade, já que todos se sentiam consternados com o que aconteceu.

"Todo mundo está em estado de choque agora. Acho que um monte de pessoas estão tentando entender por que isso aconteceu. Estamos orando ao Senhor pedindo uma orientação", comentou o membro da igreja.

Rowland descreveu o pastor como um "bom homem, sujeito otimista e carinhoso com as pessoas, sobretudo com as crianças", e que a vida o pastor aparentemente não apresentava problemas.

No momento, a família diz que está devastada, depois do que ocorreu. O relatório sobre o incidente da delegacia local aponta que o suicídio aconteceu às 13:30h do último domingo (10).

Fonte: The Christian Post

24 HORAS DE VIDA.



Grace Fidele Ngomooh Ndjock viveu toda a sua vida na República dos Camarões, sua terra natal, até o dia em que foi diagnosticada com um câncer no esôfago. Esse tipo de tumor maligno surge com maior frequência em pessoas com mais de 50 anos. Segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA), quando ele vem, traz junto dificuldade para engolir, perda de peso – resultante de alimentação insuficiente –, dor no peito – não relacionada ao ato de comer –, entre outras complicações.
Foi o que aconteceu com Grace. Mesmo com o apoio da família, que se mobilizou para alcançar uma solução para o problema, a situação dela só piorava.
Em 2012, ela se mudou para Lugano, na Suíça, para se tratar. Durante 3 meses, a camaronesa ficou em coma, chegando a pesar apenas 32 quilos e com o corpo coberto por feridas. Os médicos chamaram os familiares e disseram para que se preparassem para o pior, pois já haviam feito tudo o que podiam. Segundo eles, restava a ela pouco tempo de vida – aproximadamente 24 horas. No entanto, veja o que a fé, quando é colocada em prática, na Pessoa certa, o Senhor Jesus, pode causar na vida dos que creem.
“O meu quadro clínico estava piorando a cada dia, então, em outubro de 2012, foi decidido pela equipe médica que eu deveria me internar, o que aconteceu de imediato, pois eu já não conseguia comer absolutamente nada nem respirar naturalmente. No hospital, comecei a fazer as sessões de quimioterapia e, após a segunda dose, entrei em coma. Todos já estavam esperando minha morte, mas uma das minhas filhas, que já frequentava a Universal, aproveitou a campanha que estava acontecendo na Igreja: a Fogueira Santa de Israel. Ela subiu no altar determinada a mudar a situação e sacrificou tudo o que possuía.
Passadas algumas horas, após o sacrifício da minha filha no altar, saí do coma. Quando ela voltou ao hospital, eu já estava acordada e comecei, para a surpresa de todos, a me recuperar. Fiquei internada por mais 1 mês para me fortalecer. A cada dia que passava a minha situação ficava melhor. O câncer, que já estava se espalhando por todo o meu corpo, desapareceu, e hoje eu estou curada.
Saí do hospital e vim para a Universal agradecer a Deus pelo milagre que Ele fez na minha vida, e agora entreguei a minha vida a Jesus. Há cerca de 2 meses participo todas as semanas aqui na Universal em Lugano, na Suíça.
Obrigada, meu Deus, pelo milagre que o senhor realizou na minha vida!”
Grace Fidele Ngomooh Ndjock

Decisão do CNJ obriga cartórios a fazer casamento homossexual

O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) aprovou nesta terça-feira (14), por maioria de votos (14 a 1), uma resolução que obriga os cartórios de todo o país a celebrar o casamento civil e converter a união estável homoafetiva em casamento.
Os cartórios não poderão rejeitar o pedido, como acontece atualmente em alguns casos. A decisão do CNJ poderá ser questionada no Supremo Tribunal Federal (STF).Segundo o presidente do CNJ e autor daproposta,Joaquim Barbosa, que também é presidente do STF, a resolução visa dar efetividade à decisão tomada em maio de 2011 pelo Supremo, que liberou a união estável homoafetiva.
Conforme o texto da resolução, caso algum cartório se recuse a concretizar o casamento civil, o cidadão deverá informar o juiz corregedor do Tribunal de Justiça local. "A recusa implicará imediata comunicação ao respectivo juiz corregedor para providências cabíveis."
A decisão do CNJ valerá a partir da publicação no "Diário de Justiça Eletrônico", o que ainda não tem data para acontecer.
Reportagem publicada pelo G1 nesta terça mostrou que, no último ano, pelo menos 1.277 casais do mesmo sexoregistraram suas uniões nos principais cartórios de 13 capitais, segundo levantamento preliminar da Associação de Notários e Registradores do Brasil (Anoreg-BR).
Atualmente, para concretizar a união estável, o casal homossexual precisa seguir os trâmites em cartório. Até agora, para o casamento, eles pediam conversão da união estável em casamento e isso ficava a critério de cada cartório, que podia ou não conceder.
Agora, a conversão passa a ser obrigatória e efetivada por meio de ato administrativo, dentro do próprio cartório. O cartório, embora órgão extrajudicial, é subordinado ao TJ do estado.
O casamento civil de homossexuais também está em discussão no Congresso Nacional. Para Joaquim Barbosa, seria um contrassenso esperar o Congresso analisar o tema para se dar efetividade à decisão do STF.
 De acordo com Barbosa, a discussão sobre igualdade foi o "cerne" do debate no Supremo. "O conselho está removendo obstáculos administrativos à efetivação de decisão tomada pelo Supremo e que é vinculante [deve ser seguida pelas instâncias inferiores].""Vamos exigir aprovação de nova lei pelo Congresso Nacional para dar eficácia à decisão que se tomou no Supremo? É um contrassenso."
Inicialmente, o conselho discutiu apenas a conversão, mas, posteriormente, a assessoria do CNJ distribuiu o documento da proposta que mostra que é "vedado" aos cartórios recusarem a "habilitação, celebração de casamento civil ou conversão de união estável em casamento entre pessoas do mesmo sexo".
O subprocurador-geral da República, Francisco Sanseverino, que não vota, opinou contra os fundamentos da proposta do conselho. "Com respeito ao posicionamento da proposta, embora louvável, salvo melhor juízo em face dos fundamentos e dos objetos das ações diretas de constitucionalidade, a conversão automática da união estável em casamento não foi imposta naquelas ações."
O único voto contrário do CNJ foi da mais nova conselheira, Maria Cristina Peduzzi. Para ela, definir o casamento civil entre pessoas do mesmo sexo é tarefa do Congresso.
"Não tenho dúvidas de que a união homoafetiva foi reconhecida pelo Supremo  Tribunal Federal e ali se afirmou a constitucionalidade dessas uniões e assegurados os efeitos civis produzidos pelas respectivas uniões. [...] Penso que isso é questão que estaria afeta ao Congresso Nacional."
O conselheiro Silvio Rocha divergiu. "Nós removemos a diversidade de sexos que não mais se coloca como requisito de que as pessoas tenham um direito fundamental, que é o casamento. Me parece que o conselho faz isso em precedentes jurisprudenciais (decisões judiciais anteriores) e amparado no próprio texto constitucional."
O conselheiro Gilberto Martins, ao votar favoravelmente ao projeto, destacou que, apesar de a decisão do STF sobre a união estável homossexual ter sido unânime, três ministros do Supremo foram contrários à possibilidade de a corte assegurar no julgamento o casamento civil: Cezar PelusoGilmar Mendes e Ricardo Lewandowski.
Recurso
A decisão pode ser questionada no STF. Se isso ocorrer, o questionamento poderá ser feito por meio de um mandado de segurança, tipo de ação que é feita para questionar ato do poder público. O processo seria distribuído para algum ministro relatar, e o interessado poderia solicitar suspensão da resolução por meio de liminar (decisão provisória). Nesse caso, o relator decidiria entre suspender provisoriamente ou levar direto para discussão no plenário.
Outra possibilidade é questionamento por meio de Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI).
União estável x casamento civil 
Segundo Rogério Bacellar, presidente da Associação dos Notários e Registradores do Brasil (Anoreg), união estável e casamento civil garantem os mesmos direitos sobre bens.
Nos dois casos, há um contrato assinado em cartório. A diferença é que, pela união estável, o cidadão continua solteiro no estado civil.
"Atualmente, se os direitos são estabelecidos no contrato, é a mesma coisa que um casamento. Se convenciona o que cada um tem dever, que os bens adquiridos antes e durante não comungam (se dividem) ou se todos os bens comungam."
Ao abrir uma conta bancária, por exemplo, um cidadão oficialmente solteiro, mesmo que tenha união estável, não precisa indicar os dados do companheiro. Já o casado, precisa.
"O casamento é uma união formal. É possível se estabelecer comunhão parcial, comunhão total ou separação parcial. Mas se houver um contrato, a união estável dá os mesmos direitos."
Em maio do ano passado, o Supremo Tribunal Federal (STF) reconheceu o direito da união estável para casais do mesmo sexo. A decisão serve de precedente para outras instâncias da Justiça.

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