segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

A PIOR PRAGA DO MUNDO SE CHAMA COMUNISMO .

Resultado de imagem para paises destruidos pelo comunismoDentre todas as pragas que devastaram a humanidade, da Peste Negra ao câncer, uma das mais mortais foi uma ideia virulenta que se apropriou de milhões de almas: o comunismo.
Afora isso, o comunismo – a ideia – nega a existência da alma, e seus adeptos normalmente punem aqueles que disserem o contrário. A truculenta obra de Karl Marx, o Manifesto Comunista, prometia a utopia na Terra. Tudo o que precisava ser feito era modificar a sociedade e desbancar a classe dominante pela via da revolução violenta. O caminho para o paraíso era vermelho, erigido sobre uma nova ordem social modelada pela destruição das crenças tradicionais, estruturas sociais, propriedade privada e governo.
O Holocausto de Adolf Hitler é uma atrocidade bem conhecida, mas as nefastas cifras de mortes contabilizadas nas revoluções comunistas da Rússia, China, Vietnã, Coreia do Norte, Etiópia, Cuba, entre outros países, superam em muito as medidas genocidas de Hitler. Enquanto este tinha por alvo os judeus, os comunistas têm todas as religiões e classes sociais como alvos.
Alguns marxistas não-ortodoxos descreveram as ondas de assassinatos que se seguiram às revoluções comunistas como aberrações. Na verdade, essas mortes são resultados sistemáticos de revoluções bem-sucedidas, soluções prescritas às “desigualdades do capitalismo” e a crenças e práticas arraigadas. Por esta razão é que as revoluções comunistas foram acompanhadas de matança sem precedentes.
Segundo O Livro Negro do Comunismo, de Stéphane Courtois, o comunismo é responsável por 100 milhões de mortes, um montante que ultrapassa em muito o nazismo, que deixara 16 milhões de mortos – e eclipsa o número de mortes no século XX por câncer, diabetes e homicídios.
Ao colocar em prática tal ideologia, regimes políticos do século XX liderados por ditadores como Mao Tsé-Tung, Josef Stalin, Pol Pot, Fidel Castro e Jiang Zemin foram responsáveis por uma destruição frenética de vidas humanas jamais vista antes na história.
O maior assassino dentre os vários ditadores do século XX foi o ditador da China, Mao Tsé-Tung, de acordo com a maioria das estimativas. O número estimado de mortes varia de 60 a 80 milhões, o que supera as vidas ceifadas pela Primeira (37 milhões) e possivelmente Segunda (66 milhões) Guerras Mundiais. Esses 60 milhões de mortes incluem – mas não se limitam a – guerras civis, proprietários de terras abatidos sob a política comunista de reforma agrária, e supostos “inimigos de classe” torturados e mortos por guardas vermelhos durante a Revolução Cultural.
Courtois coloca o total de mortos por Josef Stalin em 20 milhões, embora este número oscile de 10 a 60 milhões, dependendo da fonte. Stalin, o infame autor da expressão “a morte de uma pessoa é uma tragédia, um milhão de mortes é estatística”, enviou aos campos de concentração e perseguiu milhões de cidadãos “desleais”. Ele também executou intelectuais e figuras políticas consideradas uma ameaça a seu poder a fim de se estabelecer como única autoridade da Rússia. Ele foi até capaz de fazer essas pessoas “desaparecerem” ao apagá-las de fotografias e registros históricos. O total de mortos por Stalin supera o número de mortes no século XX por câncer no pâncreas (17 milhões), HIV/AIDS (12,5 milhões) e epilepsia (10 milhões), segundo dados da OMS.
Um dos métodos comunistas mais comuns de matar e quebrar para sempre o espírito dos cidadãos em suas “repúblicas populares” é a fome.
O Grande Salto Para Frente de Mao foi lançado como uma forma de modernizar a economia da China. Comunidades de trabalhadores foram tiradas de suas fazendas e forçadas a fundir metais como ferro e aço em fornos caseiros. Essa remoção de mão-de-obra da produção de alimentos acabou resultando na Grande Fome Chinesa, que especialistas estimam ter destruído 30 a 40 milhões de vidas.
Na Ucrânia, a coletivização e industrialização soviéticas produziram o Holodomor, uma fome que provocou em torno de 2,5 a 7,5 milhões de mortes.
Aqueles que escaparam da Coreia do Norte costumam pedir aos governos que enviem ajuda alimentar para lá e que, se realmente querem ajudar a aliviar a fome perpétua naquele país, melhor seria enviar alimentos para animais, já que é mais provável que cheguem aos que realmente necessitam.
Mais recentemente, o mundo assiste à população venezuelana passar horas em filas para conseguir alimentos devido às políticas de engenharia social do ditador Nicolás Maduro, sucessor de Hugo Chávez, o pai da revolução bolivariana – uma vertente do comunismo.
Embora Rússia e China figurem no topo da lista de mortes, as cifras em outros países são igualmente trágicas.
No Camboja, Pol Pot – que pertencera ao Partido Comunista da França – tentou criar sua própria versão de uma sociedade comunista utópica deslocando milhões de pessoas das cidades a zonas rurais para a realização de trabalho manual. Esta prática se tornou comum às revoluções comunistas posteriores também em outros países, bem como a prática polpotista de assassinar os membros mais educados da sociedade como advogados, médicos e filósofos, os quais ele chamou de “a raiz de todo o mal capitalista”.
Durante seu governo, de 1975 a 1979, cerca de 1,5 a 2 milhões de um total de 7 milhões de cambojanos foram assassinados, seja por massacre direto ou por fome devido ao trabalho intenso e à escassez de alimentos nos campos. Uma proporção similar em termos da população dos Estados Unidos equivaleria às populações da Califórnia e Texas.
A publicação ‘O Livro Negro do Comunismo’ fornece números estimados de vítimas fatais:
• China: 60 milhões de mortos
• URSS: 20 milhões de mortos
• Coreia do Norte: 2 milhões de mortos
• Camboja: 2 milhões de mortos
• África: 1,7 milhão de mortos
• Afeganistão: 1,5 milhão de mortos
• Vietnã: 1 milhão de mortos
• Leste Europeu: 1 milhão de mortos
• América Latina: 150 mil mortos
No Brasil , somente a  tentativa do governo do PT com o Lula e  a  Dilma de implantarem aqui o comunismo ,  causaram milhares de mortes pela violência , descaso na saúde , fome e etc .
A ‘Fundação Memorial Vítimas do Comunismo‘ em Washington D.C, EUA, possui arquivos, documentos e relatos de sobreviventes que expõem as atrocidades cometidas pelos regimes comunistas contra a humanidade.
Embora governem sob o disfarce de liberdade e prosperidade para todos, em vez disso os regimes comunistas causaram miséria e destruição em todos os países que subjugaram. Através dos seus governos na Europa, Ásia, África e América Latina, o comunismo aniquilou um total de 100 milhões de vidas em menos de 100 anos, transformando-se num assassino ideológico sem precedentes.

domingo, 18 de fevereiro de 2018

Maduro ameaça ir sem convite à Cúpula das Américas

Maduro ameaça ir sem convite à Cúpula das Américas
O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, afirmou nesta quinta-feira (15) que líderes da direita da América Latina estão demonstrando intolerância ao tentarem excluí-lo da Cúpula em Lima, e prometeu ir mesmo sem convite oficial.
Na última quarta-feira (14), o governo do Peru anunciou que Maduro "não é bem vindo" na Cúpula das Américas, em 13 e 14 de abril, que acontecerá no Peru. A medida reforça o crescente isolamento diplomático em um momento de extrema crise econômica na Venezuela. "Vocês têm medo de mim? Não querem me ver em Lima. Vocês irão me ver. Porque faça chuva ou faça sol, por ar, terra, ou mar, eu irei participar da Cúpula das América", disse Maduro durante uma entrevista coletiva.
O convite foi retirado nesta semana após a ministra das Relações Exteriores peruana, Cayetana Aljovin, enviar uma carta oficial ao ministro do Poder Popular para Relações Exteriores da Venezuela, Jorge Arreaza.
Segundo Aljovin, a medida foi feita por ordem do chefe de Estado peruano, Pedro Pablo Kuczynski, "de acordo com as disposições da Declaração de Quebec adotada na III Cúpula das Américas em 2001".
"Que a letra diz: qualquer alteração ou ruptura inconstitucional de ordem democrática em um Estado do Hemisfério constitui um obstáculo insuperável para a participação do Governo do dito Estado no processo da Cúpula das Américas", argumenta a carta.
A decisão de "desconvidar" o mandatário foi apoiada pelo chamado Grupo de Lima, entidade que reúne os governos de Argentina, Brasil, Canadá, Chile, Colômbia, Costa Rica, Guatemala, Guiana, Honduras, México, Panamá, Paraguai, Peru e Santa Lúcia. Durante a coletiva de imprensa, Maduro ainda disse que o presidente de centro-direita da Argentina, Mauricio Macri, deveria convocar um encontro da União de Nações Sul-Americanas (Unasul) com ele.
"Convoque um encontro, ouse, não tenha medo de mim, presidente Macri", disse Maduro. "Se vocês querem falar sobre a Venezuela, vamos falar sobre a Venezuela", acrescentou.
Há anos, o mandatário venezuelano tem sido alvo de críticas por se recusar a reformar a economia em colapso do país, que provocou a escassez de alimentos e remédios, hiperinflação, fome e o retorno de epidemias que já estavam controladas. Segundo Maduro, os governos regionais de direita fazem parte de uma conspiração internacional liderada pelos Estados Unidos para derrubá-lo e tomar o controle dos recursos de petróleo do país membro da Opep. "Eles são os governos mais impopulares do planeta", disse, citando Argentina, Colômbia e Peru.
Logo depois da polêmica declaração de Maduro, o governo do Peru reforçou que o presidente não será recebido no país. "Um chefe de Estado não chega a um país sem um convite, então ele não pode pisar no solo peruano sem um convite", disse a chefe de gabinete peruano, Mercedes Aráoz.
Segundo ela, a atitude do venezuelano "é agressiva". "Nem o solo peruano, nem o mar peruano, nem o ar peruano podem ser invadidos por uma força estrangeira".

UFA - Justiça impede Brasil de doar R$ 792 mil para Palestina

Justiça impede Brasil de doar  R$ 792 mil para Palestina
A Medida Provisória que autorizava o Brasil a doar R$ 792 mil para a Palestina foi suspendida liminarmente por uma juíza do Distrito Federal. O valor seria destinado para a reconstrução da Basílica da Natividade, localizada em Belém.
O documento foi assinado em 26 de janeiro pelo presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), na condição de presidente da República em exercício, enquanto Michel Temer estava no exterior.
A ação foi movida pelo advogado Marcos Aldenir Ferreira Rivas que, classificou a doação como algo "incompatível com a condição de miserabilidade pela qual perpassa o Brasil", além de não ser relevante e urgente. Ele justificou que a Medida Provisória tem motivações eleitoreiras e chegou a pedir que Maia fosse proibido de assumir a Presidência da República, "sob pena de prisão".
No entanto, a juíza Luciana Raquel Tolentino de Moura, substituta da 7ª Vara, rejeitou o pedido de proibir Maia no comando do Planalto e disse que a suposta finalidade eleitoreira não é "motivo o bastante para determinar a suspensão da Medida Provisória".
Em relação à situação econômica do país, a juíza federal avalia que cabe ao presidente da República decidir quais políticas públicas devem ser adotadas, "sobretudo quando se trata de relações internacionais". A magistrada também negou que a medida seja irrelevante, dada a "importância histórica, política, cultural, religiosa e turística do bem a ser restaurado".
Por outro lado, a juíza reconhece que a medida não é urgente e, por isso, deferiu a liminar para suspender a doação. "A Medida Provisória n.º 819/2018 foi publicada em 25/01/2018, mais de cento e cinquenta dias antes do evento supostamente urgente", argumenta.
Projeto na Palestina
O projeto de restauração está sendo organizado pelo governo da Palestina em parceria com as igrejas que administram a basílica e a Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura (Unesco), segundo o Ministério das Relações Exteriores.
O Itamaraty informou que, ao todo, a restauração custará US$ 20 milhões e o Brasil seria um dos países que iriam participar do projeto, que tem apoio de nações como Grécia, Rússia, Alemanha, Espanha e Vaticano.
Construída na Cisjordânia no século IV, a Basílica da Natividade foi erguida onde Jesus Cristo teria nascido, em Belém. O local foi considerado patrimônio mundial da Unesco em junho de 2012, resultando como benefício as ajudas para restauração.
O templo, considerado um dos mais antigos do cristianismo, é administrado pela Igreja Ortodoxa Grega, pela Igreja Apostólica Armênia e pelo Patriarcado latino de Jerusalém.

Como a igreja sobrevive na Coreia do Norte

Coreia do Norte
Coreia do Norte
Na Coreia do Norte, onde a maioria das pessoas sobrevive com muito pouco e as colheitas são escassas, há uma política em que os militares são os primeiros a receber comida e outros recursos.
Isso significa que pessoas ou “comuns” são relegadas a segundo plano e comumente passam fome. Nesse contexto, cerca de 60 mil cristãos secretos dependem do “contrabando” de comida, medicamentos e roupas feitas pela Portas Abertas para sobreviver.
Ainda assim, nossos irmãos norte-coreanos compartilham os poucos recursos que têm com quem tem menos ainda. Através da prática que eles chamam de “arroz santo”, eles separam uma parte da comida que recebem para o Reino de Deus.
Essa porção é compartilhada com os menos favorecidos. A prática faz com que um laço de confiança se estabeleça e, posteriormente, lhes dá uma oportunidade de compartilhar o evangelho com essas pessoas.
A Missão Portas Abertas estima que haja cerca de 60 mil cristãos presos em terríveis condições na Coreia do Norte. Eles ficam em campos de trabalhos forçados comparados aos campos de concentração nazistas. Mas muitos permanecem firmes na fé mesmo nas piores circunstâncias. Este é o testemunho de Hannah*, que foi presa juntamente com a família por deixar o país. Quando descobriram que eles eram cristãos os puseram na solitária.
Hannah conta que os prisioneiros apanhavam muito, e se alguém resistisse era pior. “Mas meu marido era diferente. Quanto mais batiam nele, mais ele defendia sua fé. Ele gritava: ‘Se acreditar em Deus é pecado, eu prefiro morrer. Minha missão é viver de acordo com a vontade de Deus’”, diz a cristã perseguida.
Certo dia, a família toda foi chamada para sair da solitária e se apresentar ao delegado da prisão. Enquanto aguardavam para ouvir o veredito, oravam mentalmente por um milagre. “Não queríamos morrer na prisão, em um campo de prisioneiros políticos. E Deus respondeu nossas orações. O delegado nos deu uma anistia especial. Quando saímos da prisão naquela noite e estávamos finalmente livres, cantamos um hino baixinho”, conta Hannah.
*Nome alterado por motivo de segurança.
A Revista Portas Abertas deste mês aborda a dificuldade que os pais cristãos na Coreia do Norte têm de transmitir a fé a seus filhos. Eles precisam mantê-la em segredo para a própria segurança. Sua contribuição pode levar materiais cristãos e apoio a um pai e um filho pelos próximos três anos. Assim, o evangelho chega aos pequenos da Coreia do Norte. Saiba como participar, clicando aqui.
Fonte: Missão Portas Abertas

Thalles Roberto fala sobre seu novo Cd “Essência”

Thalles Roberto fala sobre seu novo Cd “Essência”


Cantor Thalles Roberto
Cantor Thalles Roberto
Thalles Roberto está de volta. Depois de quase 4 anos sem grava o cantor lança o CD “Essência” com composições inéditas.
O cantor conversou com a equipe do site Comunhão e revelou detalhes do CD Essência, lançado em dezembro.
“Essência é um projeto completamente diferente de tudo que eu já gravei. Nesse momento Deus tem me levado a um tempo de maturidade muito grande. Eu fiquei quase 4 anos sem gravar nada inédito. O “Essência” é fruto de experiências muito fortes e fala muito do que nós passamos no dia-a-dia. Fala também como a presença de Deus nos envolve e nos transforma durante os processos. Eu sei que o objetivo de Deus é nos tornar como Ele. “Essência” é um disco puramente de experiências com Deus”, conta.
O novo álbum conta com 12 faixas, todas compostas por Thalles Roberto. “Deus tem me honrado muito. Nesse momento da minha vida eu tenho me dedicado a conhecer o desejo do coração de Deus para minha história. Tem uma canção nova que eu fiz que bem traduz isso. Quando a gente vive os nossos planos a gente acaba atrapalhando os propósitos de Deus”, declarou Thalles.
O novo disco foi gravado ao vivo no sítio do pai do artista, no interior de Minas Gerais. Thalles conta que queria um lugar que estivesse mais perto do que ele é e viveu em sua infância, próximo da sua essência. O músico conversou com Comunhão sobre seu mais recente projeto.
Depois de quatro anos sem gravar, como é retomar a carreira e o ministério?
Esses quatro anos foram um tempo de muito aprendizado, tempo de ouvir. Eu vinha de um tempo de várias músicas, e eu creio que Deus preparou esse hiato para que eu pudesse reciclar a minha visão, para que eu pudesse ouvir a voz dEle. Foi um período de muita oração e de muito jejum pra que eu pudesse entender a essência do que Deus queria fazer da minha vida. “Essência” é um projeto completamente diferente de tudo que eu já gravei. Neste momento, Deus tem me levado a um tempo de maturidade muito grande. “Essência” é fruto de experiências muito fortes e fala muito do que nós passamos no dia a dia.
Fala também sobre como a presença de Deus nos envolve e nos transforma durante os processos. Eu sei que o objetivo de Deus é nos tornar como Ele. “Essência” é um disco puramente de experiências com Deus.
Por que o nome “Essência”?
Ele traz a minha essência. A essência é o que nós temos de mais verdadeiro dentro do nosso coração. E para descobrirmos onde ela está, precisamos de um tempo com Deus. Precisamos deixar a luz do rosto do Senhor resplandecer sobre nós. Assim nós conseguimos enxergá-lO em nós e o que Ele quer fazer verdadeiramente através de nós. Esse projeto se chama “Essência” porque traz não o que eu queria fazer, mas sim o que o Senhor quer que eu faça.
Qual é a essência de “Essência”?
Um CD de canções inéditas, compostas por mim, frutos das minhas experiências com Deus, frutos desses quatro anos de silêncio ouvindo o Espírito Santo. O público pode esperar a minha verdade! São canções que saíram do meu coração, frutos da minha experiência com Deus. Espero que muitas pessoas sintam isso também.
Como está a divulgação de “Essência”?
A primeira música, “Apenas uma Ordem”, foi lançada no dia 15 de dezembro e já tem mais de 2 milhões de visualizações. Agora estamos trabalhando a canção “Deus é por Nós”, e eu estou muito empolgado com esse trabalho. Espero que todos conheçam e sejam tocados através das canções.
 Fonte: Comunhão

sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018

Líderes cristãos são assassinados no México

Bandeira do México
Bandeira do México
No início da manhã de segunda-feira, 5 de fevereiro, dois líderes cristãos foram mortos a tiros enquanto viajavam pela estrada Iguala-Taxco, no estado de Guerrero, no México. Germain Muñiz Garcia e Iván Añorve Jaimes, líderes de uma igreja em Veracruz, foram assassinados e os agressores fugiram, segundo fonte local.
Os ataques de gangues contra líderes da igreja no México tornaram-se um fenômeno comum. Os líderes são um alvo particular porque pregam contra a injustiça, a violência, o tráfico de drogas, ao mesmo tempo em que influenciam suas comunidades, disse uma fonte.
Entre os líderes cristãos mortos no ano passado, está Luis Lopez Villa, de 71 anos, que foi assassinado em sua igreja por invasores, na cidade de Nezahualcóyotl, no dia 5 de julho. Em março, Felipe Carrillo Altamirano foi morto no estado de Nayarit. Anteriormente, em janeiro, José Raúl Vera López desapareceu e depois foi encontrado morto.
Cerca de 90% da população do México se identifica como cristã. No entanto, o analista da Portas Abertas diz que “é importante não olhar tanto para a identidade como cristãos, mas para o comportamento que resulta de suas convicções cristãs.
Sempre que um cristão começa a se envolver no trabalho social – por exemplo, criar uma clínica de reabilitação de drogas ou organizar o trabalho com jovens – isso é uma ameaça direta às atividades e interesses do crime organizado. Como isso leva os jovens para longe deles, é uma ameaça direta ao mercado”.
A violência relacionada ao crime organizado é “talvez a ameaça mais significativa para os cristãos latino-americanos”, de acordo com o analista. O México ocupa a 39ª posição na Lista Mundial da Perseguição 2018. Os cristãos perseguidos dessa nação precisam das orações.
Fonte: Missão Portas Abertas

Pastores aproveitam Olimpíadas para alertar sobre perseguição na Coreia do Norte

Kim SangDuck (Tony Kim), Kim Dong Chul e Kim Hak-song, são cristãos presos na Coreia do Norte.
Kim SangDuck (Tony Kim), Kim Dong Chul e Kim Hak-song, são cristãos presos na Coreia do Norte.
Pastores estão aproveitando as Olimpíadas de Inverno de 2018 para pedir ao mundo que ore pelos cristãos que estão presos na Coreia do Norte.
Um desses pastores é David Platt, que publicou em suas redes sociais. “Apenas a quilômetros de onde as Olimpíadas estão sendo realizadas, o pai deste filho foi detido, na Coreia do Norte. Por favor, vejam este vídeo, orem, espalhem a Palavra e entrem em contato com o Congresso em relação a sua liberdade”, pediu no dia 9 de fevereiro.
David Platt é conhecido por também ser escritor norte-americano. Atualmente é pastor sênior da “The Church at Brook Hills”, em Birmingham, Alabama e uma de suas obras mais conhecidas é “Radical: Voltando às raízes da fé”.
Outro que está se empenhando em chamar atenção para os presos no país comunista é Kevin DeYoung. No mesmo dia ele publicou um texto onde pedia para que seu seguidores pudessem ver um vídeo que apresente Sol Kim, filho do prisioneiro Kim SangDuck, também conhecido como Tony Kim.
Ele foi foi preso por oficiais norte-coreanos em Pyongyang (2017). Na época, Kim SangDuck havia acabado de terminar o semestre como professor na Coreia do Norte quando foi preso no aeroporto.
“Nenhuma explicação foi dada”, disse Kim. “Minha família e eu não tivemos contato com ele desde então. Ele não foi acusado de nenhum crime e não sabemos o que está acontecendo com ele”, ressaltou.
Apenas houve um relatório confirmando que alguém que viu Tony Kim vivo há sete meses, quando os funcionários do Departamento de Estado dos EUA recuperaram Otto Warmbier, o estudante da Universidade da Virgínia que foi preso pela Coreia do Norte por mais de 17 meses.
Warmbier estava em coma quando ele foi libertado e morreu dentro de uma semana.
“Minha mãe, meu irmão e eu sentimos tanto a falta de nosso pai”, acrescentou Kim. “Estamos tão preocupados com ele e sua saúde. Eu quero agradecer aos meus amigos e familiares que nos apoiaram nos últimos nove meses. São dias difíceis para nossa família”, salientou.
O pior país para um cristão morar
A Coreia do Norte lidera a Lista Mundial da Perseguição pelo 16º ano consecutivo. No país, direitos à liberdade de pensamento, religião, expressão e informação não são respeitados, e não há mudança para a igreja há anos: cristãos enfrentam níveis de pressão extremos em todas as áreas da vida, combinados com alto grau de violência.
Na nação mais fechada do mundo, o cristianismo é visto como ocidental e hostil e se espera que os cidadãos adorem somente a família Kim, que governa o país desde sua fundação, em 1948.
Por esse motivo, cristãos escondem sua fé até mesmo de sua própria família temendo ser presos e enviados para campos de trabalhos forçados. O exercício da fé cristã em comunidade também é afetado, já que igrejas não podem existir, e reunir-se com outros cristãos é uma atividade perigosa, bem como ler a Bíblia ou expressar a fé cristã de qualquer maneira.
Fonte: Guia-me

A PIOR PRAGA DO MUNDO SE CHAMA COMUNISMO .

Dentre todas as pragas que devastaram a humanidade, da Peste Negra ao câncer, uma das mais mortais foi uma ideia virulenta que se aproprio...