quinta-feira, 5 de setembro de 2019

Adepta ao casamento gay, Igreja Episcopal vê maior queda de membros

A Igreja Episcopal dos EUA vive declínio no número de membros e na frequência aos cultos. (Foto: Christian Hommel)
A Igreja Episcopal dos EUA vive declínio no número de membros e na frequência aos cultos. (Foto: Christian Hommel)
Igreja Episcopal dos Estados Unidos viu um declínio maior nos membros e na frequência média de culto em 2018, em comparação aos índices de 2017.
De acordo com dados do Escritório da Convenção Geral, a Igreja Episcopal viu seus membros ativos batizados caírem de aproximadamente 1.712 milhões em 2017 para 1.676 milhões em 2018.
A queda de 36 mil membros é maior que nos dois anos anteriores, quando a denominação perdeu cerca de 32.500 membros em 2017 e um pouco mais de 34.000 membros em 2016.
Em 2018, a média de participação nos cultos aos domingos diminuiu em cerca de 23.500 pessoas, sendo sua maior queda registrada desde 2014.
Enquanto na década de 1960 a Igreja Episcopal alcançou um número máximo de membros de 3,6 milhões, em 2010 o total de membros batizados ativos da denominação caiu abaixo de 2 milhões.
Jeffrey Walton, especialista anglicano no Instituto de Religião e Democracia, escreveu na terça-feira (3), esse declínio foi acelerado pela visão teológica liberal da denominação, que apoia publicamente o casamento entre pessoas do mesmo sexo e outras causas progressivas. 
“As dioceses anteriormente tradicionalistas, agora sob liderança progressiva, parecem estar se saindo especialmente mal”, escreveu Walton.
O aparente aumento no declínio de membros contrasta com relatórios anteriores sobre números, nos quais a denominação observou uma aparente estabilização de suas perdas.
Ao relatar a divulgação dos números de 2016, o Rev. Canon Michael Barlowe, diretor executivo da Convenção Geral da Igreja Episcopal, declarou que “as taxas de declínio em índices como a frequência aos domingo diminuíram”, acrescentando que “a renda congregacional por meio de doações e outras ofertas permaneceu constante”.
A publicação dos últimos números acontece um mês antes da principal reunião de líderes da denominação. O Conselho Executivo da Igreja Episcopal irá se reunir entre 18 a 21 de outubro em Montgomery, no Alabama (EUA).


GUIA ME

Benny Hinn lamenta ter pregado teologia da prosperidade: "É uma ofensa ao Senhor"

Benny Hinn ficou mundialmente conhecido por pregar a teologia da prosperidade. (Imagem: Youtube / Reprodução)
Benny Hinn ficou mundialmente conhecido por pregar a teologia da prosperidade. (Imagem: Youtube / Reprodução)
Declarando que o “Espírito Santo está farto disso”, o controverso televangelista Benny Hinn, que ficou conhecido mundialmente como um dos defensores mais ferrenhos da teologia da prosperidade, pela primeira vez em sua carreira, declarou uma rejeição total à prática.
O evangelho da prosperidade ensina, entre outras coisas, que os crentes têm direito às bênçãos da saúde e da riqueza e podem obtê-las através de confissões positivas de fé e da "semeadura" através do pagamento fiel dos dízimos e ofertas.
Falando aos internautas que o acompanhavam durante uma transmissão do Facebook Live na última segunda-feira à noite, Hinn, que há muito tempo foi criticado por seu apoio à teologia da prosperidade, declarou que "o Evangelho não está à venda".
"Lamento dizer que a teologia da prosperidade fugiu do controle. Estou corrigindo minha visão sobre teologia e todos vocês precisam saber disso. Porque quando eu leio a Bíblia agora, não a vejo mais com os mesmos olhos que via há 20 anos", disse Hinn.
"Eu acho que é uma ofensa ao Senhor, é uma ofensa dizer: ‘dê US$ 1.000’. Eu acho que é uma ofensa ao Espírito Santo colocar um preço no Evangelho. Para mim chega. Nunca mais vou pedir a vocês que entreguem US $ 1.000 ou qualquer quantia, porque acho que o Espírito Santo está farto disso”, acrescentou.
"Vocês me ouviram?", Hinn perguntou enquanto as pessoas respondiam afirmativamente.
"Acho que isso prejudica o evangelho, por isso estou fazendo essa afirmação pela primeira vez na minha vida e, francamente, não me importo mais com o que as pessoas pensam de mim", continuou ele.
A rejeição total de Hinn ao evangelho da prosperidade ocorre apenas dois meses depois que seu sobrinho, Costi Hinn, revelou em seu novo livro, “Deus, Ganância e a Teologia (da prosperidade): Como a verdade supera uma vida construída com mentiras”, enquanto sua família explorou milhões ao redor o mundo, promovendo justamente tal teologia e frequentemente trocando os chamados “milagres” por dinheiro.
“Dar a Deus era o segredo para desbloquear seus sonhos", escreveu Costi Hinn. "Era o segredo das promoções de emprego. Foi o acesso à nossa conta bancária divina. Meu tio costumava contar a história de como ele se endividou usando esse sistema de crenças. Seu sogro havia lhe dito que, para estar livre de dívidas, ele precisava pagar a Deus. Benny explicou que uma vez que ele começou a esvaziar sua conta bancária e a doar dinheiro para o ministério, o dinheiro começou a aparecer em todos os lugares! ”
Contexto
Em 2018, Benny Hinn admitiu que, à medida que envelhecia e passava a entender mais a Bíblia, percebeu que algumas das coisas que aprendeu com os pregadores quando estava crescendo não são bíblicas, incluindo a teologia da prosperidade.
Ele disse que, apesar de ter sido acusado de viver generosamente e pilotar jatos particulares no passado, não é assim que ele vive atualmente.

GUIA ME

terça-feira, 27 de agosto de 2019

CAMINHÃO TOMADO DE ASSALTO EM CONCHAL E RECUPERADO PELA EQUIPE DE POLICIA RODOVIÁRIA DE SP EM HOLAMBRA

Um caminhoneiro passou momenos de medo ao ser rendido e assaltado quando rafegava com um caminhão carregado com mais de 30 mil litros de óleo Diesel.
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Ao ser rendido o mesmo estaria passando pela cidade de Conchal , quando foi rendido e feio refem ficando em poder dos assaltantes por quase 4 horas.
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Após o assalto outro assaltante assumiu o comando do caminhão , quando foi localizado com a ajuda das câmeras de monitoramento instaladas na Rodovia SP 340 .
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O fao foi irradiado e de pronto as equipes das Policias Rodoviaria saiu em perseguição , sendo apoiados pelas equipes das policias militar e municipal
Ao sair da SP 340 o motorista do caminhão omado de assalto bateu em outro caminhão que estaria estacionando em uma garagem.
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Ao ver que não conseguiria fugir o elemento pulou do caminhão em movimento , abandonando o veiculo , que não atingiu uma residência porque o mesmo bateu em uma moita de .bambu e parou .
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De prono o motorista foi preso e agora esta prestando depoimento no plantão policial da cidade de Holambra .

IMAGENS JDB

segunda-feira, 26 de agosto de 2019

Balança comercial registra superávit parcial de US$ 30 bilhões no ano


Rio de Janeiro - Fotos do porto do Rio de Janeiro
A balança comercial brasileira registrou saldo positivo de US$ 30,963 bilhões desde o início do ano até domingo (25), informou nesta segunda-feira (26) balanço divulgado pela Secretaria Especial de Comércio Exterior e Assuntos Internacionais do Ministério da Economia. O valor representa uma queda de 16,4% com relação ao mesmo período de 2018.

No ano, as exportações totalizam US$ 144,767 bilhões e as importações, US$ 113,804 bilhões. No mês de agosto, as exportações somam US$ 14,767 bilhões e as importações, US$ 12,279 bilhões, com saldo positivo de US$ 2,488 bilhões. 
Segundo o ministério, a balança também registrou um superávit de US$ 1,078 bilhão na quarta semana de agosto de 2019. O saldo é resultado de exportações no valor de US$ 4,590 bilhões e importações de US$ 3,512 bilhões. Na comparação entre as médias de terceira e quarta semana de agosto houve um crescimento de 8,2%. 
A média diária das exportações da quarta semana chegou a US$ 917,9 milhões, contra de US$ 848,1 milhões da terceira semana. O resultado se deveu ao aumento de 21,2% nas exportações de produtos básicos, que subiram de US$ 453,8 milhões para US$ 549,9 milhões. Os destaques foram minério de ferro, petróleo em bruto, soja em grãos, milho em grãos e café em grãos.
Contudo, no mesmo período de comparação, as vendas de produtos semimanufaturados apresentaram queda de 13,9%, de US$ 110,2 milhões para US$ 94,8 milhões. O resultado foi puxado por açúcar de cana em bruto, celulose, semimanufaturados de ferro/aço, óleo de soja em bruto e alumínio em bruto. A balança também apresentou redução nas vendas de manufaturados de 3,8%, de US$ 284,1 milhões para US$ 273,2 milhões. 
Por outro lado, a queda nas importações foi resultante da diminuição de gastos, especialmente com equipamentos mecânicos, bebidas e álcool, farmacêuticos, algodão e equipamentos eletroeletrônicos. A diminuição no volume de importações foi 3,9% na comparação entre a média da quarta semana, de US$ 702,3 milhões, sobre a média até a terceira semana, de US$ 730,6 milhões. 
Apesar do resultado positivo, na comparação entre as quatro semanas de agosto de 2019 e o mesmo e do ano anterior, houve uma redução de 7,3% nas exportações. Em agosto de 2019, a balança comercial registrou US$ 868,6 milhões, contra US$ 937,1 milhões em 2018. 
"A redução refletiu a baixa de 25,6% nas vendas de produtos manufaturados, de US$ 377,6 milhões para US$ 280,9 milhões. Já as vendas de produtos semimanufaturados subiram 14,9%, de US$ 91,9 milhões para US$ 105,7 milhões. As exportações de produtos básicos também tiveram alta, de US$ 459,9 milhões para US$ 482,1 milhões (+4,8%)", disse o ministério.
O ministério disse ainda que relativamente a julho de 2019, houve queda de 0,4% nas exportações, devido à diminuição de 2,2% nas vendas de produtos manufaturados, de US$ 287,1 milhões para US$ 280,9 milhões. Já as vendas de semimanufaturados subiram 1,4%, de US$ 104,2 milhões para US$ 105,7 milhões, e as de básicos aumentaram 0,3%, de US$ 480,6 milhões para US$ 482,1 milhões.
Já nas importações, a média diária até a quarta semana de agosto de 2019 foi de US$ 722,3 milhões, 11,5% abaixo da média de agosto do ano passado, de US$ 816,4 milhões. Nesse caso, as principais reduções foram de combustíveis e lubrificantes (-35,4%), cobre e suas obras (-35,0%), veículos automóveis e partes (-23,8%), adubos e fertilizantes (-4,0%) e plásticos e obras (-3,7%).
"Em relação a julho de 2019, houve retração de 6,5% nas importações, provocada pelas quedas em aeronaves e peças (-50,5%), combustíveis e lubrificantes (-32,7%), cobre e suas obras (-26,0%), farmacêuticos (-24,1%) e plásticos e obras (-8,4%)", disse a pasta.

Casal é detido por tráfico de drogas em Serra Negra



Casal é detido por tráfico de drogas em Serra Negra
A Polícia Militar de Serra Negra apresentou na noite de sexta-feira, 23/8, duas pessoas detidas por associação e tráfico de drogas.
Segundo apurado, os cabos PM Wilson e Santiago realizavam patrulhamento na avenida João Gerosa e próximo a uma região conhecida perceberam duas pessoas apresentando nervosismo com a presença das autoridades.
Na abordagem, foram encontrados com um homem quatro pinos de cocaína e R$385, em dinheiro. Uma mulher, que estava junto ao ser informada que seria conduzida para uma revista de policial feminina retirou dos seios 15 pinos de cocaína, três pedras de crack e R$87.
As autoridades deslocaram-se para a residência do casal e encontram mais 106 pinos de cocaína e 41 papelotes com a mesa droga.
Na revista, também foram recolhidas uma tesoura, um frasco de pó branco, provavelmente utilizado para misturar com a droga e sacoles para o embalo.
Os PMs apresentaram o caso para a delegada de plantão, Leise Silva Neves que elaborou o auto de prisão em flagrante. Uma moto que era utilizado para a entrega das drogas também entregue às autoridades.
O homem ficou à disposição na Cadeia Pública de Serra Negra. A mulher foi levada para a Cadeia Feminina de Mogi Guaçu.

terça-feira, 13 de agosto de 2019

Pesquisa indica que 87% das pessoas acham conta de luz cara no país

Pesquisa indica que 87% das pessoas acham conta de luz cara no país
Um levantamento feito pela Associação Brasileira dos Comercializadores de Energia (Abraceel) em parceria com o Ibope, mostrou que 79% dos entrevistados gostaria de ter um mercado livre para escolher a sua fornecedora de energia. O percentual é 10% maior do que o obtido na avaliação de 2018. Segundo a Pesquisa de Opinião Pública 2019 sobre o que pensa e quer o brasileiro do setor elétrico, lançada hoje (12) na capital paulista, 68% dos entrevistados trocariam hoje a sua fornecedora de energia.
Os dados revelam que 87% das pessoas consideram sua conta de energia cara, número que subiu 4% em relação ao ano passado. Aqueles que consideram excessivos os impostos cobrados em sua conta de luz são 65% e 64% disseram fazer esforço para economizar energia para não atrapalhar o orçamento familiar. Para 57% da população o custo da energia cairia caso houvesse abertura do mercado.
De acordo com a Abraceel, o objetivo da pesquisa foi o de saber a opinião dos cidadãos sobre a possibilidade de escolher seu fornecedor e até mesmo de produzir sua própria energia. Foram ouvidas 2.002 pessoas, entre os dias 23 e 27 de maio, de 16 a 55 anos, em todas as regiões do Brasil.  
“Os resultados apontam um crescimento constante no interesse do brasileiro em ter liberdade de escolha. O Brasil não pode caminhar na contramão do mundo. Países desenvolvidos abriram seus mercados de energia e desfrutam de uma economia e de um crescimento de produção que o nosso mercado também merece”, disse o presidente da Abraceel, Reginaldo Medeiros. 
Segundo Reinaldo Medeiros, o mercado livre no Brasil já existe, embora restrito a grandes consumidores, que alcançaram uma economia em torno de R$ 185 bilhões nos últimos 16 anos.

Adepta ao casamento gay, Igreja Episcopal vê maior queda de membros

A Igreja Episcopal dos EUA vive declínio no número de membros e na frequência aos cultos. (Foto: Christian Hommel) A  Igreja Episcopal  do...