domingo, 19 de novembro de 2017

JACO - ISRAEL


De todos os relatos da Torá, este é um dos mais envoltos em mistério. Conta-nos a história da luta entre um ser humano e um anjo e a da outorga de um novo nome a esse homem. A luta durou apenas uma noite; no entanto, seu resultado ecoa na história humana,com reverberações até os nossos dias.
A história envolve nosso ancestral, Jacob terceiro e último dos patriarcas do povo judeu. A Torá relata que após vinte anos de trabalho em Charan, onde esteve a serviço de seu tio, Labão, Jacob fugiu com a família de volta a seu torrão natal a Terra que um dia ostentaria o seu nome. Em uma profecia, D'us ordenara a Jacob: Volta à Terra de teus pais e para a tua parentela e Eu estarei contigo (Gênese, 31:3).

Já se tinham transcorrido muitos anos desde que Jacob deixara sua terra natal. Após receber as bênçãos patriarcais de seu pai Itzhak, ele fora despachado de sua casa como forma de protegê-lo contra a ira de seu irmão Esaú. Guerreiro e caçador ávido por sangue, Esaú acusara Jacob de lhe ter usurpado as bênçãos patriarcais da progenitura e ameaça-o de morte. E naquele então, 34 anos mais tarde decorridos quatorze de estudo na Academia de Shem e de Ever e 20 anos sob o teto de Labão Jacob seguiu em direção à terra de seus antepassados, com sua família e todos os seus agregados.

Jacob percebia que seria inevitável seu encontro com o irmão. Não tinha certeza se a ira de Esaú se tinha dissipado, portanto, decidiu tentar apaziguá-lo: E enviou Jacob anjos à sua frente, a Esaú, seu irmão, à terra de Seir, ao campo de Edom (Gênese, 32:4). Aos anjos caberia dizer a Esaú que Jacob regressava a casa e lhe oferecia um grande tributo a fim de conseguir graças a seus olhos (Gênese, 32:6).

Os anjos voltaram a Jacob contando que Esaú se dirigia a seu encontro, acompanhado por quatrocentos homens. Apesar de ter recebido ordens explícitas de D'us de retornar a casa, Jacob temia o confronto iminente com o irmão. Pois que, mesmo seu pai pronunciara o futuro de Esaú: Pela espada, viverás!, profetizara Itzhak. E mais, Esaú vinha ao encontro de Jacob com um exército, o que por certo não era um indício de intenções pacíficas. A Torá nos conta que Jacob temeu muito e se angustiou... (Gênese, 32:8). Rashi explica que ele temia ser morto e angustiava-lhe a idéia de que ao se defender e defender seus entes queridos, ele poderia ter que matar outras pessoas, inclusive seu próprio irmão. Outro famoso comentarista, Ralbag, explica que para tão piedoso homem como Jacob, a perspectiva de ser forçado a matar era ainda mais angustiante do que a possibilidade de ser morto.

Jacob se prepara para o confronto de três formas: reza a D'us por salvação, prepara um suntuoso presente para apaziguar a ira de Esaú e se prepara, bem como a seu pessoal, para a batalha. E dividiu o povo que estava com ele, e as ovelhas, e as vacas e os camelos, em dois acampamentos. E disse: Se vier Esaú a um acampamento e o arrasar, terá o acampamento restante escapado (Gênese, 32:8-9). Jacob despacha, na frente, seus homens com os presentes para Esaú, ficando para trás com sua família. E então, misteriosamente, Jacob levanta-se em meio da noite, para ajudar sua família a atravessar os bancos de areia do Rio Jabok. Mas ele fica para trás.

O Talmud afirma que Jacob voltara da travessia do Jabok por ter-se esquecido de alguns utensílios de barro. Mas fica-nos a pergunta: por que Jacob, que sempre se fazia acompanhar por uma legião de anjos, optou por permanecer sozinho na outra margem do Jabok, naquela noite? Teria necessitado de silêncio e tempo para pensar e se preparar para o encontro iminente com seu irmão? Teria desejado fazer uma introspecção sobre sua própria vida, ao perceber que poderia perecer no confronto? Ou teria, conscientemente, ficado só, sabendo que estava para se defrontar com um inimigo ainda mais assustador que seu irmão? Tendo-o previsto ou não, naquela noite às margens do Rio Jabok, Jacob estava prestes a vivenciar uma guerra espiritual sem proporções. Em nenhum outro momento de sua vida estaria tão só e, ao mesmo tempo, tão acompanhado. Pois que a seu lado estariam todos os seus futuros descendentes, cuja existência e sobrevivência dependiam exclusivamente de sua vitória.

E Jacob luta com o anjo

E ficou Jacob só, e lutou um homem com ele, até levantar-se a aurora (Gênese, 32:25). Um único verso na Torá, descrevendo a luta que durou até o amanhecer, mas durante a qual nenhum dos dois personagens proferiu uma palavra sequer. Quem era o homem que lutou com Jacob? Contam os sábios que era o anjo guardião de Esaú saró shel Esav disfarçado de ser humano.

O anjo de Esaú não conseguiu derrotar Jacob, apesar de deixá-lo fisicamente marcado. A Torá, novamente, reveste de mistério o relato do ocorrido: E viu o anjo que não podia com ele [Jacob], e tocou-lhe na articulação de seu quadril; e deslocou-se a junção da coxa de Jacob do quadril, em sua luta com ele (Gênese, 32:26). O ferimento de Jacob tem forte significado pois nos deixou uma importante lei de cashrut: Por isso não comem os filhos de Israel o tendão encolhido que está sobre a articulação da coxa, até este dia, pois tocou [o anjo] na articulação da coxa de Jacob, no tendão encolhido (Gênese, 32:33).

Mas, apesar de ferido, Jacob prevaleceu. O homem que fugira de casa, que fugira com toda a sua família da casa de seu tio inescrupuloso, em Charan, e que temera confrontar seu irmão, lutara com um anjo e sobrevivera. Naquela noite, às margens do Jabok, talvez pela primeira vez em sua vida, Jacob não tivera chance de fugir. E aquele tinha sido o momento da virada em sua vida, o seu momento de decisão: lutar e vencer ou morrer. E com vida, saiu. O adversário, derrotado, pediu, ou melhor, implorou que o deixasse partir: E disse [o anjo], Despacha-me, que vem rompendo a aurora (Gênese, 32:27). De súbito, a Torá nos oferece aquilo que os franceses chamariam de um coup de théâtre uma mudança drástica e inesperada dos acontecimentos: a vítima se torna o herói, ao passo que o algoz se torna o refém. Jacob deveria ter ficado aliviado pelo fato de o anjo querer partir, mas, pelo contrário, manteve-o sua presa, não o deixando partir. Jacob se recusou a libertar o anjo sem primeiro receber uma bênção. Vejamos partes desse diálogo, de acordo com o Midrash:

-"Não posso ficar", diz o anjo, "não há tempo". Já rompe a aurora e tenho que partir.

-"Tens medo da aurora? Por quê? És, por acaso, ladrão? Jogador noturno, talvez?", perguntou-lhe Jacob.

-"Não, mas esperam-me na Corte Celestial para cantar louvores a D'us".

-"Há outros anjos nos Céus. Que cantem eles, e não tu", disse Jacob.

-"Mas, se hoje cantarem sem mim, hão de me dizer: 'Por não teres vindo ontem, não fazes mais parte de nossa corte".

-"Os anjos que visitaram meu avô, Abrahão, abençoaram-no antes de partir. Terás que fazer o mesmo comigo".

-"Não posso. Aqueles foram enviados com esse propósito, mas eu não posso fazer algo que não me foi ordenado".

-"Então não partirás. Ou me abençoas ou não te deixo partir".

O anjo, percebendo que tinha menos poder do que Jacob, decide abençoá-lo. E essa bênção foi a outorga de um novo nome: um nome que, durante muitas gerações, iria simbolizar a luta e a resistência. E disse-lhe [o anjo], "Não, Jacob não mais será teu nome, senão Israel, pois lutaste com [o anjo de] D'us e com homens e venceste" (Gênese, 32:29).

E é por essa razão que nosso antepassado Jacob se tornou Israel. O nome Israel pode significar aquele que luta com o Divino ou aquele que luta pelo Divino. Pode, ainda, ser definido como aquele que será grandioso perante D'us. Todas essas definições são apropriadas para o terceiro patriarca do povo judeu e para os seus descendentes. Estes freqüentemente viriam a lutar com o Divino, por discordar de Seus decretos e determinações. Mas, ao mesmo tempo, Israel iria sempre lutar pelo nome de D'us, fazendo sacrifícios indescritíveis para cumprir Seus mandamentos e santificar Seu Nome. A grandeza de Israel do nome, do homem que o ostenta e de seus descendentes é ainda mais evidenciada quando o Eterno usa a mesma denominação para identificar a Si Próprio. Após esta passagem, ao longo de toda a Torá, o Criador freqüentemente Se autodenomina o Eterno, D'us de Israel.

Ao amanhecer, após ter sua vontade prevalecida sobre a do anjo e ter sido abençoado, Jacob tornou-se um homem diferente. O erudito íntegro era agora também um guerreiro. A força de Jacob leva o nome Israel, ensina o Midrash. Antes de partir, o anjo diz a Israel: “Sou uma criatura celestial e tu me derrotaste. Portanto, não tens razão para temer Esaú. Certamente o vencerás. Pois agora, Israel poderia enfrentar seu irmão e, se necessário fosse, “enfrentar o fogo com o fogo e, ainda, prevalecer.

Mas, contudo, muito de Jacob permaneceu no íntimo de Israel. O guerreiro ainda era amante da paz, alguém que só lutaria para defender a si e aos outros. E pouco depois da luta com o anjo, Israel defrontou-se com seu irmão e, apesar de seu poder recém-descoberto, diante do irmão ele se humilhou. E os irmãos se lançaram nos braços, um do outro, e juntos derramaram as lágrimas daquela separação. No entanto, há diferentes interpretações para a reação de Esaú. Teria sido um momento de compaixão pelo irmão ou chorara movido pela raiva e pela frustração? Esaú, que por tanto tempo planejara o momento de matar Jacob, tinha percebido que não poderia triunfar sobre Israel.

Mas, apesar daquele pacífico reencontro, sua confrontação não terminaria naquele momento. Apenas fora adiada. O terceiro patriarca do povo judeu prosseguiu em direção à terra de seus ancestrais, presente eterno de D'us a seus descendentes, a partir dele nomeados: a Terra de Israel. Mas, nas gerações futuras, em diferentes locais, em guerras que durariam muito mais do que aquela de uma noite, seus filhos iriam enfrentar os descendentes de Esaú. O anjo do mal iria lutar contra os descendentes de Jacob através da história, até a aurora da salvação. (Midrash Lekach Tov). 

E, deveras, há apenas uma geração, na história de nosso povo, a confrontação suprema entre Jacob e Esaú voltou a ocorrer. Como seu pai, os filhos de Jacob foram deixados sós abandonados por todas as nações durante aquela noite uma longa noite de grande escuridão moral e física no mundo. O que Esaú e seu anjo protetor não conseguiram, seus descendentes têm tentado realizar: aniquilar os filhos de Jacob. E a história se repete: o povo judeu emerge ferido, abatido após perder legiões de seus membros, mas sobrevive. E, vivo, retornou à sua amada pátria ancestral. E, a contragosto, as nações do mundo o abençoaram com o nome Israel, uma denominação muito própria para um povo que, em tão curto período de tempo, se tornou conhecido por seu poderio militar.

Um homem de dois nomes

O avô de Jacob, primeiro patriarca do povo judeu, também vivenciou a troca de seu nome. Originalmente chamado Avram, também ele foi abençoado com a outorga de um novo nome: Avraham. O Talmud afirma que é um mandamento positivo chamá-lo Avraham, enquanto que chamá-lo de Avram é negativo somos proibidos de fazê-lo. No entanto, o mesmo não se aplica a nosso terceiro patriarca. O último trecho do primeiro livro da Torá diz: E viveu Jacob na terra do Egito 17 anos... (Gênese, 47:28). Outros versículos da Torá combinam ambos os nomes do terceiro patriarca judeu. Por exemplo: E estes são os nomes dos filhos de Israel que vieram ao Egito com Jacob (Êxodo, 1:1). Jacob tornou-se Israel, mas Israel permanece sendo Jacob.

Na Amidá (Shmone Esre), uma prece tão importante que a ela se refere o Talmud como a oração, dirigimo-nos ao D'us de Avraham, Itzhak e Jacob não de Israel. Há uma razão para tal. Naquela noite sobre o Rio Jabok, nosso antepassado compreendeu que há momentos em que Jacob se deve tornar Israel. Se confrontado com um adversário, seja físico ou espiritual, um judeu não tem escolha senão lutar e vencer. No entanto, a missão do povo judeu é trazer ao mundo uma era de paz, de júbilo e de prosperidade para toda a humanidade; uma era em que a Terra toda se encherá do conhecimento do Senhor D'us, como as águas cobrem o mar (Isaías, 11:9).

Concluímos a Amidá orando pela paz e pedindo a D'us que reerga o nosso Templo Sagrado e nos dê uma parte em Sua Torá. Portanto, nada mais próprio do que iniciar a mesma oração dirigindo-nos ao D'us de Jacob, não de Israel. Pois nossa oração suprema é o desejo de que logo venha o dia em que Israel possa deitar as armas e voltar a ser Jacob um homem íntegro, que habita em tendas e nelas estuda a Lei de D'us (Gênese, 25:27).

OVELHAS - QUEM SÃO ?

     No capítulo 34 do livro do profeta Ezequiel, o Senhor faz uma relação de tipos de ovelhas e acusa os pastores de Israel (os sacerdotes) de estarem negligenciando o devido cuidado que as ovelhas necessitavam: Assim se espalharam, por não haver pastor;  e tornaram-se pasto a todas as feras do campo... (v. 6). 
            Após descrever o estado de abandono das ovelhas de Israel, Deus faz uma promessa: E suscitarei sobre elas um só pastor para as apascentar, o meu servo Davi... (v. 23).  O Deus Eterno se referiu a Jesus, o Filho de Davi, o nosso pastor!  Ele veio ao mundo para arrebanhar as ovelhas dispersas e para oferecer a elas um abrigo e o devido tratamento (Heb 13:20, I Pe 2:25, 5:4).
            A Igreja, Corpo de Cristo, que tem Jesus como seu Sumo-Pastor, deve estar apta a líder com todos os tipos de ovelhas descritos em Ez 34:4 e 16 e em Is 40:10 e 11:
            a) Ovelhas perdidas:  São milhões e estão espalhadas pelo mundo.  A Igreja tem que procurá-las, movida pela compaixão (leia Mt 9:36-38).
            b) Ovelhas desgarradas:  As que já foram do rebanho de Jesus, mas iludiram-se com o mundo, ou decepcionaram-se com o rebanho.  A Igreja tem que procurar buscá-las (leia Lc 15:3 e 4).
            c) Ovelhas fracas:  São do rebanho mas não têm como prosseguir sem auxílio.  As ovelhas fortes têm que suportar suas fraquezas e praticar tudo o que for bom para edificá-las (leia Rm 15:1 e 2).
            d) Ovelhas doentes:  A Igreja é um hospital que trata dos males que afligem a alma humana.  A terapia ministrada resultará no desfrutar das bênçãos conquistadas para nós na cruz:  vida em abundância (Jo 10:10), paz de Cristo (Jo 14:27 e 16:33) e alegria de Cristo (Jo 15:11 e 17:13).
            e) Ovelhas quebradas:  São irmãos que caíram em tentação e que precisam de tratamento para corrigir as fraturas (leia Gl 6:1 e 2).
            f) Ovelhas gordas e fortes:  Ez 34:18-21 contém reprimendas de Deus àquelas ovelhas egoístas, que maltratavam as fracas, impedindo-as de comerem e beberem.  A Igreja é um lugar onde as ovelhas aprendem a amar como o Pastor!
            g) Os cordeirinhos:  Em Is 40:10, o Senhor afirma que “entre os seus braços os recolherá”.  A Igreja deve dar às crianças o carinho, o cuidado, o valor que o próprio Jesus demonstrou (leia Mt 19:13-15).
            h) Ovelhas procriadoras:  O mesmo texto em Isaías descreve o cuidado do Sumo-Pastor pelas ovelhas que geram outras ovelhas: ele as guiará mansamente.  A Igreja precisa despertar, incentivar e treinar as ovelhas a serem multiplicadoras (leia Jo 4:35-37).

PASTOR LANÇA O KIT HERESIA E PROMETE . AGORA SUA VIDA VAI FICAR LIMPRA .

O pastor , Enganacio Mutuos lançou nessa  semana um super kit na igreja que dirige na cidade do Fundão .
Ministério aCeita .
Um super kit , composto de uma vassoura , uma pá  e  um rodo .
KIT DA LIMPEZA CELESTIAL.
Onde ele disse que o kit revelado pelo anjo  , que o visitou e  mandou que ele fizesse e  vendesse cada kit por apenas mil reais .
VASSOURA AFASTA CAPETA .
PASSA O RODO NO CAPETA .
E  A  SUPER PÁ , JOGA FORA NO LIXO .
O pastor Enganacio informou que o anjo também mandou que todos irmãos da igreja ajude a  vender esses  kits , pois somente assim seus kits serão validados no céu .
Já tem irmãos que venderam 30  kits cada um , e  os kits deles já foram carimbados pelo anjo , pois quanto mais kits se vende , mais carimbo do anjo no kit deles .
Pastor Enganacio informa que esta em oração de novo para receber uma nova revelação , e  adianta alguma coisa .

Agora vamos lançar  a  imobiliária celestial .
Onde vamos revender , com autorização do anjo heregius fumulus  os terrenos no céu .
Somente estamos esperando o anjo falar qual quadra do céu poderemos começar  a  vender.
Ele convida a  todos que gostam de serem levados a  viverem suas doutrinações a não esquecerem da contribuição da semana da carteira cheia .


Informações somente para quem adquirir o kit .
obs. não damos informações pela net . Somente para quem tiver o comprovante da compra do kit.



 

Pastor de 60 anos disse que Deus, “após longa conversa”, mandou se casar com menina de 12 anos.

 

Sim, meus irmãos, um Pastor Evangélico da cidade de Chalco, no México, anunciou nas redes sociais que Deus havia lhe ordenado que se casasse com uma menina de 12 anos.
Segundo o Pastor, a decisão veio após uma longa conversa com Deus, a qual durou a noite inteira.
O nome do Pastor é Jorge Villareal, o mesmo anunciou o tal compromisso em julho desse ano.
Entretanto, já foram divulgadas notícias em sites da região onde mostram que esse seria o quarto casamento do Pastor, alegam que o mesmo faz isso quando tem as tais “conversas com Deus”.
Veja o que ele diz:
“Tive que repudiar 3 mulheres que eram minhas esposas, cada uma em seu próprio tempo. Muitos se escandalizaram por isso e ficam dizendo: “Tantas mulheres!” Eles apenas me veem de uma posição confortável para suportar o pecado e cometer injustiça diante de Deus. Contudo para Deus é muito mais grave do que se vê”, disse.
Ainda segundo o Pastor, a encomenda veio de Deus porque sua mulher anterior o traiu (com quem esteve casado por 14 anos), e que hoje aprova a união do Pastor com a menina de 12 anos.
Villareal disse que no início relutou com o que Deus o mandou fazer, mas que entendeu ser uma “injustiça diante de Deus” caso o desobedecesse e não casasse com a criança.

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Pastor se casará con niña de 12 años “por orden de Dios”


Un pastor evangélico de 60 años anunció su matrimonio con una niña de 12 años a través de su perfil en las redes sociales, el religioso dijo que había tomado esta decisión debido al “llamado que le hizo Dios”, con quien supuestamente mantuvo una plática durante toda una noche.

Jorge Federico Rico Villareal, pastor de una comunidad religiosa de Chalco en el Estado de México anunció su compromiso con Karla, una menor de solo 12 años cumplidos en julio pasado a través de su perfil en Facebook. Según el portal La Silla Rota, este sería el  cuarto matrimonio de Villareal quien ha realizado esta suerte de “cambio de esposa” cuando sus supuestas pláticas con dios así se lo requieren.
“He tenido que repudiar a 3 mujeres que fueron mis esposas, cada una en su tiempo. Muchos se escandalizan de ello y expresan: ¡Tantas mujeres!; porque lo que ellos ven es solamente una posición cómoda de soportar el pecado, la injusticia delante de Dios. Más para Dios, [Sic] es mucho más severo de lo que se ve”.
12 Años, Menor de Edad, Niña, Pastor, Matrimonio, Chalco
El pastor y su ahora ex esposa dieron de baja sus pefiles de Facebook (Facebook)
El pastor dijo que la encomienda de Dios surgió a raíz de una infidelidad de su más reciente esposa, una mujer con la que ha vivido 14 años y quien al parecer, aprueba de esta nueva unión con humildad y alegría, al punto en que llegó a incitar a los feligreses a apoyar esta nueva unión.
“Hoy en día da gozo en verdad de conocer a la hermosísima sierva que Dios le ha escogido a su hijo y mi amigo (su esposo), sé que ella será su ayuda idónea, una mujer en la cual la gracia  del Señor será derramada y que le dará hijos tremendamente hermosos.”
Villareal explicó que desde su punto de vista, no contraer matrimonio con la menor sería una “injusticia ante Dios”, pues la idea no fue tomada por él sino por Dios.
“Dios ha escogido a una jovencita para que sea mi esposa. Señor: ¿Por qué ella? Y hoy, hablando en la madrugada con él, me hizo ver que la mujer que él escogió es de temprana edad y me la entrega a mí para que yo la santifique, la edifique, para que ella no me contamine como las demás me llegaron a contaminar, por lo cual le dije: Amén, Señor, así será.”
Los usuarios de las redes sociales contestaron airadamente en contra del anuncio por lo que exigieron a las autoridades que se investigara el caso.
Miriam Linda González Aceves, mujer con quien Villareal lleva casado 14 años expresó que todo el caso se desarrollo a raíz de sus comportamientos erróneos ante Dios.
“Yo fui muy obstinada, negligente, rebelde y contumaz, en una palabra, muy estúpida, no entendí a Dios, no supe honrarle y amarle con todo mi ser a pesar de que él tenía promesas y planes muy fuertes en mi vida, por lo cual llegué a colmar al Señor y habiendo ya peligro de que por mis insensateces yo provocase la muerte de su siervo, el Señor escuchó su oración y determinó que yo ya no fuese su esposa, sino que fuese repudiada.”
El pastor afirmó que las jovencitas que no han tenido relaciones sexuales a los 15 son vistas como “quedadas”, por lo que su labor supuestamente es un menester benéfico.
“Hoy en día llegan a las instituciones de salud niñas embarazadas de 10,11 y 12 años, y la mujer que llega a los 15 años sin haber tenido relaciones sexuales, para el mundo ya es una quedada, eso es lo que no quiere Dios, pues esas jovencitas, aunque les digan niñas, son señoras, quien entrega su himen dejó de ser señorita.”
La comunidad digital estalló con irá en los comentarios por lo que esta citada publicación fue eliminada.
El cura afirmó que el amor entre la niña de 12 años y él es mutuo y consentido, y que pese a los reportes de la prensa, no planea consumar el matrimonio sino hasta que ella cumpla los 18 y con su consentimiento.
“Luego entonces, es menester juzgar las cosas espiritualmente y no carnalmente; lo que ve Dios es el corazón, si una jovencita quiere amar a Dios, quiere servirle a y anhela ser guiada por alguien que le va a ser instructor, su protección, su sustentador y su amor (porque se enamoró de él), ¿en dónde está el pecado?.”
Los perfiles del pastor Jorge Federico Rico Villareal y de su esposa Miriam Linda González Aceves, fueron dados de baja al poco tiempo de recibir respuestas negativas de parte de los usuarios de Facebook.
Con Información de: La Silla Rota
 

sábado, 18 de novembro de 2017

ESCRAVIDÃO . A HISTORIA QUE NINGUÉM CONTA . ACORDA PARA A VERDADE .

Você sabia que quem escravizava os negros eram os próprios “negros”??? Isso mesmo, no artigo de hoje você vai descobrir como os brancos compravam escravos na África e quem é que vendia estes escravos para os americanos, e europeus, incluindo os portugueses.
Nos Estados Unidos, os cidadãos de ascendência africana freqüentemente lembram aos cidadãos brancos o longo tempo de privação de liberdade e direitos que os escravos negros passaram. Seguindo o modelo americano, os negros brasileiros cobram a mesma atenção. A venda e compra de escravos, na América do Norte e do Sul, foi realmente uma das maiores crueldades da História humana. A partir do século XVI, comerciantes brancos compravam negros de mercadores para transportá-los e vendê-los no continente americano. Houve participação de três raças ou culturas: Na própria África, negros aprisionavam negros de outras tribos e os vendiam aos mercadores africanos e árabes muçulmanos, que por sua vez os vendiam aos compradores brancos da América do Norte e do Sul.

Impacto Religioso

Nos Estados Unidos, muitos proprietários de escravos, com todas as suas imperfeições, se esforçaram para converter seus escravos para o Cristianismo. Provavelmente, é por causa desses esforços que a grande maioria dos negros americanos descendentes de escravos não segue religiões africanas como o candomblé — religiões que são muito populares no Brasil. Os resultados foram obviamente positivos, pois os escravos abraçaram o Cristianismo e compuseram alguns dos hinos evangélicos americanos mais lindos. Assim, os africanos que eram levados para os EUA acabavam abandonando suas raízes religiosas pagãs. Tal fenômeno não ocorreu em países como o Brasil, aonde os africanos chegaram e em grande parte transmitiram para seus descendentes e para a sociedade suas tradições religiosas, que agora fazem parte da cultura brasileira. Essas tradições — que não tiveram impacto na cultura americana — ganharam centenas de milhares de adeptos na população não negra do Brasil. Em termos estritamente bíblicos, o forte peso espiritual dessas tradições pode estar seriamente contribuindo, principalmente para a população negra brasileira e outros afetados por sua espiritualidade ocultista, para os mesmos problemas de condição de pobreza e miséria que já provocavam na África.
De uma perspectiva puramente bíblica (sem negar a realidade negativa da escravidão), os negros americanos escaparam do destino cruel de seus parentes na África, que viviam nas trevas e estavam condenados a uma eternidade sem Deus. Antes de seu primeiro contato com os compradores brancos de escravos no século XVI, os países negros do continente africano já viviam na ignorância, na pobreza, nas religiões ocultistas (que envolviam sacrifícios sangrentos) e no sofrimento, inclusive escravidão entre seus próprios povos. Com tanta escuridão e escravidão espiritual e social, não havia muita esperança de progresso, espiritual ou material. Assim, antes da chegada dos brancos, já havia escravidão na África. Mesmo que os brancos abandonassem completamente a África, multidões de negros continuariam sofrendo opressão e escravidão — de outros negros. De modo particular, o contato com os americanos e ingleses brancos foi consideravelmente benéfico, pela importante oportunidade que proporcionou aos africanos de conhecerem uma realidade espiritual melhor, embora a escravidão tenha sido inegavelmente uma condição trágica. Não há dúvida de que teria sido muito melhor se eles tivessem recebido essa oportunidade sem precisar sofrer como escravos, porém destino pior tiveram os africanos que foram levados para o Oriente Médio, onde foram forçados a se “converter” para o islamismo, ficando sem nenhuma chance de conhecer o Evangelho da libertação.
Assim como no caso dos africanos, o hebreu José também foi injustamente vendido, por seus próprios irmãos, para ser escravo no Egito. Mas ele não passou o resto de sua vida lamentando e reivindicando direitos perdidos. Ele foi fiel a Deus e com sua bênção ele se tornou governador do Egito, que era um dos países mais importantes daquele tempo. No caso dos negros americanos, é possível que a escravidão tenha trazido, espiritualmente, mais vantagens do que desvantagens, colocando-os em contato com muitos toques especiais de Deus, em diversas épocas. Sabe-se, por exemplo, que o movimento pentecostal começou nos EUA entre pobres e negros. De modo semelhante, no Brasil o pentecostalismo vem abençoando essas populações específicas desde o começo. Sua origem tão humilde pode explicar o motivo por que a sociedade sempre demonstrou preconceito contra as igrejas pentecostais, que com a graça de Deus reagiram com amor às piores hostilizações e provaram que só o amor de Cristo vence o preconceito e ganha o coração dos preconceituosos. É no pentecostalismo que muitas pessoas socialmente marginalizadas conseguiram, pelo poder de Cristo, experimentar mudança para melhor em seu padrão de vida moral, espiritual e financeiro. Desde o começo do século XX, negros têm subido à liderança de igrejas pentecostais, sem nenhum impedimento e sem nenhuma imposição de leis governamentais que privilegiam as minorias com o sistema de quotas. Cada pessoa, negra ou não, assumia funções importantes, inclusive pastorais, somente de acordo com sua capacidade, esforços pessoais, integridade moral e talentos espirituais, não de acordo com políticas compulsórias que, em nome de uma igualdade racial, favorecem uma raça contra outra.

O Papel dos Muçulmanos Africanos na Escravidão de Negros e Brancos

Houve então, mesmo em meio a uma situação adversa, oportunidade favorável de transformação religiosa na vida dos escravos, pelo menos no caso dos africanos que foram levados para os EUA. Hoje nem todos conhecem e entendem essa realidade, ou o papel que muçulmanos e negros de tribos guerreiras desempenharam na venda e compra de escravos. A maioria dos grupos muçulmanos e grupos negros de pressão política que utilizam certas situações do passado para reivindicar certos direitos demonstram desconhecimento da história da escravidão. O fato é que os cristãos brancos compravam escravos negros vendidos por mercadores muçulmanos africanos, que os adquiriam de tribos africanas que travavam guerras contra outras tribos, matando, estuprando, saqueando e capturando os sobreviventes para vendê-los como escravos. Embora tente mostrar que é a favor da igualdade racial, o islamismo tem grande participação e culpa no comércio de escravos. Contudo, os muçulmanos do Norte da África fizeram muito mais do que só se envolver no aprisionamento e escravização de negros: Eles atacavam os litorais da Europa para capturar brancos e vendê-los nos grandes mercados de escravos da África.
De acordo com o Professor Robert Davis, da Universidade de Ohio, os muçulmanos africanos não se limitavam a transformar em escravos apenas os europeus capturados em guerra. No período entre 1530 e 1780, eles atacavam e aterrorizavam sistematicamente os litorais da Europa no mar Mediterrâneo em busca de pessoas para vender como escravas nas cidades africanas de Argel, Tunis e Trípoli. O Professor Davis escreveu que mais de um milhão de europeus foram levados à força para a África. O Mediterrâneo veio a se tornar um “mar de medo” para os europeus que viviam perto dos litorais, principalmente camponeses, trabalhadores de fazendas e pescadores. Até mesmo grandes cidades como Barcelona, Genova e Nápoles não estavam a salvo de invasões e ataques de corsários muçulmanos. Esses piratas caçadores de escravos chegaram até mesmo a atingir regiões litorâneas do oceano Atlântico: Em 1627, quatrocentos habitantes da Islândia (país europeu com população evangélica branca de cabelo loiro e olhos azuis) foram aprisionados e transportados como escravos para a África, para nunca mais voltarem. Em 1631, os habitantes de uma vila inteira na Irlanda foram atacados de surpresa e capturados pelos africanos. De acordo com o jornal inglês Guardian Unlimited: “Milhares de cristãos brancos eram seqüestrados anualmente para trabalhar como escravos remadores de galeras, trabalhadores braçais e amantes dos senhores muçulmanos no que é hoje o Marrocos, Tunísia, Argélia e Líbia”.[1]
 
Escrava branca na mão de um africano muçulmano
A vida dos escravos brancos na África não era melhor do que a vida dos negros africanos no continente americano: eles eram obrigados a trabalhar em casas, fazendas, pedreiras, minas de sal e construção de estradas, ficando reservado às jovens brancas o “trabalho” de servir sexualmente os africanos. Todos sofriam torturas para se converter ao islamismo e estima-se que metade deles morria no cativeiro devido a rações de péssima qualidade, trabalhos pesados, surras e pragas. No século XVIII algumas nações européias começaram a pagar resgate para libertar alguns europeus escravizados na África. Os países europeus que não queriam ser alvo de ataques de piratas muçulmanos africanos eram obrigados a pagar uma pesada taxa anual. Até mesmo o Império Britânico, com sua grande marinha, não se aventurava a enfrentá-los militarmente, talvez também por causa de suas amargas experiências do passado. Só entre 1609 e 1616, 466 navios ingleses foram capturados. Entre 1677 e 1680, outros 160 navios ingleses foram aprisionados pelos muçulmanos africanos. Nas décadas seguintes, os ingleses continuaram sofrendo perda de ainda outros navios, cujas tripulações e passageiros foram igualmente escravizados, até que, humilhado, o poderoso Império Britânico reconheceu a necessidade de pagar as taxas anuais exigidas pelos piratas africanos.
A captura, venda e compra de escravos europeus nos mercados da África sofreram um duro golpe quando os EUA, no começo de 1800, corajosamente agiram  de um modo que nenhuma grande nação da Europa ousara tentar. Em resposta às ações de corsários africanos que capturaram um navio americano no mar Mediterrâneo e escravizaram a tripulação, os EUA — que na época nem tinham uma marinha — encomendaram a construção de três navios. Com essa pequena marinha recém-formada, eles travaram guerra contra os poderosos países muçulmanos do Norte da África. Na primeira grande ação militar internacional dos EUA, um pequeno número de soldados americanos invadiu esses países, prevaleceu sobre seus inimigos e exigiu a emancipação de todos os escravos europeus cristãos.
A pirataria e a escravidão dos africanos muçulmanos contra os europeus só terminaram definitivamente quando os franceses, os espanhóis e os italianos colonizaram os países do Norte da África e exterminaram as bases de operações dos mercadores de escravos. No entanto, com o fim da colonização algumas nações africanas — como o Sudão — voltaram aos velhos hábitos, escravizando homens, mulheres e crianças de seus próprios povos. No Sudão moderno, centenas de milhares de cristãos negros têm sido estuprados, escravizados ou mortos por sudaneses muçulmanos, que controlam o governo.

A Escravidão Sempre Existiu, em Todos os Povos

A escravidão não teve origem na Bíblia, que apenas a regulou e humanizou. Essa prática está ligada a todas as raças desde os tempos mais antigos. Sobre essa questão, comenta Thomas Sowell, um americano negro e professor universitário: “Os europeus escravizaram outros europeus durante séculos antes que o esgotamento de escravos brancos os levasse a recorrer à África como fonte de escravos para o Hemisfério Ocidental. O imperador romano Júlio César marchou em Roma numa procissão que incluía escravos britânicos capturados. Duas décadas depois que os negros foram emancipados nos Estados Unidos, ainda havia escravos brancos sendo vendidos no Egito. A mesma história se repete na Ásia, África, entre os polinésios e entre os povos indígenas do Hemisfério Ocidental. Nenhuma raça, país ou civilização está isento de culpa”.[2] Sowell também diz: “A escravidão era um negócio feio e sujo, mas indivíduos de praticamente todas as raças, cores e credos estavam envolvidos nela em todos os continentes habitados. E as pessoas que eles escravizavam também eram de praticamente todas as raças, cores e credos”.[3]

O Professor Robert Davis explica essa questão: “Umas das coisas que o público e os estudiosos têm a tendência de fazer é ver como fato garantido que a escravidão sempre teve natureza racial — que só os negros eram escravos. Mas isso não é verdade. Não podemos pensar na escravidão como algo que só os brancos fizeram para os negros”.[4] A maioria das sociedades de 1, 2, 3 ou 4 mil anos atrás aceitava de uma forma ou outra a escravidão. E é bom lembrar que na Europa brancos escravizavam brancos, na Ásia asiáticos escravizavam asiáticos, nas Américas índios escravizavam índios e na África negros escravizavam negros, tornando a maior parte da população mundial de hoje (independente de origem racial) descendente de escravos, pois o sistema social de trabalho forçado era comum a todos os povos. Não havia os que aceitavam e os que não aceitavam a escravidão. Havia só dois grupos:
* A maioria: os pagãos, ateus e anticristãos que eram de modo geral cruéis com os escravos.
* A minoria: os que, obedecendo ao que Deus diz na Bíblia, eram de modo geral bondosos com eles.
Onde a escravidão era praticada por muçulmanos e outras culturas não cristãs, dificilmente havia esperança de misericórdia para os oprimidos. Ainda que hoje os muçulmanos não mais empreendam o aprisionamento e venda de negros e brancos como escravos, sua falta de compaixão pouco diminuiu, como se pode comprovar nos cruéis atos terroristas e seqüestros e assassinatos sádicos de reféns inocentes, praticados por indivíduos que se consideram adeptos de uma “religião de paz”, mas que desde os tempos da escravidão vem trazendo, através de seguidores fanáticos, opressão e terror para a humanidade.
No continente americano, antes da vinda de Cristóvão Colombo, a situação não era melhor. Pessoas capturadas, mesmo crianças, nas guerras entre as tribos indígenas muitas vezes acabavam escravizadas, ou engordadas para servirem de alimento para seus captores canibais ou simplesmente utilizadas em sacrifícios humanos. Tanto homens como mulheres aprisionados eram estuprados, pois o homossexualismo era comum nas tribos. O tratamento desses índios nas mãos de outros índios era tão cruel que as vítimas viram Colombo como herói, quando ele venceu as tribos canibais e libertou os índios que estavam sendo mantidos presos para serem devorados. Os índios libertos receberam o “invasor” com muita alegria.

Evangélicos contrários à Escravidão

Se não havia muita esperança de misericórdia nas culturas não cristãs, as condições eram mais favoráveis a mudanças nos países cristãos. Afinal, foi exatamente nesses países que Deus levantou grupos evangélicos contra a escravidão. Provavelmente, foi por causa do trabalho e intercessão desses grupos que pessoas como John Newton (1725-1807) se converteram a Cristo. Newton era capitão inglês de um navio de transporte de escravos e experimentou uma transformação tão profunda em sua vida que ele acabou escrevendo o famoso hino Amazing Grace (Graça Maravilhosa), onde ele conta como Deus pôde salvar um miserável como ele.
Embora a escravidão fosse universalmente aceita e não tenha começado na Bíblia, foram pessoas que criam na Bíblia que deram origem ao movimento de libertação dos escravos, primeiramente emancipando os europeus que estavam condenados a trabalhos forçados, tanto na Europa quanto no continente americano. Depois, veio o tremendo esforço de cristãos brancos para combater a escravidão nos países pagãos e ajudar os africanos que foram usados para preencher a lacuna que os escravos brancos deixaram. A iniciativa mais eficaz para ajudar os negros escravos veio sob inspiração do branco evangélico William Wilberforce (1759-1833), que fundou a Sociedade Anti-Escravidão, na Inglaterra, no começo do século XIX.

Os Aproveitadores

Não foram os pagãos, nem os ateus e nem os anticristãos que começaram a luta para libertar os negros da escravidão, embora hoje tentem dar essa impressão, querendo assumir o papel de defensores dos descendentes de escravos (só dos negros, não de outras raças), mas se esquecendo de que os indivíduos daquele tempo que tinham idéias pagãs, ateístas e anticristãs como eles é que apoiavam forte e cruelmente a escravidão. Eles também parecem não se importar com o fato de que na atual África e em muitos países comunistas e muçulmanos a escravidão está bem viva. De fato, esses pseudodefensores dos descendentes de escravos demonstram muito pouco interesse pelos oprimidos dessas nações. Pelo contrário, quem está levantando novamente a voz em defesa desses oprimidos são grupos cristãos. Com a ajuda de Deus, eles conseguirão a abolição do trabalho escravo no Sudão e nos países comunistas, cuja situação de injustiça vem sendo denunciada há muito tempo por evangélicos. Seria apenas lamentável que os ateus e anticristãos daqui a algum tempo se levantassem, mais uma vez, para alegar que foram eles os responsáveis por essa abolição.
Os socialistas, os ateus, os humanistas e os anticristãos impõem a escravidão em países comunistas como China e Coréia do Norte. Na China, um número incontável de pessoas desarmadas contrárias ao comunismo e cristãos inocentes, tanto evangélicos quanto católicos, são torturados, mortos ou, na melhor das hipóteses, enviados para os laogais, que são os campos de “reeducação mediante trabalho”. Nesses campos, os prisioneiros são obrigados a trabalhar longas horas diárias, sete dias por semana, em indústrias controladas pelos militares, cuja ambição é levantar recursos para construir a maior força militar do mundo. Pelo fato de que não precisam pagar “empregados” e impostos, os produtos chineses são vendidos a preços bem baixos no mercado mundial. Na década de 1990, havia mais de mil laogais em toda a China.
Em países como o Brasil os socialistas, os ateus, os humanistas e os anticristãos fazem belas propagandas culturais de si mesmos como “campeões” das minorias, tratando a questão da escravidão como se desde o começo da humanidade os brancos fossem os únicos culpados mundiais e como se os descendentes de escravos africanos tivessem direito exclusivo de reivindicar o título de sofredores mundiais da humilhação da escravidão. Culpando os brancos por todos os infortúnios dos negros e por todos os problemas dos países pobres da África, eles esperam não só ajudar no estabelecimento de leis nacionais e internacionais para cobrar indenizações, mas também reforçar a imagem de que o socialismo é a resposta ideal para favorecer determinados direitos para as minorias. Um dos direitos reivindicados é valorizar a “cultura” negra (que inclui valores advindos do ocultismo africano) com o mesmo respeito e importância que a cultura cristã sempre recebeu, inclusive nas escolas públicas. Mas seu envolvimento nessas causas é desconfiável, se considerarmos sua real pretensão: em nome de uma suposta justiça para os descendentes de escravos africanos eles esperam provocar a luta de classes, tão essencial para as revoluções comunistas, tão indispensável para impor uma nova ordem social. Na ordem social de hoje, como bem demonstra o socialista Lula com seu apoio às reivindicações dos grupos negros e homossexuais, a defesa das minorias é uma das prioridades.
No entanto, os exploradores dos direitos civis não estão apoiando as causas das minorias de graça. Aliás, o governo Lula tem igualado a condição dos negros com a situação dos que vivem no homossexualismo, comprovando que a questão dos descendentes dos escravos africanos se tornou um ponto chave para conceder e expandir direitos especiais para o homossexualismo. Daí o interesse obsessivo de alguns grupos de tirar máxima vantagem dos direitos civis. Será que eles teriam interesse nas minorias se não houvesse nenhum potencial de fomentar a luta de classes a fim de estabelecer na sociedade suas pretendidas transformações?

Conclusão

Portanto, os esforços para libertar os escravos não começaram entre africanos, asiáticos ou outros povos sem tradição cristã, pois entre eles não havia liberdade e segurança para tal iniciativa. Com todas as suas imperfeições, o sistema cristão de governo de países como EUA e Inglaterra proporcionou um campo relativamente aberto para que alguns evangélicos corajosos se opusessem à escravidão, desafiando até mesmo a ignorância da maioria da população cristã de seus países. Se a luta contra a escravidão dependesse exclusivamente de povos, tribos e nações não cristãs, provavelmente a maior parte da população mundial continuaria escrava. No entanto, como uma pequena quantidade de sal tem um efeito positivo numa comida inteira, um número pequeno de evangélicos nos EUA e na Inglaterra fez toda a diferença para que o mundo se tornasse o que é hoje: um lugar em grande parte livre da escravidão.
Bibliografia:
Harold O.J. Brown, Muslim Trading, publicado no The Religion & Society Report, julho de 2004. The Howard Center for Family, Religion & Society.
Sam Blumenfeld, Forgotten American History: The Barbary Wars, artigo publicado na revista Practical Homeschooling, maio/junho de 2003, p. 35.
Julio Severo, Superpropaganda a favor do homossexualismo, artigo postado no JesusSite.
Nina Shea, The Lion’s Den (Broadman & Holman Publishers, 1997).

sexta-feira, 17 de novembro de 2017

ISRAEL SE PREPARA PARA A GUERRA NA PALESTINA: 'NOSSA RESPOSTA SERÁ DURA'

Benjamin Netanyahu, primeiro-ministro de Israel

O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, responsabilizará o Hamas em caso de um ataque vindo da Faixa de Gaza.

Neste domingo, o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, advertiu que seu país responderá "de forma muito dura" a qualquer ataque, não importa de onde venha, informou o jornal The Times of Israel.

Estas declarações podem estar relacionadas às ameaças do Movimento da Jihad Islâmica na Palestina feitas no dia 30 de outubro. Tel Aviv destruiu um túnel que essa organização teria construído entre a Faixa de Gaza e o território israelense, em um ataque aéreo, durante o qual 12 de seus membros morreram.

Durante uma reunião de seu gabinete de ministros, Netanyahu declarou que considerará "o Hamas responsável por cada ataque" que venha da Faixa de Gaza, ou que seja planejado no local.

Israel recorreu à essa retórica oficial em um momento em que as duas principais organizações palestinas, Fatah e Hamas, estão tentando celebrar um acordo que garanta a unidade política da Palestina a partir de 1 de dezembro.

Um dia antes, o ministro da Defesa israelense encarregado do relacionamento com os palestinos, o general Yoav Mordechai, transmitiu um vídeo no YouTube, no qual advertiu os líderes do movimento Jihad Islâmica Palestina que o seu país ofereceria "uma resposta dura e determinada" a qualquer ataque dessa organização.

O grupo, por outro lado, rejeitou a mensagem de Mordechai, que considerou como "uma declaração de guerra".

Por sua vez, o coordenador especial da ONU para o processo de paz no Oriente Médio, Nickolay Mladenov, expressou através do Twitter sua preocupação com a situação, comentando que "as ações e asserções imprudentes dos militantes em Gaza criam o risco de uma perigosa escalação".

Fonte: Sputnik

CONVERSÃO AO ISLÃ E MUDANÇA DE SEXO FAZEM PARTE DE CURRÍCULOS DAS ESCOLAS

Resultado de imagem para doutrinação islâmica livro escolar

Ultimamente no Brasil, vem aparecendo com certa frequência denúncias dos absurdos ensinados nas escolas. Ideias claramente anticristãs e que seguidamente afrontam aquilo que os pais ensinam em casa. Mas esse é um problema global. Os currículos “globalistas”, que seguem a política educacional da ONU colocam o conceito de “inclusão” como balizador do conteúdo.

Sendo assim, os pais cristãos tem duas opções: não se dobrarem e protestarem – enfrentando o sistema – ou se deixarem levar pelo que é colocado como o “aceitável” e o “politicamente correto”.


Nos últimos dias, dois casos distintos deixaram claro como cada vez mais este é o “novo normal”.

Um professor da escola pública de Albany, capital do estado de Nova York, entregou a seus alunos do sétimo ano trouxe um livreto com informações sobre cirurgias de mudança de sexo. O material trazia definições de ideologia de gênero, separando o sexo de nascimento com a “identidade” escolhida pelas pessoas.

Quando chegaram em casa e mostrarem aos pais, o livreto causou irritação e revolta nos pais. Após um protesto liderado por um pai cristão, Sirell Fiel, que fez a denúncia nas redes sociais, o assunto atraiu a atenção da mídia.


A diretoria da Escola Cambridge Central decidiu afastar o professor até que o caso fosse investigado. O argumento de Sirell é que seu filho é uma criança de 11 anos e não deveria ser exposto a esse tipo de coisa em uma aula que tratava de “saúde”.

No vídeo, que acabou viralizando, o pai contou que foi ajudar o menino com a lição de casa como sempre faz e foi surpreendido ao ver que ele tinha um livreto com 40 páginas oferecendo detalhes gráficos sobre a cirurgia de mudança de sexo. Além disso, continha uma lista de mais de 50 definições sexuais e para que as crianças estudassem pois iriam cair em um teste no dia seguinte.


“Isto é tudo o que nossos filhos na 7ª série não precisam estar aprendendo na escola… Não é certo vocês tentarem tirar a inocência do meu filho dessa maneira, ele é jovem demais… Temos nossos valores cristãos e temos nossas próprias expectativas quando se trata de ensinar nossos filhos certas coisas. Esse é um trabalho nosso e não das escolas.”, protestou.

A maioria dos pais que acabaram despertados para o assunto após a denúncia do senhor Fiel, disseram que não receberam nenhum tipo de aviso ou pedido de permissão da escola sobre esse assunto ser tratado em sala de aula.

O superintendente da escola, Vince Canini, lamentou o ocorrido e disse que o professor – cujo nome não foi revelado – havia pedido para levar um “convidado”, mas que a distribuição do material não era prevista. Agora ele será investigado, embora tópicos de educação sexual façam parte do currículo.

Um caso similar de abuso ocorreu do outro lado do oceano, na Inglaterra. Mas a reação não foi igual. O padrasto de uma aluna de 12 anos usou as redes sociais para denunciar que a escola que a menina estuda estava promovendo o islamismo.

Foi dada como tarefa a toda turma, escrever uma carta contando aos pais que eles haviam se “convertido ao Islã”. Mark McLachlan, de 43 anos, publicou uma foto da tarefa nas redes sociais, dizendo que não aceitava isso. Segundo ele, a Escola Kepier, na pequena cidade de Sunderland, estava promovendo uma “lavagem cerebral” sobre a religião.

McLachlan diz que foi apresentada uma “falsa representação do islamismo”, uma vez que a tarefa consistia em pesquisar no Google a frase “Por que eu deveria converter-me ao Islã?” e depois usar os argumentos na carta. Porém, reclama ele, “Se ela tivesse de pesquisar ‘Por que eu não deveria converter-me ao Islã?’, ela ficaria tão assustada que nem conseguiria mais dormir.

A escola disse que apresentar todas as religiões era parte do currículo. Contudo, apenas quando tratou do islamismo foi usada a palavra “conversão”. A menina tem falado em casa sobre o “profeta Maomé” e como o Islã é “uma religião de paz”, reclamou McLachlan.

Massacrado na internet após o assunto repercutir na mídia, ele disse ao MailOnline: “Minha esposa e eu estamos aterrorizados com as repercussões. Sempre que alguém diz algo negativo sobre o Islã, acaba sendo atacado. Fui chamado de racista e xenófobo, mas estou aterrorizado, temendo pelos filhos pois vejo a maneira como esse país está indo”.

Lembrando que eles são uma família cristã, encerrou dizendo: “Se minha enteada soubesse sobre todas as atrocidades que o islã causou em todo o mundo, saberia que essa não é uma religião da paz… Não quero ver a escola ensinando que minha enteada deveria procurar razões para se converter a outra religião. Como todos os pais, é nossa decisão o que vamos lhes ensinar sobre isso [religião]”.










Por Jarbas Aragão - Gospel Prime

JACO - ISRAEL

De todos os relatos da Torá, este é um dos mais envoltos em mistério. Conta-nos a história da luta entre um ser humano e um anjo e a da ...