sexta-feira, 8 de junho de 2012

LASTIMAVEL - Igreja da pastora lésbica Lanna Holder tem relógio de ponto para controlar presença de fiéis e usa versão gospel de “Eu quero tchu” durante o louvor


Igreja da pastora lésbica Lanna Holder tem relógio de ponto para controlar presença de fiéis e usa versão gospel de “Eu quero tchu” durante o louvorA “igreja inclusiva” Comunidade Cidade de Refúgio, liderada pelo casal de pastoras homossexuais Lanna Holder e Rosania Rocha foi tema essa semana de reportagem veiculada pela revista Carta Capital. A reportagem destacou que igreja a presença dos fiéis é controlada por um “relógio de ponto”, e que o louvor é animado por paródias de músicas do sertanejo universitário.
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Segundo a revista, os frequentadores da igreja são majoritariamente casais homossexuais, porém o fiel e assessor de imprensa da igreja, Abdalla Daichoum, afirma que o público é diverso.
Criada com o objetivo de reaproximar os homossexuais da religião, a igreja vai completar um ano de existência no fim de junho, e terá como ápice de suas comemorações a distribuição de folhetos e a conversão de homossexuais durante a Parada Gay de São Paulo, que acontece nesse fim de semana.
“A Igreja nasceu com um prognóstico negativo, mas não é porque existem todas essas dificuldades que vamos aceitar esse julgamento”, afirmou Holder durante o culto acompanhado pela reportagem. A pastora criticou ainda a postura das outras igrejas em relação aos homossexuais. Em meio à pregação e às críticas, a pastora brinca com os fiéis e puxa um grito de louvor parodiando o sucesso sertanejo “Eu quero tchu, eu quero tcha”. Na versão da igreja, a música virou: “Eu quero Jê, eu quero zus, eu quero Jê-jê-jê Jesus!”.
Localizada em um trecho mal iluminado e repleto de botequins na Avenida São João em São Paulo, a igreja visitada pela reportagem tem em sua entrada um aparelho de ponto eletrônico, usado para controlar a assiduidade dos fiéis nos cultos. “Não pode esquecer de passar pelo ponto (eletrônico), irmãos”, afirma Lanna Holder durante o culto. Ela ainda completa: “Quem não passar vai receber ligação em casa para sabermos por que está faltando nos cultos e se está tudo bem. É um cuidado que temos”.
A Carta Capital destacou ainda o anúncio de que a igreja a igreja comprou por 3500 reais um programa de rádio com uma hora de duração, que irá ao ar em todos os sábados do mês de junho, na 101,3 FM, com objetivo de divulgar os ideais da denominação.

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Rússia proíbe manifestações gays pelos próximos 100 anos

A Câmara alta do Parlamento russo também aprovou um projeto de lei que aumenta em 150 vezes a multa para quem participa de protestos não autorizados.

O tribunal municipal de Moscou negou uma apelação de Nikolái Alexéjev, um dos líderes de grupos homossexuais da Rússia. Com isso confirma-se a legalidade de uma disposição anterior da prefeitura que proíbe paradas homossexuais de 2012 até 2112, que havia estado em vigor em cinco regiões da Rússia.

“Nossas manifestações são sempre proibidas, e Estrasburgo chama estas manifestações de ilegais. O tempo passa e seguiremos pedindo autorização para novas ações, ainda que nos neguem. Desta vez decidimos recorrer em Estrasburgo contra a proibição de futuras marchas gays”, disse Alexéyev, de acordo com o Interfax-Religion.

A Câmara alta do Parlamento russo também aprovou um projeto de lei que aumenta em 150 vezes a multa para quem participa de protestos não autorizados. Com essa medida, além de outras leis contra a ‘propaganda homossexual’, a Rússia parece se tornar o país europeu mais hostil com as minorias sexuais.

As iniciativas vem sendo tomadas à medida em que ativistas tentam realizar manifestações em defesa dos direitos gays.

Os grupos homossexuais encontram também grande resistência dos ortodoxos russos. Recentemente, ativistas da Igreja Cristã Ortodoxa Russa entraram em confronto com manifestantes homossexuais durante uma manifestação gay.

A Igreja Ortodoxa Russa considera um ‘sacrilégio’ as passeatas do orgulho gay e pediu ainda extensão da lei municipal contra a propaganda homossexual, aprovada pelo Governo de São Petersburgo.

No último 27 de maio, uma tentativa de organizar uma parada gay em Moscou foi impedida pelos policiais. Religiosos também se reuniram para impedir que os gays se manifestassem contra a lei anti-propganda gay.

Fonte: The Christian Post

“Não chame meninas de princesas”, diz campanha da Avon

Uma campanha da Avon tem gerado polêmica nas redes sociais por pedir aos pais que não chamem suas filhas de “princesas”, dizendo que o elo...