sexta-feira, 4 de maio de 2012

Pastor Rubens Teixeira critica editorial do Estadão que compara políticos evangélicos a extremistas islâmicos

Pastor Rubens Teixeira critica editorial do Estadão que compara políticos evangélicos a extremistas islâmicos
O pastor evangélico e escritor, Rubens Teixeira, publicou um artigo no site holofote.net no qual criticou o editorial do jornal O Estado de São Paulo, que acusou políticos evangélicos de tentarem se impor sobre as leis brasileiras, e comparou esses políticos a lideranças extremistas de países islâmicos.
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O editorial criticava uma proposta de autoria do deputado Nazareno Fonteles (PT/PI), que visa a anulação de decisões do STF quando essas invadirem a jurisdição do Poder Legislativo.
Defendendo a proposta, Teixeira afirmou que “por conta do que define a Constituição, a criminalização ou descriminalização de algum fato é competência exclusiva do Congresso Nacional. Lá as leis podem ser criadas, alteradas, aprimoradas, e, eventualmente, até pioradas. Mas só lá. É a instituição que tem legitimidade para tal”.
O pastor ressaltou ainda que uma suposta ineficiência de uma das esferas do poder não pode servir de prerrogativa para que outra tome seu lugar e assuma suas responsabilidades. “Ainda que a sociedade reclame de falhas na tutela jurisdicional e não receba direitos sagrados indenizatórios, sentenças condenatórias de homicídios contra membros das famílias, e tantos outros direitos lesados diariamente, o Congresso Nacional e nem o Poder Executivo agem para diminuir o Poder Judiciário nestes casos. Isso porque os poderes devem ser independentes, mas harmônicos entre si”, afirmou.
Teixeira afirmou ainda que pessoas “que sabem o que é ‘bom’ para a sociedade mais do que a própria sociedade representada no Congresso Nacional, tem vilipendiado o Poder Legislativo, desrespeitando-o com palavras e atitudes”. Ele afirma ainda que este “tipo de ativismo totalitário e desrespeito ao Congresso Nacional tem encontrado espaço em diversas camadas sociais e amparo na instituição que deveria ser a guardiã da Carta Magna”.
“Querem desqualificar o pensamento de quem enxerga o mundo diferente. Tentam equiparar o pensamento cristão aos fundamentalistas islâmicos fraudando o sentido de Estado Laico”, ressaltou o pastor, que disse ainda que “o Brasil não é um Estado religioso, mas também não é um Estado ateu”.
Bacharel em Direito UFRJ, o pastor ressaltou a importância da proposta de Fonteles, segundo ele “o Congresso, com esta medida, visa restabelecer o óbvio. Retomar o seu espaço”.
Leia o artigo na íntegra:
Cada ser humano tem a capacidade e o direito de escolher o que é bom para si. Do ponto de vista individual, o limite é o direito alheio que está estabelecido na lei. Portanto, o que é bom para alguém e não é proibido por lei pode ser feito. E quando há conflitos, entra o poder Estatal em ação para normatizá-los e dirimi-los. A teoria que envolve esse estudo é longa e passa por Hobbes, Montesquieu, e muitos outros autores, inclusive mais recentes. A evolução desses estudos culminou em uma construção em que o poder estatal é tripartido: poderes legislativo, executivo e judiciário, cada um com a sua função constituída definida, no caso do Brasil, na Constituição da República.
A criação de regras é feita por meio de leis, elaboradas pela própria sociedade, por meio dos seus representantes. O que pode, ou não, a lei que dirá. No caso brasileiro, vivemos em uma democracia. O povo escolhe seus representantes e estes elaboram as leis. Na construção do ordenamento jurídico, não há como afastar a influência de todas as correntes de pensamentos filosóficos, religiosos e culturais. A legislação é fruto desse mosaico.
Nesse contexto, define-se o que é crime ou não, o que é permitido ou não. Por exemplo: por conta do que define a Constituição, a criminalização ou descriminalização de algum fato é competência exclusiva do Congresso Nacional. Lá as leis podem ser criadas, alteradas, aprimoradas, e, eventualmente, até pioradas. Mas só lá. É a instituição que tem legitimidade para tal. Portanto, se aprovado pelo Congresso Nacional, ou uma Assembleia Nacional Constituinte, pode-se descriminalizar uso de drogas, apologia ao crime, aborto, eutanásia, pode-se reduzir a idade penal, instituir pena de morte, casar pessoas do mesmo sexo, casar crianças, parentes, enfim, pode mudar o ordenamento jurídico brasileiro em diversos aspectos. Basta o Congresso Nacional decidir.
Identicamente, um juiz pode arquivar um processo, demorar a julgar, desconsiderar provas, pedir mais provas, acelerar um julgamento, retardar um julgamento, utilizar-se de dispositivos legais para que não julgue o processo, dentre outras coisas. Eles só fazem isso porque a lei lhes dá brecha para tal. Um tribunal tem lá as suas alternativas também para conduzir os processos. Ainda que a sociedade reclame de falhas na tutela jurisdicional e não receba direitos sagrados indenizatórios, sentenças condenatórias de homicídios contra membros das famílias, e tantos outros direitos lesados diariamente, o Congresso Nacional e nem o Poder Executivo agem para diminuir o Poder Judiciário nestes casos. Isso porque os poderes devem ser independentes, mas harmônicos entre si.
Contudo, a arrogância de cidadãos que entendem que conhecem mais o mundo que os seus contemporâneos, que sabem o que é “bom” para a sociedade mais do que a própria sociedade representada no Congresso Nacional, tem vilipendiado o Poder Legislativo, desrespeitando-o com palavras e atitudes. Este tipo ativismo totalitário e desrespeito ao Congresso Nacional tem encontrado espaço em diversas camadas sociais e amparo na instituição que deveria ser a guardiã da Carta Magna.
O exagero não pára. Querem desqualificar o pensamento de quem enxerga o mundo diferente. Tentam equiparar o pensamento cristão aos fundamentalistas islâmicos fraudando o sentido de Estado Laico. O Brasil não é um Estado religioso, mas também não é um Estado ateu. Enquanto o primeiro possui religião oficial, podendo ser pouco tolerante como as demais, o segundo não é tolerante a qualquer religião. O Brasil é laico: tolera todas as religiões.
Por conta de decisões do STF que alteraram o que a letra da Constituição e das leis preconizavam, ao arrepio do que se deliberava no Congresso Nacional, tramita na Câmara de Deputados proposta que visa resgatar prerrogativas legislativas do Congresso Nacional baseada no artigo 49, XI da Carta Magna que afirma “É da competência exclusiva do Congresso Nacional: XI – zelar pela preservação de sua competência legislativa em face da atribuição normativa dos outros Poderes”. Contudo, ativistas anticristãos estão protestando veementemente. Daí, fica a questão: a quem e a que interessaria um Congresso inerte? O Congresso, com esta medida, visa restabelecer o óbvio. Retomar o seu espaço. Cumprir a sua missão protegendo, inclusive, a sua reputação enquanto poder constituído. Contudo, os ativistas fingem não enxergar o massacre da Constituição e do Congresso Nacional. Uma verdadeira asfixia a princípios democráticos. Por outro lado, quando o Congresso Nacional reage para que suas prerrogativas sejam preservadas e não usurpadas por outro poder, colocam o STF como intocável e o Legislativo como violável.
Querem dar ao STF uma legitimidade particular para, em alguns casos, avocar para si, de forma ad hoc, as atribuições de outros poderes, ignorando a Constituição e até mesmo julgando-a inconstitucional. Enquanto isso, tentam desmoralizar o Congresso Nacional, legítimo legislador, só porque os princípios lá defendidos estão em desacordo com o que defendem, não raramente princípios atentatórios contra a família, contra a vida, e contra valores sagrados defendidos pela maioria. Algumas questões polêmicas decididas pelo STF estavam em debate no Congresso. A demora de decisão, seja no Congresso Nacional ou mesmo no Judiciário, é uma alternativa muitas vezes para que o debate flua e o tema amadureça o suficiente. O tempo adequado para decidir questões do Judiciário, este Poder define, e para o Legislativo também.
Se um juiz leva anos para decidir uma lide, e um tribunal não é diferente, imagine 81 senadores e 513 deputados. O debate é mais intenso, a dialética é mais complicada. O mesmo STF que decidiu legislar, não consegue fazer o Judiciário ser mais célere e evitar que muitas pessoas morram sem ter seu direito reconhecido. Se a preocupação é com a excelência e o direito alheio, seria bom cada instituição fazer sua autocritica, enquanto cumprem as suas atribuições. Enquanto isso, o salutar é que a Constituição, as leis e o Congresso Nacional sejam respeitados, bem como todas as instituições. Assim, o povo também o será.
Para tentar afastar a influência do pensamento cristão na formação das leis, tentam comparar cristãos a fundamentalistas islâmicos, tentando tirar o foco de que estamos defendendo a democracia e o respeito às instituições democráticas. Se o Congresso é conservador é porque a sociedade também é. Sendo assim, porque desconsiderar o que pretende esta sociedade?
Merece destaque que religião é algo de escolha íntima. Uma pessoa se converte a uma religião e lá permanece porque sente-se bem por lá. Além disso, o número de evangélicos está crescendo no país. Portanto, se estão influenciando, vão influenciar mais ainda. Será que os ativistas totalitários já pensaram em uma medida para evitar esse crescimento? Só se o ativismo tornar-se uma ação totalitária. Alguém se propõe a convencer os cristãos a abandonarem suas convicções em prol de outras que contrariam o que eles creem? Contudo, não se preocupem. Por princípio, defendemos o livre arbítrio, como cristãos, e a democracia, como cidadãos, mesmo que estejamos assistindo os valores democráticos sendo vilipendiados em medidas como as citadas acima, ou mesmo que continuemos a sofrer bullying por conta da nossa fé. Este último, é fator de encorajamento para nós.
Fonte: Gospel+

O CONSENTIMENTO IGUALA AS PARTES

 
E o SENHOR disse a Moisés e a Arão: Porquanto não me crestes a mim, para me santificar diante dos filhos de Israel, por isso não metereis esta congregação na terra que lhes tenho dado.

Números 20.12

Arão, que foi incluído na obra por insistência de Moisés, participou ativamente de todas as etapas que culminaram com a libertação do povo de Israel da escravidão. Por isso, não somente sua recompensa seria como a de Moisés, mas também a responsabilidade. Cuidado para não concordar com o que é errado nem diga amém se não estiver de acordo com a oração de alguém, seja leigo ou pregador, pois não se brinca com Deus.

A princípio, o Senhor não tinha planejado que Arão estivesse na linha de frente da libertação dos filhos de Israel; a vacilação de Moisés fez com que Arão também fosse incluído. Não é bom pleitearmos a inclusão de uma pessoa, uma vez que, ao nos chamar para uma obra, o Senhor já nos equipou com o necessário. Alguém que não está no plano original pode influenciar-nos para que saiamos da plena vontade divina..
Desde o início, Arão era braço forte de Moisés. Sem dúvida, como seu porta-voz, ele participou de todos os eventos do Altíssimo no Egito. Não sabemos se alguma vez Arão serviu de conselheiro do homem de Deus; porém, sem dúvida, Moisés poderia ter feito a obra por si mesmo. Que isso sirva de lição a quem é convocado individualmente para cumprir uma missão.

Quem coloca alguém como seu igual divide a recompensa; além disso, aquele que foi posto ao lado de quem foi escolhido deve lembrar-se de que também participará da responsabilidade. Moisés feriu a rocha duas vezes quando deveria ter-lhe somente falado. Contudo, por causa disso, Moisés e Arão foram proibidos de entrar na terra em que tanto creram e pela qual tanto fizeram.

Sempre examine o que você ouve, vê e fala, pois um simples descuido poderá levá-lo a uma punição. Não sabemos que participação teve Arão no fato de Moisés ter ferido a rocha duas vezes; entretanto, como Arão era o porta-voz do irmão, talvez tenha chamado os israelitas de rebeldes, o que não era mentira. Porém, os verdadeiros rebeldes foram ele e Moisés, por não terem obedecido à orientação divina.

Concordar com alguém que extrapola em determinada atitude faz você cúmplice de tal ato. Em minha mocidade, um dos pastores da denominação a que eu pertencia, ao orar, pedia a Deus que enviasse provações para a igreja. Como eu já vivia com tantos problemas, ao ouvi-lo clamar desse jeito, jamais dizia amém.

Se você for um daqueles que concordam com tudo o que ouve, receberá o que determinada pessoa pede para si. Por estar ao lado de Moisés, Arão teve negada sua entrada na Terra Prometida. Não se esqueça de que o consentimento iguala as partes.

Em Cristo, com amor,

R. R. Soares

Vídeo do lançamento do DVD de Thalles Roberto na Renascer






O show de lançamento do DVD do cantor Thalles Roberto agitou e emocionou o público que lotou completamente o Renascer Hall, em São Paulo na noite de sexta-feira (27.04). A Banda Inesquecível, liderada pelo apóstolo Estevam Hernandes, também se apresentou em uma noite memorável de louvor, adoração e muita animação.

Em duas sessões, transbordando muita energia e emoção, Thallles levou o público a cantar, dançar e pular desde o início da apresentação.


VIA GRITOS DE ALERTA
Redação iGospel

77% dos pastores e apenas 48% dos membros afirmam que Cristo é o “único caminho para o céu”

A grande maioria dos pastores evangélicos não aceitam que a vida eterna pode ser obtida através de outras religiões que não o cristianismo, comprova uma pesquisa realizada pelo Instituto de Pesquisas LifeWay.
O levantamento entrevistou centenas de pastores, perguntando “Se uma pessoa está sinceramente buscando a Deus, pode obter a vida eterna através de outras religiões que não o cristianismo?”.
Um total de 77% dos pastores entrevistados discorda totalmente, enquanto 7% discordam em parte e outros 7% concordam em parte. Apenas 5% concordaram com essa possibilidade, enquanto 3% não tem certeza.
“A exclusividade do evangelho cristão não é algo popular no contexto do pluralismo atual”, disse Ed Stetzer, presidente da LifeWay. “Mas a maioria dos pastores ainda pregam que o cristianismo é o único caminho e rejeitam a idéia de que outras religiões levam ao céu.”
Mas a crenças dos pastores em relação à exclusividade do cristianismo é diferente da maioria dos membros de suas igrejas, segundo comprova um novo estudo realizado por Eric Geiger, Michael Kelly e Philip Nation, que fizeram o levantamento para seu próximo livro “Discipulado Transformador”.
Quando apresentados à mesma declaração, apenas 48% dos adultos que frequentam uma igreja evangélica seguidamente “discordam fortemente”, enquanto 9% discordam “em parte”. Um total de 26% concordam, incluindo 13% que “concordam fortemente” e 13% que concordam “em parte”. A pesquisa mostrou ainda que 16% não souberam responder.
“Um fato é claro: os pastores são menos pluralista que os membros de suas igrejas”, analisa Stetzer. “Algumas cabeças balançando ou um ‘amém’ ocasional não indica que todo mundo acredita que o cristianismo é o único caminho. Os líderes nunca saberão o que pensa a sua congregação a menos que perguntem claramente”.
De acordo com o levantamento, os pastores que se identificam com a possibilidade do pluralismo pertencem a denominações menos tradicionais. Os pastores de cidades maiores também tendem a ser menos dogmáticos, enquanto os de municípios menores são mais claros sobre a exclusividade do cristianismo.
O nível de escolaridade também altera a percepção. Pastores com pós-graduação são mais propensos a “concordar totalmente” que outras religiões também podem levar para o céu e menos propensos a “discordar totalmente” que os pastores com apenas a formação de bacharel em teologia.
Traduzido e adaptado de Charisma News


Fonte: http://noticias.gospelprime.com.br/77-dos-pastores-e-apenas-48-dos-membros-afirmam-que-cristo-e-o-unico-caminho-para-o-ceu/#ixzz1ttkwJlyX

Promotoria move ação contra Kassab e pastor por evento religioso no Pacaembu

Ação movida pelo Ministério Público de São Paulo quer ressarcimento de R$ 50 milhões pelo uso do estádio do Pacaembu em evento de comemoração do centenário da Assembleia de Deus.

A Promotoria de Justiça de Habitação e Urbanismo do Ministério Público de São Paulo ingressou com ação civil pública, nesta quinta-feira, pedindo a condenação do Município de São Paulo por dano moral causado aos moradores do bairro do Pacaembu pela utilização indevida do estádio do Pacaembu para eventos não esportivos, por ocasião da comemoração do centenário da Igreja Evangélica Assembleia de Deus, ocorrida em 15 de novembro de 2011.

A ação contra os eventos religiosos no estádio foi movida a partir de 2004 pela Associação Viva Pacaembu, formada por moradores do bairro. Ao confirmar a decisão de proibir eventos não esportivos no Pacaembu, no dia 16 de setembro de 2010, o desembargador Renato Nalini afirmou que o bairro, "destinado a ser um local aprazível, de moradias diferenciadas", via sua vocação comprometida pela "contaminação de outras finalidades incompatíveis com o uso doméstico".

Segundo a nova ação da promotoria, também foram apresentados pedidos de condenação pela prática de ato de improbidade administrativa do prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab , e do pastor presidente da Igreja, José Wellington Bezerra da Costa, além de ressarcimento de R$ 50 milhões.

A ação do promotor de Justiça Mauricio Antonio Ribeiro Lopes alega que quatro perícias foram realizadas durante o evento religioso que indicaram excesso de ruído nas comemorações, o que gerou incômodos à população afetada e configura desrespeito a quatro decisões judiciais distintas.

Fonte: Último Segundo

Padre italiano condenado a 9 anos por abuso de menores

O antigo padre Riccardo Seppia, de 53 anos, foi condenado por um tribunal de Génova esta quinta-feira a 9 anos e seis meses de prisão, por abusos a menores e posse de cocaína.

Seppia exerceu funções na igreja do Espírito Santo, na cidade de Sestri Conferente. Foi condenado por violência sexual sobre um menor, estímulo à prostituição de menores e tentativa de vender drogas a menores de idade.

A acusação pedia 11 anos de cadeia mas o tribunal não considerou a acusação de posse de drogas.

O sacerdote tinha sido detido em maio de 2010 acusado de ter abusado de um jovem de 16 anos, a quem ofereceu ainda droga em troca de relações sexuais. A imprensa italiana avançou que após ter sido detido em Génova, o padre confessou ao médico prisional que era seropositivo.

No final da leitura da sentença, o padre pediu perdão pelo "comportamento impróprio do ponto de vista moral", mas negou ter cometido atos "juridicamente puníveis", noticiou a agência EFE.

Fonte: A Bola - Portugal

“Jesus Cristo Homem” anuncia que o mundo vai acabar em 30 de junho

“Jesus Cristo Homem” anuncia que o mundo vai acabar em 30 de junho
O fim do mundo está se aproximando, no dia 30 de junho para ser mais exato. É isso que uma obscura seita cristã está anunciando em outdoors espalhados nos Estados Unidos, no Brasil e em mais 8 países.
A igreja “Crescendo em Graça Internacional” intensificou sua campanha para anunciar a ‘transformação’ global que ocorrerá no final de junho. Veremos um dia de acerto de contas final, que vai acabar com a maioria da humanidade, exceto os seus seguidores.
Liderada pelo porto-riquenho José Luis de Jesus Miranda, que chama a si mesmo abertamente de “o Anticristo”, o grupo ficou famoso por exigir que as pessoas tatuem 666 no corpo.
Jose Luis diz que é o Anticristo porque é errado adorar os ‘ensinamentos judaicos” de Jesus e que o termo significa “não seguir Jesus de Nazaré como ele eu viveu nos dias de Sua carne”.
“Naquele dia, o corpo de José Luis de Jesus, que é um ser humano como você e eu, será transformado e sua carne será imortal. Ele vai ser viver para sempre. E isso vai acontecer com ele e também com todos os seus seguidores. Todos os que não creem nisso serão destruídos”, disse Alex Poessy, o bispo da igreja Crescendo em Graça no Canadá.
A igreja afirma ter seguidores em 35 países diferentes, programas em 287 estações de rádio e um canal de TV em língua espanhola que transmite 24 horas por dia.

Além de sobreviver à “transformação”, Jesus Homem promete a seus seguidores que, após esse evento apocalíptico eles receberão superpoderes. “Nós poderemos correr e não cansar. Passar pelo fogo e não se queimar. Eu poderia estar falando com você agora e depois passar por aquela parede. Então, você sabe que há uma diferença”, disse Axel Cooley, que é filha do bispo Poessy.
Nascido na cidade de Ponce, Porto Rico, em 1946, Jose Luis insiste que todos os seus seguidores devem chamá-lo de “pai” e afirmou que sua “conversão” ocorreu em 1973, enquanto vivia em Massachusetts. Ele testemunhou dois anjos descendo-lhe e, de repente, “o corpo de Cristo se manifestou em José Luis de Jesus Miranda”, explica Cooley.
A partir de então Jose Luis passou a chamar a si mesmo de “Jesus Cristo homem” e de “Anticristo”. Fundou a Crescendo em Graça em 1986, e seu sucesso atraiu algumas críticas, pois muitos afirmavam que o grupo era apenas mais uma seita.
Recentemente, houve várias questões levantadas sobre a correta utilização dos fundos do ministério, que estariam sido enviados para uma conta bancária de um banco da Colômbia, em nome de Miranda.
Desde o dia 22 de abril o “pai” do grupo está sumido da vista do público, afirmando estar se preparando para a ‘transformação’. O sociólogo da Universidade de Waterloo, Dr. Lorne Dawson explicou que o prazo para o final do mundo é um sinal claro de que o “movimento está começando a ter problemas”. “Este é um forte indicador de que sua autoridade está diminuindo, eles estão perdendo seguidores, não tiveram tantos seguidores quando esperavam”, esclarece.
Porém os membros do Crescendo em Graça estão convictos que estão vivendo os últimos dias nesta terra. “O mundo não vai acabar. O que vai acabar é o sistema. Todos os governos e as moedas deixarão de existir. O novo governo do 666 vai assumir o controle”, disse Cooley. “Temos certeza absoluta de que isso vai acontecer”, enfatiza Poessy.
No site oficial da igreja há um vídeo com a “mensagem de despedida” do Anticristo:
“Eu comecei pregando Graça em 1973, e preguei, e preguei, e preguei e se manifestou o dom que havia em mim, mas, chegou um momento em que já não se pode pregar mais, porque a carreira já acabou. Eu não posso fingir um calqueo, os calqueos chegam a mim, agora chegou um momento em que eu, …como que me via obrigado a “fazer” o calqueo eu … e aí eu entendi: não podes pregar mais, o tempo chegou, entra em uma contagem regressiva, a Amada já está preparada, para esse evento final.
Assim que, essa é a conclusão; tivemos um começo, tivemos um desenvolvimento, e chegamos a uma conclusão: que a Graça já edificou Sua Amada mundialmente, e TU que estás me escutando que és um privilegiado, que foste escolhido para esta hora, para dar testemunho às nações, do que significa um corpo… transformado, vivendo em uma geração perversa; eles verão, te darás o luxo, tens sofrido um pouquinho, mas te darás o luxo de caminhar entre eles com um corpo glorificado, e isso é uma glória muito grande, enquanto o Governo vai se formando, enquanto vai se manifestando o que significa um Governo com vara de ferro, um Governo de justiça, um Governo … onde todas as coisas serão regidas com uma ordem, perfeito.
Assim que … é … é minha, minha última despedida para Vocês … o tempo já acabou …
Abençoados com todas as bênçãos, … saudações para todos Vocês e minha amada Liz, … neste dia, … nos despedimos e nos vemos no ARMAGEDON. Graças.”
Assista :
Com informações Daily Mail e CEG Brasil


Fonte: http://noticias.gospelprime.com.br/jesus-cristo-homem-anuncia-que-o-mundo-vai-acabar-em-30-de-junho/#ixzz1tthrmQzA

ÚLTIMO CAPITULO DO REI DAVI - Sucesso de público, Rei Davi entra para a história da TV


rei davi - posterMichel Ângelo/Record
Leonardo Brício viveu Davi na fase adulta: personagem era um pastor de ovelhas que virou rei

Após cerca de três meses e 30 capítulos, Rei Davi chegou ao fim nesta quinta-feira (3). Exibida nas noites de terça e quinta, a superprodução foi sucesso de público, tendo liderado a audiência por mais de 20 vezes, e entrou para a história da teledramaturgia.

Rei Davi foi uma releitura da autora Vivian de Oliveira e de seus colaboradores sobre a história de Davi, um humilde pastor de ovelhas que se torna rei. Um dos pontos altos da produção foi a fidelidade à Bíblia, sem deturpar nem tirar nenhum fato de contexto.

Renata Dominguez, que viveu Bate-Seba – esposa preferida de Davi (Leonardo Brício) e mãe de Salomão – já está com saudades da minissérie.

—Fica um vazio depois do fim, a gente sente falta após tanto tempo vivendo os personagens.

Algumas cenas inesquecíveis marcaram a minissérie, como a luta de Davi (Leonardo Brício) contra Golias (Atalaia Nunes), a primeira noite de amor de Davi e Bate-Seba, a chegada de Mefibosete (Vítor Hugo) ao palácio de Davi, a tentativa de assassinato de Salomão e a luta entre os exércitos de Davi e de seu filho Absalão (Leo Rosa).

Rei Davi teve seu pico de audiência em São Paulo no dia 23 de fevereiro, com 16 pontos contra 10 da Globo. No mesmo dia, no Rio de Janeiro, marcou 21 pontos contra 14 da maior concorrente.

E a fama da minissérie atravessou o oceano: atores de Rei Davi que estiveram em Portugal revelaram ao R7 que a produção também é um grande sucesso por lá.

INF. R7

Leitura bíblica agora é obrigatória nas sessões ordinárias da Assembleia Legislativa de Goiás


Deputado Daniel Messac (PSDB) lê trecho da Bíblia durante sessão ordinária da Assembleia de Goiás
Deputado Daniel Messac (PSDB) lê trecho da Bíblia durante sessão ordinária da Assembleia de Goiás A leitura de um trecho da Bíblia agora integra a abertura das sessões ordinárias da Assembleia Legislativa de Goiás. Nesta quinta-feira (3), passou a vigorar o projeto de resolução de autoria do deputado Daniel Messac (PSDB), que normatizou a atividade logo após a apresentação da ata do dia.

Na tarde de hoje, Messac inaugurou a leitura bíblica com o salmo 1º, cujo trecho inicial diz: “Bem-aventurado o homem que não anda segundo o conselho dos ímpios, nem se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores”. Em entrevista ao UOL, o deputado afirmou que a escolha do trecho foi aleatória. “Abri a Bíblia e caí nesse salmo”.
Para o deputado, a leitura bíblica não fere os princípios de um estado laico (que não possui uma religião oficial e não permite a discriminação religiosa). Segundo ele, o projeto, que alterou o regimento interno, não faz referência a qualquer religião ou credo. “Mas temos que considerar que o nosso Estado não é ateu”, comentou ele que é da Igreja Assembleia de Deus.

Aprovado pelos parlamentares, o projeto prevê que a cada dia um deputado terá a liberdade de fazer a escolha do trecho bíblico e a leitura. Segundo Messac, o presidente da casa, deputado Jardel Sebba (PSDB) fará o convite aos colegas nos dias de sessão ordinária.

Messac disse que a resolução tem como objetivo criar um ambiente mais "harmônico e justo entre os parlamentares". Ele defendeu que na Assembleia, onde acontece a elaboração de leis e normatização dos direitos e deveres do cidadão, há uma necessidade de unidade entre os parlamentares, independente da orientação religiosa.

“A leitura da palavra de Deus pode colaborar para a construção desse princípio”. No entanto, apesar da aprovação, ele avaliou que, no primeiro dia, nem todos os colegas conseguiram se envolver na leitura bíblica.

UOL