terça-feira, 1 de setembro de 2015

CABEÇA NO INFERNO , CORPO NA IGREJA ? Cerca de quatrocentos líderes religiosos acessavam site de adultério

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A ação do grupo hacker Impact Team que levou à revelação de uma lista de pessoas cadastradas no site de encontros extraconjugais Ashley Madison causou grande impacto no meio cristão. Ao menos 400 pastores e líderes evangélicos do Canadá e Estados Unidos foram flagrados nos arquivos.

A revelação dos nomes das pessoas que se cadastraram no site para conseguirem encontros extraconjugais causou enorme rebuliço entre os usuários como um todo, com grande destaque por parte da imprensa.

Com o slogan “A vida é curta. Curta um caso“, o site se tornou alvo dos hackers, incomodados com o incentivo à infidelidade conjugal, mas principalmente, indignados com a mentira contada pela empresa responsável de que todos os dados seriam apagados dos registros, caso os usuários contratassem um serviço específico.

“Para os invasores, esse serviço é uma fraude, pois as informações de pagamento do usuário – incluindo o nome completo – continuam armazenadas pela empresa”, comentou o especialista Altieres Rohr, no blog Segurança Digital, do G1. Assim, para provar que o site mentia, os hackers invadiram e revelaram a lista de usuários cadastrados.

Nos Estados Unidos, quem está chamando mais a atenção da imprensa é o cristão conservador Josh Duggar, que prega (ou pregava) na TV a cabo a constituição da tradicional família, de homem casado com mulher.

Duggar admitiu que tem sido hipócrita, pediu perdão e colocou a culpa em sua vida dupla no diabo. Sua mulher disse que vai manter o casamento porque acredita na regeneração do marido.

Outro militante cristão nacionalmente conhecido nos Estados Unidos que frequentava o site de traição é o jovem Sam Rader.

Em um canal no Youtube, Rader pregava a importância da fidelidade e orientava os casais a terem um bom relacionamento com base nos ensinamentos de Jesus. Ele dizia que a família é a sua paixão. 

Rader nunca aceitou a formação de casais homossexuais.

Na lista de nomes vazados está também o de Hamza Tzortzis, um apologista muçulmano e professor de educação islâmica.

Em consequência do vazamento de dados do Ashley Madison, intensificou-se nos Estados Unidos o debate sobre a fragilidade da privacidade na internet dos cidadãos.

O ex-congressista Barney Frank, por exemplo, comentou na TV que o direito à privacidade tem de ser respeitado. “Mas não existe o direito à hipocrisia.”

Sobre o escândalo envolvendo os líderes cristãos, o teólogo e escritor Ed Stetzer publicou um artigo no site em inglês da revista Cristianismo Hoje e avaliou a situação como “embaraçosa” para as igrejas evangélicas.

“Este é um momento significativo de embaraço para a igreja e que deveria ser. Para ser honesto, o número de pastores e líderes de igrejas no Ashley Madison é muito menor do que o número de aqueles que procuram ter um caso. No entanto, ainda há muito que devemos considerar no meio do embaraço”, escreveu.

De acordo com Stetzer, centenas de líderes cristãos deverão renunciar aos seus cargos nas próximas semanas, e destacou que o efeito desse escândalo pode ser tão intenso nas igrejas quanto nas famílias dos envolvidos: “Raramente as pessoas consideram um grupo mais afetado pela falha de um pastor, um grupo maior do que até mesmo própria família do pastor, que está enfrentando o peso principal da dor agonizante”.

Como sugestão, Stetzer pede aos cristãos que orem e ofereçam ajuda aos pastores que foram flagrados nesse escândalo: “Seja consistente em seu amor ao seu pastor, que se autodestruiu diante de vocês e cujo mundo acaba de cair. Sem dúvida, é uma ferida auto infligida, mas mesmo assim precisam de cuidados. Falar honestamente, mas com amor. Eu sei que você está com raiva, estou com raiva, e isso é apropriado, mas fique com raiva na graça e com a verdade”.


Fonte: Gospel + e Paulopes

Muro vai separar cristãos de igrejas em Belém

Um muro está sendo construído em Beit Jala, próximo a Belém, para separar cristãos no vale palestino de Cremisan. A construção é feita pelo Ministério da Defesa de Israel e foi retomada há dez dias, depois que os tribunais autorizaram a obra.

As comunidades cristãs tentaram impedir a construção do muro, mas a justiça negou o pedido. Os moradores voltaram a ver o maquinário pesado arrancando as oliveiras centenárias para preparar o terreno.

“Israel tirou ontem suas escavadeiras, e o exército começou a arrancar oliveiras milenares para construir o muro. É uma tragédia para a natureza, uma tragédia para a comunidade cristã e uma tragédia para o povo palestino da região de Belém”, denunciou o padre Ibrahim Shomali, da Igreja da Anunciação de Bet-Jalla.

Em entrevista à agência EFE, o religioso afirmou que o exército israelense “planeja arrancar milhares de árvores” para então levantar o muro sem antes entregar aos proprietários das terras um mapa com seu traçado. A falta de documento, segundo o padre, seria para impedir que eles recorram aos tribunais novamente para barrar a obra.

O muro é um projeto de dez anos e desde então os moradores de Bet-Jalla tentam impedir que ele seja construído. A Suprema Corte chegou a barrar a obra, mas no mês passado a renovação da decisão não foi feita e o Ministério da Defesa voltou a enviar trabalhadores para continuar o projeto da barreira de separação.

Os moradores reclamam que oliveiras de mais de 1.500 anos de antiguidade foram arrancadas e ainda denunciam que o muro irá isolar 3.500 quilômetros quadrados de suas terras. O impacto não é só histórico, mas também ecológico pois a região é a mais verde do distrito de Belém.

Fonte: Gospel Prime

Bombeiros evacuam igreja de Brasília após superlotação em culto

O Corpo de Bombeiros evacuou e interditou uma igreja superlotada na 513 Sul, em Brasília, durante a realização de um culto na noite desta segunda-feira (31). Alguns fiéis passaram mal e uma viatura da corporação que passava pelo local foi chamada para prestar socorro.

"Estávamos passando na W3 Sul, na 516, quando fomos abordados por uma grande quantidade de pessoas que estavam passando mal aqui no local", disse o major Lourival Correia.

"Quando descemos da nossa viatura e fomos averiguar, era um evento religioso. O templo não comporta o número de pessoas que estava aqui no local e tomamos a iniciativa de interromper o evento."

O major afirma que a lotação máxima do espaço é de 300 pessoas, mas mais de 2 mil ocupavam o templo. "O local estava insalubre, a pista movimentada, o trânsito muito forte e muitas pessoas correndo o risco de serem atropeladas no local", diz. "Interrompemos o evento e trouxemos todo mundo para o lado externo."

"Se acontecesse um incidente qualquer, as pessoas seriam pisoteadas e poderiam até chegar à morte", disse. "Vamos fazer uma vistoria no local para verificar a colocação de extintores, saída de emergência [...]. A princípio está interditado para saber se o local pode ou não ser liberado."


Fonte: G1

Gays também são bem-vindos à Universal, diz Edir Macedo


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Cerca de duas semanas atrás, em seu programa diário veiculado em rádio, TV e internet, o bispo Edir Macedo causou espanto ao criticar movimentos que levantam bandeira contra os gays.

Em tempos em que pastores e autodenominados "apóstolos" pregam a "cura" de gays, seja pela oração, "conversão" ou "exorcização", as declarações de Macedo causaram furor e críticas no meio evangélico.

"Jesus faria isso se vivesse em nosso tempo? Não creio. Jesus não levantou bandeira alguma contra gays. Ele nunca disse: Olha, vocês [apóstolos] têm de falar contra o homossexualismo porque é proibido. Nada disso", afirmou o líder da Universal.

A Igreja Universal é uma das maiores correntes evangélicas do país, com 2,5 milhões de fiéis declarados ao IBGE. Porém cabe lembrar que mais de 10 milhões de evangélicos --dados de 2010-- não revelam a qual linha evangélica pertencem.

A pregação de Macedo no "Palavra Amiga" rapidamente se espalhou em redes sociais e, especialmente, no mundo religioso. O bispo passou a sofrer críticas e mesmo ataques de outros evangélicos, que o acusaram de defender a homossexualidade. Macedo nega.

Nesta entrevista exclusiva ao UOL, por e-mail, o líder da Universal afirma que não defende a homossexualidade, mas também não condena os homossexuais, e que sua igreja sempre estará de braços abertos --seja para gays, heterossexuais ou mesmo assexuados.

"Creio que o senhor Jesus deu um excelente exemplo de mensagem para todos os pecadores: Não incriminou ninguém, exceto os RELIGIOSOS HIPÓCRITAS" (nota: maiúsculas do próprio entrevistado).

Na entrevista abaixo, o bispo dá uma nova braçada contra a maré da intolerância que grassa entre pastores-políticos conservadores e outros pregadores menores.

Pela primeira vez, afirma categoricamente que a Igreja Universal acolhe e recebe os gays sem intenção de mudá-los ou "convertê-los" à heterossexualidade. É verdade, porém, que a Universal também não aceita que o Estado (governo) defenda a homossexualidade em livros didáticos.

"O que deveria servir para combater a discriminação vira propaganda explícita do homossexualismo", criticou em seu blog quatro anos atrás.

"A Universal sempre aceitou e aceita todos os homossexuais, como acolhe qualquer ser humano do jeito que ele é", afirma ao UOL. "Nossa missão é pregar o Evangelho a toda criatura, independentemente do que ela é, faz ou deixa de fazer."

O religioso, porém, admite que, de acordo com a Bíblia, homossexualidade é, sim, uma forma de pecado. "Mas não é maior nem menor que qualquer outro [pecado]", frisa. Como a gulodice, a ira, a preguiça e a luxúria --inclusive se ela for heterossexual, vale dizer.

Bispo Macedo não se recusa a orar ou abençoar eventualmente fiéis da Universal que queriam voluntariamente abandonar a orientação gay, como mostra um vídeo publicado em 2012.

No entanto, essa não é e nunca será uma prática imposta ou uma "condição" para que alguém faça parte da Universal. A própria família do bispo, aliás, já foi alvo de discriminação.

Em abril de 2013, um site de fofocas gospel publicou matéria que afirmava que um dos filhos de Macedo, Moysés, havia se declarado gay. A matéria era falsa. No dia seguinte, o site se retratou com um pedido de desculpas público a Moysés e a toda sua família, e retirou a reportagem do ar.

Leia a seguir a íntegra da entrevista com o bispo Edir Macedo de Bezerra.

UOL - Em um recente programa "Palavra Amiga", o senhor fez um pronunciamento claro de que não é contrário aos gays, e que não faz nenhuma crítica a orientação sexual porque o próprio Jesus nunca o fez também. Isso significa que a Universal aceita de braços abertos os gays como fiéis, sem querer mudar o comportamento deles?

Bispo Edir Macedo - A Universal sempre aceitou e aceita todos os homossexuais, como acolhe qualquer ser humano do jeito que ele é. Nossa missão é pregar o Evangelho a TODA CRIATURA [Nota: ênfase do próprio bispo], independentemente do que ela é, faz ou deixa de fazer. São criaturas humanas que carecem de conhecimento do Evangelho como quaisquer outras.

UOL - Como a Igreja Universal e o senhor veem essas teses (ou tentativas) de "conversão" ou "cura" de gays, que ocorrem com frequência em outras igrejas evangélicas?

Bispo Macedo - A conversão não depende de bispos, de pastores e da Universal. É uma obra exclusiva do Espírito de Deus. Como disse, nossa missão é pregar o Evangelho. O resto fica por conta de Deus.

UOL - A Universal, portanto, não considera a homossexualidade um pecado?

Bispo Macedo - A Universal está 100% de acordo com a Bíblia, o que significa que considera que homossexualismo não é maior ou menor que qualquer outro pecado.

UOL - Em sua pregação (no programa "Palavra Amiga"), o senhor citou Jesus. Ou seja, o Novo Testamento. Só que a Universal também faz uso em pregações do Velho Testamento, que faz restrições à homossexualidade, não é mesmo? Como a igreja se situa nesse sentido? Afinal, é o Novo ou Velho Testamento que contam?

Bispo Macedo - Tanto o Velho quanto o Novo Testamento condenam essas práticas. Entretanto, o Senhor Jesus não veio para condenar, mas para salvar. Cremos que o Senhor Jesus deu um excelente exemplo de mensagem para todos os pecadores: Não incriminou ninguém, exceto os RELIGIOSOS HIPÓCRITAS.


Fonte: UOL

ESTA PREPARADO ? Cristãos são submetidos a cerimônias de `reconversão´ forçada ao hinduísmo na Índia


Cristãos são submetidos a cerimônias de `reconversão´ forçada ao hinduísmo na Índia
Desde o ano passado (2014), a hostilidade contra os cristãos por parte de extremistas hindus tem se perpetuado na Índia. Fundamentalistas têm exigido que aqueles que têm declarado sua fé cristã a se "reconverter" ao hinduísmo, segundo líderes de diversas igrejas.
Em Rajasthan, no noroeste do país, cerca de 10 famílias cristãs na vila Nakhnool, perto de Alwar, fugiram após hindus intolerantes os perseguirem e ameaçaram matá-los, segundo relatos de líderes da Igreja na área.
"Desde 27 de junho, não temos conseguido realizar qualquer tipo de reunião ou culto", disse o pastor Malkeet Singh ao Morning Star News. "Os extremistas ameaçaram prejudicar-nos se nós proferíssemos o nome de Cristo ou realizássemos quaisquer reuniões cristãs".
As tensões cresceram em 19 de julho, quando os membros do grupo extremista hindu Shiv Sena, Rashtriya Swayamsevak Sangh (RSS) e Bharatiya Janata Party (BJP), realizaram um "regresso à casa" - ou seja uma sessão de "reconversão" forçada ao hinduísmo (cerimônia conhecida como 'Ghar Wapsi') - em frente à da casa do Pastor Pratap Singh.
"Cerca de 600 pessoas se reuniram em frente da casa do Pastor Singh, colocaram a imagem do deus Hindu Hanuman e forçaram o Pastor Singh e 10 membros da família a adorarem o ídolo, obrigando-o a assinar um papel que dizia: 'Estou disposto a ser um Hindu", disse Rajamman Johnson, secretário regional do Grupo de Oração Amigos Missionários (FMBP). "Eles obrigou-os a beber água do rio Ganges e colocou kumkum [marcas vermelhas] em suas testas para mostrar que eles eram agora hindus".
Os extremistas hindus ameaçaram matar o pastor Singh se ele continuasse a liderar os cultos em sua igreja. O líder tinha sido escondido por um mês. Os extremistas o encontraram e levaram-no para sua casa, para fazer o ritual, disse Johnson.
"Os extremistas seguiram o Pastor Singh de perto por um longo tempo e depois o arrastaram de volta de seu esconderijo para convertê-lo à força - juntamente com 10 membros de sua família - ao hinduísmo em uma cerimônia 'Ghar Wapsi' de uma hora de duração," ele disse.
O pastor Singh, que estava evangelizando na aldeia há 15 anos, começou a receber ameaças de morte desde o Natal passado, segundo líderes da Igreja. Extremistas hindus empreenderam uma série de cerimônias de conversão forçada durante a temporada de Natal, após o governo de coligação liderado pelo BJP do primeiro-ministro Narendra Modi ter tomado posse, em Maio de 2014.
"Os extremistas corajosamente alegaram que eles eram o partido no poder [BJP] no estado, e que eles têm poder para deter o que quiserem", disse Johnson. "O apoio que recebem da polícia e do chefe da aldeia encorajou suas ações".

Cristãos nigerianos podem ser ainda mais perseguidos


Cristãos nigerianos podem ser ainda mais perseguidos
O presidente da Nigéria, Muhammadu Buhari, solicitou ao Ministério Federal da Educação, que incluísse no currículo escolar de todos os alunos de segundo grau, os livros escritos pelo falecido Muhammad Bashir Sambo, que contém estudos islâmicos.
Dennis, analista da Portas Abertas, observa: "Buhari é um muçulmano Hausa-Fulani, do norte da Nigéria. Ao incluir livros islâmicos no currículo educacional federal, ele contribui para a islamização do sistema de ensino nigeriano".
"Logo, não é de se esperar que ele faça algo para combater a violência contra os cristãos, no Cinturão Médio, área que testemunha atos mais violentos entre as comunidades cristã e muçulmana. Sob a sombra do grupo extremista Boko Haram, mais os pastores muçulmanos Hausa-Fulani e os colonos, que já mataram milhares de cristãos, a tendência é que a igreja na Nigéria seja o alvo desses radicais islâmicos", alerta o analista.
Não deixe de interceder por nossos irmãos, a opressão e perseguição tem crescido a cada dia.

Líderes cristãos são presos após falarem sobre perseguição


Líderes cristãos são presos após falarem sobre perseguição
Após as queixas sobre o aumento da perseguição, em uma área dominada por muçulmanos, no sul da Etiópia, o tribunal responsável pelo Distrito, acusou seis líderes etíopes da Igreja Ortodoxa, por incitarem distúrbios públicos, destruírem a confiança pública no governo e disseminarem o ódio. O tribunal considerou os homens culpados e eles foram condenados de 5 a 9 anos de prisão.
Durante muitos anos, a Igreja Ortodoxa Etíope (EOC - Ethiopian Orthodox Church) tem sido perseguida, e os cristãos estão cada vez mais vulneráveis à pressão do extremismo muçulmano em determinadas áreas do país. O templo está situado em Kilto, a 180 km ao sul da capital Addis Ababa, em Silte, que é uma zona muçulmana, dominada desde 2001, através de um plebiscito, onde foi escolhida por unanimidade a formação de uma zona separada, tendo Worabe como capital.
Atualmente, Worabe acolhe pelo menos quatro mesquitas, das quais os cristãos alegam ser a fonte do aumento da perseguição, incluindo maus-tratos contra sua igreja e seus membros. Muçulmanos locais e funcionários do governo também colaboram para esse quadro de violência. Entre as reclamações dos cristãos, estão também a discriminação em oportunidades de trabalho, demissão de emprego sem justa causa, feedback negativo e injusto no desempenho de trabalho, queima de igrejas, ataques físicos e ameaças contra suas vidas.
Os seis líderes da EOC que se queixaram da perseguição, citaram alguns episódios absurdos do Estado Islâmico e comentaram sobre um vídeo postado na internet, pelo grupo, onde os radicais executam violentamente líderes da Igreja Ortodoxa Etíope. Os seis foram obrigados a pedir desculpas, mas não convenceram o governo, por isso foram condenados e transferidos para a prisão em Worabe. O líder da diocese regional da EOC mencionou que eles vão recorrer ao veredito, mas deixou claro que "a prisão é comum no cristianismo, e que é um bom sinal ser perseguido".
Pedidos de oração
- Ore pelos líderes da igreja que estão presos, para que eles sejam corajosos e não desanimem.
- Lembre-se de pedir a Deus pelas suas famílias, para que mantenham a paz e a graça, mesmo nessas circunstâncias.
- Ore também para que todos os cristãos da Etiópia sejam consolados pelo Espírito Santo e que tenham profundas experiências com Deus, apesar da crise em que vivem.
- Peça para que haja justiça em todos os processos abertos contra os cristãos.

JEOVÁ É O VERDADEIRO NOME DE DEUS ?

JACO - ISRAEL

De todos os relatos da Torá, este é um dos mais envoltos em mistério. Conta-nos a história da luta entre um ser humano e um anjo e a da ...