sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

Governo capacitou 140 mil doutrinadores para ensinar teoria de gênero nas escolas

A denúncia foi feita pela advogada, pedagoga e pastora Damares Alves, durante palestra em Arujá, na Grande São Paulo.

O governo federal capacitou 140 mil profissionais para que a Ideologia de Gênero seja ensinada nas escolas públicas do Brasil.

“No ministério do planejamento foi disponibilizado dinheiro para treinar 140 mil profissionais na ideologia de gênero. Não são alfabetizadores. Pra isso não tem dinheiro”, informou Damares durante a palestra cujo vídeo pode ser acessado abaixo.

O problema não reside somente no uso de recursos públicos para um trabalho de doutrinação ideológica, mas na natureza da própria ideologia que será ensinada nas escolas.

A ideologia de gênero prega que é mentira a percepção de que os seres humanos se dividem em dois sexos. Pelo contrário, ensina que as diferenças entre homem e mulher não correspondem a uma natureza fixa, mas são produtos da cultura.

Em outras palavras, ninguém nasce homem ou mulher. É algo que se pode escolher.

Gênero Neutro

“Os ativistas LGBT queriam colocar a Ideologia de Gênero Neutro no Plano Nacional de Educação (PNE). Não teríamos mais mochilas cor de rosa para meninas ou de cor azul para meninos. Tudo deveria ser neutro até os 12 anos. Depois dessa idade cada um escolheria o seu gênero”, completou Damares.

O lobby LGBT não conseguiu impor sua agenda no PNE, mas não desistiu.
“Eu trabalho em aldeias indígenas. Eu vejo que meninas já nascem com instinto maternal. E os meninos com instinto guerreiro. Isso é natural. A escola ia proibir nossas meninas de serem meninas e nossos meninos de serem meninos”, disse a pedagoga.

“Isso só não entrou para o Plano Nacional de Educação porque um grupo de psiquiatras foi na Câmara Federal e implorou aos deputados para que não aceitassem. Eles argumentaram que isso criaria gerações de doentes e histéricos”, afirmou Damares.

Dinheiro para o Lobby LGBT

A advogada, que é assessora jurídica da Frente Parlamentar Evangélica, também questionou a priorização de recursos para capacitação ideologia. Ela ressaltou ainda que organizações ligadas ao lobby LGBT são beneficiadas com o projeto.

“E quem capacita os professores? Quem ganha licitações nos municípios, nos estados e no MEC? O movimento gay. E será que eles são sábios o bastante pra dizer o que fazer com crianças nas escolas?”, questionou.

Incentivo ao bissexualismo e masturbação

Damares Alves também questionou o conteúdo exposto em cartilhas pedagógicas que abordam a temática sexual nas escolas. Até mesmo os livros de idiomas, de forma pouco sutil, já trazem referências próprias da temática LGBT.

São cartilhas pedagógicas recheadas com notórios incentivos à masturbação, iniciação sexual precoce e experimentação de comportamento bissexual. Algumas cartilhas, de tão explícitas, se tornaram alvo de denúncias dos pais e ganharam reportagens na TV.

Damares citou o caso de um pai de uma menina de 12 anos, em Bauru, São Paulo, que verificou o material pedagógico da filha, que cursa o sexto ano, e descobriu ali um dever de casa bastante inusitado.

O dever de casa era o seguinte: o aluno era orientado a passar o fim de semana beijando três meninos e três meninas. O tema da redação seria, então, a descrição das sensações vivenciadas durante essas experiências.

“Isso não é combate ao preconceito. Não estão respeitando a identidade biológica das nossas crianças. Posso falar de preconceito contra homossexuais sem levar para as escolas, por exemplo, uma cartilha que mostra quatro homens transando. Posso combater o preconceito sem levar isso para crianças entre 10 e 13 anos de idade”, denunciou Damares.

Todas as informações constam no vídeo da palestra “Educação: Missão da Família ou do Estado?”, que Damares Alves realizou em Arujá, para promover ali o projeto de lei do movimento Escola Sem Partido, que busca uma educação sem aparelhamento ideológico.

Assista:


https://www.youtube.com/watch?v=Dsovx4xb5K0

Fonte: Gospel Prime

SEGUIDORES DO DIABO - ISLÂMICOS MATAM PASTOR QUE CUIDAVA DE 400 CRIANÇAS.


Pastor que abriu escola gratuita para 400 crianças é morto na NigériaUm pastor muito popular na Nigéria, principalmente por seu intenso trabalho social, foi morto à caminho do serviço pastoral por líderes muçulmanos, provavelmente ligados ao grupo terrorista Boko Haram.
O Pastor Joshua Adah, que fundou e operou uma escola de ensino gratuito a mais de 400 crianças na aldeia de Bantaje, foi vítima da ira de muçulmanos pertencentes ao grupo Fulani, os mesmos que atacaram as comunidades cristãs da Nigéria no último mês.
Depois de participar de um evento evangelístico, o seu carro de Adah quebrou e ele teve que encostar na beira da estrada. Depois chamar o mecânico, que não conseguiu concertar o automóvel, Adah pediu para que o ajudante buscasse um reboque. Ao retornar, o mecânico não conseguiu encontrar Adah. Após uma longa busca, o mecânico encontrou o corpo morto do pastor.
"Eu não sei por que Deus permitiu que Boko Haram tirasse sua curta vida. Mesmo quando isso se tornou perigoso, ele se recusou a parar, e continuou pregando Cristo nas aldeias, onde muitos não vão", disse a esposa de Adah.
"Ele compartilhou seus poucos recursos com os pobres. Ele mostrou o amor a eles. Sua casa era deles. Eu não posso manter as lágrimas", disse a esposa. "Eu me lembro de todas as vezes que ele orou comigo e me incentivou. Eu me sinto tão abalada!".


PRESS

COVARDES , ISLÂMICOS MATADORES DE CRISTÃOS - Estado Islâmico vende, crucifica e enterra crianças vivas

Agência da ONU denuncia barbáries cometidas por grupo terrorista contra menores, também usados em ataques suicidas e como escudos humanos.

A cada dia surgem novas informações sobre o vasto leque de atrocidades cometidas pelos terroristas do Estado Islâmico. Nesta quarta-feira, a ONU denunciou mais barbáries contra crianças iraquianas sequestradas: elas são vendidas em mercados como escravas sexuais e muitas são mortas, crucificadas ou enterradas vivas, segundo o Comitê das Nações Unidas para os Direitos da Criança.

Meninos iraquianos menores de 18 anos estão cada vez mais sendo usados pelos jihadistas em ataques suicidas, como fabricantes de explosivos, informantes ou escudos humanos para proteger instalações contra ataques aéreos.

A agência da ONU denunciou "a matança sistemática de crianças pertencentes a minorias religiosas e étnicas cometida pelo assim chamado Estado Islâmico, incluindo vários casos de execuções coletivas de meninos, assim como relatos de crianças decapitadas, crucificadas e enterradas vivas".

"Estamos profundamente preocupados com a tortura e o assassinato destas crianças, especialmente daquelas que pertencem a minorias, mas não só das minorias", disse Renate Winter, especialista do comitê, em boletim à imprensa. "A abrangência do problema é enorme”.

Crianças da minoria yazidi ou de comunidades cristãs, e também xiitas e sunitas, têm sido vítimas da selvageria do EI. "Temos tido relatos de crianças, especialmente crianças com problemas mentais, que foram usadas como homens-bomba, muito provavelmente sem sequer entender a situação", declarou a especialista à agência de notícias Reuters. "Foi publicado um vídeo [na Internet] que mostrava crianças de muito pouca idade, aproximadamente 8 anos ou mais novas, já sendo treinadas para serem soldados."

Um grande número de crianças foi morto ou ficou seriamente ferido durante ataques aéreos ou bombardeios das forças de seguranças iraquianas, e outras morreram de "desidratação, inanição e calor", acrescentou o comitê. Além disso, o Estado Islâmico cometeu "violência sexual sistemática". "Crianças de minorias têm sido capturadas em vários lugares... vendidas no mercado com etiquetas, etiquetas de preço nelas”, disse Renate Winter.

Um relatório elaborado por dezoito especialistas independentes pede às autoridades iraquianas que adotem todas as medidas necessárias para "resgatar as crianças" sob controle do grupo terrorista e processar os criminosos.

Queimado vivo

O Estado Islâmico divulgou nesta terça-feira um novo vídeo macabro mostrando o piloto jordaniano Moaz Kesasbeh sendo queimado vivo dentro de uma jaula. Ele foi levado pelos terroristas no final de dezembro, depois que o avião que pilotava caiu na região de Raqqa, na Síria. Antes do piloto, os jihadistas haviam decapitado vários reféns, incluindo dois japoneses executados em janeiro.

Fonte: Veja.com

Mais uma igreja atacada em Delhi


Mais uma igreja atacada em DelhiNo dia 2 de fevereiro, mais uma igreja cristã foi vandalizada na cidade de Delhi, na Índia. Este é o quinto ataque às igrejas cristãs nos últimos dois meses.
O líder cristão, Charles Irudayam, diz estar preocupado com essas manifestações na cidade. “Não sabemos quem são os autores e quem possa tê-los instigado. Eles forçaram a porta, entraram na igreja e cometeram atos de vandalismo,  devastando o local. Estamos tristes e assustados”, afirmou Irudayam.
As autoridades locais e da Igreja acreditam que este e os quatro ataques anteriores fazem parte de uma campanha para polarizar a comunidade cristã. "Esses ataques são, definitivamente, com o objetivo de espalhar e assustar os cristãos antes das eleições para a Assembleia do Estado, em 7 de fevereiro”, disse um dos líderes.
Em dezembro de 2014, o World Watch Monitor relatou como vários políticos da oposição protestavam contra uma série de ataques contra as minorias religiosas do país.

MATADORES DE CRISTÃOS - Escola cristã paquistanesa é atacada por manifestantes muçulmanos


Escola cristã paquistanesa é atacada por manifestantes muçulmanosO ataque foi promovido por estudantes que protestavam contra a revista Charlie Hebdo. Muitas vezes os cristãos paquistaneses são marginalizados e responsabilizados por qualquer incidente que é visto como anti-islã no Ocidente.
Cerca de 300 estudantes – muitos deles portando armas – invadiram a escola Panel for Boys protestando contra a revista francesa, que publicou uma imagem do profeta Maomé em sua capa, na sequência do atentado que custou 12 vidas.
A escola ficou fechada por alguns dias, sendo reaberta após consultas dos diretores e membros da comunidade cristã com a polícia e o governador da província.
As caricaturas da Charlie Hebdo desencadearam protestos em massa no Paquistão, como a passeata que reuniu 30 mil pessoas, em Karachi, no início desta semana, e uma grande manifestação em Lahore.
Nasir Saeed, diretor da organização paquistanesa de direitos humanos Class, afirmou que os cristãos também não são favoráveis às caricaturas da revista e, muitas vezes participam dos protestos contra a revista. “É lamentável que os cristãos não sejam considerados cidadãos paquistaneses e, pelo contrário, são constantemente acusados de serem aliados do Ocidente e, portanto, sempre que tais incidentes acontecem nos países ocidentais os cristãos são atacados”, completa.
Há semanas, igrejas e propriedades de cristãos paquistaneses são incendiadas o que torna esse grupo, que já vive sob constante medo pela perseguição religiosa, ainda mais vulnerável.

Eleições presidenciais podem mudar cenário religioso da Nigéria




Eleições presidenciais podem mudar cenário religioso da NigériaCanditado cristão ao sul do país pode exacerbar ainda mais os conflitos com a maioria muçulmana, com candidato ao norte.
Como as tensões aumentam, diante das eleições no próximo dia 14, alguns temem que a unidade do país terá, mais uma vez, de enfrentar testes e as divisões religiosas serão acentuadas.
O sul do país lançou um presidencial cristão, Goodluck Jonathan, que disputará contra o atual presidente, candidato à reeleição, Muhammadu Buhari, candidato muçulmano do norte.
Embora muitos nigerianos mantenham uma elevada prática e apego à sua fé, a expectativa para os padrões de votação podem ser diferentes desta vez e o norte do país, predominantemente muçulmano, pode esperar uma resistência do sul, onde a cultura cristã predonima.
De acordo com Will Ross, jornalista da BBC, especialista dos conflitos da Nigéria, sua expectativa é que o governo atual trabalhe em reduzir as tensões e garantir que haja harmonia e que a divisão religiosa não seja notada, quando o resultado da eleição for anunciado.
Um dos piores países do mundo para ser cristão, segundo o relatório sobre a perseguição religiosa, a Nigéria vem ganhando os noticiários nos últimos meses, com mais atenção, devido os ataques do grupo radical Boko Haram.
O país ocupa a décima posição na Classificação da Perseguição Religiosa 2015 e a perseguição aos cristãos vêm aumentando a cada ano.