sexta-feira, 3 de agosto de 2012

"TERCEIRO TEMPLO TEM DE SER RECONSTRUÍDO EM JERUSALÉM" - AFIRMA DEPUTADO ISRAELITA

 

O deputado K Zevulun Orlev, do partido "Jewish Home", apelou a reformas massiças, incluindo novas Leis Básicas, de forma a estabelecer um Terceiro Templo em Jerusalém.
Num artigo publicado antes do jejum do dia Tisha B'Av no jornal semanário hebraico Olam Katan, sob o título "Reforma interna e legislativa", Orlev escreveu que o Templo tem de ser reconstruído em Jerusalém e que "mudanças fundamentais" na sociedade e no governo israelitas eram necessárias para que se concretize o sucesso do projecto.
Além da reforma espiritual e da criação de uma cátedra de perito religiosos capazes de administrar o Templo, Orlev argumentou que o governo - "assumindo que o governo escolherá ser democrático" - deve virar costas às controvérsias à volta do projecto.
"Será necessário derrotar moções de desconfiança, vencer a mídia hostil, esquerdista e secularizada, e ignorar ambiciosos economistas que dirão que é um desperdício de fundos públicos," - escreveu o deputado.
De forma a prevenir apelos dirigidos ao Supremo Tribunal de Justiça, Orlev advogou a legislação de uma nova Lei Básica que possa garantir o financiamento e mão de obra para proteger a prossecução do Terceiro Templo.
"A lei também irá proteger a projecto (do Terceiro Templo) de acusações de descriminação, desigualdades em relação às mulheres no serviço do Templo e violência animal causada pelas ofertas sacrificiais (de animais)," - continuou Orlev.
Orlev reconheceu que remover o "impedimento religioso e político" ao seu plano, nomeadamente a presença da mesquita de al-Aqsa e o Domo da Rocha, ambos no cimo do Monte do Templo, significaria que "o mundo muçulmano lançaria certamente uma guerra mundial."
"Mesmo assim" - continuou Orlev - "tudo o que é político é temporário e não há estabilidade. Além disso, temos recentemente testemunhado mudanças políticas que têm ocorrido em muitos países árabes."


Israel diz que o tempo está se esgotando para o Irã

Israel diz que o tempo está se esgotando para o IrãIsrael diz que o tempo está se esgotando para o Irã
O governo israelense enviou um comunicado ao secretário de Estado dos Estados Unidos, Leon Panetta, alertando que o prazo do Irã está acabando, se eles não encerrarem as pesquisas do programa nuclear poderá acontecer uma ação militar.
Na justifica, Israel lembra que as sanções e a retórica usada para tentar convencer Mahmoud Ahmadinejad a frear as pesquisas nucleares não foram suficientes, portanto, a próxima etapa seria usar a força.
Os EUA já avisou que não permitirá que o Irã desenvolva armas atômicas, através de Panetta o governo norte-americano garante que a ação militar será usada quando as demais tentativas forem esgotadas. “Se eles decidirem ir adiante com uma arma nuclear (…), temos opções que estamos preparados para implementar a fim de assegurar que isso não aconteça”, declarou o secretário em outro momento.
Mas para o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, essas declarações dos EUA já foram ditas muitas vezes sem gerar o efeito desejado. “Neste momento, o regime iraniano acredita que a comunidade internacional não tenha o desejo de conter seu programa nuclear. Isso precisa mudar, e precisa mudar rapidamente, porque o prazo para resolver essa questão pacificamente está se esgotando.”
Quem também falou sobre o assunto foi o secretário israelense de Defesa, Ehud Barak, que comentou o enriquecimento de urânio que está sendo armazenado em instalações subterrâneas. “Enquanto as sanções e a diplomacia não conseguem resolver o impasse ?os iranianos estão avançando, não só no enriquecimento”, disse se referindo a produção de mísseis.
Com informações Terra

Oito enfermeiras cristãs são “envenenadas” no Paquistão

Oito enfermeiras cristãs são “envenenadas” no PaquistãoOito enfermeiras cristãs são “envenenadas” no Paquistão
Cristãos paquistaneses afirmam que oito enfermeiras foram envenenadas por serem cristãs e realizaram uma coletiva de imprensa na Karachi Press Club para pedir uma investigação sobre o caso.
As enfermeiras cristãs trabalham como estagiárias no Hospital Civil e moram em uma pensão. A diretora da pensão, Nasreen Gill, afirma que o chá que estaria supostamente envenenado foi preparado pelas próprias meninas.
“Enviamos as amostras do ‘chá envenenado’ para o Hospital Aga Khan e um relatório de toxicologia estará disponível o quanto antes”, disse Gill.
As oito enfermeiras estão internada em estado grave depois que beberam o chá na noite do último domingo. Os cristãos afirmam que a administração do hospital está escondendo o fato e por isso eles se uniram para denunciar o caso.
Mas o diretor do Hospital Civil, o professor Saeed Qureshi, descarta a possibilidade de envenenamento já que foram as enfermeiras que prepararam a bebida naquela noite. “Elas prepararam o chá, como pode alguém estar envolvido nisso”, disse ele.
Os relatos dados na delegacia de Eidgah conta que elas passaram mal assim que ingeriram o chá sendo encaminhadas diretamente para emergência do hospital onde trabalham. Depois do atendimento elas receberam alta e na manhã da segunda-feira (30) voltaram a passar mal e foram hospitalizadas.
Não há informações sobre o estado de saúde atual das oito enfermeiras.
Com informações Portas Abertas

Pastor é sequestrado e queimado vivo com as mãos amarradas, na África

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