sábado, 12 de agosto de 2017

Alemanha: Crimes Sexuais Perpetrados por Imigrantes Muçulmanos Dobram em um Ano


Soeren Kern
Dois policiais alemães foram removidos de suas funções por não terem prestado assistência adequada de emergência a uma mulher que acabara de ser estuprada por um migrante em Bonn.
A falta de providências dos policiais aumentou ainda mais o temor de que as autoridades alemãs não estão levando a sério a crise de estupros na qual milhares de mulheres e crianças alemãs estão sendo atacadas sexualmente, desde que a chanceler Angela Merkel permitiu a entrada de cerca de dois milhões de migrantes da África, Ásia e Oriente Médio.
O incidente ocorreu pouco depois da meia-noite de 2 de abril, quando uma mulher de 23 anos de idade foi estuprada em um acampamento da reserva natural de Siegaue. O namorado, de 26 anos, tomado pelo pânico ligou para o serviço de emergência da polícia para pedir ajuda, uma funcionária atendeu o telefone. O namorado disse à atendente: "minha namorada está sendo estuprada por um negro. Ele tem um facão". A policial respondeu: "o senhor não está me zoando, né?" ("Sie wollen mich nicht verarschen, oder?"). O namorado respondeu: "não, não". A policial respondeu:" hmm. "Depois de alguns instantes em silêncio ela prometeu despachar uma viatura da polícia para investigar. Então ela disse: "obrigado, até logo" desligando abruptamente o telefone.
Poucos minutos depois, o namorado novamente chamou o serviço de emergência da polícia e outra oficial atendeu o telefone. O namorado disse: "olá, acabei de falar com a sua colega". A oficial respondeu: "o que está acontecendo?" o namorado disse: "é sobre o estupro da minha namorada". a oficial retrucou: "é de Siegaue, né?" O namorado disse: "exatamente". A oficial então disse ao namorado para que ele chamasse a polícia de Siegburg, cidade ao norte de Bonn. "Eles podem cuidar melhor desse caso", disse a oficial antes de desligar.
A polícia finalmente chegou ao local cerca de 20 minutos depois. Frank Piontek, porta-voz do departamento de polícia de Bonn, inicialmente defendeu a conduta dos policiais: "ainda que a polícia tivesse tratado do caso de forma diferente, nada poderia impedir o estupro". Diante de uma onda de indignação pública, no entanto, o departamento de polícia de Bonn divulgou um comunicado em 31 de maio - dois meses após o estupro - que os dois agentes envolvidos no caso "nunca mais" trabalharão no centro de controle de emergência da polícia.
Nesse ínterim, seis dias após o estupro, a polícia prendeu um suspeito, um migrante de 31 anos de idade de Gana chamado Eric Kwame Andam X., com base em evidências de DNA. Eric X. já era conhecido da polícia alemã: ele havia sido preso cinco vezes devido a uma série de crimes, nunca foi acusado de nada e sempre foi liberado. Mais tarde veio à tona que ele havia fugido de Gana em 2016 depois de assassinar o cunhado.
relatório anual - Criminalidade no Contexto da Migração (Kriminalität im Kontext von Zuwanderung) - publicado pelo Departamento Federal de Polícia Criminal (Bundeskriminalamt, BKA) revelou em 27 de abril um salto de quase 500% no número de crimes sexuais perpetrados por migrantes (definidos como ataques sexuais, estupros e abuso sexual de crianças) nos últimos quatro anos.
O relatório mostrou que os migrantes (Zuwanderer, definidos como candidatos a asilo, refugiados e imigrantes ilegais) cometeram 3.404 crimes sexuais em 2016 - cerca de nove por dia. Um salto de 102% em relação a 2015, quando os migrantes cometeram 1.683 crimes sexuais - cerca de cinco por dia. Em termos de comparação, os migrantes cometeram 949 crimes sexuais em 2014, cerca de três por dia e 599 crimes sexuais em 2013, cerca de dois por dia.
De acordo com o relatório, os principais criminosos de 2016 vieram dos países a seguir: Síria (salto de 318,7% em comparação a 2015), Afeganistão (salto de 259,3%), Iraque (222,7%), Paquistão (70,3%), Irã (329,7%), Argélia (100%) e Marrocos (115,7%).
O problema de crimes sexuais perpetrados por migrantes na Alemanha tem se exacerbado devido ao sistema jurídico leniente, no qual os criminosos recebem sentenças relativamente leves, mesmo em caso de crimes graves. Em muitos casos, indivíduos que são detidos por crimes sexuais são liberados após um interrogatório da polícia. Esta prática permite que os suspeitos criminais continuem cometendo crimes com virtual impunidade.
Em Hamburgo por exemplo, um candidato a asilo afegão de 29 anos de idade abusou sexualmentede uma menina de 15 anos enquanto ela dormia em um quarto de um hospital local. O afegão foi internado na sala de emergência do hospital devido ao seu avançado estado de embriaguez. Sem estar sob vigilância, o afegão primeiro entrou no quarto de uma mulher de 29 anos que conseguiu sozinha se desvencilhar dele. Ele então entrou no quarto da menina de 15 anos abusando sexualmente dela. Ele foi detido e em seguida liberado. A polícia salientou que não havia motivos suficientes para prestar queixa.
Também em Hamburgo em 8 de junho, um tribunal deliberou que Ali D., migrante de 29 anos do Iraque que estuprou uma menina de 13 anos na estação de metrô da cidade de Jungfernstieg, não poderia ser considerado culpado da acusação de abuso sexual de crianças (Sexueller Missbrauch von Kindern) porque ele não tinha como saber que a menina tinha menos de 14 anos. De acordo com a lei alemã, são consideradas crianças se tiverem menos de 14 anos de idade.
Em Berlim, um tribunal absolveu um turco de 23 anos de idade do crime de estupro, porque a vítima não conseguiu provar que não consentiu o ato.
Na vizinha Áustria, o Supremo Tribunal reduziu a sentença de Amir A., migrante de 21 anos do Iraque, de sete para quatro anos de prisão por estuprar um menino de 10 anos em uma piscina pública em Viena. Durante o julgamento em primeira instância, Amir A. confessou ter abusado do menino. Ele disse que era uma "emergência sexual" porque ele não tinha tido relações sexuais há quatro meses. O advogado de defesa persuadiu o Supremo Tribunal de que a sentença de sete anos era "draconiana" e "excessiva". Contando o tempo já cumprido, Amir A. em breve estará em liberdade.
Traduzido por Joseph Skilnik do original em inglês: Germany: Migrant Sex Crimes Double in One Year
Editado por Julio Severo.

Ex-namorado de Daniela Araújo quebra o silêncio e revela que a família da cantora já sabia "mas não quis tomar uma posição"

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“A família sabia e não quis tomar uma posição, uma decisão. Eu estava sozinho contra aquilo”. Com essa frase, Victor Romanini tentou explicar sua decisão de gravar e publicar o áudio que chocou o meio evangélico ao expor os problemas que a cantora Daniela Araújo tem com drogas.

Alvo de severas críticas por diversos setores do meio evangélico, o ex-namorado da cantora rebateu as opiniões contrárias à sua iniciativa de expor a situação, dizendo que procurou a família de Daniela Araújo e descobriu todos já estavam cientes da dependência da cantora.

Daniela Araújo é filha dos cantores evangélicos Jorge Araújo e Eula Paula.

“Eles me disseram que não sabiam o que fazer com ela. Infelizmente”, alegou Romanini, acrescentando que em conversas com a irmã da cantora, ouviu dela um incentivo para continuar tentando afastá-la das drogas: “Seja forte, não desista”, teria dito uma das irmãs da cantora.

Segundo Victor Romanini, os fãs que o criticaram dizendo que ele deveria ter procurado um líder ministerial para ajudar a cantora, ele disse: “Ela não tem um pastor”. Então, acreditou que gravando e publicando o áudio seria um passo em direção à solução do problema. “A intenção era ajudar”, reiterou.

“Eu não sei a que ponto poderia chegar. Já estava em um estado muito avançado, como vocês puderam ver”, acrescentou, fazendo referência à irritação de Daniela Araújo durante a conversa gravada, que supostamente seria uma demonstração de abstinência.

Romanini garantiu que, inicialmente, não tinha planos de divulgar o áudio, mas sim, denunciar o amigo traficante à Polícia. “Eu induzi a conversa sobre as drogas, o Felipe, porque eu precisava de alguma prova para apresentar à Polícia. Infelizmente, disseram que não podiam fazer nada”.

Quando notou que a conversa estava indo por um caminho que Daniela Araújo era a pessoa prejudicada, e não o amigo – que ele estava tentando grava-lo admitindo o tráfico de drogas – Romanini diz ter tentado interromper a gravação, sem sucesso.

“Eu tentei parar o áudio antes, mas não tinha como. Eu tirei o celular do bolso, mas ela tentou tomar da minha mão, então logo guardei para que ela não visse que eu estava gravando, mas ela sabia que eu tinha intenção de fazer algo com o Felipe, porque eu não acho justo aquilo que ele fez, se intrometer dessa forma na vida de uma pessoa”.

Mesmo com a intenção de levar o caso à Polícia, o ex-namorado afirmou acreditar que não ligou denunciando por medo de que Daniela terminasse presa. “Isso sim, eu acho que seria expor”, disse, mantendo sua visão de que não vê a publicação como uma exposição. “Não fiz para prejudicar, não fiz com segundas intenções”.

Caio Fábio
Romanini aproveitou para comentar as recentes declarações de Caio Fábio, que disse, durante o programa Papo de Graça, que Victor “é um babacão”. “Sua posse menina perversa, infantil, tola, imatura e aviadada que fez isso. O problema da moça é o menor de todos. Ela vai ficar bem. Agora, você, vire homem. Você é a droga”, afirmou.

Victor respondeu, rindo: “Eu quero dizer que o vovô Noel emaconhado é uma coisa. Ou você cheira, ou você fuma essas coisas porque você parece totalmente apoiar e eu tô nem aí pras suas críticas, pro seu pensamento à base da ervinha”.

Romanini ainda afirmou que considera a fala de Caio Fábio algo que ultrapassa o campo da opinião e se torna ofensa. Em seguida, diz que não se importa com isso.

Victor conclui o vídeo mostrando o cenário do programa de Caio Fábio e comenta, rindo: “Agora espero que essas plantas lá atrás não sejam maconha, meu irmão”.

Assista:




Fonte: Gospel + e Gospel Prime

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